La Mejor

No dejes de pasar por mi mejor post

http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html

No te vas a arrepentir



La Mejor

Había fallado en la relación con mi esposa, es que por años me había empeñado en ser lo que se suponía que debía ser. Una novia, otra novia, otra más hasta que llegó la indicada, matrimonio feliz, familia feliz, el orgullo de papá y mamá.
Pero muy en lo profundo, en mi intimidad sabía que las mujeres no me llenaban por completo, la pasaba bien cierto, pero siempre me quedaba con un sabor agridulce. Y no es que me gustaran los chicos, solo pensar estar con alguien de mí mismo sexo hasta me causaba náuseas.
Un poco por curiosidad, cuando aún no llegaba a los treinta años tuve mi primera relación con una chica trans, una experiencia tan original como adictiva.

Fue algo prohibido, oculto y clandestino, en esos días aún estaba en pareja con quien era mi mujer, ella incluso estaba embarazada del que sería nuestro único hijo y si bien no es excusa, sentí que ella en su mundo materno me había dejado en segundo plano.
Recuerdo que habíamos discutido por una sonsera, una pavada, y una cosa trajo a otra e hizo de una leve ventisca una tormenta de verano. Solo me fui de casa por unas horas, quería acomodar mis ideas y le pedí que no me llamara, que me diera espacio.
Salí con el coche a dar vueltas, por cualquier lado, sin plan, sin destino, y solo me encontré por calle Corrientes, el lugar común donde las chicas trans suelen ofrecer su sexo.
Y bueno, solo se dio, mezcla de mi enfado y mi curiosidad, paré el coche por acá y por allá, hasta que di con ella, se hacía llamar Ornella, una rubia con cara de ángel y un cuerpo muy bonito, bastante rellenita, pero de lindas curvas.

Terminamos en un hotel de poca monta, apenas una hora, recuerdo que tenía la piel blanca como la leche y era muy femenina, demasiado, pasiva por completo. Tenía un pene pequeño, se lo chupé mucho pero no pude lograr que se pusiera dudo, a pesar de eso, me gustó la experiencia, era la primera vez que tenía 'eso' en mi boca.
Después ella me la chupó bastante y después le hice la cola un buen rato, por cierto, tema tabú con mi mujer.
Fue muy rico por ser mi primera vez, le di los billetes pactados y nos despedimos con un rico beso, ella me dijo que me si me había gustado ya sabía en que esquina encontrarla, le respondí con una sonrisa cómplice, le dije que seguramente no faltaría oportunidad, aunque yo sabía que esa historia no se repetiría.

Volví a casa, era tarde, mi mujer estaba en la cama leyendo un libro, yo fui por una ducha, me sentía sucio, aunque mi suciedad estaba por dentro. Luego fui a su lado y el enojo que teníamos me sirvió de pretexto para no tener que responder preguntas que no deseaba responder, solo apagué la luz volteé de lado y la dejé sola en su lectura dándole la espalda.

Ese encuentro con Ornella marcaría un antes y un después en mi vida, me di cuenta que siempre había hecho y me había portado como los demás querían que hiciera y me portara, descubrí que mi vida había sido una gran mentira y que tenía que tomar una decisión, o seguía viviendo en una nube de engaños o reseteaba todo y empezaba de nuevo.

Cambiar no fue fácil, no era solo 'apagar y encender', yo apreciaba mucho a Ana, mi esposa, teníamos una relación en común, compartíamos la casa, el coche, un negocio de ramos generales con el que nos ganábamos la vida, de alguna madera éramos esposos y socios, y lo más importante, mi hijo que venía en camino.
La separación me costó seis años de mi vida, tortuosos trámites con abogados de por medio, discusiones, acuerdos, litigios.
Me gané su odio, jamás supo de Ornella y de todas las chicas trans que fui frecuentando en esos días, solo le dije que ya no la amaba, solo eso, sin más excusas, sin más palabras.
Ana nunca se resignó a perderme, trató de reconquistarme, y solo cuando vio que no había retorno cambió de postura, trató de hundirme dolida en su amor propio.

Me pegó por todas partes y jugó las cartas más sucias, el pequeño Jerónimo, mi bebé, trató de apartarme de su lado y solo me hizo la vida imposible, solo exigía el dinero de la cuota alimentaria y la ley perversa estaba de su parte, como padre tenía pocos derechos y demasiadas obligaciones.
Pero esa es otra historia, solo lo quería dejar por escrito para dejar notar que nada fue fácil
Cuando logré encarrilar el tren, promediaba ya los treinta años, me acercaba a los cuarenta, las cosas con mi ex habían quedado lo más claras posible, incluso ella andaba mezclada en un nuevo romance, yo trabajaba en una cadena internacional de supermercados, la paga era buena, y alquilaba un monoambiente bastante coqueto en la zona norte de la ciudad.


