Deposito de leche ( relato gay) 4ta parte

Enquanto eu dizia que não ia colocar a tanga, não importava o que ele fizesse. Ouço baterem na porta do banheiro, e eu, ajoelhado como estava, fico em silêncio. Sabendo que era a gatinha que estava comigo no quarto, Walter pergunta:
— Sim, quem é? Tá ocupado.
— Sou a Vanesa, tava dormindo com seu colega de apê, mas ele sumiu. Sabe onde ele tá?
Morrendo de rir, Walter me olha e fala baixinho:
— Quer que eu diga que o garanhão dela tá comendo minha rola?
Enquanto continua rindo baixinho. Eu balanço a cabeça dizendo que não, e ele continua:
— Coloca a tanga, então.
— Sim, ok, mas não fala nada.
Me levanto como dava, já que o box do chuveiro não é muito grande. Enquanto termino de colocar a tanga de costas pro Walter, ouço ele abrir a porta do banheiro só um pouquinho e falar:
— Desculpa, mas tô apertado pra mijar. Te incomoda se eu usar o banheiro?
— Não, não — responde Walter —, se você não se importa que um desconhecido esteja tomando banho. E ri abertamente.
Eu, mudo que nem uma estátua. Ele me pressiona contra a parede, puxa a tanga de lado e começa a meter no meu cu enquanto continuava falando com a gatinha, que entrava tímida no banheiro.
— Esse cara deve estar no terraço. Às vezes ele surta e vai tomar um ar.
— Mas que avise — responde a gatinha.
— É um desligado, tem que dar um jeito nele — ele diz, chegando perto do meu ouvido e enfiando com força pra meter tudo no meu cu.
Enquanto começava a bombar devagar, embora cada estocada fosse com bastante força, tirando a rola toda e enfiando de novo, pra me forçar a gritar, mas eu me segurava como podia. Ele continua falando com a gatinha:
— E onde vocês se conheceram?
— Na balada Ramos — responde ela.
— Ah, que legal. Daí vieram pra cá? E você se divertiu? — enquanto me enfiava com força. — Ele te tratou bem? — enquanto tirava e enfiava de novo, respirando pesado no meu ouvido.
— Sim, bem — responde ela, mas com um tom envergonhado —, cê é sem vergonha, hein!
— Nada. desculpa, linda, mas com ele a gente é bem unido, ele me alivia o estresse sempre e sabe todo meu perrengue, se aproximando do meu ouvido de novo enquanto me penetrava com força e continua falando, e eu sempre que posso dou meu apoio:- que bom que vocês são tão amigos, responde inocentemente enquanto terminava o que tava fazendo e continua, vou pro quarto esperar ele voltar. Walter responde rápido:- termino aqui e saio, e a gente toma um café, que tal pra esperar? Ela fica pensando e responde:- bora, e sai do banheiro. Assim que ela fecha a porta, ele começa a bombar em mim muito mais forte e rápido, me fazendo gemer de dor enquanto eu pedia pra ele aliviar um pouco, ele me responde:- que delícia, agora vou encher teu cu de porra e vou pegar sua mina e meter nela no teu quarto, tudo entre gemidos e uma bombada constante. E continua, assim fica claro que o Alfa sou eu e que tudo passa pelo meu pau. Depois de um tempo que ele continuava bombando e me chamando de "minha putinha pessoal", algo que não tinha feito até agora. Que adorava que eu fosse submisso. Ele arruma a tanga no lugar e me fala enquanto lavava o pau no jato do chuveiro, embora não tivesse gozado:- agora vou comer essa gostosa e você se depila toda a rabeta, os ovos e as pernas até o joelho pelo menos, a barriga.