Como Minha Vida Mudou: Capítulo 11

Autor: claudiomarried
Capítulo 11 – A dívida com a Biocha

Na volta, levamos a Montse, a recém-desvirgada, pra casa dela. A Ani deixou nós dois atrás e foi na frente com a Isa, me deixando encher de carinhos e amassos a namorada do meu irmão e minha nova amante. Ela ainda nervosa e incrédula com tudo que tinha rolado, me devolvia os carinhos com timidez, mas entendendo o estado dela, não abandonei ela em nenhum momento. Quando chegamos na casa dela, depois dos 15 minutos de viagem, desci pra deixar ela no portão. Lá ela me disse:
— Valeu por ser tão carinhoso e gentil, nunca vou esquecer isso.
— De nada, você foi maravilhosa e também não vou esquecer — falei, beijando ela.

Ela abriu o portão e foi até a entrada da casa, onde a mãe dela já esperava. A mulher me cumprimentou de longe, afetuosa, e perguntou:
— Por que tão cedo?
Depois das explicações rápidas da filha, ela fez sinal e convidou todo mundo pra entrar. Então me virei e falei pras minhas minas descerem um pouco, já que ainda era cedo. Dona Montserrat ofereceu uns refrigerantes com bolinhos, que as três meninas aceitaram de boa. Eu comi alguns, mais por fome do que por gosto, já que sempre vou no salgado. Num momento, dona Montserrat se aproxima e fala, quase num sussurro, enquanto as outras tagarelavam à vontade:
— Te vejo no banheiro do meu quarto em três minutos.
— Ok — respondi, quase num suspiro.

A gente tava conversando quando dona Montserrat se desculpou e deixou a gente sozinho. Sem olhar no relógio, quando achei que os três minutos tinham passado, me desculpei pra ir ao banheiro. Meu coração batia a mil. Tinha acabado de desvirgar a filha dela e agora ia encontrar a mãe. Caminhei rápido, atendendo ao chamado de dona Montserrat. Entrei no banheiro nervoso com a reação dela, pensando que a filha podia ter dito alguma coisa, mesmo sendo impossível pelo pouco tempo que tinha passado. Ela tava lá, sem vestido, só com um conjunto charmoso que destacava as curvas dela.
— Finalmente você veio — disse, me dando um beijo de língua bem intenso.

Cláudio: Mmmm… o que você quer me dizer? Dona Montserrat: Como você é gostoso, não sabe quanto tempo esperei você me ligar, e agora desde que chegou só esperei esse momento pra te sentir. Claudio: Sim, mas é perigoso a gente ficar junto, escondidos enquanto as meninas estão a poucos passos da gente. Dona Montserrat: É que te ver me deixa cheia de tesão, caralho, só quero você dentro de mim, tô muito cachorra. Claudio: Eu também, mas acho que temos que fazer isso de um jeito diferente. Dona Montserrat: O que a gente poderia fazer? Você na sua casa com todas as suas parentes e eu com a Montse a maior parte do tempo. Claudio: Bom, acho que a gente poderia incluir a Montse nisso e assim ter bastante tempo, falei puxando ela pelo rabo na minha direção. Dona Montserrat: Você é louco!... como a gente poderia incluir minha filha em sessões de sexo onde ela e eu participemos? Ainda mais que a Montse é a namorada do seu irmão, além disso acho que ela ainda é virgem, ela cuspiu, separando nossos peitos com os braços. Claudio: Você tá por fora das notícias, a última coisa que você disse já não vale mais, falei enquanto pegava com as mãos a bunda redonda dela, colando ela no meu pau. Dona Montserrat: O que você tá dizendo? Claudio: Que a Montse não é mais virgem e que a gente pode incluir ela, subindo uma das minhas mãos pra apalpar um peito dela. Dona Montserrat: Como você sabe que ela não é virgem? Por acaso seu irmão te contou? Claudio: A verdade é que ele não me contou, porque eu tirei a virgindade dela, há só algumas horas, falei enquanto tirava um dos peitos maravilhosos dela do sutiã e começava a chupar, ela incrédula não conseguiu me rejeitar. Dona Montserrat: Mas… você… como foi? Você forçou ela? Perguntou enquanto suspirava e ofegava de tão excitada que estava, cada palavra e ação minha a deixava mais cachorra, agora além de chupar os peitos dela eu massageava a bucetinha molhada dela. Claudio: Mmmm… não, não forcei ela, só aconteceu quando a gente tava na casa da Biocha. Dona Montserrat: Mas como você fez com elas presentes? Ahhh… me Você enlouquece… mmmmm!
Cláudio: Foi estranho, mas elas estavam presentes, já que foi quase uma brincadeira.
Dona Montserrat: Elas presentes, mas como? Você tratou ela como uma foxy vulgar?
Cláudio: Tratei ela como uma princesa, e posso afirmar, assim como as outras que estavam lá, que ela curtiu pra caralho, tanto que acho que vai querer repetir, falei enquanto continuava chupando os peitos dela e baixava um pouco a calcinha pra invadir melhor a buceta dela, enquanto ela ajudava com uma rebolada erótica.
