Como Cambió Mi Vida Capítulo 28 parte2

capítulo anterior:
http://www.poringa.net/posts/relatos/4236868/Como-Cambio-Mi-Vida-Capitulo-28-parte-1.html

******Ainda estávamos abraçados, eu ainda sentindo os últimos espasmos do orgasmo da mamãe, quando ambos percebemos que alguém andava nas proximidades... olhei na direção do som e vi que era o casal de brasileiros que, a uma distância de uns 10 metros, nos observavam e faziam comentários... pelo que percebi pelo vento que trazia os sussurros suaves que chegavam aos meus ouvidos. Parece que perceberam que havíamos chegado ao nosso clímax e que, no curto prazo, não poderíamos continuar, então quase tão silenciosos como chegaram, foram andando de volta para sua cabana, pelos gestos que conseguimos ver, foi mais por insistência da mulher. Mamãe, que estava morrendo de vergonha, não levantou a cabeça e escondeu seu anonimato entre meu pescoço e o cobertor; eu, por minha parte, não sabia o que fazer...

Essa descoberta surpresa de que estávamos sendo observados não nos impediu de retomar nossos atos de paixão amorosa... Talvez tenha sido o tesão que despertou em nós a mistura de voyeurismo e casualidade daquelas pessoas que passeavam pela praia deserta do complexo. Abracei a mamãe, que beijava meu pescoço e acariciava minha masculinidade, o que me deixou excitado de novo, então a coloquei de quatro para primeiro enfiar no seu buraquinho, dando tão forte que, em poucos minutos, tive outro orgasmo delicioso. Foi então que ela me disse:

"Ah, que tesão, eles estavam nos olhando, porra!... Quem seriam?"
Eu: "Acho que eram os brasileiros... não posso garantir, mas não vejo quem mais poderia ser."
Mamãe Julia: "Se foram eles, eu morro..."
Eu: "Por quê?"
Mamãe Julia: "Porque sou sua mãe."
Eu: "E daí?..."
Mamãe Julia: "O que fazemos é um crime, caso você não saiba..."
Eu: "Mal puderam nos ver, quanto mais distinguir; a noite está bem escura."
Mamãe Julia: "Por aqui não tem muita gente, é um lugar privado."
Eu: "Vamos, mamãe, relaxa, não vai dar em nada... Além do mais, já foram embora."

Voltei a beijar a mamãe, acariciando sua bunda e seus peitos; ela me abraçou e colou seu corpo no meu. Em poucos minutos, ela já estava acesa de luxúria, talvez tanto quanto eu... pronto ela enfiou o rosto no cobertor, deixando a bunda bem empinada. Na hora eu soube o que ela queria como ponto final... Mesmo com a pouca luz da lua, ver aquela bunda totalmente à minha disposição me fez reagir rápido e, me posicionando atrás dela, a enfiei, ajudado pelos seus próprios fluidos vaginais e um pouco da minha saliva. No começo, mamãe gemeu baixinho e reclamou um pouco, pois fazia tempo que eu não a comia, mas depois de um tempo ela gritava de prazer e excitação, ajudada pela minha metida e pela "dedada" que ela mesma se aplicava.

Depois de um tempo naquela bunda maravilhosa, eu já estava quase gozar, mas de novo vejo o casal que já estava nos observando há um tempão, eles tinham voltado! Longe de me intimidar, ignorei a presença deles e dei mais forte na deliciosa bunda que estava perfurando. Eles, à distância, comentavam algo que, apesar do vento da praia soprar a favor deles, eu não conseguia distinguir. Mamãe, que sentiu todas as minhas estocadas na sua bunda e como eu derramava minha porra nela, me incentivava dizendo com gemidos e gritinhos apaixonados:

— Sim! Coração... assim, meu Claudito... arrebenta minha bunda!

Eu: — Mamãe, sem nomes — falei como um sussurro no ouvido...

Mamãe Julia: — Opa... perdão, me deixei levar.

Eu: — Tudo bem.

