Incesto inesperado. Oi, me chamo Paula Alondra, e sou nova nessa parada de contos, mas adoro imaginar histórias de amor, paixão e também sexo, é tipo um fetiche, então hoje vim trazer umas histórias imaginadas por mim mesma. Curto várias coisas, então pode ser que eu tenha relatos falando como garota, assim como falando como garoto, e espero ser bem aceita nessa comunidade com meus contos. Começo Uma história de como comecei a curtir o sexo... Incestuoso? Meu nome é Daniela, tenho 22 anos e moro com minha mãe e meu irmão. Tudo começou num fim de semana, sexta-feira pra ser exata, minhas aulas da semana tinham acabado, e eu, já cansada e de saco cheio da escola, tinha planos de sair. Minha melhor amiga e meu grupo de amigas me chamaram pra uma festa tipo universitária, onde só ia ter gente do instituto, sem preocupação com adulto. Eu, sem pensar duas vezes, sabia que tinha que ir pra festa, custasse o que custasse, embora isso não fosse problema pra mim, porque só precisava da permissão da minha mãe e mais nada, e minha mãe é das melhores. "O nome dela é Diana, tem 41 anos, e vive sozinha há muito tempo, praticamente desde que me lembro. Ela é mãe solteira de dois filhos: eu e um garoto de 14 anos, o nome dele é José Maria, e ele é meu irmão mais novo. A gente sempre viveu só nós três, embora antes fosse só eu. Acontece que minha mãe e meu irmão não são realmente minha mãe nem meu irmão, porque ela nos adotou a mim e a ele de um orfanato, e nenhum de nós três tem relação biológica entre si." As aulas terminam e eu tô voltando pra casa. Chego, deixo minhas coisas e vou direto falar com minha mãe. — Mãe, acabei de te falar, mas hoje vou numa festa, tenho sua permissão pra ir? — Claro, filha, mas te digo que você sempre pode ir sem pedir permissão, fico feliz que ainda assim pergunte. — Valeu, mãe, você é a melhor de todas! Dei um abraço nela e fui me arrumar, porque faltava um tempinho. Faltam 5 horas pra festa, e eu ainda não tava nem arrumada, nem banhada, e ainda por cima tinha tido treino de vôlei hoje, e também não tinha feito minhas tarefas, então me toquei. Já se passaram umas 2 horas e acabei de sair do banho. No meu quarto, começo a me perguntar: "O que eu vou vestir?" Aí depois de um tempinho procurando, finalmente me decidi. O look foi o seguinte:
-Roupa íntima: Uma calcinha de renda de algodão azul, e um sutiã de renda azul também.
-Parte de baixo: Meia arrastão, meias pretas, um short jeans meio curto e um tênis vermelho e branco.
-Parte de cima: Uma camisola vermelha curta, uma camisa xadrez vermelha e preta e uma jaqueta jeans meio rasgada.
-Acessórios: Uns óculos sem lente, um brinco em formato de argola na orelha direita e um colar de prata com um coração.
-Extra: Unhas pintadas de vermelho, lábios pintados de vermelho intenso e olhos e cílios com delineado preto.
Finalmente tô pronta pra festa. Depois de me perfumar e pentear, fui ver minha mãe de novo.
-E aí, mãe, o que cê acha? Tá gostando?
-Nossa! Você é minha filha ou uma supermodelo que entrou na minha casa? Haha, só brincando, cê tá linda demais e muito gostosa, filha.
-Ah, obrigada, mãe, tô muito animada pra festa.
-Dá pra ver, hein. Com essa roupa, você vai arrasar na festa toda, toda bonita e sensual. Aposto que muitos caras e minas vão querer ficar com você ou puxar papo.
-Cê acha? Não acho que sou tão gostosa assim.
-Como não? Cê é linda, filha, e tem que se orgulhar disso.
-Valeu pelas palavras sábias, mãe, hahaha. *Já vai?
-Ah, oi José, isso mesmo, o que cê acha? Tô bonita?
*Ué, se a mãe já disse que cê tá bonita, então cê tá bonita.
-Ei, vem cá! Mesmo eu e meu irmão não sendo de sangue, sinto que ele sempre esteve comigo a vida toda, e é tipo meu parceiro e ajudante em tudo, praticamente meu melhor amigo.
