Aquele ano que tive a história com a Car e depois com a Ceci tava chegando ao fim, tipo, verão, festas, férias. Com a Ceci continuávamos sendo amigos, que transávamos bem, mas amigos, no fim das contas. A série de relatos se chama "minhas amigas da faculdade" e não "minha história com a Ceci" por algum motivo. E este é o relato onde voltamos a uma aventura a três. Acontece que a Car já não tava mais com o cara dela, segundo ela porque não dava mais, mas a loira jurava que o cara tinha colocado ela no gelo. E a Car sempre tinha a necessidade de estar transando com alguém, não sabíamos se era por vício em sexo ou pra contar suas façanhas. O Facu tava namorando, a Ceci supostamente tava comendo um cara da academia, então nossa querida morena decidiu apelar pra última opção: eu.
Car: Oi, sumido! Como cê tá?
Eu: Eh, Carlita! Tudo bem, e você?
Car: Bem, bem... Aqui lembrando de você.
Eu: Essa!! E a que devo essa honra?
Car: Arrumando roupa e vi uma saia que me faz lembrar de você — já sabia onde isso ia dar.
Eu: Ah, é? Por quê?
Car: Kkk, digamos que ela levantou pra você entrar.
Eu: Kkk, que jeito sutil de dizer. Eu... E são boas lembranças?
Car: Óbvio! Muito boas! Daquelas que você quer repetir — já tava mostrando a intenção.
Eu segui a conversa um pouco, mas tinha que ir e não chegamos aonde ela queria. Depois a Ceci me escreveu.
Ceci: Neném! Se prepara que a Car vai atrás de você!
Eu: Quê? Por que cê diz isso?
Ceci: Kkk, ela disse que você a esquivou e que certeza que cê tá namorando ou comendo alguém, e que vai descobrir.
Eu: Kkk, e o que eu faço?
Ceci: Kkk, e não sei! O que você quiser! — a puta mãe, será que tava me testando?
Eu: Como assim o que eu quiser, tonta! Falo que tô comendo a amiga dela há semanas!?
Ceci: Nem louco!!
Eu: E que foi a melhor experiência da minha vida.
Ceci: Kkkk, bom, obrigada.
Eu: Milhões de vezes melhor do que com ela.
Ceci: Kkk, ela morre e não para até te fazer mudar de ideia.
Eu: Kkk, puta rolo.
Ceci: Seria divertido também...
Eu: O quê?
Ceci: Ver o que você diz... Eu: Como assim? Se eu contar pra ela o nosso rolê? Ceci: Não! Nem fodendo que você faz isso! Tava falando de ver como ela quer... Te pegar Eu: Ai, me sinto muito desejado... Nunca na minha vida me senti assim! - era verdade - mas isso não te incomodaria, né? Ceci: Ai, gatinho! Te adoro, me divirto pra caralho com você, mas não sou sua dona e você é livre Agora preciso fazer uma confissão, no momento em que Ceci falou aquela frase... Doeu. Devia ser minha inocência daquela época, com 20 anos, que essa relação já tava passando dos limites da putaria e do sexo... Talvez eu esperasse que tivesse algo a mais porque ficava louco pra comer ela. Antes da Ceci, eu tinha muito pouca experiência. Com a confissão feita, agora tenho que dizer que naquele momento não sabia se ela tava me armando uma cilada ou qual era. Decidi explorar um pouco mais pra ter certeza Eu: Mas não te incomoda que a Car fique me procurando? Da primeira vez você ficou puta! Ceci: haha sim... bom... é diferente.. ainda não tinha te.. experimentado Eu: Ahh e agora você matou a vontade, sua gostosa! - eu tava zuando com humor Ceci: haha sim.. além disso.. me excita um pouco que ela te procure Esse último comentário me agradou e foi o que me motivou a falar com a Car na próxima vez que ela me escrevesse. Depois do papo de como a gente tava e dela reclamar que eu não tinha continuado a conversa no dia anterior, ela entra no assunto que interessa a todos. Car: eu.. tenho uma teoria sobre você.. Eu: Fala.. me conta Car: Ou você tá namorando ou tão te comendo bem Eu: ahh beleza! haha Car: Bahh.. tô certa? Eu: Você tá errada e tá certa Car: como assim? Eu: Não tô namorando mas... tô bem comido A Ceci me manda mensagem no Whatsapp também Ceci: hahaha tô com ela... ela tá