Fala, galera! Como vocês tão?
Hoje vou contar um causo que rolou comigo no fim de semana.
Pra quem já me conhece (e quem ainda não), meu nome é Brenda, 22 anos, curto muito esporte, mais precisamente levantamento de peso. Treino 5 dias por semana e nos outros dois faço cardio leve (saio pra correr pelas praias de Zipolite).
Aqui vou mostrar umas fotos recentes dos meus resultados de treino.



Dia 1
Como vocês sabem, eu trabalho meio período como recepcionista num hotel e meio período numa loja de biquínis, onde também faço modelo pra promover as peças que chegam. Isso aconteceu numa sexta-feira à tarde, umas 5 da tarde. Eu tava sentada do lado de fora da loja vendo o povo passar (vale mencionar que, como tanto o hotel quanto a loja são perto da praia, eu posso ficar de biquíni, e aquele dia não foi exceção). Aí um grupo de 3 caras passou na minha frente, os três viraram pra me olhar ao mesmo tempo. Eu só sorri e continuei na minha, sem dar muita bola. Pelo canto do olho, vi que eles pararam uns metros adiante, começaram a conversar alguma coisa e os três voltaram quase correndo pra loja. Começaram a fazer perguntas sobre vários biquínis e pediram pra entrar pra ver melhor. Eu deixei eles entrarem e comecei a mostrar o que pediam. Não sei se de propósito ou se realmente não faziam ideia de que peça queriam, mas me fizeram rodar a loja inteira. No fim, escolheram um par de shorts e uma camiseta sem manga. Antes de comprar, quiseram provar, então levei eles pros provadores que ficam nos fundos. Enquanto dois caras se trocavam, eu esperava lá fora, e um deles se aproximou se apresentando: "Oi, sou o David" – disse, estendendo a mão. "Sou a Brenda, prazer, David." Depois de bater um papo sobre como tava a venda e eles me falarem que tinham acabado de chegar na região, me perguntaram por um bar pra tomar um drink. Indiquei onde tinha um e eles me convidaram pra tomar um. Fiquei meio na dúvida, então recusei, mas depois de um tempo conversando e um joguinho de olhares, aceitei. Falei onde a gente se encontraria e fui fechar a loja. Eles educadamente esperaram e fizeram companhia até eu sair. Chegando em casa, me troquei pro que vinha pela frente. Tomei um banho e me vesti: coloquei uns shorts brancos e uma blusa decotada. Não tenho muito peito, hehe, mas já percebi que decotes deixam os caras loucos. Os caras.
Umas fotos de como eu tava vestida quando tava na loja.




Umas fotos de como fui vestida pro bar.

Às nove em ponto, a gente se encontrou no bar, só que dessa vez só vieram o David e o Jorge, que era um dos caras que chegou na loja mais cedo. Quando perguntei pelo ausente, me disseram que ele não tava bem. Pedimos umas cervejas e ficamos de papo, tudo normal. Falamos sobre nossos hobbies, esportes (embora eu não manje muito disso), da praia. Conforme as cervezas iam se acumulando na mesa e as horas passavam, decidi que era hora de ir. Os dois concordaram e se ofereceram pra me levar em casa. Como eles tinham carro, sentei no banco do carona e o Jorge foi pro banco de trás. Enquanto a gente conversava, eu percebia o Jorge se esticando pra ver onde ia meu decote. Quando me toquei e chamei ele de tarado, ele ficou vermelho e confessou que me achava uma gostosa, além de gostar das minhas pernas. Meio tonta pela bebida, agradeci o elogio e falei que se ele quisesse, podia tocar. Sem pensar duas vezes, ele passou a ponta dos dedos dos meus joelhos até minhas coxas. Fez de um jeito que me fez pular no banco. Quando vi que tava corada (ou pelo menos os caras disseram isso), o David me perguntou o que foi. Não soube o que responder e só sorri. Chegando em casa, desci do carro, me despedi do David com um beijo na bochecha. O Jorge saiu correndo e se ofereceu pra me acompanhar até a porta. Aceitei e a gente foi até meu apartamento. Na entrada, o Jorge disse que se divertiu pra caralho e que queria repetir, mas agora com os três caras e eu. Hesitando, falei que não tinha certeza. Aí ele chegou perto e me deu um beijo na boca. Primeiro foi quente, depois foi aumentando a intensidade. Senti a língua dele se mexendo dentro da minha boca e a mão dele na parte de baixo da minha cintura. Quando a gente se separou, os dois estavam ofegantes. Falei que se ele me desse outro beijo daqueles, com certeza ia rolar. Ele sorriu e me apertou contra ele, me deu um beijo longo enquanto descia a mão pra minha bunda. Deu um tapa que com certeza o David ouviu, e eu sorri e briguei com ele. Ele só sorri e eu entro em casa. Antes de entrar, balanço um pouco a bunda e abro minha blusa enquanto sorrio. A cara de choque dele foi tanta que ele correu os dois passos que me separavam, se jogando em mim. Contra toda minha vontade, tive que segurá-lo e dizer que estavam esperando por ele. Antes de ir, dei meu número e repetimos aquele beijo que me deixou molhada a noite toda.
Dia 2
No meu trabalho no hotel, o dia passou sem muitas novidades. A única coisa que salvou aquela manhã foi trocar mensagens com o Jorge. Aos poucos, fomos ganhando mais confiança, e a conversa foi ficando mais erótica e sexual. Assuntos como quantos parceiros, quais posições a gente curte. Em um momento, ele tocou no assunto que os caras tinham gostado muito, e que ele ficou com vontade de mais beijinhos (e algo mais). Então ele propôs que a gente se encontrasse no apartamento dele naquela noite, tomaria algo e ficaríamos os quatro: David, Jorge e Juan (esse era o nome daquele cara da loja). Com um pouco de expectativa do que poderia rolar, aceitei. Falei pra eles me encontrarem na loja na hora de fechar (7:30) e de lá iríamos pro apartamento dele. Ele topou de boa e seguimos com nosso dia. Eu me arrepiava só de pensar que poderia transar com três caras de novo. Quartetos não são algo que eu faça sempre, mas sempre são satisfatórios de fazer, satisfatórios e prazerosos, muito prazerosos. Antes de entrar na loja, passei em casa, tomei um banho e vesti uma roupa confortável: um shortinho e uma blusa de alcinha, mas sem alcinha hehe.
Uma foto no chuveiro que mandei pro Jorge
Uma na minha calcinha
Minha roupa escolhida hehe

Exatamente às 7 horas, vejo a caminhonete dos caras lá fora e o Jorge entrando na loja. A gente se cumprimenta com um selinho e bate um papo sobre o nosso dia. Quando ele me viu de shorts, quase caiu pra trás, dizendo que meu rabo tava em destaque de um jeito gostoso. Perguntei se ele queria tocar pra ver se era só o shorts, ele topou e eu levei ele pros provadores. Lá dentro, entramos num cubículo e começamos a nos beijar que nem uns loucos. As mãos dele percorriam meu corpo, da minha cintura até meus ombros, passando pelos meus quadris e apertando minha bunda. Dava pra sentir o clima esquentando, enquanto eu beijava ele, levei minha mão até a virilha dele e senti um volume enorme que cabia na minha mão. Minha cara deve ter denunciado, porque ele só riu e começou a beijar meu pescoço enquanto eu ainda tava pasma. Quando desci um pouco mais, ele me pegou pelos ombros e me abaixou. De joelhos, vi ele desabotoar a calça, ficando só de cueca. Abri a porta pra ver se não tinha cliente, e vendo o lugar vazio (e com os amigos do Jorge "cuidando" da loja), comecei a puxar a cueca dele devagar, vendo aquele pedaço de carne saindo do confinamento. Peguei ele com uma mão e ainda sobrava quase metade pra fora, fácil chegaria na metade da minha outra mão, mas o que me impressionava era a grossura. Apertando com força, meus dedos mal se tocavam. Sem pensar duas vezes, umedeci meus lábios e dei um beijo nas bolas dele, um beijo molhado, quente, que com certeza fez o Jorge tremer. Passei minha língua pelo tronco dele até a cabeça, onde brinquei com a língua, fazendo ela percorrer toda a cabeça dele. Depois, voltei pras bolas dele, enquanto as colocava na minha boca. Os gemidos do Jorge não demoraram, e comecei a subir de novo. Dessa vez, com a cabeça dele nos meus lábios, fui enfiando na minha boca devagar, tentando não babar na minha roupa ou na dele (não queria me sujar antes dos outros caras me verem). Quando cheguei perto da metade, comecei a... Senti ânsia, então desci um pouco mais e fiquei ali por uns segundos. Quando tirei da boca, não consegui evitar puxar o ar e soltar um pouco de saliva que foi parar no chão, enquanto batia uma pra Jorge, minha mão ficou molhada com a saliva que tinha deixado no pau dele. Ajoelhada, masturbando ele, ouvi os caras cumprimentando alguém. Abri o cubículo e vi uma mina entrando. Levantei rápido e fui atender, mas como tava perto de fechar, falei que não tinha serviço. Relutante, ela aceitou e saiu da loja. Vi Jorge saindo do provador com o volume ainda na calça. Ele disse que não queria mais esperar por mim e fomos pro carro. Quando saímos, os caras me devoravam com o olhar, olhavam minhas pernas, meus olhos, minha barriga, mas sem dúvida, o que mais olhavam era minha bunda e minhas pernas. Fechei a loja e entrei no carro. A noite ia ficar interessante…
Dirigimos pro apê dos caras o mais rápido possível. No carro, notei a ansiedade do Jorge pra chegar. O volume na calça dele tava prestes a explodir. Tentando aliviar as coisas, comecei a passar a mão na perna dele enquanto me aproximava do ouvido e falava a vontade que tava de ser penetrada por ele. Do mesmo jeito, lancei um olhar safado pro Juan, que tava de carona com o David. Aí dei um beijo profundo no Jorge, que começou a amassar meus peitos por cima da roupa enquanto eu tocava o volume dele por cima da calça. Quando tava perto do apê, o David falou que tinha uma ideia e virou em direção a uma praia que costuma ficar vazia. Quando percebi isso, só sorri pro Jorge e desabotoei a calça dele. A praia tava a 10 minutos, então dava pra aliviar a "pressão" um pouco. Puxei a calça dele até os tornozelos e me ajoelhei no banco do carro. Dei um beijo longo na boca dele enquanto tirava o amiguinho dele da cueca. Passei a língua pelo torso dele até chegar na cabeça do meu amiguinho. Deixei cair um pouco de saliva na cabeça dele e comecei a masturbando ele devagar
enquanto olhava fixo nos olhos dele, de repente David freou bruscamente, encostou o carro
e mandou Juan comprar umas camisinhas, as que tinham ficaram no
apartamento e o que viria depois merecia isso. Enquanto Juan corria
atrás das camisinhas, eu enfiava aquele pau na minha boca, por mais que tentasse
não passava da metade, me dava ânsia e umas lágrimas rolavam pelas
minhas bochechas, quando tirei da boca a saliva escorria sujando os bancos,
as pessoas passavam perto da caminhonete, talvez algumas viram o movimento da
minha cabeça subindo e descendo, ou talvez ouviram as ânsias, Juan chegou no
carro e David arrancou, estávamos mais perto da praia, no caminho, Jorge tirou
minha blusa me deixando de sutiã,
depois de me apreciar por uns segundos, tirou o sutiã deixando meus
peitos à mostra, sem cerimônia se jogou neles lambendo meus mamilos como
um desesperado, mordiscando de vez em quando e brincando com a ponta da língua, fazia maravilhas
com a boca, joguei o corpo pra trás enquanto ele me segurava pelas costas baixa
pra que pudesse aproveitar melhor meus peitos e notei a cara de Juan totalmente
aberta, era o que menos acreditava naquela cena, peguei a mão dele e coloquei
na minha bunda, depois de mexer um pouco ele tomou a iniciativa e começou a
apalpar, Jorge soltou meus peitos e eu continuei com o boquete, me colocando de
quatro de novo dando uma vista melhor da minha bunda apertada naqueles
shorts, sem hesitar, desabotoei o botão e comecei a descer enquanto engolia
aquele pedaço com a boca, Juan entendeu o recado e lentamente começou a descer
meu shorts, deixando ver uma calcinha preta de renda que eu tinha colocado
pra ocasião, David dirigia, acho que estava mais entretido naquela
cena do que dirigindo, pra sorte dele, estávamos entrando na praia,
procurou um lugar pra estacionar e paramos, as 4 portas se abriram
ao mesmo tempo e Juan e David desceram, eu continuava tentando comer o Jorge,
