Depósito de porra (relato gay) 1ª parte

Eu morava com o Walter, um amigo meu. Na real, cada um tinha seu quarto. Aconteceu depois que briguei com uma ex-namorada, ele me chamou pra morar no apê que ele alugava e a gente dividia as contas. No começo, fiquei na dúvida por causa do problema dele, mas falei pra mim mesmo que ele era meu amigo e eu tinha que apoiar ele em tudo. Afinal, nós dois curtíamos a noite, a bagunça, o álcool e as mulheres. Além disso, cada um tinha sua privacidade no próprio quarto. O Walter tinha um problema de tesão quase permanente. Na real, era um transtorno de mania sexual, segundo o psiquiatra dele. Se não tivesse transando, pelo menos tinha que se aliviar direto. Já peguei ele várias vezes batendo uma na sala, no banheiro ou no quarto. No começo, me chocava pra caralho, mas depois me acostumei e virou algo normal. Inclusive, mais de uma vez, vendo algum filme ou conversando sobre alguma mina que a gente tinha comido, ele puxava a rola e começava a se tocar. No início, ele pedia desculpa, até que eu pedi pra ele parar de se desculpar, que ele era meu amigo e aquilo não me incomodava. O Walter é o tipo de cara que come o que aparece, seja uma mina gostosa, um traveco, uma transsexual, não liga pra nada. O lema dele é: se tocar na minha rola, eu como, seja quem for. Era sábado, uma da manhã. Cheguei no apê completamente bêbado, porque naquele fim de semana era a Oktoberfest. Quando entrei, acendi a luz e o Walter tava comendo uma mina no sofá da sala de estar. Mas, assim que entrei, a gostosa se separou do Walter e começou a gritar com ele. Pelo visto, a mina imaginou que eu tinha ido pra gente fazer um surubão, e não tinha nada a ver. No fim, a gostosa pegou as coisas dela e foi embora. O Walter também tava bem bêbado, mas não tanto a ponto de mandar ela tomar no cu por causa da confusão. Ele tava largado num sofá de dois lugares, peladão e com a rola dura pra caralho. Ele é moreno, de pele escura, pernas e braços grandes, costas largas, barriga de cerveja, e uma rola que deve ter uns 14cm. Não era cabeçuda, era fina na ponta e grossa no tronco, muito grossa. Tentando levantar pra ir pro quarto dele, mas tropeça e cai. Eu, apesar da bebedeira que tava, ajudo ele a levantar e levo pro quarto. Mas antes de entrar, ele balbucia que queria mijar. Então carrego ele num ombro até o banheiro, se soltasse ele ali, ia se machucar, mas com a cock meia bomba ele começa a mijar o banheiro inteiro. Aí seguro a cock dele pra ele mijar direito quase sem pensar, como já tive que fazer mais de uma vez. Preferia isso a ter que limpar mijo do banheiro todo, afinal, com a bebedeira que ele tava, nem percebia. Mas segurar a cock dele sempre me dava uma sensação de conforto. Quando levo ele pro quarto, o colchão tava fora do lugar e dava pra ver duas tábuas quebradas. Agora entendi por que estavam no sofá. Tento acomodar ele no colchão no chão com muito esforço, tateio um travesseiro e coloco ele de lado, caso fosse vomitar. Vou me afastando pra trás pra levantar e deixar ele dormir. Mas a bebedeira e o cansaço fazem com que eu fique no meio do caminho e me jogo pra dormir do lado, mas com metade do corpo no colchão e metade no chão em cima da colcha. Com a cabeça na altura da cintura dele, e apaguei. Depois de um tempo, acordo porque não conseguia respirar, na verdade a única coisa que sentia era um cheiro de ovo podre danado, tava de barriga pra cima com a cabeça virada pro Walter. Parece que dormindo, ele virou e passou uma perna meio dobrada sobre minha cabeça, deixando a cock e os ovos esfregados na minha cara. Na real, minha boca ficou entre