Dona Montserrat: Mmmm… ahh, e o que as outras faziam enquanto você dava uma trepada na minha filha? — perguntou, deixando meu pau passar pela buceta dela, que a cada segundo ficava mais molhada de fluidos vaginais.
Cláudio: Elas se tocavam na buceta e olhavam como eu fiz ela gozar, exatamente como vou fazer com você agora, enquanto a penetrava quase de uma só vez com meu pau quente, agarrando aquele rabo fenomenal dela.
Dona Montserrat: Ah… Ela… ela gostou do teu pau igual a mim? — me perguntou, enquanto sentia que tava sendo partida ao meio e pedia pra eu chupar o outro peito que acabara de soltar. Peguei ela pelo rabo com as duas mãos e encostei na parede, ela se pendurou no meu pescoço, colando minha cara nos peitos dela. A metida na porra do banheiro foi intensa, apesar de ter sido rápida. O tesão da Dona Montserrat fez ela gozar em só três ou quatro minutos. Quase com os braços cãibrados, coloquei ela no vaso e forcei ela a chupar meu pau até eu gozar na boca dela. Ela engoliu tudo e me sorriu safada, dizendo:
— Que puta foda que você me deu. Minha filha curtiu tanto quanto eu?
Cláudio: Sim, ela gozou tanto quanto você. É uma gatinha tão safada quanto você.
Dona Montserrat: Mas não sei como incluir ela nas nossas brincadeiras…
Cláudio: Eu também ainda não sei, mas a Montse também gozou igual a você. Além disso, ela disse que queria que essa experiência se repetisse, então vou dar um jeito.
Dona Montserrat: Eu também quero que você encontre um jeito — Montserrat limpando meu pau com a boca. Pronto, volta pro resto enquanto eu me arrumo e me visto. Voltei pra onde as minas estavam, elas continuavam tagarelando sobre como o sexo comigo tinha sido bom e como a Isa tava doida pra eu possuir ela do mesmo jeito que fiz com a Montse, que explicava que eu era o melhor pra esse trabalho, como se fosse a mais experiente das três, coisa que claramente não era, mas é assim que as minas são, acho eu. Quando apareci, me perguntaram: "Por que demorou tanto?", "Cadê você?". Só respondi: "No banheiro, fazendo algo particular. Ou vocês acham que eu tava transando com a mãe da Montse? Kkkk." Ani: "Duvido que conseguiria, já que a filha te deixou seco, mirando na Montse", terminando com uma risadinha. Montse: "Além disso, minha mãe é uma dama", disse meio mal-humorada. Claudio: "Não duvido. Ela é tão dama quanto você, mas não é de aço. Claro que não fiz nada com ela..." Isa: "Tá vendo? É só um bocó de estômago embrulhado, kkkk." Montse: "É, e ainda não tem mais forças, kkkk." Claudio: "É verdade, mas tô me recuperando. Te aviso que sua mãe não deixa de ser mulher, e por sinal, lindíssima. Tanto quanto você... meu bem." Montse: "Você é um filho da puta e ao mesmo tempo um puxa-saco, kkkk." Me aproximei da Montse pra beijar ela, e ela não resistiu, então me enchi de coragem e peguei um peito dela por cima da roupa. Ela suspirou e segurou minha mão como se quisesse afastar, mas não deixei. Depois fui até a Ani e a Isa e fiz a mesma coisa, deixando claro que eu era o macho dominante delas e elas minhas leoas famintas. Um pouco mais tarde, depois da despedida quilométrica, a Montse ligou pra mãe dela e nos despedimos das duas. Foi nessa hora que aproveitei pra acariciar as duas disfarçadamente. Fiquei entre elas e peguei na bunda de cada uma, amassando e apalpando de leve. Elas fingiram que não percebiam minhas carícias safadas, mas de algum jeito a Isabel notou meus movimentos e ficou vermelha de vergonha alheia. Assim que chegamos na rua, ela disse meio mal-humorada: "Tô começando a acreditar que você realmente comeu a dona Montserrat." Claudio: "Mas o que você tá dizendo? Irmãzinha?, hahaha. Isa: Você ouviu direito, vi como você passou a mão na bunda das duas enquanto se despedia. Claudio: É verdade, a tentação era grande demais, já que comi as duas gostoso separado e agora quero juntar elas, vou comer elas cara a cara. Ani: Você é um tarado fodedor, mas lembra que tem que dar nossa dose de pica pra nós duas, e pras outras parentas também, hahaha. Naquela noite, eu me dediquei a descansar, porque as exigências do meu quase harém eram altas, então deitei na cama do João, ignorando os convites que recebi de três das quatro parentas. No dia seguinte, bem cedo, a Biocha me ligou, meio aflita, dizendo que precisava de mim desesperadamente. Pensei que ela queria que eu cumprisse minha promessa, então falei que tava ocupado e que precisava ir ao shopping. Ela tava angustiada e repetiu que precisava de mim desesperadamente, acrescentando que tava mais do que disposta a ir onde fosse preciso pra isso. De novo, pensei que tinha deixado ela muito excitada, o que me estranhou, porque não