depois que os Os caras verificaram se não tinha ninguém por perto, me mandaram descer do carro só de calcinha e sutiã. Juan e David se aproximaram rápido pra poderem curtir meu corpo enquanto Jorge tirava a roupa. Os dois puxaram os paus pra fora e eu percebi que eram bem dotados, o do David era um pouco menos grosso, mas a diferença era pequena. Eles colocaram as camisetas na areia e eu me ajoelhei na frente deles. Cuspi um pouco na mão direita pra masturbar o David, enquanto com a esquerda peguei o Juan e enfiei na minha boca. Com ele dentro, passei a língua na cabeça dele, até tirar e ficar brincando com a língua na ponta. Depois foi a vez do David, enfiei ele na boca e comecei a mexer a cabeça pra masturbá-lo. Num momento, ele me apertou contra o corpo dele enquanto eu sentia que tava me afogando com o pau dele. Estiquei a língua como pude e passei nos testículos dele, isso fez ele me soltar e eu notei um tremor nas pernas dele. Achei que ele tinha gozado, mas acho que foi um orgasmo sem gozo (não tenho certeza do que rolou ali). Jorge aproveitou pra me levantar e me levar até a porta traseira do carro. Juan sentou no banco enquanto Jorge me inclinava e colocava o pau dele (já com camisinha) na entrada da minha buceta e começou a me penetrar devagar enquanto eu segurava as pernas do Juan e ele enfiava o pau dele na minha boca, fazendo meus gemidos ficarem abafados. Jorge começou a bombar devagar, tirava o pau e enfiava lentamente até a metade, tirava de novo e enfiava de novo devagar enquanto me segurava pela cintura e via eu fazendo um boquete no Juan. Aos poucos, Jorge foi aumentando a intensidade das estocadas, aumentando também o pedaço que ele enfiava em mim, agora era mais da metade que entrava. David chegou perto de onde eu tava com Juan e colocou o pau dele na minha mão. Agora, minha boca alternava entre aqueles dois paus, minha saliva escorria dos dois troncos, minhas mãos estavam escorregadias de tanta saliva que eu deixava nos amiguinhos deles. Jorge aumentou a intensidade. agora eu conseguia ouvir o som das minhas nádegas batendo nas pernas dele e sentia dentro de mim aquele pedaço de carne, já não saía por completo, agora o percurso era da metade pra cima, a intensidade era tanta que os movimentos dele eram ritmados mas fortes, ele me puxou pelo cabelo e arqueou minhas costas, movimento que Juan e David aproveitaram pra chupar meus peitos, Jorge tirou a camisinha e gozou nas minhas costas, pude sentir a porra quente escorrendo pela minha lombar, me levantei de vez enquanto a porra escorria pelas minhas nádegas até minhas pernas, David e Juan se masturbavam com certa intensidade, Juan apressou pra pegar uma camisinha e, sentado no carro, me virou e começou a me penetrar, bom, na verdade quem fazia o movimento era eu, ele colocou o pau na entrada e enquanto puxava minha cintura pra perto dele, decidi descer quase de uma vez, enfiando aquele pau quase até o fundo, meu gemido só fez despertar meu tesão e repetir aquele movimento, eu subia e descia meus quadris enquanto Juan apertava minhas nádegas e de vez em quando me dava tapas na bunda, David ficou na minha frente, colocou minhas mãos no pau dele e comecei a masturbá-lo, ao me abaixar pra fazer um boquete, meu corpo desceu e fez a penetração ficar mais funda, "aahgg aahgg aaaaahgg" eu gemia enquanto era penetrada fundo e tinha um pau na minha boca, depois de alguns minutos minhas pernas começaram a tremer e veio um orgasmo que me fez ficar de joelhos, David aproveitou a oportunidade pra gozar na minha cara, sujando meus peitos de passagem, e logo depois Juan fez o mesmo, só que gozando no meu cabelo haha fiquei um tempo de joelhos enquanto recuperava a força nas pernas, a noite já tinha chegado e os caras disseram que era hora de ir, a praia fica perigosa de noite, procurei minha roupa na caminhonete, me vesti e subimos, no carro minhas pernas não paravam de tremer, Jorge percebeu e ficou com ciúmes de que Juan foi o responsável por aquele orgasmo, ele tentava tirar o sêmen do meu cabelo mas Era impossível. Chegamos no meu apartamento, desci do carro, me despedi dos caras e entrei. Tive que ser rápida pra os inquilinos não me verem saindo de um carro com três caras (o que vão pensar de mim, haha). Já no meu quarto, tomei um banho quentinho pra relaxar o corpo. Antes de dormir, troquei uma ideia com o Jorge, contei pra ele a vontade que tive de provar aquele pau no meu cu. Ele disse que dava pra resolver. Falei que amanhã, antes de entrar no hotel, ia treinar. Passei o nome do lugar e falei pra ele dar uma passada lá, que talvez a gente pudesse "conversar" um pouco. Ele topou e eu capotei. Ainda não sabia o que me esperava no dia seguinte.
**Dia 3**
Acordei cedo e me preparei pra treinar. Sabia que ia ver o Jorge, então vesti a melhor roupa de treino que tenho e fui pro gym. Mas antes, mandei umas fotos pra ele. A vantagem de treinar cedo numa área turística é que as academias costumam estar vazias. A maioria treina nas academias dos hotéis, poucos vão nas independentes. Cheguei e só tinha o cara da recepção (um amigo com quem já tive umas aventuras e quem sabe um dia eu conto). Cheguei, cumprimentei ele e falei que tava esperando uma visita e que ia precisar de um pouco de privacidade. Ele sorriu e disse que eu podia usar os banheiros, que ele ia cuidar pra ninguém entrar. Dei um beijo nele e agradeci. Ele disse que depois ia cobrar.
Aqui as fotos que tirei de mim
A fotinho que mandei pro Jorge
Fiquei um tempinho na esteira e vi o Jorge entrando. Fiz um sinal pro Javi que era ele que eu tava esperando e deixei ele passar, a risada dele dizia tudo, sabia bem o que vinha. Comprimentei o Jorge e sem perder tempo, mandei ele ir pros banheiros. Como era vestiário e banheiro, tinha bastante espaço. Sem trocar uma palavra, a gente se pegou num beijo, beijos intensos, apaixonados, como de dois amantes que não se veem há tempos. As mãos dele percorriam meu corpo, tocavam minhas correntes, minha cintura, meus glúteos, apertava, amassava, dava tapas. Eu tocava o volume dele, sentia crescer nas minhas mãos, apertava, sentia o calor e a pulsação aumentando. A gente se desejava e era hora de soltar as rédeas. Ajoelhei, tirei a blusa e o top esportivo, não queria sujar eles. Ele, por sua vez, baixou o short e a cueca, deixando na minha frente aquele pedaço divino. Peguei com as duas mãos e comecei a lamber. Era meu doce, meu pirulito. Minha língua percorria toda a haste, as bolas, afundava minha cara nelas, mesmo que meu rosto ficasse todo melado de saliva. Aquilo tava me deixando louca. Enfiei na boca, minha meta era enfiar tudo dessa vez. Teve ânsia, e a maquiagem começou a escorrer com as lágrimas que caíam, mas isso não me parou. Tava mais perto de ter aquilo na boca de uma vez por todas. E consegui. Entrou até o fim, minha língua tocou as bolas dele, e ele apertou minha cabeça contra as pernas dele. "Aaahg, aaaaaaahhhg, aahhhggg" se ouviu, e finalmente consegui me soltar. A quantidade de saliva foi tanta que escorria pro chão quase na hora. Tentei não sujar meu short, mas foi inútil. Meu torso e meus peitos estavam encharcados de saliva. Levantei e dei um beijo nele. Ele tirou da bolsa uma camisinha e um potinho de lubrificante. Surpresa, perguntei o que ele tava querendo. Ele só riu e me virou. Deu uns tapas na minha bunda que ecoaram no quarto vazio. Baixou a legging até as coxas e afastou minha calcinha fio dental. Colocou Lubrificante no dedo e começou a passar no meu cuzinho. Nisso, me levantei e tirei a calcinha — não dava pra andar na rua com manchas de lubrificante e saliva. Com a bunda de lado e apoiada com as mãos na parede, ele continuou passando os dedos no meu cu, fazendo círculos e enfiando devagar. Que puta prazer que eu sentia. Quando um dedo entrou fácil, ele passou lubrificante no dedão e começou a penetrar meu cu com ele, cada vez entrando mais fácil. Ele colocou a camisinha e passou lubrificante, botou uma boa quantidade nas minhas nádegas e começou a espalhar com as mãos (agora minha bunda tava brilhando e escorregadia, haha). Posicionou o pau na entrada do meu cu e começou a pressionar. Mesmo com os dedos que já tinham entrado, a cabeça ainda era grande. Ele passou mais lubrificante e pressionou mais. Eu sentia a cabeça dele abrindo caminho devagar dentro de mim. Quando finalmente entrou, não consegui evitar soltar um grito: "Aaaah!", que foi rapidamente abafado pela mão dele. Ele ficou imóvel por um tempo, deixando meu buraquinho se dilatar com aquele pedaço. Aos poucos, os movimentos começaram. Sem tirar o pau, ele enfiava até a metade. Eu só mordia meu lábio sentindo aquilo entrando. Devagar, meu buraquinho foi se adaptando, e ele ia enfiando mais e mais a cada movimento. "Ahhh, assim", "um pouquinho mais", "uuuuhmm, adoro", eu falava enquanto aquilo abria caminho dentro de mim. Aos poucos, as estocadas foram aumentando de intensidade. Jorge brincava com meus peitinhos enquanto o barulho da minha bunda batendo nas coxas dele ecoava pelo quarto: "ploc, ploc, ploc, ploc, ploc". Aquela melodia ressoava no quarto, junto com meus gemidos e a respiração ofegante do Jorge. Num momento, Jorge aumentou as estocadas de um jeito brutal. Segurando minha cintura com a mão direita e puxando meu cabelo com a esquerda, fez eu empinar mais a bunda e arquear as costas. Me fez esquecer onde estava, me fazendo gritar que nem uma louca: "Ahh, ahhhh, assim! Asiiiiiiiiiii! Deus, mais forte! Isso provocou um orgasmo que fez minhas pernas tremerem e me fez cair no chão, dava pra sentir meu cuzinho se abrindo e fechando lembrando daquele pedaço, sem me deixar levantar, Jorge me colocou de quatro, se posicionou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu de novo, sem nem recuperar o fôlego, meteu tudo até o fundo, “ahhhhhhhhh”, só consegui falar diante daquilo que tinha entrado em mim, na hora começaram as estocadas selvagens, “ploc, ploc, ploc, ploc” enquanto ele me segurava pela cintura pra ter mais controle sobre mim, eu só curtia aquilo igual uma louca, o calor começou a aumentar no banheiro e meu corpo ficou coberto de um suor leve que se misturava com o de Jorge, o suor das minhas mãos fez com que eu não aguentasse a força com que Jorge me penetrava e me fez cair no chão de bruços, coisa que não passou despercebida, no chão, ele me fez levantar a bunda pra poder enfiar no meu cu com mais facilidade, mesmo essa posição não sendo nova pra mim, eu aproveitei muito, não sei se era pela selvageria do sexo ou pelo tesão de saber que estávamos no banheiro da academia que eu frequentava e que, provavelmente, meu amigo na entrada estaria ouvindo meus gemidos. Jorge metia com uma força quase brutal, como se a vida dele dependesse disso, mantinha um ritmo quase constante que só parava pra eu poder levantar mais a bunda, num momento, ele parou as estocadas, me virou de costas, tirou a camisinha, e por cima da minha barriga gozou, a porra dele foi tanta que no primeiro jato que saiu, caiu na minha cara e no chão, na hora levantei a cabeça pra engolir toda a porra que saía, o calor dela inundava minha boca, com uma cara safada, abri a boca e mostrei a língua, fazendo a porra morna cair nos meus peitos, ali estava eu, no chão do banheiro, suada, descabelada, com a maquiagem borrada, minha cara e meus peitos manchados de sêmen e minha própria saliva, minha bunda enfeitada com minha calcinha fio dental preta jogada de lado, meu cu parecia em chamas. Fiquei um tempinho sentada, recuperando as forças nas pernas e esperando meu buraquinho arder menos. Jorge se vestiu enquanto eu ainda tava no chão, e me disse que os caras queriam fazer uma "festa" de despedida. Ia ter Ele, Juan, David, e o Miguel ia chegar (um amigo deles). Perguntei se podia levar um amigo, ele topou. Combinamos que, como era meu dia de folga, a gente se veria às 4 pra começar a festa o mais cedo possível, e fazer o tempo render pra tudo que os 5 caras queriam fazer. Aceitei e ele foi embora. Levantei ainda com as pernas tremendo e fui tomar um banho. Quando saí do banheiro, procurei minha roupa, felizmente tava limpa. Me vesti e saí dos banheiros. A academia tava vazia. Fui falar com o Luis (meu amigo da academia). Ele tava com um sorriso besta, dizendo que eu tinha me divertido pra caralho, falou que os gritos dava pra ouvir até onde ele tava (e com certeza até lá fora). Não consegui evitar de ficar vermelha. Antes de ir, perguntei se ele ia fazer alguma coisa à tarde. Ele disse que não. Contei a proposta do Jorge e ele topou na hora. Falei o lugar e o horário e fui pro meu apê. Precisava descansar pro que vinha mais tarde...
