O Adeus da Gostosa Eva I

Começamos um novo capítulo, agora com a Eva e a Chloé.

O Adeus da Gostosa Eva IO tempo passou e já estamos no primeiro mês do nosso joguinho; Eva decidiu que eu poderia fazer o que quisesse com ela, qualquer coisa... mas só uma vez por mês ou por semana se fosse algo muito pesado, e coisas mais normais tanto quanto eu quisesse. Ela tentou fazer o mesmo comigo, mas não colou... mesmo assim nossos gostos coincidiam frequentemente. Me surpreendeu que nossos pais não percebessem que seus filhos estavam constantemente fodendo mês após mês, mas infelizmente tudo de bom acaba mais cedo ou mais tarde. Eva terminou seu segundo ano do ensino médio e tirou notas boas para entrar na universidade... o problema? Bem, o curso que ela queria a separaria de mim por muitos quilômetros, ela iria para Madrid estudar por alguns anos. Eva recusou ir morar com Chloé por razões óbvias: ou a torturaria... ou daria tanto sexo que ela não conseguiria estudar nem cinco minutos. Decidiu ir morar em um apartamento de estudante com outras garotas da turma, que eu nem conhecia. Mas antes que tudo isso acontecesse, ainda tínhamos as férias de verão, que passaríamos com minha tia Chloé, mas também com o marido dela...

Após aproximadamente dois meses de sexo desenfreado entre Eva e eu, nos quais pude fazer praticamente o que quisesse com ela... realizei pequenas fantasias como foder minha irmã vestida de várias super-heroínas, como Supergirl ou Mulher-Maravilha, entre outras, e também alguns personagens de animes femininos, dependendo do anime que estivesse assistindo na hora... pois sem eu dizer nada, podia aparecer Eva com um cosplay fabuloso e se jogar na minha boca ou no meu pau sem aviso prévio. Com um pouco mais de confiança, nos aventuramos a fazer em lugares públicos, como parques nacionais... praias... (fora da água) e até alguns banheiros de restaurantes.

Faltando meio mês para nos despedirmos de Eva e um pouco mais para eu começar minhas aulas, meu tio e Chloé decidiram nos visitar. Eles ficariam um tempo de férias. Infelizmente, como se fosse uma tradição... meus pais Eles pediram férias para ficar com meus tios também, e isso dificultaria muito a nossa diversão, a Eva e eu... e se eu ficasse muito tempo sem poder comer a Eva, bom, não seria ruim que os últimos dias com ela fossem só nossos e, se possível, sem sair da cama por dias...

Acordei numa manhã de sábado quente, no meio do verão, e depois de sair do banheiro e ver o quarto dos meus pais vazio, decidi olhar pela janela e confirmar que o carro do meu pai não estava. A casa era nossa. Por quanto tempo? Não sabia, mas alguma coisa já era alguma coisa... Entrei no quarto da Eva, onde ela estava completamente dorminhoca, tanto que a cada três ou quatro respirações ela soltava um ronquinho bem fraco. Entrei na cama dela com muito cuidado e me encostei nela o máximo que pude. A Eva estava de costas para mim, e assim que comecei a roçar na pele dela e nos movimentos que fiz ao me acomodar na cama, ela começou a se mexer um pouco. Parei e, aos poucos, enfiei minha mão dentro do shorts que ela usava como pijama. Por baixo não tinha nada, e comecei a procurar a pequena abertura da bucetinha da Eva. Quando a encontrei, comecei a enfiar lentamente um dedo e a tirá-lo daquela bucetinha quentinha. Em pouco tempo, ela começou a ficar molhada e a gemer bem baixinho... Pensei que a Eva já estivesse acordada e só estivesse fingindo dormir... mas quando enfiei mais dois dedos e aumentei o ritmo... Eva acordou de repente e bateu a nuca no meu olho.

— Ai! — gritei, dando risada.

— Pequeno pervertido... se vai me fazer gozar, pelo menos me acorda — disse Eva, esfregando os olhos.

