Meu nome é Raven… Atualmente tenho 39 anos… Tenho um filho, Fred, que agora tem 18 anos, e uma filha chamada Anna, que tem só 7 meses.
Eles têm pais diferentes… O pai do Fred morreu quando ele tinha 8 anos e o pai da Anna nos abandonou pouco antes dela nascer… Não quis nem conhecê-la.
Desde que a Anna nasceu, o Fred tem sido maravilhoso, mesmo nunca tendo gostado do pai dela… Ele dá a mamadeira ou a papinha, dá banho nela e faz um monte de outras coisas… Agora, eram as férias de verão e eu tinha o Fred pra cuidar da pequena Anna enquanto eu ia trabalhar.
Um dia cheguei em casa e o Fred estava com ela no sofá… Era uma sexta à tarde… Dei uns beijos bem carinhosos na minha filha e outros no meu filho, junto com um abraço forte pra ele saber o quanto eu o amava.
— "A menina tá com fome?", perguntei.
— "Claro… Essa comilona sempre tem fome", ele respondeu.
O Fred me entregou ela e eu tirei a teta… Amamentei a Anna por alguns minutos enquanto continuávamos conversando.
— "O que vocês fizeram hoje?", perguntei.
— "Ficamos aqui deitados vendo TV e dei uma papinha pra ela", respondeu o Fred.
— "Bom, um dia você vai se orgulhar de ter uma esposa que vai amamentar seu filho ou sua filha, e eles vão ter dois pais que vão amá-los mais que tudo no mundo, porque você, tenho certeza, não vai abandoná-los e vai cuidar deles como faz com sua irmã", falei.
Ele me deu um beijo no rosto e ficamos juntos, eu ainda amamentando a Anna… Não consegui segurar algumas lágrimas… Éramos uma pequena família unida.
Claro que eu não gostava do fato dele ter essa responsabilidade na idade dele… Aos 18 anos, ele deveria estar saindo pra festa e se divertindo, mas ele nunca reclamou… Ele cuidou da irmã pequena sem perguntas, sem reclamações.
— "E aí, já terminou, menina?", perguntei pra minha filha.
Então tirei a teta e a coloquei na posição pra arrotar.
— "Ei, Fred, por que você não chama algum dos seus amigos e sai esta noite? - "Noite?... Você pode pegar o carro", eu disse.
- "Não… Tô bem aqui com vocês duas, mãe", respondeu Fred.
- "Mas você não faz nada além de cuidar da gente e merece pelo menos uma noite só sua, sem fralda, sem comida, sem nada pra se preocupar… Sai e arruma uma gostosa pra se divertir", eu disse.
- "Minha mãe tá me sugerindo sair pra transar?", Fred me perguntou.
- "Bom, se você colocar desse jeito…", respondi.
Ele me beijou na bochecha de novo e me abraçou.
- "Sério, você precisa ter sua vida, querido… Não faz ideia do quanto eu agradeço você cuidar da sua irmãzinha quando tenho que trabalhar, mas ainda assim, você precisa se divertir de vez em quando ou vai enlouquecer… Quero que você tenha uma vida fora dessa casa", eu disse.
- "Não preciso fazer nada… Vocês duas são tudo que eu preciso", respondeu Fred.
- "Se um dia eu vou ter um neto, primeiro você vai precisar ter um bom relacionamento com uma mina, né?... Além disso, também gostaria de ter uma nora um dia", falei sorrindo pra ele.
- "E você?... Tudo que você faz é trabalhar e cuidar dela e de mim… Por que você não sai de vez em quando?", Fred me perguntou.
De alguma forma, não vi isso chegando, não sei por quê, mas não vi.
- "Tá bom… É verdade o que você diz… Vou ligar pra Britt e pedir pra ela vir cuidar da pequena hoje à noite, e aí nós dois vamos sair… Tudo bem pra você?", eu disse.
- "Acho ótimo", respondeu Fred.
Quando Anna arrotou, coloquei ela pra dormir e liguei pra Britt vir cuidar da menina… Ela ficou feliz e contente em cuidar, porque tava grávida de doze semanas e queria ter experiência… Então a gente foi e saiu pra jantar.
- "Você vai começar o último ano do ensino médio… Tá animado pra terminar?", perguntei enquanto jantávamos.
- "Acho que sim", respondeu Fred.
- "Acha que sim?... Qual é, só falta um ano de ensino médio e depois você pode ir pra faculdade", eu disse.
- "Ainda não sei o que quero fazer quando terminar os estudos de Ensino médio… E se eu não entrar na universidade, acho que não vou ter muita sorte de ganhar dinheiro se não arrumar um bom emprego", respondeu Fred.
Levantei os braços e coloquei minhas mãos sobre as dele e disse:
— "Bom, não fala isso, nem toda mina tá atrás de grana… Tem muita que vai te ver como o cara mais doce e carinhoso que já conheceu… Dinheiro é um problema, mas não é tudo… Você vai encontrar uma mina assim, com certeza."
— "Valeu, mãe", respondeu Fred.
— "Sabe que pode falar comigo sobre qualquer coisa… Do que você quiser."
— "Se um dia eu tiver nessa situação, te conto", disse Fred.
E nisso chegou a garçonete.
— "Oi, moça… O que você quer pra você e seu… parceiro?", me perguntou.
— "Hahaha… Não é meu parceiro, é meu filho", respondi.
— "Ah, desculpa, vocês dois parecem…", ela disse.