se empolgando pra caralho. Adoro Eu: Você tá aí? O que quer que eu faça? Ceci: Deixa ela com tesão Car: e com quem você tá fodendo? - bem Carla essa pergunta direta e sem frescura Eu: haha essa aí! que que te importa! Car: mm... eu conheço? - tava me metendo num terreno perigoso Eu: nop... é da escola - menti porque elas não sabiam nada do meu passado Bom... e quantos pontos você dá pra ela transando? Eu: 10! sem dúvida A Ceci me mandava corações e emojis de tesão na outra conversa Car: Essa aí! e pra mim? - que pergunta Eu: Digamos que você não teve as mesmas oportunidades, então não é justo, mas pelo que rolou... um 7 - pelo menos fiz ela passar, mas pra mim tinha sido um 3 Car: Ah não! um 7!! agora tô ofendida! quero fazer recuperação, professor! Ceci: ela tá me dizendo que vai te comer de qualquer jeito Eu: Ah bom... eu entro na onda? Ceci: Sim Car: Olha só o neném, tão quietinho que parece Eu: Bom eu... os quietinhos também comem Car: Sim.. isso eu sei bem😉 Eu: Podia saber melhor e aumentar a nota Car: Sim! não posso me contentar com um 7 Eu: e não.. é nota muito baixa pra você Car: haha o que isso quer dizer? Eu: Que você é muito gostosa e tem fama boa Car: fama de que? Eu: de transar bem Car: Claro! eu sei! por isso que o 7 me ofende Ceci: tô morrendo de rir! ele me diz: "Acredita que ele me deu um 7 o filho da puta? sendo que nem se mexeu!" Eu: hahaha talvez esse seja o problema Os dias seguintes foram de muitas conversas com as duas, com a Ceci à noite a gente se esquentava com a ideia de que a Car queria me comer. Ela me perguntava o que eu faria com a amiga dela e se masturbava quando eu dizia que ia arrebentar ela. Car começou a avançar pra ter um encontro, sempre com uma desculpa. Me pediu se eu podia dar as anotações de uma matéria e que ia passar pra buscar em casa no dia seguinte. Eu: Ela vai vir amanhã e eu tô sozinho. o que eu faço? Ceci: Como assim o que faz? não quer... comer ela? Eu: haha Ceci.. uma coisa é brincar no chat, outra é você saber que eu tô comendo ela ao vivo Ceci: mmm não deixa de me dar tesão Eu: Ah bom... você é pior que eu! Ceci: Te proponho uma coisa... quero ver - o quêêê? ela queria estar lá enquanto a gente transava? Eu: Como? você quer estar aqui? Ceci: não, nem fudendo! é demais... videochamada e eu olho A ideia era extremamente incrível. A Ceci tava me pedindo pra ligar pra ela e apontar a câmera pro lugar onde eu estava comendo a amiga dela. Eu: mas cê tem certeza que ela quer transar? Ceci: sem dúvida... não deixa ela nem conversar. Pega ela assim que cruzar a porta. Car me mandou mensagem falando que em 20 minutos passava, e eu chamei a Ceci. Nós dois távamos muito nervosos, tentamos colocar o celular em lugares diferentes pra ficar bom, mas era difícil. O que acabou funcionando foi um porta-chaves que temos na parede, onde também dá pra deixar o celular e a carteira. Além de ficar firme e apontar bem, não era suspeito. O problema é que eu ia ter que comer ela na porta de casa, praticamente. Aproximei uma cadeira pra ter mais opções e não ser só de pé. A morena me avisou que tava na porta, fizemos silêncio, silenciei o celular e apontei pro lugar combinado. Abri a porta e lá estava ela. Tinha vindo com uma saia tipo de tenista e uma camiseta básica por cima. Assim que passou pela porta e foi me dar um beijo no rosto, eu comi ela sem piedade. Ela mostrou a tesão me agarrando com força com as duas mãos. Apertei ela contra a parede onde a cena tinha que rolar, tirei a camiseta dela e beijei aqueles peitinhos que ela tem. Ela começou a falar: Car: mmm ah bom... que recepção - eu não dizia nada. Continuei descendo pelo corpo dela e, de joelhos, levantei a saia e tirei a calcinha fio dental. Abri as pernas dela um pouco e enfiei minha língua na pussy dela, ela tinha uma risca