Minha irmã Liliana estava amarrada com cordas bem grossas e não conseguia desfazer o nó. "Espera aqui", falei, e saí do quarto. Minha mãe estava gritando: "Pedro, Pedro!" Entrei pra avisar que a Lili estava bem, e ela se acalmou ao ouvir que estava tudo certo. Depois ajudei ela a se sentar na cama. Eu ainda estava sem roupa, só com minha toalha, e minha mãe estava pelada, sentada do meu lado. Comecei a olhar como os peitos dela e os bicos pretos começaram a ficar duros, enquanto com uma voz suave ela me dizia: "Filho, você lembra do que aconteceu ontem?" Virei a cabeça dizendo que não, mas ela insistiu: "Tem certeza que não lembra?" "Não, mãe, não lembro de nada", respondi. Dona Juana respirou fundo e, sem pensar muito, me disse: "Bom, ontem você me comeu. Fez de tudo comigo, praticamente fui sua puta o dia inteiro. Meteu até no meu cu. Tive que engolir seu pau inteiro e chupar suas bolas. Depois você bateu na minha bunda e também bebi seu leite." Meu pau começou a endurecer enquanto Juana falava aquilo, como se meu corpo reagisse ao que já tinha acontecido antes. Fiquei paralisado. Então ela continuou: "Quero ser sua puta de novo." E enquanto se ajoelhava e pegava meu pau com as mãos, aos poucos a boca dela sumia ele por completo. Cabia meu pau inteiro na boca dela, e os peitos dela batiam nos meus joelhos no ritmo que ela me chupava. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a ficar com meu pau na boca por uns minutos até ela se engasgar. Quando tirei, os olhos dela estavam lacrimejando, e eu quase gozei no rosto dela.
"Espera, mãe, tenho que desamarrar a Liliana." Corri rápido pra cozinha, peguei uma tesoura e comecei a desamarrar a Liliana. Minha mãe me seguiu até a cozinha, totalmente pelada, e me perguntou: "Você também comeu ela, né?" Eu só balancei a cabeça que sim. Minha mãe me ajudou a desamarrar ela, e, embora a Liliana parecesse meio cansada, ela ficou com a gente no quarto da minha mãe. Dona Juana me deitou na cama e depois montou em mim: "Quero que me coma igual ontem. Pedrito. Liliana, com o olhar no horizonte, via a mãe dela sentando com força na pica do irmão dela. "Assim, meu filho, assim, meu filho, que entre toda, que entre toda a sua pica." Eu segurava ela pela cintura e ela montava como uma verdadeira puta. "Vira, mamãe, quero ver sua bunda aberta." Mamãe virou e colocou a bunda na minha cara. A racha molhada dela lambuzava meus lábios quando ela passava a bunda toda no meu rosto. "Você gosta, Pedro? Gosta da bundinha da mamãe?" Eu só esticava a língua e lambia toda aquela buceta peluda imensa da minha mãe. Fiquei com a pica duríssima e vi a Liliana se esfregando nos peitos, a puta já tinha se excitado. "Irmãozinho, você vai me foder como ontem, né? Minha bundinha já está quente. Olha pra mim." Ela abriu as pernas e levantou elas pra eu ver. Eu disse que sim e ordenei na hora: "Monta em mim igual a mamãe." Antes dela se levantar, mamãe puxou ela pelo cabelo e disse: "Vamos, putinha, sobe na pica do seu irmão. Vamos ver se aguenta igual a mim, puta." E enquanto mamãe esfregava a bunda na minha cara, minha irmã enfiava minha pica devagar. A bucetinha apertada dela sufocava minha pica toda, e mamãe dizia: "Mexe, gostosa, que se não sabe rebolar, é melhor eu meter." A puta da Liliana começou a se mexer mais rápido, e a buceta apertada dela deixava minha pica duríssima. Mamãe gozou na minha cara várias vezes depois das lambidas que eu dava, quase me afogando de tanto gozo e pelos da mamãe. A puta da Liliana só ficava gemendo e dizendo: "Assim, mamãe, assim eu como, assim eu como. Olha, mamãe, se eu como bem, né? Se eu como bem a pica do meu irmão?"
Depois, a puta da Liliana começou a sentar com mais força. "Assim, mamãe, assim eu deixo minha bundinha cair na pica dele. Assim, assim que eu faço." Mamãe se levantou e colocou a bunda na cara da minha irmã. "Cala a boca, puta, e chupa minha buceta. Puta, lambe minha bunda toda." A carinha da minha irmã sumia entre as nádegas enormes da dona Juana, que me olhava fixamente. "Já viu o que você fez, Pedro? Você nos transformou nas suas putas, meu filho. As putas mais vagabundas da cidade, até sua irmã já tá comendo inteira. Escuta ela como berra, a putinha.
