Mi delirio por las maduras. 4

Me despedi marcando um encontro pro dia seguinte. Sabia que ter que esperar até a hora de poder ficar na casa da Sra. Karen sozinho e pelo menos admirar aquela bunda deliciosa ia ser uma eternidade. O dia passou normal, mas meu tesão pra chegar a hora era enorme; durante o dia, sempre que dava, eu ia bater uma em homenagem a ela, queria muito provar aquele corpo. No dia seguinte, acordei cedo pra me arrumar o mais gostoso que eu conseguia na época. Que mulher, de qualquer idade, não gosta de perfume? Todas adoram. Na hora combinada, desci e bati na porta dela pra avisar que tava pronto. Fiz isso, e fiquei surpreso quando ela me recebeu de legging e uma camiseta casual. Ela tava sem dúvida acabada de acordar. Comentei que se quisesse, eu podia voltar mais tarde e deixar ela descansar, mas ela, sem me deixar terminar, me interrompeu, pegou meu braço e me puxou pra dentro. Já mais acordada, explicou que primeiro queria que eu desse uma olhada no chuveiro, porque ela queria tomar banho. Algo basicamente fácil de arrumar: um vazamento e troca do vedante em uma das torneiras. Ela foi bem clara, e eu tentei me concentrar no que ela dizia e evitar imaginar metendo nela por trás. Entrei no banheiro com minha mochila pra começar. Ela disse que ia espantar o sono. Pediu pra eu avisar quando terminasse. Como falei, foi coisa rápida. Terminei e chamei ela de dentro. "Pronto, Sra.!" K: "Já, filho? Não demorou nada. Você é assim pra tudo? Espero que não..." Quando ouvi a voz dela responder e se aproximar rápido. Ela, minha loucura, tava parada na porta, com uma regata preta bem larga, mostrando a pele branca linda e aquelas veias saltando nos peitos deliciosos dela. A lycra que eu já tava apaixonado de vontade de tirar. Respondi que sim... "Quer dar uma olhada?" Ela entrou no banheiro e Eu dou uma olhada nas maçanetas. Ah, filho! Tá perfeito. Muito obrigada. Ela me abraça de surpresa, me dando um beijo na boca e com os braços cruzados no meu pescoço. Ela só continuou sorrindo e me olhando nos olhos. Eu sabia que aquela era a oportunidade, mas foi tão rápido que travei. Meu sonho tava se realizando e eu não reagia. Ela se afastou, pedindo desculpas e se virando pra sair. Eu tava cagado de tesão e de nervoso. Me abaixei pra pegar a mala e saí do banheiro. Com um tom firme, ela me mandou continuar na cozinha, que ia tomar um banho. Respondi: sim, sem problemas, senhora. Naquele momento, indo pra cozinha, eu me odiava. Tinha tido bem na minha frente aquela oportunidade que tanto desejei e deixei escapar. Realmente puto, cheguei na pia e joguei a mochila, esticando as mãos pra abrir a porta de baixo. Sabia que era fácil, igual no banheiro, e não ia levar muito tempo pra consertar. Então desisti e fiquei parado pensando. Como será que ela reagiria se agora fosse eu que me jogasse nela? Ouvi a porta fechar, não podia deixar passar aquela oportunidade e não vou mentir, mesmo assim, hesitei em fazer. Meu pau, longe dela, tava duríssimo. Peguei nele imaginando como ela tirava aquela lycra branca e, de repente, falei pra mim mesmo: é agora ou nunca. Fui direto pro banheiro, com medo de que ela tivesse trancado a porta, mas não. Peguei a maçaneta e, com cuidado, abri a porta. Tava incerto de como ela ia reagir ao cruzar aquela linha que, de certa forma, ela já tinha cruzado. Caralho!, depois de tanto tempo, finalmente. O corpo magro e baixo daquela senhora de pele branca. Me tocou de costas e, puta merda! Que rabo, senhor. Mordi meus lábios, me tocando de novo. Hesitando em entrar por vergonha e medo. Ouvi um leve... vai ficar aí parado, filho?

2 comentários - Mi delirio por las maduras. 4

Uy como.esta la.señora
Sorpresa para el final amigo 😉