a cock e os ovos dele, e meu nariz esmagado pela barriga dele, então só conseguia respirar pela boca, tentando. E ainda por cima, um braço meu ficou preso debaixo do corpo dele quando ele virou, e eu sentia ele dormindo, então não tinha força nem pra mexer. Queria levantar a perna dele com a mão livre, mas o efeito da bebedeira ainda tava lá, então tinha pouca força e só consegui que ele se mexesse e se acomodasse mais em cima da minha cara. Pra respirar direito, só conseguia empurrar os ovos peludos com a língua, mas como eles escorregam, parecia mais uma massagem de lambidas. O pior era sentir o pau endurecendo aos poucos. Como se, ao lamber os ovos dele, eu fizesse ele sonhar que estava fodendo. E quando ele se acomodou, ao tentar mexer a perna dele, consegui virar a cabeça, mas por sorte a lateral do pau dele ficou entre meus lábios, como se eu estivesse mordendo o lado do pau quase na altura da base. Tentei colocar os lábios sobre os dentes pra não morder nada. Consegui fazer ele deslizar um pouco mais empurrando o pau com a língua. Mas ele se acomodou de novo e o pau ficou na mesma posição, mas com a boca quase na altura da cabeça, e eu continuei tentando respirar pela boca, chupando o mínimo possível aquele pau que já tava durasso. Tentei soltar a perna de novo e dessa vez ele foi pra trás de leve e voltou de novo. E ao dar uma bocada de ar, achando que ia me libertar, quando o pau voltou, entrou na minha boca até a garganta. Não dava pra acreditar, e dependendo de como eu me mexia, dava ânsia ou não. Então eu tinha que ficar o mais parado possível com o pau duro enfiado na boca até o tronco. A única coisa boa era que dava pra respirar pelo nariz. Fiquei uns 15 minutos assim, que pareceram uma eternidade, tentei escapar mais algumas vezes e só piorava a situação, e depois de um tempo, sem perceber, acabei dormindo com o pau na boca. Acordo com a voz do Walter: — Epa, o que cê tá fazendo aí! Levantando a perna dele de leve e deixando o pau dele na minha boca, agora meio mole, iluminado pela luz do celular. Eu, petrificado, sem conseguir me mexer, mesmo ele tendo levantado a perna de leve e se jogado um pouco pra trás, não sabia onde me enfiar, nem como explicar que foi um erro, um mal-entendido. Mas Walter continua falando: — Cê quer me compensar por ter cortado a foda de mais cedo? E volta a apoiar a perna e bombar de leve enquanto sinto ele começar a ficar durasso de novo. E continua falando: — Nunca falei nada das vezes que você pegava no meu pau pra mijar, porque achei que era na amizade e sem intenção, mas agora vejo que você curte, pra ter dormido com a pica na boca e eu amei e bombava cada vez mais forte e mais rápido, embora de vez em quando diminuía o ritmo. Enquanto com a única mão livre tentava parar o inútil sem sucesso. E ele continuava falando entre gemidos de prazer. :- sempre gostou da minha pica? E adorava então toda vez que me via batendo uma, com certeza dava vontade de se jogar de cabeça pra chupar, né?. Enquanto aumentava mais o ritmo da bombada e continuava falando toda vez que diminuía o ritmo de novo. :- e você gosta da minha pica, ou gosta de mim? Olha que eu só dou gozo, não tô afim de romance... depois de um momento continuou :- ou você sempre gostou de todas as picas! Enquanto voltava a aumentar o ritmo pra diminuir de novo e continuar falando cada vez mais ofegante :- e nunca teve coragem de confessar pra mim, embora não sei por quê, já que sabia que eu ia dar pica sempre que você quisesse e ninguém ia ficar sabendo. Continua bombando por mais um tempo, ignorando que eu tentava tirar a perna dele com empurrões, enfiando