Autor Original: http://www.poringa.net/BarcenaGExaustos, demos uma pausa. Depois de transar à vontade, sem nos segurar, ficamos exaustos — eu ainda dentro dela e ela por cima de mim. Mas como não tínhamos muito tempo, depois de alguns minutos, levantamos e começamos a nos vestir pra voltar pra casa, já que no dia seguinte tinha que trabalhar.
Já chegando em casa, estacionei o carro e, assim que parei, comecei a apalpar os peitos dela enquanto beijava a boca dela. Mas não durou muito, porque ela me parou.
— Para! Deixa um pouco pra próxima.
— E quando vai ser? — perguntei.
— Depende de como você se comportar. — respondeu rindo.
— Fala sério, quando? — perguntei de novo, ansioso.
— Deixa eu ver... — disse enquanto olhava o celular. — Podemos fazer nas segundas, quando eu sair do trabalho. — respondeu finalmente.
Não sei se ia aguentar uma semana inteira sem comer ela de novo, mas não tinha outra opção e aceitei sem mais.
Entramos em casa. Minha avó, assim que nos viu, perguntou por que a gente tinha demorado tanto e se já tinha comido alguma coisa. Nós dois dissemos que sim, enquanto íamos pro nosso quarto. Eu, cansado da pequena aventura, me deitei pra descansar e dormir. Enquanto isso, minha mãe foi tomar um banho.
Depois de alguns dias sem nada de mais, chegou a sexta-feira. Que, como eu disse antes, todo sábado a gente ficava pra comer depois da aula de natação. Quase a noite inteira ela não parava de me provocar. Eu tava tão excitado que, toda vez que tinha chance, passava a mão na bunda dela. Além de mandar umas mensagens dizendo o quanto ela me deixava com tesão.
— Mãe, hoje você vestiu a calcinha fio dental que eu tanto gosto? — escrevi no WhatsApp.
— Kkkk. Não, hoje trouxe um conjunto novo, depois te mostro. — respondeu ela, divertida.
— Eu, no vestiário não tem ninguém. Te espero lá. — escrevi, decidido.
Minha velha não respondeu, ela tava conversando com as amigas do clube. Então fui pra escada, passando perto dela pra ela me ver. Desci. e por sorte não tinha ninguém no vestiário. Sentei num dos bancos pra esperar ela.
Tava ansioso, queria comer ela de novo e adicionar aquele tesão de poder fazer num lugar onde podiam nos descobrir, isso deixava tudo mais excitante. Depois de um tempo me esquentando sozinho, pensando em como ia foder ela, ouvi alguém se aproximando. Era minha mãe, mas não do jeito que eu queria. Na minha imaginação, eu a via mais ativa, mais disposta, mas só de olhar pra ela percebi que não tava tão afim quanto eu.
— Cê é burro? Não pode ficar me pedindo essas coisas na frente de todo mundo como se fosse normal. — Falou assim que me viu. — E logo aqui? Onde podem nos descobrir?..
— Bom, desculpa. — Respondi, percebendo o perigo que era.
— Você tem que manter a cabeça no lugar e fazer o que eu pedi. Tem que aprender a separar nossa relação íntima da pública. — Me repreendeu como se eu fosse criança. — Não dava pra esperar até segunda?
— Cê sabe que não... Você me esquenta e agora se faz de santa? Além disso, se não queria, por que desceu? — Questionei, enquanto me aproximava dela. — Agora é você que decide quando sim e quando não? — Sabia que ela queria ter o controle da nossa relação proibida, mas não ia deixar.
Peguei ela pelos ombros e encurralei contra um dos chuveiros. Aproveitando que ela tava de vestido, meti minha mão por baixo da saia pra sentir o estado da pussy dela por cima da calcinha. Além de beijar a boca dela sem controle, enfiando minha língua atrás da dela. Comecei a mexer meus dedos pra cima e pra baixo no meio dos lábios vaginais dela. Movimento que ela gostou, porque ela mesma começou a levantar a saia até a cintura. Isso me motivou a parar de beijar ela e descer uns centímetros atrás dos peitos dela. Com a mão que tava livre, soltei os peitos dela do vestido e comecei a chupar cada mamilo, de esquerda pra direita e de direita pra esquerda, lambendo e chupando cada teta. por igual. Com a mão que tava entre as pernas dela, puxei a calcinha pro lado e enfiei um dedo. Ao sentir a umidade dela, resolvi meter mais um.
— Humm, vai, continua. — Ela disse, sentindo o segundo dedo.
Ela não ficou atrás, porque desde que comecei a tocar ela, já tava segurando meu pau por cima da calça. Já querendo partir pra ação de verdade, falei pra ela virar e apoiar as mãos na parede. Quando fez isso, me aproximei pra tirar a fio dental e depois abrir as nádegas dela.