achava que fosse tão grave. Perguntei então qual era a urgência e a vontade de marcar o encontro, e ela respondeu com algo que me pareceu ainda mais estranho, dado o tempo que tinha passado. "Não quero ser a única virgem do grupo, e depois de falar com a Ani e a Montse, tô convencida de que você é o cara certo pra tarefa." "Beleza, vamos nos encontrar pra conversar sobre o assunto como você quer. Que tal umas 10 da manhã?" Bicha: "Não sei onde podemos nos encontrar, mas não pode ser na minha casa." Depois de uma longa conversa que me deixou com mais dúvidas do que respostas, sugeri que a gente se encontrasse pra conversar cara a cara sobre o assunto; no centro, na frente das portas da nossa loja "favorita", ou seja, o comércio de maiôs e lingerie. Cheguei um pouco antes do horário combinado, porque não queria surpresas. Acho que me sentia perseguido, como nos filmes de ação, mas, meio entediado de esperar, comecei a... Ficando de bobeira pra matar o tempo, quando eu olhava meio distraído pra vitrine, a vendedora que já me conhecia das outras vezes se aproxima e me cumprimenta: Bom dia, então o moço das parentes gostosas veio comprar alguma coisa. Claudio: Só tava olhando Vendedora: Interesse científico ou tá procurando ou precisa de ajuda em algo? Cadê as parentes? Claudio: Tô sozinho Vendedora: Não acredito que te mandaram sozinho! Claudio: Na real, vou encontrar uma delas daqui a pouco. Vendedora: Então podemos conversar lá dentro até ela chegar, já que a manhã tá bem parada. Claudio: É, seria legal conversar enquanto espero Vendedora: Vamos conversar igual você faz com suas parentes num dos provadores, ela sugeriu. Claudio: Como é que é?! Vendedora: Que a gente entre num dos provadores pra conversar igual eu vi você fazer com suas parentes toda vez que vem aqui, ou cê acha que não percebi o que rolou nas duas vezes? Claudio: Tem certeza? O que as outras vendedoras vão dizer? Vendedora: Nada, elas sabem o que é bom pra elas, já que sou a supervisora desse turno. Claudio: Mas eu não tenho muito tempo, só uns dez a quinze minutos. Vendedora: Pra mim já basta, ela disse com um sorriso no rosto. Claudio: Se a senhora prefere assim, então tá, o que vou fazer. Vendedora: Você vai fazer o que eu quiser, hehehe Pra ser sincero, a vendedora é uma mulher gostosa de uns trinta anos, com um salero incrível, tudo nela gritava sensualidade, mesmo só vestindo uma saia e blusa da loja. Quanto ao corpo, as roupas deixavam adivinhar uma bunda enorme, uma cintura sinuosa, mas uns peitos pequenos. Ela não devia ter mais que 1,60m, mas pra mim tamanho não importa muito. Entramos no provador maior, o mesmo onde a gente tinha entrado da última vez com as minas. Assim que entramos, ela toma a iniciativa e me ataca, se pendura no meu pescoço e me beija, a ação dela. Me surpreendeu, só conseguindo responder ao beijo de língua intenso que me dava, aí desci minhas mãos pra bunda dela, massageando as nádegas largas, o que me deixou com muito tesão, ela me olhou e sorriu maliciosamente, então me senti autorizado a abrir o zíper da saia e, com alguma dificuldade, deixá-la cair no chão, começando a amassar a bunda enorme da mulher, que, sem se intimidar, abriu a blusa, deixando à mostra os peitos pequenos dela, adornados por uns mamilos lindos, inchados e eretos, na hora pensei que eram bem grandes comparados ao tamanho deles, mas pareciam deliciosamente atraentes, comecei a chupá-los com paixão, encontrando, sugando, passando a língua e mordendo de leve, saía um líquido esbranquiçado tipo porra com um gosto agradável; ela suspirava e gemia baixinho, eu tava excitadíssimo e mais ainda quando ela liberou minha piroca dura, que ficou roçando a barriga dela por cima da blusa, então ela tirou a blusa completamente. Vendedora: Continua que me esquenta! Cláudio: O que é que sai dos seus peitos, que é tão gostoso? Vendedora: Porra, respondeu secamente enquanto puxava a calcinha pra baixo e pegava na minha piroca pra apontar pra boceta dela. Cláudio: Você tem um bebê? Vendedora: Sim, parei, já tá grandinho, então voltei a trabalhar, enfia em mim. Cláudio: Pe…mas seu marido não cuida de você? Vendedora: Ele só cuida do filho e nada de mim, é um cretino de pica mole. Cláudio: Se você quer que eu te empale, deixa eu sentar, falei enquanto ela esfregava minha piroca na boceta dela já no pelo. Vendedora: Tá bom, mmmm que grande, é muito maior que a do meu marido, disse ao enfiar minha piroca na boceta dela. Cláudio: Você gosta? Vendedora: Sim, tá mmmm….muito preenchida, vai, enfia com força. Comecei uma metida e tirada com a vendedora, massageando a bunda dela e chupando a porra dos mamilos inchados