Essa é minha primeira história, me desculpem qualquer erro de ortografia e qualquer falha na trama.
Minha mãe é interpretada pela Jayden Jaymes, minha irmã pela Leah Gotti, e a Julia pela Valentina Nappi, pra vocês terem uma ideia de como seriam minhas protagonistas.
Meu pai tem uma fazenda grande e gostosa, desde antes de eu nascer, onde a gente vai de férias. Lá a gente curtiu a natureza e passou uns momentos inesquecíveis. Era uma solução pra não gastar muita grana em hotel de praia, já que a gente mora numa cidade grande tipo Machala, é melhor ficar no campo. Meu pai tem uns amigos no povoado que deram maior força pra ele comprar a fazenda, foi um baita investimento, porque rende uma grana bem produtiva.
Na minha família somos 6. Eu sou o Mateo, com meus 24 anos, terminei a faculdade faz pouco tempo, tenho 1,80, pele branca, olhos castanhos que herdei do meu pai. Meu pai trabalha como administrador da fazenda dele, chama Manuel e tem 42 anos, mede 1,91, pele morena, olhos castanhos. Minha mãe Josefina, de 40 anos, é dona de casa, pele branca, olhos castanhos, peitão e bundão.
E por último, minha irmã Priscila, tem 22 anos, mede 1,75, pele branca, olhos castanhos, é mais gostosa que minha mãe, mas os peitos e a bunda são normais pra idade dela.
Nossas férias eram focadas na fazenda e seus arredores, eu gostava de uma área onde tinha uma travessia do rio, armava uma rede e um acampamento pequenininho enquanto pescava. Nos primeiros anos, quando éramos pequenos, as férias eram incríveis, mas com o tempo, minha irmã e eu começamos a achar um saco.
A casa principal da fazenda era grande, no térreo ficava a sala principal, uma cozinha enorme e a biblioteca, no segundo andar ficava o quarto principal, que era o maior, além de quatro quartos, todos com banheiros individuais. Tinha empregadas que arrumavam os quartos pra gente, a comida era feita pela minha mãe com as empregadas.
Minha irmã e eu tínhamos nosso próprio quarto, como sempre fomos muito próximos, podíamos andar de roupa íntima. Adoro os peitos dela e a bunda, o que curto mesmo é vê-la de fio dental e admirar aquela barriga chapada, rabo e peitos. Mais de uma vez já bati uma punheta pensando na minha irmã, adoro cheirar as calcinhas dela quando ela tira no mesmo instante.
Vê-la na piscina é um tesão, observar ela de fio dental minúsculo sempre foi meu hobby durante as férias, mas pra ela não perceber, me distraio pescando.
O bom da piscina é que tem um vestiário pequeno, onde em mais de uma ocasião eu espiei minha irmã e minha mãe. Vi elas peladas poucas vezes, mas o que mais vejo é quando saem de fio dental rumo à piscina, o rebolado das bundinhas delas é um verdadeiro tesão.
É super normal ficar de olho na minha mãe e na minha irmã durante as férias, mas também dou uma espiada nas empregadas. Uma vez, dei pra empregada Júlia um kit de tangas de vários tamanhos; ela sabia que era bem ousado, e como eu era filho do dono, ela aceitou. Então comecei a olhar por baixo da saia delas, quando subiam as escadas na direção dos quartos, eu ficava espiando, sabendo que estavam usando aquelas tanguinhas.
Naquele verão, eu tava com os hormônios à flor da pele e qualquer coisinha me excitava. O que mais me dava tesão era ouvir minha mãe gemer; como meu pai passava semanas na fazenda dele e só vinha uns dias pra cidade, não conseguia dar carinho pra esposa quando ela precisava, por isso eles aproveitavam as férias pra satisfazer as necessidades carnais.
Como meu quarto era perto, eu ouvia todas as noites eles trepando, mais precisamente de madrugada, quando todo mundo dormia profundamente. Eu sempre os escutava, por causa do barulho que faziam, especialmente o rangido da cama. Como no verão fazia calor e eu não conseguia dormir, qualquer barulho ou movimento já era o suficiente pra me deixar alerta.
Eu ouvia claramente os suspiros e gemidos de prazer que minha mãe soltava, parecia que ela curtia pra caralho, porque quando transava, gozava várias vezes numa só foda.
No começo, os gemidos me excitavam, mas fui me acostumando. Às vezes, quando estava cansado, colocava meus fones pra não ouvir nada, enquanto outras vezes eu batia uma quando tava com o pau duro igual a um mastro, imaginando como eu comeria minha mãe, se tivesse a chance.
Às vezes eu pensava na minha irmã Priscila e na buceta dela, que com certeza devia ser bem apertadinha.
De noite, lá pras três da madrugada, meus pais começaram a foder. Como eu tava com sono, coloquei meus fones de ouvido. Mas aí aconteceu uma parada: minha irmã entrou no meu quarto pra perguntar de onde vinham os gemidos. …
– Ei, Mateo, o que cê acha que nossos pais tão fazendo a essa hora? Eu falei que tava com sono e coloquei os fones de novo, mas ela continuava me enchendo o saco.
– Talvez tão jogando algum jogo. – Falei com sarcasmo.
Voltei a dormir, não respondi nem prestei atenção nela e falei que não tava nem aí pro que eles faziam. Minha irmã continuou falando, mas dessa vez pra me dizer que a porta do quarto dos nossos pais tava meio aberta, e falou que ia espiar eles, já que não era a primeira vez que ela fazia isso.
Fiz de conta que fiquei indignado e dei um sermão de irmão mais velho, falei que se ela fizesse de novo, eu contaria pros nossos pais. Ela nem ligou pra minha ameaça.
Com todo cuidado e silêncio, ela saiu do meu quarto e foi em direção ao quarto dos nossos pais. Devagar, abriu a porta uns centímetros. Eu fiquei na porta do meu quarto, observando a esperteza da minha irmã. Voltei pro meu quarto pra esperar ela; passaram uns minutos; ela voltou com um sorrisão no rosto.
— Você tinha que ter visto! Puta que eles estavam se divertindo, vem, me segue! Você vai ficar de boca aberta! — E ela ria.