- o quê??? nem louco! Respondi indignado. Me ignorando completamente:- Mas não sou eu que quero, você também quer, ali no quarto tenho o depilador elétrico. Espera um pouco aqui que quando eu levar a gostosa pro teu quarto, você vai pro meu. Depois coloca a tanga de novo, enquanto apertava um pouco minha bunda e terminava dizendo, você vai ser meu putinho, depilado, de tanga e vai adorar. Ele arruma o cabelo e sai do banheiro apagando as luzes mas deixando a porta entreaberta, só com a toalha na cintura e com o pau claramente duro. Walter não é muito atraente, mas o papo dele é de outro nível. E apesar de ter minhas dúvidas, depois de 15 minutos, eu espio e não tinha ninguém na sala. Vou No quarto, agora tudo estava no lugar, a cama arrumada, e eu olho na primeira gaveta do armário: a máquina estava lá, quase não fazia barulho, muito menos com a porta fechada, e funcionava perfeitamente. Mas eu não entendia pra que ele tinha aquilo, se ele era bem peludo e só fazia a barba, e nem sempre. Mesmo assim, não acreditava que estava obedecendo ele em tudo. Quando quase termino, depois de poucos minutos, a porta do quarto abre e meu coração vai à boca: era Walter entrando peladão. Fecha a porta e comenta: — Assim que eu gosto, viu que você é promíscua, promíscua, toma. E tira da mesma gaveta um pote de creme hidratante e continua: — Passa isso que não quero que você me fure tudo. E segue: — E coloca a tanga e essas meias. E tira de outra gaveta umas meias 3/4 também rosa. — Que filho da puta, quer que eu seja toda uma puta pra você, né? Ele se caga de rir enquanto massageia a rola e responde: — Nada, puta não, desde que você veio chupar minha rola, te transformei na minha promíscua, pra poder descarregar no seu cu todas as minhas fantasias. Pega o notebook e põe o vídeo da primeira chupada de rola que eu dei nele. Enquanto eu colocava as meias e a tanga: — Não apagou. Ele responde: — Nem vou apagar, sabe quantas punhetas eu já bati até agora? Mais ainda, assim como você está, bate uma até gozar vendo sua própria chupada. — E a novinha, que onda? Pergunto: — Ah, despachei ela, então tenho que descontar em você, então vai, bate rápido, que eu quero você bem submisso. Ordena, com uma cara de tesão. Tiro a rola pela lateral da tanga e começo a me sacudir. Mas tinha transado tanto naquela noite que demorou pra subir, continuei um pouco mais até conseguir gozar. Assim que termino, ele me joga um rolo de papel toalha pra limpar a rola. Pega uma cueca do chão, se aproxima e coloca na minha cabeça. A cueca era daquelas com abertura. Então ele coloca até minha boca ficar na altura da abertura. Mas ele O calzon tinha um cheiro de ovo que não dava pra aguentar, e antes que eu reclamasse, ele me pega pelo braço e me joga na cama de barriga pra cima, com a cabeça pendurada, e enfia a pica na minha boca, me engasgando de uma vez. Ele fica na posição 69, mas não toca na minha pica e, puxando minha tanga, começa a enfiar os dedos um por um até conseguir colocar dois de cada mão, enquanto bombava minha boca. Eu não sabia o que me fodia mais: a pica que me sufocava, o cheiro da cueca ou o cu se abrindo. Enquanto isso, ele falava: — Olha como sua bunda pequenininha vai se abrindo, quer pica no cu, né? Se tá morrendo de vontade. Ele falava e respondia sozinho, e continuava: — É assim que o senhor come as minas, e já que eu não posso, tenho que te foder de novo. De repente, ele sai de cima de mim e vai pro armário, me vira de barriga pra baixo e manda aquele mesmo líquido da outra vez. Ou seja, ia me dar outro enema. Depois de alguns minutos, vou ao banheiro, descarrego tudo e me vejo depilado, de tanga e meia três-quartos. Quando volto pro quarto dele, ele tava deitado na cama com aquele vídeo maldito em loop, e me pede pra desfilar um pouquinho enquanto não parava de se masturbar. E eu fiz isso, mesmo muito desengonçado e bruto. Quando cheguei perto dele, ele diz: — Já tá com o cu vazio, agora vamos encher ele. Continua na parte 5.

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