que enriqueciam aqueles peitinhos pequenos, ela me acariciava por todo lado enquanto gemia e Suspirava intensamente. A gente tava nessa quando eu percebi umas risadinhas abafadas, quase imperceptíveis, olhei pra cortina e vi vários olhos me encarando enquanto eu metia na "Chefe do Turno", eram as outras duas vendedoras e a caixa que me olharam envergonhadas ao se sentir pegas, mas não saíram. Me senti meio estranho, apesar de não ser a primeira vez que transava com plateia. Voltei pro serviço e senti como a buceta da vendedora é um rio de lubrificação que reflete as emoções, necessidades e o tesão dela, ela quicava em cima de mim marcando o ritmo da foda, até que num orgasmo silencioso ela goza e se agarra a mim quase mole, enquanto meu pau ainda tá enchendo a buceta dela. Claudio: Gostou? Vendedora: Mmmm sim, muito, mas você não gozou. Claudio: Não, mas não importa, já vou gozar, mas nunca transei com uma desconhecida, qual é seu nome? Vendedora: Verônica, responde enquanto desmonta pra lamber meu pau. Claudio: Verônica (igual à mãe da Biocha, pensei), como Chefe de Turno, pode chamar as outras meninas pra te ajudar nisso. Verônica: Mmmm... o quê? Claudio: As três bisbilhoteiras que viram a chefe delas gozar. Verônica: Entrem, suas vadias taradas, quero ver vocês. Entraram as três mulheres, uma era magra, de bom corpo e curvas, a outra da mesma altura da Verônica, meio feia mas com uns peitões enormes, e a caixa, uma mulher de uns sessenta anos, meio gorda, que não tinha muito atrativo. Minha nova amante se levantou e, olhando nos olhos delas, disse: Vocês deviam ter vergonha de me espionar, de castigo vão chupar o pau dele até ele gozar. Claudio: Isso, mas deixem os peitos de fora pra eu encher de porra. Caixa: Mas eu nunca traí meu marido, só chupei o pau dele. Verônica: Sempre tem uma primeira vez, e todas nós vamos participar disso, sem exceção. As três mulheres abriram as blusas, mostraram os peitos e começaram a se revezar chupando meu pau, a primeira foi a mais alta, os peitos dela eram médios, enfeitados com uns mamilos pequenos, eles eram pontudos e empinados. O desempenho dela foi mais que aceitável, dada a minha tesão não dava pra aguentar muito mais, então pedi pra vir a segunda, que era a feinha, parecida fisicamente com a Verônica. Ela se esforçou pra caralho e conseguiu enfiar meu pau até a garganta, quase me fez gozar na hora, mas apelando pro meu professor de matemática consegui evitar. Depois peguei os peitões enormes dela e apertava cada vez que ela mamava, mas não podia deixar a caixa de fora, então mandei ela vir. Ela, claramente perturbada, enfiou meu pau na boca dela e começou a chupar com um monte de hesitação, aí peguei a cabeça dela e um peito pra marcar o ritmo. Ela fazia mal, mas o tesão falou mais alto, e enquanto a magrinha oferecia os peitos pra eu lamber, gozei pra caralho na boca da coroa. Ela fez cara de nojo, mas engoliu tudo. Terminada minha gozada, a Verônica mandou elas se arrumarem e voltarem pros lugares, reabrindo a loja que tinha fechado por um tempo. Me arrumei junto com ela e falei: Verônica, tenho que ir, mas espero voltar pra continuar isso outra hora, porque tenho que possuir essa bunda imensa e continuar tomando seu gozo. Verônica: Quando quiser. Claudio: Posso te perguntar uma coisa? Verônica: Sim, claro, fala. Claudio: Quanto mede sua bunda? Verônica: Minhas medidas são 108 de bunda, 67 de cintura, 82 de busto e meu sutiã é 32A. Claudio: Você sabe tudo de cor, terminei de me vestir e arrumar a roupa pra ir pro encontro. Verônica: Como você vê, trabalho nisso há muito tempo e posso dizer o manequim de qualquer mina só de olhar, então sei minhas medidas direitinho, falou com um sorriso. Claudio: Tô vendo... espero poder usar essa bunda de 108 centímetros. Verônica: Poucos usaram, mas vai ser um prazer ter você dentro dela. Me despedi de todo o turno, elas envergonhadas, com exceção da Verônica, fizeram isso sem Olha nos meus olhos, saí da loja e comecei a andar pelo lugar. Tava nessa quando, em poucos minutos, a Biocha chegou. Ela tava arrebatadora e sabia disso. Me cumprimentou com tudo, um baita beijo na boca — qualquer um que passasse ia achar que a gente era namorado, mas eu me deixei levar. "Oi, meu amor, como você tá, Claudio?" "Bem, Biocha, e você, como vai?" "Bem, como você sabe, preciso te pedir uma coisa que é muito importante pra mim." "O que seria? Algo relacionado com a dívida?" "Acredite se quiser, não é. A dívida é certeza, mas o que eu tô falando é outra coisa." "Tô curioso." "Não sei como dizer, mas preciso da sua ajuda, no mais absoluto segredo." "Pode contar comigo." "Preciso que você me ajude