Inocência Caribenha, Perversão -14-

Capítulo anterior: https://m.poringa.net/posts/relatos/4284965/Inocencia-caribena-Pervertida--13.html ******* Acabava de gozar na buceta da minha linda esposa. A gente era casado e Lizbella era minha mulher de direito, curtindo uma lua de mel no inverno da Suíça, num hotel. Tanto o casamento quanto a festa e os comes e bebes foram só pros mais chegados. E uma das condições pra gente poder casar era que a filhinha dela viesse junto... e eu tava adorando isso. Pamela veio pro quarto dos recém-casados, da mamãe dela e do novo papai. Lizbella, como sempre, tava bêbada de tanto beber e dormia do meu lado na hora que a linda da Pamela apareceu quase nua, só de fio dental e uma camiseta pequena que deixava os peitões enormes quase todos de fora. Papai, preciso te contar uma coisa — fala minha filhinha linda. O que foi, neném? Tô há dois meses sem menstruar... acho que você me engravidou. E não era isso que você queria? — respondo. Sim, papi, mas você acabou de casar com minha mamãe... o que a gente vai fazer? Bom, não vai faltar nada pra essa criança, porque ela vem da garota que eu mais desejo. Minha filha linda e de rabão enorme muda a cara de preocupação e se joga em cima de mim, sem se importar que a mãe linda dela e minha nova esposa esteja dormindo do meu lado. Te amo, papi — ela fala enquanto se deita na cama onde tava com a mãe dormindo. Só espero que seja uma mulher e que se pareça comigo — ela diz sorrindo. Seja o que for, vai se parecer um pouco com o pai também. Siiiiim, mas que seja uma menina, pra eu ver e dar tudo que eu não tive... — Nessa hora, ela se abaixa e puxa minha sunga com que eu dormia junto com a mãe dela, e começa a lamber de leve a ponta da pica que já tava começando a endurecer... Vou tirar mais gozo de você do que você deu pra minha mamãe, tô com vontade de beber tudo bem quentinho — fala minha docinha filha, ansiosa pra me agradar. Minha filha começa a lamber a pica, até deixar ela dura e esfregar ela toda na cara dela, como eu gosto de ver ela.
buceta minha — ela fala com a boca cheia da minha carne —
Me chama de filhinha — eu respondo, percebendo o olhar tarado que ela me dá ao perguntar.
Quero que você acorde minha mamãe e faça ela olhar como você me come... —
Mas minha filha, acabamos de casar..., e mesmo que ela aceite o incesto que a gente tem, acho que não vai gostar.
Me dá, papiiiii, você disse que eu era sua menininha, e eu não tô nem aí pra puta da minha mãe..., Você é meu, e essa porra da sua esposa não vai roubar o que eu quero, mesmo que seja minha mãe.... —
O tesão daquela garota morena, me olhando enquanto pede algo tão tarado ao mesmo tempo que tira a blusa e começa a amassar os peitões dela... não me deixa outra opção senão obedecer ela..... Acordo a mãe da menina dando tapas na cara dela, até ela acordar.
Olha minha esposa, presta atenção na puta que sua menininha virou... — falo enquanto ela acorda.
Que porra você tá me dizendo?... tô com sono, meu amor... — minha mulher responde.
Que a vagabunda da sua filha quer me foder.. —
Então fode ela bem gostoso, mas minha filha não te dá............. —
E ela mal consegue continuar falando com a mistura de álcool e remédio que minha nova esposa toma
Minha filha assume o controle e começa dando um tapa na cara da mãe dela..
Olha aqui, piranha bêbada, o Vincent me engravidou e eu vou ser a mulher de verdade dele, mesmo que você tenha casado com ele. E não é só que você vai ter uma neta, você vai ser nossa puta quando a gente quiser. —
Lizbella, quando ouve a filha Pamela, se liga e tenta dar um tapa nela, mas a menininha agarra a mão dela e bate com a mão livre.
Sabe o quê, mamãe?... seu maridinho é meu e vai ter minha bebezinha... e você vai ser só nossa empregada..., Porque o desejo dele é o cheiro da minha buceta e saborear meu cu mais que tudo. —
Na noite de núpcias da minha esposa Lizbella, a filha dela, grávida de mim, acabava de vez com a doce e inocente Pamelita, para descobrir o quão pervertida ela tinha se tornado.
Minha nova esposa e mãe da menina mal conseguia se segurar e só observava enquanto eu comia a filha dela uma vez atrás da outra, sempre na frente dela. Eu metia nela gozando dentro da buceta dela, comia o cu dela, e fazia a mãe chupar minha pica com gosto do cu sujo da filha até gozar na boca dela.
— Você é uma puta miserável... — Odio vocês dois... — Dizia a mãe da menina enquanto eu furava o cu delicioso dela, porque a menina adorava ser penetrada pelo cu e ter ele bem aberto.