um dedo no cu dele e até beliscando, mas ele levava como parte do jogo. E só gemia e curtia. Uns minutos depois a pica fica durona pra caralho e só significava uma coisa. Depois de um gemido enche minha boca de porra com uma gozada violenta que engulo quase sem respirar, que depois de uns segundos ele cai pra trás e fica deitado de barriga pra cima. Eu tinha enfiado um dedo no cu dele, ele me puxa e eu fico em cima dele e cuspo o que sobrou de porra na pica e nas bolas dele, Enquanto ele se masturbava de leve sem se incomodar nem um pouco. E só diz :- você adorou sua primeira chupada, né? Foi a primeira? Porque você me mordeu umas vezes, mas talvez já tivesse chupado antes. Enquanto respirava com dificuldade :- você é louco? Respondo quase sem ar. O que foi, como você vai fazer isso comigo? :- fazer o quê? Diz despreocupado sem parar de se masturbar. Acordo e te encontro chupando minha pica até dormir e Por que você terminou o que começou, te incomoda? E continua, ou foi porque gozei na sua boca e você engoliu tudo? E ele toca os restos de porra grudada na pica e completa. Vai quase toda. Finaliza com sarcasmo: - não estava te chupando nada, foi um mal-entendido, um acidente. Falo quase gritando: - um acidente? Você tinha a pica inteira na boca, sei lá desde quando, e quando levantei a perna você nem tentou sair, achei que queria o café da manhã, embora sejam três e meia da manhã. Num tom bem calmo, enquanto olha a hora com a mão livre no celular. - não acredito que te chupei a pica assim, e que você gozou desse jeito, falo irritado e completo além disso, como ia te falar alguma coisa se você não tirou nem pra respirar. - já foi, olha por esse lado, você não tem mais a garganta virgem, pode-se dizer, e começa a rir despreocupadamente mas sem parar de se masturbar devagar e continua, e agora o que a gente faz? já era, o que foi, foi. O que rola no apê fica no apê! Enquanto dava pra ver que a pica já tava dura de novo. Eu tava meio recostado nele, com um braço dobrado e um dedo bem enfiado no cu dele e o outro braço todo dormente por causa do peso que segurou aquele tempo. - cara, você tem um dedo enfiado no cu e nem isso te parou. Falo por falar algo e ele responde: - não me incomodo, nada relacionado a sexo me irrita, desde que façam o que eu gosto também, como agora. Vai outra? Fala sem preocupação e finaliza. Que não é todo dia que pega um novato pra ensinar a chupar pica e aperta o cu e as pernas, prendendo meu braço. - você é louco, respondo já aumentando o tom e continuo. Depois do que acabou de acontecer, você quer que eu te... - vai lá, ninguém vai ficar sabendo!, ele eleva mais o tom embora bem calmo e larga o celular deixando a lanterna virada pra cima e me pega pela nuca e me leva até a pica quase sem resistência, e começa a esfregar a pica nos meus lábios até eu abrir a boca quase sem pensar. Com a Pau parado na boca de novo, começa a bombar pela nuca por uns momentos até que diz:
— Segue sozinho agora, quero ver como você faz.
O pau ainda estava leitoso e o gosto de porra misturado com suor se misturava na minha boca. Quando ele tira a mão da minha nuca, por reflexo eu tiro a cabeça e ele enfia de novo no pau e repete:
— Vai, vai chupar sozinho, mas até o fundo.
E enfia o pau até a garganta, me fazendo engasgar. E continua dando instruções:
— Assim mesmo, chupa e de vez em quando enfia fundo. Quando tirar, massageia a cabeça toda com a língua, mas sem tirar da boca. Tá bom?
Fecho os olhos e faço o que ele mandou, tentando não pensar, enquanto ele pega o celular de novo e me ilumina com a lanterna e diz:
— Abre os olhos, quero te ver!