No meu apê, tomei um banho bem gostoso. Fiquei um tempinho brincando com a água enquanto imaginava o que 5 caras poderiam fazer comigo. Sem dúvida, ia ser algo inesquecível (até hoje é o maior número de caras com quem já fiquei). Saí do banho, peguei uma roupa confortável que não atrapalhasse e fosse fácil de tirar. Coloquei minha calcinha fio-dental mais confortável, vesti minha calça e uma blusa de alcinha. Enquanto me vestia, mandava fotos pro Jorge pra ele ir ficando de pau duro. Passei minha maquiagem, um tom vermelho pros meus lábios ficarem sexy e pedindo, e um pouco de sombra nos olhos. Adoro ver a cara dos caras quando minha maquiagem borra, deixa eles mais tesudos.
Uma foto do meu look (tava felizona porque sabia o que vinha)


Minha calcinha fio dental gostosa
Saí do meu apartamento de táxi pro hotel dos caras, cheguei e na recepção tava o Luis, cumprimentei ele com um beijo e pedi a chave do quarto dos meninos. Tava muito ansiosa, sabia que iam arrebentar minha buceta e não queria esperar mais. Já no quarto, o clima era diferente, tinha cerveja (pra caralho) além de uns vidros de lubrificante, uma caixa grande de camisinhas, e o que parecia um vidro de óleo de bebê (esses caras tinham preparado tudo). Entramos eu e o Luis e nos apresentamos. O Juan e o David não tiravam os olhos de mim, o Miguel tava de boca aberta e o Jorge deu um tapa nele, falou “caralho, que gostosa” e eu respondi num tom quente, “e isso que você ainda não viu nada”. Botaram música e começamos a beber, não conversamos quase nada, na real não teve papo nenhum. Assim que a música tocou, fui direto no Jorge e comecei a beijar ele, segurava no pescoço e beijava com tesão enquanto ele me apertava contra o corpo dele, me segurando pela cintura. Pouco depois, senti umas mãos na minha bunda, eram o Juan e o David, que tavam apalpando cada centímetro da minha anatomia. Enquanto eu me separava do Jorge, o Miguel chegou perto pra pegar nos meus peitos e eu dei um beijo longo nele, muuuuito longo. Só me afastei quando percebi que o Luis tava abaixando minha blusa, deixando meus peitos de fora, momento que o Miguel aproveitou pra enfiar na boca dele, ato que o Juan imitou. O Jorge me fez virar de costas e começou a desabotoar minha calça. Parei ele na hora, pedi pros caras sentarem no sofá da sala. Eles obedeceram e eu comecei a tirar a calça devagar, fazendo uma dança sexy pra eles. No final, virei de costas e tirei a calça completamente, fiquei agachada uns segundos pra eles admirarem minha figura e o quanto minha calcinha fio dental ficava gostosa em mim. Me virei e me livrei da blusa. Com os 5 no sofá, falei pra eles tirarem as calças e as cuecas. Eles fizeram isso enquanto eu ficava de quatro e avançava devagar na direção deles, rebolando como se não houvesse amanhã. Se fosse um felino, na frente do Jorge (que tava no meio do sofá), peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a masturbar ele, enquanto olhava de canto que a maioria dos caras já tava duro. Comecei com o Jorge, pegando o pau dele e enfiando na boca. Com as fodas que a gente já teve, não foi difícil fazer aquele pedaço de carne entrar quase de uma vez. Só de ouvir meus engasgos, ele apertou minha cabeça contra as pernas dele enquanto me dava um tapa na bunda que acordou os caras do transe. Quando me soltei dos braços do Jorge, notei a quantidade de saliva escorrendo da minha boca e indo parar nas coxas dele. Sem perder tempo, vi de canto o Luis abrindo o óleo de bebê e jogando nos meus glúteos, encharcando minha bunda e minha calcinha fio dental. Juan e Miguel se jogaram no meu rabo e começaram a massagear, espalhando mais óleo, descendo até minhas pernas. David pegou um pouco de óleo e passou nos meus peitos, enquanto Luis oleava minhas costas. Eu continuava chupando o Jorge, que tava sentado no sofá. David colocou o pau dele na minha mão direita e começou a fazer movimentos com a minha mão. Sem tirar o pau do Jorge da boca, comecei a masturbar ele com a mão, cuspi e continuei batendo uma pra ele. Do lado esquerdo, o Luis se posicionou imitando o movimento do David. Agora eu tinha dois paus nas mãos e um na boca, enquanto dois caras massageavam minha bunda com óleo de bebê. Eu alternava os paus dos caras pra passar pela minha boca: uma hora era o Luis, outra o David, outra a grossura do Jorge. Da minha boca saíam fios de saliva que ficavam nos paus dos caras. Depois de uns minutos revezando os paus na minha boca e do Miguel e Juan baterem uma vendo a cena, o Miguel pegou uma camisinha e deitou no chão de barriga pra cima. Ele me indicou com um gesto pra sentar em cima dele. Como uma boa putinha, obedeci. Puxei a calcinha pro lado e coloquei o pau dele na entrada da minha buceta. Deixei meu peso cair. Corpo devagar, enquanto ele ia se abrindo caminho dentro de mim, "ahhh" consegui gemer num tom suave, o pau dele encaixava perfeito dentro da minha buceta, comecei a mexer a bunda pra frente e pra trás enquanto colocava as mãos nos peitorais do Miguel, fechava os olhos e me deixava levar, aquele membro me fazia vibrar. Em poucos segundos, percebi o Luis ficar na minha frente, de pé, apontando o pau dele pra minha boca, sem hesitar meti ele na boca, com uma mão masturbava ele enquanto lambia os ovos dele, cuspia e via minha saliva escorrendo pelas pernas dele até o chão. Pedi um pouco de água porque no quarto o calor tava pegando e minha boca tava secando, o Juan me trouxe um pouco de água, bebi e agradeci pegando no pau dele e masturbando, agora minha boca se revezava entre o pau dele e o do Luis. Senti uma mão na minha bunda que parou meu movimento, era o Jorge que tinha colocado uma camisinha e agora tava lubrificando meu cu e o pau dele, enfiou um dedo que entrou com muita facilidade, vendo a cara de surpresa dele falei que ainda não tinha me recuperado do que rolou há pouco, o que fez com que, de repente, ele colocasse a ponta do pau na entrada do meu cu e empurrasse o membro até a metade. Agora tinha meus buraquinhos cheios e minha boca também, o Jorge e o Miguel começaram a mexer a bunda mas o ritmo era diferente, falei pra eles ficarem quietos e comecei a mexer eu mesma a minha bunda, "ummmh", "ahhhhhh", "siiii", "assim é melhor" só consegui gesticular enquanto meu corpo se extasiava de prazer, fui aumentando meus movimentos conforme sentia que meu primeiro orgasmo tava chegando, foi tão intenso que me deixei cair em cima do Miguel, que apertou meu corpo contra o dele e começou a me furar com força, ritmo que o Jorge conhecia bem e que os dois se juntaram pra me fazer gritar "ahh ahhh ahhhhh ahhh". O Miguel me pegou com um beijo "hmm hmm" se ouvia, os dois pararam pra respirar enquanto eu continuava deitada em cima do Miguel, recuperando o fôlego, já com meu corpo. Brilhando de suor e de óleo de bebê, Juan fez eu levantar meu rosto enquanto ele se ajoelhava pra eu dar um boquete. Comecei a engolir aquele pedaço devagar até chegar no fundo. Quando cheguei lá, estiquei minha língua e comecei a tocar a ponta dos ovos dele com ela. Ele apertou minha cabeça contra as pernas dele e tapou meu nariz. Me segurou ali por uns segundos até me soltar. "Ahhhhhhhh", eu falei, enquanto minha saliva escorria em montes no pau dele e descia pela minha boca, molhando meus peitos. Eu tava recuperando o fôlego quando os caras começaram de novo com os movimentos. Agora eram mais lentos, eram ritmados. Enquanto eu era penetrada pelo Miguel e pelo Jorge, o Luis, o David e o Juan se colocaram na minha frente e me fizeram chupar os paus deles. Ali estava eu, chupando os paus de três caras enquanto dois me penetravam a buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. O calor tava presente no quarto, meu corpo começava a brilhar com o suor do meu corpo e o dos caras. A penetração ritmada me causou meu segundo orgasmo, que não foi tão intenso, mas me fez arquear as costas. "Aaaaaaaaaaaaahhhaaaaaah", me deixei cair de lado. Miguel e Jorge disseram quase em uníssono: "Como você se mexe bem". Só consegui sorrir e mostrar a língua pra eles. Os caras aproveitaram pra tirar as camisinhas e gozar em cima de mim. Me banharam de porra quente no meu corpo, caindo nas minhas pernas, nos meus quadris, nos meus ombros e no meu cabelo. Essa foi uma pausa. Todos foram pegar outra cerveja. Eu ainda tava no chão me recuperando do tremor das minhas pernas. Me trouxeram uma e eu sentei pra tomar. Os caras riam e eu também. O segundo round chegou na hora. Luis me colocou de pé, fez eu dobrar minhas pernas e Jorge se colocou na minha frente. Luis, com uma camisinha nova, passou lubrificante e colocou o pau dele na entrada do meu cuzinho, enquanto eu pegava o membro do Jorge com as mãos e comecei a masturbá-lo, colocando na minha boca e enchendo ele de saliva. Enquanto eu ia fazendo o boquete, com as ânsias e o O suor fazia minha maquiagem escorrer, meus lábios tinham perdido o batom, e a sombra dos meus olhos borrava a cada lágrima. E quando ele passava o pau no meu rosto, misturando minha saliva com meu suor, fazendo o Jorge ficar ainda mais excitado. Os movimentos do Luis eram ritmados, ele me segurava pela cintura e me dava tapas na bunda — "zaaap" ecoava no quarto, se misturando com o som da música e minhas ânsias. Num momento, o Luis me pegou pelos ombros e me fez ficar de pé, me segurou pelos braços e começou a me penetrar com uma brutalidade que eu só tinha visto o Jorge fazer — "ploc", "ploc", "ploc" se ouvia melodicamente enquanto minha bunda