La MejorEscolhi viver a vida do meu jeito, e sem ter que dar satisfação pra ninguém, comecei a gastar minha grana com essas minas especiais, e conheci muitas, talvez até demais, e dava pra contar uma história com cada uma delas.
Um portfólio enorme do tipo de mulher que me deixava louco: mais altas, mais baixas, mais magras, mais gordinhas. Loiras, morenas, ruivas, umas mais na dela, outras mais extrovertidas.
Tive na minha cama minas totalmente passivas, que só curtiam quando eu metia, com paus moles, igual a Ornella tinha sido, outras mais masculinas, com quem dava pra fazer roleplay, minas com paus duros e suculentos.
Pessoalmente, eu curtia tudo, sem frescura, sem vergonha, adorava dar e receber sexo oral e anal, e percebi quantos anos de prazer eu tinha perdido.

Meus encontros eram sempre de uma vez só, raramente repetia, e sempre buscava novas experiências, porque cada mina era diferente e especial do seu jeito.
Em algum ponto da história, eu tinha transado com tanta gente que a matéria-prima começou a rarear, e comecei a procurar em sites de internet, a bater papo, a entrar em fóruns e lugares de gente que tinha os mesmos gostos que eu. Virei um viciado em minas trans e um consumidor compulsivo, e quanto mais eu tinha, mais queria.
Entrei num ambiente bem especial, num mundo onde conviviam minas com pau e caras viciados nelas. Era só questão de contar experiências, quem era de um jeito, quem era de outro, e assim lembro que alguém me recomendou a Moria, como ela se chamava. Me disseram que teria um antes e um depois de passar pela cama dela.

Entrei em contato por um site de acompanhantes onde ela oferecia os serviços dela. Várias fotos me deixaram adivinhar quem ela era. Moria me causou sentimentos confusos: por um lado, o corpo dela era escultural, era a perfeição em mulher, uma cintura fina, umas pernas de dar inveja, uma bunda de respeito e uns peitos gostosos com bicos marcados, as marcas brancas do biquíni dela. depois de pegar um sol, elas ficavam irresistíveis pra mim, mas por outro lado, o rosto dela não combinava com o corpo, não era bonita nem de longe, aliás, os traços masculinos eram muito marcados, demais pro meu gosto. Já tinha estado com várias travestis que realmente pareciam femininas, mas a Moria tinha muito o que melhorar nesse ponto.
Mesmo assim, ela vinha recomendada em muitos fóruns, e as fotos da rola dela eram intimidadoras até pro mais corajoso, achei que até podiam ser montagens, mas de qualquer forma, me masturbei em segredo só imaginando o que não demoraria a acontecer.

Peguei o número dela e fomos direto pro WhatsApp, não enrolei muito pra marcar o encontro.

Cheguei na hora naquela tarde, conforme combinamos, ela tinha apartamento, então foi uma vantagem, mas mesmo assim cobrava bem caro pelo tempo dela.
Ela me recebeu com educação, com um beijo na bochecha que me deixou impregnado com um perfume feminino forte, a Moria tava com uma regata justa que marcava os peitos e uma saia bem curtinha, no limite do impossível, a bunda dela se destacava de um jeito irresistível, usava meia arrastão com liga e ficava muito gostosa de olhar.
Reparei também que ela tava com uns saltos finos e altos, mas mesmo assim eu era mais alto que ela. Ela foi rápida no primeiro movimento, passou a mão no meu volume por cima da calça enquanto sussurrava no meu ouvido que primeiro a gente tinha que contar os contos.

Fiz minha parte, enquanto ela contava o dinheiro fiquei olhando pra ela, e os vinte e três anos que ela dizia ter no anúncio me pareceram mentira, pra mim ela tinha uns trinta.

Quando terminou, foi pegar umas taças e um espumante, a Moria me disse então que ela não vendia sexo como as outras, ela oferecia um serviço completo, o que me pareceu bem convincente.
A gente bebeu, uma taça e outra, me senti solto e avancei até onde ela estava, comecei a beijá-la, tava fervendo, mas ela se soltou dos meus braços e pediu pra eu acompanhá-la até o quarto, eu segui ela com o olhar. cravada na bunda gostosa dela.
O quarto realmente parecia especial, a cama era enorme e estilo antigo, com quatro pilares nas pontas que sustentavam um tetinho, estava meia-luz, cercado de velinhas perfumadas que davam uma essência única à situação, achei bem original.