Terminado esse diálogo, me deitei ao lado de mamãe... só tinha certeza de que os voyeurs ficaram olhando até eu derramar toda a minha porra. Não tive coragem de levantar a cabeça para olhar e mamãe também não, já que, ao saber da presença desses dois voyeurs, a vergonha voltou e ela não levantou a cabeça de jeito nenhum. Mais ainda, quando já estávamos satisfeitos e decidimos voltar, ela me obrigou a olhar primeiro se tinha "alguém na área", para depois dar uma volta ao nos dirigirmos à nossa cabana, na qual entramos pela cozinha, que ficava atrás, na direção do caminho de entrada do local.

No outro dia, nos levantamos todos relativamente cedo, exceto mamãe, que ficou enrolando na cama, e depois do café da manhã fomos andar a cavalo. Como sabem, o lugar... ficava a apenas uns quinhentos metros da nossa pousada. Já no local onde alugavam, tia Dani se arrependeu e ficou na sombra de algumas árvores, enquanto eu e as garotas fomos passear. A verdade é que eram animais muito mansos e acostumados a carregar novatos como nós. Mesmo assim, Ani parecia que ia morrer a cada passo da sua égua plácida, era realmente pra cair da sela com as provocações e risadas que ela nos causava. Enfim, nos divertimos pra caralho no nosso passeio a cavalo, mas depois de quase uma hora de aventuras hípicas voltamos caminhando para a cabana, era só brincadeira e felicidade. Brincamos de corrida, depois de perseguição e quanta bobagem nos veio à mente no curto trajeto. Claro que eu me aproveitei, jogando minhas mãos em cada uma delas, e elas não se fizeram de rogadas, respondendo com apertões, incluindo nas minhas bolas.

Estávamos entrando no recinto das cabanas quando encontramos os brasileiros na varanda conversando com a mamãe... Eles nos cumprimentaram efusivamente, a tia Dani e a mim, e às garotas com um entusiasmo claramente menor. Claro que estranhei a presença deles, mas não disse nada e me sentei na sala com Ani e Flo para continuar nossa conversa, enquanto tia Dani e Isa se juntaram à mamãe. Não sei o que estariam conversando com a mamãe, mas depois de um tempo Roberto apareceu na porta de entrada e combinamos de continuar à tarde com o eterno jogo de futebol de areia que havíamos começado, depois eles foram embora... Cada um foi tirar o pó e suor dos cavalos quando mamãe me chamou junto com tia Dani.

Eu: O que foi, mamãe?
Mamãe Julia: Os brasileiros vieram perguntar por você e pela Dani, isso é o que foi...
Tia Dani: Pelo que sua mãe me disse, eles acham que você e eu saímos pra passear ontem à noite. Claro que sua mãe os levou a pensar isso, hahaha.
Mamãe Julia: É que tenho vergonha de que saibam que eu fodo com meu filho... além de perigoso.
Tia Dani: E eu não deveria ter vergonha de foder com meu sobrinho?, hahaha.
Mamãe Julia: Isso é... menos terrível do que por um deslize ou comentário tirarem minha guarda do Cláudio, já que ele ainda é menor de idade.
Eu: Não se preocupa, mãe, eles não viram seu rosto e devem pensar que foi tia Dani, já que os corpos de vocês são tão parecidos. E por mim não vão saber de nada.
Tia Dani: Por mim também não, e se perguntarem como foi o passeio com o Cláudio, vou dizer que foi magnífico como sempre, hahaha.
Mamãe Júlia: Ah, que bom que você me cobre, irmãzinha! Não tem ideia do medo que tenho de perder o Claudinho.
Tia Dani: Pra mim também seria ruim, não se preocupa, eu fodi ele como se fosse você, hahaha.
Mamãe Júlia: Tô falando sério.
Tia Dani: Eu também, eles nunca vão saber que foi você, prometo, irmãzinha.

Passamos a tarde na praia jogando futebol e dando uns mergulhos, sob o olhar atento dos brasileiros e a conversa agradável dos idosos britânicos, que estavam felizes porque ao anoitecer os netos chegariam com a filha para passar uns dias com eles. À noite, jantamos um ensopado com arroz e frutas, e depois convidei a tia Dani para dar um passeio. Ela, rindo e cochichando algo com a mamãe, aceitou o convite com gosto, dizendo à irmã que lhe deveria uma grande.