quicava nas pernas dele. Num instante ele parou. Jorge ficou na minha frente e me levantou nos braços, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a subir e descer meu corpo. Eu o abraçava pra não cair, o suor dele e o meu se misturavam. Ele fez um sinal pro Luis colocar o pau na entrada do meu cuzinho. Jorge subia e descia meu corpo, ele era o responsável por me fazer gozar, eu só o abraçava com força e gemia no ouvido dele: "não para", "não paraaaa", "ahhh eu adoro", "eu adorooooo" — eu dizia pros caras, que servia como estimulante pra deixar os movimentos deles ainda mais brutos, o que fez eu gozar pela terceira vez. Abracei o Jorge com todas as minhas forças enquanto tocava o céu com as mãos. Nenhum dos dois se mexeu, ambos ficaram dentro de mim até o orgasmo acabar. Jorge me abaixou e eu me deitei no sofá, pedi uma cerveja e me recostei exausta, tomando outra cerveja. Os caras se aproximaram e propuseram levar a festa pro quarto. Aceitei. Levantei, ajustei minha calcinha fio dental e fomos pro quarto. No quarto, encontrei outra garrafa de lubrificante e uma caixa de camisinhas — porque esses caras tinham pensado em tudo. Me deitei no meio da cama de barriga pra cima. Os caras ficaram na borda da cama com os paus duros, me chamaram pra fazer um boquete neles e eu fiz. Fiquei de quatro na frente de um. Eles e uma ursa, fui enfiando os paus deles na minha boca, enquanto masturbava os outros. Queria ter um par de mãos extras, ou pelo menos outra boca pra fazer os caras gozarem mais, enquanto chupava um, masturbava dois, e nos que não dava pra masturbar, cuspia no pau deles pra eles se tocarem enquanto eu tava ocupada. Minha saliva fazia os 5 paus brilharem, enquanto escorria pelo meu queixo e sujava a ponta da cama. Juan saiu pra sala pegar o vidro de óleo de bebê e começou a passar nas minhas nádegas, massageava como se fosse massa de pão. Às vezes sentia duas mãos na minha bunda, às vezes jogavam óleo nas minhas costas, nos meus quadris, na minha barriga e nos meus peitos. Me banharam com óleo de bebê. De repente, David anunciou que ia gozar. Rapidamente me deitei de barriga pra cima, colocando a cabeça pra fora do colchão, e falei pra ele gozar no meu peito e na minha barriga, e ele fez isso. Um jato de porra caiu no meu corpo, seguido pela porra do Miguel, Juan e Luis. Jorge aproveitou que eu tava assim pra colocar o pau dele na minha boca e fazer eu dar um boquete. Ele controlava o ritmo, mexia o quadril com força e fazia eu engolir o pau inteiro de uma vez. Quando tirava, toda minha saliva ficava no meu rosto, enquanto eu lutava pra não me afogar com minha própria cusparada. Depois de uns minutos nessa posição, ele também gozou no meu peito, me deixando deitada de barriga pra cima, coberta de porra e toda suada. Os caras se deitaram na cama um pouco pra recuperar o fôlego. Olhei a hora e já eram quase 9 da noite. Fui no banheiro me limpar um pouco, me enxuguei com uma toalha e voltei pro quarto. Os caras ainda estavam deitados. Me deitei de barriga pra cima aos pés deles. Depois de um tempo conversando, Juan se levantou, colocou uma camisinha, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a me penetrar vaginalmente. Metia forte enquanto eu tava de pernas abertas, meus peitinhos balançavam no ritmo dos movimentos dele. Enquanto eu segurava os lençóis com a mão, ele me penetrava olhando nos meus olhos e beijando meu pescoço, "ahhh", "ahhhh", "ahhhhhhahha" eu dizia enquanto ele aumentava o ritmo. Minutos depois ele parou, chegou a vez do David. Ainda com a calcinha de lado, ele começou a me penetrar com força, colocou meus braços sobre minha cabeça e segurou meus pulsos enquanto me metia com força e lambia meus peitinhos, "uuuhmmm", "uuhhmm" que gostoso eu dizia, enquanto pedia pra ele morder devagar meus seios. Ele parou, diminuindo o ritmo, e deu espaço pro Miguel, que pegou minhas pernas, juntou elas e colocou no ombro dele, me penetrou devagar, e foi aumentando a intensidade dos movimentos, enquanto eu abraçava minhas pernas pra continuar naquela posição. Acho que por causa da posição, eu podia sentir as veias do pau dele roçando minha buceta e me fazendo sentir maravilhas. Foi a vez do Luís, ele abriu minhas pernas e começou a me penetrar a buceta, enquanto segurava minhas coxas pra me abrir mais. Parecia que ele queria me partir ao meio, porque os movimentos eram duros, com força. Em um momento, ele segurou meu pescoço, me deixando vermelha, e até me deu uns tapas na cara, não fortes, mas o suficiente pra deixar marca nas minhas bochechas. Jorge chegou perto da minha boca e aproximou o pau dele, enfiou na minha boca enquanto me sufocava com as mãos e Luís puxava meus peitinhos. Depois de alguns minutos, Luís tirou a camisinha e gozou na minha cara. Jorge colocou uma camisinha, subiu minhas pernas nos ombros dele e começou a me penetrar no cu. Os outros caras imitaram o Luís e começaram a gozar na minha cara. Eu abria a boca o máximo que podia pra engolir a maior quantidade de porra. Jorge aumentou a intensidade dos movimentos enquanto os outros caras gozavam em cima de mim. A força do Jorge ia aumentando, "ahhh", "ahhhhhahh" "aaahhhaahhhhhhha" eu gritava enquanto era partida ao meio. Minhas pernas tremiam, eu estava prestes a ter mais um orgasmo. Jorge aumentou a intensidade enquanto me segurava pela cintura pra meter mais forte. “Aaaahhahh” — eu gritava enquanto minhas costas arqueavam no orgasmo mais intenso da noite. Jorge tirou a camisinha e gozou na minha cara. Lá estava eu, deitada de barriga pra cima, com o rosto coberto de porra, suada, maquiagem toda borrada, minhas pernas tremendo enquanto eu brincava com a porra dos caras na boca. Tirei ela da boca e passei no rosto, fiquei deitada por um momento, recuperando o fôlego. Minha cara tava um bagaço, não dava pra distinguir o suor da porra, meu cabelo tava molhado de suor e de porra. Tava exausta, muito cansada, até sentia que podia tocar o céu com as mãos. Os caras foram tomar banho um por um pra ir embora, já era quase meia-noite e meia. Tomaram banho e se despediram de mim, me dando os números e pedindo pra repetir a dose no futuro. Foram todos, menos Jorge, que continuava deitado. Levantei, ainda tava de fio dental, mesmo cheia de óleo de bebê e porra, ainda tava comigo haha. Tirei e joguei no meio do quarto. Fui pro banheiro com as pernas tremendo, abri o chuveiro e sentei no vaso, não conseguia ficar de pé, minhas pernas ainda tavam moídas. Fiquei uns minutos debaixo do chuveiro quando vejo Jorge se aproximar. “Que noite, hein” — ele fala sentando do meu lado. “Uma das melhores da minha vida” — respondi enquanto a água caía em mim. Depois de uns minutos assim, com a cara mais limpa, Jorge chegou perto e me deu um beijo laaargo. Me colocou de pé, apoiou minhas mãos na parede do banheiro, pegou uma camisinha e começou a me penetrar analmente. Me abraçava por trás enquanto me metia e a água escorria pelos nossos corpos. “Ahhh”, “ahhh”, “ahhhh” ecoava no banheiro. Jorge pegou meu cabelo molhado e puxou enquanto me dava tapas fortes na bunda, que estralavam mesmo com o barulho da água caindo. “Zaap”, “zaaaap” — ecoava forte enquanto o som reverberava. Ele continuou me metendo por uns minutos enquanto me puxava pelo cabelo. Me ajoelhou e gozou no meu rosto, esfregava a porra dele na minha cara enquanto também passava o pênis, a água ajudava a lavar minha carinha enquanto eu ainda lambia o pênis dele que ia perdendo a dureza aos poucos. Ele saiu do chuveiro e eu fiquei de joelhos por um momento, ensaboei o corpo enquanto pensava em tudo que tinha feito, em como um grupo de caras desconhecidos (menos o Luis) tinham me comido em grupo, tinham gozado em cima de mim e feito o que quiseram. Saí do banheiro e o Jorge estava na cama, tirei a toalha e deitei com o Jorge pra descansar, iam dar duas horas e eu tinha que trabalhar às 7, só queria descansar um pouco.
A noite foi pesada pra mim, acordei às 10 da manhã, tudo girava, a buceta doía e as pernas ainda estavam fracas, apesar do banho na noite anterior, ainda sentia minha cara pegajosa. O Jorge não estava e os caras tinham ido embora há horas, vi o quarto em detalhes, óleo de bebê derramado no chão, camisinhas usadas espalhadas pela cama e pelo chão, a cama completamente bagunçada e molhada do meu suor, da porra dos caras e do óleo. Fui pra sala e encontrei o quarto cheio de cervejas, camisinhas jogadas, minhas roupas espalhadas por todo o cômodo. Peguei meu celular e liguei pro chefe do meu Hotel, me desculpei por não ter ido trabalhar, inventei uma desculpa e falei que passaria no final do turno pra explicar melhor as coisas. Peguei minhas roupas e saí do quarto, ao sair dei de cara com a moça que ia fazer a limpeza do quarto, que surpresa ela ia encontrar, haha.
Chegando no meu apartamento, tomei um banho, peguei minhas roupas pra trabalhar na loja e me preparei pra convencer o gerente do Hotel. Coloquei meu biquíni listrado que sei que ele adora e fui vê-lo. No caminho, notei que ainda tinha as pernas cansadas, a buceta doía e sentia a bunda ardendo. Chegando no hotel, convenci meu chefe sem problemas, falei que compensaria ele e fui trabalhar na loja. Não sei, talvez com esse conjunto... posso encontrar outros caras pra me divertir, talvez vá ver o Luis saindo pra ver como ele tá, ou quem sabe, recompensar meu chefe por ser tão bom comigo…Uma fotinha do meu biquíni listrado

Hoje vou contar um causo que rolou comigo no fim de semana.
