Fala, galera! Como vocês tão?
Hoje vou contar uma história que rolou comigo no fim de semana.
Pra quem já me conhece (e quem ainda não), meu nome é Brenda, 22 anos, curto muito esporte, mais especificamente levantamento de peso. Treino 5 dias por semana e nos outros dois faço cardio leve (saio pra correr pelas praias de Zipolite).Aqui mostro uns resultados recentes do meu treino.





Dia 3
Acordei cedo e me preparei pra treinar, sabia que ia ver o Jorge, então coloquei a melhor roupa que tenho pra malhar e fui pra academia, mas não sem antes mandar umas fotos pra ele. A vantagem de treinar cedo numa área turística é que as academias costumam ficar vazias, a maioria treina nas academias dos hotéis e poucos vão nas independentes. Cheguei e só estava o cara que atende (um amigo com quem já tive minhas aventuras e quem sabe um dia eu conte). Ao chegar e cumprimentá-lo, falei que esperava uma visita e que ia precisar de um pouco de privacidade. Ele sorriu e disse que eu podia usar os banheiros, que ele ia cuidar pra não entrar clientes. Dei um beijo nele e agradeci pelo favor, ele disse que depois ia cobrar.
Aqui as fotos que tirei
A fotinha que mandei pro Jorge
Fiquei um tempinho na esteira e vi o Jorge entrar. Dei um sinal pro Javi que era ele que eu tava esperando e deixei ele passar, a risada dele já dizia tudo, sabia bem o que vinha buscar. Cumprimentei o Jorge e, sem perder tempo, mandei ele ir pros banheiros. Como era vestiário e banheiro junto, tinha bastante espaço. Sem trocar uma palavra, a gente se pegou num beijão, beijos intensos, apaixonados, igual dois amantes que faz tempo que não se veem. As mãos dele percorriam meu corpo, tocavam minhas correntes, minha cintura, meus glúteos, apertava, amassava, dava uns tapas. Eu apalpava o volume dele, sentia crescendo nas minhas mãos, apertava, sentia o calor e a pulsação aumentando. A gente se queria muito e era hora de soltar as rédeas dos desejos. Ajoelhei, tirei a blusa e o top esportivo, não queria sujar eles. Ele, por sua vez, baixou o short e a cueca, deixando na minha frente aquele pedaço divino. Peguei com as duas mãos e comecei a lamber, era meu doce, meu pirulito. Minha língua percorria toda a haste, as bolas, afundava minha cara nelas, mesmo que minha cara ficasse toda melada de saliva, aquilo tava me deixando louca. Meti ele na minha boca, minha meta era engolir tudo dessa vez. Teve ânsia, e a maquiagem começou a escorrer com as lágrimas que caíam, mas isso não me parou. Tava mais perto de ter aquilo na boca de uma vez por todas, e consegui. Entrou até o fim, com minha língua toquei as bolas dele, e ele apertou minha cabeça contra as pernas dele. "Aaahg, aaaaaahhhg, aahhhggg" se ouviu, e finalmente consegui me soltar. A quantidade de saliva foi tanta que escorria pro chão quase na hora. Tentei não sujar meu short, mas foi inútil, meu torso e meus peitos estavam encharcados de cuspe. Levantei e dei um beijo nele. Ele tirou da mochila uma camisinha e um vidrinho de lubrificante. Surpresa, perguntei o que ele tava pretendendo, ele só riu e me virou de costas. Deu uns tapas na minha bunda que ecoaram no quarto vazio, baixou a legging até as coxas e afastou minha calcinha fio dental. Passou lubrificante no dedo e começou a passar. Pelo meu cuzinho, diante disso, me levantei e tirei a minha calcinha, não dava pra andar na rua com manchas de lubrificante e saliva, com a bunda de lado, e me apoiando com as mãos na parede, ele continuou passando os dedos no meu cu, girando e enfiando devagar, que prazer que eu sentia. Assim que um entrou com facilidade, ele passou lubrificante no dedão e começou a penetrar meu cu com o dedo, cada vez entrava mais fácil. Ele colocou a camisinha e passou lubrificante, botou uma boa quantidade nas minhas nádegas e começou a espalhar com as mãos (agora minhas nádegas estavam brilhando e escorregadias, haha). Posicionou o pau na entrada do meu cu e começou a pressionar, apesar dos dedos que já tinham entrado, a cabeça ainda era grande. Passou mais lubrificante e pressionou mais, sentia como se a cabeça dele fosse abrindo caminho dentro de mim. Quando finalmente entrou, não consegui evitar soltar um grito "aaaah" que foi rapidamente abafado pela mão dele. Ele ficou imóvel por um tempo, deixando meu buraquinho se dilatar com aquele pedaço. Aos poucos, os movimentos começaram, sem tirar o pau, ele enfiava até a metade, eu só mordia meu lábio sentindo aquilo entrando. Devagar, meu buraquinho foi se adaptando, entrava com mais facilidade, então ele ia metendo mais e mais a cada movimento. "Ahhh assim", "um pouquinho mais", "uuuuhmm, adoro", eu dizia enquanto aquilo abria caminho dentro de mim. Aos poucos, as estocadas foram aumentando de nível, Jorge brincava com meus peitinhos enquanto o barulho da minha bunda batendo nas coxas dele ecoava pelo quarto: "ploc, ploc, ploc, ploc, ploc", aquela melodia ressoava no quarto, acompanhada dos meus gemidos e dos suspiros do Jorge. Num momento, Jorge aumentou as estocadas de forma brutal, agarrando com a mão direita minha cintura e puxando meu cabelo com a mão esquerda, fez eu empinar mais a bunda e arquear as costas. Me fez esquecer onde estava, me fez gritar que nem uma louca: "ahh, ahhhh, assim", "asiiiiiiiiiii", "Deus, mais forte". Isso fez com que eu tivesse um orgasmo que Isso fez minhas pernas tremerem e me derrubou no chão, dava pra sentir meu cuzinho se abrindo e fechando, lembrando daquele pedaço, sem me deixar levantar, Jorge me colocou de quatro, se posicionou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu de novo, sem nem recuperar o fôlego, meteu tudo até o fundo, “ahhhhhhhhh”, só consegui soltar aquilo diante do que tinha entrado em mim, na hora começaram as estocadas selvagens, “ploc, ploc, ploc, ploc” enquanto ele me segurava pela cintura pra ter mais controle sobre mim, eu só curtia aquilo como uma louca, o calor começou a tomar conta do banheiro e meu corpo ficou coberto de um suor leve que se misturava com o suor do Jorge, o suor das minhas mãos fez com que eu não aguentasse a força com que ele me penetrava e me derrubou no chão de barriga pra baixo, coisa que não passou despercebida, no chão, ele me fez levantar a bunda pra poder enfiar no meu cu com mais facilidade, mesmo essa posição não sendo nova pra mim, eu adorei, não sei se era pela selvageria do sexo ou pelo tesão de saber que estávamos no banheiro da academia que eu sempre frequentava e que, provavelmente, meu amigo na entrada estaria ouvindo meus gemidos. Jorge metia com uma força quase brutal, como se a vida dele dependesse daquilo, mantinha um ritmo quase constante que só interrompia pra eu levantar mais a bunda, num momento, ele parou as estocadas, me virou de frente, tirou a camisinha, e, em cima da minha barriga, gozou, a porra dele foi tanta que no primeiro jato que saiu, caiu na minha cara e no chão, na hora levantei a cabeça pra engolir toda a porra que saía, o calor dela inundava minha boca, com uma cara safada, abri a boca e mostrei a língua, fazendo a porra morna cair nos meus peitos, lá estava eu, no chão do banheiro, suada, despenteada, com a maquiagem borrada, minha cara e meus peitos manchados de porra e minha própria saliva, minha bunda enfeitada com minha calcinha fio dental preta puxada pro lado, meu cu tava em chamas, fiquei sentada um tempo enquanto me recuperava A força nas pernas e a esperança de que meu buraquinho ardesse menos. Jorge se vestiu enquanto eu ainda estava no chão, me disse que os caras queriam fazer uma "festa" de despedida, estariam ele, Juan, David e o Miguel ia chegar (um amigo deles). Perguntei se podia levar um amigo, ele topou. Combinamos que, como era meu dia de folga, a gente se encontraria às 4 pra começar a festa o mais cedo possível, e fazer o tempo render pra tudo que os 5 caras queriam fazer. Aceitei e ele foi embora. Me levantei ainda com as pernas tremendo e fui pro chuveiro. Quando saí do banheiro, procurei minha roupa, felizmente tava limpa. Me vesti e saí dos banheiros. A academia tava vazia. Fui até o Luis (meu amigo da academia), ele tava com um sorriso besta, me dizendo que eu tinha me divertido pra caralho, falou que os gritos dava pra ouvir até onde ele tava (e com certeza até lá fora). Não consegui evitar de ficar vermelha. Antes de ir embora, perguntei se ele ia fazer alguma coisa à tarde, ele disse que não. Contei a proposta do Jorge e ele topou na hora. Passei o lugar e o horário e fui pro meu apê, precisava descansar pro que vinha mais tarde...