Fomos com o cobertor e a roupa *ad-hoc* para brincar na praia. Caminhamos pelo lado da cabana dos brasileiros a uma distância prudente, de forma que, se nos vissem, poderíamos ser qualquer um. Além disso, a lua estava começando a aparecer e parecia ainda menor do que no dia anterior.

Estendemos o cobertor entre as dunas, um pouco mais longe do que da última vez, e começamos o serviço. Embora fosse uma atuação para despistar os voyeurs, a atriz principal se entregou completamente às carícias e atos libidinosos do ator principal. Enfim, chupet seus peitos, a bunda e a bucetinha, e também enfiei meu pau por todos os lados da minha tiazinha até fazê-la gritar cada um dos seus orgasmos (mesmo pedindo pra ela não exagerar muito), mas no caso da tia Dani isso é quase impossível.

Não sei quando chegaram os… Voyeurs, mas eles estavam lá! No começo, tia Dani não os viu e aproveitava meu pau bem relaxada, me prendia com sua bucetinha e movia seu traseiro incrível como quase ninguém, na verdade me lembrou a desconhecida da loja. Ao notar a presença dos espiões, comentei no ouvido dela. Naquele momento, ela colocou em jogo todo seu repertório de gemidos, atos morbosos e safados que conhecia, não são muitos, mas não guardou nenhum, até em uma de suas mamadas um pouco de areia chegou no meu pau e ela, de forma sacrificada, limpou sem nenhum arranhão (graças a Deus).

Recordando a noite anterior, assim como fiz com a mamãe, a coloquei de quatro e depois de fazê-la gozar com uma enfurecida metida e tirada em sua bucetinha, então a penetrei pelo cu, deixando sua bunda mais aberta que nunca. Ainda assim não gozei, talvez o nervosismo de me sentir observado, mas minha tia estava muito entregue ao seu papel e, como uma grande atriz (pornô), se preparou e executou o grande final. Foi assim que, quando tirei meu pau pingando do seu cu, ela o colocou na boca e chupou até eu gozar nela, ela era uma garota muito má e morbosa (além de promíscua).

Como prêmio à atriz deslumbrante, a beijei como há tempo não a beijava, depois desabei para descansar ao seu lado, fingindo não perceber os voyeurs brasileiros. Terminada nossa grande atuação, levantamos o cobertor, nos arrumamos um pouco e fomos dando uma volta até a cabana dos espiões, que obviamente nos seguiram com o olhar até nos perderem de vista; de qualquer forma, estava claro que desta vez nada do que fizemos os distraiu.

No outro dia, levantei cedo como sempre e, encontrando Isa no café da manhã, saímos para correr na praia. Minha irmãzinha estava muito ativa, então saímos do recinto privado e chegamos até a grande praia do povoado vizinho. Era grande e linda, bem mais tranquila que a nossa. Correr por lá era magnífico, ainda mais aproveitando na companhia da minha... Isa, que estava relax e sem estresse pela primeira vez em muito tempo, a verdade é que aquela corrida me permitiu saber mais sobre o seu pretendente e entender que o amor dela por mim não acabaria, mas o futuro era sem dúvida com aquele rapaz.

Voltamos por volta das 10h30 e encontramos os ingleses aproveitando o café da manhã com a filha e os netos. Cumprimentamos eles, e fizeram as apresentações necessárias. Para descrever os recém-chegados, posso dizer que a filha, chamada Ann, era surpreendentemente parecida com a minha mãe, talvez um pouco mais alta, com menos bunda e alguns anos a mais, diria uns 45. Os netos eram três, como eu disse: a mais velha, Mary, tinha uma idade próxima à da Isa, com cabelo ruivo loiro e uns olhos azuis impressionantes. Não dava para ver suas curvas direito por causa de um moletom enorme, mas no geral ela era gostosa; a próxima, Miranda, tinha a idade da Ani ou um pouco mais, com as mesmas cores da irmã, e o corpo muito parecido com o da Biocha (gordinha e gostosa), mas o rosto não era tão atraente. Finalmente, o garoto Tomy tinha mais ou menos a minha idade e dava para ver que estava em ótima forma física, até diria que era mais forte do que eu, parecia alegre e simpático. Resumindo, combinamos de nos encontrar mais tarde para o jogo de futebol na praia.