— Pra te falar a verdade, achei que você já estava acordada... pelo jeito que estava gemendo...

— Eu estava gemendo? Bom, no meu sonho eu estava gemendo alto... estava sonhando que a gente "brincava" no meio da areia da praia.

— Hahaha, não, você tava gemendo baixinho, parecia uma princesinha tímida e inofensiva.

Eva, ofendida, começou a me bater com o shorts na mão — ela tinha tirado enquanto a gente conversava — e, apesar... ao que poderia parecer; uma cena violenta... ambos estávamos rindo, quando Eva parou de rir: tirei seu top rosa folgado que ela só usava para dormir no verão ou para andar pela casa, deixei-o com cuidado no chão e me joguei em seus lábios, mas não antes de observar seu corpo nu milímetro por milímetro, não sei se é porque pensei que não a veria assim por muito tempo e ainda mais estando sozinhos... talvez ao fazer cálculos imaginei que meus tios viriam no mesmo fim de semana... mas isso não importava, já que naquele momento a única coisa que eu queria fazer era beijá-la e fazê-la gritar, que soltasse gemidos tão altos que fossem ouvidos do outro lado da rua... infelizmente Eva se conteria para não levantar suspeitas com os vizinhos... Ambos estávamos sentados na cama nos beijando e nos tocando em cada canto do nosso corpo quando de repente Eva me empurrou na cama, arrancou minha cueca de uma vez e montou em mim, enfiou meu pau de uma vez sem quase nenhum esforço de tão molhada que estava e com as costas completamente retas... começou a cavalgar de frente para trás sem parar de gemer a cada investida, suas investidas eram rápidas e incessantes, uma atrás da outra, minha visão de Eva gemendo e olhando para o teto enquanto seu cabelo pulava ao mesmo tempo que seus peitinhos... esses estímulos e os esforços de Eva conseguiram o resultado que ela queria, gozei dentro da bucetinha de Eva, mas Eva não parou de cavalgar, sem diminuir nem um pouco o ritmo, apesar de pelos meus sons perceber que já tinha gozado dentro dela, afastei uma das minhas mãos de sua coxa e estendi-a para um de seus seios para apertar com força, Eva não parou e ignorou o que eu fazia, agarrou meus pulsos, um com cada uma de suas mãos e os estendeu sobre o travesseiro, se continuasse assim por mais tempo eu juraria que acabaria doendo meu pau, mas ao sentir cada gotinha do jorro de Eva ao gozar... percebi que ela pararia... e assim foi, Eva Ela parou e se deixou cair sobre mim, esmagou seus peitinhos no meu peito e acomodou sua cabecinha de lado no meu ombro. Meu pau ainda estava dentro da Eva, mas nenhum de nós queria sair daquela posição. Depois de um tempo, Eva se afastou e começou a se limpar com os lençóis, eu fiz o mesmo e ficamos mais um pouco conversando. Ao terminar, recolhemos os lençóis e os colocamos para lavar antes que nossos pais ou tios aparecessem de surpresa...

O resto da manhã, tomamos banho separados e ficamos pensando no que aconteceria quando nos reuníssemos todos de novo. Se a Chloé e eu conseguimos fazer em nossa casa com todo mundo dentro... Seríamos capazes de repetir essa proeza, mas incluindo a Eva? Infelizmente, tivemos que nos calar ao ver nossos pais entrando. Passamos um tempo com nossos pais e, ao olhar para a Eva, trocamos um olhar que ambos sabíamos o que significava: "Subimos e fazemos em silêncio?" Eva subiu primeiro, mas logo teve que descer, pois bateram na porta e era óbvio saber quem eram...

Chloé e meu tio entraram no hall. Me surpreendi ao ver a Chloé com um biquíni à mostra, um shorts jeans e sandálias, bem maquiada e com o cabelo preso em uma coleta. Meu tio também já estava de sunga.