E com a mão que antes segurava o pau, coloca na minha nuca e bomba suave, mas firme, enquanto geme de prazer e repete uma e outra vez:
— Isso, assim, assim continua. Usa a língua. Continua, continua assim.
Para de bombar o pau com a ordem de eu seguir sozinho e troca o celular de mão. Com o braço mais perto do meu corpo, me agarra pela perna e me arrasta para ficar perpendicular a ele, afrouxando a pressão que tinha num dos meus braços com o dedo no cu dele. E diz:
— Você continua chupando, mas fica confortável e tira essa calça.
Quando tento olhar para trás, ele coloca a mão na minha nuca de novo e enfia no pau e continua:
— Você não para de chupar! Me ajuda com as mãos, mas continua chupando sem parar, que eu adoro.
Ele abaixa a calça quase até os joelhos e depois a cueca, e eu percebo que tô durasso. Tento me virar de lado pra tirar o pau e me masturbar, e ele pega minha mão e me coloca de novo de bruços enquanto começa a apalpar minha bunda e diz:
— Depois você se toca.
Quase num tom de ordem, enquanto enfia de novo a nuca e o pau até a garganta quando eu tento sair como quem reclama, e continua:
— Continua chupando. Te digo, só preciso de uma inspiração. Enquanto solta minha nuca e volta a massagear minha bunda nua. E continua falando. Não tem problema... só quero uma motivação... Pega minha cabeça de novo e tira minha boca da rola e enfia dois dedos na minha boca pra eu chupar enquanto manda eu salivar bem neles. Depois de um tempo, tira os dedos e manda eu continuar chupando e pergunta: - Você não vai querer me foder, vai? Sem responder, enfia os dedos de novo na minha boca, apaga a luz do celular e diz: - Se você confessar que gosta disso e que ama minha rola, eu penso no assunto. E acende a luz do celular de novo. Eu, meio hesitante, respondo quase sem som: - É verdade, sim. Ele apaga a luz do celular de novo e completa: - Nada, fala com vontade enquanto chupa... ou melhor, lambe ela bem e me diz que você adora e que quer ela só pra você. E acende a luz de novo. Eu, meio irritado com a vantagem que ele tá tirando, pego a rola dele e começo a lamber a cabeça enquanto ele geme e não para de repetir "fala... por favor, fala" uma e outra vez. Respiro fundo e digo: - Eu adoro, sou viciado, quero ela toda. Enquanto chupo e lambo tudo, já completamente entregue e convencido de que não ia rolar nada além disso. Enquanto isso, ele volta pra minha bunda com a mão babada e vai direto enfiar um dedo no meu cu e brincar, enfiando e tirando, me fazendo gemer de dor. Tudo isso enquanto ilumina com o celular. Depois de um tempo tentando enfiar dois dedos sem sucesso, tira a mão e me vira de lado com a rola apontada pra ele. Tento pegar minha rola de novo, mas ele tira minha mão e diz: - Não, nada de punheta. Enquanto coloca a mão entre minhas pernas, eu colaboro levantando a perna e ele volta com o objetivo de enfiar os dedos até conseguir, enfiando e tirando dois dedos de uma vez. Tiro a boca da rola por causa da dor, e ele apaga a luz e pergunta: - Dói? Fala que você adora! E eu paro. mas fala doce e bonitinho, mas não para de chupar minha pica, ele fala com tom triste e acende a luz do celular de novo:- ahhh eu tô... gos...tan...do... falo entrecortado. Enquanto tento chupar a cabeça da pica e ele enfia os dedos médio e anelar até o fundo com toda pressão e força:- de novo? Tentando deixar o tom mais doce possível, tento falar de novo:- eu tô... gos... eu tô gostan... eu tô gostando.... ahhhh Ele enfiava e tirava os dedos tentando dilatar meu cu e me causando uma dor tremenda enquanto iluminava com o celular minha cara e a mão dele enfiada no meu cu. Quando tirou