-Bom… acho que vou dormir agora. –Disse Agustina se cobrindo com o lençol.
Florcha já estava bem coberta. Martín permanecia no puff no meio das duas camas, ainda com o pau em pé de guerra.
Agustina meteu a mão por baixo da saia, e desceu a calcinha branca molhada pelas coxas, até chegar nos tornozelos e tirá-la. Por estar coberta pelo lençol, não dava para ver nada. Pegou-a e mostrou ao garoto, rindo. Jogou-a para seu irmão. Ele a pegou.
-Seu presente, irmãozinho. –Obrigado, Agu!
Florcha, ao ver isso, fez o mesmo. Por baixo do lençol, desceu a legging até tirá-la, enquanto Martín e sua irmã a observavam. Florencia puxou sua calcinha até os pés, removendo-a completamente. A cada movimento que fazia, notava o quanto estava molhada, toda melada. Estendeu-a para seu irmãozinho também.
De repente Martín tinha a calcinha branca e úmida de sua irmã Agustina em uma mão, e na outra uma calcinha preta toda melada de sua outra irmã Florencia, e ele com o pau duro à vista de ambas.
-Obrigado, Flor. –De nada.
O garoto a primeira coisa que fez foi endireitar a calcinha dobrada de Agustina, e cheirou primeiro, na parte vaginal. Estava muito úmida e brilhante, com muito cheiro. Adorou.
Passou para a outra. Abriu bem a calcinha preta e percebeu que essa estava diretamente muito molhada. Notava a cada toque com seus dedos, que Florencia devia ter se melado toda como uma safada. A parte interior estava toda cheia de fluidos até a parte mais fina da bunda, completamente encharcada. Será que ela não se mijou?
Sentiu o cheiro e era muito profundo e embriagador… tremendo.
A tudo isso, as garotas não perdiam um detalhe de como seu irmão fazia.
-Qual você gosta mais? –Perguntou brincando Agustina. –As duas!
Isso deixou o cara tarado a mil. Era demais, muita excitação. Tinha que se tocar já.
Agustina percebia o desesperado que ele estava, dava para notar muito.
-Bom, meninas… se não se importam… vou a… - Tentava explicar Martín, gesticulando com as roupas íntimas nas mãos.
- Não tem problema de você fazer aqui, irmãozinho. - Disse uma Agustina já muito excitada.
- Aqui??!?! Sério??
- Eu não tenho nenhum problema, assim é mais confortável pra você aí deitadinho. Pra você é um problema, Flor?
- Não… que ele faça aqui assim a gente vê, tô curiosa. - Florcha.
- Já ouviu, irmãozinho. - Agustina.
Brincando, flertando e zoando na mesa da cozinha, as irmãs e o garoto acabaram no quarto, os três super excitados e com tesão. Aquela noite o limite foi quebrado.
Martín levou uma mão ao seu membro, enquanto segurava agora com a outra ambas as peças íntimas. Subiu e desceu devagar duas ou três vezes, quando notou que estava ardendo.
Levou a mãozinha à boca e cuspiu um pouco de saliva. Voltou ao pau e lambuzou com a baba. Muito melhor. Agora sua mão deslizava perfeitamente em seu tronco duro e latejante há já algumas horas. Bendita juventude.
Enquanto começava a masturbação molhada, cheirou ambas as peças, as duas juntas. O que o estimulava no cheiro de buceta de suas irmãs era inacreditável.
O garoto pensava que suas irmãs agora estavam nuas sob o lençol, ambas com a buceta bem molhada e quente, vendo ele se masturbar com seus tangas e calcinhas cheias de umidade vaginal.
O bendito probleminha apareceu de novo. Sob essas condições impressionantes de tesão e morbidez, era impossível aguentar muito.
Florencia e Agustina observavam atentas e sem piscar enquanto seu irmão mais novo fazia uma masturbação lenta, subindo até a glande inchada e gordinha, até a base, chegando a roçar nos ovos. Agustina tinha os mamilos duros sob a camiseta, e a buceta toda inchada e viscosa, pronta para enfiar qualquer coisa. Florcha estava igual, mas encharcada, sentindo as coxas e os lençóis do colchão já molhados. Há um tempo era só uma sensação, mas agora já sentia de verdade ter a bunda molhada. corrimentos também. Sem mencionar que sentia borboletas no estômago. Estavam fora de controle.