Na hora, não soube o que fazer, mas minha irmã era muito convincente, então topei. Na surdina, fomos até o quarto dos meus pais. Minha irmã se abaixou pra espiar, eu fiquei de pé pra ver a cena. Observamos meus pais; tava bem escuro, mas dava pra ver eles claramente, porque a luz do quintal entrava pelas janelonas do quarto. Confirmei que eles estavam mesmo no meio do ato sexual.
Minha mãe mudou de posição e ficou de quatro na cama, e meu pai começou a meter nela por trás, tava fodendo ela com gosto, ela gemia que nem uma louca, que prazer era ouvir ela.
O movimento das tetas dela se sincronizava com as investidas que meu pai dava nela. Que excitante era vê-la naquela posição, mas mantive meu olhar por vários minutos, fascinado e pasmo com aquele espetáculo.
Minha irmã estava excitada ao ver aquela cena e curtia o espetáculo. Na escuridão do corredor, observei por um fio de luz que nos iluminava que ela estava com um sorriso no rosto e nem piscava. A cena que eu presenciava estava fazendo meu amigo acordar, colado na minha irmã ela perceberia como meu pau começava a endurecer, eu encostava ele na bunda dela, num momento em que os dois estavam quentes, ela se virou e falou baixinho comigo.
— Mateus, teu brinquedo tá ficando duro? Comigo acontece o mesmo, só que no meu caso não dá pra notar. Cena gostosa, né? — Nunca tinha visto ela falar daquele jeito.
Minha excitação subiu de nível, então parei de me esfregar na minha irmã e saí em direção ao meu quarto. Priscila me seguiu até o quarto e, depois de fechar a porta, se aproximou e perguntou, já mais calmos.
— Ei, o que foi, ficou excitado igual a mim? — A pergunta dela me surpreendeu.
Com essa primeira pergunta, deixamos de lado que éramos irmãos e compartilhamos nossas dúvidas.
Ela começou a me contar que já sabia há um tempão que meus pais transavam de madrugada. Quem contou foi a empregada Júlia, uma garota de 19 anos, uma gostosa; ela tinha ouvido e espionado eles pra ver como transavam; às vezes, mamãe vinha sozinha pra fazenda pra acompanhar papai.
Não acreditava no que ouvia da boca da minha irmã, embora já soubesse o que eles faziam há uns dois anos, não imaginava que minha irmã estivesse sabendo e falando daquele jeito.
Longe de parar de contar, ela disse que não só os caras comentam sobre sexo e que ela e as amigas já tinham praticado há anos. Me veio uma pergunta na cabeça, então perguntei pra Priscila quando foi a primeira vez dela.
- Há quatro anos, quando eu tinha dezoito. _Fiquei surpreso com a idade que ela já tinha dado pra alguém, e já fiquei imaginando aquela cena.
Priscila me fez a mesma pergunta, eu respondi que foi com minha ex-namorada, quando a gente tava no ensino médio. Na hora, percebi como ela olhava pro meu pau.
- Notei como teu pau ficou duro, e é impressionante como isso acontece só de olhar pra ele. _Ainda não me acostumava a ouvi-la falar assim.
Ela comentou que, vendo nossos pais, também tinha ficado excitada de um jeito brutal, então talvez tenha se excitado ainda mais com o contato com meu pau.
Mesmo a gente sempre se vendo de cueca, essa sensação nova que tivemos os dois era algo sensacional.
A única vez que vi os peitos dela foi quando ela tava de topless na piscina da casa da cidade, e ela só me viu de boxer.
Naquela hora, com o tesão que tava, não tava nem aí que era minha irmã, baixei a calça e mostrei meu pau no auge do esplendor.
- Uau, que grande, deixa eu tocar nele e eu deixo você acariciar minha buceta. _Com uma proposta dessas, ninguém recusaria.
Por eu ser lerdo, foi ela quem tomou a iniciativa, aproximou as mãos do meu pau e começou a subir e descer. A cara de surpresa dela quando sentiu meu pau pulando me deu um tesão extra. Meu pau ficou igual a um mastro, tava extremamente excitado.
Meu coração tava batendo muito forte quando minha irmã começou a me bater uma punheta, com uma cara de puta. Eu tava adorando o trabalho manual que ela fazia, enquanto com uma mão me masturbava, com a outra acariciava minhas bolas.
Num momento, a Priscila fez algo que eu curti: ela meteu meu pau na boca dela. Sem piscar, enfiou até o fundo da garganta, que gostoso que era. A boquinha dela se abria pra engolir quase metade do pau.
A habilidade dela pra chupar meu pau era incrível, minha vontade de gozar aumentava a cada sugada, mas minha vontade de continuar aproveitando aquele boquete era maior. A siririca que ela me fazia era surpreendente, nunca tinha recebido um boquete assim, ou seria o tesão que naquele momento me pegava? O melhor era que parecia que ela tinha esquecido que éramos irmãos.
Ela soltou meu pau pra começar a lamber minha glande com a língua, aquelas lambidas que me fascinaram a ponto de me levar ao êxtase. Aquele boquete que minha irmã tava me dando, e com tanto capricho, me fez explodir. Enchi a garganta dela de porra, esse foi o boquete mais selvagem que já recebi, soltei uma carga acumulada de vários dias.
Priscila parou de chupar, tirou meu pau da boca pra engolir a porra que tinha. Com safadeza, me mostrou como engolia meu leite, e minha surpresa foi que ela colocou a língua pra fora pra limpar bem os lábios.
- Gostou do que eu fiz com você, Mateus? _Já estava me acostumando com a safadeza dela.
- Claro que sim, você é incrível fazendo boquete. _Falei a verdade, porque tava muito excitado na hora.
- Quantas vezes você bate uma por semana? _Essa pergunta me pegou de surpresa.
- Eu me masturbo desde a adolescência, nessas férias já bati umas 4 vezes. _Ela riu da minha cara de surpresa. _Nossa, minha irmã acabou sendo uma punheteira.
Puxa, que surpresas eu ia descobrindo nessas férias e nas experiências dela com sexo. Ela era quem estava no comando agora, a mais experiente e a mais safada.