No meu apê, tomei um banho bem gostoso, fiquei um tempinho brincando com a água enquanto fantasiava com o que 5 caras poderiam fazer comigo. Sem dúvida, ia ser algo memorável (até hoje, é o maior número de caras com quem já fiquei). Saí do chuveiro, peguei uma roupa confortável que não atrapalhasse e fosse fácil de tirar. Coloquei minha calcinha fio-dental mais confortável, vesti minha calça e uma blusa de alcinha. Enquanto me arrumava, mandava fotos pro Jorge pra ir esquentando ele. Passei minha maquiagem, um tom vermelho pros meus lábios ficarem sexy e pedindo, e um pouco de sombra nos olhos. Adoro ver a cara dos caras quando minha maquiagem borra, deixa eles mais tesudos.
Uma foto do meu look (tava felizona porque sabia o que vinha)



Minha calcinha fio dental gostosa
Saí do meu apartamento de táxi pro hotel dos caras, cheguei e na recepção tava o Luis, cumprimentei ele com um beijo e pedi a chave do quarto dos meninos. Tava muito ansiosa, sabia que iam arrebentar minha buceta e não queria esperar mais. Já no quarto, o clima era diferente, tinha cerveja (muita) além de uns frascos de lubrificante, uma caixa grande de camisinhas, e o que parecia um vidro de óleo de bebê (esses caras tinham preparado tudo). Entramos eu e o Luis e nos apresentamos. O Juan e o David não tiravam os olhos de mim, o Miguel tava de boca aberta e o Jorge deu um tapa nele, falou “caralho, que gostosa” e eu respondi num tom quente, “e isso que você ainda não viu nada”. Colocaram música e começamos a beber, não conversamos quase nada, na real não teve papo nenhum. Assim que a música tocou, fui direto no Jorge e comecei a beijar ele, segurava no pescoço e beijava com tesão enquanto ele me apertava contra o corpo, me segurando pela cintura. Pouco depois, senti umas mãos nas minhas nádegas, era o Juan e o David tocando cada centímetro da minha anatomia. Enquanto me afastava do Jorge, o Miguel se aproximou pra pegar nos meus peitos e eu dei um beijo longo, muuuuito longo nele. Só me separei quando percebi que o Luis tava abaixando minha blusa, deixando meus peitos de fora, momento que o Miguel aproveitou pra colocar eles na boca, ato que o Juan imitou. O Jorge me fez virar de costas e começou a desabotoar minha calça, eu parei ele na hora. Pedi pros caras sentarem no sofá da sala, eles obedeceram e comecei a tirar a calça devagar enquanto fazia uma dança sexy pra eles. No final, virei de costas e tirei a calça completamente, fiquei agachada por uns segundos pra eles admirarem minha figura e o quanto minha calcinha fio dental ficava gostosa em mim. Me virei e tirei a blusa. Com os 5 no sofá, mandei eles tirarem as calças e as cuecas. Eles fizeram isso enquanto eu ficava de quatro e avançava devagar na direção deles, rebolando a cintura. Se eu fosse um felino, na frente do Jorge (que tava no meio do sofá), peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a bater uma, enquanto via de canto de olho que a maioria dos caras já tava duro. Comecei com o Jorge, pegando o pau dele e enfiando na boca. Com as fodas que a gente já teve, não foi difícil fazer aquele pedaço de carne entrar quase de uma vez. Só de ouvir minhas engasgadas, ele apertou minha cabeça contra as pernas dele enquanto me dava um tapa na bunda que acordou os caras do transe. Quando me soltei dos braços do Jorge, notei a quantidade de saliva escorrendo da minha boca e indo parar nas coxas dele. Sem perder tempo, vi de canto de olho o Luís abrindo o óleo de bebê e jogando nos meus glúteos, encharcando minha bunda e minha calcinha fio dental. O Juan e o Miguel se jogaram na minha bunda e começaram a massagear, espalhando mais óleo, descendo até minhas pernas. O David pegou um pouco de óleo e passou nos meus peitos, enquanto o Luís oleava minhas costas e eu continuava chupando o Jorge, que tava sentado no sofá. O David colocou o pau dele na minha mão direita e começou a fazer movimentos com a minha mão, sem tirar o pau do Jorge da boca, comecei a bater uma pra ele com a mão, cuspi e continuei batendo. Do lado esquerdo, o Luís se posicionou imitando o movimento do David. Agora eu tinha dois paus nas mãos e um na boca, enquanto dois caras massageavam minha bunda com óleo de bebê. Eu alternava os paus dos caras pra passar pela minha boca, uma hora era o Luís, outra o David, outra a grossura do Jorge. Da minha boca saíam fios de saliva que ficavam nos paus dos caras. Depois de uns minutos revezando os paus na minha boca e do Miguel e do Juan baterem uma vendo a cena, o Miguel pegou uma camisinha e deitou no chão de barriga pra cima. Ele me indicou com um gesto pra sentar em cima dele. Como uma boa putinha, obedeci. Puxei a calcinha pro lado e coloquei o pau dele na entrada da minha buceta, deixei cair. Meu corpo devagar, enquanto ele ia se abrindo caminho dentro de mim, "ahhh" consegui gemer num tom suave, o pau dele encaixava perfeito dentro da minha buceta, comecei a rebolar pra frente e pra trás enquanto colocava as mãos nos peitorais do Miguel, fechava os olhos e me deixava levar, aquele membro me fazia vibrar. Em poucos segundos, percebi o Luis ficar na minha frente, de pé, apontando o pau pra minha boca, sem hesitar meti ele na boca, com uma mão batia uma pra ele enquanto lambia os ovos dele, cuspia e via minha saliva escorrendo pelas pernas dele até o chão. Pedi um pouco de água porque no quarto o calor tava pegando e minha boca tava secando, o Juan me trouxe um pouco de água, bebi e agradeci pegando no pau dele e masturbando. Agora minha boca se revezava entre o pau dele e o do Luis, senti uma mão na minha bunda que parou meu movimento, era o Jorge que tinha colocado uma camisinha e agora tava lubrificando meu cu e o pau dele, enfiou um dedo que entrou com muita facilidade, ao ver a cara de surpresa dele falei que ainda não tinha me recuperado do que rolou mais cedo, o que fez com que, de repente, ele colocasse a ponta do pau na entrada do meu cu e empurrasse o membro até a metade. Agora tinha meus buraquinhos cheios e minha boca também, o Jorge e o Miguel começaram a rebolar mas o ritmo deles era diferente, falei pra eles ficarem quietos e comecei a rebolar eu mesma, "ummmh", "ahhhhhh", "siim", "assim fica melhor", só consegui gesticular enquanto meu corpo se deliciava de prazer, fui