Martín continuou com seu trabalho. Se masturbava devagar para esticar ao máximo o momento. De vez em quando parava, e ficava cheirando a calcinha da Florcha, e às vezes o fio dental da Agus, enquanto se punhetava.
Vê-lo cheirar sua própria calcinha molhada fez a Florencia — a buceta dela gritava por uma apalpada. Disfarçadamente debaixo do lençol, tocou o clitóris inchadíssimo que tinha naquele momento. Percebeu os dedos molhados. Mais uma que, ao se tocar um pouquinho, ia ter um orgasmo.
O rapaz, como ato final, sentiu o cheiro de ambas as bocetas aspirando as duas peças juntas, sentindo sua mão cheia de corrimentos vaginais de suas irmãs, e já era hora. Mal sentiu que ia gozar, levou ambos os tecidos ao seu pau, para acabar em cima deles, na frente de suas donas cheias de tesão.
Se punhetava agora a toda velocidade para que saísse a porra, enquanto tinha aquele tremendo orgasmo segurado havia horas, tendo fodido suas irmãs com roupa, tendo mostrado o pau para elas, tendo cheirado a buceta delas diretamente de suas virilhas, e com seus fios dentais e calcinhas que elas mesmas lhe deram.
O primeiro jato saiu disparado contra a cama da Agustina, batendo na borda de madeira. Os demais se espatifaram contra o fio dental da irmã mais velha e a calcinha da Florencia. Seus ovos descarregavam porra, e mais porra, estava sendo um orgasmo bem mais longo que o normal… que delícia! Quando parou de sair porra, Martín se limpou com ambas as peças todo o pau, deixando-o completamente limpo. Saiu tanto sêmen que tanto o fio dental branco quanto a calcinha preta ficaram repletos de porra quente.
O garoto relaxou, e mostrou ambos os tecidos às suas irmãs, um em cada mão, enquanto o pau ficava mole aos poucos…
Entre as garotas excitadas, e o sêmen derramado pelo rapaz, o cheiro de sexo que havia naquele quarto era supremo.
Ambas as fêmeas se Elas ficaram olhando atordoadas como aquele pau quente jorrou tanto esperma. Agustina esticou a mão para alcançar a calcinha do garoto, e pegou seu fio dental... Imediatamente sentiu seus dedos esquentarem por estarem tocando a porra de seu irmão.
- Olha só como você estava excitado!! Você me encheu toda com seu sêmen. - Disse Agustina olhando o fio dental de perto.
Florcha também esticou a mão e pegou sua calcinha preta, que agora parecia branca pela enorme quantidade de porra.
Ambas estavam tocando o sêmen quente recém-gozado de seu irmãozinho.
- Viu como está quentinho, guria? - Agustina.
- Sim... - Florcha.
- Você tem coragem de experimentar? - Agustina.
- Sério?! Não é nojento?
- Experimenta antes que esfrie, Flor!
- Que gosto tem? Experimenta primeiro!
Agustina olhou para sua irmã para ensiná-la como fazer. Passou um de seus dedinhos pelo fio dental para pegar um pouco de sêmen, e o colocou na boca, apertando o dedo com os lábios. Gostou do sabor, mas gostou mais de senti-lo quentinho.
Tirou o dedo da boca e pegou mais, para dar outra provadinha.
- Está gostoso, guria, vai lá experimenta. - Agustina.
- Ok.
Florcha tentou fazer o mesmo. Enfiou um de seus dedos na calcinha cheia de seus fluidos e da porra de seu irmão. Pegou um pouco de sêmen e o colocou em sua boquinha. A primeira sensação foi um sabor meio doce.
- Mm. É estranho... é um sabor muito estranho, meio doce, né? - Florcha.
- Sim... deve ser a coca-Booty! Hahaha - Disse rindo Agustina, enquanto dava outra provada, desta vez pegando mais porra ainda quentinha de seu fio dental.