com a minha mãe. Ela tá numa enrascada que não consegue sair, e não posso recorrer ao meu pai." "Fala aí pra que eu sirvo." "Descobri que minha mãe tem um amante que tá chantageando ela." "Hmm... mas o que eu posso fazer sobre isso?" "Me ajudar a espantar ele, porque também me afeta." "Mas eu sou um moleque, e ele provavelmente é um homem feito." "Tô desesperada e não sei mais a quem recorrer sem quebrar o casamento dos meus pais." "Ok, me conta tudo pra gente ver o que dá pra fazer." "É um amigo da família, casado, com filhos. Aparentemente, ele comeu a minha mãe uma vez, e pra não contar pro meu pai, ele quer que eu também transe com ele. Diz que se a gente as duas der pra ele, ele não conta pra ninguém." "Isso eu não vou permitir, mas não tô sabendo o que fazer." "A gente podia gravar ele e dedurar pra esposa dele, se precisar." "Boa ideia, mas temos que planejar muito bem." Sentamos numa cafeteria e bolamos um plano pra tomar o controle da situação e evitar ou superar a chantagem que a minha linda Biocha e a mãe dela tão sofrendo. Depois de umas voltas, a gente conseguiu conceber um plano. Tinha seus riscos, mas quem não arrisca, não petisca. Cruza o rio. Pra materializar isso, a gente tinha que chamar o tal na casa da Biocha quando ela estivesse sozinha, mas antes colocando duas câmeras: uma que o pai dela tinha dentro de casa como parte do sistema de segurança, que eu tive que mexer pra gravar sem o alarme ligado; a outra era daquelas handycam típicas, super populares na época, que eu ia operar lá de cima da escada que dá pros quartos da família. A gente preparou tudo que deu, aproveitando que os pais dela tinham saído da cidade. Biocha ligou pra ele e disse que aceitava o trato. O cara chegou na casa todo feliz, perguntando: "A Verônica tá?" Biocha: "Não, não tá, só eu aqui." Cara: "Então é só nós dois, Biocha." Biocha: "É, porque quero que a gente esclareça o que você quer." Cara: "Simples, quero transar com você e depois com sua mãe, e se der, com vocês duas juntas num ménage." Biocha: "Mas minha mãe é casada e eu sou menor de idade", respondeu ela, "e você é um velho que podia ser meu pai, além de eu ser amiga das suas duas filhas." Cara: "Mas você é uma gostosa sexy que eu quero fazer um monte de coisinhas", disse pra Biocha enquanto se aproximava pra começar a apalpar. Biocha: "Me larga, só te chamei pra conversar", falou ela, se esquivando como podia. Cara: "Olha, garotinha, se você resistir, sua mãe vai se ferrar, então é melhor você ser carinhosa comigo", respondeu ele enquanto passava a mão na bunda dela e no que dava dos peitos, sempre sendo rejeitado pela Biocha, que já tava muito nervosa. Claudio: "Ô, tarado, larga minha namorada em paz ou vai se arrepender", apareci vendo que a situação tava saindo do controle por causa da safadeza do cara. Cara: "Tô vendo que a putinha tem um cabrãozinho pra defendê-la", disse o agressor, da minha altura mas bem mais grosso que eu. Claudio: "Falei pra largar ela em paz, seu velho #%Q@..." Cara: "O que você vai fazer, seu palito? Vai me bater?" Claudio: "Se precisar, vou, seu imbecil arrombado. gran #%Q@.... Sujeito: Cai fora daqui pra eu poder arrombar essa buceta dessa putinha, que merece ter o rabo partido por ser tão burra de trazer um moleque insignificante e grosso. Cláudio: Não vou sair, e mais, se não soltar ela agora, vou quebrar a sua cara. O sujeito empurrou a Biocha contra um dos sofás da sala, como eu disse, ele era visivelmente mais pesado que eu, então acho que ele presumia que também era muito mais forte; mas o que ele não contava era que, depois de 7 anos de prática de artes marciais e várias brigas, tanto na escola quanto em campeonatos, minha habilidade junto com minha agilidade eram claramente superiores às dele, que estava bem acima do peso. Como era de se esperar, durante todo esse encontro a Biocha gritava e chorava, mas eu não prestei atenção, me concentrando só no meu oponente. O sujeito me deu um soco na cara, o que eu já esperava, então desviei por poucos centímetros, ele passou reto balançando o ar, ficando numa posição vantajosa pro meu contra-ataque. Apesar de não ter batido muito forte, acertei ele no pescoço, perto da traqueia, deixando ele com dificuldade pra respirar. Vi que ele tava com sérios problemas, e segurei meu ataque, como fazia nas competições. Grande erro meu. Mesmo com a respiração dele claramente comprometida, ele viu a chance de me pegar, se jogou em cima de mim com todo o peso, e nós dois caímos no chão. Mas, como aprendi no judô, outra das artes marciais que pratico, aproveitei a inércia dele pra que o ataque feroz continuasse o movimento por cima de