Depois da lua de mel que passamos eu, minha esposa e a amante filha dela na Suíça, voltamos pra casa. Onde o papel de mulher e amante filha tinha se invertido.
Minha filha e amante tinha se tornado a dona da casa e minha esposa Lizbella era só a mãe da menina que eu comia todo dia...

— Aiii se minha buceta. Arrebenta meu cu, do jeito que eu gosto — Dizia minha neném, enquanto eu penetrava e metia no cu dela enquanto minha esposa e a mãe da pervertida da filha dela fazia a comida.

Eu fazia minha esposa lamber minha bunda enquanto a filha dela engasgava com minha pica. Bem na hora de gozar, eu jogava a porra nos peitões da filha dela, e fazia minha esposa lamber e engolir o leite.

— MmmmMmMM, adoro ver minha mamãe te lambendo — Dizia minha filhinha jovem, enquanto a mãe dela chupava toda a porra.

Tava estabelecido que a mulher da casa não era minha esposa, mas sim minha nova filha. Lizbella passava a maior parte do tempo ou bêbada ou servindo as necessidades da filha dela ou as minhas.

Numa tarde que fomos pra praia, estávamos Lizbella, Pamela, e as empregadas Yanira e a filhinha dela.
Num momento, enquanto as duas jovens estavam se banhando na praia, Yanira, a mãe de Laliana, sussurrou no meu ouvido, estando do lado da minha esposa, pra eu gravar em vídeo a filha dela.

Naquela hora, tirei o celular da mochila e comecei a gravar, onde minha filha e a neném da empregada saíam da praia molhadas de biquíni. Menininhas, tirem os biquínis e mostrem seus corpinho. — Dizia minha empregada gordinha, enquanto minha esposa, ignorando tudo, pegava uma latinha de cerveja, cagando e andando pro que acontecia... As duas jovens rindo e vendo que eu tô gravando elas com o celular, não hesitaram em tirar os biquínis que cobriam elas... Vou filmando elas enquanto se despem, porque não tem mais ninguém na caleta da praia onde a gente foi. Lalita, minha filha, abaixa aí pro seu patrão tirar umas fotos boas da sua bucetinha linda. No momento em que a mãe mandou, a filha não pensou duas vezes: obedeceu na hora, e ficou em pé, curvada, abrindo bem a raba pra eu gravar. Nessa hora, minha filha, com aquelas tetonas enormes, apoiou elas na nova amiga e empregada, formando uma cena de cu aberto e peitos grandes pra guardar de lembrança. Senhora, a senhora não liga se eu chupar o pau do seu marido enquanto ele fica olhando de sacanagem pras nossas meninas? — Minha esposa nem dá bola pra empregada, tá nem aí, só abre outra cerveja enquanto deixa a gente fazer o que quer... Minha filha é muito mandona e, como é mais forte, mete a mão na cintura da filha da Yanira, puxa ela pra perto de mim, fazendo ela ficar de quatro, apoiando as mãozinhas na areia e me oferecendo a rabieta da menininha... E não é só isso: a própria mãe dela coloca as mãos nas nádegas da filha pra deixar bem abertas e mostrar a bucetinha e o cuzinho da menina bem na altura da minha cara. Dou uns tapas naquela rabieta pequena e começo a chupar ela, enquanto de um lado minha filha segura a pequena Lalita, minha esposa olhando como se não se importasse, e a mãe da menina abrindo aquele cuzinho pra eu enfiar bem a língua dentro da filha. Aiiii, que gostoso o patrão tá te chupando. — Dizia Yanira pra filha dela. Essa raba vai levar meu pau bem gostoso. — respondia minha filha bem alto pra mamãe ouvir. Enquanto a mãe daquela menininha de buceta e cuzinho rosado dava tapas na bunda dela pra me deixar mais tarado. Enquanto eu enfiava minha língua. no anelzinho da filha da empregada, a mãe dela lambia minha pica até eu gozar... e minha filha Pam, se exibia com o corpo nu, chupando os bicos das tetonas dela, pra me fazer gozar vendo o corpo escultural dela.

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