-Ei, mais te vale obedecer a mãe enquanto eu não tô aqui. *Sabe sim, você parece uma mãe ou um pai. — Sou sua irmã mais velha, idiota. E também cuida dela e não vão dormir tarde. *A que horas você acha que volta? — Na verdade, não tenho certeza, se a festa ficar chata, talvez esteja aqui antes das 10, senão posso chegar depois da meia-noite. — Tem certeza de que não quer que eu vá te buscar se chegar tarde? — Fica tranquila, mãe, vou ficar bem, além disso, você e meu irmão deviam descansar melhor. — Tá bom, mas toma muito cuidado, e se for beber, que seja moderadamente e pouco. — Não se preocupa com isso, mãe, confia em mim. — Bom, confio em você, filha. Depois de um tempo ajudando em casa e fazendo minhas tarefas, chegou a hora. — Bom, mãe, irmão, já vou, prometo que volto logo. *Posso comer doce depois do jantar? — Pode, mas só um, e lembra de escovar os dentes também. *Claro, irmã, se diverte na festa. — Cuida da mãe e não durmam tarde. — Com muito cuidado, filha, se acontecer alguma coisa, me liga. — Claro, mãe, prometo que vou ficar bem, te amo, mãe. — Eu também te amo muito, filha. Minha mãe se aproximou e me deu um beijo no rosto de despedida. — Se diverte muito, filha. — Claro, mãe, vou sim. Depois desse momento, saí de casa, e minha melhor amiga e meu grupo de amigas estavam me esperando no carro delas, prontas pra ir pra festa. Minha mãe também saiu pra se despedir de novo, ela sempre fica muito preocupada quando a gente vai sair. Depois de entrar no carro, partimos pra festa, que ia ser na casa de um dos caras da nossa sala. Enquanto a gente chegava, uma amiga começou a falar comigo sobre minha mãe. +Ei, Daniela, posso te falar uma coisa, mas você não fica brava? — Ehhh, claro, o que foi? +Sinceramente, sua mãe é muito gostosa, tem um corpo incrível e muito bem definido. — Oi! De onde veio isso agora? +Tô falando com todo respeito, não me interpreta mal, além de que nunca tinha visto ela tão bem como agora há pouco. — E por que você tá me dizendo isso? +Porque sinceramente, eu invejo sua mãe, na idade dela e com essa bunda enorme Figura que tem, aposto que você também pensa igual. —Pois é… Pra ser sincero, não vou mentir, eu realmente tenho inveja dela, tomara que quando eu for uma senhora, fique tão linda e gostosa quanto minha mãe. +Tá vendo? “Ei, já chega de conversa por agora, guardem saliva pros drinks, que isso vai ser incrível. Enquanto a gente chegava na festa, por algum motivo fiquei pensando na minha mãe o caminho inteiro, mas por quê? Não sei, mas finalmente chegamos na casa do garoto da minha sala, e que casa, hein. Ao chegar, parecia que tinha entrado num salão ou algo assim, porque a casa do menino onde seria a festa era do Damião, o gato gostoso da sala, só a casa dele tinha 3 andares e facilmente umas 30 cômodos no total, diferente da minha que parece um apartamentinho pra 2 pessoas. #Ei, meninas! E aí? “E aí, Damião? Já chegaram convidados ou somos as primeiras? #Nada disso, já chegou a maioria da turma, então por que não estacionam o carro lá atrás e vêm pra dentro? Tem bebida, jogos e petiscos pra caramba. “E seus pais? #Não se preocupa com eles, saíram com minha irmã pra casa de um tio meu, só voltam amanhã à noite. “Beleza, então a gente se vê agora. Minha melhor amiga foi estacionar o carro, porque ela era a única que sabia dirigir no nosso grupo de amigas, além de que o carro era do pai dela. Depois de estacionar, fomos pra casa. “Ei, garota, você tá pensativa. —Hã? “Você ficou pensando muito desde o caminho, tá bem? —Ah, sim, claro, é só uma bobagem. “E quer falar sobre isso com sua melhor amiga? —Por agora acho melhor guardar como algo pessoal, mas se continuar assim, te conto. “Tá bom, tenta ficar animada e aproveita a festa pra esquecer a merda