Beleza, tô há um tempão sem escrever porque, como quem leu meus outros posts sabe, só conto coisa que realmente acontece comigo, sem inventar, e ultimamente tava bem entediado. Comecei a sair com uma ex-colega da faculdade e, bom, tava tudo muito padrão... até o que rolou na última sexta-feira.
Essa mina se chama Romina, 29 anos, veio do sul pra estudar aqui na capital e mora com a irmã mais nova, de 23 anos. Eu, como muitos devem saber, também vim de fora pra estudar e fiquei, moro sozinho.
Minha "parceira" é uma gostosa de rosto bonito, magra, alta, pele clara, cabelo castanho comprido e liso, não posso reclamar, sinceramente.
Geralmente ela vem pra minha casa e não eu pra dela, por razões óbvias, mas de vez em quando me convida pra jantar e tal, algo que tem se repetido bastante ultimamente, porque meu trampo fica perto do último apê que alugaram com a irmã dela, então às vezes na saída passo por lá um tempo.
No começo, com a irmã não tinha muita química, mas ultimamente ela se junta mais com a gente, fica lá vendo TV, compartilhando um filme, tomando algo, nada fora do normal.
O fora do normal é essa mina. Desde o dia que conheci, já sacava que ia dar problema, porque sou um cara que tem dificuldade de controlar o olhar, digamos, e os impulsos, e uma bunda como a da Mariela não ajuda nem um pouco.
Ela é um pouco mais baixa que a Romina, no resto são bem parecidas, exceto que essa filha da puta tem uma buceta que é de cair o cu da bunda, redonda, empinada, e faz pouco pra disfarçar, vive de legging, o que, logicamente, pra um cara como eu, não ajuda nada.
Nas últimas semanas, até comecei a sentir que ela fazia de propósito, como se quisesse que eu olhasse, porque é super inquieta, vive passando na minha frente, se abaixa por qualquer merda, umas histerices de mina, que, logicamente, me deixam louco.
Romina é o oposto, bem na dela, até passa por Tímida, algo que também me excita, óbvio, mas não é a mesma coisa, e embora eu ache que ela percebe a atitude da irmã, às vezes fico na dúvida.
Vamos aos fatos em questão...
Na última sexta, depois do trampo, fui pro apê dela, pedimos umas pizzas e compramos um fernet com coca pra beber... terminamos de jantar e sentamos pra ver uma série na Netflix enquanto bebia.
A Romina depois de uns fernets já fica meio alegrinha, mas não porque se solta, nem fodendo, mas dá pra ver que ela tá "tocada"... e a Mariela, totalmente o oposto, bebia quase no mesmo ritmo que eu, zoávamos a Romi por não ter resistência com álcool, umas merdas de bêbado, a questão é que a filha da puta da mina, num momento, falou que ia trocar de roupa porque não aguentava mais ficar de jeans, coisa que com certeza não tinha feito antes porque eu tava lá, foi pro quarto e voltou com um shortinho curto e uma camiseta largona estilo pijama.
Imagina minha mente quando vi ela voltar assim... preparou outro fernet e voltou pro sofá pra papear e ver a série com a gente... o negócio é que com o passar dos drinks ela foi se soltando cada vez mais... ria... levantava toda hora, e numa dessas se abaixou pra pegar o carregador do celular numa gaveta e mostrou a raba que nem preciso descrever, eu não consegui desviar os olhos, e minha mina percebeu pra caralho, mas me olhou e não falou nada, o que me deixou muito confuso.
Até porque o short é curto e folgado, deu pra ver uma parte das bandas do rabo, automaticamente minha mente ficou completamente nublada... e logicamente o pau subiu.
Eu comecei a incentivar minha mina a beber também, pra não deixar a gente beber sozinho, então ela preparou outro, embora desse pra ver que ela tava sofrendo pra engolir e que batia mais nela do que em nós dois, que continuávamos bebendo firme e forte e rindo de merda.