— "Tá, tá… Anota aí… Que vergonha você me fez passar", interrompi.
Ela anotou as bebidas e comidas que pedimos, e o tempo todo parecia envergonhada pelo erro que cometeu.
Enquanto jantávamos, conversamos muito sobre o trabalho e sobre a Anna… No final, quando já íamos embora, perguntei:
— "O que você gostaria de fazer agora?"
— "Sei lá… Até que horas a Britt pode ficar?", ele perguntou.
— "Pedi pra ela ficar a noite toda", respondi.
— "Por quê?... Você tinha algo em mente pra ela ficar a noite toda?", perguntou Fred de novo.
— "Fiz só pensando que talvez você quisesse ir a algum lugar e, se estivéssemos à vontade, não ter que parar por causa do horário", comentei.
— "Não tinha pensado em nada", respondeu Fred.
— "É, mas aposto que você tá pensando na Anna, né?", perguntei.
— "Talvez", respondeu Fred.
— "Não se preocupa com ela, a gente sabe que tá em boas mãos… Agora, o que vamos fazer é nos divertir essa noite", falei.
Como ele não sabia pra onde me levar, fui eu quem sugeri e disse:
— "Que tal a gente ir patinar?"
— "Pôxa!... Valeu, mãe", respondeu. Fred.
Chegamos na pista de patinação e tava meio cheia… Era uma sexta-feira, afinal… Alugamos uns patins e sentamos num banquinho pra calçar eles.
— "Nem lembro a última vez que a gente veio patinar… Deve ter uns 5 ou 6 anos", falei.
— "Por aí", respondeu o Fred.
Aí, do nada, uma funcionária chegou perto da gente e falou:
— "Às 23h30 a gente vai ter uma competição de patinação de casais… Só vai durar 15 minutos, então esperamos ver vocês participando."
Ela foi embora e, de novo, alguém achou que a gente era um casal.
— "Porra!… Mais uma falando que a gente é casal", disse o Fred.
— "Hã… Sabe quantos caras adorariam que eu fosse a mina deles?"
— "Tá bom, tá bom…", respondeu o Fred.
E aí a gente foi patinar… Na hora, tava tocando uma música que dava pra todo mundo patinar no ritmo… A pista tava bem cheia… A gente ficou perto um do outro a maior parte do tempo, colado no quadril… A gente se divertiu pra caralho e patinou por uma hora e meia até que, do nada, o DJ falou no microfone.
— "Agora vou colocar uma música pra apaixonados", disse o DJ enquanto botava uma música lenta.
Vi o Fred começando a sair da pista, falando:
— "Vamos sentar então."
Mas antes que ele fosse, segurei o braço dele.
— "Se o povo acha que a gente é casal, vamos dar esse gostinho pra eles", falei enquanto pegava a mão dele na minha.
No começo ele ficou meio desconfiado, mas a gente tava perto o bastante pra ele não se sentir à vontade com isso… Então a gente se deu as mãos e ficou bem juntinho enquanto patinava feito mais um casal na pista… Não me senti estranha, mas por que eu deveria?, me perguntei.
— "Uma mãe e o filho podem se dar as mãos", falei.
— "Eu sei", respondeu o Fred.
A gente patinou os 15 minutos inteiros… Foram 15 minutos mágicos… No final, sem querer, olhei um pouco pro meio das pernas dele e vi que ele tava duro dentro da calça. calças.
Não tinha certeza do que fazer com aquilo… Era estranho, realmente muito estranho pra mim, mas por outro lado, talvez fosse algo bom… Fred percebeu, mas acho que ele não sabia que eu notei.
— “Preciso ir ao banheiro, mãe… Já volto”, disse Fred com um leve pânico.
Ele saiu correndo com os patins… Obviamente estava envergonhado… Eu não tinha muita certeza se devia ter dito algo sobre aquilo ou não… Quer dizer, não achei que ele devesse ficar envergonhado, mas por outro lado entendo que não é algo que ele queira conversar com a mãe… O que ele ia dizer?
Ele voltou uns 10 minutos depois, mas aí já parecia bem… Fiquei me perguntando se ele tinha se masturbado… De qualquer forma, patinamos mais um pouco, mas já estávamos meio cansados, então fomos pra casa e encontramos a Britt dando mamadeira pra Anna.
— “Olha, Anna, sua mãe e seu irmão já voltaram”, disse Britt.
Britt e eu batemos um papo e Fred levou a Anna pra dormir.
— “Então você foi num encontro com seu próprio filho?”, perguntou Britt.
— “Isso é estranho?”, falei.
— “Não… Tô feliz por vocês dois… Não se vê muitas mães e filhos juntos assim, a menos que… cê sabe…”, respondeu Britt.
— “Vou levar isso em conta… Valeu de novo por cuidar da menina”, falei.
— “É um prazer… Seu ex foi um babaca, mas te deu uma menina linda”, respondeu Britt.
— “Eu sei”, falei.
Paguei ela e ela foi embora… Tranquei a porta e voltei pro quarto da Anna… Encontrei Fred dando um beijo na testa dela… Ele tava feliz por ter uma irmãzinha… Me aproximei dele, enrolei meus braços em volta dele e beijei sua bochecha.
— “Eu te amo, sabia?”, sussurrei.
— “Sei… Eu também te amo”, sussurrou Fred.
Aí fiz ele se virar.
— “Sabe o quanto eu te amo, Fred?”, perguntei.
— “Quanto, mãe?”
— “Muito”, respondi bem antes de beijar ele nos lábios.