Como toda cabana de praia, só havia um banheiro completo para todos, então os turnos para o banho eram eternos, especialmente considerando que, das seis pessoas, cinco eram mulheres e elas adoravam os "prazeres hidro". Por isso, quando chegou a vez da Isa, rapidamente entrei no chuveiro com ela. No começo, eu só queria tirar o suor e a areia da corrida, mas ao ver como minha Isa estava linda e, mesmo não sendo fetichista, as marcas do biquíni na pele dela me deixaram louco, então acabei prolongando bastante nossa estadia. Peguei o sabão e aproveitei para ensaboá-la por todos os lados, primeiro as costas, depois aquele bumbum empinado com aquelas nádegas duras por... O trote, e depois aqueles peitos empinados com mamilos quase infantis e de um rosa pálido me convenceram de que não sairíamos sem fazer amor. Ela também não se opôs muito, pois se virou, levantou uma perna para que eu pudesse enfiar e começou a me beijar com paixão. Sua língua percorreu toda a minha boca enquanto eu segurava sua perna no alto e metia com força.

Estávamos fodendo felizes da vida e ríamos das reclamações da Ani, que, por ser a mais lenta, era a última a entrar no chuveiro. O ruim foi quando eu estava com minha Isa abraçada como um koala num tronco, com meu pau no mais fundo, e a Ani entrou e, sem nenhum pudor ou cerimônia, se enfiou no espaço reduzido do chuveiro.

Isso fez com que Isa me dissesse ao ouvido que eu tinha que castigar sua impertinência. A Ani nem se abalou enquanto eu fodia a Isa; ela se ensaboava como se nada, mesmo estando colados e eu sentindo os peitos dela nas minhas costas. Então, concordando com Isa, a coloquei no chão e tirei meu pau inchado de dentro dela. Em seguida, nós dois prendemos a Ani. Enquanto Isa chupava seus peitos e apalpava a boceta de sua priminha, eu beijava seu pescoço e passava meu pau na sua bunda.

Ani: Ei, o que tem com vocês? Parem…
Isa: Olha, puta, você procurou, agora vai pagar, hahaha.
Eu: Sim, você foi uma garota muito impertinente, hahaha.
Ani: Ai, o que você está enfiando, degenerado?
Eu: Vamos, Ani, você já conhece e gosta…
Ani: Eu só queria tomar banho, ahhh! — ela conseguiu dizer quando enfiei até o fundo da boceta.
Isa: Olha como ela gosta que você enfie, irmãozinho… olha como os mamilos dela estão durinhos — disse, e continuou chupando seus peitos.
Ani: Ahhh! São os irmãos pervertidos, ahhh! Me deixem… vou gozar… ahhh!