Ela me deu autorização para tocar a buceta dela e fazê-la gozar, entendi que era para me retribuir o favor. Com a excitação que eu tava, agradeci, aproximei minha mão direita da buceta dela, tocando por cima do pijama. Ela pegou minha mão e enfiou dentro do pijama dela, colocando direto na buceta. Com as duas mãos, ela puxou a calça e a calcinha fio dental pra baixo. A buceta dela tava toda depilada, dava pra ver os lábios vaginais tão bonitos.
Eu acariciava o clitóris dela com a mão esquerda enquanto com a direita enfiava um dedo. Aos poucos, o clitóris dela foi inchando, por causa das minhas carícias, e eu já enfiava dois dedos dentro da buceta dela. Me surpreendi como as paredes vaginais da buceta dela ficavam molhadas.
Eu esfregava o clitóris dela um pouco mais forte pra acelerar os gemidos dela, adorava ouvir aqueles gemidos, aquele rostinho lindo foi ficando vermelho de tesão.
– Isso, me acaricia mais o clitóris, vai, esfrega ele, preciso que você me faça gozar, enfia três dedos na minha buceta. Que delícia, como ela falava comigo.
Eu queria agarrar os peitos dela e falei pra ela, não eram grandes, mas eram voluptuosos. Parei de acariciar o clitóris dela, com a mão esquerda livre, enfiei por baixo da camisa dela e fiquei apertando os peitos dela. Os dois biquinhos estavam durinhos, marcando por cima da camisa, ela tava tão excitada.
Com tantos carinhos, ela começou a aumentar o volume dos gemidos, isso me assustou um pouco, porque podiam ouvir ela.
- Priscila, geme mais baixo, senão vão nos ouvir!
Ela entendeu o recado e moderou o volume.
Se ajeitou melhor na minha cama, tirou a camisa e o sutiã juntos, terminou de tirar a calça e a calcinha fio-dental que estavam nos tornozelos. Agora mais à vontade, deitou de barriga pra cima, abriu as pernas pra receber melhor os carinhos. Que vista linda ver ela sem roupa, tava completamente pelada, dominada pela excitação e pela vontade de gozar. Pegou na minha pika, que tava dura, com o calor das mãos dela começou a me masturbar de cima pra baixo.
Eu fui lamber os peitos dela, fazia tempo que queria devorar essas tetas. Ela adorava que eu lambesse as tetas dela, me apertava contra elas pra eu não parar de lamber, pra mim era um prazerão aproveitar essas tetas, eu mordia os bicos dela pra deixar ela mais excitada.
Depois de uns minutos, parei de chupar os peitos dela pra descer e devorar a buceta dela, que delícia poder lamber aquela buceta gostosa. Eu lambia o clitóris dela enquanto enfiava dois dedos dentro da buceta dela.
Eu tava com o pau duro igual um tronco de tão excitado que eu tava, minha irmã não dava sinais de gozar, parecia que ela tava acostumada a aguentar muito tempo. Já tava chupando a buceta dela com a língua, só que agora eu enfiava o dedo no cu dela. A tentação me dominou e eu parti pra fazer algo que nunca pensei que fosse rolar: peguei meu pau e, com a ponta, fiquei esfregando na entrada da buceta dela.
O tesão me venceu, aos poucos fui enfiando meu pau, só tinha colocado a cabeça, e a sensação era incrível, mas parei porque senti que o que tava fazendo era errado.
- Priscila, se a gente continuar assim, vou meter em você. *Esperava que ela dissesse pra eu meter mesmo.*
A única coisa que ela disse foi que ia subir em mim e ia roçar a buceta dela no meu pau. Depois de alguns minutos, ela chegou ao êxtase, foi tanto o orgasmo que ela teve, que deu até um pequeno squirt.
- Foi uma ótima sessão. _Ela respondeu com um sorrisão.
- Sim, você tem razão, mas olha só como me deixou. _Mostrei minha nova ereção pra ver se dessa vez ela deixava eu meter na buceta dela.
- Tenho uma ideia, lembra que te falei da Julia, a filha da cozinheira? _Disse Priscila.
- Sim, claro, o que tem ela? _Não entendi por que ela mencionou.
- Ela deve estar acordada, enfiando os dedos na buceta dela, ouvindo os gemidos da minha mãe. _Não dava pra acreditar nisso da Julia, mas com o quanto ela é gostosa, não me surpreenderia.
- Uhhh, já tô entendendo. — Falei com um sorriso.
- Vamos pro quarto dela pra você aliviar esse tesão. — Disse Priscila.
- E aí vamos descer pelados e se nossos pais nos virem nus? — Perguntei.
- Eles tão transando, não vão nos ver. — Ela respondeu.
- Beleza, confio em você. — Foi minha resposta.
- Ok, o que vou fazer é: descer, entrar no quarto dela, enquanto você me espera na porta, chamo ela, levamos pro meu quarto e começamos a festa. — Não acreditava que minha irmã tava me dizendo isso.
- E por que ela vai aceitar transar com a gente? — Falei.
- Porque eu e ela, sempre que venho, a gente transa, por isso. — Fiquei chocado com essa resposta, minha irmã comia a Julia e eu nem sabia.
- Cada vez você me surpreende, vamos atrás da nossa empregada gostosa. — Eu disse a ela.
Ela me disse que antes ia no quarto dela, que já vinha, passaram alguns minutos e ela trouxe duas coisas: uns saltos pretos altos e uma camiseta branca pequena. Ela calçou os saltos, eu não sabia por que estava colocando.
— Ei, por que os saltos? — Perguntei
— Para me sentir uma puta. — A resposta dela me desconcertou.
— Claro, que puta você se mostrou. — Falei rindo.
— Obrigada, e como estou? — Ela disse
— Você está muito gostosa. — Respondi, vendo os peitos lindos dela.
— Beleza, vamos. — Ela finalizou.
