La pandemia con mi madre parte I

Foi uma surpresa pra todo mundo, a pandemia e o confinamento em casa. Meu pai estava exatamente na China e teve que ficar por lá. Porque se você sai do país, não deixam você voltar, então por causa do trabalho dele, obrigaram ele a ficar com uma boa grana. Mas aqui ficamos eu e minha mãe trancados em casa, sozinhos. Minha mãe Isabel, que tem 47 anos, e eu, que tenho 23.

Minha mãe é gostosa, muito gostosa, tem um corpo bonito, peitões e um cabelão moreno. A primeira semana foi quase uma brincadeira, nós dois levávamos a vida normal, era novidade: tomávamos café da manhã juntos, eu continuava com as aulas online, almoçávamos juntos, fazíamos um pouco de zumba com YouTube à tarde e à noite assistíamos um filme ou série os dois no sofá.

Uma vez por semana ela saía pra comprar rápido ou a gente pedia pra entregar em casa. A questão é que nós dois estávamos super entediados, já não sabíamos mais o que fazer à noite nem que filmes ou series ver.

Eu, muitas vezes quando estávamos no sofá os dois e ela estava com uma camisola meio curta, via a calcinha dela. Outras vezes, se ela sentava na minha frente e se levantava, eu olhava a virilha dela e via que a saia subia um pouco e dava pra ver o triângulo da calcinha.

Acho que ela me pegou mais de uma e de duas vezes olhando. Na terceira semana de confinamento. Estávamos no sofá e ela me pediu uma massagem. Já tinha dado algumas vezes nos ombros ou nas pernas enquanto estávamos sentados no sofá, nada muito inocente, ou até ela em mim. Além disso, eu aproveitava pra olhar as pernas dela.

Mas não sei se foi o confinamento e eu cada vez olhando ela com mais olho de tesão que fez acontecer coisas inimagináveis.

Bom, eu dei a massagem nos ombros, que ela tava com um pouco de dor nas costas, ela sentada e eu atrás sentado enquanto a TV estava ligada.

– Mãe, tá gostando assim?

– Sim, filho, tô gostando, continua.

Eu perguntava: – Mais pra cima? Mais forte?

Eu, verdade seja dita, tava excitado, porque ela gemia como se estivesse no paraíso, como ela dizia. Naquele dia não rolou mais nada. Mas no dia seguinte ela me pediu outra massagem, eu falei "beleza, vamos nessa", mas mandei ela deitar no sofá pra ver se conseguia fazer melhor, porque sentado não dava pra fazer direito.
Ela se deitou e eu, sentado de lado, comecei a fazer, primeiro nos ombros, desci pelas costas, ia perguntando:
— Mãe, cê gosta assim? Mais forte? Mais pra baixo? Mais pra cima?
Ela respondia: — Adoro, filho, continua assim.
Acho que ela entrava num transe. Eu, por outro lado, tava cada vez mais excitado e me atrevia a tocar em lugares, e mesmo sem ter levantado a camisola dela completamente, ela já tava erguida na cintura, então eu tinha uma visão perfeita da calcinha e da bunda dela.
Aí desci e fiz uma massagem anticelulite nas pernas e nas nádegas, ela não falou nada e eu curti pra caralho.
Sinceramente, teria continuado, mas como o filme acabou, era a hora de parar e ir pra cama. A cara da minha mãe era de puro prazer.
Então falei:
— Mãe, amanhã, se quiser, faço na cama, fico mais confortável do que aqui no chão, depois minhas juntas doem.
— Tá bom, filho, se quiser amanhã à noite a gente faz na cama.
— Mãe!!!!
Ela riu:
— Kkkk, filho, tô falando da massagem. Sou sua mãe, não sei o que mais você ia fazer, safado.
— Pô, mãe, não ri, que aqui trancado sem ver mulher e te massageando o dia inteiro, eu fico doido, e você é bem gostosa.
— Kkkk, sei, sei, vagabundo, você quer o que todo mundo quer. Se não fosse sua mãe, talvez eu desse.
— Mãe, não pensa mal, mas às vezes minha cabeça viaja e esqueço que você é minha mãe.
— Cala a boca, filho, que quando você faz essas massagens, eu fico toda elétrica. Melhor a gente ir dormir e amanhã você faz outra.
— Sim, mãe, até amanhã.
Fiquei pensando até dormir no que a gente tinha conversado, fiquei com muito tesão imaginando que podia comer minha mãe. E pelo que ela disse, acho que ela também. No fim, dormi, e amanhã seria outro dia.
O dia seguinte foi igual ao resto, repetitivo, e à noite... Quando a gente foi ver o filme, ela me disse: "Me dá uma massagem, que tô com uma contratura de novo." Aí eu falei:
— Mas na cama, porque no sofá minhas joelhos doem.
— Tá bom, filho, mas então não vamos ver o filme.
— Mas vou te dar a melhor massagem do mundo.
— Ah, tá bom. — Disse minha mãe.