de pelos muito bem feita. Eu adorava estar chupando a pussy dela e saber que a Ceci tava me olhando. Depois de uns minutos chupando ela, subi pra beijar mais... agarrei ela pelo cabelo e fiz ela se ajoelhar. Eu tava mostrando que ia tomar a iniciativa. Ajoelhada, ela me deu um sorriso, eu virei ela de lado pra amiga dela observar. Ela começou a engolir a pica sem piedade e eu guiava pelo cabelo. Ela fazia aquela cara de prazer quando chupava, passava no rosto dela e ria. Levantei ela e virei de costas pra parede, um pouco de lado pra nossa espectadora. Não ia ter piedade e comecei a talhar com força. Car: ahh ahh ayy bebê! sii... que força - ela dizia. Eu: Tá gostando?... vou fazer tudo aquilo que você não deixou da última vez. Car: ai sim, adoro. Eu: hoje você é minha - falei com voz de depravado. Desci minha mão até a buceta dela enquanto continuava metendo, e ela não parava de gemer. Como contei antes, a Car não tem as melhores curvas, ela é mais magrinha e com pernas bonitas. Eu preferia mil vezes a Ceci, mas se tinha uma coisa que eu amava na morena era a flexibilidade dela. Fez ginástica e não sei que tipo de dança por muitos anos e dava pra notar. Levantei uma perna dela com uma mão e virei ela um pouco na minha direção, aí continuei enfiando enquanto tocava a buceta dela. Car: oohh pelo amor de Deus! você vai me matar. Ela curtia muito cada sentada que eu dava nela. Sem abaixar a perna dela, me ajoelhei e comi a buceta dela de novo. Ela não parava de gemer. Levantei de novo, agora ela tava de frente. Enfiei e olhei pra ela por dois segundos, ela tava nas nuvens de tanto tesão. Toquei ela com a mão bem forte, encostei ela na porta pra nossa amiga ver direitinho e levantei ela no ar, ela se segurava no meu pescoço e eu não parava de meter com velocidade. Dava pra ouvir o barulho da porta no ritmo dos meus movimentos. Ela não aguentou mais e gozou com um gemido longo e sem fôlego. Já tava com as pernas tremendo, então decidi usar a cadeira. Ela subiu em cima de mim de costas pra câmera e começou a rebolsar. Como essa filha da puta se mexe bem, rebolava pra frente e pra trás e depois pulava no meu pau. Eu olhava por cima do ombro dela e fazia gestos provocadores pra Ceci, sabendo que ela tava assistindo e com certeza se tocando. A morena tava tomando o controle de novo e eu não gostava disso... afastei ela um pouco sem tirar o pau e com minha mão toquei ela bem forte, fiz ela se mexer e bati na bunda dela pra incentivar. Ela curtia como cada centímetro do meu pau entrava nela. Pra mostrar mais dominação e provar ela, eu falei: chupa aqui. Não duvidei nem por um segundo, ela saiu de cima de mim e começou a me chupar de novo com tudo. Como se quisesse me fazer gozar, percebi porque ela me batia uma e colocava na ponta da boca, tipo pedindo pra eu acabar. Eu: não, gata, ainda falta pra isso... vem cá - falei. Sentei ela na cadeira. Abri bem as pernas dela e meti a pica de novo. Por trás da cabeça dela, ela me segurava pra ganhar impulso. Nunca parava o ritmo, nunca fui suave. Tava na mente o que a Ceci tinha me pedido: detonar ela. Vários minutos assim e ela gozou de novo... a gatinha se contorcia. Eu tava desconfortável, ajeitei ela bem na cadeira, levantei as duas pernas juntas e deixei a buceta dela na altura da minha buceta. Eu sabia que essa posição ia enlouquecer a Ceci também. Meti com tanta força que ela começou a cair da cadeira e foi parar no chão. Enfiei na boca dela sem pensar... a cena era incrível e me deixava muito louco que tavam nos vendo. Ali no chão, ela engoliu a pica toda, eu empurrei até o fundo até ela engasgar. Car: Vai... - ela falava enquanto batia com a pica na própria cara. Eu: cê tá me pedindo porra? Car: uhummm - continuava chupando. Eu: Cansou?! Ainda falta. Sentei na cadeira, coloquei