Saímos do meu quarto para descer até o quarto da Júlia. Enquanto descíamos as escadas, eu estava com medo de alguém nos encontrar assim, pelados, e eu com meu pau duro. A única coisa que me acalmava era ver minha irmã, que naquele momento estava vestindo a camiseta dela. Percebi que ela não cobriu a bunda nem a buceta — que puta ela se mostrou ser, pensava comigo mesmo para ela não ouvir.
Chegamos no quarto da Júlia, minha irmã tinha razão, dava pra ouvir uns gemidos baixinhos. A Priscila fez sinal pra eu ficar atrás dela, e foi abrindo a porta bem devagar. E, de fato, a Júlia tá se masturbando.
- Te falei, se você visse como ela enfia o dedo. _ Minha irmã comentou baixinho.
- É, você tinha razão. _ Respondi também em voz baixa.
Ver a Julia se masturbando, pensando que ninguém via nem ouvia, era uma visão espetacularmente gostosa daquela mulher, como eu não tinha percebido antes que ela era uma safada.
— E agora, o que a gente faz? — comentei.
— Entra, você espera aqui na porta. — ela respondeu.
A desgraçada da minha irmã parou do lado da Júlia, enquanto mostrava a bunda pra mim e fazia cara de safada. Júlia não percebia o barulho dos saltos da minha irmã, estava de olhos fechados, se tocando sem se importar com nada ao redor.
Finalmente, minha irmã a tirou do êxtase, tapou a boca dela pra não falar, se posicionou atrás dela, e o que veio depois foi brutal: Priscila meteu a mão dentro da calcinha fio dental da Júlia, agora ela a masturbava, enquanto Júlia se deixava levar.
Priscila já percebeu que era perigoso ficar no quarto da Julia, a mãe dela dormia ao lado e podia pegar elas numa posição estranha. Então minha irmã disse pra gente ir pro quarto dela, pra curtir de verdade, me apontando enquanto falava. Pensei que nossa empregada gostosa não ia topar, mas quando ela deu um beijo na minha irmã, sacou na hora que a ideia tinha agradado. Priscila pegou a Julia pela mão pra sair do quarto dela. Assim que a Julia fechou a porta, minha irmã agarrou ela pela cintura e encostou na parede, pra meter um puta beijão nela.
Fiz sinal pra ela soltar a Júlia, ela entendeu e pegou a Júlia pra levar pro quarto dela. Deixei elas irem na frente pra poder olhar pros pedaços de raba que essas duas gostosas têm.
Entrando no quarto da minha irmã, não aguentei mais, e pegando a Júlia, coloquei ela de barriga pra cima na cama. Ela falou "vai em frente", então mirei na buceta dela e enfiei até a metade. Pela excitação que ela tava, a buceta dela tava super molhada, a buceta dela era uma maravilha.
Julia, que bucetinha apertadinha você tem. — Essas foram minhas primeiras palavras para a Julia.
Aahhh, obrigada, jovem Mateo. — Ela me disse.
Pode me chamar de Mateo. — Eu falei.
Oohhh, tá bom, Mateo, me dá mais forte, ahhh!
Fiquei metendo nela por um bom tempo, até que mudei de posição, coloquei ela de quatro. Sempre gostei dessa posição, assim dá pra reparar bem na bunda grande delas, e principalmente na raba da Julia. Fiquei massageando os peitos dela por um momento, mas ela me mandou enfiar de uma vez, e foi o que eu fiz.
Oooh, dá pra ver que você tava desesperada por uma pica. _Falei sem vergonha.
Aaaaah, sim, já tava precisando, ohhh, meus dedos já não são suficientes, aaaahhhh.
Julia, vou gozar. _Soltou de repente.
Eu também. _Ela respondeu.
Os dois gozamos ao mesmo tempo, gozei dentro dela, foi uma delícia encher o útero dela de porra, enquanto a gente se recuperava, vimos que minha irmã estava se masturbando enquanto a gente transava.
Não se preocupa, eu ajudo ela. _ Me disse a Júlia
Eu, enquanto isso, me sentei do lado da cama, num sofá que a minha irmã tem. A Júlia puxou minha irmã pra cama e começou a chupar a buceta dela. Que cena gostosa, se eu não tivesse tão cansado, ia entrar junto.
Como se isso já não bastasse, minha irmã tirou um cinto de arnês e deu pra Julia usar pra meter com ele. Já não me surpreendi muito, porque da minha irmã eu já esperava qualquer coisa. Julia colocou ela de quatro e enfiou tudo na Priscila, a sincronia dos movimentos era hipnotizante.
Eu ouvia a Julia falando com ela, que jeito de foder entre as duas, e ainda melhor pra minha sorte que eu estava ali, observando.
Me dá mais, me dá mais, ahhh, que gostoso. _Eu ouvia minha irmã falar
Isso aí, você gosta de ser comida, hein, putinha. _A Julia dizia.
Sim, adoro, aahh, vamos trocar, quero ficar por cima, aaaahhh.
Beleza, putinha.
Isso aí, pula, do jeito que você sabe fazer, mostra pro seu irmão como você monta.
Sim, aaah, que prazer do caralho, vou gozar, aaaaah.
Isso, putinha, adoro quando você goza.
Minha irmã acabou gozando, dava pra ver que não era a primeira vez que transavam, pelo jeito que conversavam entre si e tal. A gente se deitou junto pra descansar, minha irmã levantou pra trancar a porta, caso alguém entrasse.
Só faltou a gente foder entre nós. — Falei pra Priscila.
Já fica pra próxima. — Ela respondeu.
E vocês se falam assim? — Perguntei pra Priscila.
Sim, sempre que ela me come me chama de putinha, e quando eu como ela também chamo de putinha. — Minha irmã respondeu.
É verdade, Julia? — Perguntei pra Julia.
Sim, assim a gente esquenta mais. — Julia respondeu.
Gostei das respostas delas. Depois de descansar, Julia e eu fomos pros nossos quartos. Quando cheguei no meu, me joguei na cama pra dormir, mas ainda não acreditava em tudo que tinha rolado.
Sabia que isso ia se repetir, Julia e Priscila eram umas putas danadas, já tavam transando entre si há um tempão, mas me veio uma ideia louca: e se minha mãe entrasse na parada? A ideia me animou, mas sabia que não podia virar realidade, então me acomodei pra pegar no sono.