Pra quem já me conhece (e quem ainda não), meu nome é Brenda, 22 anos, curto muito esporte, mais precisamente levantamento de peso. Treino 5 dias por semana e nos outros dois faço cardio leve (saio pra correr pelas praias de Zipolite).
Aqui vou mostrar umas fotos recentes dos meus resultados de treino.




Dia 1Como vocês sabem, eu trabalho meio período como recepcionista num hotel e meio período numa loja de biquínis, onde também faço modelo pra promover as peças que chegam. Isso aconteceu numa sexta-feira à tarde, umas 5 da tarde. Eu tava sentada do lado de fora da loja vendo o povo passar (vale mencionar que, como tanto o hotel quanto a loja são perto da praia, eu posso ficar de biquíni, e aquele dia não foi exceção). Aí um grupo de 3 caras passou na minha frente, os três viraram pra me olhar ao mesmo tempo. Eu só sorri e continuei na minha, sem dar muita bola. Pelo canto do olho, vi que eles pararam uns metros adiante, começaram a conversar alguma coisa e os três voltaram quase correndo pra loja. Começaram a fazer perguntas sobre vários biquínis e pediram pra entrar pra ver melhor. Eu deixei eles entrarem e comecei a mostrar o que pediam. Não sei se de propósito ou se realmente não faziam ideia de que peça queriam, mas me fizeram rodar a loja inteira. No fim, escolheram um par de shorts e uma camiseta sem manga. Antes de comprar, quiseram provar, então levei eles pros provadores que ficam nos fundos. Enquanto dois caras se trocavam, eu esperava lá fora, e um deles se aproximou se apresentando: "Oi, sou o David" – disse, estendendo a mão. "Sou a Brenda, prazer, David." Depois de bater um papo sobre como tava a venda e eles me falarem que tinham acabado de chegar na região, me perguntaram por um bar pra tomar um drink. Indiquei onde tinha um e eles me convidaram pra tomar um. Fiquei meio na dúvida, então recusei, mas depois de um tempo conversando e um joguinho de olhares, aceitei. Falei onde a gente se encontraria e fui fechar a loja. Eles educadamente esperaram e fizeram companhia até eu sair. Chegando em casa, me troquei pro que vinha pela frente. Tomei um banho e me vesti: coloquei uns shorts brancos e uma blusa decotada. Não tenho muito peito, hehe, mas já percebi que decotes deixam os caras loucos. Os caras.
Umas fotos de como eu tava vestida quando tava na loja.





Umas fotos de como fui vestida pro bar.

Às nove em ponto, a gente se encontrou no bar, só que dessa vez só vieram o David e o Jorge, que era um dos caras que chegou na loja mais cedo. Quando perguntei pelo ausente, me disseram que ele não tava bem. Pedimos umas cervejas e ficamos de papo, tudo normal. Falamos sobre nossos hobbies, esportes (embora eu não manje muito disso), da praia. Conforme as cervezas iam se acumulando na mesa e as horas passavam, decidi que era hora de ir. Os dois concordaram e se ofereceram pra me levar em casa. Como eles tinham carro, sentei no banco do carona e o Jorge foi pro banco de trás. Enquanto a gente conversava, eu percebia o Jorge se esticando pra ver onde ia meu decote. Quando me toquei e chamei ele de tarado, ele ficou vermelho e confessou que me achava uma gostosa, além de gostar das minhas pernas. Meio tonta pela bebida, agradeci o elogio e falei que se ele quisesse, podia tocar. Sem pensar duas vezes, ele passou a ponta dos dedos dos meus joelhos até minhas coxas. Fez de um jeito que me fez pular no banco. Quando vi que tava corada (ou pelo menos os caras disseram isso), o David me perguntou o que foi. Não soube o que responder e só sorri. Chegando em casa, desci do carro, me despedi do David com um beijo na bochecha. O Jorge saiu correndo e se ofereceu pra me acompanhar até a porta. Aceitei e a gente foi até meu apartamento. Na entrada, o Jorge disse que se divertiu pra caralho e que queria repetir, mas agora com os três caras e eu. Hesitando, falei que não tinha certeza. Aí ele chegou perto e me deu um beijo na boca. Primeiro foi quente, depois foi aumentando a intensidade. Senti a língua dele se mexendo dentro da minha boca e a mão dele na parte de baixo da minha cintura. Quando a gente se separou, os dois estavam ofegantes. Falei que se ele me desse outro beijo daqueles, com certeza ia rolar. Ele sorriu e me apertou contra ele, me deu um beijo longo enquanto descia a mão pra minha bunda. Deu um tapa que com certeza o David ouviu, e eu sorri e briguei com ele. Ele só sorri e eu entro em casa. Antes de entrar, balanço um pouco a bunda e abro minha blusa enquanto sorrio. A cara de choque dele foi tanta que ele correu os dois passos que me separavam, se jogando em mim. Contra toda minha vontade, tive que segurá-lo e dizer que estavam esperando por ele. Antes de ir, dei meu número e repetimos aquele beijo que me deixou molhada a noite toda.Dia 2
No meu trabalho no hotel, o dia passou sem muitas novidades. A única coisa que salvou aquela manhã foi trocar mensagens com o Jorge. Aos poucos, fomos ganhando mais confiança, e a conversa foi ficando mais erótica e sexual. Assuntos como quantos parceiros, quais posições a gente curte. Em um momento, ele tocou no assunto que os caras tinham gostado muito, e que ele ficou com vontade de mais beijinhos (e algo mais). Então ele propôs que a gente se encontrasse no apartamento dele naquela noite, tomaria algo e ficaríamos os quatro: David, Jorge e Juan (esse era o nome daquele cara da loja). Com um pouco de expectativa do que poderia rolar, aceitei. Falei pra eles me encontrarem na loja na hora de fechar (7:30) e de lá iríamos pro apartamento dele. Ele topou de boa e seguimos com nosso dia. Eu me arrepiava só de pensar que poderia transar com três caras de novo. Quartetos não são algo que eu faça sempre, mas sempre são satisfatórios de fazer, satisfatórios e prazerosos, muito prazerosos. Antes de entrar na loja, passei em casa, tomei um banho e vesti uma roupa confortável: um shortinho e uma blusa de alcinha, mas sem alcinha hehe.
Uma foto no chuveiro que mandei pro Jorge
Uma na minha calcinha
Minha roupa escolhida hehe

Exatamente às 7 horas, vejo a caminhonete dos caras lá fora e o Jorge entrando na loja. A gente se cumprimenta com um selinho e bate um papo sobre o nosso dia. Quando ele me viu de shorts, quase caiu pra trás, dizendo que meu rabo tava em destaque de um jeito gostoso. Perguntei se ele queria tocar pra ver se era só o shorts, ele topou e eu levei ele pros provadores. Lá dentro, entramos num cubículo e começamos a nos beijar que nem uns loucos. As mãos dele percorriam meu corpo, da minha cintura até meus ombros, passando pelos meus quadris e apertando minha bunda. Dava pra sentir o clima esquentando, enquanto eu beijava ele, levei minha mão até a virilha dele e senti um volume enorme que cabia na minha mão. Minha cara deve ter denunciado, porque ele só riu e começou a beijar meu pescoço enquanto eu ainda tava pasma. Quando desci um pouco mais, ele me pegou pelos ombros e me abaixou. De joelhos, vi ele desabotoar a calça, ficando só de cueca. Abri a porta pra ver se não tinha cliente, e vendo o lugar vazio (e com os amigos do Jorge "cuidando" da loja), comecei a puxar a cueca dele devagar, vendo aquele pedaço de carne saindo do confinamento. Peguei ele com uma mão e ainda sobrava quase metade pra fora, fácil chegaria na metade da minha outra mão, mas o que me impressionava era a grossura. Apertando com força, meus dedos mal se tocavam. Sem pensar duas vezes, umedeci meus lábios e dei um beijo nas bolas dele, um beijo molhado, quente, que com certeza fez o Jorge tremer. Passei minha língua pelo tronco dele até a cabeça, onde brinquei com a língua, fazendo ela percorrer toda a cabeça dele. Depois, voltei pras bolas dele, enquanto as colocava na minha boca. Os gemidos do Jorge não demoraram, e comecei a subir de novo. Dessa vez, com a cabeça dele nos meus lábios, fui enfiando na minha boca devagar, tentando não babar na minha roupa ou na dele (não queria me sujar antes dos outros caras me verem). Quando cheguei perto da metade, comecei a... Senti ânsia, então desci um pouco mais e fiquei ali por uns segundos. Quando tirei da boca, não consegui evitar puxar o ar e soltar um pouco de saliva que foi parar no chão, enquanto batia uma pra Jorge, minha mão ficou molhada com a saliva que tinha deixado no pau dele. Ajoelhada, masturbando ele, ouvi os caras cumprimentando alguém. Abri o cubículo e vi uma mina entrando. Levantei rápido e fui atender, mas como tava perto de fechar, falei que não tinha serviço. Relutante, ela aceitou e saiu da loja. Vi Jorge saindo do provador com o volume ainda na calça. Ele disse que não queria mais esperar por mim e fomos pro carro. Quando saímos, os caras me devoravam com o olhar, olhavam minhas pernas, meus olhos, minha barriga, mas sem dúvida, o que mais olhavam era minha bunda e minhas pernas. Fechei a loja e entrei no carro. A noite ia ficar interessante…Dirigimos pro apê dos caras o mais rápido possível. No carro, notei a ansiedade do Jorge pra chegar. O volume na calça dele tava prestes a explodir. Tentando aliviar as coisas, comecei a passar a mão na perna dele enquanto me aproximava do ouvido e falava a vontade que tava de ser penetrada por ele. Do mesmo jeito, lancei um olhar safado pro Juan, que tava de carona com o David. Aí dei um beijo profundo no Jorge, que começou a amassar meus peitos por cima da roupa enquanto eu tocava o volume dele por cima da calça. Quando tava perto do apê, o David falou que tinha uma ideia e virou em direção a uma praia que costuma ficar vazia. Quando percebi isso, só sorri pro Jorge e desabotoei a calça dele. A praia tava a 10 minutos, então dava pra aliviar a "pressão" um pouco. Puxei a calça dele até os tornozelos e me ajoelhei no banco do carro. Dei um beijo longo na boca dele enquanto tirava o amiguinho dele da cueca. Passei a língua pelo torso dele até chegar na cabeça do meu amiguinho. Deixei cair um pouco de saliva na cabeça dele e comecei a masturbando ele devagar
enquanto olhava fixo nos olhos dele, de repente David freou bruscamente, encostou o carro
e mandou Juan comprar umas camisinhas, as que tinham ficaram no
apartamento e o que viria depois merecia isso. Enquanto Juan corria
atrás das camisinhas, eu enfiava aquele pau na minha boca, por mais que tentasse
não passava da metade, me dava ânsia e umas lágrimas rolavam pelas
minhas bochechas, quando tirei da boca a saliva escorria sujando os bancos,
as pessoas passavam perto da caminhonete, talvez algumas viram o movimento da
minha cabeça subindo e descendo, ou talvez ouviram as ânsias, Juan chegou no
carro e David arrancou, estávamos mais perto da praia, no caminho, Jorge tirou
minha blusa me deixando de sutiã,
depois de me apreciar por uns segundos, tirou o sutiã deixando meus
peitos à mostra, sem cerimônia se jogou neles lambendo meus mamilos como
um desesperado, mordiscando de vez em quando e brincando com a ponta da língua, fazia maravilhas
com a boca, joguei o corpo pra trás enquanto ele me segurava pelas costas baixa
pra que pudesse aproveitar melhor meus peitos e notei a cara de Juan totalmente
aberta, era o que menos acreditava naquela cena, peguei a mão dele e coloquei
na minha bunda, depois de mexer um pouco ele tomou a iniciativa e começou a
apalpar, Jorge soltou meus peitos e eu continuei com o boquete, me colocando de
quatro de novo dando uma vista melhor da minha bunda apertada naqueles
shorts, sem hesitar, desabotoei o botão e comecei a descer enquanto engolia
aquele pedaço com a boca, Juan entendeu o recado e lentamente começou a descer
meu shorts, deixando ver uma calcinha preta de renda que eu tinha colocado
pra ocasião, David dirigia, acho que estava mais entretido naquela
cena do que dirigindo, pra sorte dele, estávamos entrando na praia,
procurou um lugar pra estacionar e paramos, as 4 portas se abriram
ao mesmo tempo e Juan e David desceram, eu continuava tentando comer o Jorge,