ela de costas pra mim pra amiga dela poder ver como minha pica entrava na buceta dela e as caras da amiga dela enquanto comia. Abri bem as pernas dela, aproveitando a habilidade dela, e a morena começou os movimentos. Eu nunca tirei a mão da buceta dela, queria matar ela de orgasmos e consegui o terceiro. Ela se jogou um pouco pra frente e começou a rebolar com raiva, como se quisesse que eu gozasse, e as caras dela mostravam isso (a Ceci me contou depois). Cada vez que eu percebia que ela queria me fazer gozar, eu mexia ela e metia mais forte, levantei ela pelas pernas do jeito que tava e ficamos no ar de novo, foram só uns segundos porque era desconfortável. Car: ai, por favor! como cê tá me comendo. Eu: e ainda não sentiu nada. Ajeitei ela de quatro. contra a cadeira e meti porrada com muita força. Eu ia ajustando ela pra não esquecer da loira que tava olhando. Car se tocou pela primeira vez enquanto eu comia ela. Movi a cadeira uns dois metros de tanta força que fiz. Car: Ahhh aaaah ah ah ah - ela não parava de gritar. Virei a cadeira e apontei pra Ceci pra ela poder ver a cara da amiga enquanto eu comia ela. Fiquei ainda mais tarado e continuei comendo ela, mas agora de pé por trás, com as mãos dela presas. Tentei aproximar a cara dela o máximo possível do telefone e ela não parava de gritar. Ceci contou que gozou naquele momento ao ver a cara de prazer dela. Eu já tava com a pica dura e puxei ela pelo cabelo pra se ajoelhar. Tava decidido a encher ela de porra, mas uma coisa que ela falou me fez querer comer ela mais. Car: Agora sim... cê tá cansado? Pelo cabelo empurrei a cabeça dela no chão e com a bunda dela pro ar comecei a comer ela de novo como castigo. Ela tava com a cara no chão e eu meti com tanta força que senti que ia quebrar ela, me deixou louco ter ela tão rendida assim, mas já não aguentava mais e ajoelhei ela de novo. Mal ela levantou a cabeça, minha pica começou a jorrar porra na cara toda dela. Queria lambuzar ela bem. Pra finalizar, meti uma última que fez sair a última gota na testa dela. A gatinha tava toda destruída. Me olhou com cara de tesão, levantou e foi se limpar. Assim que vi ela fechar a porta do banheiro, me aproximei do telefone e vi a Ceci com os peitos de fora na câmera. Eu: mm gostou? Ceci: cê não faz ideia... destruiu ela. Eu: mm cê bateu uma nos vendo? Ceci: Sim.. mas agora quero você.. quero te comer já... fala pra ela ir embora e vou aí. Eu: haha ok. Car voltou do banheiro toda sorrindo como se quisesse continuar, mas eu falei que tinha que ir, que outra vez a gente continuava.
Car: Oi, sumido! Como cê tá?
Eu: Eh, Carlita! Tudo bem, e você?
Car: Bem, bem... Aqui lembrando de você.
Eu: Essa!! E a que devo essa honra?
Car: Arrumando roupa e vi uma saia que me faz lembrar de você — já sabia onde isso ia dar.
Eu: Ah, é? Por quê?
Car: Kkk, digamos que ela levantou pra você entrar.
Eu: Kkk, que jeito sutil de dizer. Eu... E são boas lembranças?
Car: Óbvio! Muito boas! Daquelas que você quer repetir — já tava mostrando a intenção.
Eu segui a conversa um pouco, mas tinha que ir e não chegamos aonde ela queria. Depois a Ceci me escreveu.
Ceci: Neném! Se prepara que a Car vai atrás de você!
Eu: Quê? Por que cê diz isso?
Ceci: Kkk, ela disse que você a esquivou e que certeza que cê tá namorando ou comendo alguém, e que vai descobrir.
Eu: Kkk, e o que eu faço?
Ceci: Kkk, e não sei! O que você quiser! — a puta mãe, será que tava me testando?
Eu: Como assim o que eu quiser, tonta! Falo que tô comendo a amiga dela há semanas!?
Ceci: Nem louco!!
Eu: E que foi a melhor experiência da minha vida.
Ceci: Kkkk, bom, obrigada.
Eu: Milhões de vezes melhor do que com ela.
Ceci: Kkk, ela morre e não para até te fazer mudar de ideia.
Eu: Kkk, puta rolo.
Ceci: Seria divertido também...
Eu: O quê?