Continua.
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Minha mãe é interpretada pela Jayden Jaymes, minha irmã pela Leah Gotti, e a Julia pela Valentina Nappi, pra vocês terem uma ideia de como seriam minhas protagonistas.
Meu pai tem uma fazenda grande e gostosa, desde antes de eu nascer, onde a gente vai de férias. Lá a gente curtiu a natureza e passou uns momentos inesquecíveis. Era uma solução pra não gastar muita grana em hotel de praia, já que a gente mora numa cidade grande tipo Machala, é melhor ficar no campo. Meu pai tem uns amigos no povoado que deram maior força pra ele comprar a fazenda, foi um baita investimento, porque rende uma grana bem produtiva.
Na minha família somos 6. Eu sou o Mateo, com meus 24 anos, terminei a faculdade faz pouco tempo, tenho 1,80, pele branca, olhos castanhos que herdei do meu pai. Meu pai trabalha como administrador da fazenda dele, chama Manuel e tem 42 anos, mede 1,91, pele morena, olhos castanhos. Minha mãe Josefina, de 40 anos, é dona de casa, pele branca, olhos castanhos, peitão e bundão.
E por último, minha irmã Priscila, tem 22 anos, mede 1,75, pele branca, olhos castanhos, é mais gostosa que minha mãe, mas os peitos e a bunda são normais pra idade dela.
Nossas férias eram focadas na fazenda e seus arredores, eu gostava de uma área onde tinha uma travessia do rio, armava uma rede e um acampamento pequenininho enquanto pescava. Nos primeiros anos, quando éramos pequenos, as férias eram incríveis, mas com o tempo, minha irmã e eu começamos a achar um saco.A casa principal da fazenda era grande, no térreo ficava a sala principal, uma cozinha enorme e a biblioteca, no segundo andar ficava o quarto principal, que era o maior, além de quatro quartos, todos com banheiros individuais. Tinha empregadas que arrumavam os quartos pra gente, a comida era feita pela minha mãe com as empregadas.
Minha irmã e eu tínhamos nosso próprio quarto, como sempre fomos muito próximos, podíamos andar de roupa íntima. Adoro os peitos dela e a bunda, o que curto mesmo é vê-la de fio dental e admirar aquela barriga chapada, rabo e peitos. Mais de uma vez já bati uma punheta pensando na minha irmã, adoro cheirar as calcinhas dela quando ela tira no mesmo instante.
Vê-la na piscina é um tesão, observar ela de fio dental minúsculo sempre foi meu hobby durante as férias, mas pra ela não perceber, me distraio pescando.
O bom da piscina é que tem um vestiário pequeno, onde em mais de uma ocasião eu espiei minha irmã e minha mãe. Vi elas peladas poucas vezes, mas o que mais vejo é quando saem de fio dental rumo à piscina, o rebolado das bundinhas delas é um verdadeiro tesão.
É super normal ficar de olho na minha mãe e na minha irmã durante as férias, mas também dou uma espiada nas empregadas. Uma vez, dei pra empregada Júlia um kit de tangas de vários tamanhos; ela sabia que era bem ousado, e como eu era filho do dono, ela aceitou. Então comecei a olhar por baixo da saia delas, quando subiam as escadas na direção dos quartos, eu ficava espiando, sabendo que estavam usando aquelas tanguinhas.Naquele verão, eu tava com os hormônios à flor da pele e qualquer coisinha me excitava. O que mais me dava tesão era ouvir minha mãe gemer; como meu pai passava semanas na fazenda dele e só vinha uns dias pra cidade, não conseguia dar carinho pra esposa quando ela precisava, por isso eles aproveitavam as férias pra satisfazer as necessidades carnais.
Como meu quarto era perto, eu ouvia todas as noites eles trepando, mais precisamente de madrugada, quando todo mundo dormia profundamente. Eu sempre os escutava, por causa do barulho que faziam, especialmente o rangido da cama. Como no verão fazia calor e eu não conseguia dormir, qualquer barulho ou movimento já era o suficiente pra me deixar alerta.Eu ouvia claramente os suspiros e gemidos de prazer que minha mãe soltava, parecia que ela curtia pra caralho, porque quando transava, gozava várias vezes numa só foda.
No começo, os gemidos me excitavam, mas fui me acostumando. Às vezes, quando estava cansado, colocava meus fones pra não ouvir nada, enquanto outras vezes eu batia uma quando tava com o pau duro igual a um mastro, imaginando como eu comeria minha mãe, se tivesse a chance.
Às vezes eu pensava na minha irmã Priscila e na buceta dela, que com certeza devia ser bem apertadinha.De noite, lá pras três da madrugada, meus pais começaram a foder. Como eu tava com sono, coloquei meus fones de ouvido. Mas aí aconteceu uma parada: minha irmã entrou no meu quarto pra perguntar de onde vinham os gemidos. …
– Ei, Mateo, o que cê acha que nossos pais tão fazendo a essa hora? Eu falei que tava com sono e coloquei os fones de novo, mas ela continuava me enchendo o saco.
– Talvez tão jogando algum jogo. – Falei com sarcasmo.
Voltei a dormir, não respondi nem prestei atenção nela e falei que não tava nem aí pro que eles faziam. Minha irmã continuou falando, mas dessa vez pra me dizer que a porta do quarto dos nossos pais tava meio aberta, e falou que ia espiar eles, já que não era a primeira vez que ela fazia isso.
Fiz de conta que fiquei indignado e dei um sermão de irmão mais velho, falei que se ela fizesse de novo, eu contaria pros nossos pais. Ela nem ligou pra minha ameaça. Com todo cuidado e silêncio, ela saiu do meu quarto e foi em direção ao quarto dos nossos pais. Devagar, abriu a porta uns centímetros. Eu fiquei na porta do meu quarto, observando a esperteza da minha irmã. Voltei pro meu quarto pra esperar ela; passaram uns minutos; ela voltou com um sorrisão no rosto.
— Você tinha que ter visto! Puta que eles estavam se divertindo, vem, me segue! Você vai ficar de boca aberta! — E ela ria.