da escola. Chegamos na casa e fomos recebidas pelo meu amigo, quando entrei parecia que tava num puteiro, tinha uma sala enorme com uma TV gigante, um balcão de joguei uns drinques pro lado, e uma mesa enorme cheia de tequila, cerveja e aperitivos. Eu e meus amigos começamos a beber sem controle enquanto conversávamos e zoávamos com os outros da nossa turma, isso foi por um tempão, facilmente deu 9 da noite e já muitos de nós estávamos no limite do álcool, eu tentei me controlar como minha mãe tinha falado, e era a mais sã do meu grupo de amigas. ‘Oiii, Daniela! -Que foi, Jessy? ‘Hoje você veio muito gostosa, tá muito sensual, sabia? -Jessy, acho que você já bebeu demais, que tal dar uma pausa nos drinques? ‘Quem é Jessy? Dane-se quem se chama Jessy, que nome besta, hahaha. -Você com certeza tá bêbada, acho melhor te levar pra um sofá. ‘Sabia que sofás são tipo camas, mas pequenas e com uma corcunda? Haha. Parece que a festa tinha começado cedo demais, porque já a maioria tava muito bebada e bêbada, e eu começava a ficar entediada, então já tava pensando em ir pra casa. Passaram mais 2 horas e a festa já não passava de um buteco chato, todo mundo já tava bebado e alguns já tinham ido embora, outros tantos já estavam dormindo e largados, e outros ainda continuavam bebendo, acho que eu era a única que tava mais sã, até minha melhor amiga já tava muito bebada, então sabia que não ia conseguir ir embora com ela naquele estado. #Ei! -Ah, oi. #Posso? -Pode. Damião sentou do meu lado, parecia que era o único que também continuava são. #Não saiu como eu esperava. -Do que você tá falando? #A festa, olha, já todo mundo tá muito bebado e bêbado, e outros já até foram embora, eu pensei que seria algo mais animado, não só uma festa onde todo mundo beberia até cair. -É que as coisas costumam dar errado, mas acho que fica pra próxima. #E você? Ainda tá sã e não bebeu. -É porque prometi pra minha mãe que não ia beber muito. #Então você é uma filha responsável. -Basicamente é isso. #Imagino que você já queira ir embora, né? Digo, todas suas amigas já tão bebadas Bêbadas.
—Então, praticamente também, mas minha melhor amiga já tá dormindo de tão bebona que tá. #Quer que eu te leve pra sua casa? — Você sabe dirigir?
#Sim, meu pai é viciado em carros, então me ensinou a dirigir desde pequeno. — Então você pode?
#Se você me pedir, eu posso. — Pode me levar pra minha casa?
#Claro, vamos, vem.
Damião me levou pra parte de trás da casa dele, onde tinha o que parecia um depósito ou uma garagem enorme. Quando entrei, tinha uns 6 carros de marca e de alto custo, entre eles uma caminhonete Land Rover, um dos meus carros favoritos. Então pedi pra Damião se a gente podia ir naquele carro, já que meu sonho era ter uma caminhonete daquelas. Damião aceitou me levar, e saímos da casa dele, o que não era muito seguro, mas ele parecia não ligar. Depois de uma viagem curta e silenciosa, sem palavras, finalmente chegamos na minha casa. São 11:30, então acho que minha mãe e meu irmão já devem estar dormindo. Mas antes de eu descer da caminhonete, aconteceu uma coisa.
— Bom, essa é minha casa, então valeu.
#Sim, bom, de nada.
— Bom, então vou descer.
#Sim, claro, desce se quiser.
— Qual é o seu problema?
#Do que você tá falando?
— Tão seco e arrogante do nada.
#Ah, não, sei lá, eu tô bem, você é que não sei.
— Ahhh, tá bom, tudo bem.
Dava pra ver que ele queria mais do que um simples obrigado, então pra ele parar de encher o saco, me aproximei e dei um beijo na boca dele, algo que eu nunca pensei que faria, mas fazer o quê. Só que Damião se empolgou demais, porque quando eu dei o beijo, ele começou a me tocar rápido e sem vergonha, sem minha permissão, além de meter a língua na minha boca. Então eu empurrei ele pra longe.