Fodemos a Ani com força até que ela ficou escorrendo de porra e quase desmaiada no chuveiro. Então, Isa a tirou de lá e me pediu para me sentar no vaso para me dar um boquete… O que me surpreendeu foi que ela obrigou a Ani a se ajoelhar aos meus pés e enterrou a cabeça dela no meu virilidade e logo em seguida a própria Ani se juntou, era óbvio que ambas queriam continuar na brincadeira. Quando meu amiguinho já estava em condições para uma nova rodada, Isa afastou Ani para o lado, montou de cavalinho e começou a rebolar igualzinho à "cliente desconocida" na minha despedida da Paula. Ani, que ficou nos observando, ficou alucinada com os movimentos cadenciados da minha irmãzinha, que depois de alguns minutos gozou no mesmo instante que eu, algo que não acontecia com frequência entre a gente. Terminado esse banho prolongado, as garotas limparam meu amiguinho com a boca e tiveram que lavar a buceta de novo, o que levou mais quinze minutos — não sei por quê!? Um pouco mais tarde, almoçamos em família. O resto das meninas comentou sobre nosso banho e riram do que havíamos feito com a Ani. Ela nos acusou de ser uns degenerados, o que só fez as risadas e piadas continuarem até a sobremesa. Foram momentos que dificilmente esqueceremos. À tarde, fomos à praia. Em poucos minutos, os ingleses e os brasileiros se juntaram a nós. Assim que as apresentações terminaram, começamos o jogo de futebol. Agora éramos mais, então decidimos que seria Espanha contra o resto do mundo. Eles alinharam Ann, Mary, Miranda, Tomy, Roberto e Eneida; nós, Ani, Flo, Isa, tia Dani, mamãe e eu. Apesar da clara desvantagem em qualidade de jogadores, começamos a partida. Tentei dar o meu melhor, mas era impossível — e quando estávamos perdendo por 7 a 2, decidimos fazer uma substituição para equilibrar um pouco as coisas. Foi assim que tia Dani trocou de lado com Eneida, o que equilibrou um pouco o jogo, e no final perdemos só por 12 a 7. Terminamos exaustos, suados e, pelo visto, alguns com vontade de farra — porque dava pra notar que Tomy estava atrás da Flo e Roberto atrás da tia Dani… Isso último me pareceu absurdo, já que Eneida era uma mulher lindíssima, assim como a tia Dani, mas bem mais nova, e além do mais Roberto era casado com ela. No banho, à mercê de Dava pra sentir as ondas, os atritos e as investidas descaradas dos casais ali. Eu, por minha parte, só ficava nadando e brincando com o resto das meninas, incluindo as inglesas.

Quando saímos e depois de ficar de bobeira no sol por um bom tempo, os casais continuavam em seus papos particulares. Pra ser sincero, isso me incomodava um pouco. Ainda tenho aquele sentimento de que elas são minhas e de mais ninguém. É ridículo, depois de tudo que a gente já viveu, mas eu sou assim. Alguns vão dizer que é a lei do embudo: o lado largo pra mim e o estreito pros outros. Tentei não dar bola, até que em certo momento a Eneida estendeu a toalha dela do meu lado e começou a puxar conversa. Fiquei agradecido, porque me distraía dos meus pensamentos e sentimentos ruins.

Tudo fluiu normal até que a Eneida me disse:
"Claudião, eu e o Roberto tivemos a ideia de sair pra navegar no veleiro. Você poderia ir com a gente, o que acha?"
Eu: "Valeu, aceito! Sempre quis navegar num veleiro..."
Eneida: "Excelente! A gente sairia amanhã lá pelas 10h, pra aproveitar e navegar pela baía."
Eu: "Mas vocês sabem navegar?"
Eneida: "Hahaha, a gente é do Rio, claro que sabemos! Temos um veleiro e muita experiência. E mesmo que esse aqui seja menor, não temos problema pra manobrar."
Eu: "Mas dá pra navegar só nós três?"
Eneida: "Daria certo só comigo e o Roberto, mas a gente também convidou sua tia Dani... Vai ser legal."
Claudio: "Com certeza", eu disse, pensando que era mais que suspeito eles nos escolherem justo nós dois, mas fazer o quê, era assim mesmo...

Na volta, cansados e alguns até um pouco queimados de sol, como era o caso da minha mãe e da Ani, que tinham esquecido de se proteger, começamos o processo do banho e do preparo do jantar. A Ani se recusou a entrar no chuveiro com a Isa e comigo (na verdade, foi a Isa que pediu). Por outro lado, a tia Dani e minha mãe foram tomar banho, enquanto a Isa e a Ani preparavam a janta. Então, com a recusa da Ani e as risadinhas da Isa, fui conversar com a Flo...
"E aí, como vão as coisas com o inglesinho?"
Flo: "Tudo bem, ele é simpático e bonitinho..."
Eu: Vai continuar com ele…
Flo: Ciúmes?
Eu: Ah, não… é… meio que…
Flo: Bom, decide, hahaha… ciumento ou não?
Eu: Na verdade, sim, mas não sou seu dono…
Flo: É verdade, você não é meu dono… mas se eu for foder com ele, vou usar camisinha.
Eu: Por que diz isso?
Flo: Por se o inglesinho estiver com alguma merda… não quero que a família pegue algo, hahaha.
Eu: Mas pra isso você teria que foder comigo…
Flo: Sim, óbvio…
Eu: Então a gente toma banho junto.
Flo: Sim, óbvio…
Isa: Tá bom, mas a Ani e eu tomamos banho antes…
Ani: Mas sem truques, Isa…
Isa: Hahaha, sem truques.

