Mãe Argentina 11 (2021)

Autor original:http://www.poringa.net/BarcenaGJá era quase sexta-feira e o que minha mãe tinha me prometido não tinha como rolar. Me estenderam o horário no trabalho, então ficava difícil organizar uma escapada. Além da falta de energia que eu tinha por causa dos horários estendidos.

Chegou a sexta que, apesar de cair num feriado, infelizmente pra mim eu tinha que trabalhar. Mas minha mãe não, já estava de férias e estava muito excitada. Levantei pra ir trabalhar e minha mãe acordou comigo pra ajudar minha avó que ia visitar uns parentes. Isso queria dizer que o fim de semana inteiro íamos ficar eu, minha mãe e meu irmão.

Pra nossa sorte, meu irmão se preparava pra ir sábado cedo pra uma chácara dos meus tios e isso nos deixou muito excitados. Queríamos ficar sozinhos pra transar em casa como deve ser.

Me despedi da minha avó e fui trabalhar. Enquanto saía de casa, minha mãe pediu se eu podia levá-las até o terminal. Eu não tive problemas e disse que sim, mas que se apressassem. Ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido algo que me deixou pensando nela o dia todo.

- Obrigada, papi. Depois eu agradeço direito. -

Levei elas até o terminal e deixamos minha avó. Enquanto voltávamos, minha mãe e eu começamos a falar dos planos pro fim de semana.

- Que tal se a gente sair pra jantar só nós dois hoje? - Ela me dizia. - Acho que seu irmão não vai querer ir porque amanhã cedo ele viaja... -

- Sim, podemos ir onde você quiser. -

- Bom, comprei um vestido que com certeza vai te deixar de pau duro. -

Quando chegamos em casa, enfiei a língua até o fundo da boca da minha mãe pra me despedir. Ela desceu do carro e eu pisei fundo como um louco pra não chegar mais atrasado no trabalho. Durante o dia inteiro não parava de pensar na minha mãe e na vontade que tinha de comer ela.

Perto do meu horário de saída, minha mãe começou a me mandar mensagens.

- Oi, filho... Já está saindo? - Lia enquanto minha mãe continuava escrevendo. - Te espero ansiosa. Já estou toda tomada de banho e todinha pra você.

Quando estava indo pra casa, Acabei de receber outra mensagem da minha mãe.
- Volta tranquilo, assim você come tudo isso.
E logo em seguida chegaram fotos dela na cama com um vestidinho (aquele que ela disse que ia me deixar de pau duro, e obviamente deixou). As fotos estavam focadas no quadril, naquelas coxas lindas que ela tem e no vestido que mal cobria a bunda. Pra falar a verdade, ela tava tão gostosa com aquele vestidinho que apressei o passo.

Cheguei em casa e assim que vi meu irmão, que estava vendo TV, perguntei pela mãe.
- No quarto, se arrumando. Pra onde vocês vão afinal? - ele perguntou.
- Vamos no aniversário de um cara do clube. - respondi, inventando na hora.
- Ah... E vão voltar muito tarde?
- É, capaz de só voltarmos amanhã. - falei enquanto ia tomar banho.

Tomei banho e desci pra esperar minha mãe, vendo TV com meu irmão. Depois de um tempo, minha mãe aparece com aquele vestido que a deixava tão putinha. Dava pra ver que ela não tava de sutiã e dava pra notar o fio dental que ela usava.

Ver ela assim me deixou a mil, toda perfumada e pronta pra ser comida. E não era só eu, porque meu irmão também tava babando.
- Nossa, mãe, quem você vai foder hoje? - ele falou claramente excitado. - Você tá uma gata.
- Hahaha, que atrevido você é. - minha mãe respondeu, divertida.

Sem muito rodeio, nos despedimos do meu irmão e fomos até um restaurante na zona oeste. Enquanto esperávamos uma mesa, eu me colava nela pra dar uns beijos.
- Sai, você vai estragar minha maquiagem. - ela me afastou. - Além disso, e se alguém conhecido nos vê?
- Não se preocupa, acho que não vem ninguém.

