Chapter 3
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http://www.poringa.net/posts/relatos/4168155/Morbo-exhibir-y-compartir-a-mi-novia-2.htmlCheguei na segunda, depois do trabalho fui pra aula, lá ia encontrar a Caro, o Ignacio, o Patricio, o Ezequiel e todo mundo. O tesão e as fantasias do fim de semana me acompanharam durante as horas de trabalho e agora ainda mais ao chegar no Instituto. A diferença é que no trabalho era só na minha cabeça, mas aqui no Instituto estavam alguns participantes e protagonistas das fantasias. Das minhas, principalmente a Caro e o Ignacio, mas tanto o Ezequiel quanto o Patricio também tinham visto a bunda da Caro.
Na minha cabeça ficava girando o que a Caro tinha dito, e talvez não fosse só algo dito, talvez a fantasia dela fosse com o Ignacio e o Patricio. Isso abriu uma dúvida: será que eu aguentaria que outros não só olhassem? Será que eu aguentaria se eu decidisse seguir avançando no jogo de tesão, e a Caro me dissesse que quer um trio com eles e não comigo? E mais: será que eu aguentaria um trio, mesmo que eu fosse parte? Eu poderia vê-la sendo penetrada pelo Ignacio (como na minha fantasia) e gozando na transa.
Ao chegar e na espera do começo da aula, percebo que a Caro ainda não tinha chegado e, em outro setor, vejo juntos o Ignacio, o Patricio e o Ezequiel. Os três são dos mais jovens, 18 e 19 anos, e muito amigos entre si.
Eles, ao me verem, se aproximam de mim. Depois de me cumprimentar, o Patricio começa a falar:
- Patricio: Fernando, queria saber se você estava bravo por causa daquilo de sexta. Quando você se aproximou, me senti culpado, mesmo não sendo, por ter olhado a bunda da Carolina, e não soube o que te dizer, só fiquei corado. O Ignacio me disse que você não estava chateado com a gente, mas eu preciso conversar sobre isso.
- Fer: Patricio, nem você nem eles são culpados. Ou você acha que eu não teria olhado? Ela, ou qualquer uma das meninas, numa situação parecida. Os homens são essencialmente tarados, a gente vai andando na rua e uma mina com uma bunda boa vai na nossa frente, e o que a gente faz? Fica olhando. E ainda somos tão burros que não sabemos disfarçar.
No fim das contas, a culpada é a Caro, e é por vários motivos: 1) por estar tão gostosa, 2) por usar essas minissaias excitantes e 3) por se agachar. Mas tomara que continue assim e que haja muitas como ela para a gente curtir olhando.
Então continuem olhando sem problema, se eu puder ajudar vou tentar fazer ela se agachar mais, usar minissaias e decotes mais ousados porque não vão negar que ela também tem peitos muito bons. Eu faço isso se e só se me prometerem que não vão ter um infarto, nem que a pica vai gastar de tanto bater punheta.
-Ezequiel: obrigado, Fernando, pela boa vontade e por nos entender. Pelo infarto e pelas punhetas não se preocupa, somos jovens e aguentamos, a gente se preocupa é com você porque com a sua idade não sabemos se consegue aguentar muito tempo com uma gostosa como a Carolina. (os três riram e eu também)
-Fer: agradeço a preocupação com a minha saúde, acho que aguento e se não der, vai ser a melhor forma de morrer, comendo essa beleza escultural. (todos rimos)
-Ignacio: por outro lado, a gente aceita sua palavra nisso de ajudar ela a se mostrar mais e, antes de ter que morrer, nos chama que a gente dá uma força.
-Patricio: você é um sem-vergonha, Ignacio.
-Fer: tudo bem, não me incomoda nem um pouco. Com certeza ele contou pra vocês que sexta eu chamei pra Carolina confirmar se tinham visto a bunda dela, e ele, que se faz o descolado, quando perguntei na frente da Carol ficou vermelho e a voz tremia.
Todos explodimos em gargalhadas e zoação com o Ignacio, e não tínhamos percebido que a Carol estava se aproximando da gente. Só demos conta quando ouvimos a voz dela dizendo:
-Carol: o que esses três enxeridos estão fazendo com meu namorado? Por acaso estão parabenizando ele por ter como namorada a gostosa com a melhor bunda e peitos do Instituto, e sonhando em me ver de novo?