— Bom dia!!! E meus sobrinhos? — disse Chloé, eufórica ao entrar.

— Oi, Chloé — respondi e fui dar dois beijos nela.

Juro que ela fez de propósito, pois ao dar o segundo beijo na bochecha, parei, mas Chloé riu e me deu "como por acidente" um terceiro beijo nos lábios. Foi um beijinho sem importância, mas, por sorte, ninguém viu. Cumprimentaram o resto e foram entrando na sala aos poucos. Chloé e eu ainda estávamos na porta quando vimos a Eva descer. Elas se cumprimentaram com dois beijos, com a pequena exceção de que Chloé enfiou a mão dentro da calça da Eva e, pelo que imagino, meteu os dedos na sua buceta. Ao tirar a mão e vê-la um pouco molhada, Chloé sorriu e sussurrou "vadia no cio" para Eva.
Como de costume, começaram a nos dar sacolas com presentinhos, principalmente roupas. Depois de experimentarmos e nossos pais colocarem a conversa em dia sobre assuntos sem importância, meu tio insistia em nos apressar para nos arrumarmos e sairmos para comer fora. Ele disse que tinha uma notícia importante para nos contar e preferia fazer isso no restaurante, com bebida para celebrar e um ambiente melhor. Tanto Eva quanto eu decidimos ir com as roupas que nos trouxeram. Eva adorou a dela, mas no meu caso foi por pura preguiça de trocar. Entramos nos carros, enquanto eu pensava na viagem que Chloe e eu fizemos ao shopping... infelizmente, nessa vez meus tios foram no carro deles e nós com nossos pais. Não conseguia parar de pensar na notícia que queriam nos dar... estavam felizes demais para nos dizer que iam se separar... com certeza não era isso. Será que iam se mudar para a mesma cidade que a gente? Tomara, pensei... sem Eva em casa, ter Chloe por perto na mesma cidade seria um sonho, haha... mas também não parecia ser. Já no mesmo restaurante da última vez e todos sentados à mesa, Eva não parava de pressionar pela notícia, mas meus pais não mostravam nenhum interesse, quase como se já soubessem. Meu tio insistia em esperar um pouco mais, até que trouxessem o que pedimos ou pelo menos algo para beber. Anotaram nosso pedido e meu tio pediu duas boas garrafas de vinho e cervejas. Eu pedi refrigerante e Eva quis pedir um rum com Booty, mas depois da bronca da minha mãe, ficou só com uma Booty. Primeiro, trouxeram as bebidas, o que foi o suficiente para Eva exigir que contassem a notícia ou ela literalmente pularia no pescoço deles para morder.

— Em dez meses seremos pais! Mais ou menos... — disse meu tio.
— Já dava para ver, vocês demoraram muito — disseram meus pais.
— Vocês querem dizer nove meses, né? — disse Eva, um pouco confusa.
— Hahahahaha — Chloe começou a rir.
— Não, da forma normal não podemos, então seria por fertilização in vitro — explicou meu tio.
— Tio... ele atira de festim? — perguntou Eva. uma forma muito séria e meu pai engasgou ao ouvir, segundo tapa na cara da Eva da minha mãe...
— A gente tem tentado e do jeito tradicional seria difícil conseguir, e como a gente já quer tanto... então vamos fazer assim — a Chloé tentou explicar da forma mais séria que pôde, mas dava pra ver que ela tava segurando a risada por causa da "piada" da Eva.
— Bom, o importante é que finalmente vou virar tio — disse meu pai.

Começaram a comemorar, o que me deixou meio surpreso, já que eles só estavam tentando... ainda não tinham conseguido... O almoço tava bem tranquilo, quando nos sentamos, a Chloé ficou na minha frente e a Eva ao meu lado. Eu esperava alguma confusão igual da última vez, quando a Chloé me masturbou com os pés, só que agora a Eva poderia ver perfeitamente se olhasse pra minha virilha, já que a toalha da mesa cobria bem por pouco... mas pra minha surpresa, não só a Chloé... a Eva também se comportou durante toda a refeição.