depois que os Os caras verificaram se não tinha ninguém por perto, me mandaram descer do carro só de calcinha e sutiã. Juan e David se aproximaram rápido pra poderem curtir meu corpo enquanto Jorge tirava a roupa. Os dois puxaram os paus pra fora e eu percebi que eram bem dotados, o do David era um pouco menos grosso, mas a diferença era pequena. Eles colocaram as camisetas na areia e eu me ajoelhei na frente deles. Cuspi um pouco na mão direita pra masturbar o David, enquanto com a esquerda peguei o Juan e enfiei na minha boca. Com ele dentro, passei a língua na cabeça dele, até tirar e ficar brincando com a língua na ponta. Depois foi a vez do David, enfiei ele na boca e comecei a mexer a cabeça pra masturbá-lo. Num momento, ele me apertou contra o corpo dele enquanto eu sentia que tava me afogando com o pau dele. Estiquei a língua como pude e passei nos testículos dele, isso fez ele me soltar e eu notei um tremor nas pernas dele. Achei que ele tinha gozado, mas acho que foi um orgasmo sem gozo (não tenho certeza do que rolou ali). Jorge aproveitou pra me levantar e me levar até a porta traseira do carro. Juan sentou no banco enquanto Jorge me inclinava e colocava o pau dele (já com camisinha) na entrada da minha buceta e começou a me penetrar devagar enquanto eu segurava as pernas do Juan e ele enfiava o pau dele na minha boca, fazendo meus gemidos ficarem abafados. Jorge começou a bombar devagar, tirava o pau e enfiava lentamente até a metade, tirava de novo e enfiava de novo devagar enquanto me segurava pela cintura e via eu fazendo um boquete no Juan. Aos poucos, Jorge foi aumentando a intensidade das estocadas, aumentando também o pedaço que ele enfiava em mim, agora era mais da metade que entrava. David chegou perto de onde eu tava com Juan e colocou o pau dele na minha mão. Agora, minha boca alternava entre aqueles dois paus, minha saliva escorria dos dois troncos, minhas mãos estavam escorregadias de tanta saliva que eu deixava nos amiguinhos deles. Jorge aumentou a intensidade. agora eu conseguia ouvir o som das minhas nádegas batendo nas pernas dele e sentia dentro de mim aquele pedaço de carne, já não saía por completo, agora o percurso era da metade pra cima, a intensidade era tanta que os movimentos dele eram ritmados mas fortes, ele me puxou pelo cabelo e arqueou minhas costas, movimento que Juan e David aproveitaram pra chupar meus peitos, Jorge tirou a camisinha e gozou nas minhas costas, pude sentir a porra quente escorrendo pela minha lombar, me levantei de vez enquanto a porra escorria pelas minhas nádegas até minhas pernas, David e Juan se masturbavam com certa intensidade, Juan apressou pra pegar uma camisinha e, sentado no carro, me virou e começou a me penetrar, bom, na verdade quem fazia o movimento era eu, ele colocou o pau na entrada e enquanto puxava minha cintura pra perto dele, decidi descer quase de uma vez, enfiando aquele pau quase até o fundo, meu gemido só fez despertar meu tesão e repetir aquele movimento, eu subia e descia meus quadris enquanto Juan apertava minhas nádegas e de vez em quando me dava tapas na bunda, David ficou na minha frente, colocou minhas mãos no pau dele e comecei a masturbá-lo, ao me abaixar pra fazer um boquete, meu corpo desceu e fez a penetração ficar mais funda, "aahgg aahgg aaaaahgg" eu gemia enquanto era penetrada fundo e tinha um pau na minha boca, depois de alguns minutos minhas pernas começaram a tremer e veio um orgasmo que me fez ficar de joelhos, David aproveitou a oportunidade pra gozar na minha cara, sujando meus peitos de passagem, e logo depois Juan fez o mesmo, só que gozando no meu cabelo haha fiquei um tempo de joelhos enquanto recuperava a força nas pernas, a noite já tinha chegado e os caras disseram que era hora de ir, a praia fica perigosa de noite, procurei minha roupa na caminhonete, me vesti e subimos, no carro minhas pernas não paravam de tremer, Jorge percebeu e ficou com ciúmes de que Juan foi o responsável por aquele orgasmo, ele tentava tirar o sêmen do meu cabelo mas Era impossível. Chegamos no meu apartamento, desci do carro, me despedi dos caras e entrei. Tive que ser rápida pra os inquilinos não me verem saindo de um carro com três caras (o que vão pensar de mim, haha). Já no meu quarto, tomei um banho quentinho pra relaxar o corpo. Antes de dormir, troquei uma ideia com o Jorge, contei pra ele a vontade que tive de provar aquele pau no meu cu. Ele disse que dava pra resolver. Falei que amanhã, antes de entrar no hotel, ia treinar. Passei o nome do lugar e falei pra ele dar uma passada lá, que talvez a gente pudesse "conversar" um pouco. Ele topou e eu capotei. Ainda não sabia o que me esperava no dia seguinte.
**Dia 3**
Acordei cedo e me preparei pra treinar. Sabia que ia ver o Jorge, então vesti a melhor roupa de treino que tenho e fui pro gym. Mas antes, mandei umas fotos pra ele. A vantagem de treinar cedo numa área turística é que as academias costumam estar vazias. A maioria treina nas academias dos hotéis, poucos vão nas independentes. Cheguei e só tinha o cara da recepção (um amigo com quem já tive umas aventuras e quem sabe um dia eu conto). Cheguei, cumprimentei ele e falei que tava esperando uma visita e que ia precisar de um pouco de privacidade. Ele sorriu e disse que eu podia usar os banheiros, que ele ia cuidar pra ninguém entrar. Dei um beijo nele e agradeci. Ele disse que depois ia cobrar.

Aqui as fotos que tirei de mim
A fotinho que mandei pro Jorge Fiquei um tempinho na esteira e vi o Jorge entrando. Fiz um sinal pro Javi que era ele que eu tava esperando e deixei ele passar, a risada dele dizia tudo, sabia bem o que vinha. Comprimentei o Jorge e sem perder tempo, mandei ele ir pros banheiros. Como era vestiário e banheiro, tinha bastante espaço. Sem trocar uma palavra, a gente se pegou num beijo, beijos intensos, apaixonados, como de dois amantes que não se veem há tempos. As mãos dele percorriam meu corpo, tocavam minhas correntes, minha cintura, meus glúteos, apertava, amassava, dava tapas. Eu tocava o volume dele, sentia crescer nas minhas mãos, apertava, sentia o calor e a pulsação aumentando. A gente se desejava e era hora de soltar as rédeas. Ajoelhei, tirei a blusa e o top esportivo, não queria sujar eles. Ele, por sua vez, baixou o short e a cueca, deixando na minha frente aquele pedaço divino. Peguei com as duas mãos e comecei a lamber. Era meu doce, meu pirulito. Minha língua percorria toda a haste, as bolas, afundava minha cara nelas, mesmo que meu rosto ficasse todo melado de saliva. Aquilo tava me deixando louca. Enfiei na boca, minha meta era enfiar tudo dessa vez. Teve ânsia, e a maquiagem começou a escorrer com as lágrimas que caíam, mas isso não me parou. Tava mais perto de ter aquilo na boca de uma vez por todas. E consegui. Entrou até o fim, minha língua tocou as bolas dele, e ele apertou minha cabeça contra as pernas dele. "Aaahg, aaaaaaahhhg, aahhhggg" se ouviu, e finalmente consegui me soltar. A quantidade de saliva foi tanta que escorria pro chão quase na hora. Tentei não sujar meu short, mas foi inútil. Meu torso e meus peitos estavam encharcados de saliva. Levantei e dei um beijo nele. Ele tirou da bolsa uma camisinha e um potinho de lubrificante. Surpresa, perguntei o que ele tava querendo. Ele só riu e me virou. Deu uns tapas na minha bunda que ecoaram no quarto vazio. Baixou a legging até as coxas e afastou minha calcinha fio dental. Colocou Lubrificante no dedo e começou a passar no meu cuzinho. Nisso, me levantei e tirei a calcinha — não dava pra andar na rua com manchas de lubrificante e saliva. Com a bunda de lado e apoiada com as mãos na parede, ele continuou passando os dedos no meu cu, fazendo círculos e enfiando devagar. Que puta prazer que eu sentia. Quando um dedo entrou fácil, ele passou lubrificante no dedão e começou a penetrar meu cu com ele, cada vez entrando mais fácil. Ele colocou a camisinha e passou lubrificante, botou uma boa quantidade nas minhas nádegas e começou a espalhar com as mãos (agora minha bunda tava brilhando e escorregadia, haha). Posicionou o pau na entrada do meu cu e começou a pressionar. Mesmo com os dedos que já tinham entrado, a cabeça ainda era grande. Ele passou mais lubrificante e pressionou mais. Eu sentia a cabeça dele abrindo caminho devagar dentro de mim. Quando finalmente entrou, não consegui evitar soltar um grito: "Aaaah!", que foi rapidamente abafado pela mão dele. Ele ficou imóvel por um tempo, deixando meu buraquinho se dilatar com aquele pedaço. Aos poucos, os movimentos começaram. Sem tirar o pau, ele enfiava até a metade. Eu só mordia meu lábio sentindo aquilo entrando. Devagar, meu buraquinho foi se adaptando, e ele ia enfiando mais e mais a cada movimento. "Ahhh, assim", "um pouquinho mais", "uuuuhmm, adoro", eu falava enquanto aquilo abria caminho dentro de mim. Aos poucos, as estocadas foram aumentando de intensidade. Jorge brincava com meus peitinhos enquanto o barulho da minha bunda batendo nas coxas dele ecoava pelo quarto: "ploc, ploc, ploc, ploc, ploc". Aquela melodia ressoava no quarto, junto com meus gemidos e a respiração ofegante do Jorge. Num momento, Jorge aumentou as estocadas de um jeito brutal. Segurando minha cintura com a mão direita e puxando meu cabelo com a esquerda, fez eu empinar mais a bunda e arquear as costas. Me fez esquecer onde estava, me fazendo gritar que nem uma louca: "Ahh, ahhhh, assim! Asiiiiiiiiiii! Deus, mais forte! Isso provocou um orgasmo que fez minhas pernas tremerem e me fez cair no chão, dava pra sentir meu cuzinho se abrindo e fechando lembrando daquele pedaço, sem me deixar levantar, Jorge me colocou de quatro, se posicionou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu de novo, sem nem recuperar o fôlego, meteu tudo até o fundo, “ahhhhhhhhh”, só consegui falar diante daquilo que tinha entrado em mim, na hora começaram as estocadas selvagens, “ploc, ploc, ploc, ploc” enquanto ele me segurava pela cintura pra ter mais controle sobre mim, eu só curtia aquilo igual uma louca, o calor começou a aumentar no banheiro e meu corpo ficou coberto de um suor leve que se misturava com o de Jorge, o suor das minhas mãos fez com que eu não aguentasse a força com que Jorge me penetrava e me fez cair no chão de bruços, coisa que não passou despercebida, no chão, ele me fez levantar a bunda pra poder enfiar no meu cu com mais facilidade, mesmo essa posição não sendo nova pra mim, eu aproveitei muito, não sei se era pela selvageria do sexo ou pelo tesão de saber que estávamos no banheiro da academia que eu frequentava e que, provavelmente, meu amigo na entrada estaria ouvindo meus gemidos. Jorge metia com uma força quase brutal, como se a vida dele dependesse disso, mantinha um ritmo quase constante que só parava pra eu poder levantar mais a bunda, num momento, ele parou as estocadas, me virou de costas, tirou a camisinha, e por cima da minha barriga gozou, a porra dele foi tanta que no primeiro jato que saiu, caiu na minha cara e no chão, na hora levantei a cabeça pra engolir toda a porra que saía, o calor dela inundava minha boca, com uma cara safada, abri a boca e mostrei a língua, fazendo a porra morna cair nos meus peitos, ali estava eu, no chão do banheiro, suada, descabelada, com a maquiagem borrada, minha cara e meus peitos manchados de sêmen e minha própria saliva, minha bunda enfeitada com minha calcinha fio dental preta jogada de lado, meu cu parecia em chamas. Fiquei um tempinho sentada, recuperando as forças nas pernas e esperando meu buraquinho arder menos. Jorge se vestiu enquanto eu ainda tava no chão, e me disse que os caras queriam fazer uma "festa" de despedida. Ia ter Ele, Juan, David, e o Miguel ia chegar (um amigo deles). Perguntei se podia levar um amigo, ele topou. Combinamos que, como era meu dia de folga, a gente se veria às 4 pra começar a festa o mais cedo possível, e fazer o tempo render pra tudo que os 5 caras queriam fazer. Aceitei e ele foi embora. Levantei ainda com as pernas tremendo e fui tomar um banho. Quando saí do banheiro, procurei minha roupa, felizmente tava limpa. Me vesti e saí dos banheiros. A academia tava vazia. Fui falar com o Luis (meu amigo da academia). Ele tava com um sorriso besta, dizendo que eu tinha me divertido pra caralho, falou que os gritos dava pra ouvir até onde ele tava (e com certeza até lá fora). Não consegui evitar de ficar vermelha. Antes de ir, perguntei se ele ia fazer alguma coisa à tarde. Ele disse que não. Contei a proposta do Jorge e ele topou na hora. Falei o lugar e o horário e fui pro meu apê. Precisava descansar pro que vinha mais tarde...