Quando chegou nossa vez com a Flo, não esperei nem um segundo e comecei a agarra-la na sala de jantar, na frente da mamãe e da tia Dani, até a porta do banheiro. Elas faziam comentários que eu não ouvia direito, mas eram sobre a gente. Esbarramos na Ani e na Isa saindo do banheiro, que riram da minha falta de vergonha e tesão. A verdade é que não liguei e puxei os peitos da Flo pra fora do top do biquíni e me joguei pra curtir aqueles lindos mamilos que ela tem. Ela acariciava minha cabeça e com uma mão tirava meu amiguinho do calção. Não foi fácil, porque o cadarço do calção ainda estava molhado, mas quando conseguiu, começou a me masturbar… agarrei a bunda dela e a levei pro banheiro, depois a coloquei no chão e tirei a parte de baixo do biquíni, levantando ela e apoiando na pia.

Ani: Não fode ela na pia, que depois a gente vai escovar os dentes aí.
Eu: Depois a gente limpa.
Isa: Com cândida, hahaha, pra não dar de cara com uma surpresa.

A Flo me prendeu com as pernas e me puxou pra ela, então, diante de um convite desses, fui enfiando o pau devagar enquanto apertava os peitos dela e olhava nos seus olhos — olhos que transbordavam tesão! Quando cheguei até o fundo, ela soltou um gemidinho de desejo e comecei a meter sem dó nem piedade. Tudo isso acontecia sob o olhar atento das nossas mães e irmãs. Aí, mamãe e tia Dani fecharam a porta do banheiro, dizendo… pra que a gente não demorasse, por sua parte, Isa e Ani reclamaram que tinham fechado a porta. Lá dentro, eu dei duro na Flo, que depois de tanto tempo longe de mim se entregou ao prazeroso orgasmo que alcançamos e gozou gritando meu nome ao vento. Atrás da porta, ela fazia alguns comentários.

Entramos no chuveiro com a Flo ainda toda excitada, quando de repente a Ani entra pra buscar uma escova. Eu, sem muita delicadeza, agarrei ela pelo pulso, soltei a toalha com a que ainda estava enrolado e a puxei pro chuveiro. A Flo, entre risadas, pegou os peitos avermelhados dela e me ofereceu, eu os devorei sem piedade, depois enfiei meu pau e fizemos um sanduíche entre a Flo e eu. Apesar das reclamações da Ani, não teve jeito, ela teve que se resignar, então eu a comi até que ambos gozamos. Depois, coloquei as duas de joelhos no chuveiro (tive que sair dele) e, maliciosamente, descarreguei toda minha porra na cara das duas.

Flo: Você é um tarado, por que eu tinha que receber a porra que a Ani tirou de você?
Ani: Porque você que esquentou e deu pra ele, eu sou inocente.
Eu: As duas participaram disso, as duas mereciam o prêmio, hahaha.

Fechamos o chuveiro e nos secamos. Enquanto estávamos nisso, a Tia Dani apareceu e disse, entre risadas:
"Hmm! Parece que você curtiu minha garotinhas, não foi?", hahaha.
Flo: Sim, mãe, o gostoso é único…
Tia Dani: Mas e o Tomy?… hahaha.
Flo: Veremos, por enquanto o gostoso alivia a coceira da minha bucetinha, hehehe.
Ani: Eu não troco o gostoso, mas ele passou dos limites, mãe!
Tia Dani: Mas parece que você gostou, minha filha, hahaha.
Ani: Bom, não foi ruim, hahaha.