acelerando meus movimentos conforme sentia que meu primeiro orgasmo tava chegando, foi tão intenso que me deixei cair em cima do Miguel, que apertou meu corpo contra o dele e começou a me furar com força, ritmo que o Jorge conhecia bem e os dois se juntaram pra me fazer gritar "ahh ahhh ahhhhh ahhh", o Miguel me calou com um beijo "hmm hmm" se ouvia, os dois pararam pra respirar enquanto eu continuava deitada em cima do Miguel, recuperando o fôlego, já com meu corpo. Brilhando de suor e de óleo de bebê, Juan fez eu levantar meu rosto enquanto ele se ajoelhava pra eu dar um boquete. Comecei a engolir aquele pedaço devagar até chegar no fundo. Quando cheguei lá, estiquei minha língua e comecei a tocar a ponta dos ovos dele com ela. Ele apertou minha cabeça contra as pernas dele e tampou meu nariz, me segurou ali por uns segundos até me soltar. "Ahhhhhhhh", eu disse, enquanto minha saliva escorria em montes no pau dele e descia pela minha boca, molhando meus peitos. Eu tava recuperando o fôlego quando os caras começaram de novo com os movimentos, agora mais lentos, ritmados. Enquanto eu era penetrada pelo Miguel e pelo Jorge, o Luis, o David e o Juan se colocaram na minha frente e me fizeram chupar os paus deles. Ali tava eu, chupando os paus de três caras enquanto dois me penetravam a buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. O calor tava presente no quarto, meu corpo começava a brilhar por causa do suor do meu corpo, igual o dos caras. A penetração ritmada me deu meu segundo orgasmo, que não foi tão intenso, mas fez eu arquear minhas costas. "Aaaaaaaaaaahhhaaaaaah", me deixei cair de lado. Miguel e Jorge disseram quase em uníssono: "Como você se mexe bem". Só consegui sorrir e mostrar a língua pra eles. Os caras aproveitaram pra tirar as camisinhas e gozar em cima de mim. Me banharam de porra quente no meu corpo, caindo nas minhas pernas, nas minhas cadeiras, nos meus ombros e no meu cabelo. Essa foi uma pausa. Todos foram pegar outra cerveja. Eu ainda tava no chão, me recuperando do tremor das minhas pernas. Me trouxeram uma e eu sentei pra beber. Os caras riam e eu também. O segundo round chegou na hora. Luis me colocou de pé, fez eu dobrar minhas pernas e Jorge se colocou na minha frente. Luis, com uma camisinha nova, passou lubrificante e colocou o pau dele na entrada do meu cuzinho, enquanto eu pegava o membro do Jorge com minhas mãos e começava a masturbar ele, colocando na minha boca e enchendo de saliva. Enquanto eu ia fazendo o boquete, com as ânsias e o O suor fez minha maquiagem escorrer, meus lábios perderam o batom, e a sombra dos meus olhos borrava a cada lágrima. Quando ele passava o pau no meu rosto, misturando minha saliva com meu suor, isso deixava Jorge ainda mais excitado. Os movimentos de Luis eram ritmados, ele me segurava pela cintura e me dava tapas na bunda — "zaaap" ecoava no quarto, se misturando com o som da música e minhas ânsias. Num momento, Luis me pegou pelos ombros e me fez ficar de pé, me segurou pelos braços e começou a me penetrar com uma brutalidade que eu só tinha visto no Jorge fazer — "ploc", "ploc", "ploc" soava melodiosamente enquanto minha bunda quicava nas pernas dele. De repente, ele parou. Jorge ficou na minha frente, me levantou nos braços, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a subir e descer meu corpo. Eu o abraçava pra não cair, nosso suor se misturava. Ele fez um sinal pro Luis colocar o pau na entrada do meu cuzinho. Jorge subia e descia meu corpo, ele era o responsável por me fazer gozar, eu só o abraçava com força e gemia no ouvido dele: "não para", "não paraaaa", "ahhh, eu adoro", "eu adoroooo". Eu dizia pros caras, que servia como estímulo pra deixar os movimentos deles ainda mais brutos, o que fez eu gozar pela terceira vez. Abracei o Jorge com todas as minhas forças enquanto tocava o céu com as mãos. Nenhum dos dois se mexeu, os dois ficaram dentro de mim até o orgasmo acabar. Jorge me abaixou e eu me deitei no sofá, pedi uma cerveja e me recostei exausta, tomando outra cerveja. Os caras se aproximaram e sugeriram levar a festa pro quarto. Aceitei. Levantei, ajustei minha calcinha fio dental e fomos pro quarto. No quarto, encontrei outra garrafa de lubrificante e uma caixa de camisinhas — esses caras tinham pensado em tudo. Me deitei no meio da cama de barriga pra cima. Os caras ficaram na borda da cama com os paus duros, me chamaram pra fazer um boquete neles e eu fiz. Fiquei de quatro na frente de um Eles e uma morena, fui colocando os paus deles na minha boca, enquanto masturbava os outros. Queria ter um par de mãos extras, ou pelo menos outra boca pra fazer os caras gozarem mais. Enquanto chupava um, masturbava dois, e nos que não dava pra masturbar, cuspia no pau deles pra eles se tocarem enquanto eu tava ocupada. Minha saliva fazia os 5 paus brilharem, enquanto escorria pelo meu queixo e sujava a ponta da cama. Juan saiu pra sala pegar o vidro de óleo de bebê e começou a passar nas minhas nádegas, massageava como se fosse massa de pão. Às vezes sentia duas mãos na minha bunda, às vezes jogavam óleo nas minhas costas, nos meus quadris, na minha barriga e nos meus peitos. Me banharam com óleo de bebê. De repente, David anunciou que ia gozar. Rapidamente me deitei de barriga pra cima, colocando a cabeça pra fora do colchão, e falei pra ele gozar no meu peito e barriga. E assim ele fez: um jato de porra caiu no meu corpo, seguido pela porra do Miguel, Juan e Luis. Jorge aproveitou que eu tava assim pra colocar o pau na minha boca e me fazer dar um boquete. Ele ditava o ritmo, mexia o quadril com força e fazia eu engolir o membro inteiro de uma vez. Quando tirava, toda minha saliva ficava no meu rosto, enquanto eu lutava pra não me afogar com minha própria cusparada. Depois de uns minutos nessa posição, ele também gozou no meu peito, me deixando deitada de barriga pra cima, coberta de porra e toda suada. Os caras se deitaram na cama um pouco pra recuperar o fôlego. Olhei a hora e já eram quase 9 da noite. Fui no banheiro me limpar um pouco, me enxuguei com uma toalha e voltei pro quarto. Os caras ainda estavam deitados. Me deitei de barriga pra cima aos pés deles. Depois de um tempo conversando, Juan se levantou, colocou uma