Terminando e depois de uma longa hora no restaurante conversando e bebendo, decidimos ir todos juntos pra praia dar uns mergulhos rapidinho e depois pra casa pra jogar cartas a tarde toda, como de costume. Eu não ligava muito pras cartas, porque se meus pais e tios estivessem jogando, todas as atenções estariam longe da gente e a gente poderia fazer o que quisesse no meu quarto.

Já na praia, meus olhos estavam grudados nos corpos da Eva e da Chloé de biquíni, elas estavam alucinantes, mas infelizmente... tinha muita gente ao redor pra eu ficar no modo tarado. Entramos na água, eu e a Eva, depois um tempo meus tios e meu pai vieram junto, mas não duraram nada e eu fiquei só com a Eva e a Chloé. As ondas nos afastavam, mas não pro mar aberto, mais pra um lado, e quando tanto a Eva quanto a Chloé viram que nossos guarda-sóis já estavam vistos de longe, as duas vieram pra cima de mim.

— Eu primeiro! Você tem ele o ano todo em casa — disse a Chloé se agarrando em mim e afastando a Eva.
— Tá bom... — disse a Eva e foi nadar pra uma distância um pouco afastada.
— Não... Você tá pensando em fazer o que eu acho que você quer fazer, né, Chloé? - perguntei.
- Claro que sim, quero que você me foda debaixo d'água, hehe.
- Mas a gente vai ser visto perfeitamente, você tá louca?
- Não vão ver nada, olha a praia... ninguém tá na água, todo mundo tá tomando sol agora, e se olharem só vão ver um casalzinho se beijando... as ondas não deixam ver nada.

Chloé começou a se esfregar mais e mais em mim. Por sorte, dávamos pé e não afundávamos. Ela puxou minha sunga só o suficiente para tirar meu pau pra fora e começou a me masturbar para me deixar excitado. Demorou um pouquinho, mas ao ver que já estava no tamanho que Chloé lembrava como ideal... ela me abraçou, enfiou ele dentro e prendeu minhas pernas com as dela. Com os braços dela também enrolados no meu pescoço, não me restou outra opção a não ser colocar minhas mãos bem abertas em cada uma de suas nádegas e me ajudar com elas para empurrar. No começo foi um pouco difícil, já que nunca tinha feito daquele jeito, mas depois de um tempo peguei o jeito.

Com Chloé agarrada forte em mim e sem parar de gemer e ofegar no meu ouvido, sussurrei que ia gozar. Fiz de conta que ia tirar, mas ao perceber, Chloé me apertou muito forte com as pernas, enfiando meu pau por completo. Ela não precisou fazer mais movimentos, já que com os beijos e lambidas que estava dando na minha orelha... foi o suficiente para acabar. Gozei no mais fundo da buceta da Chloé enquanto sentia seus gemidos ficando cada vez mais rápidos no meu ouvido. Ficamos assim um tempinho, Chloé sem parar de me apertar com as pernas, mas soltando os braços, sussurrou no meu ouvido: "Você vai ser o pai do meu futuro filho ou filha, e não importa o que você pense, você me deve uma enorme e eu vou cobrar assim mesmo." Chloé se afastou um pouco de mim sem relaxar nem um pouco as pernas e sorriu.

Depois de um tempo, ela desceu de mim, ajeitou a parte de baixo do biquíni para não mostrar sua perereca e, com as pernas bem juntinhas, ficou boiando de costas como se estivesse tomando sol. Ao ver como ficamos, Eva se aproximou... Ela se virou para mim e perguntou se eu estava pronto para um segundo round. Pedi mais um tempinho de descanso e ela aceitou de boa. Quando a Eva achou que já era suficiente, chegou pertinho de mim, deu as costas e pediu que eu a abraçasse. Quando fiz isso, ela puxou a parte de baixo do biquíni para baixo e levantou a de cima, começou a esfregar a bunda no meu maiô e pegou minhas mãos para levá-las aos seios. "Me abraça... TÃO forte que eu sufoco...", disse a Eva. Baixei meu maiô para esfregar melhor na Eva e, um tempinho depois, quando fiz o movimento de enfiar, ela me parou com a mão.