Não tinha certeza por que fiz aquilo, mas na hora ele só aceitou… Sabia que queria ele... Levei ele pro meu quarto e a gente sentou na cama.
— "Bom, se você não sai pra pegar alguma mina, vou ter que ser eu, Fred… Te amo muito e pra mim você foi meu único apoio… Eu engravidei de um cara que você despreza e que trata a Anna como pai… Então quero te recompensar por tudo isso, Fred" — falei enquanto colocava a mão direita dele no meu peito esquerdo.
Como ainda tava amamentando, meus peitos estavam enormes… Quando ele tocou meu peito, o pau dele ficou duro e dava pra ver o volume na calça… Coloquei minha mão no pinto ereto dele e senti como tava rijo.
— "Parece que você gosta disso, Fred" — falei.
Ele só balançou a cabeça devagar.
— "Se o povo acha que a gente é um casal, não vamos desmentir e vamos ver como é" — falei.
Aí me inclinei e beijei ele de novo, mas dessa vez o beijo foi bem mais longo… A gente se beijou por um minuto, e depois os dois se deitaram na cama… Nos beijamos mais umas vezes e ficamos um nos braços do outro.
Uns minutos depois, paramos de nos acariciar e só nos olhamos por quase um minuto.
— "Você sabe o quanto você significa pra mim, Fred?" — perguntei.
— "Tô percebendo que sim" — respondeu Fred.
Me aproximei da cômoda e peguei uma camisinha.
— "Você quer?" — perguntei.
— "Sim" — respondeu Fred.
Ele se inclinou pra mim de novo e me beijou… A gente se beijou por um minuto enquanto ele pegou a camisinha e começou a desabotoar a calça… Não acreditava que ia transar com meu filho… E isso ia rolar agora.
Quando Fred ia tirar o pau dele, eu parei e falei:
— "Quero sentir ele antes de ver."
Então foi isso que fiz… Enfiei a mão na calça dele e senti o pinto dele duro, durinho como pedra.
Comecei a acariciar bem devagar com a mão ainda dentro da calça… Ele se encostou em mim e beijou meu pescoço umas vezes.
— "Te amo" — disse Fred.
— "Também te amo… Agora quero Sentir ela dentro de mim… Dá uma mamada na sua mãe", respondi.
Fred abriu o pacote da camisinha e colocou… Eu ainda não tinha visto ela, mas sentia nas minhas mãos, e depois sentiria ela dentro da minha buceta sem nem ter visto ainda.
Eu tava de saia e ele enfiou a mão por baixo, devagarzinho, e puxou minha calcinha fio dental pra baixo… Não quis olhar o que ele tava fazendo ali embaixo, mas sentia tudo, gostava e me excitava.
Deixei escapar uns gemidos baixinhos e puxei ele pra perto… Coloquei minhas mãos no pau dele e guiei até minha buceta molhada e desesperada, que tava faminta pelo pau dele.
Assim que o pau dele entrou no buraco da buceta, ele só empurrou devagar, e entrou bem suave, e foi assim que transei com meu filho pela primeira vez.
Puxei ele pra beijar umas quantas vezes, enquanto ele colocou a mão esquerda no meu peito direito… Parecia que ele tava gostando do que tava fazendo comigo.
— "Posso ver seus peitos agora?", Fred perguntou.
— "Como assim 'agora'?... Você já viu eles um milhão de vezes", respondi.
Ele riu um pouco e eu aceitei o pedido dele… Levantei minha camiseta por cima dos peitos e ele colocou as mãos nas minhas costas e desabotoou meu sutiã, que tirei na hora.
Sem pedir, ele inclinou a cabeça o suficiente pra baixo pra provar meu mamilo com a língua… Primeiro, só deu uma lambida bem suave, como se tivesse só experimentando… Depois começou a chupar e tirar leite de mim.
— "Então cê gosta dos peitos da mamãe?", perguntei.
— "Sim, mamãe", Fred respondeu sorrindo.
Eu ri e beijei ele de novo na boca… Durou uns 3 minutos e foi o beijo mais apaixonado que a gente deu, pelo menos até agora.
Depois do beijo, a gente se olhou por um tempão, mas na verdade foram só uns 2 minutos… Aí, com o pau dele dentro de mim, ele começou a meter devagar, entrando e saindo da minha buceta.
Claro que ele tinha um pau bom, afinal, tinha o pau do pai dele… O tempo todo, a gente se olhava. nos olhos... Era amor incesto e nenhum de nós teve problema com isso.
Ele tinha tirado a calça junto com a cueca, mas eu queria ele pelado... Queria ver o homem que eu pari, então tirei minha camisa e, claro, ele me queria sem a blusa... Em pouquíssimo tempo, estávamos os dois pelados transando.
- "Ah, isso é tão doce, meu docinho jovem," eu disse.
- "Poderia dizer o mesmo, minha mãezinha doce," respondeu Fred.
Ele me deu outro beijo na boca, que durou quase um minuto, enquanto nos abraçávamos forte... Na minha cama confortável, era como trepar numa nuvem, mas fazendo isso com meu filho, o prazer era intenso.
Transamos e foi maravilhoso... Minha buceta estava começando a ficar meio dolorida de tanto ser fodida, mesmo que devagar, mas eu tava disposta a aguentar porque o Fred tava curtindo.
Ele inclinou a cabeça pro meu pescoço e eu senti ele respirar bem devagar, ali... Nunca tinha visto ele tão calmo, e ainda assim, isso era enquanto a gente tava transando... Comecei a derramar umas lágrimas e ele percebeu e me perguntou:
- "O que foi, mãe?"