camisinha, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a me penetrar vaginalmente. Metia forte enquanto eu tava de pernas abertas, meus peitinhos balançavam no ritmo dos movimentos dele. enquanto eu segurava os lençóis com a mão, enquanto me penetrava, ele olhava nos meus olhos e beijava meu pescoço, "ahhh", "ahhhh", "ahhhhhhahha" eu dizia enquanto ele aumentava o ritmo, minutos depois ele parou, chegou a vez do David, ainda com a calcinha de lado ele começou a me penetrar com força, colocou meus braços sobre minha cabeça e segurou meus pulsos enquanto me penetrava com força e lambia meus peitos, "uuuhmmm", "uuhhmm" que gostoso eu dizia, enquanto pedia pra ele morder devagar meus seios, ele parou diminuindo o ritmo e abriu espaço pro Miguel, que segurou minhas pernas, juntou elas e colocou no ombro dele, me penetrou devagar, e foi aumentando a intensidade dos movimentos, enquanto eu abraçava minhas pernas pra continuar naquela posição, acho que pela posição dava pra sentir as veias do pau dele roçando em mim e me fazendo sentir maravilhas, foi a vez do Luis, ele abriu minhas pernas e começou a me penetrar a buceta, enquanto segurava minhas coxas pra me abrir mais, parecia que queria me partir ao meio porque os movimentos eram duros, com força, em um momento ele segurou meu pescoço me deixando vermelha, inclusive me deu uns tapas na cara, não fortes, mas o suficiente pra deixar marca nas minhas bochechas, Jorge se aproximou da minha boca e colocou o pau dele perto de mim, enfiou na minha boca enquanto me sufocava com as mãos e Luis puxava meus peitos, depois de alguns minutos Luis tirou a camisinha e gozou na minha cara, Jorge colocou uma camisinha, subiu minhas pernas nos ombros dele e começou a me penetrar no cu, os outros caras imitaram o Luis e começaram a gozar na minha cara, eu abria a boca o máximo que podia pra engolir a maior quantidade de porra, Jorge aumentou a intensidade dos movimentos enquanto os outros caras gozavam em cima de mim, a força do Jorge ia aumentando, "ahhh", "ahhhhhahh" "aaahhhaahhhhhhha" eu gritava enquanto era partida ao meio, minhas pernas tremiam, eu estava prestes a ter mais um orgasmo, Jorge aumentou a intensidade enquanto me segurava pela cintura pra meter mais forte “Aaaahhahh” — ela gritava enquanto minhas costas arqueavam no orgasmo mais intenso da noite. Jorge tirou a camisinha e gozou na minha cara. Lá estava eu, deitada de barriga pra cima, com o rosto coberto de porra, suada, maquiagem borrada, minhas pernas tremendo enquanto eu brincava com o esperma dos caras na boca. Tirei da boca e passei no rosto, fiquei deitada um momento, recuperando o fôlego. Minha cara tava um bagaço, não sabia diferenciar o suor da porra, meu cabelo tava molhado de suor e de esperma. Tava exausta, muito cansada, até sentia que podia tocar o céu com as mãos. Os caras entraram no chuveiro um por um pra ir embora, era quase meia-noite e meia. Tomaram banho e se despediram de mim, me dando os números e pedindo pra repetir a dose no futuro. Foram todos, menos Jorge, que continuava deitado. Levantei, ainda tava de tanguinha, mesmo cheia de óleo de bebê e porra, ainda tava comigo kkk. Tirei e joguei no meio do quarto. Fui pro banheiro com as pernas tremendo, abri o chuveiro e sentei no vaso, não conseguia ficar de pé, minhas pernas ainda tavam moídas. Fiquei uns minutos debaixo da água quando vejo Jorge se aproximar. “Que noite, hein” — ele fala enquanto senta do meu lado. “Uma das melhores da minha vida” — falei enquanto a água continuava caindo em mim. Depois de uns minutos assim, já com o rosto mais limpo, Jorge se aproximou e me deu um beijo laaargo. Me colocou de pé, apoiou minhas mãos na parede do banheiro, pegou uma camisinha e começou a me penetrar no cu. Me abraçava por trás enquanto me metia e a água caía nos nossos corpos. “Ahhh”, “ahhh”, “ahhhh” ecoava no banheiro. Jorge pegou meu cabelo molhado e puxou enquanto me dava tapas fortes na bunda, que se ouviam apesar do barulho da água caindo. “Zaap”, “zaaaap” — soava forte enquanto o eco ressoava. Continuou me penetrando por uns minutos enquanto me puxava pelo cabelo. Me ajoelhou e gozou no meu rosto, esfregava a porra dele na minha cara enquanto também passava o pau, a água ajudava a lavar minha carinha enquanto eu ainda lambia o pau dele que ia perdendo a dureza aos poucos. Ele saiu do chuveiro e eu fiquei de joelhos por um momento, me ensaboei o corpo enquanto pensava em tudo que tinha feito, em como um grupo de caras desconhecidos (menos o Luis) tinham me comido em grupo, tinham gozado em cima de mim e feito o que quiseram. Saí do banheiro e o Jorge estava na cama, tirei a toalha e deitei com o Jorge pra descansar, iam dar duas horas e eu tinha que trabalhar às 7, só queria descansar um momento.
A noite foi pesada pra mim, acordei às 10 da manhã, tudo rodava, a bunda doía e as pernas ainda estavam fracas, apesar do meu banho na noite anterior, ainda sentia meu rosto pegajoso. O Jorge não estava e os caras tinham ido embora há horas, vi o quarto em detalhes, óleo de bebê derramado no chão, camisinhas usadas espalhadas pela cama e pelo chão, a cama toda bagunçada e molhada do meu suor, do sêmen dos caras e do óleo. Fui pra sala e encontrei o quarto cheio de cervejas, camisinhas jogadas, minhas roupas espalhadas pelo cômodo todo. Peguei meu celular e liguei pro chefe do meu Hotel, me desculpei por não ter ido trabalhar, inventei uma desculpa e falei que passaria no final do turno pra explicar melhor as coisas. Peguei minha roupa e saí do quarto, ao sair trombei com a moça que ia fazer a limpeza do quarto, que surpresa ela ia encontrar haha.
Chegando no meu apartamento, tomei um banho, peguei minha roupa pra trabalhar na loja e me preparava pra convencer o gerente do Hotel. Coloquei meu biquíni de listras que sei que ele adora e fui vê-lo. No caminho, notei que ainda tinha as pernas cansadas, a bunda doía e sentia as nádegas ardendo. Chegando no hotel, convenci meu chefe sem problemas, falei que compensaria ele e fui trabalhar na loja. Sei lá, talvez com esse conjunto. poder encontrar outros caras pra me divertir, talvez vá ver o Luis saindo pra ver como ele tá, ou quem sabe, recompensar meu chefe por ser tão bom comigo…
Uma fotinha do meu biquíni listrado.
