Autor original:http://www.poringa.net/BarcenaGApesar da ressaca de ter bebido muito no dia anterior, acordei cedo pra tomar café meio tonto.
— Cê tá bêbado, porra? — Minha mãe me assustou por trás. — Como é que te ocorre fazer o que fez ontem à noite com teu irmão na outra cama?
— Ahh... É, ontem à noite. — Respondi meio grogue. — Haha, desculpa. Cheguei meio excitado e bêbado.
— Sim, já sei como você fica bêbado... Mas vai ter que controlar essas merdas ou vai fazer a gente ser descoberta. — Ela me avisou. — E você podia ter me limpo os peitos, né? Acordei com as tetas todas grudentas... — Reclamou.
Com a ressaca que tava, levantei e saí da sala pra ela não me encher mais o saco. Não sem antes amassar a bunda dela, mas pra minha má sorte, bem na hora que apertei uma nádega, minha avó apareceu saindo do quarto dela.
— O que cê tá fazendo, degenerado? Como é que falta com o respeito assim com sua mãe? — Minha avó me xingava. — E você, filha, como permite que seu filho, que já não é mais criança, te toque desse jeito? — Ela repreendia minha mãe.
Minha mãe não sabia o que dizer, então pra quebrar o gelo, me fiz de besta pra tirar a seriedade da parada.
— Não é pra tanto, a gente tava só brincando. — Respondi. — Bom, vou nessa.
Tomei um banho e fui dar uma volta de carro. Depois de rodar por aí, resolvi comprar um presente pra minha mãe como pedido de desculpas. Então fui até o Alto Palermo e dei umas voltas pra ver o que ela ia gostar. Andando e olhando, achei uma loja de lingerie e entrei.
Voltei pra casa com vontade de ver como ia ficar nela o que tinha comprado. Mas naquela noite todo mundo tava em casa. Só lá pras 11 da noite, quando meu irmão saiu com uns amigos e minha avó já tava dormindo, fui atrás da minha mãe. Ela tava no quarto, vendo um filme no tablet.
— Mãe, olha o que te comprei.
— Não... Hoje não. Ainda tô dolorida por causa de ontem.
— Tá, mas dá pra olhar o que te trouxe, né?
Quando ela abriu, viu o corset azul que comprei com uma fio dental e umas meias de rede.
— Haha, Isso não vai ficar bonito em mim." — disse ela.
— "Vai ficar lindo, depois prova."
Sem mais conversa, deitei com ela pra ver o filme. A verdade é que o filme não me interessava nada, eu queria era comer ela. Ainda mais com ela de camiseta e só uma calcinha, dava vontade de arrancar o tablet da mão dela e fazer ela se entreter com meu pau. Mas obviamente isso não aconteceu.
Quando terminamos de ver o filme, ela me mandou pra minha cama porque queria dormir. Ao dizer isso, virou de costas, me deixando ver a bunda grande que ela tem.
— "Posso dormir com você?" — perguntei.
— "Não, você sabe que não. E se alguém entrar e nos ver, o que a gente vai dizer?" — respondeu ela.
— "Só um pouquinho..." — insisti de novo.
Abracei ela por trás e encostei todo o meu pacote no meio das nádegas dela. Ela tava a fim de brincar, porque começou a rebolando a bunda contra mim pra me esquentar. Motivado por esses movimentos gostosos da minha mãe, enfiei a mão por baixo da camiseta dela e comecei a massagear os peitos dela enquanto beijava o pescoço.
Depois de alguns minutos, ela se virou e começou a me beijar, enfiando a mão na minha cueca pra tirar meu pau e me fazer uma punheta.
— "Vai, mãe... Leva esse pau na boca." — falei depois de uns minutos.
Ela começou a descer, deixando um rastro de beijos até chegar na minha ereção. Começou a beijar meu pau devagar pra depois começar a chupar. Engolindo meu tronco inteiro.
— "Ahh... Isso, como você chupa bem, mãe..." — falei. — "Vai, engole até a última gota."
— "Mmm, filhinho, que pau gostoso você tem..." — dizia ela, encantada com meu pau. — "Vai dar tudo pra mamãe?"
— "Ahh, sim. Assim, mãe, continua, continua." — dizia eu, exaltado.