Enquanto a puta da Liliana gozava, gritando: aiii, aiii, tô gozando, papai, tô gozando, buceta, tô gozando toda igual doida... A mamãe ficou com vontade de novo da pica e tirou a Liliana de cima de mim pra sentar ela mesma. "Agora me fode, meu filho." E antes dela sentar, eu levantei primeiro: "Sim, mamãe, mas fica de quatro na cama." E minha mãe, com a raba bem empinada e aberta, se ajeitou pra eu atravessar ela enquanto segurava ela pelo cabelo. E no mesmo tempo que eu metia a pica toda, minhas coxas batiam na bunda dela, fazendo um barulhão que ecoava pela casa toda. Dona Juana, toda extasiada, não aguentou muitas metidas e gozou em poucos minutos de eu começar a foder ela com força. Depois de um tempo, ela já não aguentava mais e tentava se jogar na cama, mas eu não deixava. Pelo contrário, segurava ela forte pelo cabelo pra manter ela de quatro enquanto gritava: "Aguenta, mamãe, aguenta a pica, mamãe. Eu sei que você gosta, puta. Aguenta, que bem que você gosta, sua cachorra." Os olhos da Dona Branca ficaram quase brancos, e um grito forte ecoou no quarto: "Que gostoso, papai, tô gozando igual porca." Depois, ela desmaiou na cama, e meu gozo espirrou pra todo lado, caindo na cara da minha mãe e um pouco mais na puta da Liliana.
"Espera, mãe, tenho que desamarrar a Liliana." Corri rápido pra cozinha, peguei uma tesoura e comecei a desamarrar a Liliana. Minha mãe me seguiu até a cozinha, totalmente pelada, e me perguntou: "Você também comeu ela, né?" Eu só balancei a cabeça que sim. Minha mãe me ajudou a desamarrar ela, e, embora a Liliana parecesse meio cansada, ela ficou com a gente no quarto da minha mãe. Dona Juana me deitou na cama e depois montou em mim: "Quero que me coma igual ontem. Pedrito. Liliana, com o olhar no horizonte, via a mãe dela sentando com força na pica do irmão dela. "Assim, meu filho, assim, meu filho, que entre toda, que entre toda a sua pica." Eu segurava ela pela cintura e ela montava como uma verdadeira puta. "Vira, mamãe, quero ver sua bunda aberta." Mamãe virou e colocou a bunda na minha cara. A racha molhada dela lambuzava meus lábios quando ela passava a bunda toda no meu rosto. "Você gosta, Pedro? Gosta da bundinha da mamãe?" Eu só esticava a língua e lambia toda aquela buceta peluda imensa da minha mãe. Fiquei com a pica duríssima e vi a Liliana se esfregando nos peitos, a puta já tinha se excitado. "Irmãozinho, você vai me foder como ontem, né? Minha bundinha já está quente. Olha pra mim." Ela abriu as pernas e levantou elas pra eu ver. Eu disse que sim e ordenei na hora: "Monta em mim igual a mamãe." Antes dela se levantar, mamãe puxou ela pelo cabelo e disse: "Vamos, putinha, sobe na pica do seu irmão. Vamos ver se aguenta igual a mim, puta." E enquanto mamãe esfregava a bunda na minha cara, minha irmã enfiava minha pica devagar. A bucetinha apertada dela sufocava minha pica toda, e mamãe dizia: "Mexe, gostosa, que se não sabe rebolar, é melhor eu meter." A puta da Liliana começou a se mexer mais rápido, e a buceta apertada dela deixava minha pica duríssima. Mamãe gozou na minha cara várias vezes depois das lambidas que eu dava, quase me afogando de tanto gozo e pelos da mamãe. A puta da Liliana só ficava gemendo e dizendo: "Assim, mamãe, assim eu como, assim eu como. Olha, mamãe, se eu como bem, né? Se eu como bem a pica do meu irmão?"
Depois, a puta da Liliana começou a sentar com mais força. "Assim, mamãe, assim eu deixo minha bundinha cair na pica dele. Assim, assim que eu faço." Mamãe se levantou e colocou a bunda na cara da minha irmã. "Cala a boca, puta, e chupa minha buceta. Puta, lambe minha bunda toda." A carinha da minha irmã sumia entre as nádegas enormes da dona Juana, que me olhava fixamente. "Já viu o que você fez, Pedro? Você nos transformou nas suas putas, meu filho. As putas mais vagabundas da cidade, até sua irmã já tá comendo inteira. Escuta ela como berra, a putinha.
Enquanto a puta da Liliana gozava, gritando: aiii, aiii, tô gozando, papai, tô gozando, buceta, tô gozando toda igual doida... A mamãe ficou com vontade de novo da pica e tirou a Liliana de cima de mim pra sentar ela mesma. "Agora me fode, meu filho." E antes dela sentar, eu levantei primeiro: "Sim, mamãe, mas fica de quatro na cama." E minha mãe, com a raba bem empinada e aberta, se ajeitou pra eu atravessar ela enquanto segurava ela pelo cabelo. E no mesmo tempo que eu metia a pica toda, minhas coxas batiam na bunda dela, fazendo um barulhão que ecoava pela casa toda. Dona Juana, toda extasiada, não aguentou muitas metidas e gozou em poucos minutos de eu começar a foder ela com força. Depois de um tempo, ela já não aguentava mais e tentava se jogar na cama, mas eu não deixava. Pelo contrário, segurava ela forte pelo cabelo pra manter ela de quatro enquanto gritava: "Aguenta, mamãe, aguenta a pica, mamãe. Eu sei que você gosta, puta. Aguenta, que bem que você gosta, sua cachorra." Os olhos da Dona Branca ficaram quase brancos, e um grito forte ecoou no quarto: "Que gostoso, papai, tô gozando igual porca." Depois, ela desmaiou na cama, e meu gozo espirrou pra todo lado, caindo na cara da minha mãe e um pouco mais na puta da Liliana.
1 comentários - Minha raposinha lili FINAL