Eu, honestamente, às vezes não tinha olhos pra mais ninguém além da minha cunhada, custava a prestar atenção em outra coisa, e ela tava comigo como nunca, me tirava conversava, ria... e cada vez que se ajeitava ou cruzava as pernas, eu endurecia mais a pica.
Eu tava de calça social, porque pra trampar tenho que ir assim, calça preta e camisa, o que dificultava disfarçar o tesão. Num momento que a mina olhou pro lado, eu ajeitei a pica pra não aparecer a ereção, mas minha mina percebeu tudo, me olhou de novo mas não falou nada nem fez gesto.
Nessa altura, eu já tava louco nas pernas da guria, uma pele lisa, sem uma marca, tava vidrado, e minha mina, meio tocada pelo álcool, tava noutra, via a série, ria mas só até ali, até parecia com sono.
Num momento, ela meio que cochilou nos almofadões, e com a Mariela a gente ria tipo cúmplices, zoava que ela era molenga e essas merdas, mas essa cumplicidade me deixava mais louco ainda.
Ela se levantou de novo, dessa vez pra pegar o celular que tinha posto pra carregar, e se inclinou de novo pra pegar, deixando a raba mais exposta que antes, e com a Romina meio dormindo, foi impossível não ficar vidrado olhando aquela bunda redonda e empinada.
Aí a mina virou pra falar uma besteira e, lógico, me pegou olhando pra lá, meio que riu mas não falou nada, só voltou pro sofá.
Eu, quase por medo, acordei a Romi e perguntei se ela queria que eu fosse embora pra ela deitar, já que nunca tinha dormido no apê delas... e ela disse pra não ir, que tinha dormido sem querer...
Assim passou mais um tempo, a guria já tava meio doida, se mostrava por qualquer bobagem, e aí percebi que minha mina mudou de cara, como se a atitude dela tivesse começado a incomodar.
Então ela falava que a Mariela tava muito bebada, pra ir tomar um banho e dormir e essas coisas.
Mariela obedeceu, foi tomar banho... o problema é que quando saiu, em vez de ir pro quarto, voltou pra sala onde a gente tava com a toalha. Só cobrindo ela... fui pegar o celular que tinha deixado carregando na tomada.
Ver ela daquele jeito claramente não era algo que eu esperava... e ainda por cima a filha da puta disse "agora vou dormir" e veio dar um beijo de boa noite em nós dois.
Aquilo foi a gota d'água na minha mente... e como acontece de vez em quando, o estopim estourou.
Assim que ouvi a porta do quarto da mina fechar, sem falar nada... afrouxei a calça, baixei um pouco e mostrei a pica dura igual pedra e empinada que nem o Obelisco.
Minha mina falou "o que cê tá fazendo? é maluco?"... e quase sem deixar ela terminar a frase, peguei ela pela nuca e guiei pra baixo.
Ela me chupou por um segundo e perguntou "por que cê tá assim?"... e eu respondi como nunca nos meses que estamos juntos "cala a boca e chupa minha pica...".
Ela fez isso, sem falar nada começou a me chupar, primeiro devagar, mas eu segurava ela pelo cabelo, fechava os olhos, pensando na irmã dela, claro, e me segurava pra não falar nada.
Ficamos assim por um bom tempo, até que não aguentei mais e gozei na boca dela... não dá pra explicar a quantidade de porra que saiu...
Ficamos um tempão deitados em silêncio, e eu falei que era melhor eu ir pro meu apê, já que tava tarde pra caralho... ela desceu pra me abrir a porta, me despedi e fui embora.
No sábado a gente se falou por telefone como se nada tivesse acontecido, sem mencionar uma palavra sobre tudo aquilo...
Não sei como isso vai continuar, mas honestamente não vejo a hora de voltar pra aquele apê... e nesse ponto, não sei até onde a situação vai me levar, mas não pretendo parar.
O que pretendo é voltar aqui e contar se rolar mais alguma coisa que valha a pena compartilhar.