- "Nada... É que te amo demais e você significa tudo pra mim, Fred... Se eu te perdesse, acho que morreria," eu disse.
- "Não morre não, que eu sentiria muito a sua falta," respondeu Fred.
Nós dois rimos e então eu beijei ele como uma mãe beijaria o filho... Depois, beijei ele bem apaixonadamente por mais de um minuto... Foi algo mágico... Ele começou a meter o pau dentro e fora da minha buceta molhada, já que tava fazendo isso pra transar comigo.
- "Fred, você era virgem?", perguntei.
- "Sim, mãe," ele respondeu.
Fiquei surpresa com a resposta... Às vezes pensei que talvez ele tivesse ficado com alguma garota e ela tivesse estreado ele, mas nunca consegui confirmar isso.
- "Você acabou de perder a virgindade com a sua mãe?", perguntei.
- "Sim, mãe," ele respondeu.
- "E você acha que foi bom assim?", perguntei.
- "Sempre quis que fosse com uma mulher que eu amasse, Fred respondeu.
Beijei ele de novo nos lábios… As palavras dele me emocionaram… Lembro que eu também perdi minha virgindade com muito carinho… Não foi com o pai dele, mas com um garoto legal quando eu tinha 18 anos.
Depois de trocar algumas palavras, ele começou a meter o pauzão dele um pouco mais forte e mais rápido… Acho que era pra fazer esse encontro sexual valer a pena.
— "Que prazer você tá me dando, Fred," falei enquanto gemia um pouco.
Ele tinha um pau bom… Não consegui medir, mas parecia bem comprido e grosso quando tava dentro da minha buceta… Os lábios dele estavam bem perto dos meus, perto o bastante pra gente respirar através dos lábios um do outro.
— "Eu te amo, mãe," disse Fred.
— "Eu também te amo, meu filho," respondi.
A gente se beijou mais uma vez antes de mudar de posição e eu ficar por cima dele… Montei nele como se meu filho fosse um touro… Nessa posição, Fred tinha uma vista completa dos meus peitos nus, mas, claro, dessa vez a Anna não tava tirando leite deles.
— "Posso chupar seus mamilos?" Fred me perguntou.
— "Não ia falar nada se você fizesse sem perguntar," respondi.
Então, meu filho chupou meus mamilos. Me fez suar enquanto eu cavalgava nele, me fodendo… Quando olhei pra ele, percebi o que a gente tava fazendo… Era incesto, mas não me arrependi.
— "Você podia dar um beijo rápido na sua mãe, por favor?" perguntei.
— "Não consigo dizer não a esse pedido," respondeu Fred.
Então ele se levantou até mim e deu um beijo grande e molhado nos meus lábios… Durante esse beijo, que durou mais de um minuto, deixei cair umas doze lágrimas.
— "O que foi agora?" Fred me perguntou.
— "Você pode parar de me foder um momento?" pedi.
— "Não tá gostando?" ele perguntou.
— "Não, não, não é isso… É que quero te abraçar um minuto… Só isso," respondi.
Admito que era um pedido estranho pra o que a gente tava fazendo naquele momento, mas ele fez e apoiou a cabeça nos meus peitos quando parou. mover o pau dele na minha buceta… Eu coloquei minhas mãos na cabeça dele e mantive assim por uns 5 minutos enquanto ficávamos em silêncio absoluto… Acho que ele queria me dizer algo, mas não disse.
— "Você gostaria de dar um irmãozinho ou irmãzinha pra Anna?", perguntei quebrando o silêncio.
Ao perguntar isso, não dava pra ver a expressão no rosto dele, mas notei como o pau dele se moveu na minha buceta e então ele levantou a cabeça e me olhou.
— "Você quer ter um bebê meu?", ele perguntou.
— "Acho que vai ser nosso segundo bebê… Já somos como dois pais pra Anna, só que não tivemos relações sexuais até agora… Criamos a Anna juntos e você a ama como se fosse o pai dela, mesmo sendo irmãos."
"Eu te amo mais que a própria vida, Fred… Vivo com medo do dia em que uma garota vai te tirar de mim… Talvez por isso eu tenha tentado te dar todo o amor possível."
"Estamos transando e eu adoro fazer isso com você, Fred… Até perdeu a virgindade comigo… Então, o que acha da minha proposta?", perguntei.
Era uma pergunta cheia de responsabilidade.
— "Eu queria, se você não se importar, ficar um tempo como casal antes de nos jogarmos pra ter um bebê?", respondeu Fred.
— "Claro… Acho ótimo, querido", respondi.
Então voltamos a transar e tivemos um relacionamento de incesto entre mãe e filho por uns meses… Foi muito gostoso e éramos muito felizes, embora cansativo pra mim… Ele me comia uma, duas e até três e quatro vezes por dia e também me dava no cu.
Como dormíamos juntos desde o primeiro dia e ficávamos pelados, ele estava sempre de pau duro pedindo pra me foder e eu nunca negava, fosse por qualquer buraco… E claro, depois de 6 meses, descobri que estava grávida.
Não tínhamos planejado, mas era previsível com tanta trepada que ele me dava a toda hora… Achamos que a Anna ia gostar de ter outra irmãzinha pra brincar.