— Mhhhh, Ahhhg, ei, que porra é essa?!
#O quê? Tamo sozinhos e não tem nada demais, somos jovens com hormônios descontrolados, além disso, você me deve mais do que um obrigado por te trazer até aqui.
— Você é louco?! Seu desgraçado!
Depois disso, tentei descer, mas ele começou a se aproximar mais de mim e a me puxar. Eu... Já tava enchendo o saco, tava cansada daquele cara, então pra ele me deixar em paz tive que dar um soco nele, já que parecia que ele queria fazer alguma coisa, mas eu não queria e ele simplesmente não era meu tipo, embora eu ache que também me deixei levar, porque o soco que dei nele quebrou os óculos que ele tava usando. Sem mais delongas, desci da caminhonete puta, fui pra minha casa e me certifiquei de fechar a porta bem, caso o Damián tentasse fazer alguma merda. Já dentro de casa, tentando acalmar minha raiva, subi pra parte de cima, e como eu imaginava, tava tudo apagado e em silêncio, os quartos da minha mãe e do meu irmão estavam fechados, já tavam dormindo, então tentei fazer o menor barulho possível pra não acordar eles. Quando cheguei no meu quarto, decidi me trancar e me preparar pra dormir, mas por algum motivo, do nada, comecei a sentir um sono da porra, tanto que achei que ia desmaiar, fiquei me perguntando se era por causa do álcool, então tentei me trocar pra poder dormir e esquecer essa festa horrível, queria esquecer a escola com uma festa, e terminei puta e decepcionada com a festa. Já tinha tirado a jaqueta, os tênis, o short e as meias, quando de repente sinto que tô morrendo de cansaço e sono, então sem outra opção, me deitei um pouco na cama, só coloquei a cabeça no travesseiro e buuuuum! Apaguei na hora. Na manhã seguinte, acordei com uma dor de cabeça bem leve, algo que já era de se esperar depois de ter bebido, suponho, mas alguma coisa não tava certa, nada certa, porque acordei dentro das minhas cobertas, quando claramente tinha dormido em cima da cama, por um momento pensei que minha mãe tinha me colocado na cama durante a noite, mas não podia ter sido ela, porque também acordei semi-nua, não tava usando nada de roupa nem roupa íntima, só uma camiseta sem manga rosa que eu tinha há um tempo, além de parecer que tava despenteada, e não só isso, mas acordei com as pernas abertas, e o pior de tudo, é que acordei com a buceta molhada e melada, como se tivesse me masturbado ou rolado outra coisa. Quando levantei, percebi que minha roupa estava toda no chão e espalhada pelo quarto, até minha calcinha azul estava lá, mas branca e molhada, encharcada e pegajosa, como se alguém tivesse deixado ela assim, e claramente não fui eu. Tentei não me desesperar e pensei: o que ou quem poderia ter feito isso? A única coisa que me veio à cabeça foi: ou foi o maldito do Damián, que entrou na minha casa pra se passar de esperto, ou foi meu irmão. Então resolvi esquecer isso, e foi daí que começou tudo: a história de como passei de uma garota normal com uma família normal pra uma garota que gostava de transar de forma incestuosa. Isso é tudo por enquanto, espero poder postar uma segunda parte dessa história, e se vocês gostaram, podem me seguir que talvez eu continue. E obrigado a todos que leram até o fim. Até logo e valeu.
-Roupa íntima: Uma calcinha de renda de algodão azul, e um sutiã de renda azul também.
-Parte de baixo: Meia arrastão, meias pretas, um short jeans meio curto e um tênis vermelho e branco.
-Parte de cima: Uma camisola vermelha curta, uma camisa xadrez vermelha e preta e uma jaqueta jeans meio rasgada.
-Acessórios: Uns óculos sem lente, um brinco em formato de argola na orelha direita e um colar de prata com um coração.
-Extra: Unhas pintadas de vermelho, lábios pintados de vermelho intenso e olhos e cílios com delineado preto.
Finalmente tô pronta pra festa. Depois de me perfumar e pentear, fui ver minha mãe de novo.
-E aí, mãe, o que cê acha? Tá gostando?
-Nossa! Você é minha filha ou uma supermodelo que entrou na minha casa? Haha, só brincando, cê tá linda demais e muito gostosa, filha.