— Nossa! Mami, que bunda gostosa que tu tem. — Não me segurei e comecei a lamber o cu dela.
— Ahh, que delícia... Saliva bem meu cu, filho. — Respondeu ela, toda excitada.
E fiz isso por um tempo, molhando o buraquinho dela com os fluidos da buceta e minha saliva. Até que tirei meu rosto das nádegas dela.
— Mãe... Alguém já te comeu no cu alguma vez? — Perguntei, me levantando e encostando a cabeça do pau no cu salivado dela.
— Nem pensa nisso... — Disse, ameaçadora.
— Já te falei, você não manda... — Respondi, fazendo pressão no cu dela.
Ela gritou tão alto ao sentir eu entrando que achei que alguém ia descer. Esse grito me fez entender que ninguém nunca tinha tocado na bunda dela... Até agora.
Tampei a boca dela e continuei metendo até a metade. Minha velha não parava de reclamar e até soltava umas lágrimas. Mas isso não me parou e, sem prolongar a situação, empurrei com força e meti todo meu pau na bunda virgem dela. Mesmo tendo molhado bem, não dava pra foder com a fluidez que eu queria. O vai e vem era bruto. Claramente não comiam ela no cu com frequência.
— Para... Por favor... Dá pra tirar? — Implorou. — Tá doendo muito. —
Apesar dos protestos dela, eu não pretendia dar ouvidos. Muito pelo contrário, comecei a meter com mais força.
— Aiii, não não não. Para! — Se lamentava, quase chorando.
— Ahh... Mami, que cu gostoso. Vou deixar toda a porra dentro de você. — Falei, totalmente excitado.
Enquanto não parava de botar minha velha contra a parede, meu celular começou a tocar. Era meus parceiros perguntando onde a gente tava. Pra não levantar suspeita, mandei minha velha ficar de quatro pra eu terminar mais rápido. Sem tirar a pica do cu dela, ela se ajoelhou como deu. Já no chão, agarrei ela pela cintura e comecei a meter mais forte e com mais facilidade. O impacto da bunda dela contra minha pélvis era demais pra mim.
- Ahh, mamãe, vou encher teu cu de porra. - E foi o que fiz, gozei pra caralho dentro dela.
- Se já terminou, sai. - Ela respondeu, ainda com minha pica na bunda dela.
Quando tirei, vi toda a porra que tinha gozado dentro dela escorrendo. Abri o chuveiro pra limpar a pica e ela foi pra um dos banheiros arrumando o vestido.
Já chegando em casa, estacionei o carro e, assim que parei, comecei a apalpar os peitos dela enquanto beijava a boca dela. Mas não durou muito, porque ela me parou.
— Para! Deixa um pouco pra próxima.
— E quando vai ser? — perguntei.
— Depende de como você se comportar. — respondeu rindo.
— Fala sério, quando? — perguntei de novo, ansioso.
— Deixa eu ver... — disse enquanto olhava o celular. — Podemos fazer nas segundas, quando eu sair do trabalho. — respondeu finalmente.
Não sei se ia aguentar uma semana inteira sem comer ela de novo, mas não tinha outra opção e aceitei sem mais.
Entramos em casa. Minha avó, assim que nos viu, perguntou por que a gente tinha demorado tanto e se já tinha comido alguma coisa. Nós dois dissemos que sim, enquanto íamos pro nosso quarto. Eu, cansado da pequena aventura, me deitei pra descansar e dormir. Enquanto isso, minha mãe foi tomar um banho.
Depois de alguns dias sem nada de mais, chegou a sexta-feira. Que, como eu disse antes, todo sábado a gente ficava pra comer depois da aula de natação. Quase a noite inteira ela não parava de me provocar. Eu tava tão excitado que, toda vez que tinha chance, passava a mão na bunda dela. Além de mandar umas mensagens dizendo o quanto ela me deixava com tesão.
— Mãe, hoje você vestiu a calcinha fio dental que eu tanto gosto? — escrevi no WhatsApp.
— Kkkk. Não, hoje trouxe um conjunto novo, depois te mostro. — respondeu ela, divertida.
— Eu, no vestiário não tem ninguém. Te espero lá. — escrevi, decidido.
Minha velha não respondeu, ela tava conversando com as amigas do clube. Então fui pra escada, passando perto dela pra ela me ver. Desci. e por sorte não tinha ninguém no vestiário. Sentei num dos bancos pra esperar ela.
Tava ansioso, queria comer ela de novo e adicionar aquele tesão de poder fazer num lugar onde podiam nos descobrir, isso deixava tudo mais excitante. Depois de um tempo me esquentando sozinho, pensando em como ia foder ela, ouvi alguém se aproximando. Era minha mãe, mas não do jeito que eu queria. Na minha imaginação, eu a via mais ativa, mais disposta, mas só de olhar pra ela percebi que não tava tão afim quanto eu.