Um abraço e boa semana, galera! Deixem uns pontinhos que sempre motiva a continuar contando minhas paradas... e comentem que adoro ler e é de graça... Falou!
Essa mina se chama Romina, 29 anos, veio do sul pra estudar aqui na capital e mora com a irmã mais nova, de 23 anos. Eu, como muitos devem saber, também vim de fora pra estudar e fiquei, moro sozinho.
Minha "parceira" é uma gostosa de rosto bonito, magra, alta, pele clara, cabelo castanho comprido e liso, não posso reclamar, sinceramente.
Geralmente ela vem pra minha casa e não eu pra dela, por razões óbvias, mas de vez em quando me convida pra jantar e tal, algo que tem se repetido bastante ultimamente, porque meu trampo fica perto do último apê que alugaram com a irmã dela, então às vezes na saída passo por lá um tempo.
No começo, com a irmã não tinha muita química, mas ultimamente ela se junta mais com a gente, fica lá vendo TV, compartilhando um filme, tomando algo, nada fora do normal.
O fora do normal é essa mina. Desde o dia que conheci, já sacava que ia dar problema, porque sou um cara que tem dificuldade de controlar o olhar, digamos, e os impulsos, e uma bunda como a da Mariela não ajuda nem um pouco.
Ela é um pouco mais baixa que a Romina, no resto são bem parecidas, exceto que essa filha da puta tem uma buceta que é de cair o cu da bunda, redonda, empinada, e faz pouco pra disfarçar, vive de legging, o que, logicamente, pra um cara como eu, não ajuda nada.
Nas últimas semanas, até comecei a sentir que ela fazia de propósito, como se quisesse que eu olhasse, porque é super inquieta, vive passando na minha frente, se abaixa por qualquer merda, umas histerices de mina, que, logicamente, me deixam louco.
Romina é o oposto, bem na dela, até passa por Tímida, algo que também me excita, óbvio, mas não é a mesma coisa, e embora eu ache que ela percebe a atitude da irmã, às vezes fico na dúvida.
Vamos aos fatos em questão...
Na última sexta, depois do trampo, fui pro apê dela, pedimos umas pizzas e compramos um fernet com coca pra beber... terminamos de jantar e sentamos pra ver uma série na Netflix enquanto bebia.
A Romina depois de uns fernets já fica meio alegrinha, mas não porque se solta, nem fodendo, mas dá pra ver que ela tá "tocada"... e a Mariela, totalmente o oposto, bebia quase no mesmo ritmo que eu, zoávamos a Romi por não ter resistência com álcool, umas merdas de bêbado, a questão é que a filha da puta da mina, num momento, falou que ia trocar de roupa porque não aguentava mais ficar de jeans, coisa que com certeza não tinha feito antes porque eu tava lá, foi pro quarto e voltou com um shortinho curto e uma camiseta largona estilo pijama.
Imagina minha mente quando vi ela voltar assim... preparou outro fernet e voltou pro sofá pra papear e ver a série com a gente... o negócio é que com o passar dos drinks ela foi se soltando cada vez mais... ria... levantava toda hora, e numa dessas se abaixou pra pegar o carregador do celular numa gaveta e mostrou a raba que nem preciso descrever, eu não consegui desviar os olhos, e minha mina percebeu pra caralho, mas me olhou e não falou nada, o que me deixou muito confuso.
Até porque o short é curto e folgado, deu pra ver uma parte das bandas do rabo, automaticamente minha mente ficou completamente nublada... e logicamente o pau subiu.
Eu comecei a incentivar minha mina a beber também, pra não deixar a gente beber sozinho, então ela preparou outro, embora desse pra ver que ela tava sofrendo pra engolir e que batia mais nela do que em nós dois, que continuávamos bebendo firme e forte e rindo de merda.
Eu, honestamente, às vezes não tinha olhos pra mais ninguém além da minha cunhada, custava a prestar atenção em outra coisa, e ela tava comigo como nunca, me tirava conversava, ria... e cada vez que se ajeitava ou cruzava as pernas, eu endurecia mais a pica.
