Mi delirio por las maduras. 3

O tempo não para. Quando comecei os cursos na escola de eletrônica, por causa dos horários, comecei a me ausentar da casa da Steph. Eu chegava cansado e, embora a vontade de estar com ela e ver a bunda da Karen ainda existisse, já não era a mesma coisa. Passou um tempo e depois descobri que a Steph tinha um namorado oficial, isso me irritou pra caralho, mas era lógico. Agora eles estavam aproveitando o fogo da Steph, e não eu. A situação fez com que eu simplesmente parasse de ir na casa dela, mas minha renúncia e desejo não me deixavam em paz. Eu queria ver a Karen, porque aquela situação passada no quarto dela me dizia que havia uma chance mínima de ficar com ela. Ela sempre me dizia que eu era muito gostoso e coisas do tipo, óbvio que eu levava isso além e pensava comigo mesmo que ela queria me provar. As escadas davam direto na janela do quarto dela, e ela tinha umas cortinas transparentes; às vezes dormia com elas abertas, de um jeito que dava pra ver ela deitada. Era tanto o meu desejo, só de vê-la, que decidi capturar aquela bunda incrível e deliciosa pra poder até colocar de papel de parede, hahaha! Sempre procurei uma oportunidade de vê-la. Começaram a aparecer os bastões de selfie, e eu não perderia a chance de dar um excelente uso neles. Comprei um e esperei a noite pra, com o bastão, colocar meu celular na janela dela e capturar o máximo que pudesse. A adrenalina de algum outro vizinho me ver, ou alguém da minha casa, ou até mesmo ela me descobrir, era grande, mas eu sempre soube que valia a pena o risco. Era uma bunda perfeita mesmo. O jeito dela me dizia que era uma verdadeira puta na cama, e eu me tornei tão tarado. Durante esse tempo, tive umas relações com garotas da minha idade ou mais novas. Eu desejava estar com a Karen, e já tinham se passado dois anos. Com 20 anos, eu tinha a confiança de que poderia realizar isso. Toda vez que a encontrava na rua ou na menor coincidência com ela, aproveitava pra cumprimentá-la quase beijando a boca dela. Nunca me Não disse nada, então pra mim era mais um sinal de que eu poderia ter ela só pra mim. Capturei o que pude e guardei como o maior tesouro. Comecei a adquirir conhecimentos técnicos, de eletrônica, encanamento e linha branca. Sempre me ensinaram que eu tinha que resolver qualquer situação, mas sabia que aquilo também podia ser uma arma pra ver a dona Karen. Inconsciente ou não, espalhei informação do que eu sabia pra chegar até ela e, sem dúvida e pra minha sorte, deu resultado. Um dia durante a semana, encontrei ela de manhã, ela sempre usava aqueles leggings, óbvio que sabia o que carregava e eu acho que ela sabia que eu queria comer ela. Não sei vocês, amigos leitores, mas a combinação e o equilíbrio entre juventude e maturidade é uma mistura perfeita. Não tinha motivo nenhum pra meu desejo não se realizar, e é que eu me sentia tão seguro de que conseguiria estar à altura daquela mulherão. Naquela manhã, saí pra vender uns baguetes e ofereci um pra ela. Óbvio, o querer ficar bem de Velkan não ia cobrar. Foi assim e ela aceitou com gosto. Meus baguetes eram muito bem feitos, sabia que ela ia adorar. Ela aceitou um e aproveitou pra me contar de um problema que tinha na pia da cozinha e outro com o chuveiro. Pum! Minha mente, com toda rapidez, me colocou naquelas histórias do encanador ou eletricista que acaba transando com a dona da casa. Era minha chance, talvez, ou pelo menos podia ver ela de novo por um tempo. Aceitei dar uma olhada no problema que ela tava me contando e, com um sorriso, ela me beijou na bochecha e fechou com um encontro marcado pra manhã seguinte na casa dela pra resolver o assunto... Continua...

2 comentários - Mi delirio por las maduras. 3

SlashMM +1
La hces muy larga hijo de puta
Jajaja, es Real, no relato fantasía de chaqueta. Amigo