Nossa filha Jill nasceu pouco depois de Fred se formar na escola. Ensino médio... Sempre será meu grande filho, mesmo sendo meu único filho homem que também é meu homem, meu amante, meu marido… Que feliz eu sou agora!F I N
Eles têm pais diferentes… O pai do Fred morreu quando ele tinha 8 anos e o pai da Anna nos abandonou pouco antes dela nascer… Não quis nem conhecê-la.
Desde que a Anna nasceu, o Fred tem sido maravilhoso, mesmo nunca tendo gostado do pai dela… Ele dá a mamadeira ou a papinha, dá banho nela e faz um monte de outras coisas… Agora, eram as férias de verão e eu tinha o Fred pra cuidar da pequena Anna enquanto eu ia trabalhar.
Um dia cheguei em casa e o Fred estava com ela no sofá… Era uma sexta à tarde… Dei uns beijos bem carinhosos na minha filha e outros no meu filho, junto com um abraço forte pra ele saber o quanto eu o amava.
— "A menina tá com fome?", perguntei.
— "Claro… Essa comilona sempre tem fome", ele respondeu.
O Fred me entregou ela e eu tirei a teta… Amamentei a Anna por alguns minutos enquanto continuávamos conversando.
— "O que vocês fizeram hoje?", perguntei.
— "Ficamos aqui deitados vendo TV e dei uma papinha pra ela", respondeu o Fred.
— "Bom, um dia você vai se orgulhar de ter uma esposa que vai amamentar seu filho ou sua filha, e eles vão ter dois pais que vão amá-los mais que tudo no mundo, porque você, tenho certeza, não vai abandoná-los e vai cuidar deles como faz com sua irmã", falei.
Ele me deu um beijo no rosto e ficamos juntos, eu ainda amamentando a Anna… Não consegui segurar algumas lágrimas… Éramos uma pequena família unida.
Claro que eu não gostava do fato dele ter essa responsabilidade na idade dele… Aos 18 anos, ele deveria estar saindo pra festa e se divertindo, mas ele nunca reclamou… Ele cuidou da irmã pequena sem perguntas, sem reclamações.
— "E aí, já terminou, menina?", perguntei pra minha filha.
Então tirei a teta e a coloquei na posição pra arrotar.
— "Ei, Fred, por que você não chama algum dos seus amigos e sai esta noite? - "Noite?... Você pode pegar o carro", eu disse.
- "Não… Tô bem aqui com vocês duas, mãe", respondeu Fred.
- "Mas você não faz nada além de cuidar da gente e merece pelo menos uma noite só sua, sem fralda, sem comida, sem nada pra se preocupar… Sai e arruma uma gostosa pra se divertir", eu disse.
- "Minha mãe tá me sugerindo sair pra transar?", Fred me perguntou.
- "Bom, se você colocar desse jeito…", respondi.
Ele me beijou na bochecha de novo e me abraçou.
- "Sério, você precisa ter sua vida, querido… Não faz ideia do quanto eu agradeço você cuidar da sua irmãzinha quando tenho que trabalhar, mas ainda assim, você precisa se divertir de vez em quando ou vai enlouquecer… Quero que você tenha uma vida fora dessa casa", eu disse.
- "Não preciso fazer nada… Vocês duas são tudo que eu preciso", respondeu Fred.
- "Se um dia eu vou ter um neto, primeiro você vai precisar ter um bom relacionamento com uma mina, né?... Além disso, também gostaria de ter uma nora um dia", falei sorrindo pra ele.
- "E você?... Tudo que você faz é trabalhar e cuidar dela e de mim… Por que você não sai de vez em quando?", Fred me perguntou.
De alguma forma, não vi isso chegando, não sei por quê, mas não vi.
- "Tá bom… É verdade o que você diz… Vou ligar pra Britt e pedir pra ela vir cuidar da pequena hoje à noite, e aí nós dois vamos sair… Tudo bem pra você?", eu disse.
- "Acho ótimo", respondeu Fred.
Quando Anna arrotou, coloquei ela pra dormir e liguei pra Britt vir cuidar da menina… Ela ficou feliz e contente em cuidar, porque tava grávida de doze semanas e queria ter experiência… Então a gente foi e saiu pra jantar.
- "Você vai começar o último ano do ensino médio… Tá animado pra terminar?", perguntei enquanto jantávamos.
- "Acho que sim", respondeu Fred.
- "Acha que sim?... Qual é, só falta um ano de ensino médio e depois você pode ir pra faculdade", eu disse.
- "Ainda não sei o que quero fazer quando terminar os estudos de Ensino médio… E se eu não entrar na universidade, acho que não vou ter muita sorte de ganhar dinheiro se não arrumar um bom emprego", respondeu Fred.
Levantei os braços e coloquei minhas mãos sobre as dele e disse:
— "Bom, não fala isso, nem toda mina tá atrás de grana… Tem muita que vai te ver como o cara mais doce e carinhoso que já conheceu… Dinheiro é um problema, mas não é tudo… Você vai encontrar uma mina assim, com certeza."
— "Valeu, mãe", respondeu Fred.
— "Sabe que pode falar comigo sobre qualquer coisa… Do que você quiser."
— "Se um dia eu tiver nessa situação, te conto", disse Fred.
E nisso chegou a garçonete.
— "Oi, moça… O que você quer pra você e seu… parceiro?", me perguntou.
— "Hahaha… Não é meu parceiro, é meu filho", respondi.
— "Ah, desculpa, vocês dois parecem…", ela disse.
— "Tá, tá… Anota aí… Que vergonha você me fez passar", interrompi.