Moria começou a me beijar e a esquentar o clima, senti a língua dela na minha boca, e os peitos dela colados no meu peito, fui me despindo rápido, contrastando com a lentidão que ela fazia, procurei desesperadamente a virilha dela, cheguei naquele volume avantajado, mas ela desviou com um sorriso safado. Me empurrou na cama, me fazendo deitar, e ela veio por cima de mim, montando, numa posição bem feminina, soltei as alças do sutiã dela e os peitos lindos dela ficaram flutuando na minha cara, bem branquinhos com uns mamilos enormes que me pareceram muito interessantes. Fui num, fui no outro, voltei pra boca dela e de novo pros peitos.

Minhas mãos inquietas tinham levantado a saia dela e brincavam com aqueles glúteos enormes, mal protegidos por uma calcinha fio dental.
Eu tava louco, Moria só esfregava o pau dela no meu, mesmo com as roupas no meio, o que deixava tudo muito erótico, ela me olhava nos olhos e perguntava se eu tava gostando.

Ela foi pro lado pra terminar de se despir, eu fiz o mesmo, e aí confirmei o que já tinha visto nas fotos: um pau enorme e majestoso, duro como uma barra de aço, impressionante, assustador.
Moria voltou ao ataque, só que, dessa vez, por cima de mim, de cabeça pra baixo, pra começar a me chupar e deixar eu chupar ela.

Sinceramente, não consegui me concentrar muito no que ela tava fazendo, é que eu tava perdido no que eu tava fazendo, meus olhos se enchiam com o close da bunda gostosa dela, o cu todo depilado e bem aberto, o que me deixava doido, as bolas dela brilhavam e o pau dela se enfiava cada vez mais na minha boca, quase no limite do impossível.

Mas eu ainda não conhecia nada de Moria e o Fama tinha me avisado que ela 'te matava' e eu tava prestes a descobrir.
Ela tomou a iniciativa, me sentou na cama e minhas costas ficaram apoiadas na parede, veio pra cima de mim, brincou com a pica enorme dela no meu rosto e meteu na minha boca pra eu chupar um pouco, muito mais da metade ficava pra fora, aí ela começou a empurrar, mais e mais, eu não aguentava tanta coisa e ela só me estuprar, pra dentro, milímetro por milímetro, foi enfiando na minha garganta, quase não conseguia respirar, mas ela continuava empurrando enquanto me diziaTravestisVocê vai engolir ela toda!

Não sei como ela fez, mas a buceta dela depilada encostava nos meus lábios, ela começou a me comer, literal, só recuando o mínimo pra enfiar de novo bem fundo, eu não aguentava, e ela era uma locomotiva, imparável, minha glote tava anulada, não conseguia engolir, minha própria saliva escorria pela boca e as lágrimas caíam dos meus olhos, escapei daquela prisão com muito esforço, mas como se fosse uma luta de ringue, a Moria, num movimento certeiro, igual uma anaconda, me prendeu de novo, meu pescoço tava preso entre as pernas dela, ela cruzou elas e com a força das coxas empurrava tanto que me obrigava a engolir ela toda de novo, tava acabado, sem forças, com mais de vinte centímetros de carne enfiados até o fundo da minha boca.

Me resignei, me entreguei, chega de resistir, e ela só continuou me comendo com força.

De repente, senti no fundo do meu esôfago um melado grosso, tipo uma cachoeira interna de porra quente me enchendo, o pau dela pulsava na minha boca por causa da gozada sem parar, sentia meu coração bater tão forte que parecia que ia sair do peito e meu próprio pau muito quente.

Quando a Moria se afastou satisfeita, minha cara tava toda babada e minha boca sentia um amargor de toda a porra que fui forçado a engolir, respirava tentando me recuperar, com uma dor na garganta por causa do pau enorme que tinha comido.

Ela só ria, se ajoelhou de quatro, era minha vez.

Não tem muito o que contar, tava muito excitado, a Moria era perfeita, uma bunda perfeita, um cuzinho perfeito, uma imagem perfeita, só enfiei sem resistência, e em uns dois minutos eu tinha gozado, tão rápido quanto um ejaculador precoce.

Enquanto tirava a camisinha, ela deu a volta e se apoiou nas minhas costas, beijou meu pescoço, acariciou meus ombros e senti o pauzão duro dela de novo brincando na minha bunda.