Com minhas ansiedades acalmadas, não convidei nenhuma das garotas para um passeio na praia ao anoitecer. Em vez disso, jogamos cartas. No começo, de forma bem inocente, apostamos grão-de-bico, mas na segunda rodada a Flo teve a ideia de me apostar, coisa estranha, já que eu também estava jogando, mas as outras apoiaram e decidiram que eu era o prêmio. A ganhadora foi a Ani, que levou seu prêmio para a cama. mesmo estando tão cansados que só deu tempo de curtir uma foda antes de querermos dormir abraçados, o que eu também agradeci.
No dia seguinte, a tia Dani e eu nos levantamos e nos esbarramos no banheiro. Ela colocou o biquíni fio dental mais ousado que conseguiu encontrar — acho que era um da Ani —, definitivamente minha tiazinha estava arrasando e sem dúvidas queria acabar com o Roberto. Por cima daquele fio dental minúsculo, ela vestiu um conjunto de moletom e uma corta-vento, seguindo a recomendação dos brasileiros. Eu coloquei algo parecido, com a exceção de que minha sunga não era uma zunga, porque não gosto que minhas bolas fiquem apertadas. Tomamos café da manhã enquanto as outras garotas ainda davam sinais de vida.
Por volta das 09:40, nos encontramos na orla da praia, como combinado com o casal de brasileiros, onde o responsável pelo local e pelo veleiro nos levaria em um bote de borracha para embarcarmos. Eu estava muito feliz, mesmo sabendo que eles eram os voyeurs, mas não me importava — eu iria navegar! Seria minha primeira experiência náutica, e nem preciso dizer que a tia Dani estava menos animada, já que com sorte ela tinha andado de barco alguma vez na vida. O sujeito responsável nos fez colocar os coletes salva-vidas e subimos no bote dele. O trajeto era curto, uns cinquenta metros que poderíamos ter nadado, mas tínhamos algumas coisas que não queríamos molhar.
Ao embarcar, não pude deixar de notar que Eneida estava com uma roupa digna de modelo de esportes aquáticos: vestia uma calcinha apertada que deixava aparecer as tiras do seu fio dental de sempre, além de levar a corta-vento na mão, então, como de costume, deixava à mostra seus seios túrgidos mal cobertos pelos triângulos do top do biquíni. Ela era tão ousada que o responsável pelo local não conseguia parar de olhar para essas maravilhas, tanto que o Roberto parecia divertido e me fazia sinais de que o cara estava louco por aquelas tetas.
Uma vez a bordo do veleiro, o casal nos explicou nossas funções, as medidas de segurança e o básico, pela primeira Uma vez eu descobri como funcionava o pequeno banheiro químico que tinha no barco, onde ficava o balde pra caso enjoo e outras coisas nada glamourosas. Depois de pronto, Roberto assumiu o leme e içamos as velas com Eneida pra finalmente zarpar… tudo indo bem, já que o vento tava favorável, a baía só tinha uns pequenos cachinhos nas ondas reduzidas. Eu tava curtindo a paisagem quando Eneida, que falava espanhol perfeitamente e já era bem faladeira, olha pra gente e pergunta:

— Desde quando vocês dois transam?

Tia Dani: — O que você tá dizendo, mulher?! — disfarçando muito mal o assunto…

Eneida: — A gente viu vocês transando duas vezes… o que indica que fazem isso há algum tempo…

Eu: — Vamos, tia, eles já sabem!… só faz uns dois meses — menti.

Roberto: — Eu te disse, Eneida… só faz pouco tempo…

Tia Dani: — Por favor, não podem contar pra ninguém, seria um escândalo!

Eneida: — Calma, não queremos estragar sua festa, hehehe…. Só que a gente tava se perguntando se…

Tia Dani: — Se o quê?

Roberto: — O que ela quer perguntar é se vocês querem foder com a gente?

Tia Dani: — Como assim?

Eneida: — É que a gente gosta de ter variedade e aventuras no sexo…

Roberto: — Sim, adoramos experimentar outros corpos, outros sabores…

Eu: — Eu gosto das coisas normais — falei preocupada.

Eneida: — Hahaha, a gente gosta das coisas retas… e de comum acordo.

Tia Dani: — Vocês tão nos convidando pra trocar de casal ou algo assim?

Roberto: — Isso… se não se importarem… não queremos que se sintam agredidos, é que eu e Eneida gostamos de experimentar outros sabores, ou seja, não me importo de ter sexo variado, assim todo mundo se diverte.