Florencia fez o mesmo. Pegavam sêmen com os dedinhos e o colocavam na boca. Deram mais algumas provadinhas, até que o esperma foi esfriando. Depois entregaram as peças completamente sujas a seu irmão para que ele as levasse à máquina de lavar.
Martín não conseguia acreditar no que tinha visto. Experimentar sua porra??? Se tudo o que tinha acontecido não era suficiente... ainda tinha mais surpresas! Ver suas irmãs colocando seus próprios dedos cheios de porra e fluidos vaginais na boca, quase já tinha ele duro de novo!
Puxou o short e saiu do quarto, com os dois tecidos grudados.
-Até amanhã, meninas… e obrigado.
-Até amanhã, irmãozinho… ah, e lembra que nem uma palavra pra NINGUÉM.
O rapaz acenou com a cabeça e saiu.
Foi até a lavanderia e jogou as roupas lá dentro. Tinha mais roupa suja, então ligou a máquina e fechou a porta.
Foi para o seu quarto dormir, já com os primeiros raios de sol da manhã aparecendo.
As irmãs ficaram conversando sobre o que aconteceu, enquanto continuavam deitadas em suas camas.
-Ei… será que não exageramos um pouco? -Florcha.
-Boluda… tô mais excitada que nunca e você vem me perguntar isso? Hahaha.
-Haha… eu também… não sabe como tá minha buceta… me molhei demais! Tô manchando o lençol, me lembra amanhã de lavar. -Florcha.
-Adorei o pau que ele tem. Deu uma vontade de enfiar na boca! –Agustina.
-E depois quando ele fez a masturbação? Não acredito como ficamos!
-Me desculpa, mas eu preciso me tocar, irmãzinha.
-Eu também, Agus.
-Bom, vamos fazer as duas juntas… mas sem fazer barulho!
Florencia e Agustina tiraram toda a roupa e se cobriram com o lençol. Começaram a se masturbar.
Agustina passou uma mão pelo pubis lisinho, tocando o clitóris. Quase morreu. Continuou descendo, esfregando os lábios bem molhados. Enfiou dois dedos facilmente na buceta, tirava e metia. Com a outra mão, chupou um dedo e o enfiou levemente no cu.
Florencia abriu bem as pernas, tocou primeiro o pubis peludo e depois a vagina. Apalpou como estavam os lábios, super inchados. O clitóris ela sentia grandinho e muito sensível. A buceta estava escorrendo, deslizou um dedo um pouquinho dentro da xota, mas não queria forçar o hímen. Contentou-se como sempre, curtindo o clitóris.
Enquanto ambas soltavam leves gemidinhos, estavam prestes a chegar ao orgasmo. - Já experimentou colocar o dedo na buceta? - perguntou Agustina entre suspiros.
- Não... ainda não, está doendo um pouco.
- Florcha.
- Mmmhhh... tenta enfiar na bunda.
- Agustina.
Florencia, enquanto mantinha uma mão no clitóris, com a outra buscou seu ânus, ergueu a bunda um pouco e enfiou a mão entre suas enormes nádegas. Não precisava de lubrificação porque estava cheia até o talo de lubrificação natural. Encontrou o buraquinho e tentou enfiar, entrou super fácil. Estremeceu imediatamente ao sentir meio dedo dentro do cu. Masturbou mais o clitóris, com o dedinho enfiado na bunda e gozou. Contorceu-se pela cama toda, soltando gemidos baixos.
- Ahhhhh mmmmmm.... uhhh
Agustina ouviu sua irmã e também gozou, masturbando o clitóris com dois dedos entrando e saindo de sua buceta.
Após os super-orgasmos... ficaram caladas e quietas, esparramadas sobre as camas, de pernas abertas.
- Uffff... irmãzinha! Acho que nunca tive um assim! - disse Agustina.
- Mmmhhh nem eu... foi tremendo! - respondeu Florcha.
- Como esse cara nos deixou, meu Deus...
Florencia tirou o dedo de dentro da bunda, enquanto acariciava a buceta com a mão... assim até adormecer. Agustina apagou logo em seguida.