— "Shh, a vovó vai te ouvir." — me repreendeu, tirando da boca pra engolir de novo.
Depois de um tempo chupando, ela começou a passar a língua por todo o tronco do meu pau. Subindo e descendo, como se fosse um pirulito, e me olhando nos olhos.
— "Mmm, assim, toda putinha, você gosta de ver a mamãe?"
— "Ahhh... Sim, bem putinha a mamãe. Eu levantei ela e coloquei ela em cima de mim, tirando a calcinha fio dental enquanto a gente se beijava. Ela pegou meu pau e, sozinha, encaixou na minha buceta. Devagarzinho, ela foi descendo até enfiar tudo, pra depois subir de novo, começando uma transa deliciosa com a minha velha.
- Tá gostando, filhinho? - Ela falava feito uma puta. - Quer ver os peitos da mamãe?
Puxei a camiseta dela pra baixo, deixando os peitos dela escaparem por cima, enquanto quicavam perto do meu rosto. Depois, ela sentou ereta no meu pau e começou a se mexer pra frente e pra trás, enquanto eu apertava os peitos dela.
- Aiii, sim. Assim, filho... Assim... Nossa, como você come a mamãe... - Ela sussurrava, cada vez mais puta. - Enche de leite, quero sentir...
Vendo o quanto minha mãe tava puta, movi minhas mãos até o quadril dela e comecei a acelerar o ritmo que ela tava levando. Adorava sentir todo o peso dela em cima de mim. Adorava como ela se molhava e como minha mãe era puta.
- Ahh, mamãe... Vou gozar... - Quando falei isso, ela rapidamente saiu de cima de mim e começou a me bater uma punheta.
- Goza na minha boca. - Ela disse, colocando o rosto perto do meu pau e botando a língua pra fora.
Realizando o desejo dela, soltei todo o leite, que foi recebido pela boca e pelo rosto dela. Eu tava no céu e meio exausto da gozada foda que tinha dado. Minha mãe começou a juntar com os dedos o resto de leite que tinha ficado no rosto dela pra levar até a boca.
- Hummm, assim, mamãe, não deixa uma gota.
— Cê tá bêbado, porra? — Minha mãe me assustou por trás. — Como é que te ocorre fazer o que fez ontem à noite com teu irmão na outra cama?
— Ahh... É, ontem à noite. — Respondi meio grogue. — Haha, desculpa. Cheguei meio excitado e bêbado.
— Sim, já sei como você fica bêbado... Mas vai ter que controlar essas merdas ou vai fazer a gente ser descoberta. — Ela me avisou. — E você podia ter me limpo os peitos, né? Acordei com as tetas todas grudentas... — Reclamou.
Com a ressaca que tava, levantei e saí da sala pra ela não me encher mais o saco. Não sem antes amassar a bunda dela, mas pra minha má sorte, bem na hora que apertei uma nádega, minha avó apareceu saindo do quarto dela.
— O que cê tá fazendo, degenerado? Como é que falta com o respeito assim com sua mãe? — Minha avó me xingava. — E você, filha, como permite que seu filho, que já não é mais criança, te toque desse jeito? — Ela repreendia minha mãe.
Minha mãe não sabia o que dizer, então pra quebrar o gelo, me fiz de besta pra tirar a seriedade da parada.
— Não é pra tanto, a gente tava só brincando. — Respondi. — Bom, vou nessa.
Tomei um banho e fui dar uma volta de carro. Depois de rodar por aí, resolvi comprar um presente pra minha mãe como pedido de desculpas. Então fui até o Alto Palermo e dei umas voltas pra ver o que ela ia gostar. Andando e olhando, achei uma loja de lingerie e entrei.
Voltei pra casa com vontade de ver como ia ficar nela o que tinha comprado. Mas naquela noite todo mundo tava em casa. Só lá pras 11 da noite, quando meu irmão saiu com uns amigos e minha avó já tava dormindo, fui atrás da minha mãe. Ela tava no quarto, vendo um filme no tablet.
— Mãe, olha o que te comprei.
— Não... Hoje não. Ainda tô dolorida por causa de ontem.
— Tá, mas dá pra olhar o que te trouxe, né?