No meu apê, tomei um banho bem gostoso. Fiquei um tempinho brincando com a água enquanto imaginava o que 5 caras poderiam fazer comigo. Sem dúvida, ia ser algo inesquecível (até hoje é o maior número de caras com quem já fiquei). Saí do banho, peguei uma roupa confortável que não atrapalhasse e fosse fácil de tirar. Coloquei minha calcinha fio-dental mais confortável, vesti minha calça e uma blusa de alcinha. Enquanto me vestia, mandava fotos pro Jorge pra ele ir ficando de pau duro. Passei minha maquiagem, um tom vermelho pros meus lábios ficarem sexy e pedindo, e um pouco de sombra nos olhos. Adoro ver a cara dos caras quando minha maquiagem borra, deixa eles mais tesudos.
Uma foto do meu look (tava felizona porque sabia o que vinha)



Minha calcinha fio dental gostosa
Saí do meu apartamento de táxi pro hotel dos caras, cheguei e na recepção tava o Luis, cumprimentei ele com um beijo e pedi a chave do quarto dos meninos. Tava muito ansiosa, sabia que iam arrebentar minha buceta e não queria esperar mais. Já no quarto, o clima era diferente, tinha cerveja (pra caralho) além de uns vidros de lubrificante, uma caixa grande de camisinhas, e o que parecia um vidro de óleo de bebê (esses caras tinham preparado tudo). Entramos eu e o Luis e nos apresentamos. O Juan e o David não tiravam os olhos de mim, o Miguel tava de boca aberta e o Jorge deu um tapa nele, falou “caralho, que gostosa” e eu respondi num tom quente, “e isso que você ainda não viu nada”. Botaram música e começamos a beber, não conversamos quase nada, na real não teve papo nenhum. Assim que a música tocou, fui direto no Jorge e comecei a beijar ele, segurava no pescoço e beijava com tesão enquanto ele me apertava contra o corpo dele, me segurando pela cintura. Pouco depois, senti umas mãos na minha bunda, eram o Juan e o David, que tavam apalpando cada centímetro da minha anatomia. Enquanto eu me separava do Jorge, o Miguel chegou perto pra pegar nos meus peitos e eu dei um beijo longo nele, muuuuito longo. Só me afastei quando percebi que o Luis tava abaixando minha blusa, deixando meus peitos de fora, momento que o Miguel aproveitou pra enfiar na boca dele, ato que o Juan imitou. O Jorge me fez virar de costas e começou a desabotoar minha calça. Parei ele na hora, pedi pros caras sentarem no sofá da sala. Eles obedeceram e eu comecei a tirar a calça devagar, fazendo uma dança sexy pra eles. No final, virei de costas e tirei a calça completamente, fiquei agachada uns segundos pra eles admirarem minha figura e o quanto minha calcinha fio dental ficava gostosa em mim. Me virei e me livrei da blusa. Com os 5 no sofá, falei pra eles tirarem as calças e as cuecas. Eles fizeram isso enquanto eu ficava de quatro e avançava devagar na direção deles, rebolando como se não houvesse amanhã. Se fosse um felino, na frente do Jorge (que tava no meio do sofá), peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a masturbar ele, enquanto olhava de canto que a maioria dos caras já tava duro. Comecei com o Jorge, pegando o pau dele e enfiando na boca. Com as fodas que a gente já teve, não foi difícil fazer aquele pedaço de carne entrar quase de uma vez. Só de ouvir meus engasgos, ele apertou minha cabeça contra as pernas dele enquanto me dava um tapa na bunda que acordou os caras do transe. Quando me soltei dos braços do Jorge, notei a quantidade de saliva escorrendo da minha boca e indo parar nas coxas dele. Sem perder tempo, vi de canto o Luis abrindo o óleo de bebê e jogando nos meus glúteos, encharcando minha bunda e minha calcinha fio dental. Juan e Miguel se jogaram no meu rabo e começaram a massagear, espalhando mais óleo, descendo até minhas pernas. David pegou um pouco de óleo e passou nos meus peitos, enquanto Luis oleava minhas costas. Eu continuava chupando o Jorge, que tava sentado no sofá. David colocou o pau dele na minha mão direita e começou a fazer movimentos com a minha mão. Sem tirar o pau do Jorge da boca, comecei a masturbar ele com a mão, cuspi e continuei batendo uma pra ele. Do lado esquerdo, o Luis se posicionou imitando o movimento do David. Agora eu tinha dois paus nas mãos e um na boca, enquanto dois caras massageavam minha bunda com óleo de bebê. Eu alternava os paus dos caras pra passar pela minha boca: uma hora era o Luis, outra o David, outra a grossura do Jorge. Da minha boca saíam fios de saliva que ficavam nos paus dos caras. Depois de uns minutos revezando os paus na minha boca e do Miguel e Juan baterem uma vendo a cena, o Miguel pegou uma camisinha e deitou no chão de barriga pra cima. Ele me indicou com um gesto pra sentar em cima dele. Como uma boa putinha, obedeci. Puxei a calcinha pro lado e coloquei o pau dele na entrada da minha buceta. Deixei meu peso cair. Corpo devagar, enquanto ele ia se abrindo caminho dentro de mim, "ahhh" consegui gemer num tom suave, o pau dele encaixava perfeito dentro da minha buceta, comecei a mexer a bunda pra frente e pra trás enquanto colocava as mãos nos peitorais do Miguel, fechava os olhos e me deixava levar, aquele membro me fazia vibrar. Em poucos segundos, percebi o Luis ficar na minha frente, de pé, apontando o pau dele pra minha boca, sem hesitar meti ele na boca, com uma mão masturbava ele enquanto lambia os ovos dele, cuspia e via minha saliva escorrendo pelas pernas dele até o chão. Pedi um pouco de água porque no quarto o calor tava pegando e minha boca tava secando, o Juan me trouxe um pouco de água, bebi e agradeci pegando no pau dele e masturbando, agora minha boca se revezava entre o pau dele e o do Luis. Senti uma mão na minha bunda que parou meu movimento, era o Jorge que tinha colocado uma camisinha e agora tava lubrificando meu cu e o pau dele, enfiou um dedo que entrou com muita facilidade, vendo a cara de surpresa dele falei que ainda não tinha me recuperado do que rolou há pouco, o que fez com que, de repente, ele colocasse a ponta do pau na entrada do meu cu e empurrasse o membro até a metade. Agora tinha meus buraquinhos cheios e minha boca também, o Jorge e o Miguel começaram a mexer a bunda mas o ritmo era diferente, falei pra eles ficarem quietos e comecei a mexer eu mesma a minha bunda, "ummmh", "ahhhhhh", "siiii", "assim é melhor" só consegui gesticular enquanto meu corpo se extasiava de prazer, fui aumentando meus movimentos conforme sentia que meu primeiro orgasmo tava chegando, foi tão intenso que me deixei cair em cima do Miguel, que apertou meu corpo contra o dele e começou a me furar com força, ritmo que o Jorge conhecia bem e que os dois se juntaram pra me fazer gritar "ahh ahhh ahhhhh ahhh". O Miguel me pegou com um beijo "hmm hmm" se ouvia, os dois pararam pra respirar enquanto eu continuava deitada em cima do Miguel, recuperando o fôlego, já com meu corpo. Brilhando de suor e de óleo de bebê, Juan fez eu levantar meu rosto enquanto ele se ajoelhava pra eu dar um boquete. Comecei a engolir aquele pedaço devagar até chegar no fundo. Quando cheguei lá, estiquei minha língua e comecei a tocar a ponta dos ovos dele com ela. Ele apertou minha cabeça contra as pernas dele e tapou meu nariz. Me segurou ali por uns segundos até me soltar. "Ahhhhhhhh", eu falei, enquanto minha saliva escorria em montes no pau dele e descia pela minha boca, molhando meus peitos. Eu tava recuperando o fôlego quando os caras começaram de novo com os movimentos. Agora eram mais lentos, eram ritmados. Enquanto eu era penetrada pelo Miguel e pelo Jorge, o Luis, o David e o Juan se colocaram na minha frente e me fizeram chupar os paus deles. Ali estava eu, chupando os paus de três caras enquanto dois me penetravam a buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. O calor tava presente no quarto, meu corpo começava a brilhar com o suor do meu corpo e o dos caras. A penetração ritmada me causou meu segundo orgasmo, que não foi tão intenso, mas me fez arquear as costas. "Aaaaaaaaaaaaahhhaaaaaah", me deixei cair de lado. Miguel e Jorge disseram quase em uníssono: "Como você se mexe bem". Só consegui sorrir e mostrar a língua pra eles. Os caras aproveitaram pra tirar as camisinhas e gozar em cima de mim. Me banharam de porra quente no meu corpo, caindo nas minhas pernas, nos meus quadris, nos meus ombros e no meu cabelo. Essa foi uma pausa. Todos foram pegar outra cerveja. Eu ainda tava no chão me recuperando do tremor das minhas pernas. Me trouxeram uma e eu sentei pra tomar. Os caras riam e eu também. O segundo round chegou na hora. Luis me colocou de pé, fez eu dobrar minhas pernas e Jorge se colocou na minha frente. Luis, com uma camisinha nova, passou lubrificante e colocou o pau dele na entrada do meu cuzinho, enquanto eu pegava o membro do Jorge com as mãos e comecei a masturbá-lo, colocando na minha boca e enchendo ele de saliva. Enquanto eu ia fazendo o boquete, com as ânsias e o O suor fazia minha maquiagem escorrer, meus lábios tinham perdido o batom, e a sombra dos meus olhos borrava a cada lágrima. E quando ele passava o pau no meu rosto, misturando minha saliva com meu suor, fazendo o Jorge ficar ainda mais excitado. Os movimentos do Luis eram ritmados, ele me segurava pela cintura e me dava tapas na bunda — "zaaap" ecoava no quarto, se misturando com o som da música e minhas ânsias. Num momento, o Luis me pegou pelos ombros e me fez ficar de pé, me segurou pelos braços e começou a me penetrar com uma brutalidade que eu só tinha visto o Jorge fazer — "ploc", "ploc", "ploc" se ouvia melodicamente enquanto minha