-Patricio: não, estávamos falando pra ele te obrigar a vir sempre de minissaia. (parecia que ia continuar falando, mas o Ignacio cortou)
-Ignacio: ahh e você me chama de sem-vergonha? Mais respeito com a rainha do fio dental azul, (me (olha pra mim) viu, não fiquei corado nem minha voz tremeu (olha pra Caro) aquele fdp do seu namorado tava falando pros caras que eu fiquei vermelho e minha voz tremeu quando ele me perguntou na sua frente se a gente tinha visto sua bunda.
-Caro: a rainha do thong azul celeste, olha só o dia que, talvez nunca chegue, você ver meu thong cor de pele você morre e vai começar a me chamar de super deusa do thong cor de pele. (Todos rimos muito) (Caro acrescentou) E por me olharem na frente dele não se preocupem porque ele gosta que me olhem, até acho que o excita que me olhem, que me desejem e como ele diz, que depois se masturbem pensando em mim. Às vezes acho que ele gosta um pouquinho de ser corno. (a safada explodiu em gargalhadas e todos riram muito, eu também, embora tenha me surpreendido e ficado um pouco corado)
-Ezequiel: (dando a mão pra Caro) muito bem, conseguiu deixá-lo vermelho e ele que tava tirando sarro da gente.
A hora fez a gente parar de conversar e ir pra sala. Me surpreendeu mesmo o quanto a Caro tinha sido solta e senti dentro de mim a convicção de que as fantasias e o tesão iam virar realidade, e muito antes do que eu pensava. Aquele dia na aula não consegui me concentrar e só pensava em possíveis situações onde começaria a realizar as fantasias, enquanto pensava nisso percebi que estava começando a ter uma ereção.
Quando a aula terminou e saímos, os três caras se aproximaram da gente de novo, começaram a fazer comentários sobre como a Caro tinha me feito ficar vermelho e voltaram a rir. Eu também ri e admiti que tinha me surpreendido, aí a Caro acrescentou "só falei a verdade", mas isso soltou os seguintes comentários:
-Ezequiel: se não me engano as palavras da Carolina foram que te excita que olhem pra ela, portanto, quando vimos a bunda dela, além de nós ficarmos excitados e você mandar a gente ir se masturbar, o excitado era você e botou na gente o que você ia fazer, olha o vovô foi fazer uma masturbação. (todos explodiram em gargalhadas) (eu quase respondi, mas a Caro falou primeiro) -Caro: não, gente, ele não foi se masturbar, mas talvez tenha ficado excitado, porque naquela noite transamos loucamente, o Fer estava animal, me matou, esse é meu macho. (os caras aplaudiram e alguém gritou ÍDOLO) (eu não sabia o que dizer, a Caro me joga na fogueira, mas depois me deixa como um rei. Além disso, eu estava cada vez mais convencido de que a Caro ficava excitada com o que a gente falava) -Patricio: não foi a única coisa que a Caro disse há pouco, ela também falou que quando a víssemos com o fio dental cor de pele, a gente subiria de nível, elevando ela a Deusa, e isso me faz pensar: você está usando agora? (ele começou a rir e disse) não fica brava, Caro, é brincadeira (e ficou vermelho) -Caro: não estou usando agora, e além disso eu disse que esse dia nunca chega, então não cria expectativas. -Ignacio: acabei de detectar dois erros: primeiro, você disse "o dia que você vir meu fio dental", ou seja, você estava falando de mim, então, Patricio, não crie expectativas. Segundo, você não disse "esse dia nunca chega", você disse "talvez nunca chegue", portanto, eu não perco as esperanças. -Fer: bom, eu gosto que olhem pra ela, que a desejem, e também me excita, mas vocês, mais do que vão se masturbar daqui a pouco, me parece que querem comer ela, então é melhor a gente ir embora, não acha, Caro? (claro que eu falei isso num tom de brincadeira e rindo) -Caro: e bom, se você amarela, a gente vai, isso estava ficando legal. (houve caras de surpresa, então ela acrescentou) Gente, não criem expectativas, esse corpinho só o Fer toca, vocês continuem com a Manuela. (nova explosão de risos, despedidas e fomos embora) Já sozinhos, eu digo pra Caro: você está terrivelmente afiada, eu não conhecia essa sua faceta. Ao que ela disse: você vai me conhecendo aos poucos, e rindo, tocou meu pau por cima da calça. Nessa altura, era certo que isso ia terminar em qualquer coisa, e eu estava gostando.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4168155/Morbo-exhibir-y-compartir-a-mi-novia-2.htmlCheguei na segunda, depois do trabalho fui pra aula, lá ia encontrar a Caro, o Ignacio, o Patricio, o Ezequiel e todo mundo. O tesão e as fantasias do fim de semana me acompanharam durante as horas de trabalho e agora ainda mais ao chegar no Instituto. A diferença é que no trabalho era só na minha cabeça, mas aqui no Instituto estavam alguns participantes e protagonistas das fantasias. Das minhas, principalmente a Caro e o Ignacio, mas tanto o Ezequiel quanto o Patricio também tinham visto a bunda da Caro.