Depois de alguns minutos, nos deram uma mesa. Indo pra nossa mesa, vejo meu primo (filho da irmã da minha mãe) entrando com a esposa e os filhos. Quando eu era criança, bem pequeno, sempre via eles muito unidos. Saíam juntos pra dançar e em qualquer festa que aparecia. Pareciam um casal.

Nunca imaginei que tivesse acontecido algo entre eles, por serem tia e sobrinho. Mas depois do que a gente tem, a ideia não me pareceu tão maluca. Quando nos viram, se aproximaram para cumprimentar.
- Oi, Edu. Tanto tempo, como você está? - Minha mãe cumprimentou.
- Bem, passeando com a família e vocês? - Ele respondeu.
- Nada, estávamos entediados e saímos para comer. - Ela respondeu.

Enquanto conversavam, observei como meu primo devorava minha mãe com os olhos. Isso acendeu algo em mim e gerou outra fantasia na minha vida. Eu tinha que saber se tinha rolado algo entre eles. Depois de um tempo, se despediram e meu primo deu o número dele para que ficassem em contato.

Pedi algo para beber e seguimos com nossa noite. De vez em quando, olhava para onde meu primo estava e ele não parava de encarar minha mãe. Decidido a descobrir se tinha acontecido algo entre eles, comecei a embebedar minha mãe.

Depois de comer, saímos do restaurante e fomos até o carro.
- Que grande que o Edu está, né? - Perguntei enquanto caminhávamos.
- Hahaha... Sim, faz muito tempo que não o vejo.
- Antes vocês eram muito próximos, o que aconteceu?
- Nada, ele saía comigo porque eu precisava de alguém para me acompanhar em alguns lugares. - Ela disse. - E como vocês eram pequenos, ele fazia isso. Além disso, ele gostava de me acompanhar porque conhecia os lugares. E depois seguiu com a vida dele.
- E você deu pra ele? - Perguntei, entrando no carro.
- Hã? Hahaha, se eu dei pra ele não é da sua conta. - Ela respondeu evasiva, entrando também.

Liguei o carro e dirigi até o primeiro hotel que encontrei. Minha mãe foi me apalpando por cima da calça. Quando chegamos no portão do hotel, o funcionário disse que até as 2h não tinha quartos disponíveis.

Nem louco eu ia ficar esperando para comer minha mãe. Então lembrei que perto dali tinha uma praça que estavam reformando e fui para lá. No caminho, parei em um bar e comprei uma cerveja.

Chegando na praça, estacionei no lugar mais escuro possível. Ficamos um tempo lá tomando a cerveja. Como estava frio, liguei o aquecimento. Minha mãe, de um gole, quase tomou a cerveja toda.
- Uhm, filho... Você me deixou com tesão a semana toda. - Ela disse, soltando a garrafa. Imediatamente começamos a nos devorar na boca. Enquanto nos beijávamos, meti a mão por baixo da saia e puxei a calcinha de lado para começar a tocar sua buceta.
- Mmm... Me diz que sou sua, filho... - Ela falava enquanto eu sentia meus dedos ficarem molhados.
- Você é minha, mamãe. Só minha.

Depois, fui para o banco de trás, ficando no meio dos dois bancos da frente, enquanto ela fazia o mesmo, mas ficando com metade do corpo na frente e deixando toda sua bunda à minha disposição. Ela levantou o vestido até a cintura e eu tirei meu pau para fora da calça. Ela começou a descer, para sentar em cima do meu pau. Ao sentir a cabeça na buceta, de uma só sentada ela enfiou tudo.
- Ahhh... Assim, fode sua mãe. Sou sua... - Ela dizia enquanto pulava em cima de mim.

Com a mão, comecei a percorrer suas coxas até chegar na sua bunda grande, que tantas punhetas eu dediquei a ela, para apertá-la. Depois de um tempo assim, começou um vai e vem intenso que realmente me surpreendeu.
- Ai... Isso, assim... Não para... - Ela dizia, extasiada. - Você gosta de como a mamãe fode, né?... Me diz...
- Ahhh... eu adoro, gostosa... Você é uma puta completa...

Depois de algumas sentadas monstruosas da minha mãe, eu gozei. Terminamos os dois todo suados.
- Não vamos parar nunca... - Ela disse ofegante.

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