os dedos, claramente estavam sujos de merda. Aí ele fala:- me espera um pouco, e levanta, vai até o armário, pega alguma coisa de uma caixa. Eu, enquanto tentava me recuperar da dor que os dedos tinham causado e feliz por não ter que continuar chupando a pica dele já que minha mandíbula estava travada, depois de um tempo ele volta e fica atrás de mim, me coloca de cu pra cima e manda eu não me mexer, coloca algo no meu cu e sinto um líquido entrando e tento me soltar inutilmente e ele fala:- fica quietinho um pouco que é só um enema, não tô te enfiando nada estranho. Termina e completa quase inaudível, ainda.... enquanto termina de tirar minha calça e cueca. E completa:- daqui a alguns minutos você vai e solta tudo. Foi assim, depois de alguns minutos ele me levou ao banheiro já que o efeito da bebedeira não tinha passado e eu soltei tudo, passei no bidê e ele perguntou se eu ainda tinha vontade de cagar e eu falei que não. Ele se certificou de que estava limpo e sem me secar me levou de volta pro quarto. Ele se joga no colchão e pega na pica enquanto fala:- vem que ela ficou com vontade de mais ação:- quer que eu continue:- sim, claro, você tava mandando muito bem. Ele se estica e me puxa pelo braço, eu caio de joelhos do lado dele e na hora ele me pega pela nuca e leva minha boca até a pica pra eu continuar chupando e eu faço isso. Enquanto ele vai me ajeitando do jeito que eu tava antes pra poder continuar enfiando os dedos no meu cu. dedos. E ele diz: — pede pra eu meter os dedos que você adora, e depois agarra o pau, mas quero ver você falando isso. Aí pega o celular e me ilumina com a lanterna: — mete meus dedinhos no meu cu que eu adoro, por favor — e faço biquinho, entrando na brincadeira da atuação. Quando os dedos entravam e saíam, eu sentia eles pegajosos, e antes que eu perguntasse, ele diz: — nada que um pouco de gel íntimo não resolva. E enfiava e tirava os três dedos cada vez mais forte e rápido. E SIM, dava pra sentir, mas quase não doía. Enquanto aumentava o ritmo, ele me dizia entre gemidos pra continuar chupando ele, mais forte, mais rápido, mais fundo. Depois de um tempo, tira os dedos do cu, me pega pela cabeça e tira ela do pau, apaga o celular e diz: — pede pra eu gozar na sua boca, que você quer tomar o leite. — Hã? Não, para não... Ele me interrompe e diz: — vai, vai, não me corta o barato, é só pra entrar no clima, mas espera eu te iluminar. E acende a luz de novo: — e eu digo: goza na minha boca, lindo, enche ela de leite que eu quero engolir tudo. Ele me pega pela mão e coloca no pau, mandando eu masturbar ele o mais forte e rápido possível, e eu obedeço. Quando ele tá prestes a gozar, diz: — enfia só a cabeça do pau na boca. E quando eu faço isso, quase na hora ele começa a gozar enquanto segura minha nuca, enchendo minha boca de leite que transbordava pra todo lado. Eu queria tirar a cabeça, mas ele segurava e só falava: — fica, fica aí um pouco e continua chupando, até deixar bem limpinho. Continuei chupando um bom tempo com a pressão na nuca, até que quando ele sentiu que tava limpo, passou pras bolas pra eu chupar tudo que tinha escorrido nos pelos e nas bolas. Depois de um tempo, ele solta a pressão na nuca e coloca o pau entre minhas pernas, apaga a luz do celular, mas pede pra eu não parar de chupar mesmo depois que ele já tinha broxado, porque ele adora ficar de pau chupado assim. Depois de um bom tempo, ele parecia estar dormindo, e eu continuei. chupando. Sinto ele começando a apalpar minha bunda de novo. Continua na parte 2

1 comentários - Depósito de porra (relato gay) 1ª parte

GIEGUI
Quisiera haber tenido un amigo asi