-Ah, obrigada, mãe, tô muito animada pra festa.
-Dá pra ver, hein. Com essa roupa, você vai arrasar na festa toda, toda bonita e sensual. Aposto que muitos caras e minas vão querer ficar com você ou puxar papo.
-Cê acha? Não acho que sou tão gostosa assim.
-Como não? Cê é linda, filha, e tem que se orgulhar disso.
-Valeu pelas palavras sábias, mãe, hahaha. *Já vai?
-Ah, oi José, isso mesmo, o que cê acha? Tô bonita?
*Ué, se a mãe já disse que cê tá bonita, então cê tá bonita.
-Ei, vem cá! Mesmo eu e meu irmão não sendo de sangue, sinto que ele sempre esteve comigo a vida toda, e é tipo meu parceiro e ajudante em tudo, praticamente meu melhor amigo.
-Ei, mais te vale obedecer a mãe enquanto eu não tô aqui. *Sabe sim, você parece uma mãe ou um pai. — Sou sua irmã mais velha, idiota. E também cuida dela e não vão dormir tarde. *A que horas você acha que volta? — Na verdade, não tenho certeza, se a festa ficar chata, talvez esteja aqui antes das 10, senão posso chegar depois da meia-noite. — Tem certeza de que não quer que eu vá te buscar se chegar tarde? — Fica tranquila, mãe, vou ficar bem, além disso, você e meu irmão deviam descansar melhor. — Tá bom, mas toma muito cuidado, e se for beber, que seja moderadamente e pouco. — Não se preocupa com isso, mãe, confia em mim. — Bom, confio em você, filha. Depois de um tempo ajudando em casa e fazendo minhas tarefas, chegou a hora. — Bom, mãe, irmão, já vou, prometo que volto logo. *Posso comer doce depois do jantar? — Pode, mas só um, e lembra de escovar os dentes também. *Claro, irmã, se diverte na festa. — Cuida da mãe e não durmam tarde. — Com muito cuidado, filha, se acontecer alguma coisa, me liga. — Claro, mãe, prometo que vou ficar bem, te amo, mãe. — Eu também te amo muito, filha. Minha mãe se aproximou e me deu um beijo no rosto de despedida. — Se diverte muito, filha. — Claro, mãe, vou sim. Depois desse momento, saí de casa, e minha melhor amiga e meu grupo de amigas estavam me esperando no carro delas, prontas pra ir pra festa. Minha mãe também saiu pra se despedir de novo, ela sempre fica muito preocupada quando a gente vai sair. Depois de entrar no carro, partimos pra festa, que ia ser na casa de um dos caras da nossa sala. Enquanto a gente chegava, uma amiga começou a falar comigo sobre minha mãe. +Ei, Daniela, posso te falar uma coisa, mas você não fica brava? — Ehhh, claro, o que foi? +Sinceramente, sua mãe é muito gostosa, tem um corpo incrível e muito bem definido. — Oi! De onde veio isso agora? +Tô falando com todo respeito, não me interpreta mal, além de que nunca tinha visto ela tão bem como agora há pouco. — E por que você tá me dizendo isso? +Porque sinceramente, eu invejo sua mãe, na idade dela e com essa bunda enorme Figura que tem, aposto que você também pensa igual. —Pois é… Pra ser sincero, não vou mentir, eu realmente tenho inveja dela, tomara que quando eu for uma senhora, fique tão linda e gostosa quanto minha mãe. +Tá vendo? “Ei, já chega de conversa por agora, guardem saliva pros drinks, que isso vai ser incrível. Enquanto a gente chegava na festa, por algum motivo fiquei pensando na minha mãe o caminho inteiro, mas por quê? Não sei, mas finalmente chegamos na casa do garoto da minha sala, e que casa, hein. Ao chegar, parecia que tinha entrado num salão ou algo assim, porque a casa do menino onde seria a festa era do Damião, o gato gostoso da sala, só a casa dele tinha 3 andares e facilmente umas 30 cômodos no total, diferente da minha que parece um apartamentinho pra 2 pessoas. #Ei, meninas! E aí? “E aí, Damião? Já chegaram convidados ou somos as primeiras? #Nada disso, já chegou a maioria da turma, então por que não estacionam o carro lá atrás e vêm pra dentro? Tem bebida, jogos e petiscos pra