Hoje vou contar uma história que rolou comigo no fim de semana.
Pra quem já me conhece (e quem ainda não), meu nome é Brenda, 22 anos, curto muito esporte, mais especificamente levantamento de peso. Treino 5 dias por semana e nos outros dois faço cardio leve (saio pra correr pelas praias de Zipolite).Aqui mostro uns resultados recentes do meu treino.





Dia 3
Acordei cedo e me preparei pra treinar, sabia que ia ver o Jorge, então coloquei a melhor roupa que tenho pra malhar e fui pra academia, mas não sem antes mandar umas fotos pra ele. A vantagem de treinar cedo numa área turística é que as academias costumam ficar vazias, a maioria treina nas academias dos hotéis e poucos vão nas independentes. Cheguei e só estava o cara que atende (um amigo com quem já tive minhas aventuras e quem sabe um dia eu conte). Ao chegar e cumprimentá-lo, falei que esperava uma visita e que ia precisar de um pouco de privacidade. Ele sorriu e disse que eu podia usar os banheiros, que ele ia cuidar pra não entrar clientes. Dei um beijo nele e agradeci pelo favor, ele disse que depois ia cobrar.
Aqui as fotos que tirei

A fotinha que mandei pro Jorge
Fiquei um tempinho na esteira e vi o Jorge entrar. Dei um sinal pro Javi que era ele que eu tava esperando e deixei ele passar, a risada dele já dizia tudo, sabia bem o que vinha buscar. Cumprimentei o Jorge e, sem perder tempo, mandei ele ir pros banheiros. Como era vestiário e banheiro junto, tinha bastante espaço. Sem trocar uma palavra, a gente se pegou num beijão, beijos intensos, apaixonados, igual dois amantes que faz tempo que não se veem. As mãos dele percorriam meu corpo, tocavam minhas correntes, minha cintura, meus glúteos, apertava, amassava, dava uns tapas. Eu apalpava o volume dele, sentia crescendo nas minhas mãos, apertava, sentia o calor e a pulsação aumentando. A gente se queria muito e era hora de soltar as rédeas dos desejos. Ajoelhei, tirei a blusa e o top esportivo, não queria sujar eles. Ele, por sua vez, baixou o short e a cueca, deixando na minha frente aquele pedaço divino. Peguei com as duas mãos e comecei a lamber, era meu doce, meu pirulito. Minha língua percorria toda a haste, as bolas, afundava minha cara nelas, mesmo que minha cara ficasse toda melada de saliva, aquilo tava me deixando louca. Meti ele na minha boca, minha meta era engolir tudo dessa vez. Teve ânsia, e a maquiagem começou a escorrer com as lágrimas que caíam, mas isso não me parou. Tava mais perto de ter aquilo na boca de uma vez por todas, e consegui. Entrou até o fim, com minha língua toquei as bolas dele, e ele apertou minha cabeça contra as pernas dele. "Aaahg, aaaaaahhhg, aahhhggg" se ouviu, e finalmente consegui me soltar. A quantidade de saliva foi tanta que escorria pro chão quase na hora. Tentei não sujar meu short, mas foi inútil, meu torso e meus peitos estavam encharcados de cuspe. Levantei e dei um beijo nele. Ele tirou da mochila uma camisinha e um vidrinho de lubrificante. Surpresa, perguntei o que ele tava pretendendo, ele só riu e me virou de costas. Deu uns tapas na minha bunda que ecoaram no quarto vazio, baixou a legging até as coxas e afastou minha calcinha fio dental. Passou lubrificante no dedo e começou a passar. Pelo meu cuzinho, diante disso, me levantei e tirei a minha calcinha, não dava pra andar na rua com manchas de lubrificante e saliva, com a bunda de lado, e me apoiando com as mãos na parede, ele continuou passando os dedos no meu cu, girando e enfiando devagar, que prazer que eu sentia. Assim que um entrou com facilidade, ele passou lubrificante no dedão e começou a penetrar meu cu com o dedo, cada vez entrava mais fácil. Ele colocou a camisinha e passou lubrificante, botou uma boa quantidade nas minhas nádegas e começou a espalhar com as mãos (agora minhas nádegas estavam brilhando e escorregadias, haha). Posicionou o pau na entrada do meu cu e começou a pressionar, apesar dos dedos que já tinham entrado, a cabeça ainda era grande. Passou mais lubrificante e pressionou mais, sentia como se a cabeça dele fosse abrindo caminho dentro de mim. Quando finalmente entrou, não consegui evitar soltar um grito "aaaah" que foi rapidamente abafado pela mão dele. Ele ficou imóvel por um tempo, deixando meu buraquinho se dilatar com aquele pedaço. Aos poucos, os movimentos começaram, sem tirar o pau, ele enfiava até a metade, eu só mordia meu lábio sentindo aquilo entrando. Devagar, meu buraquinho foi se adaptando, entrava com mais facilidade, então ele ia metendo mais e mais a cada movimento. "Ahhh assim", "um pouquinho mais", "uuuuhmm, adoro", eu dizia enquanto aquilo abria caminho dentro de mim. Aos poucos, as estocadas foram aumentando de nível, Jorge brincava com meus peitinhos enquanto o barulho da minha bunda batendo nas coxas dele ecoava pelo quarto: "ploc, ploc, ploc, ploc, ploc", aquela melodia ressoava no quarto, acompanhada dos meus gemidos e dos suspiros do Jorge. Num momento, Jorge aumentou as estocadas de forma brutal, agarrando com a mão direita minha cintura e puxando meu cabelo com a mão esquerda, fez eu empinar mais a bunda e arquear as costas. Me fez esquecer onde estava, me fez gritar que nem uma louca: "ahh, ahhhh, assim", "asiiiiiiiiiii", "Deus, mais forte". Isso fez com que eu tivesse um orgasmo que Isso fez minhas pernas tremerem e me derrubou no chão, dava pra sentir meu cuzinho se abrindo e fechando, lembrando daquele pedaço, sem me deixar levantar, Jorge me colocou de quatro, se posicionou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu de novo, sem nem recuperar o fôlego, meteu tudo até o fundo, “ahhhhhhhhh”, só consegui soltar aquilo diante do que tinha entrado em mim, na hora começaram as estocadas selvagens, “ploc, ploc, ploc, ploc” enquanto ele me segurava pela cintura pra ter mais controle sobre mim, eu só curtia aquilo como uma louca, o calor começou a tomar conta do banheiro e meu corpo ficou coberto de um suor leve que se misturava com o suor do Jorge, o suor das minhas mãos fez com que eu não aguentasse a força com que ele me penetrava e me derrubou no chão de barriga pra baixo, coisa que não passou despercebida, no chão, ele me fez levantar a bunda pra poder enfiar no meu cu com mais facilidade, mesmo essa posição não sendo nova pra mim, eu adorei, não sei se era pela selvageria do sexo ou pelo tesão de saber que estávamos no banheiro da academia que eu sempre frequentava e que, provavelmente, meu amigo na entrada estaria ouvindo meus gemidos. Jorge metia com uma força quase brutal, como se a vida dele dependesse daquilo, mantinha um ritmo quase constante que só interrompia pra eu levantar mais a bunda, num momento, ele parou as estocadas, me virou de frente, tirou a camisinha, e, em cima da minha barriga, gozou, a porra dele foi tanta que no primeiro jato que saiu, caiu na minha cara e