bunda quicava nas pernas dele. Num instante ele parou. Jorge ficou na minha frente e me levantou nos braços, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a subir e descer meu corpo. Eu o abraçava pra não cair, o suor dele e o meu se misturavam. Ele fez um sinal pro Luis colocar o pau na entrada do meu cuzinho. Jorge subia e descia meu corpo, ele era o responsável por me fazer gozar, eu só o abraçava com força e gemia no ouvido dele: "não para", "não paraaaa", "ahhh eu adoro", "eu adorooooo" — eu dizia pros caras, que servia como estimulante pra deixar os movimentos deles ainda mais brutos, o que fez eu gozar pela terceira vez. Abracei o Jorge com todas as minhas forças enquanto tocava o céu com as mãos. Nenhum dos dois se mexeu, ambos ficaram dentro de mim até o orgasmo acabar. Jorge me abaixou e eu me deitei no sofá, pedi uma cerveja e me recostei exausta, tomando outra cerveja. Os caras se aproximaram e propuseram levar a festa pro quarto. Aceitei. Levantei, ajustei minha calcinha fio dental e fomos pro quarto. No quarto, encontrei outra garrafa de lubrificante e uma caixa de camisinhas — porque esses caras tinham pensado em tudo. Me deitei no meio da cama de barriga pra cima. Os caras ficaram na borda da cama com os paus duros, me chamaram pra fazer um boquete neles e eu fiz. Fiquei de quatro na frente de um. Eles e uma ursa, fui enfiando os paus deles na minha boca, enquanto masturbava os outros. Queria ter um par de mãos extras, ou pelo menos outra boca pra fazer os caras gozarem mais, enquanto chupava um, masturbava dois, e nos que não dava pra masturbar, cuspia no pau deles pra eles se tocarem enquanto eu tava ocupada. Minha saliva fazia os 5 paus brilharem, enquanto escorria pelo meu queixo e sujava a ponta da cama. Juan saiu pra sala pegar o vidro de óleo de bebê e começou a passar nas minhas nádegas, massageava como se fosse massa de pão. Às vezes sentia duas mãos na minha bunda, às vezes jogavam óleo nas minhas costas, nos meus quadris, na minha barriga e nos meus peitos. Me banharam com óleo de bebê. De repente, David anunciou que ia gozar. Rapidamente me deitei de barriga pra cima, colocando a cabeça pra fora do colchão, e falei pra ele gozar no meu peito e na minha barriga, e ele fez isso. Um jato de porra caiu no meu corpo, seguido pela porra do Miguel, Juan e Luis. Jorge aproveitou que eu tava assim pra colocar o pau dele na minha boca e fazer eu dar um boquete. Ele controlava o ritmo, mexia o quadril com força e fazia eu engolir o pau inteiro de uma vez. Quando tirava, toda minha saliva ficava no meu rosto, enquanto eu lutava pra não me afogar com minha própria cusparada. Depois de uns minutos nessa posição, ele também gozou no meu peito, me deixando deitada de barriga pra cima, coberta de porra e toda suada. Os caras se deitaram na cama um pouco pra recuperar o fôlego. Olhei a hora e já eram quase 9 da noite. Fui no banheiro me limpar um pouco, me enxuguei com uma toalha e voltei pro quarto. Os caras ainda estavam deitados. Me deitei de barriga pra cima aos pés deles. Depois de um tempo conversando, Juan se levantou, colocou uma camisinha, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a me penetrar vaginalmente. Metia forte enquanto eu tava de pernas abertas, meus peitinhos balançavam no ritmo dos movimentos dele. Enquanto eu segurava os lençóis com a mão, ele me penetrava olhando nos meus olhos e beijando meu pescoço, "ahhh", "ahhhh", "ahhhhhhahha" eu dizia enquanto ele aumentava o ritmo. Minutos depois ele parou, chegou a vez do David. Ainda com a calcinha de lado, ele começou a me penetrar com força, colocou meus braços sobre minha cabeça e segurou meus pulsos enquanto me metia com força e lambia meus peitinhos, "uuuhmmm", "uuhhmm" que gostoso eu dizia, enquanto pedia pra ele morder devagar meus seios. Ele parou, diminuindo o ritmo, e deu espaço pro Miguel, que pegou minhas pernas, juntou elas e colocou no ombro dele, me penetrou devagar, e foi aumentando a intensidade dos movimentos, enquanto eu abraçava minhas pernas pra continuar naquela posição. Acho que por causa da posição, eu podia sentir as veias do pau dele roçando minha buceta e me fazendo sentir maravilhas. Foi a vez do Luís, ele abriu minhas pernas e começou a me penetrar a buceta, enquanto segurava minhas coxas pra me abrir mais. Parecia que ele queria me partir ao meio, porque os movimentos eram duros, com força. Em um momento, ele segurou meu pescoço, me deixando vermelha, e até me deu uns tapas na cara, não fortes, mas o suficiente pra deixar marca nas minhas bochechas. Jorge chegou perto da minha boca e aproximou o pau dele, enfiou na minha boca enquanto me sufocava com as mãos e Luís puxava meus peitinhos. Depois de alguns minutos, Luís tirou a camisinha e gozou na minha cara. Jorge colocou uma camisinha, subiu minhas pernas nos ombros dele e começou a me penetrar no cu. Os outros caras imitaram o Luís e começaram a gozar na minha cara. Eu abria a boca o máximo que podia pra engolir a maior quantidade de porra. Jorge aumentou a intensidade dos movimentos enquanto os outros caras gozavam em cima de mim. A força do Jorge ia aumentando, "ahhh", "ahhhhhahh" "aaahhhaahhhhhhha" eu gritava enquanto era partida ao meio. Minhas pernas tremiam, eu estava prestes a ter mais um orgasmo. Jorge aumentou a intensidade enquanto me segurava pela cintura pra meter mais forte. “Aaaahhahh” — eu gritava enquanto minhas costas arqueavam no orgasmo mais intenso da noite. Jorge tirou a camisinha e gozou na minha cara. Lá estava eu, deitada de barriga pra cima, com o rosto coberto de porra, suada, maquiagem toda borrada, minhas pernas tremendo enquanto eu brincava com a porra dos caras na boca. Tirei ela da boca e passei no rosto, fiquei deitada por um momento, recuperando o fôlego. Minha cara tava um bagaço, não dava pra distinguir o suor da porra, meu cabelo tava molhado de suor e de porra. Tava exausta, muito cansada, até sentia que podia tocar o céu com as mãos. Os caras foram tomar banho um por um pra ir embora, já era quase meia-noite e meia. Tomaram banho e se despediram de mim, me dando os números e pedindo pra repetir a dose no futuro. Foram todos, menos Jorge, que continuava deitado. Levantei, ainda tava de fio dental, mesmo cheia de óleo de bebê e porra, ainda tava comigo haha. Tirei e joguei no meio do quarto. Fui pro banheiro com as pernas tremendo, abri o chuveiro e sentei no vaso, não conseguia ficar de pé, minhas pernas ainda tavam moídas. Fiquei uns minutos debaixo do chuveiro quando vejo Jorge se aproximar. “Que noite, hein” — ele fala sentando do meu lado. “Uma das melhores da minha vida” — respondi enquanto a água caía em mim. Depois de uns minutos assim, com a cara mais limpa, Jorge chegou perto e me deu um beijo laaargo. Me colocou de pé, apoiou minhas mãos na parede do banheiro, pegou uma camisinha e começou a me penetrar analmente. Me abraçava por trás enquanto me metia e a água escorria pelos nossos corpos. “Ahhh”, “ahhh”, “ahhhh” ecoava no banheiro. Jorge pegou meu cabelo molhado e puxou enquanto me dava tapas fortes na bunda, que estralavam mesmo com o barulho da água caindo. “Zaap”, “zaaaap” — ecoava forte enquanto o som reverberava. Ele continuou me metendo por uns minutos enquanto me puxava pelo cabelo. Me ajoelhou e gozou no meu rosto, esfregava a porra dele na minha cara enquanto também passava o pênis, a água ajudava a lavar minha carinha enquanto eu ainda lambia o pênis dele que ia perdendo a dureza aos poucos. Ele saiu do chuveiro e eu fiquei de joelhos por um momento, ensaboei o corpo enquanto pensava em tudo que tinha feito, em como um grupo de caras desconhecidos (menos o Luis) tinham me comido em grupo, tinham gozado em cima de mim e feito o que quiseram. Saí do banheiro e o Jorge estava na cama, tirei a toalha e deitei com o Jorge pra descansar, iam dar duas horas e eu tinha que trabalhar às 7, só queria descansar um pouco.A noite foi pesada pra mim, acordei às 10 da manhã, tudo girava, a buceta doía e as pernas ainda estavam fracas, apesar do banho na noite anterior, ainda sentia minha cara pegajosa. O Jorge não estava e os caras tinham ido embora há horas, vi o quarto em detalhes, óleo de bebê derramado no chão, camisinhas usadas espalhadas pela cama e pelo chão, a cama completamente bagunçada e molhada do meu suor, da porra dos caras e do óleo. Fui pra sala e encontrei o quarto cheio de cervejas, camisinhas jogadas, minhas roupas espalhadas por todo o cômodo. Peguei meu celular e liguei pro chefe do meu Hotel, me desculpei por não ter ido trabalhar, inventei uma desculpa e falei que passaria no final do turno pra explicar melhor as coisas. Peguei minhas roupas e saí do quarto, ao sair dei de cara com a moça que ia fazer a limpeza do quarto, que surpresa ela ia encontrar, haha.
Chegando no meu apartamento, tomei um banho, peguei minhas roupas pra trabalhar na loja e me preparei pra convencer o gerente do Hotel. Coloquei meu biquíni listrado que sei que ele adora e fui vê-lo. No caminho, notei que ainda tinha as pernas cansadas, a buceta doía e sentia a bunda ardendo. Chegando no hotel, convenci meu chefe sem problemas, falei que compensaria ele e fui trabalhar na loja. Não sei, talvez com esse conjunto... posso encontrar outros caras pra me divertir, talvez vá ver o Luis saindo pra ver como ele tá, ou quem sabe, recompensar meu chefe por ser tão bom comigo…Uma fotinha do meu biquíni listrado

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