Ceci: Ver o que você diz... Eu: Como assim? Se eu contar pra ela o nosso rolê? Ceci: Não! Nem fodendo que você faz isso! Tava falando de ver como ela quer... Te pegar Eu: Ai, me sinto muito desejado... Nunca na minha vida me senti assim! - era verdade - mas isso não te incomodaria, né? Ceci: Ai, gatinho! Te adoro, me divirto pra caralho com você, mas não sou sua dona e você é livre Agora preciso fazer uma confissão, no momento em que Ceci falou aquela frase... Doeu. Devia ser minha inocência daquela época, com 20 anos, que essa relação já tava passando dos limites da putaria e do sexo... Talvez eu esperasse que tivesse algo a mais porque ficava louco pra comer ela. Antes da Ceci, eu tinha muito pouca experiência. Com a confissão feita, agora tenho que dizer que naquele momento não sabia se ela tava me armando uma cilada ou qual era. Decidi explorar um pouco mais pra ter certeza Eu: Mas não te incomoda que a Car fique me procurando? Da primeira vez você ficou puta! Ceci: haha sim... bom... é diferente.. ainda não tinha te.. experimentado Eu: Ahh e agora você matou a vontade, sua gostosa! - eu tava zuando com humor Ceci: haha sim.. além disso.. me excita um pouco que ela te procure Esse último comentário me agradou e foi o que me motivou a falar com a Car na próxima vez que ela me escrevesse. Depois do papo de como a gente tava e dela reclamar que eu não tinha continuado a conversa no dia anterior, ela entra no assunto que interessa a todos. Car: eu.. tenho uma teoria sobre você.. Eu: Fala.. me conta Car: Ou você tá namorando ou tão te comendo bem Eu: ahh beleza! haha Car: Bahh.. tô certa? Eu: Você tá errada e tá certa Car: como assim? Eu: Não tô namorando mas... tô bem comido A Ceci me manda mensagem no Whatsapp também Ceci: hahaha tô com ela... ela tá se empolgando pra caralho. Adoro Eu: Você tá aí? O que quer que eu faça? Ceci: Deixa ela com tesão Car: e com quem você tá fodendo? - bem Carla essa pergunta direta e sem frescura Eu: haha essa aí! que que te importa! Car: mm... eu conheço? - tava me metendo num terreno perigoso Eu: nop... é da escola - menti porque elas não sabiam nada do meu passado Bom... e quantos pontos você dá pra ela transando? Eu: 10! sem dúvida A Ceci me mandava corações e emojis de tesão na outra conversa Car: Essa aí! e pra mim? - que pergunta Eu: Digamos que você não teve as mesmas oportunidades, então não é justo, mas pelo que rolou... um 7 - pelo menos fiz ela passar, mas pra mim tinha sido um 3 Car: Ah não! um 7!! agora tô ofendida! quero fazer recuperação, professor! Ceci: ela tá me dizendo que vai te comer de qualquer jeito Eu: Ah bom... eu entro na onda? Ceci: Sim Car: Olha só o neném, tão quietinho que parece Eu: Bom eu... os quietinhos também comem Car: Sim.. isso eu sei bem😉 Eu: Podia saber melhor e aumentar a nota Car: Sim! não posso me contentar com um 7 Eu: e não.. é nota muito baixa pra você Car: haha o que isso quer dizer? Eu: Que você é muito gostosa e tem fama boa Car: fama de que? Eu: de transar bem Car: Claro! eu sei! por isso que o 7 me ofende Ceci: tô morrendo de rir! ele me diz: "Acredita que ele me deu um 7 o filho da puta? sendo que nem se mexeu!" Eu: hahaha talvez esse seja o problema Os dias seguintes foram de muitas conversas com as duas, com a Ceci à noite a gente se esquentava com a ideia de que a Car queria me comer. Ela me perguntava o que eu faria com a amiga dela e se masturbava quando eu dizia que ia arrebentar ela. Car começou a avançar pra ter um encontro, sempre com uma desculpa. Me pediu se eu podia dar as anotações de uma matéria e que ia passar pra buscar em casa no dia seguinte. Eu: Ela vai vir amanhã e eu tô sozinho. o que eu faço? Ceci: Como assim o que faz? não quer... comer ela? Eu: haha Ceci.. uma coisa é brincar no chat, outra é você saber que eu tô comendo ela ao vivo Ceci: mmm não deixa de me dar tesão Eu: Ah bom... você é pior que eu! Ceci: Te proponho uma coisa... quero ver - o quêêê? ela queria estar lá enquanto a gente transava? Eu: Como? você