Na hora, não soube o que fazer, mas minha irmã era muito convincente, então topei. Na surdina, fomos até o quarto dos meus pais. Minha irmã se abaixou pra espiar, eu fiquei de pé pra ver a cena. Observamos meus pais; tava bem escuro, mas dava pra ver eles claramente, porque a luz do quintal entrava pelas janelonas do quarto. Confirmei que eles estavam mesmo no meio do ato sexual.
Minha mãe mudou de posição e ficou de quatro na cama, e meu pai começou a meter nela por trás, tava fodendo ela com gosto, ela gemia que nem uma louca, que prazer era ouvir ela.
O movimento das tetas dela se sincronizava com as investidas que meu pai dava nela. Que excitante era vê-la naquela posição, mas mantive meu olhar por vários minutos, fascinado e pasmo com aquele espetáculo.
Minha irmã estava excitada ao ver aquela cena e curtia o espetáculo. Na escuridão do corredor, observei por um fio de luz que nos iluminava que ela estava com um sorriso no rosto e nem piscava. A cena que eu presenciava estava fazendo meu amigo acordar, colado na minha irmã ela perceberia como meu pau começava a endurecer, eu encostava ele na bunda dela, num momento em que os dois estavam quentes, ela se virou e falou baixinho comigo. — Mateus, teu brinquedo tá ficando duro? Comigo acontece o mesmo, só que no meu caso não dá pra notar. Cena gostosa, né? — Nunca tinha visto ela falar daquele jeito.
Minha excitação subiu de nível, então parei de me esfregar na minha irmã e saí em direção ao meu quarto. Priscila me seguiu até o quarto e, depois de fechar a porta, se aproximou e perguntou, já mais calmos.
— Ei, o que foi, ficou excitado igual a mim? — A pergunta dela me surpreendeu.
Com essa primeira pergunta, deixamos de lado que éramos irmãos e compartilhamos nossas dúvidas.
Ela começou a me contar que já sabia há um tempão que meus pais transavam de madrugada. Quem contou foi a empregada Júlia, uma garota de 19 anos, uma gostosa; ela tinha ouvido e espionado eles pra ver como transavam; às vezes, mamãe vinha sozinha pra fazenda pra acompanhar papai.
Não acreditava no que ouvia da boca da minha irmã, embora já soubesse o que eles faziam há uns dois anos, não imaginava que minha irmã estivesse sabendo e falando daquele jeito. Longe de parar de contar, ela disse que não só os caras comentam sobre sexo e que ela e as amigas já tinham praticado há anos. Me veio uma pergunta na cabeça, então perguntei pra Priscila quando foi a primeira vez dela.
- Há quatro anos, quando eu tinha dezoito. _Fiquei surpreso com a idade que ela já tinha dado pra alguém, e já fiquei imaginando aquela cena.
Priscila me fez a mesma pergunta, eu respondi que foi com minha ex-namorada, quando a gente tava no ensino médio. Na hora, percebi como ela olhava pro meu pau.- Notei como teu pau ficou duro, e é impressionante como isso acontece só de olhar pra ele. _Ainda não me acostumava a ouvi-la falar assim.
Ela comentou que, vendo nossos pais, também tinha ficado excitada de um jeito brutal, então talvez tenha se excitado ainda mais com o contato com meu pau.
Mesmo a gente sempre se vendo de cueca, essa sensação nova que tivemos os dois era algo sensacional.
A única vez que vi os peitos dela foi quando ela tava de topless na piscina da casa da cidade, e ela só me viu de boxer.
Naquela hora, com o tesão que tava, não tava nem aí que era minha irmã, baixei a calça e mostrei meu pau no auge do esplendor.
- Uau, que grande, deixa eu tocar nele e eu deixo você acariciar minha buceta. _Com uma proposta dessas, ninguém recusaria.
Por eu ser lerdo, foi ela quem tomou a iniciativa, aproximou as mãos do meu pau e começou a subir e descer. A cara de surpresa dela quando sentiu meu pau pulando me deu um tesão extra. Meu pau ficou igual a um mastro, tava extremamente excitado.
Meu coração tava batendo muito forte quando minha irmã começou a me bater uma punheta, com uma cara de puta. Eu tava adorando o trabalho manual que ela fazia, enquanto com uma mão me masturbava, com a outra acariciava minhas bolas. Num momento, a Priscila fez algo que eu curti: ela meteu meu pau na boca dela. Sem piscar, enfiou até o fundo da garganta, que gostoso que era. A boquinha dela se abria pra engolir quase metade do pau.
A habilidade dela pra chupar meu pau era incrível, minha vontade de gozar aumentava a cada sugada, mas minha vontade de continuar aproveitando aquele boquete era maior. A siririca que ela me fazia era surpreendente, nunca tinha recebido um boquete assim, ou seria o tesão que naquele momento me pegava? O melhor era que parecia que ela tinha esquecido que éramos irmãos.Ela soltou meu pau pra começar a lamber minha glande com a língua, aquelas lambidas que me fascinaram a ponto de me levar ao êxtase. Aquele boquete que minha irmã tava me dando, e com tanto capricho, me fez explodir. Enchi a garganta dela de porra, esse foi o boquete mais selvagem que já recebi, soltei uma carga acumulada de vários dias.
Priscila parou de chupar, tirou meu pau da boca pra engolir a porra que tinha. Com safadeza, me mostrou como engolia meu leite, e minha surpresa foi que ela colocou a língua pra fora pra limpar bem os lábios.
- Gostou do que eu fiz com você, Mateus? _Já estava me acostumando com a safadeza dela. - Claro que sim, você é incrível fazendo boquete. _Falei a verdade, porque tava muito excitado na hora.
- Quantas vezes você bate uma por semana? _Essa pergunta me pegou de surpresa.
- Eu me masturbo desde a adolescência, nessas férias já bati umas 4 vezes. _Ela riu da minha cara de surpresa. _Nossa, minha irmã acabou sendo uma punheteira.