Na minha cabeça ficava girando o que a Caro tinha dito, e talvez não fosse só algo dito, talvez a fantasia dela fosse com o Ignacio e o Patricio. Isso abriu uma dúvida: será que eu aguentaria que outros não só olhassem? Será que eu aguentaria se eu decidisse seguir avançando no jogo de tesão, e a Caro me dissesse que quer um trio com eles e não comigo? E mais: será que eu aguentaria um trio, mesmo que eu fosse parte? Eu poderia vê-la sendo penetrada pelo Ignacio (como na minha fantasia) e gozando na transa.
Ao chegar e na espera do começo da aula, percebo que a Caro ainda não tinha chegado e, em outro setor, vejo juntos o Ignacio, o Patricio e o Ezequiel. Os três são dos mais jovens, 18 e 19 anos, e muito amigos entre si.
Eles, ao me verem, se aproximam de mim. Depois de me cumprimentar, o Patricio começa a falar:
- Patricio: Fernando, queria saber se você estava bravo por causa daquilo de sexta. Quando você se aproximou, me senti culpado, mesmo não sendo, por ter olhado a bunda da Carolina, e não soube o que te dizer, só fiquei corado. O Ignacio me disse que você não estava chateado com a gente, mas eu preciso conversar sobre isso.
- Fer: Patricio, nem você nem eles são culpados. Ou você acha que eu não teria olhado? Ela, ou qualquer uma das meninas, numa situação parecida. Os homens são essencialmente tarados, a gente vai andando na rua e uma mina com uma bunda boa vai na nossa frente, e o que a gente faz? Fica olhando. E ainda somos tão burros que não sabemos disfarçar.
No fim das contas, a culpada é a Caro, e é por vários motivos: 1) por estar tão gostosa, 2) por usar essas minissaias excitantes e 3) por se agachar. Mas tomara que continue assim e que haja muitas como ela para a gente curtir olhando.
Então continuem olhando sem problema, se eu puder ajudar vou tentar fazer ela se agachar mais, usar minissaias e decotes mais ousados porque não vão negar que ela também tem peitos muito bons. Eu faço isso se e só se me prometerem que não vão ter um infarto, nem que a pica vai gastar de tanto bater punheta.
-Ezequiel: obrigado, Fernando, pela boa vontade e por nos entender. Pelo infarto e pelas punhetas não se preocupa, somos jovens e aguentamos, a gente se preocupa é com você porque com a sua idade não sabemos se consegue aguentar muito tempo com uma gostosa como a Carolina. (os três riram e eu também)
-Fer: agradeço a preocupação com a minha saúde, acho que aguento e se não der, vai ser a melhor forma de morrer, comendo essa beleza escultural. (todos rimos)
-Ignacio: por outro lado, a gente aceita sua palavra nisso de ajudar ela a se mostrar mais e, antes de ter que morrer, nos chama que a gente dá uma força.
-Patricio: você é um sem-vergonha, Ignacio.
-Fer: tudo bem, não me incomoda nem um pouco. Com certeza ele contou pra vocês que sexta eu chamei pra Carolina confirmar se tinham visto a bunda dela, e ele, que se faz o descolado, quando perguntei na frente da Carol ficou vermelho e a voz tremia.
Todos explodimos em gargalhadas e zoação com o Ignacio, e não tínhamos percebido que a Carol estava se aproximando da gente. Só demos conta quando ouvimos a voz dela dizendo:
-Carol: o que esses três enxeridos estão fazendo com meu namorado? Por acaso estão parabenizando ele por ter como namorada a gostosa com a melhor bunda e peitos do Instituto, e sonhando em me ver de novo?