quer estar aqui? Ceci: não, nem fudendo! é demais... videochamada e eu olho A ideia era extremamente incrível. A Ceci tava me pedindo pra ligar pra ela e apontar a câmera pro lugar onde eu estava comendo a amiga dela. Eu: mas cê tem certeza que ela quer transar? Ceci: sem dúvida... não deixa ela nem conversar. Pega ela assim que cruzar a porta. Car me mandou mensagem falando que em 20 minutos passava, e eu chamei a Ceci. Nós dois távamos muito nervosos, tentamos colocar o celular em lugares diferentes pra ficar bom, mas era difícil. O que acabou funcionando foi um porta-chaves que temos na parede, onde também dá pra deixar o celular e a carteira. Além de ficar firme e apontar bem, não era suspeito. O problema é que eu ia ter que comer ela na porta de casa, praticamente. Aproximei uma cadeira pra ter mais opções e não ser só de pé. A morena me avisou que tava na porta, fizemos silêncio, silenciei o celular e apontei pro lugar combinado. Abri a porta e lá estava ela. Tinha vindo com uma saia tipo de tenista e uma camiseta básica por cima. Assim que passou pela porta e foi me dar um beijo no rosto, eu comi ela sem piedade. Ela mostrou a tesão me agarrando com força com as duas mãos. Apertei ela contra a parede onde a cena tinha que rolar, tirei a camiseta dela e beijei aqueles peitinhos que ela tem. Ela começou a falar: Car: mmm ah bom... que recepção - eu não dizia nada. Continuei descendo pelo corpo dela e, de joelhos, levantei a saia e tirei a calcinha fio dental. Abri as pernas dela um pouco e enfiei minha língua na pussy dela, ela tinha uma risca de pelos muito bem feita. Eu adorava estar chupando a pussy dela e saber que a Ceci tava me olhando. Depois de uns minutos chupando ela, subi pra beijar mais... agarrei ela pelo cabelo e fiz ela se ajoelhar. Eu tava mostrando que ia tomar a iniciativa. Ajoelhada, ela me deu um sorriso, eu virei ela de lado pra amiga dela observar. Ela começou a engolir a pica sem piedade e eu guiava pelo cabelo. Ela fazia aquela cara de prazer quando chupava, passava no rosto dela e ria. Levantei ela e virei de costas pra parede, um pouco de lado pra nossa espectadora. Não ia ter piedade e comecei a talhar com força. Car: ahh ahh ayy bebê! sii... que força - ela dizia. Eu: Tá gostando?... vou fazer tudo aquilo que você não deixou da última vez. Car: ai sim, adoro. Eu: hoje você é minha - falei com voz de depravado. Desci minha mão até a buceta dela enquanto continuava metendo, e ela não parava de gemer. Como contei antes, a Car não tem as melhores curvas, ela é mais magrinha e com pernas bonitas. Eu preferia mil vezes a Ceci, mas se tinha uma coisa que eu amava na morena era a flexibilidade dela. Fez ginástica e não sei que tipo de dança por muitos anos e dava pra notar. Levantei uma perna dela com uma mão e virei ela um pouco na minha direção, aí continuei enfiando enquanto tocava a buceta dela. Car: oohh pelo amor de Deus! você vai me matar. Ela curtia muito cada sentada que eu dava nela. Sem abaixar a perna dela, me ajoelhei e comi a buceta dela de novo. Ela não parava de gemer. Levantei de novo, agora ela tava de frente. Enfiei e olhei pra ela por dois segundos, ela tava nas nuvens de tanto tesão. Toquei ela com a mão bem forte, encostei ela na porta pra nossa amiga ver direitinho e levantei ela no ar, ela se segurava no meu pescoço e eu não parava de meter com velocidade. Dava pra ouvir o barulho da porta no ritmo dos meus movimentos. Ela não aguentou mais e gozou com um gemido longo e sem fôlego. Já tava com as pernas tremendo, então decidi usar a cadeira. Ela subiu em cima de mim de costas pra câmera e começou a rebolsar. Como essa filha da puta se mexe bem, rebolava pra frente e pra trás e depois pulava no meu pau. Eu olhava por cima do ombro dela e fazia gestos provocadores pra Ceci, sabendo que ela tava assistindo e com certeza se tocando. A morena tava tomando o controle de novo e eu não gostava disso... afastei ela um pouco sem tirar o pau e com minha mão toquei ela bem forte, fiz