no chão, na hora levantei a cabeça pra engolir toda a porra que saía, o calor dela inundava minha boca, com uma cara safada, abri a boca e mostrei a língua, fazendo a porra morna cair nos meus peitos, lá estava eu, no chão do banheiro, suada, despenteada, com a maquiagem borrada, minha cara e meus peitos manchados de porra e minha própria saliva, minha bunda enfeitada com minha calcinha fio dental preta puxada pro lado, meu cu tava em chamas, fiquei sentada um tempo enquanto me recuperava A força nas pernas e a esperança de que meu buraquinho ardesse menos. Jorge se vestiu enquanto eu ainda estava no chão, me disse que os caras queriam fazer uma "festa" de despedida, estariam ele, Juan, David e o Miguel ia chegar (um amigo deles). Perguntei se podia levar um amigo, ele topou. Combinamos que, como era meu dia de folga, a gente se encontraria às 4 pra começar a festa o mais cedo possível, e fazer o tempo render pra tudo que os 5 caras queriam fazer. Aceitei e ele foi embora. Me levantei ainda com as pernas tremendo e fui pro chuveiro. Quando saí do banheiro, procurei minha roupa, felizmente tava limpa. Me vesti e saí dos banheiros. A academia tava vazia. Fui até o Luis (meu amigo da academia), ele tava com um sorriso besta, me dizendo que eu tinha me divertido pra caralho, falou que os gritos dava pra ouvir até onde ele tava (e com certeza até lá fora). Não consegui evitar de ficar vermelha. Antes de ir embora, perguntei se ele ia fazer alguma coisa à tarde, ele disse que não. Contei a proposta do Jorge e ele topou na hora. Passei o lugar e o horário e fui pro meu apê, precisava descansar pro que vinha mais tarde...No meu apê, tomei um banho bem gostoso, fiquei um tempinho brincando com a água enquanto fantasiava com o que 5 caras poderiam fazer comigo. Sem dúvida, ia ser algo memorável (até hoje, é o maior número de caras com quem já fiquei). Saí do chuveiro, peguei uma roupa confortável que não atrapalhasse e fosse fácil de tirar. Coloquei minha calcinha fio-dental mais confortável, vesti minha calça e uma blusa de alcinha. Enquanto me arrumava, mandava fotos pro Jorge pra ir esquentando ele. Passei minha maquiagem, um tom vermelho pros meus lábios ficarem sexy e pedindo, e um pouco de sombra nos olhos. Adoro ver a cara dos caras quando minha maquiagem borra, deixa eles mais tesudos.
Uma foto do meu look (tava felizona porque sabia o que vinha)




Minha calcinha fio dental gostosa
Saí do meu apartamento de táxi pro hotel dos caras, cheguei e na recepção tava o Luis, cumprimentei ele com um beijo e pedi a chave do quarto dos meninos. Tava muito ansiosa, sabia que iam arrebentar minha buceta e não queria esperar mais. Já no quarto, o clima era diferente, tinha cerveja (muita) além de uns frascos de lubrificante, uma caixa grande de camisinhas, e o que parecia um vidro de óleo de bebê (esses caras tinham preparado tudo). Entramos eu e o Luis e nos apresentamos. O Juan e o David não tiravam os olhos de mim, o Miguel tava de boca aberta e o Jorge deu um tapa nele, falou “caralho, que gostosa” e eu respondi num tom quente, “e isso que você ainda não viu nada”. Colocaram música e começamos a beber, não conversamos quase nada, na real não teve papo nenhum. Assim que a música tocou, fui direto no Jorge e comecei a beijar ele, segurava no pescoço e beijava com tesão enquanto ele me apertava contra o corpo, me segurando pela cintura. Pouco depois, senti umas mãos nas minhas nádegas, era o Juan e o David tocando cada centímetro da minha anatomia. Enquanto me afastava do Jorge, o Miguel se aproximou pra pegar nos meus peitos e eu dei um beijo longo, muuuuito longo nele. Só me separei quando percebi que o Luis tava abaixando minha blusa, deixando meus peitos de fora, momento que o Miguel aproveitou pra colocar eles na boca, ato que o Juan imitou. O Jorge me fez virar de costas e começou a desabotoar minha calça, eu parei ele na hora. Pedi pros caras sentarem no sofá da sala, eles obedeceram e comecei a tirar a calça devagar enquanto fazia uma dança sexy pra eles. No final, virei de costas e tirei a calça completamente, fiquei agachada por uns segundos pra eles admirarem minha figura e o quanto minha calcinha fio dental ficava gostosa em mim. Me virei e tirei a blusa. Com os 5 no sofá, mandei eles tirarem as calças e as cuecas. Eles fizeram isso enquanto eu ficava de quatro e avançava devagar na direção deles, rebolando a cintura. Se eu fosse um felino, na frente do Jorge (que tava no meio do sofá), peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a bater uma, enquanto via de canto de olho que a maioria dos caras já tava duro. Comecei com o Jorge, pegando o pau dele e enfiando na boca. Com as fodas que a gente já teve, não foi difícil fazer aquele pedaço de carne entrar quase de uma vez. Só de ouvir minhas engasgadas, ele apertou minha cabeça contra as pernas dele enquanto me dava um tapa na bunda que acordou os caras do transe. Quando me soltei dos braços do Jorge, notei a quantidade de saliva escorrendo da minha boca e indo parar nas coxas dele. Sem perder tempo, vi de canto de olho o Luís abrindo o óleo de bebê e jogando nos meus glúteos, encharcando minha bunda e minha calcinha fio dental. O Juan e o Miguel se jogaram na minha bunda e começaram a massagear, espalhando mais óleo, descendo até minhas pernas. O David pegou um pouco de óleo e passou nos meus peitos, enquanto o Luís oleava minhas costas e eu continuava chupando o Jorge, que tava sentado no sofá. O David colocou o pau dele na minha mão direita e começou a fazer movimentos com a minha mão, sem tirar o pau do Jorge da boca, comecei a bater uma pra ele com a mão, cuspi e continuei batendo. Do lado esquerdo, o Luís se posicionou imitando o movimento do David. Agora eu tinha dois paus nas mãos e um na boca, enquanto dois caras massageavam minha bunda com óleo de bebê. Eu alternava os paus dos caras pra passar pela minha boca, uma hora era o Luís, outra o David, outra a grossura do Jorge. Da minha boca saíam fios de saliva que ficavam nos paus dos caras. Depois de uns minutos revezando os paus na minha boca e do Miguel e do Juan baterem uma vendo a cena, o Miguel pegou uma camisinha e deitou no chão de barriga pra cima. Ele me indicou com um gesto pra sentar em cima dele. Como uma boa putinha, obedeci. Puxei a calcinha pro lado e coloquei o pau dele na entrada da minha buceta, deixei cair. Meu corpo devagar, enquanto ele ia se abrindo caminho dentro de mim, "ahhh" consegui gemer num tom suave, o pau dele encaixava perfeito dentro da minha buceta, comecei a rebolar pra frente e pra trás enquanto colocava as mãos nos peitorais do Miguel, fechava os olhos e me deixava levar, aquele membro me fazia vibrar. Em poucos segundos, percebi o Luis ficar na minha frente, de pé, apontando o pau pra minha boca, sem hesitar meti ele na