mim. Tenho que admitir que doeu e me deixou quase sem ar, mas me recuperei rápido. Levantei e fiquei em guarda; apesar da queda, o sujeito se levantou e, bufando, partiu pra cima de novo. Eu reagi batendo no idiota nas duas orelhas e com o joelho na barriga dele, fazendo ele cair de novo no chão. Inacreditavelmente, ele se levantou de novo, tentando contra-atacar, dando uns socos bem... descontrolados, dava pra ver que ele não sabia lutar e muito menos usar as vantagens que tinha, então eu desviei os golpes de novo e, num descuido dele, vi a chance de quebrar o nariz dele com um soco seco que ecoou pelo quarto inteiro, arrancando lágrimas de dor. Fiquei impressionado com o tanto de sangue que jorrava, então a briga parou enquanto eu ficava na espera pra continuar a luta. Sujeito: Filho da puta, você quebrou meu nariz, Biocha: Mereceu por me atacar, disse ela chorando. Claudio: Melhor o senhor ir embora se não quiser que eu quebre outras coisas, seu velho #%Q@.... Sujeito: Vocês dois vão ver, vou contar pro seu pai e pra todo mundo o quão puta é sua mãe. Biocha: Se contar tudo, eu mando o vídeo de tudo que aconteceu aqui, e acho que as autoridades não vão gostar de saber que o senhor tentou forçar uma menor de idade, assim como sua esposa e filhas não vão gostar de saber que têm um pai degenerado, disse ela ainda com lágrimas no rosto. Sujeito: Me entreguem a gravação ou vocês vão se arrepender, disse ele se sentindo encurralado. Claudio: Isso não vai acontecer, a gente vai guardar até o senhor virar só história. Sujeito: Seu moleque idiota, disse ele tentando me atacar de novo, mas a surpresa já tinha ido pro caralho e ele só conseguiu levar outro chute na mandíbula, perdendo dois dentes e caindo no chão, batendo na mesa central da sala. Nessa altura, ele já não era mais um adversário pra se temer. Claudio: Não seja idiota, se tentar me atacar de novo e não sair daqui agora, eu vou bater de novo, e dessa vez por prazer. Biocha: Vaza daqui, seu velho degenerado, e enfia essa pica mole no seu próprio cu. Sujeito: Seus malditos filhos da puta, agora eu perdi, mas cuidem das costas de vocês, porque isso não vai ficar assim. Claudio: Se ameaçar a gente de novo ou acontecer alguma coisa com a gente, eu vou garantir que as autoridades e sua família saibam o que rolou, e o senhor tem muito mais a perder do que eu. Finalmente, o extorsionário, vendo que tinha tudo a perder, se levantou como pôde e foi embora. sem dizer nada, enquanto eu consolava a Biocha, que ainda chorava depois do ocorrido — porque a cena foi bem complicada e os restos mostravam isso. Claudio: Vamos, não chora, Biochita, já passou tudo e acho que esse cara não vai querer incomodar vocês de novo. Agora temos que guardar as gravações e contar pra sua mãe assim que ela chegar o que aconteceu, e que ela evite frequentar esse sujeito. Biocha: Ai, meu Claudio, nem sei como te agradecer, disse me abraçando. Claudio: Aiiii!!!! me queixei quando a princesa italiana libertada do ogro me abraçou. Biocha: O que foi, Claudito? Claudio: Quando ele se jogou em cima, o impacto foi bem forte e agora tá doendo. Biocha: Deixa eu ver, disse levantando minha camisa. Tá meio vermelho e roxo nas costelas e nas costas, o golpe deve ter sido forte. Claudio: Sim, mas felizmente são só hematomas, acho que não quebrei nenhum osso. Biocha: Acho que vou ter que te fazer um carinho pra agradecer sua coragem e a execução perfeita do plano. Claudio: Nesse caso, acho que já pode começar, hahaha. Começamos a nos beijar ternamente, minha temperatura, assim como a dela, subiu sem a gente perceber, e começamos a nos acariciar até que num momento a Biocha me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, onde com todo cuidado começou a me despir. Ela me deixou fazer em silêncio, até eu ficar peladinho, e quando terminou, meu amigão tava mais duro que pau de barraca, então eu falei: Deixa eu te despir. Biocha: Não, fica quietinho que vou te dar um showzinho de agradecimento. Claudio: Sério? Biocha: Sério, disse me beijando e pegando no meu pau por um instante. Vejo que minha dança te agrada. Claudio: Eu estaria louco se não gostasse, ou se algum dos golpes tivesse afetado meu cérebro, coração. Biocha: Mmm, espero que não... E pelo que vejo, também não afetou seu amigão. Biocha começou a procurar entre os discos dela e colocou uma música, reconheci na hora, era "You Can Leave Your Hat On" do Joe Cocker, e começou a dançar se despindo devagar, o que me deixou excitado pra caralho. Ainda mais, tanto que em poucos segundos esqueci minha dor, me aproximei dela, mas ela me parou dando um beijinho na ponta da pica, que continuava toda