Acordando de boca cheia (conto gay) parte 5 final

Enquanto eu terminava de chupar a pica gozada do Hernan e seguindo as ordens do Ulises pra lamber tudo e não esquecer de chupar bem os ovos, que é o que mais sua. Eu percebia, entre engasgos e mais engasgos, como a pica do Hernan ficava dura de novo e o Ulises voltava a aproximar a pica da minha cara, e eu lá, chupando duas picas de novo. Ouviu-se o apito do juiz e o jogo tinha acabado, mas não pra mim, que tava só começando. Enquanto eu continuava chupando e chupando. Ulises e Hernan decidiam que dia da semana cada um ia me ter. Enquanto o Hernan dizia: — Pra mim, deixa quarta-feira, que é o único dia que minha mulher não tá. — Bom, eu te fodo terça e quinta, respondia o Ulises, como se falassem de um boneco sexual, e completou: depois a gente vê se no fim de semana não pego algo bebível, te fodo domingo ou segunda também. — Segunda de manhã eu tenho umas horas livres que minha mulher e o menino tão na escola, se você tiver lugar na sua casa, já que trabalha daí, a gente come ele entre os dois. Respondeu o Hernan e completou: Ia me cair muito bem, ultimamente se eu como minha mulher uma vez por mês é muito. — Então fica assim: segunda a gente come ele os dois, terça eu pego, quarta você, quinta eu de novo, e fim de semana depende de como vier. Tudo isso enquanto passavam a cabeça da pica de um pro outro pra eu ir chupando. Quando terminam de decidir como e quanto cada um ia me comer na semana, o Ulises me levanta e a gente vai até o sofá, ele senta e me pede pra sentar em cima da pica dele. Obedeço, e ele manda eu começar a pular na pica dele e rebolar a bunda, que ele tava cansado. Obedeço de novo. Num momento ele fala pro Hernan: — Cê acha que uma dupla entra? Você tem ela grande, mas a minha é normal. — E a gente testa, responde o Hernan, antes que eu pudesse ter alguma opinião. O Ulises me puxa pra perto dele e me dá um abraço de urso enquanto o Hernan se aproxima e começa a fazer pressão primeiro com a pica do Ulises e depois fazendo pressão com a pica do Hernán. Depois ao contrário. Eu só conseguia falar "não, para" e só gemidos de dor que parecia que os dois achavam graça. E só respondiam "aguenta aí" até que num momento conseguiram enfiar as duas cabeças e bombeavam devagar. Depois de um tempo de tentativas falhas, já que uma entrava e a outra saía, Hernán fala: "vamos pra minha cama, mas espera que vou colocar um plástico pra não sujar nada" e vai cobrir bem a cama. E Ulisses aproveita pra continuar me comendo sozinho, mas me levantando e fazendo eu me deitar no antebraço dele, de um jeito que fico com a bunda pra cima e ele começa a bombar a toda velocidade. Volta Hernán e rindo fala: "você vai acabar gozando antes da dupla" – "relaxa, com a porra que eu tenho essa semana, sobe de novo na hora" E não diminui o ritmo e continuou comendo até que senti a bunda encher de um líquido quente. De novo me comia sem camisinha. Tira a pica e completa: "além disso, precisávamos de lubrificante" e os dois caem na risada. Sem me deixar descansar nem um minuto, Hernán me manda ir pro quarto e assim fui com a bunda escorrendo porra. Ele se joga na cama segurando a pica com a camisinha e me fala: "senta em cima, mas de costas pra mim" com uma careta de prazer. Assim fiz e ele me segurava pela cintura e apesar de ter barriga, deitado se virava liso e me subia e descia. Depois de um bom tempo, ele grita: "e Uli, vem??" Ulisses entra, se masturbando e se forçando a parar a pica de novo. Hernán me agarra pelos ombros e me faz deitar de costas no torso dele, mas com a pica enfiada na minha bunda. Ulisses se posiciona e começa a empurrar com a pica até que finalmente consegue enfiar os dois paus na minha bunda. Os dois vão bombeando alternadamente. Enquanto me chamam de puta gulosa. A dor era tremenda, depois de um bom tempo Hernán dá um grito de prazer indicando que tinha gozado, enquanto Ulisses continua bombando mais um tempo, mas Tirando ele de cima de mim. E me vira de barriga pra cima, coloca minhas pernas nos ombros e me fode por um bom tempo até finalmente gozar. Ele abaixa minhas pernas, sobe até minha cabeça, senta no meu peito e diz:
— Chupa aqui pra limpar um pouco, vai ter gosto de cu, mas com certeza você também adora.
E enfia a pica na minha boca até o fundo, já mole, e fica deitado sobre meu rosto. Eu quase sem conseguir respirar. Parece que ele adorava me humilhar. E a única coisa que ele dizia ou que eu conseguia ouvir era:
— Lambe bem, deixa bem limpinha, putinha.
Depois de um tempo, ele sai satisfeito com o estado da pica dele e fala pro Hernan, bem despreocupado:
— Pedimos uma pizza ou algo pra comer?
— Não, minha mulher já tá chegando, então vamos dar uma arrumada.
Aí eles deram uma arrumada na sala, juntaram as roupas e desfizeram os restos da camisinha usada, colocando no bolso da minha calça. Eu, todo dolorido, levanto e eles já tinham arrumado tudo. Hernan vem, me dá a calça e fala:
— Se veste rápido, que minha mulher já tá a uma quadra daqui.
— Mas e pra eu me lavar? — pergunto.
— Não tem água! — ele me lembra.
Então eu visto a calça, a camiseta e me preparo pra ir embora de novo, com o cu cheio de porra e sabendo que, a partir de agora, iam me foder toda semana. Pensando que em uma semana eu passei de estar namorando e traindo com outra gostosa pra ser o viado engolidor de porra, com o cu todo arrombado do grupo, e o mais louco é que isso ia se repetir toda semana a partir de agora. Fim.

1 comentários - Acordando de boca cheia (conto gay) parte 5 final

Quiero cogerte más rico que el relato
Casi me vengo de pensarlo
Vos decis? Y me gustara? Lo disfrutaria?
@caburemistico estoy seguro que te gustará 😘😏🤤