-Patricio: não, estávamos falando pra ele te obrigar a vir sempre de minissaia. (parecia que ia continuar falando, mas o Ignacio cortou)
-Ignacio: ahh e você me chama de sem-vergonha? Mais respeito com a rainha do fio dental azul, (me (olha pra mim) viu, não fiquei corado nem minha voz tremeu (olha pra Caro) aquele fdp do seu namorado tava falando pros caras que eu fiquei vermelho e minha voz tremeu quando ele me perguntou na sua frente se a gente tinha visto sua bunda.
-Caro: a rainha do thong azul celeste, olha só o dia que, talvez nunca chegue, você ver meu thong cor de pele você morre e vai começar a me chamar de super deusa do thong cor de pele. (Todos rimos muito) (Caro acrescentou) E por me olharem na frente dele não se preocupem porque ele gosta que me olhem, até acho que o excita que me olhem, que me desejem e como ele diz, que depois se masturbem pensando em mim. Às vezes acho que ele gosta um pouquinho de ser corno. (a safada explodiu em gargalhadas e todos riram muito, eu também, embora tenha me surpreendido e ficado um pouco corado)
-Ezequiel: (dando a mão pra Caro) muito bem, conseguiu deixá-lo vermelho e ele que tava tirando sarro da gente.
A hora fez a gente parar de conversar e ir pra sala. Me surpreendeu mesmo o quanto a Caro tinha sido solta e senti dentro de mim a convicção de que as fantasias e o tesão iam virar realidade, e muito antes do que eu pensava. Aquele dia na aula não consegui me concentrar e só pensava em possíveis situações onde começaria a realizar as fantasias, enquanto pensava nisso percebi que estava começando a ter uma ereção.
Quando a aula terminou e saímos, os três caras se aproximaram da gente de novo, começaram a fazer comentários sobre como a Caro tinha me feito ficar vermelho e voltaram a rir. Eu também ri e admiti que tinha me surpreendido, aí a Caro acrescentou "só falei a verdade", mas isso soltou os seguintes comentários:
-Ezequiel: se não me engano as palavras da Carolina foram que te excita que olhem pra ela, portanto, quando vimos a bunda dela, além de nós ficarmos excitados e você mandar a gente ir se masturbar, o excitado era você e botou na gente o que você ia fazer, olha o vovô foi fazer uma masturbação. (todos explodiram em gargalhadas) (eu quase respondi, mas a Caro falou primeiro) -Caro: não, gente, ele não foi se masturbar, mas talvez tenha ficado excitado, porque naquela noite transamos loucamente, o Fer estava animal, me matou, esse é meu macho. (os caras aplaudiram e alguém gritou ÍDOLO) (eu não sabia o que dizer, a Caro me joga na fogueira, mas depois me deixa como um rei. Além disso, eu estava cada vez mais convencido de que a Caro ficava excitada com o que a gente falava) -Patricio: não foi a única coisa que a Caro disse há pouco, ela também falou que quando a víssemos com o fio dental cor de pele, a gente subiria de nível, elevando ela a Deusa, e isso me faz pensar: você está usando agora? (ele começou a rir e disse) não fica brava, Caro, é brincadeira (e ficou vermelho) -Caro: não estou usando agora, e além disso eu disse que esse dia nunca chega, então não cria expectativas. -Ignacio: acabei de detectar dois erros: primeiro, você disse "o dia que você vir meu fio dental", ou seja, você estava falando de mim, então, Patricio, não crie expectativas. Segundo, você não disse "esse dia nunca chega", você disse "talvez nunca chegue", portanto, eu não perco as esperanças. -Fer: bom, eu gosto que olhem pra ela, que a desejem, e também me excita, mas vocês, mais do que vão se masturbar daqui a pouco, me parece que querem comer ela, então é melhor a gente ir embora, não acha, Caro? (claro que eu falei isso num tom de brincadeira e rindo) -Caro: e bom, se você amarela, a gente vai, isso estava ficando legal. (houve caras de surpresa, então ela acrescentou) Gente, não criem expectativas, esse corpinho só o Fer toca, vocês continuem com a Manuela. (nova explosão de risos, despedidas e fomos embora) Já sozinhos, eu digo pra Caro: você está terrivelmente afiada, eu não conhecia essa sua faceta. Ao que ela disse: você vai me conhecendo aos poucos, e rindo, tocou meu pau por cima da calça. Nessa altura, era certo que isso ia terminar em qualquer coisa, e eu estava gostando.
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