- O que foi, Eva?
- Não quero que você me coma assim. Quero ver você gozar só se esfregando na minha bucetinha e nas minhas coxas.

A Eva colocou meu pau na entrada da sua bucetinha e fechou as coxas o máximo que pôde. Aos poucos, começou a se mexer e a gemer. Como tinha gozado recentemente com a Chloé, consegui segurar mais. Depois de um tempo, pelos gemidos da Eva e pequenos espasmos, imaginei que ela estava gozando, mas não tinha certeza absoluta, já que não dava para ver nenhum jato e sentir ela mais molhada debaixo d'água... Pensando nisso, não vi motivo lógico para me segurar e aguentar mais... Aumentei o ritmo o quanto pude e acabei gozando com uma última investida, que fazia a ponta do meu pau aparecer na frente da Eva. Ela olhou para as coxas para ver como um jato branco saía delas e se diluía aos poucos no mar. Exausto, arrumei meu maiô e imitei a Chloé, me deixando levar pelas ondas enquanto flutuava sem fazer nada. A Eva me imitou, mas segurou minha mão para não nos separarmos. Ficamos conversando um pouco e eu contei o que a Chloé tinha sussurrado, que queria que eu fosse o pai. Ela não achou estranho nem ruim, pelo contrário, começou a pensar e fazer relações, como: se o filho fosse da Chloé e meu, ela não seria mais minha prima... seria minha tia, que nossos pais nunca seriam tios, só avós, já que a Chloé não tinha parentesco de sangue, nosso tio só seria... tio-avô e padrasto? No dia em que eu tivesse mais... Filhos, seriam meio-irmãos e primos-afins? Eva ficou na dúvida se essa palavra existia ou não... mas estava entretida com o quebra-cabeça mental que estava montando... deixamos o assunto de lado quando Chloé se aproximou para perguntar se queríamos sair ou não, ao ver o quão longe fomos, decidimos sair e ir andando até as toalhas, achei estranho que Eva não implicasse com Chloé pela decisão que tomou ou pelo que estava fazendo com meu tio, não só estava transando com seu sobrinho e sobrinha... queria enganá-lo e fazê-lo acreditar que tinha um filho quando na verdade era de seu sobrino...

Pegamos um sol nas toalhas por um tempo e voltamos depois para os carros para ir para casa, não antes de parar no supermercado para comprar algumas coisas para o jantar.EvaAo entrar em casa, encontramos meus tios já banhados, eles se adiantaram enquanto fazíamos as compras. A Chloé literalmente só estava usando uma camisa masculina comprida que parecia um vestido improvisado, com um cinto por cima. Dava pra ver perfeitamente que por baixo não tinha absolutamente nada. Depois fomos tomando banho por turnos e, exatamente como imaginei, começaram a jogar cartas. Mas meus tios e pais não duraram muito – a Chloé jogava tão mal que acabaram trocando, e ela e a Eva se revezaram para deixar a partida mais divertida. A Chloé sentou do meu lado no sofá e depois de um tempo me perguntou se podíamos jogar alguma coisa só nós dois. Pediu pra subir no meu quarto e jogar videogame um pouco.

Achei estranho que, logo que entrou no meu quarto, a Chloé pegou o controle do videogame, ligou o console e a TV. Pensei que ela só queria foder, mas quando me viu entrar e me aproximar, ela puxou meu braço e me empurrou na cama. Ao cair, senti a mão da Chloé no meu pecho, me empurrando para deitar. Ela tirou minhas calças e me entregou o controle.

– Vamos ver como você joga enquanto sua tiazinha querida monta em você – disse a Chloé.