ela se mexer e bati na bunda dela pra incentivar. Ela curtia como cada centímetro do meu pau entrava nela. Pra mostrar mais dominação e provar ela, eu falei: chupa aqui. Não duvidei nem por um segundo, ela saiu de cima de mim e começou a me chupar de novo com tudo. Como se quisesse me fazer gozar, percebi porque ela me batia uma e colocava na ponta da boca, tipo pedindo pra eu acabar. Eu: não, gata, ainda falta pra isso... vem cá - falei. Sentei ela na cadeira. Abri bem as pernas dela e meti a pica de novo. Por trás da cabeça dela, ela me segurava pra ganhar impulso. Nunca parava o ritmo, nunca fui suave. Tava na mente o que a Ceci tinha me pedido: detonar ela. Vários minutos assim e ela gozou de novo... a gatinha se contorcia. Eu tava desconfortável, ajeitei ela bem na cadeira, levantei as duas pernas juntas e deixei a buceta dela na altura da minha buceta. Eu sabia que essa posição ia enlouquecer a Ceci também. Meti com tanta força que ela começou a cair da cadeira e foi parar no chão. Enfiei na boca dela sem pensar... a cena era incrível e me deixava muito louco que tavam nos vendo. Ali no chão, ela engoliu a pica toda, eu empurrei até o fundo até ela engasgar. Car: Vai... - ela falava enquanto batia com a pica na própria cara. Eu: cê tá me pedindo porra? Car: uhummm - continuava chupando. Eu: Cansou?! Ainda falta. Sentei na cadeira, coloquei ela de costas pra mim pra amiga dela poder ver como minha pica entrava na buceta dela e as caras da amiga dela enquanto comia. Abri bem as pernas dela, aproveitando a habilidade dela, e a morena começou os movimentos. Eu nunca tirei a mão da buceta dela, queria matar ela de orgasmos e consegui o terceiro. Ela se jogou um pouco pra frente e começou a rebolar com raiva, como se quisesse que eu gozasse, e as caras dela mostravam isso (a Ceci me contou depois). Cada vez que eu percebia que ela queria me fazer gozar, eu mexia ela e metia mais forte, levantei ela pelas pernas do jeito que tava e ficamos no ar de novo, foram só uns segundos porque era desconfortável. Car: ai, por favor! como cê tá me comendo. Eu: e ainda não sentiu nada. Ajeitei ela de quatro. contra a cadeira e meti porrada com muita força. Eu ia ajustando ela pra não esquecer da loira que tava olhando. Car se tocou pela primeira vez enquanto eu comia ela. Movi a cadeira uns dois metros de tanta força que fiz. Car: Ahhh aaaah ah ah ah - ela não parava de gritar. Virei a cadeira e apontei pra Ceci pra ela poder ver a cara da amiga enquanto eu comia ela. Fiquei ainda mais tarado e continuei comendo ela, mas agora de pé por trás, com as mãos dela presas. Tentei aproximar a cara dela o máximo possível do telefone e ela não parava de gritar. Ceci contou que gozou naquele momento ao ver a cara de prazer dela. Eu já tava com a pica dura e puxei ela pelo cabelo pra se ajoelhar. Tava decidido a encher ela de porra, mas uma coisa que ela falou me fez querer comer ela mais. Car: Agora sim... cê tá cansado? Pelo cabelo empurrei a cabeça dela no chão e com a bunda dela pro ar comecei a comer ela de novo como castigo. Ela tava com a cara no chão e eu meti com tanta força que senti que ia quebrar ela, me deixou louco ter ela tão rendida assim, mas já não aguentava mais e ajoelhei ela de novo. Mal ela levantou a cabeça, minha pica começou a jorrar porra na cara toda dela. Queria lambuzar ela bem. Pra finalizar, meti uma última que fez sair a última gota na testa dela. A gatinha tava toda destruída. Me olhou com cara de tesão, levantou e foi se limpar. Assim que vi ela fechar a porta do banheiro, me aproximei do telefone e vi a Ceci com os peitos de fora na câmera. Eu: mm gostou? Ceci: cê não faz ideia... destruiu ela. Eu: mm cê bateu uma nos vendo? Ceci: Sim.. mas agora quero você.. quero te comer já... fala pra ela ir embora e vou aí. Eu: haha ok. Car voltou do banheiro toda sorrindo como se quisesse continuar, mas eu falei que tinha que ir, que outra vez a gente continuava.
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