caramba. “E seus pais? #Não se preocupa com eles, saíram com minha irmã pra casa de um tio meu, só voltam amanhã à noite. “Beleza, então a gente se vê agora. Minha melhor amiga foi estacionar o carro, porque ela era a única que sabia dirigir no nosso grupo de amigas, além de que o carro era do pai dela. Depois de estacionar, fomos pra casa. “Ei, garota, você tá pensativa. —Hã? “Você ficou pensando muito desde o caminho, tá bem? —Ah, sim, claro, é só uma bobagem. “E quer falar sobre isso com sua melhor amiga? —Por agora acho melhor guardar como algo pessoal, mas se continuar assim, te conto. “Tá bom, tenta ficar animada e aproveita a festa pra esquecer a merda da escola. Chegamos na casa e fomos recebidas pelo meu amigo, quando entrei parecia que tava num puteiro, tinha uma sala enorme com uma TV gigante, um balcão de joguei uns drinques pro lado, e uma mesa enorme cheia de tequila, cerveja e aperitivos. Eu e meus amigos começamos a beber sem controle enquanto conversávamos e zoávamos com os outros da nossa turma, isso foi por um tempão, facilmente deu 9 da noite e já muitos de nós estávamos no limite do álcool, eu tentei me controlar como minha mãe tinha falado, e era a mais sã do meu grupo de amigas. ‘Oiii, Daniela! -Que foi, Jessy? ‘Hoje você veio muito gostosa, tá muito sensual, sabia? -Jessy, acho que você já bebeu demais, que tal dar uma pausa nos drinques? ‘Quem é Jessy? Dane-se quem se chama Jessy, que nome besta, hahaha. -Você com certeza tá bêbada, acho melhor te levar pra um sofá. ‘Sabia que sofás são tipo camas, mas pequenas e com uma corcunda? Haha. Parece que a festa tinha começado cedo demais, porque já a maioria tava muito bebada e bêbada, e eu começava a ficar entediada, então já tava pensando em ir pra casa. Passaram mais 2 horas e a festa já não passava de um buteco chato, todo mundo já tava bebado e alguns já tinham ido embora, outros tantos já estavam dormindo e largados, e outros ainda continuavam bebendo, acho que eu era a única que tava mais sã, até minha melhor amiga já tava muito bebada, então sabia que não ia conseguir ir embora com ela naquele estado. #Ei! -Ah, oi. #Posso? -Pode. Damião sentou do meu lado, parecia que era o único que também continuava são. #Não saiu como eu esperava. -Do que você tá falando? #A festa, olha, já todo mundo tá muito bebado e bêbado, e outros já até foram embora, eu pensei que seria algo mais animado, não só uma festa onde todo mundo beberia até cair. -É que as coisas costumam dar errado, mas acho que fica pra próxima. #E você? Ainda tá sã e não bebeu. -É porque prometi pra minha mãe que não ia beber muito. #Então você é uma filha responsável. -Basicamente é isso. #Imagino que você já queira ir embora, né? Digo, todas suas amigas já tão bebadas Bêbadas.
—Então, praticamente também, mas minha melhor amiga já tá dormindo de tão bebona que tá. #Quer que eu te leve pra sua casa? — Você sabe dirigir?
#Sim, meu pai é viciado em carros, então me ensinou a dirigir desde pequeno. — Então você pode?
#Se você me pedir, eu posso. — Pode me levar pra minha casa?
#Claro, vamos, vem.
Damião me levou pra parte de trás da casa dele, onde tinha o que parecia um depósito ou uma garagem enorme. Quando entrei, tinha uns 6 carros de marca e de alto custo, entre eles uma caminhonete Land Rover, um dos meus carros favoritos. Então pedi pra Damião se a gente podia ir naquele carro, já que meu sonho era ter uma caminhonete daquelas. Damião aceitou me levar, e saímos da casa dele, o que não era muito seguro, mas ele parecia não ligar. Depois de uma viagem curta e silenciosa, sem palavras, finalmente chegamos na minha casa. São 11:30, então acho que minha mãe e meu irmão já devem estar dormindo. Mas antes de eu descer da caminhonete, aconteceu uma coisa.