boca, com uma mão batia uma pra ele enquanto lambia os ovos dele, cuspia e via minha saliva escorrendo pelas pernas dele até o chão. Pedi um pouco de água porque no quarto o calor tava pegando e minha boca tava secando, o Juan me trouxe um pouco de água, bebi e agradeci pegando no pau dele e masturbando. Agora minha boca se revezava entre o pau dele e o do Luis, senti uma mão na minha bunda que parou meu movimento, era o Jorge que tinha colocado uma camisinha e agora tava lubrificando meu cu e o pau dele, enfiou um dedo que entrou com muita facilidade, ao ver a cara de surpresa dele falei que ainda não tinha me recuperado do que rolou mais cedo, o que fez com que, de repente, ele colocasse a ponta do pau na entrada do meu cu e empurrasse o membro até a metade. Agora tinha meus buraquinhos cheios e minha boca também, o Jorge e o Miguel começaram a rebolar mas o ritmo deles era diferente, falei pra eles ficarem quietos e comecei a rebolar eu mesma, "ummmh", "ahhhhhh", "siim", "assim fica melhor", só consegui gesticular enquanto meu corpo se deliciava de prazer, fui acelerando meus movimentos conforme sentia que meu primeiro orgasmo tava chegando, foi tão intenso que me deixei cair em cima do Miguel, que apertou meu corpo contra o dele e começou a me furar com força, ritmo que o Jorge conhecia bem e os dois se juntaram pra me fazer gritar "ahh ahhh ahhhhh ahhh", o Miguel me calou com um beijo "hmm hmm" se ouvia, os dois pararam pra respirar enquanto eu continuava deitada em cima do Miguel, recuperando o fôlego, já com meu corpo. Brilhando de suor e de óleo de bebê, Juan fez eu levantar meu rosto enquanto ele se ajoelhava pra eu dar um boquete. Comecei a engolir aquele pedaço devagar até chegar no fundo. Quando cheguei lá, estiquei minha língua e comecei a tocar a ponta dos ovos dele com ela. Ele apertou minha cabeça contra as pernas dele e tampou meu nariz, me segurou ali por uns segundos até me soltar. "Ahhhhhhhh", eu disse, enquanto minha saliva escorria em montes no pau dele e descia pela minha boca, molhando meus peitos. Eu tava recuperando o fôlego quando os caras começaram de novo com os movimentos, agora mais lentos, ritmados. Enquanto eu era penetrada pelo Miguel e pelo Jorge, o Luis, o David e o Juan se colocaram na minha frente e me fizeram chupar os paus deles. Ali tava eu, chupando os paus de três caras enquanto dois me penetravam a buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. O calor tava presente no quarto, meu corpo começava a brilhar por causa do suor do meu corpo, igual o dos caras. A penetração ritmada me deu meu segundo orgasmo, que não foi tão intenso, mas fez eu arquear minhas costas. "Aaaaaaaaaaahhhaaaaaah", me deixei cair de lado. Miguel e Jorge disseram quase em uníssono: "Como você se mexe bem". Só consegui sorrir e mostrar a língua pra eles. Os caras aproveitaram pra tirar as camisinhas e gozar em cima de mim. Me banharam de porra quente no meu corpo, caindo nas minhas pernas, nas minhas cadeiras, nos meus ombros e no meu cabelo. Essa foi uma pausa. Todos foram pegar outra cerveja. Eu ainda tava no chão, me recuperando do tremor das minhas pernas. Me trouxeram uma e eu sentei pra beber. Os caras riam e eu também. O segundo round chegou na hora. Luis me colocou de pé, fez eu dobrar minhas pernas e Jorge se colocou na minha frente. Luis, com uma camisinha nova, passou lubrificante e colocou o pau dele na entrada do meu cuzinho, enquanto eu pegava o membro do Jorge com minhas mãos e começava a masturbar ele, colocando na minha boca e enchendo de saliva. Enquanto eu ia fazendo o boquete, com as ânsias e o O suor fez minha maquiagem escorrer, meus lábios perderam o batom, e a sombra dos meus olhos borrava a cada lágrima. Quando ele passava o pau no meu rosto, misturando minha saliva com meu suor, isso deixava Jorge ainda mais excitado. Os movimentos de Luis eram ritmados, ele me segurava pela cintura e me dava tapas na bunda — "zaaap" ecoava no quarto, se misturando com o som da música e minhas ânsias. Num momento, Luis me pegou pelos ombros e me fez ficar de pé, me segurou pelos braços e começou a me penetrar com uma brutalidade que eu só tinha visto no Jorge fazer — "ploc", "ploc", "ploc" soava melodiosamente enquanto minha bunda quicava nas pernas dele. De repente, ele parou. Jorge ficou na minha frente, me levantou nos braços, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a subir e descer meu corpo. Eu o abraçava pra não cair, nosso suor se misturava. Ele fez um sinal pro Luis colocar o pau na entrada do meu cuzinho. Jorge subia e descia meu corpo, ele era o responsável por me fazer gozar, eu só o abraçava com força e gemia no ouvido dele: "não para", "não paraaaa", "ahhh, eu adoro", "eu adoroooo". Eu dizia pros caras, que servia como estímulo pra deixar os movimentos deles ainda mais brutos, o que fez eu gozar pela terceira vez. Abracei o Jorge com todas as minhas forças enquanto tocava o céu com as mãos. Nenhum dos dois se mexeu, os dois ficaram dentro de mim até o orgasmo acabar. Jorge me abaixou e eu me deitei no sofá, pedi uma cerveja e me recostei exausta, tomando outra cerveja. Os caras se aproximaram e sugeriram levar a festa pro quarto. Aceitei. Levantei, ajustei minha calcinha fio dental e fomos pro quarto. No quarto, encontrei outra garrafa de lubrificante e uma caixa de camisinhas — esses caras tinham pensado em tudo. Me deitei no meio da cama de barriga pra cima. Os caras ficaram na borda da cama com os paus duros, me chamaram pra fazer um boquete neles e eu fiz. Fiquei de quatro na frente de um Eles e uma morena, fui colocando os paus deles na minha boca, enquanto masturbava os outros. Queria ter um par de mãos extras, ou pelo menos outra boca pra fazer os caras gozarem mais. Enquanto chupava um, masturbava dois, e nos que não dava pra masturbar, cuspia no pau deles pra eles se tocarem enquanto eu tava ocupada. Minha saliva fazia os 5 paus brilharem, enquanto escorria pelo meu queixo e sujava a ponta da cama. Juan saiu pra sala pegar o vidro de óleo de bebê e começou a passar nas minhas nádegas, massageava como se fosse massa de pão. Às vezes sentia duas mãos na minha bunda, às vezes jogavam óleo nas minhas costas, nos meus quadris, na minha barriga e nos meus peitos. Me banharam com óleo de bebê. De repente, David anunciou que ia gozar. Rapidamente me deitei de barriga pra cima, colocando a cabeça pra fora do colchão, e falei pra ele gozar no meu peito e barriga. E assim ele fez: um jato de porra caiu no meu corpo, seguido pela porra do Miguel, Juan e Luis. Jorge aproveitou que eu tava assim pra colocar o pau na minha boca e me fazer dar um boquete. Ele ditava o ritmo, mexia o quadril com força e fazia eu engolir o membro inteiro de uma vez. Quando tirava, toda minha saliva ficava no meu rosto, enquanto eu lutava pra não me