Eu tava de calça social, porque pra trampar tenho que ir assim, calça preta e camisa, o que dificultava disfarçar o tesão. Num momento que a mina olhou pro lado, eu ajeitei a pica pra não aparecer a ereção, mas minha mina percebeu tudo, me olhou de novo mas não falou nada nem fez gesto.
Nessa altura, eu já tava louco nas pernas da guria, uma pele lisa, sem uma marca, tava vidrado, e minha mina, meio tocada pelo álcool, tava noutra, via a série, ria mas só até ali, até parecia com sono.
Num momento, ela meio que cochilou nos almofadões, e com a Mariela a gente ria tipo cúmplices, zoava que ela era molenga e essas merdas, mas essa cumplicidade me deixava mais louco ainda.
Ela se levantou de novo, dessa vez pra pegar o celular que tinha posto pra carregar, e se inclinou de novo pra pegar, deixando a raba mais exposta que antes, e com a Romina meio dormindo, foi impossível não ficar vidrado olhando aquela bunda redonda e empinada.
Aí a mina virou pra falar uma besteira e, lógico, me pegou olhando pra lá, meio que riu mas não falou nada, só voltou pro sofá.
Eu, quase por medo, acordei a Romi e perguntei se ela queria que eu fosse embora pra ela deitar, já que nunca tinha dormido no apê delas... e ela disse pra não ir, que tinha dormido sem querer...
Assim passou mais um tempo, a guria já tava meio doida, se mostrava por qualquer bobagem, e aí percebi que minha mina mudou de cara, como se a atitude dela tivesse começado a incomodar.
Então ela falava que a Mariela tava muito bebada, pra ir tomar um banho e dormir e essas coisas.
Mariela obedeceu, foi tomar banho... o problema é que quando saiu, em vez de ir pro quarto, voltou pra sala onde a gente tava com a toalha. Só cobrindo ela... fui pegar o celular que tinha deixado carregando na tomada.
Ver ela daquele jeito claramente não era algo que eu esperava... e ainda por cima a filha da puta disse "agora vou dormir" e veio dar um beijo de boa noite em nós dois.
Aquilo foi a gota d'água na minha mente... e como acontece de vez em quando, o estopim estourou.
Assim que ouvi a porta do quarto da mina fechar, sem falar nada... afrouxei a calça, baixei um pouco e mostrei a pica dura igual pedra e empinada que nem o Obelisco.
Minha mina falou "o que cê tá fazendo? é maluco?"... e quase sem deixar ela terminar a frase, peguei ela pela nuca e guiei pra baixo.
Ela me chupou por um segundo e perguntou "por que cê tá assim?"... e eu respondi como nunca nos meses que estamos juntos "cala a boca e chupa minha pica...".
Ela fez isso, sem falar nada começou a me chupar, primeiro devagar, mas eu segurava ela pelo cabelo, fechava os olhos, pensando na irmã dela, claro, e me segurava pra não falar nada.
Ficamos assim por um bom tempo, até que não aguentei mais e gozei na boca dela... não dá pra explicar a quantidade de porra que saiu...
Ficamos um tempão deitados em silêncio, e eu falei que era melhor eu ir pro meu apê, já que tava tarde pra caralho... ela desceu pra me abrir a porta, me despedi e fui embora.
No sábado a gente se falou por telefone como se nada tivesse acontecido, sem mencionar uma palavra sobre tudo aquilo...
Não sei como isso vai continuar, mas honestamente não vejo a hora de voltar pra aquele apê... e nesse ponto, não sei até onde a situação vai me levar, mas não pretendo parar.
O que pretendo é voltar aqui e contar se rolar mais alguma coisa que valha a pena compartilhar.
Um abraço e boa semana, galera! Deixem uns pontinhos que sempre motiva a continuar contando minhas paradas... e comentem que adoro ler e é de graça... Falou!
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