— Cê é burro? Não pode ficar me pedindo essas coisas na frente de todo mundo como se fosse normal. — Falou assim que me viu. — E logo aqui? Onde podem nos descobrir?..
— Bom, desculpa. — Respondi, percebendo o perigo que era.
— Você tem que manter a cabeça no lugar e fazer o que eu pedi. Tem que aprender a separar nossa relação íntima da pública. — Me repreendeu como se eu fosse criança. — Não dava pra esperar até segunda?
— Cê sabe que não... Você me esquenta e agora se faz de santa? Além disso, se não queria, por que desceu? — Questionei, enquanto me aproximava dela. — Agora é você que decide quando sim e quando não? — Sabia que ela queria ter o controle da nossa relação proibida, mas não ia deixar.
Peguei ela pelos ombros e encurralei contra um dos chuveiros. Aproveitando que ela tava de vestido, meti minha mão por baixo da saia pra sentir o estado da pussy dela por cima da calcinha. Além de beijar a boca dela sem controle, enfiando minha língua atrás da dela. Comecei a mexer meus dedos pra cima e pra baixo no meio dos lábios vaginais dela. Movimento que ela gostou, porque ela mesma começou a levantar a saia até a cintura. Isso me motivou a parar de beijar ela e descer uns centímetros atrás dos peitos dela. Com a mão que tava livre, soltei os peitos dela do vestido e comecei a chupar cada mamilo, de esquerda pra direita e de direita pra esquerda, lambendo e chupando cada teta. por igual. Com a mão que tava entre as pernas dela, puxei a calcinha pro lado e enfiei um dedo. Ao sentir a umidade dela, resolvi meter mais um.
— Humm, vai, continua. — Ela disse, sentindo o segundo dedo.
Ela não ficou atrás, porque desde que comecei a tocar ela, já tava segurando meu pau por cima da calça. Já querendo partir pra ação de verdade, falei pra ela virar e apoiar as mãos na parede. Quando fez isso, me aproximei pra tirar a fio dental e depois abrir as nádegas dela.
— Nossa! Mami, que bunda gostosa que tu tem. — Não me segurei e comecei a lamber o cu dela.
— Ahh, que delícia... Saliva bem meu cu, filho. — Respondeu ela, toda excitada.
E fiz isso por um tempo, molhando o buraquinho dela com os fluidos da buceta e minha saliva. Até que tirei meu rosto das nádegas dela.
— Mãe... Alguém já te comeu no cu alguma vez? — Perguntei, me levantando e encostando a cabeça do pau no cu salivado dela.
— Nem pensa nisso... — Disse, ameaçadora.
— Já te falei, você não manda... — Respondi, fazendo pressão no cu dela.
Ela gritou tão alto ao sentir eu entrando que achei que alguém ia descer. Esse grito me fez entender que ninguém nunca tinha tocado na bunda dela... Até agora.
Tampei a boca dela e continuei metendo até a metade. Minha velha não parava de reclamar e até soltava umas lágrimas. Mas isso não me parou e, sem prolongar a situação, empurrei com força e meti todo meu pau na bunda virgem dela. Mesmo tendo molhado bem, não dava pra foder com a fluidez que eu queria. O vai e vem era bruto. Claramente não comiam ela no cu com frequência.
— Para... Por favor... Dá pra tirar? — Implorou. — Tá doendo muito. —
Apesar dos protestos dela, eu não pretendia dar ouvidos. Muito pelo contrário, comecei a meter com mais força.
— Aiii, não não não. Para! — Se lamentava, quase chorando.
— Ahh... Mami, que cu gostoso. Vou deixar toda a porra dentro de você. — Falei, totalmente excitado.
Enquanto não parava de botar minha velha contra a parede, meu celular começou a tocar. Era meus parceiros perguntando onde a gente tava. Pra não levantar suspeita, mandei minha velha ficar de quatro pra eu terminar mais rápido. Sem tirar a pica do cu dela, ela se ajoelhou como deu. Já no chão, agarrei ela pela cintura e comecei a meter mais forte e com mais facilidade. O impacto da bunda dela contra minha pélvis era demais pra mim.
- Ahh, mamãe, vou encher teu cu de porra. - E foi o que fiz, gozei pra caralho dentro dela.
- Se já terminou, sai. - Ela respondeu, ainda com minha pica na bunda dela.
Quando tirei, vi toda a porra que tinha gozado dentro dela escorrendo. Abri o chuveiro pra limpar a pica e ela foi pra um dos banheiros arrumando o vestido.
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