afogar com minha própria cusparada. Depois de uns minutos nessa posição, ele também gozou no meu peito, me deixando deitada de barriga pra cima, coberta de porra e toda suada. Os caras se deitaram na cama um pouco pra recuperar o fôlego. Olhei a hora e já eram quase 9 da noite. Fui no banheiro me limpar um pouco, me enxuguei com uma toalha e voltei pro quarto. Os caras ainda estavam deitados. Me deitei de barriga pra cima aos pés deles. Depois de um tempo conversando, Juan se levantou, colocou uma camisinha, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a me penetrar vaginalmente. Metia forte enquanto eu tava de pernas abertas, meus peitinhos balançavam no ritmo dos movimentos dele. enquanto eu segurava os lençóis com a mão, enquanto me penetrava, ele olhava nos meus olhos e beijava meu pescoço, "ahhh", "ahhhh", "ahhhhhhahha" eu dizia enquanto ele aumentava o ritmo, minutos depois ele parou, chegou a vez do David, ainda com a calcinha de lado ele começou a me penetrar com força, colocou meus braços sobre minha cabeça e segurou meus pulsos enquanto me penetrava com força e lambia meus peitos, "uuuhmmm", "uuhhmm" que gostoso eu dizia, enquanto pedia pra ele morder devagar meus seios, ele parou diminuindo o ritmo e abriu espaço pro Miguel, que segurou minhas pernas, juntou elas e colocou no ombro dele, me penetrou devagar, e foi aumentando a intensidade dos movimentos, enquanto eu abraçava minhas pernas pra continuar naquela posição, acho que pela posição dava pra sentir as veias do pau dele roçando em mim e me fazendo sentir maravilhas, foi a vez do Luis, ele abriu minhas pernas e começou a me penetrar a buceta, enquanto segurava minhas coxas pra me abrir mais, parecia que queria me partir ao meio porque os movimentos eram duros, com força, em um momento ele segurou meu pescoço me deixando vermelha, inclusive me deu uns tapas na cara, não fortes, mas o suficiente pra deixar marca nas minhas bochechas, Jorge se aproximou da minha boca e colocou o pau dele perto de mim, enfiou na minha boca enquanto me sufocava com as mãos e Luis puxava meus peitos, depois de alguns minutos Luis tirou a camisinha e gozou na minha cara, Jorge colocou uma camisinha, subiu minhas pernas nos ombros dele e começou a me penetrar no cu, os outros caras imitaram o Luis e começaram a gozar na minha cara, eu abria a boca o máximo que podia pra engolir a maior quantidade de porra, Jorge aumentou a intensidade dos movimentos enquanto os outros caras gozavam em cima de mim, a força do Jorge ia aumentando, "ahhh", "ahhhhhahh" "aaahhhaahhhhhhha" eu gritava enquanto era partida ao meio, minhas pernas tremiam, eu estava prestes a ter mais um orgasmo, Jorge aumentou a intensidade enquanto me segurava pela cintura pra meter mais forte “Aaaahhahh” — ela gritava enquanto minhas costas arqueavam no orgasmo mais intenso da noite. Jorge tirou a camisinha e gozou na minha cara. Lá estava eu, deitada de barriga pra cima, com o rosto coberto de porra, suada, maquiagem borrada, minhas pernas tremendo enquanto eu brincava com o esperma dos caras na boca. Tirei da boca e passei no rosto, fiquei deitada um momento, recuperando o fôlego. Minha cara tava um bagaço, não sabia diferenciar o suor da porra, meu cabelo tava molhado de suor e de esperma. Tava exausta, muito cansada, até sentia que podia tocar o céu com as mãos. Os caras entraram no chuveiro um por um pra ir embora, era quase meia-noite e meia. Tomaram banho e se despediram de mim, me dando os números e pedindo pra repetir a dose no futuro. Foram todos, menos Jorge, que continuava deitado. Levantei, ainda tava de tanguinha, mesmo cheia de óleo de bebê e porra, ainda tava comigo kkk. Tirei e joguei no meio do quarto. Fui pro banheiro com as pernas tremendo, abri o chuveiro e sentei no vaso, não conseguia ficar de pé, minhas pernas ainda tavam moídas. Fiquei uns minutos debaixo da água quando vejo Jorge se aproximar. “Que noite, hein” — ele fala enquanto senta do meu lado. “Uma das melhores da minha vida” — falei enquanto a água continuava caindo em mim. Depois de uns minutos assim, já com o rosto mais limpo, Jorge se aproximou e me deu um beijo laaargo. Me colocou de pé, apoiou minhas mãos na parede do banheiro, pegou uma camisinha e começou a me penetrar no cu. Me abraçava por trás enquanto me metia e a água caía nos nossos corpos. “Ahhh”, “ahhh”, “ahhhh” ecoava no banheiro. Jorge pegou meu cabelo molhado e puxou enquanto me dava tapas fortes na bunda, que se ouviam apesar do barulho da água caindo. “Zaap”, “zaaaap” — soava forte enquanto o eco ressoava. Continuou me penetrando por uns minutos enquanto me puxava pelo cabelo. Me ajoelhou e gozou no meu rosto, esfregava a porra dele na minha cara enquanto também passava o pau, a água ajudava a lavar minha carinha enquanto eu ainda lambia o pau dele que ia perdendo a dureza aos poucos. Ele saiu do chuveiro e eu fiquei de joelhos por um momento, me ensaboei o corpo enquanto pensava em tudo que tinha feito, em como um grupo de caras desconhecidos (menos o Luis) tinham me comido em grupo, tinham gozado em cima de mim e feito o que quiseram. Saí do banheiro e o Jorge estava na cama, tirei a toalha e deitei com o Jorge pra descansar, iam dar duas horas e eu tinha que trabalhar às 7, só queria descansar um momento.A noite foi pesada pra mim, acordei às 10 da manhã, tudo rodava, a bunda doía e as pernas ainda estavam fracas, apesar do meu banho na noite anterior, ainda sentia meu rosto pegajoso. O Jorge não estava e os caras tinham ido embora há horas, vi o quarto em detalhes, óleo de bebê derramado no chão, camisinhas usadas espalhadas pela cama e pelo chão, a cama toda bagunçada e molhada do meu suor, do sêmen dos caras e do óleo. Fui pra sala e encontrei o quarto cheio de cervejas, camisinhas jogadas, minhas roupas espalhadas pelo cômodo todo. Peguei meu celular e liguei pro chefe do meu Hotel, me desculpei por não ter ido trabalhar, inventei uma desculpa e falei que passaria no final do turno pra explicar melhor as coisas. Peguei minha roupa e saí do quarto, ao sair trombei com a moça que ia fazer a limpeza do quarto, que surpresa ela ia encontrar haha.
Chegando no meu apartamento, tomei um banho, peguei minha roupa pra trabalhar na loja e me preparava pra convencer o gerente do Hotel. Coloquei meu biquíni de listras que sei que ele adora e fui vê-lo. No caminho, notei que ainda tinha as pernas cansadas, a bunda doía e sentia as nádegas ardendo. Chegando no hotel, convenci meu chefe sem problemas, falei que compensaria ele e fui trabalhar na loja. Sei lá, talvez com esse conjunto. poder encontrar outros caras pra me divertir, talvez vá ver o Luis saindo pra ver como ele tá, ou quem sabe, recompensar meu chefe por ser tão bom comigo…
Uma fotinha do meu biquíni listrado.
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