– E você não prefere que seja mais normalzinho? Assim eu prestaria mais atenção em você...

– Não, pra fazer assim a gente tem mais oportunidades depois. Agora tô a fim desse jeito.

Comecei a jogar e, no mesmo instante, a Chloé foi colocando meu pau na boca dela aos poucos, me encarando fixamente. Quando olhei pra ela, ela me beliscou na região do quadril e com a mesma mão apontou pra TV. Imaginei que ela estava me chupando pra me deixar com tesão, mas na verdade nem precisava muito, porque só de imaginar o que ela queria fazer comigo... Ao ver que já era o suficiente, a Chloé tirou a pouca roupa que tinha e subiu em cima de mim. Foi enfiando aos poucos e se moveu pro lado pra que eu pudesse ver a TV. Começou a cavalgar – não muito bruscamente, com medo do barulho que a cama batendo na parede poderia fazer – e de vez em quando eu dirigia o olhar pro rosto da Chloé. e eu podia ver como ela fazia esforços para conter seus gemidos, depois me dava um tapinha ou algo parecido para chamar minha atenção por abandonar a partida. Como era de esperar, não aguentei muito mais as cavalgadas da Chloé e acabei de novo dentro da boceta dela. Ao notar, ela tirou meu pau com cuidado e deitou ao meu lado, pegou uma almofada e colocou sob o quadril.

- Emmmm... O que você está fazendo, Chloé?
- Eu te disse, quero ser mamãe e você vai ser o papai.
- Ok...
- Perfeito, não vazou nada, vamos lá, pequeninos! - disse Chloé sussurrando.

Me parecia estranho que a Chloé dissesse essas coisas em voz alta em vez de só pensar, e ainda mais tê-la agindo assim a poucos centímetros de mim. É verdade que eu não me importava muito... se ela quisesse um filho meu... e se ainda por cima isso resolvesse uma dívida pendente... melhor ainda. Quando a Chloé se cansou de ficar naquela posição, vestiu a camisa novamente e, agora sim, começou a brincar comigo. Depois de um tempo (longo), ouvi nos chamarem para jantar. Descemos e, por sorte, Chloé e Eva começaram a falar sobre o que estávamos jogando. A essa altura, eu já estava pensando que iam começar a suspeitar do que estávamos fazendo, mas depois da conversa que todos podíamos ouvir sobre o jogo... fiquei muito mais relaxado.

Terminamos de jantar e, por sorte ou por azar, estávamos todos um pouco cansados. Como ainda faltavam muitos dias de férias, decidiram ir dormir cedo. Sorte minha, pensei, já que eu também estava exausto. Ao me deitar na cama, ouvi do outro lado da parede Eva entrando no quarto dela também. Quando ficou tudo em silêncio, recebi uma mensagem no celular. Era da Eva.

Eva:
- Maninho, acho que nós dois vamos ter poucas chances de nos divertir sozinhos esses dias...
Eu:
- É, uma pena... mas desde que tudo começou, nos divertimos muito. Não importa se ficarmos alguns dias sem intimidade, né?
Eva:
- Não vou dizer que não, mas provavelmente quando os tios voltarem para Madrid, eu vou ter que ir estudar no mesmo dia ou no seguinte.
- E não só isso... se me Você nos visitar não daria certo, porque vou estar morando com umas amigas.
- Sei lá! O que você acha? hehe

Eu:
- Bom... você pode vir nos visitar, né?
- No trem você aproveita pra estudar e vem num fim de semana...
- Também tem os feriados... pontes... fim de ano... essas coisas.
- A gente vai vendo... no pior dos casos a gente invade o apartamento da Chloé pra gente se divertir hahah
- Bom, vou cair no sono, tchau e boa noite.

Joguei o celular no sofá do meu quarto e agora sim, fui dormir.Adolescente


Capítulo 17:http://www.poringa.net/posts/relatos/4350761/17-La-despedida-de-Eva-II.html

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