Tia Dani: — Mas não acharam outro casal?

Eneida: — Os ingleses são muito velhos, a filha deles veio sozinha, os outros vizinhos que ainda não chegaram eram nossos amigos com quem a gente compartilharia, conhecemos eles dois verões atrás, tínhamos combinado, mas tiveram um problema no trabalho e não sabem quando vão vir.

Tia Dani: — Então a gente é uma alternativa? E não procuraram outra no vilarejo?

Roberto: — Sim, uma muito Boa alternativa pelo que vimos, hehehe
Eneida: Quanto aos da cidade, não queremos nenhum, pois são jovens hippies com risco de hepatite C ou coisas piores. Quanto aos locais, são pescadores sem mundo, e não entenderiam nossa proposta…
Tia Dani: Por que não foram a outro lugar?
Roberto: Pensamos nisso…
Eneida: O lugar é lindo, a cabana é de nossos amigos e não pagamos nada para vir… além disso, quando íamos embora, percebemos vocês.
Roberto: É verdade, na verdade no início não pensamos em vocês, mas ao ver como vocês se pegavam nas duas noites anteriores, decidimos arriscar, já que Dani nos pareceu uma mulher de mundo e você, Claudio, um cara atraente que sabe o que faz, além de não parar de olhar a bunda da Eneida…
Eneida: O que dizem?
Tia Dani: Por mim tudo bem, e você, Claudito?
Eu: Bom, não sei o que pensar…
Eneida: Você não precisa decidir ainda… vamos navegar.

A verdade é que no início pensávamos que eram uns voyeurs meio mórbidos, mas no fim eram um casal procurando outro para trocas… Quem diria? Por minha parte, não sou de compartilhar a bucetinha das minhas mulheres, mas a vida me ensinou que as bucetas estarão onde se sentirem satisfeitas, e isso me fez mudar. Além disso, como diz o ditado, “onde se ganha o pão, não se come a carne” — é uma verdade, e não fui dos mais fiéis com elas, então elas devem decidir com quem ficar.

Eneida: Como eu disse, não queremos pressionar vocês. Se quiserem, conversem em privado na cabine.
Tia Dani: Sim, vamos, Claudito.

Entramos na cabine e nos sentamos para conversar. Tia Dani, de cara, já tinha aceitado — a verdade é que Eneida era uma gostosa, e mesmo que me incomodasse que Tia Dani quisesse experimentar o negão, pois sabia que o fetiche dela eram paus grandes e Roberto aparentemente estava bem equipado, além de eu não poder ser egoísta, especialmente depois que ele cobriu a mãe numa situação delicada… Enfim, mesmo não gostando que outro comesse a tia Dani, ela tinha que experimentar uma. enorme assim antes de morrer... Por minha parte, mesmo me sentindo um pouco ofendido porque indiretamente tia Dani considerava meu pau pequeno, também desejava a morena de olhos claros e bunda de outro mundo. Ela, ao notar minha irritação disfarçada, puxou minha sunga para baixo e, sem dizer água vai, começou a chupar meu pau, que rapidamente ficou duro. Estávamos nisso quando Eneida apareceu e disse:
"Ainda discutindo isso?, hahaha… perdão, já estou vendo, hahaha"
Tia Dani: "Sim, estou convencendo ele, hahaha"
Eneida: "Posso te ajudar a convencê-lo…"
Tia Dani: "Claro, com prazer…"
Eu: "Hmm… não sei… bom, mas…"
A morena desceu e se ajoelhou ao lado da minha tia, ambas pareciam lobas atacando um cordeiro… enquanto tia Dani curtia minha glande, Eneida se dedicou a saborear o tronco e minhas bolas. Eu me deixava amar e amassar seus peitos: os da tia Dani, grandes e um pouco caídos; os da morena, menores mas firmes, como lindas peras… me lembraram que eram tão tentadores quanto os de Rosalinda. Roberto não apareceu o tempo todo, e elas não foram para o convés até me fazerem gozar. Posso dizer que, sem dúvida, não poderia me opor.
Continua…

0 comentários - Como Cambió Mi Vida Capítulo 28 parte2