— Bom, essa é minha casa, então valeu.
#Sim, bom, de nada.
— Bom, então vou descer.
#Sim, claro, desce se quiser.
— Qual é o seu problema?
#Do que você tá falando?
— Tão seco e arrogante do nada.
#Ah, não, sei lá, eu tô bem, você é que não sei.
— Ahhh, tá bom, tudo bem.
Dava pra ver que ele queria mais do que um simples obrigado, então pra ele parar de encher o saco, me aproximei e dei um beijo na boca dele, algo que eu nunca pensei que faria, mas fazer o quê. Só que Damião se empolgou demais, porque quando eu dei o beijo, ele começou a me tocar rápido e sem vergonha, sem minha permissão, além de meter a língua na minha boca. Então eu empurrei ele pra longe.
— Mhhhh, Ahhhg, ei, que porra é essa?!
#O quê? Tamo sozinhos e não tem nada demais, somos jovens com hormônios descontrolados, além disso, você me deve mais do que um obrigado por te trazer até aqui.
— Você é louco?! Seu desgraçado!
Depois disso, tentei descer, mas ele começou a se aproximar mais de mim e a me puxar. Eu... Já tava enchendo o saco, tava cansada daquele cara, então pra ele me deixar em paz tive que dar um soco nele, já que parecia que ele queria fazer alguma coisa, mas eu não queria e ele simplesmente não era meu tipo, embora eu ache que também me deixei levar, porque o soco que dei nele quebrou os óculos que ele tava usando. Sem mais delongas, desci da caminhonete puta, fui pra minha casa e me certifiquei de fechar a porta bem, caso o Damián tentasse fazer alguma merda. Já dentro de casa, tentando acalmar minha raiva, subi pra parte de cima, e como eu imaginava, tava tudo apagado e em silêncio, os quartos da minha mãe e do meu irmão estavam fechados, já tavam dormindo, então tentei fazer o menor barulho possível pra não acordar eles. Quando cheguei no meu quarto, decidi me trancar e me preparar pra dormir, mas por algum motivo, do nada, comecei a sentir um sono da porra, tanto que achei que ia desmaiar, fiquei me perguntando se era por causa do álcool, então tentei me trocar pra poder dormir e esquecer essa festa horrível, queria esquecer a escola com uma festa, e terminei puta e decepcionada com a festa. Já tinha tirado a jaqueta, os tênis, o short e as meias, quando de repente sinto que tô morrendo de cansaço e sono, então sem outra opção, me deitei um pouco na cama, só coloquei a cabeça no travesseiro e buuuuum! Apaguei na hora. Na manhã seguinte, acordei com uma dor de cabeça bem leve, algo que já era de se esperar depois de ter bebido, suponho, mas alguma coisa não tava certa, nada certa, porque acordei dentro das minhas cobertas, quando claramente tinha dormido em cima da cama, por um momento pensei que minha mãe tinha me colocado na cama durante a noite, mas não podia ter sido ela, porque também acordei semi-nua, não tava usando nada de roupa nem roupa íntima, só uma camiseta sem manga rosa que eu tinha há um tempo, além de parecer que tava despenteada, e não só isso, mas acordei com as pernas abertas, e o pior de tudo, é que acordei com a buceta molhada e melada, como se tivesse me masturbado ou rolado outra coisa. Quando levantei, percebi que minha roupa estava toda no chão e espalhada pelo quarto, até minha calcinha azul estava lá, mas branca e molhada, encharcada e pegajosa, como se alguém tivesse deixado ela assim, e claramente não fui eu. Tentei não me desesperar e pensei: o que ou quem poderia ter feito isso? A única coisa que me veio à cabeça foi: ou foi o maldito do Damián, que entrou na minha casa pra se passar de esperto, ou foi meu irmão. Então resolvi esquecer isso, e foi daí que começou tudo: a história de como passei de uma garota normal com uma família normal pra uma garota que gostava de transar de forma incestuosa. Isso é tudo por enquanto, espero poder postar uma segunda parte dessa história, e se vocês gostaram, podem me seguir que talvez eu continue. E obrigado a todos que leram até o fim. Até logo e valeu.
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