Ela anotou as bebidas e comidas que pedimos, e o tempo todo parecia envergonhada pelo erro que cometeu.
Enquanto jantávamos, conversamos muito sobre o trabalho e sobre a Anna… No final, quando já íamos embora, perguntei:
— "O que você gostaria de fazer agora?"
— "Sei lá… Até que horas a Britt pode ficar?", ele perguntou.
— "Pedi pra ela ficar a noite toda", respondi.
— "Por quê?... Você tinha algo em mente pra ela ficar a noite toda?", perguntou Fred de novo.
— "Fiz só pensando que talvez você quisesse ir a algum lugar e, se estivéssemos à vontade, não ter que parar por causa do horário", comentei.
— "Não tinha pensado em nada", respondeu Fred.
— "É, mas aposto que você tá pensando na Anna, né?", perguntei.
— "Talvez", respondeu Fred.
— "Não se preocupa com ela, a gente sabe que tá em boas mãos… Agora, o que vamos fazer é nos divertir essa noite", falei.
Como ele não sabia pra onde me levar, fui eu quem sugeri e disse:
— "Que tal a gente ir patinar?"
— "Pôxa!... Valeu, mãe", respondeu. Fred.
Chegamos na pista de patinação e tava meio cheia… Era uma sexta-feira, afinal… Alugamos uns patins e sentamos num banquinho pra calçar eles.
— "Nem lembro a última vez que a gente veio patinar… Deve ter uns 5 ou 6 anos", falei.
— "Por aí", respondeu o Fred.
Aí, do nada, uma funcionária chegou perto da gente e falou:
— "Às 23h30 a gente vai ter uma competição de patinação de casais… Só vai durar 15 minutos, então esperamos ver vocês participando."
Ela foi embora e, de novo, alguém achou que a gente era um casal.
— "Porra!… Mais uma falando que a gente é casal", disse o Fred.
— "Hã… Sabe quantos caras adorariam que eu fosse a mina deles?"
— "Tá bom, tá bom…", respondeu o Fred.
E aí a gente foi patinar… Na hora, tava tocando uma música que dava pra todo mundo patinar no ritmo… A pista tava bem cheia… A gente ficou perto um do outro a maior parte do tempo, colado no quadril… A gente se divertiu pra caralho e patinou por uma hora e meia até que, do nada, o DJ falou no microfone.
— "Agora vou colocar uma música pra apaixonados", disse o DJ enquanto botava uma música lenta.
Vi o Fred começando a sair da pista, falando:
— "Vamos sentar então."
Mas antes que ele fosse, segurei o braço dele.
— "Se o povo acha que a gente é casal, vamos dar esse gostinho pra eles", falei enquanto pegava a mão dele na minha.
No começo ele ficou meio desconfiado, mas a gente tava perto o bastante pra ele não se sentir à vontade com isso… Então a gente se deu as mãos e ficou bem juntinho enquanto patinava feito mais um casal na pista… Não me senti estranha, mas por que eu deveria?, me perguntei.
— "Uma mãe e o filho podem se dar as mãos", falei.
— "Eu sei", respondeu o Fred.
A gente patinou os 15 minutos inteiros… Foram 15 minutos mágicos… No final, sem querer, olhei um pouco pro meio das pernas dele e vi que ele tava duro dentro da calça. calças.
Não tinha certeza do que fazer com aquilo… Era estranho, realmente muito estranho pra mim, mas por outro lado, talvez fosse algo bom… Fred percebeu, mas acho que ele não sabia que eu notei.
— “Preciso ir ao banheiro, mãe… Já volto”, disse Fred com um leve pânico.
Ele saiu correndo com os patins… Obviamente estava envergonhado… Eu não tinha muita certeza se devia ter dito algo sobre aquilo ou não… Quer dizer, não achei que ele devesse ficar envergonhado, mas por outro lado entendo que não é algo que ele queira conversar com a mãe… O que ele ia dizer?
Ele voltou uns 10 minutos depois, mas aí já parecia bem… Fiquei me perguntando se ele tinha se masturbado… De qualquer forma, patinamos mais um pouco, mas já estávamos meio cansados, então fomos pra casa e encontramos a Britt dando mamadeira pra Anna.
— “Olha, Anna, sua mãe e seu irmão já voltaram”, disse Britt.
Britt e eu batemos um papo e Fred levou a Anna pra dormir.
— “Então você foi num encontro com seu próprio filho?”, perguntou Britt.
— “Isso é estranho?”, falei.
— “Não… Tô feliz por vocês dois… Não se vê muitas mães e filhos juntos assim, a menos que… cê sabe…”, respondeu Britt.
— “Vou levar isso em conta… Valeu de novo por cuidar da menina”, falei.
— “É um prazer… Seu ex foi um babaca, mas te deu uma menina linda”, respondeu Britt.
— “Eu sei”, falei.
Paguei ela e ela foi embora… Tranquei a porta e voltei pro quarto da Anna… Encontrei Fred dando um beijo na testa dela… Ele tava feliz por ter uma irmãzinha… Me aproximei dele, enrolei meus braços em volta dele e beijei sua bochecha.
— “Eu te amo, sabia?”, sussurrei.
— “Sei… Eu também te amo”, sussurrou Fred.
Aí fiz ele se virar.
— “Sabe o quanto eu te amo, Fred?”, perguntei.
— “Quanto, mãe?”
— “Muito”, respondi bem antes de beijar ele nos lábios.
Não tinha certeza por que fiz aquilo, mas na hora ele só aceitou… Sabia que queria ele... Levei ele pro meu quarto e a gente sentou na cama.