Quando ela abriu, viu o corset azul que comprei com uma fio dental e umas meias de rede.
— Haha, Isso não vai ficar bonito em mim." — disse ela.
— "Vai ficar lindo, depois prova."
Sem mais conversa, deitei com ela pra ver o filme. A verdade é que o filme não me interessava nada, eu queria era comer ela. Ainda mais com ela de camiseta e só uma calcinha, dava vontade de arrancar o tablet da mão dela e fazer ela se entreter com meu pau. Mas obviamente isso não aconteceu.
Quando terminamos de ver o filme, ela me mandou pra minha cama porque queria dormir. Ao dizer isso, virou de costas, me deixando ver a bunda grande que ela tem.
— "Posso dormir com você?" — perguntei.
— "Não, você sabe que não. E se alguém entrar e nos ver, o que a gente vai dizer?" — respondeu ela.
— "Só um pouquinho..." — insisti de novo.
Abracei ela por trás e encostei todo o meu pacote no meio das nádegas dela. Ela tava a fim de brincar, porque começou a rebolando a bunda contra mim pra me esquentar. Motivado por esses movimentos gostosos da minha mãe, enfiei a mão por baixo da camiseta dela e comecei a massagear os peitos dela enquanto beijava o pescoço.
Depois de alguns minutos, ela se virou e começou a me beijar, enfiando a mão na minha cueca pra tirar meu pau e me fazer uma punheta.
— "Vai, mãe... Leva esse pau na boca." — falei depois de uns minutos.
Ela começou a descer, deixando um rastro de beijos até chegar na minha ereção. Começou a beijar meu pau devagar pra depois começar a chupar. Engolindo meu tronco inteiro.
— "Ahh... Isso, como você chupa bem, mãe..." — falei. — "Vai, engole até a última gota."
— "Mmm, filhinho, que pau gostoso você tem..." — dizia ela, encantada com meu pau. — "Vai dar tudo pra mamãe?"
— "Ahh, sim. Assim, mãe, continua, continua." — dizia eu, exaltado.
— "Shh, a vovó vai te ouvir." — me repreendeu, tirando da boca pra engolir de novo.
Depois de um tempo chupando, ela começou a passar a língua por todo o tronco do meu pau. Subindo e descendo, como se fosse um pirulito, e me olhando nos olhos.
— "Mmm, assim, toda putinha, você gosta de ver a mamãe?"
— "Ahhh... Sim, bem putinha a mamãe. Eu levantei ela e coloquei ela em cima de mim, tirando a calcinha fio dental enquanto a gente se beijava. Ela pegou meu pau e, sozinha, encaixou na minha buceta. Devagarzinho, ela foi descendo até enfiar tudo, pra depois subir de novo, começando uma transa deliciosa com a minha velha.
- Tá gostando, filhinho? - Ela falava feito uma puta. - Quer ver os peitos da mamãe?
Puxei a camiseta dela pra baixo, deixando os peitos dela escaparem por cima, enquanto quicavam perto do meu rosto. Depois, ela sentou ereta no meu pau e começou a se mexer pra frente e pra trás, enquanto eu apertava os peitos dela.
- Aiii, sim. Assim, filho... Assim... Nossa, como você come a mamãe... - Ela sussurrava, cada vez mais puta. - Enche de leite, quero sentir...
Vendo o quanto minha mãe tava puta, movi minhas mãos até o quadril dela e comecei a acelerar o ritmo que ela tava levando. Adorava sentir todo o peso dela em cima de mim. Adorava como ela se molhava e como minha mãe era puta.
- Ahh, mamãe... Vou gozar... - Quando falei isso, ela rapidamente saiu de cima de mim e começou a me bater uma punheta.
- Goza na minha boca. - Ela disse, colocando o rosto perto do meu pau e botando a língua pra fora.
Realizando o desejo dela, soltei todo o leite, que foi recebido pela boca e pelo rosto dela. Eu tava no céu e meio exausto da gozada foda que tinha dado. Minha mãe começou a juntar com os dedos o resto de leite que tinha ficado no rosto dela pra levar até a boca.
- Hummm, assim, mamãe, não deixa uma gota.
1 comentários - Madre Argentina 9 (2021)