A gente foi pro quarto dela, ela se deitou na cama de casal de bruços, e eu comecei de um lado dela, massageando os ombros, as costas.
— Mãe, levanta a camisola toda pra eu te dar a massagem direito.

Ela não falou nada e tirou. Eu pude ver os peitos dela, bem grandes. Ela se deitou de novo e eu curti as costas dela, a bunda, o corpo todo que eu tava vendo.

Continuei a massagem de um lado, depois do outro, perguntando se tava bom.
Fui descendo e comecei a massagear a bunda dela, era tipo um pudim, como a calcinha mexia, eu enfiei ela na fenda da bunda e ela não falou nada. Continuei descendo pelas pernas, por cima e por baixo, e conforme eu descia e subia a mão, eu chegava mais perto da buceta dela, cada vez mais por dentro.

— Assim, mãe? Continuo?
— Se continuar, filho? — Ela dizia com a voz suspirando cada vez mais forte.

Eu tava prestes a explodir, o pau tava durasso.
Já tinha tocado nela várias vezes, usei a palavra "buceta" com os movimentos da massagem e ela não tinha falado nada, então eu disse:
— Mãe, vou subir em cima sentado e te dar a massagem nas costas.
— Sim, filho, como você quiser. Que delícia. Mhmhmhmhm

Eu montei na bunda dela e comecei a massagear os ombros e as costas dela com as mãos. Mas tava tão excitado que comecei a esfregar o pau na bunda dela. Continuei perguntando:
— Mamãe, cê tá gostando da massagem?
— Sim, filho, continua, tá me deixando tão bem.

Eu esperava que a qualquer momento ela desse um grito, ou me xingasse, ou dissesse "para, para, você é meu filho, seu porco", mas ela não falava nada e eu ouvia ela gemer, então eu continuei, mas cada vez eu batia mais forte com o pau na fenda da bunda dela.

Eu tava com a calça do pijama, mas dava pra sentir perfeitamente meu pau duro.
Aí eu me joguei mais e abaixei um pouco a minha calça. pijama e soltei meu pau, não tinha volta, queria foder ela. Ela tava de bruços e tinha as pernas um pouco abertas por causa da massagem. Continuei esfregando o pau na racha dela, mas dessa vez sem a calça, tava procurando qualquer buraco, o do cu ou o da buceta, tava super excitado, e notei que ela às vezes apertava a bunda contra meu pau. Isso era sinal de aprovação, ia foder minha mãe que tava de bruços. Aí baixei a mão e afastei a calcinha. — Mãe, mãe, mãe — falei enquanto enfiava o pau na buceta dela. Ela deu um gemido e vi como apertava as mãos segurando o travesseiro, acho que também mordia ele pra não gritar. Meu pau entrou sozinho, tava super molhada, e comecei a bombar, era um mete e tira, sem resistência na buceta super úmida, era como uma faca na manteiga. — Mãe, quero te foder, mãe, cê gosta de foder com seu filho? — Sim, continua, continua, continua, não para, filho. Comecei a dar mais forte e mais rápido, já tava há uns minutos e ela não parava de gemer, de mexer a melena morena de um lado pro outro. Eu seguia por trás, não ia parar, ia gozar na buceta dela. — Mãe, vou gozar — gritei, mãe, vou gozar. — Ahahaha, continua, filho, filho, continua, não para. Comecei a descarregar o leite dentro da minha mãe, foi uma gozada brutal, tava há muitos dias, talvez semanas sem bater uma. O leite saía das minhas bolas em jorros, eu sentia. Ela me disse: — Sinto, filho, sinto, é incrível como sinto os jorros dentro, não para, goza dentro da sua mãe, ahahahah¡¡¡¡mmhhhh¡¡¡ Desabei em cima dela, tinha soltado todo o leite, já tava vazio e não tinha mais força pra continuar empurrando. Meu pau tava dentro dela. Foi ficando mole aos poucos, até que saiu da buceta da mãe. Me senti culpado. O que eu tinha feito? Não devia ter feito? Me deixei levar pelo tesão. Sentei atrás dela, olhando fixamente pra buceta dela, saía um jorro de leite da vagina dela. Era uma visão incrível. Levantei, fui pro banheiro pra Me limpei e fui pra cama, me sentindo culpado. Ouvi ela entrar no banheiro e tomar banho, eu tava na cama tentando dormir. Quando minha mãe terminou de tomar banho, pensei que ia pra cama dela, mas ela bateu no meu quarto e perguntou se podia entrar, eu tava assustado.

— Falei: "Pode entrar, mãe."

Tava escuro, ela chegou perto da cama, pegou minha cabeça e me deu um beijinho na boca. E disse:

— "Não se preocupa, filho, tá tudo bem."

E foi pra cama dela. Dormi feito um anjo.

No dia seguinte... continua.

3 comentários - La pandemia con mi madre parte I