— "Bom, se você não sai pra pegar alguma mina, vou ter que ser eu, Fred… Te amo muito e pra mim você foi meu único apoio… Eu engravidei de um cara que você despreza e que trata a Anna como pai… Então quero te recompensar por tudo isso, Fred" — falei enquanto colocava a mão direita dele no meu peito esquerdo.
Como ainda tava amamentando, meus peitos estavam enormes… Quando ele tocou meu peito, o pau dele ficou duro e dava pra ver o volume na calça… Coloquei minha mão no pinto ereto dele e senti como tava rijo.
— "Parece que você gosta disso, Fred" — falei.
Ele só balançou a cabeça devagar.
— "Se o povo acha que a gente é um casal, não vamos desmentir e vamos ver como é" — falei.
Aí me inclinei e beijei ele de novo, mas dessa vez o beijo foi bem mais longo… A gente se beijou por um minuto, e depois os dois se deitaram na cama… Nos beijamos mais umas vezes e ficamos um nos braços do outro.
Uns minutos depois, paramos de nos acariciar e só nos olhamos por quase um minuto.
— "Você sabe o quanto você significa pra mim, Fred?" — perguntei.
— "Tô percebendo que sim" — respondeu Fred.
Me aproximei da cômoda e peguei uma camisinha.
— "Você quer?" — perguntei.
— "Sim" — respondeu Fred.
Ele se inclinou pra mim de novo e me beijou… A gente se beijou por um minuto enquanto ele pegou a camisinha e começou a desabotoar a calça… Não acreditava que ia transar com meu filho… E isso ia rolar agora.
Quando Fred ia tirar o pau dele, eu parei e falei:
— "Quero sentir ele antes de ver."
Então foi isso que fiz… Enfiei a mão na calça dele e senti o pinto dele duro, durinho como pedra.
Comecei a acariciar bem devagar com a mão ainda dentro da calça… Ele se encostou em mim e beijou meu pescoço umas vezes.
— "Te amo" — disse Fred.
— "Também te amo… Agora quero Sentir ela dentro de mim… Dá uma mamada na sua mãe", respondi.
Fred abriu o pacote da camisinha e colocou… Eu ainda não tinha visto ela, mas sentia nas minhas mãos, e depois sentiria ela dentro da minha buceta sem nem ter visto ainda.
Eu tava de saia e ele enfiou a mão por baixo, devagarzinho, e puxou minha calcinha fio dental pra baixo… Não quis olhar o que ele tava fazendo ali embaixo, mas sentia tudo, gostava e me excitava.
Deixei escapar uns gemidos baixinhos e puxei ele pra perto… Coloquei minhas mãos no pau dele e guiei até minha buceta molhada e desesperada, que tava faminta pelo pau dele.
Assim que o pau dele entrou no buraco da buceta, ele só empurrou devagar, e entrou bem suave, e foi assim que transei com meu filho pela primeira vez.
Puxei ele pra beijar umas quantas vezes, enquanto ele colocou a mão esquerda no meu peito direito… Parecia que ele tava gostando do que tava fazendo comigo.
— "Posso ver seus peitos agora?", Fred perguntou.
— "Como assim 'agora'?... Você já viu eles um milhão de vezes", respondi.
Ele riu um pouco e eu aceitei o pedido dele… Levantei minha camiseta por cima dos peitos e ele colocou as mãos nas minhas costas e desabotoou meu sutiã, que tirei na hora.
Sem pedir, ele inclinou a cabeça o suficiente pra baixo pra provar meu mamilo com a língua… Primeiro, só deu uma lambida bem suave, como se tivesse só experimentando… Depois começou a chupar e tirar leite de mim.
— "Então cê gosta dos peitos da mamãe?", perguntei.
— "Sim, mamãe", Fred respondeu sorrindo.
Eu ri e beijei ele de novo na boca… Durou uns 3 minutos e foi o beijo mais apaixonado que a gente deu, pelo menos até agora.
Depois do beijo, a gente se olhou por um tempão, mas na verdade foram só uns 2 minutos… Aí, com o pau dele dentro de mim, ele começou a meter devagar, entrando e saindo da minha buceta.
Claro que ele tinha um pau bom, afinal, tinha o pau do pai dele… O tempo todo, a gente se olhava. nos olhos... Era amor incesto e nenhum de nós teve problema com isso.
Ele tinha tirado a calça junto com a cueca, mas eu queria ele pelado... Queria ver o homem que eu pari, então tirei minha camisa e, claro, ele me queria sem a blusa... Em pouquíssimo tempo, estávamos os dois pelados transando.
- "Ah, isso é tão doce, meu docinho jovem," eu disse.
- "Poderia dizer o mesmo, minha mãezinha doce," respondeu Fred.
Ele me deu outro beijo na boca, que durou quase um minuto, enquanto nos abraçávamos forte... Na minha cama confortável, era como trepar numa nuvem, mas fazendo isso com meu filho, o prazer era intenso.
Transamos e foi maravilhoso... Minha buceta estava começando a ficar meio dolorida de tanto ser fodida, mesmo que devagar, mas eu tava disposta a aguentar porque o Fred tava curtindo.
Ele inclinou a cabeça pro meu pescoço e eu senti ele respirar bem devagar, ali... Nunca tinha visto ele tão calmo, e ainda assim, isso era enquanto a gente tava transando... Comecei a derramar umas lágrimas e ele percebeu e me perguntou:
- "O que foi, mãe?"