dura. Continuando a dança, ela deixa cair sucessivamente a blusa, a calça... a calcinha e o sutiã, que espetáculo mais excitante, só pensava em tanta carne só pra mim, que felicidade, já queria meter ela inteira nesse anjo agradecido. De repente, a Biocha subiu na cama onde eu estava deitado depois da rejeição inicial e, pegando na pica pra bater uma, me beija enfiando a língua até a garganta. Agora vamos terminar o que ficou pendente, já não aguento mais esperar pra te fazer minha. Em seguida, começou a chupar minha pica e, por minha sugestão, iniciamos um espetacular sessenta e nove, a bucetinha dela tinha aquele perfume de mulher que me excitava cada segundo mais e mais, minha língua começou a explorar cada cantinho da vagina dela até encontrar o clitóris inchado, enquanto sentia ela se esforçando pra deliciar minha pica, estávamos no céu nos dando prazer os dois, pegava nos peitos dela e massageava sem parar, que delícia!!!! Chegou um momento em que ambos começamos a gemer e suspirar pela proximidade do orgasmo, larguei os peitos dela pra pegar na bunda e, enquanto massageava, enfiava minha cara no Monte de Vênus dela pra aprofundar o prazer com minha língua, assim chegou o orgasmo pra nós dois; o tão esperado orgasmo que, ao chegar, nos elevou às nuvens. Então ela desabou sobre mim sem largar minha pica, recebendo toda a porra que logo transbordou da boca dela escorrendo pelo canto dos lábios, acho que nunca gozei tanto nas últimas semanas. Biocha: Uau, isso foi demais! — exclamou, depois de engolir toda minha porra. Claudio: Nem me fale, gostosa. Deita do meu lado pra eu chupar esses peitos maravilhosos que você tem. Biocha: Bom, se é assim, vou com todo gosto — respondeu, levantando e deitando do meu lado, bem pra não me atrapalhar. Depois de alguns minutos em que ficamos nos nos acariciarmos, a Biocha se levantou pra subir em cima de mim, tentei dizer que na primeira vez dela eu tinha que me esforçar, mas ela, esfregando a bunda no meu pau, me impediu, rebatendo que eu já tinha trabalhado o suficiente e agora era a vez dela "sofrer", coisa que eu falei que não ia rolar, aproveitando pra pegar um dos peitos durinhos dela, com o mamilo totalmente ereto, enquanto com a mão livre, chegava na buceta dela, que encontrei completamente encharcada pelo fluxo quase incontrolável... começamos a brincar, ela esfregava a rachinha da bunda no meu pau, enquanto eu excitava os lábios maiores e o clitóris dela. A Biocha começou a gemer e suspirar, pedindo pra eu deixar ela, enquanto a bunda enorme dela jogava pra trás, quase dobrando meu pau duro, falei pra ela não fugir, senão ia quebrar, deixei o monte de Vênus livre e peguei os peitos dela, dois melões brancos lindos, ela começou a esfregar a rachinha da buceta sem parar, se mexendo como uma gata no cio, como uma gata que queria o pau da sua putinha. Eu não aguentava mais de tesão e logo enfiei o pau devagar no começo da bocetinha dela, puxando a bunda magistral dela pra mim, deslizando a ferramenta fervente como uma faca quente na manteiga, senti como ela descia a bunda voluntariamente em cima de mim, sendo quase imperceptível o momento em que o hímen se rompeu pra sempre; a Biocha gemeu, soltando vários suspiros abafados ao sentir como eu ia, pouco a pouco, enfiando o pau dentro dela; devagar, com suavidade, profundamente, sem pausa. O tempo todo seguiu o movimento ritmado que eu impunha, nós dois continuávamos com carícias e beijos, a boca dela ia do meu pescoço pras minhas orelhas, dali pros meus olhos, dali pra minha boca, era como se quiséssemos decorar nossos corpos, ela começou a agitar o ritmo de novo, gatilhando minha resposta quase feroz, o que me permitiu arrancar gemidos e suspiros cada vez mais intensos... a buceta dela se encaixava toda cada vez mais fundo contra meu pau, de repente, numa investida profunda, a buceta dela explodiu num orgasmo enorme que eu nem esperava… tão gostosa que a Biocha tava, que desabou quase sem consciência no meu peito quente. Eu ainda não tinha gozado, acho que por causa da gozada anterior eu tava quase seco, ela se ergueu um pouco e me sorriu com doçura, eu respondi com meu melhor sorriso, comecei um movimento lento e pausado que ela não recusou e depois de um tempão cheio de carícias e beijos gozamos os dois, quando nos recuperamos um pouco, meu pau já murcho, manchado de porra, sangue e fluido vaginal, saiu da buceta dela, ela se esticou pegando uns lenços de papel que estavam no criado-mudo, limpando ele com cuidado. Continuamos deitados na cama nos amassando, nos acariciando com ternura e conversando sobre o que tinha rolado, ela tava feliz tanto pela virgindade que tinha