Florcha já estava bem coberta. Martín permanecia no puff no meio das duas camas, ainda com o pau em pé de guerra.
Agustina meteu a mão por baixo da saia, e desceu a calcinha branca molhada pelas coxas, até chegar nos tornozelos e tirá-la. Por estar coberta pelo lençol, não dava para ver nada. Pegou-a e mostrou ao garoto, rindo. Jogou-a para seu irmão. Ele a pegou.
-Seu presente, irmãozinho. –Obrigado, Agu!
Florcha, ao ver isso, fez o mesmo. Por baixo do lençol, desceu a legging até tirá-la, enquanto Martín e sua irmã a observavam. Florencia puxou sua calcinha até os pés, removendo-a completamente. A cada movimento que fazia, notava o quanto estava molhada, toda melada. Estendeu-a para seu irmãozinho também.
De repente Martín tinha a calcinha branca e úmida de sua irmã Agustina em uma mão, e na outra uma calcinha preta toda melada de sua outra irmã Florencia, e ele com o pau duro à vista de ambas.
-Obrigado, Flor. –De nada.
O garoto a primeira coisa que fez foi endireitar a calcinha dobrada de Agustina, e cheirou primeiro, na parte vaginal. Estava muito úmida e brilhante, com muito cheiro. Adorou.
Passou para a outra. Abriu bem a calcinha preta e percebeu que essa estava diretamente muito molhada. Notava a cada toque com seus dedos, que Florencia devia ter se melado toda como uma safada. A parte interior estava toda cheia de fluidos até a parte mais fina da bunda, completamente encharcada. Será que ela não se mijou?
Sentiu o cheiro e era muito profundo e embriagador… tremendo.
A tudo isso, as garotas não perdiam um detalhe de como seu irmão fazia.
-Qual você gosta mais? –Perguntou brincando Agustina. –As duas!
Isso deixou o cara tarado a mil. Era demais, muita excitação. Tinha que se tocar já.
Agustina percebia o desesperado que ele estava, dava para notar muito.
-Bom, meninas… se não se importam… vou a… - Tentava explicar Martín, gesticulando com as roupas íntimas nas mãos.
- Não tem problema de você fazer aqui, irmãozinho. - Disse uma Agustina já muito excitada.
- Aqui??!?! Sério??
- Eu não tenho nenhum problema, assim é mais confortável pra você aí deitadinho. Pra você é um problema, Flor?
- Não… que ele faça aqui assim a gente vê, tô curiosa. - Florcha.
- Já ouviu, irmãozinho. - Agustina.
Brincando, flertando e zoando na mesa da cozinha, as irmãs e o garoto acabaram no quarto, os três super excitados e com tesão. Aquela noite o limite foi quebrado.
Martín levou uma mão ao seu membro, enquanto segurava agora com a outra ambas as peças íntimas. Subiu e desceu devagar duas ou três vezes, quando notou que estava ardendo.
Levou a mãozinha à boca e cuspiu um pouco de saliva. Voltou ao pau e lambuzou com a baba. Muito melhor. Agora sua mão deslizava perfeitamente em seu tronco duro e latejante há já algumas horas. Bendita juventude.
Enquanto começava a masturbação molhada, cheirou ambas as peças, as duas juntas. O que o estimulava no cheiro de buceta de suas irmãs era inacreditável.
O garoto pensava que suas irmãs agora estavam nuas sob o lençol, ambas com a buceta bem molhada e quente, vendo ele se masturbar com seus tangas e calcinhas cheias de umidade vaginal.
O bendito probleminha apareceu de novo. Sob essas condições impressionantes de tesão e morbidez, era impossível aguentar muito.
Florencia e Agustina observavam atentas e sem piscar enquanto seu irmão mais novo fazia uma masturbação lenta, subindo até a glande inchada e gordinha, até a base, chegando a roçar nos ovos. Agustina tinha os mamilos duros sob a camiseta, e a buceta toda inchada e viscosa, pronta para enfiar qualquer coisa. Florcha estava igual, mas encharcada, sentindo as coxas e os lençóis do colchão já molhados. Há um tempo era só uma sensação, mas agora já sentia de verdade ter a bunda molhada. corrimentos também. Sem mencionar que sentia borboletas no estômago. Estavam fora de controle.