Puxa, que surpresas eu ia descobrindo nessas férias e nas experiências dela com sexo. Ela era quem estava no comando agora, a mais experiente e a mais safada.Ela me deu autorização para tocar a buceta dela e fazê-la gozar, entendi que era para me retribuir o favor. Com a excitação que eu tava, agradeci, aproximei minha mão direita da buceta dela, tocando por cima do pijama. Ela pegou minha mão e enfiou dentro do pijama dela, colocando direto na buceta. Com as duas mãos, ela puxou a calça e a calcinha fio dental pra baixo. A buceta dela tava toda depilada, dava pra ver os lábios vaginais tão bonitos.
Eu acariciava o clitóris dela com a mão esquerda enquanto com a direita enfiava um dedo. Aos poucos, o clitóris dela foi inchando, por causa das minhas carícias, e eu já enfiava dois dedos dentro da buceta dela. Me surpreendi como as paredes vaginais da buceta dela ficavam molhadas.
Eu esfregava o clitóris dela um pouco mais forte pra acelerar os gemidos dela, adorava ouvir aqueles gemidos, aquele rostinho lindo foi ficando vermelho de tesão. – Isso, me acaricia mais o clitóris, vai, esfrega ele, preciso que você me faça gozar, enfia três dedos na minha buceta. Que delícia, como ela falava comigo.
Eu queria agarrar os peitos dela e falei pra ela, não eram grandes, mas eram voluptuosos. Parei de acariciar o clitóris dela, com a mão esquerda livre, enfiei por baixo da camisa dela e fiquei apertando os peitos dela. Os dois biquinhos estavam durinhos, marcando por cima da camisa, ela tava tão excitada.
Com tantos carinhos, ela começou a aumentar o volume dos gemidos, isso me assustou um pouco, porque podiam ouvir ela. - Priscila, geme mais baixo, senão vão nos ouvir!
Ela entendeu o recado e moderou o volume.
Se ajeitou melhor na minha cama, tirou a camisa e o sutiã juntos, terminou de tirar a calça e a calcinha fio-dental que estavam nos tornozelos. Agora mais à vontade, deitou de barriga pra cima, abriu as pernas pra receber melhor os carinhos. Que vista linda ver ela sem roupa, tava completamente pelada, dominada pela excitação e pela vontade de gozar. Pegou na minha pika, que tava dura, com o calor das mãos dela começou a me masturbar de cima pra baixo.
Eu fui lamber os peitos dela, fazia tempo que queria devorar essas tetas. Ela adorava que eu lambesse as tetas dela, me apertava contra elas pra eu não parar de lamber, pra mim era um prazerão aproveitar essas tetas, eu mordia os bicos dela pra deixar ela mais excitada.
Depois de uns minutos, parei de chupar os peitos dela pra descer e devorar a buceta dela, que delícia poder lamber aquela buceta gostosa. Eu lambia o clitóris dela enquanto enfiava dois dedos dentro da buceta dela. Eu tava com o pau duro igual um tronco de tão excitado que eu tava, minha irmã não dava sinais de gozar, parecia que ela tava acostumada a aguentar muito tempo. Já tava chupando a buceta dela com a língua, só que agora eu enfiava o dedo no cu dela. A tentação me dominou e eu parti pra fazer algo que nunca pensei que fosse rolar: peguei meu pau e, com a ponta, fiquei esfregando na entrada da buceta dela.
O tesão me venceu, aos poucos fui enfiando meu pau, só tinha colocado a cabeça, e a sensação era incrível, mas parei porque senti que o que tava fazendo era errado. - Priscila, se a gente continuar assim, vou meter em você. *Esperava que ela dissesse pra eu meter mesmo.*
A única coisa que ela disse foi que ia subir em mim e ia roçar a buceta dela no meu pau. Depois de alguns minutos, ela chegou ao êxtase, foi tanto o orgasmo que ela teve, que deu até um pequeno squirt.
- Foi uma ótima sessão. _Ela respondeu com um sorrisão. - Sim, você tem razão, mas olha só como me deixou. _Mostrei minha nova ereção pra ver se dessa vez ela deixava eu meter na buceta dela.
- Tenho uma ideia, lembra que te falei da Julia, a filha da cozinheira? _Disse Priscila.
- Sim, claro, o que tem ela? _Não entendi por que ela mencionou.
- Ela deve estar acordada, enfiando os dedos na buceta dela, ouvindo os gemidos da minha mãe. _Não dava pra acreditar nisso da Julia, mas com o quanto ela é gostosa, não me surpreenderia.
- Uhhh, já tô entendendo. — Falei com um sorriso. - Vamos pro quarto dela pra você aliviar esse tesão. — Disse Priscila.
- E aí vamos descer pelados e se nossos pais nos virem nus? — Perguntei.
- Eles tão transando, não vão nos ver. — Ela respondeu.
- Beleza, confio em você. — Foi minha resposta.
- Ok, o que vou fazer é: descer, entrar no quarto dela, enquanto você me espera na porta, chamo ela, levamos pro meu quarto e começamos a festa. — Não acreditava que minha irmã tava me dizendo isso.
- E por que ela vai aceitar transar com a gente? — Falei.
- Porque eu e ela, sempre que venho, a gente transa, por isso. — Fiquei chocado com essa resposta, minha irmã comia a Julia e eu nem sabia.
- Cada vez você me surpreende, vamos atrás da nossa empregada gostosa. — Eu disse a ela. Ela me disse que antes ia no quarto dela, que já vinha, passaram alguns minutos e ela trouxe duas coisas: uns saltos pretos altos e uma camiseta branca pequena. Ela calçou os saltos, eu não sabia por que estava colocando.
— Ei, por que os saltos? — Perguntei
— Para me sentir uma puta. — A resposta dela me desconcertou.
— Claro, que puta você se mostrou. — Falei rindo.
— Obrigada, e como estou? — Ela disse
— Você está muito gostosa. — Respondi, vendo os peitos lindos dela.
— Beleza, vamos. — Ela finalizou.
Saímos do meu quarto para descer até o quarto da Júlia. Enquanto descíamos as escadas, eu estava com medo de alguém nos encontrar assim, pelados, e eu com meu pau duro. A única coisa que me acalmava era ver minha irmã, que naquele momento estava vestindo a camiseta dela. Percebi que ela não cobriu a bunda nem a buceta — que puta ela se mostrou ser, pensava comigo mesmo para ela não ouvir.