Ela foi muito habilidosa nos rodeios românticos, disfarçadamente, sem que eu percebesse, enquanto eu... Moria passou uma corda na minha mão e num piscar de olhos já me tinha preso. Foi original, e entre umas falsas resistências e passividade da minha parte, me deixei levar pela proposta criativa dela. Em poucos minutos, eu estava de bruços no colchão, com as duas mãos amarradas na grade da cabeceira da cama.

Ela montou em cima de mim, eu não conseguia vê-la, mas ela fez questão de que eu notasse como pegava uma das velas que iluminavam o quarto.

— Agora vamos brincar — disse num tom pecaminoso.

De repente, minhas costas receberam uma gota de cera quente, o que provocou um espasmo involuntário e um gemido abafado. Mordi os lábios e apertei os punhos, puxei com força, mas só consegui que a corda apertasse ainda mais. Ela repetiu o jogo, uma e outra vez. Eu ficava excitado com aquela perversão em que estava entregue e não podia fazer nada. Ela tomava o tempo dela, sentia o pau enorme descansando na minha bunda.

Eu só estava entregue àquela loucura toda. Moria se aproximou do meu ouvido e sussurrou que ainda faltava o melhor. Me beijou o pescoço, acariciou minhas costas, desviando da cera que já tinha endurecido na pele, e foi descendo devagar até chegar na minha bunda. Usou as mãos pra separar minhas nádegas, e então senti ela chupar meu cu com os lábios.

Eu me perdi irremediavelmente. Moria me beijava e lambia meu cu gostoso pra caralho, sentia a língua dela entrando no meu esfíncter, ela me penetrava deliciosamente, me fazia desejar, me fazia gemer. Eu levantava minha bunda o máximo que podia pra me aproximar o mais possível. Então ela me deu um tapa forte na bunda e disse que já me tinha onde queria.

Ela parou por uns segundos, e eu vi ela colocar uma camisinha no pau enorme e passar lubrificante.

— Tá gostando do que vê? — perguntou ao perceber que eu olhava.

— Sim! Sim, Moria! Eu quero, arrebenta tudo... — respondi cheio de tesão.

Ela se ajeitou de novo pra montar em mim, brincou com o pau no meu cu, e eu me esforcei pra que ela entrasse. Ela tentou, mas era grande demais, grosso demais, e eu... Arranco um gemido de dor, nem o trabalho dos beijos dela, nem o lubrificante era suficiente, doía, doía muito, mas ela me disse:

— Aguenta, viado! Vai engolir até o talo!

Ela voltou com tudo, uma vez e outra, até que senti ela entrar inteira. Achei que ia morrer, doía demais, mas aquela situação de estupro e castigo, com uma dor que percorria minha espinha, só me enlouquecia.

Comecei a gritar, dor e prazer, prazer e dor. Moria me fazia engolir tudo e eu amava. Agarrei as cordas que me seguravam pelos pulsos e me entreguei ao prazer, deixei ela fazer o que quisesse, me abrir toda, se satisfazer.

Moria comia meu cu como um touro selvagem, se inclinava no meu ouvido e perguntava se eu tava gostando, com palavras sujas que me esquentavam demais.

Meu pau tava duro, preso entre minha barriga e os lençóis, e o atrito constante me levava a um prazer desmedido. Senti que ia gozar de novo, é que eu amava o que ela fazia. Sem querer, meu esfíncter deu aqueles espasmos naturais enquanto o leite jorrava do meu pau, incontrolável, furioso.

Ela continuou por mais um tempo, e eu queria que aquele momento nunca acabasse. De repente, Moria tirou o pau enorme do meu cu, e eu senti ela se masturbar. Os jatos de cum quente dela, tão quente quanto a cera tinha sido, começaram a borrifar minhas costas, do pescoço pra baixo, um após o outro, sem trégua, até não ter mais.

Ela ficou brincando uns minutos com o pau já mole nas minhas nádegas, deixando as últimas gotas de suco nelas.

Soltou meus pulsos e me beijou docemente, acariciando com os peitos o cum ainda morno que tinha na minha pele.

Moria se transformaria numa garota diferente, eu seria o fã número um dela. Voltaria pra ela uma e outra vez, pra pagar pra ela comer meu cu, pra me estuprar pela boca me obrigando a engolir os sucos dela. Só de pensar já me excito...

Sem dúvida, recomendo ela. A garota transexual mais ativa que passou pela minha vida...

Sim Você gostou da história? Pode me escrever com o título 'A MELHOR' para dulces.placeres@live.com

0 comentários - La Mejor