Martín continuou com seu trabalho. Se masturbava devagar para esticar ao máximo o momento. De vez em quando parava, e ficava cheirando a calcinha da Florcha, e às vezes o fio dental da Agus, enquanto se punhetava.
Vê-lo cheirar sua própria calcinha molhada fez a Florencia — a buceta dela gritava por uma apalpada. Disfarçadamente debaixo do lençol, tocou o clitóris inchadíssimo que tinha naquele momento. Percebeu os dedos molhados. Mais uma que, ao se tocar um pouquinho, ia ter um orgasmo.
O rapaz, como ato final, sentiu o cheiro de ambas as bocetas aspirando as duas peças juntas, sentindo sua mão cheia de corrimentos vaginais de suas irmãs, e já era hora. Mal sentiu que ia gozar, levou ambos os tecidos ao seu pau, para acabar em cima deles, na frente de suas donas cheias de tesão.
Se punhetava agora a toda velocidade para que saísse a porra, enquanto tinha aquele tremendo orgasmo segurado havia horas, tendo fodido suas irmãs com roupa, tendo mostrado o pau para elas, tendo cheirado a buceta delas diretamente de suas virilhas, e com seus fios dentais e calcinhas que elas mesmas lhe deram.
O primeiro jato saiu disparado contra a cama da Agustina, batendo na borda de madeira. Os demais se espatifaram contra o fio dental da irmã mais velha e a calcinha da Florencia. Seus ovos descarregavam porra, e mais porra, estava sendo um orgasmo bem mais longo que o normal… que delícia! Quando parou de sair porra, Martín se limpou com ambas as peças todo o pau, deixando-o completamente limpo. Saiu tanto sêmen que tanto o fio dental branco quanto a calcinha preta ficaram repletos de porra quente.
O garoto relaxou, e mostrou ambos os tecidos às suas irmãs, um em cada mão, enquanto o pau ficava mole aos poucos…
Entre as garotas excitadas, e o sêmen derramado pelo rapaz, o cheiro de sexo que havia naquele quarto era supremo.
Ambas as fêmeas se Elas ficaram olhando atordoadas como aquele pau quente jorrou tanto esperma. Agustina esticou a mão para alcançar a calcinha do garoto, e pegou seu fio dental... Imediatamente sentiu seus dedos esquentarem por estarem tocando a porra de seu irmão.
- Olha só como você estava excitado!! Você me encheu toda com seu sêmen. - Disse Agustina olhando o fio dental de perto.
Florcha também esticou a mão e pegou sua calcinha preta, que agora parecia branca pela enorme quantidade de porra.
Ambas estavam tocando o sêmen quente recém-gozado de seu irmãozinho.
- Viu como está quentinho, guria? - Agustina.
- Sim... - Florcha.
- Você tem coragem de experimentar? - Agustina.
- Sério?! Não é nojento?
- Experimenta antes que esfrie, Flor!
- Que gosto tem? Experimenta primeiro!
Agustina olhou para sua irmã para ensiná-la como fazer. Passou um de seus dedinhos pelo fio dental para pegar um pouco de sêmen, e o colocou na boca, apertando o dedo com os lábios. Gostou do sabor, mas gostou mais de senti-lo quentinho.
Tirou o dedo da boca e pegou mais, para dar outra provadinha.
- Está gostoso, guria, vai lá experimenta. - Agustina.
- Ok.
Florcha tentou fazer o mesmo. Enfiou um de seus dedos na calcinha cheia de seus fluidos e da porra de seu irmão. Pegou um pouco de sêmen e o colocou em sua boquinha. A primeira sensação foi um sabor meio doce.
- Mm. É estranho... é um sabor muito estranho, meio doce, né? - Florcha.
- Sim... deve ser a coca-Booty! Hahaha - Disse rindo Agustina, enquanto dava outra provada, desta vez pegando mais porra ainda quentinha de seu fio dental.