- "Nada... É que te amo demais e você significa tudo pra mim, Fred... Se eu te perdesse, acho que morreria," eu disse.
- "Não morre não, que eu sentiria muito a sua falta," respondeu Fred.
Nós dois rimos e então eu beijei ele como uma mãe beijaria o filho... Depois, beijei ele bem apaixonadamente por mais de um minuto... Foi algo mágico... Ele começou a meter o pau dentro e fora da minha buceta molhada, já que tava fazendo isso pra transar comigo.
- "Fred, você era virgem?", perguntei.
- "Sim, mãe," ele respondeu.
Fiquei surpresa com a resposta... Às vezes pensei que talvez ele tivesse ficado com alguma garota e ela tivesse estreado ele, mas nunca consegui confirmar isso.
- "Você acabou de perder a virgindade com a sua mãe?", perguntei.
- "Sim, mãe," ele respondeu.
- "E você acha que foi bom assim?", perguntei.
- "Sempre quis que fosse com uma mulher que eu amasse, Fred respondeu.
Beijei ele de novo nos lábios… As palavras dele me emocionaram… Lembro que eu também perdi minha virgindade com muito carinho… Não foi com o pai dele, mas com um garoto legal quando eu tinha 18 anos.
Depois de trocar algumas palavras, ele começou a meter o pauzão dele um pouco mais forte e mais rápido… Acho que era pra fazer esse encontro sexual valer a pena.
— "Que prazer você tá me dando, Fred," falei enquanto gemia um pouco.
Ele tinha um pau bom… Não consegui medir, mas parecia bem comprido e grosso quando tava dentro da minha buceta… Os lábios dele estavam bem perto dos meus, perto o bastante pra gente respirar através dos lábios um do outro.
— "Eu te amo, mãe," disse Fred.
— "Eu também te amo, meu filho," respondi.
A gente se beijou mais uma vez antes de mudar de posição e eu ficar por cima dele… Montei nele como se meu filho fosse um touro… Nessa posição, Fred tinha uma vista completa dos meus peitos nus, mas, claro, dessa vez a Anna não tava tirando leite deles.
— "Posso chupar seus mamilos?" Fred me perguntou.
— "Não ia falar nada se você fizesse sem perguntar," respondi.
Então, meu filho chupou meus mamilos. Me fez suar enquanto eu cavalgava nele, me fodendo… Quando olhei pra ele, percebi o que a gente tava fazendo… Era incesto, mas não me arrependi.
— "Você podia dar um beijo rápido na sua mãe, por favor?" perguntei.
— "Não consigo dizer não a esse pedido," respondeu Fred.
Então ele se levantou até mim e deu um beijo grande e molhado nos meus lábios… Durante esse beijo, que durou mais de um minuto, deixei cair umas doze lágrimas.
— "O que foi agora?" Fred me perguntou.
— "Você pode parar de me foder um momento?" pedi.
— "Não tá gostando?" ele perguntou.
— "Não, não, não é isso… É que quero te abraçar um minuto… Só isso," respondi.
Admito que era um pedido estranho pra o que a gente tava fazendo naquele momento, mas ele fez e apoiou a cabeça nos meus peitos quando parou. mover o pau dele na minha buceta… Eu coloquei minhas mãos na cabeça dele e mantive assim por uns 5 minutos enquanto ficávamos em silêncio absoluto… Acho que ele queria me dizer algo, mas não disse.
— "Você gostaria de dar um irmãozinho ou irmãzinha pra Anna?", perguntei quebrando o silêncio.
Ao perguntar isso, não dava pra ver a expressão no rosto dele, mas notei como o pau dele se moveu na minha buceta e então ele levantou a cabeça e me olhou.
— "Você quer ter um bebê meu?", ele perguntou.
— "Acho que vai ser nosso segundo bebê… Já somos como dois pais pra Anna, só que não tivemos relações sexuais até agora… Criamos a Anna juntos e você a ama como se fosse o pai dela, mesmo sendo irmãos."
"Eu te amo mais que a própria vida, Fred… Vivo com medo do dia em que uma garota vai te tirar de mim… Talvez por isso eu tenha tentado te dar todo o amor possível."
"Estamos transando e eu adoro fazer isso com você, Fred… Até perdeu a virgindade comigo… Então, o que acha da minha proposta?", perguntei.
Era uma pergunta cheia de responsabilidade.
— "Eu queria, se você não se importar, ficar um tempo como casal antes de nos jogarmos pra ter um bebê?", respondeu Fred.
— "Claro… Acho ótimo, querido", respondi.
Então voltamos a transar e tivemos um relacionamento de incesto entre mãe e filho por uns meses… Foi muito gostoso e éramos muito felizes, embora cansativo pra mim… Ele me comia uma, duas e até três e quatro vezes por dia e também me dava no cu.
Como dormíamos juntos desde o primeiro dia e ficávamos pelados, ele estava sempre de pau duro pedindo pra me foder e eu nunca negava, fosse por qualquer buraco… E claro, depois de 6 meses, descobri que estava grávida.
Não tínhamos planejado, mas era previsível com tanta trepada que ele me dava a toda hora… Achamos que a Anna ia gostar de ter outra irmãzinha pra brincar.
Nossa filha Jill nasceu pouco depois de Fred se formar na escola. Ensino médio... Sempre será meu grande filho, mesmo sendo meu único filho homem que também é meu homem, meu amante, meu marido… Que feliz eu sou agora!F I N
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