acabado de dar, quanto pela pequena vitória que tivemos contra o chantagista, o tempo passava e só trocávamos palavras doces, coisa que eu complementava com lambidas suaves e chupões nas tetas magníficas da Biocha. Pelo que ela dizia: Vai gastar meus peitos de tanto chupar, Claudio. Adoraria gastar eles desse jeito, Biocha. Cê gosta mesmo de mim ou só tá comigo porque é um tarado? As duas coisas, você me encanta e é verdade que sou um tarado, mas você é maravilhosa e sinceramente me encanta. Quem você prefere, a Montse ou a mim? Não devia perguntar coisas desse tipo, porque eu poderia te perguntar quem você prefere, o Francisco ou eu. Você, e me responde, por favor. A verdade é que a Ani, porque eu amo ela, vocês todas eu gosto, umas mais que outras. Tá me dizendo que é apaixonado pela Ani e que se meteu com outras. Sim, porque só quero ser sincero e não te enganar, coração. Bom, é melhor sua sinceridade do que uma mentira que depois explode na minha cara. Verônica: O que isso significa? Isso?, diz a mãe da Biocha entrando no quarto. Biocha: Mãe!!! Disse tapando os peitos com o lençol. Verônica: Você tá deitada com esse pivete na minha casa!!!... o que seu pai vai pensar disso tudo. Biocha: Meu pai não vai falar nada, porque você não vai querer que ele saiba que tava me entregando pro seu amante, que por sinal saiu bem moído daqui depois que o pivete do meu lado deu uma surra nele. Verônica: Mas você é burra, ele vai me denunciar pro seu pai como ameaçou… sua estúpida… Biocha: Shiu!!!, silêncio, cala a boca mãe, duvido que ele te acuse ou a mim, ou até ao Cláudio, porque gravamos tudo, desde o assédio dele em cima de mim até as merdas que ele falava sobre transar comigo e com você. Verônica: O que você fez, hein? Biocha: Com meu pivete, que por sinal me desvirginou antes do seu amante fazer isso, a gente armou uma armadilha que funcionou perfeitamente e ele confessou todas as intenções malvadas dele sem te envolver muito, então seu segredo tá só com ele, comigo e com o Cláudio. Verônica: Mas como você sabia de tudo isso, se eu nunca te contei? Biocha: Fácil mãe, um dia que percebi você falando com alguém de um jeito estranho, peguei o telefone da sala e ouvi o que o degenerado pedia e que, apesar da sua recusa inicial, você tava disposta a dar o que ele queria, que era nada mais nada menos que a bucetinha virgem da sua filha. Chamei ele e ele veio correndo me desflorar, graças ao quão puta você foi. Verônica: Não sei se te agradeço ou te castigo, disse a mãe da Biocha sentando na cama entre soluços. Biocha: De nada mãe,… sabe que te amo pra caralho, mas acho que você devia agradecer ao Cláudio, porque foi ideia dele e ele enfrentou o babaca na porrada. Verônica: Obrigada, mas você não é o primo do Francisco, o namorado dessa puta… garota? Cláudio: Sim, de nada dona Verônica, foi um prazer ajudar a senhora e sua filha, que eu amo pra caralho. Quanto ao meu primo, ele não tá aqui e me pediu pra cuidar da Biocha, e é isso que eu tô fazendo. Fiz isso. Biocha: Mãe, esses agradecimentos não valem nada, acho melhor o Cláudio te pegar do jeito que você queria que seu amante me pegasse. Ele nunca vai te delatar nem te chantagear por me conseguir, porque já me teve. Verônica: Mas o que você está dizendo, sua insolente? Está pedindo pra esse garoto transar comigo? Biocha: Sim, mesmo que você não mereça, vai passar um bom tempo com ele, já que é um amante excelente. Além disso, pretendo gravar ele te comendo de todos os lados. Verônica: Você é louca, não quero que um desconhecido me estupre só porque você quer. Biocha: É o mesmo caso que você estava permitindo que eu fizesse com seu amante. É o único jeito de ficarmos quites e seguras, e a única maneira de eu perdoar sua traição com o papai. Verônica: Mas podemos resolver de outro jeito… sei lá, um carro novo… algo diferente. Biocha: Não, mãe, é o Cláudio ou eu conto tudo pro papai. Verônica: Tá bom, aceito, mas com o entendimento de que você nunca vai me chantagear com seu pai, e contanto que o garoto aceite, porque ele não disse nada. Cláudio: Se a Biocha concordar, vou adorar ter você nos meus braços, falei me levantando nu e com meu pauzão duro de novo. Verônica: Nossa, como você tem uma ferramenta grande, garoto, nunca vi uma assim. Cláudio: Espero que você goste. Que tal irmos pro seu quarto pra ficarmos mais confortáveis? Verônica: Quer fazer isso agora? Cláudio: Sim, pra não termos problemas depois. Biocha: Vamos. Verônica: Você também vai, Biocha? Biocha: Sim, mãe, quero ver o garoto que salvou seu casamento e a bucetinha da sua filha te empalar. Continua...

1 comentários - Como Minha Vida Mudou: Capítulo 11