Florencia fez o mesmo. Pegavam sêmen com os dedinhos e o colocavam na boca. Deram mais algumas provadinhas, até que o esperma foi esfriando. Depois entregaram as peças completamente sujas a seu irmão para que ele as levasse à máquina de lavar.
Martín não conseguia acreditar no que tinha visto. Experimentar sua porra??? Se tudo o que tinha acontecido não era suficiente... ainda tinha mais surpresas! Ver suas irmãs colocando seus próprios dedos cheios de porra e fluidos vaginais na boca, quase já tinha ele duro de novo!
Puxou o short e saiu do quarto, com os dois tecidos grudados.
-Até amanhã, meninas… e obrigado.
-Até amanhã, irmãozinho… ah, e lembra que nem uma palavra pra NINGUÉM.
O rapaz acenou com a cabeça e saiu.
Foi até a lavanderia e jogou as roupas lá dentro. Tinha mais roupa suja, então ligou a máquina e fechou a porta.
Foi para o seu quarto dormir, já com os primeiros raios de sol da manhã aparecendo.
As irmãs ficaram conversando sobre o que aconteceu, enquanto continuavam deitadas em suas camas.
-Ei… será que não exageramos um pouco? -Florcha.
-Boluda… tô mais excitada que nunca e você vem me perguntar isso? Hahaha.
-Haha… eu também… não sabe como tá minha buceta… me molhei demais! Tô manchando o lençol, me lembra amanhã de lavar. -Florcha.
-Adorei o pau que ele tem. Deu uma vontade de enfiar na boca! –Agustina.
-E depois quando ele fez a masturbação? Não acredito como ficamos!
-Me desculpa, mas eu preciso me tocar, irmãzinha.
-Eu também, Agus.
-Bom, vamos fazer as duas juntas… mas sem fazer barulho!
Florencia e Agustina tiraram toda a roupa e se cobriram com o lençol. Começaram a se masturbar.
Agustina passou uma mão pelo pubis lisinho, tocando o clitóris. Quase morreu. Continuou descendo, esfregando os lábios bem molhados. Enfiou dois dedos facilmente na buceta, tirava e metia. Com a outra mão, chupou um dedo e o enfiou levemente no cu.
Florencia abriu bem as pernas, tocou primeiro o pubis peludo e depois a vagina. Apalpou como estavam os lábios, super inchados. O clitóris ela sentia grandinho e muito sensível. A buceta estava escorrendo, deslizou um dedo um pouquinho dentro da xota, mas não queria forçar o hímen. Contentou-se como sempre, curtindo o clitóris.
Enquanto ambas soltavam leves gemidinhos, estavam prestes a chegar ao orgasmo. - Já experimentou colocar o dedo na buceta? - perguntou Agustina entre suspiros.
- Não... ainda não, está doendo um pouco.
- Florcha.
- Mmmhhh... tenta enfiar na bunda.
- Agustina.
Florencia, enquanto mantinha uma mão no clitóris, com a outra buscou seu ânus, ergueu a bunda um pouco e enfiou a mão entre suas enormes nádegas. Não precisava de lubrificação porque estava cheia até o talo de lubrificação natural. Encontrou o buraquinho e tentou enfiar, entrou super fácil. Estremeceu imediatamente ao sentir meio dedo dentro do cu. Masturbou mais o clitóris, com o dedinho enfiado na bunda e gozou. Contorceu-se pela cama toda, soltando gemidos baixos.
- Ahhhhh mmmmmm.... uhhh
Agustina ouviu sua irmã e também gozou, masturbando o clitóris com dois dedos entrando e saindo de sua buceta.
Após os super-orgasmos... ficaram caladas e quietas, esparramadas sobre as camas, de pernas abertas.
- Uffff... irmãzinha! Acho que nunca tive um assim! - disse Agustina.
- Mmmhhh nem eu... foi tremendo! - respondeu Florcha.
- Como esse cara nos deixou, meu Deus...
Florencia tirou o dedo de dentro da bunda, enquanto acariciava a buceta com a mão... assim até adormecer. Agustina apagou logo em seguida.
5 comentários - Irmãs (cap 9.3)
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