Chegamos no quarto da Júlia, minha irmã tinha razão, dava pra ouvir uns gemidos baixinhos. A Priscila fez sinal pra eu ficar atrás dela, e foi abrindo a porta bem devagar. E, de fato, a Júlia tá se masturbando.
- Te falei, se você visse como ela enfia o dedo. _ Minha irmã comentou baixinho. - É, você tinha razão. _ Respondi também em voz baixa.
Ver a Julia se masturbando, pensando que ninguém via nem ouvia, era uma visão espetacularmente gostosa daquela mulher, como eu não tinha percebido antes que ela era uma safada.
— E agora, o que a gente faz? — comentei. — Entra, você espera aqui na porta. — ela respondeu.
A desgraçada da minha irmã parou do lado da Júlia, enquanto mostrava a bunda pra mim e fazia cara de safada. Júlia não percebia o barulho dos saltos da minha irmã, estava de olhos fechados, se tocando sem se importar com nada ao redor.
Finalmente, minha irmã a tirou do êxtase, tapou a boca dela pra não falar, se posicionou atrás dela, e o que veio depois foi brutal: Priscila meteu a mão dentro da calcinha fio dental da Júlia, agora ela a masturbava, enquanto Júlia se deixava levar.
Priscila já percebeu que era perigoso ficar no quarto da Julia, a mãe dela dormia ao lado e podia pegar elas numa posição estranha. Então minha irmã disse pra gente ir pro quarto dela, pra curtir de verdade, me apontando enquanto falava. Pensei que nossa empregada gostosa não ia topar, mas quando ela deu um beijo na minha irmã, sacou na hora que a ideia tinha agradado. Priscila pegou a Julia pela mão pra sair do quarto dela. Assim que a Julia fechou a porta, minha irmã agarrou ela pela cintura e encostou na parede, pra meter um puta beijão nela.
Fiz sinal pra ela soltar a Júlia, ela entendeu e pegou a Júlia pra levar pro quarto dela. Deixei elas irem na frente pra poder olhar pros pedaços de raba que essas duas gostosas têm.
Entrando no quarto da minha irmã, não aguentei mais, e pegando a Júlia, coloquei ela de barriga pra cima na cama. Ela falou "vai em frente", então mirei na buceta dela e enfiei até a metade. Pela excitação que ela tava, a buceta dela tava super molhada, a buceta dela era uma maravilha.
Julia, que bucetinha apertadinha você tem. — Essas foram minhas primeiras palavras para a Julia. Aahhh, obrigada, jovem Mateo. — Ela me disse.
Pode me chamar de Mateo. — Eu falei.
Oohhh, tá bom, Mateo, me dá mais forte, ahhh!
Fiquei metendo nela por um bom tempo, até que mudei de posição, coloquei ela de quatro. Sempre gostei dessa posição, assim dá pra reparar bem na bunda grande delas, e principalmente na raba da Julia. Fiquei massageando os peitos dela por um momento, mas ela me mandou enfiar de uma vez, e foi o que eu fiz.
Oooh, dá pra ver que você tava desesperada por uma pica. _Falei sem vergonha.Aaaaah, sim, já tava precisando, ohhh, meus dedos já não são suficientes, aaaahhhh.
Julia, vou gozar. _Soltou de repente.
Eu também. _Ela respondeu.
Os dois gozamos ao mesmo tempo, gozei dentro dela, foi uma delícia encher o útero dela de porra, enquanto a gente se recuperava, vimos que minha irmã estava se masturbando enquanto a gente transava.
Não se preocupa, eu ajudo ela. _ Me disse a Júlia Eu, enquanto isso, me sentei do lado da cama, num sofá que a minha irmã tem. A Júlia puxou minha irmã pra cama e começou a chupar a buceta dela. Que cena gostosa, se eu não tivesse tão cansado, ia entrar junto.
Como se isso já não bastasse, minha irmã tirou um cinto de arnês e deu pra Julia usar pra meter com ele. Já não me surpreendi muito, porque da minha irmã eu já esperava qualquer coisa. Julia colocou ela de quatro e enfiou tudo na Priscila, a sincronia dos movimentos era hipnotizante. Eu ouvia a Julia falando com ela, que jeito de foder entre as duas, e ainda melhor pra minha sorte que eu estava ali, observando.
Me dá mais, me dá mais, ahhh, que gostoso. _Eu ouvia minha irmã falarIsso aí, você gosta de ser comida, hein, putinha. _A Julia dizia.
Sim, adoro, aahh, vamos trocar, quero ficar por cima, aaaahhh.
Beleza, putinha.
Isso aí, pula, do jeito que você sabe fazer, mostra pro seu irmão como você monta. Sim, aaah, que prazer do caralho, vou gozar, aaaaah.
Isso, putinha, adoro quando você goza.
Minha irmã acabou gozando, dava pra ver que não era a primeira vez que transavam, pelo jeito que conversavam entre si e tal. A gente se deitou junto pra descansar, minha irmã levantou pra trancar a porta, caso alguém entrasse.
Só faltou a gente foder entre nós. — Falei pra Priscila.
Já fica pra próxima. — Ela respondeu.
E vocês se falam assim? — Perguntei pra Priscila.
Sim, sempre que ela me come me chama de putinha, e quando eu como ela também chamo de putinha. — Minha irmã respondeu.
É verdade, Julia? — Perguntei pra Julia.
Sim, assim a gente esquenta mais. — Julia respondeu.
Gostei das respostas delas. Depois de descansar, Julia e eu fomos pros nossos quartos. Quando cheguei no meu, me joguei na cama pra dormir, mas ainda não acreditava em tudo que tinha rolado.
Sabia que isso ia se repetir, Julia e Priscila eram umas putas danadas, já tavam transando entre si há um tempão, mas me veio uma ideia louca: e se minha mãe entrasse na parada? A ideia me animou, mas sabia que não podia virar realidade, então me acomodei pra pegar no sono.
Continua.
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3 comentários - Espiando a mamãe gostosa