Passaram-se vários dias da nossa "terapia" de casal com nosso amigo e, depois de comprovar o efeito, tentei não abusar desse tal "poder", porque, embora seja satisfatório, a puta da Erika é bem grande, mas meu amigo tinha outros planos. Ele simplesmente queria usar minha esposa em benefício próprio e, obviamente, também para o prazer dele. Me dizia que uma mulher sob hipnose ajudaria ele com as terapias sexuais de clientes endinheirados, tanto os que sofriam de disfunção erétil quanto aqueles que precisavam extravasar seus instintos mais baixos para evitar cometer atos que colocariam em risco a liberdade deles. Então, ela serviria para ajudar. O amigo, durante o dia, aproveitando que a casa dele fica bem ao lado do trabalho da Erika, passava a trabalhar a mente dela de forma constante, com o objetivo de entrar até o fundo. Assim, várias vezes foi comum vê-la sair do trabalho e entrar direto no apartamento/consultório. Me excitava pra caralho que, enquanto eu mantinha uma conversa normal com meu psicólogo, a Erika fazia atos sexuais sem lembrar de nada depois. Muitos deles eu testemunhei: as "terapias" de um ejaculador precoce que melhorou pra caramba, durando mais tempo graças à boca, aos peitos e à buceta da ajudante servicial. Outro cara tinha um desempenho sexual excelente, mas não conseguia manter a ereção com mulheres acordadas; o tesão dele disparava quando via elas dormindo. Chegou a contratar putas, que geralmente o deixavam sozinho no quarto por acharem a fantasia dele bizarra... E assim, vários homens com problemas diferentes. Nesses dias, meu irmão veio visitar, aquele que sabem que a Erika detesta. Depois da última vez que ele comeu ela, ela me jurou que nunca mais abriria as pernas pra ele, que já tinha rola suficiente pra aguentar aquele fdp dentro dela e que muito menos faria algo sexual na frente dele (várias vezes, quando ela não queria transar com ele, eu a convencia a dar, enquanto meu irmão nos observava). Pois é, só de ver ele... Ela me viu furiosa, a ponto de dizer que dormiria sozinha no nosso quarto. Decidi não discutir e dirigi pra casa. Enquanto conversava com ele, pensava que não ia me resignar a curtir esses encontros. Então, no ouvido dele, falei a palavra-chave. Ela entrou em transe. Parei numa loja e, enquanto o Pepe comprava umas coisas, dei as instruções pra Erika: ela continuaria puta, mas não negaria nada do que eu pedisse. Quando a contagem regressiva terminasse, ela agiria como se ele não estivesse ali e faria o de sempre: tirar a roupa do dia e vestir o pijama (uma blusa comprida sem sutiã e um short folgado sem calcinha). Teria que fazer devagar e mais umas paradas. Vale dizer que ela também não gosta de se trocar na frente dele. O Pepe subiu no carro e chegamos em casa. Ao entrar, fomos direto pro quarto. Ela tirou a blusa e o sutiã, deixando os peitos soltos, se colocou na frente do toucador e começou a tirar a maquiagem. O Pepe tava surpreso, porque ela agia como se só eu estivesse no quarto. Quando terminou, tirou a saia e a tanga, pegou o pijama e eu falei que ela tinha muito pelo na pussy, pra depilar. Ela pegou a toalha e entrou no banheiro. Enquanto eu e o Pepe continuávamos conversando, ela voltou, se colocou na nossa frente e disse: "Pronto, macia como você gosta". Sentou e, abrindo as pernas, deixou a pussy à mostra. "Tá bem macia?", perguntei. "Sim, demais. Quer tocar?" Falei que não, que ele tocasse. Ela não se incomodou nem um pouco quando o Pepe levantou e começou a passar a mão nos lábios dela. Também não fez nada quando ele levantou as pernas dela e enfiou a cara entre elas. A cara dela continuava sem expressão nenhuma, e isso me deixou louco. "Mano, fode essa puta, faz do jeito que quiser." Me acomodei na cadeira e curti tudo que ele fazia com ela. Ele chupava os peitos dela, enfiava os dedos em cada buraco, e ela impassível. Fodeu a pussy e o cu dela, mudava ela de posição sem ela soltar um gemido. Por mais que puxasse o cabelo dela ou mordesse os bicos dela, enfiei de uma vez pelo cu e nada, finalmente, mais intrigado do que excitado, tirei minha pica e a Erika continuou na rotina dela como se nada tivesse acontecido, cara, disse o Pepe, essa puta já não sente mais nada ou o quê? Eu ri escandaloso, será que não aperta mais, irmãozinho? Hahaha ele pegou minha risada, aperta sim a vagabunda, mas ver ela tão impassível me impediu de gozar, a puta sempre reclama quando enfio a pica e ela tava ali parada como uma boneca, espera, falei, pela primeira vez, a puta vai te comer e bem comido, a Erika tava nessa hora na cozinha já de pijama, vamos nela. Sentamos na mesa e, típico da minha esposa, ela serviu o café dela depois de servir a janta, de propósito, perguntei se ela queria porra no café (ela também não gosta de leite de vaca), ela ficou pensando e falou sim, que bom, tira do pote, ela me encarou e disse, não tem, falei pro Pepe tirar a pica e ficar do lado dela, ele obedeceu com cara de quem não entendeu nada, de novo falei pra Erika tirar a porra pro café dela e apontei pra pica do meu irmão, vai, puta, o que tá esperando?, ordenei, tira a porra dele, chupa, obedece, puta... Ela me encarou como se não entendesse, mas pegou o tronco pela base e colou a boca, isso, puta, aproveita esse pau, começou a chupar faminta, enfiava até sentir ânsia e tirava pra cuspir a glande, voltava a enfiar, lambia, chupava os ovos peludos e voltava a mamar, não precisava meu irmão fazer nada, ele tava ali parado com uma cara de satisfação enorme, até que ele mesmo pegou a xícara e cada gota de porra caiu nela, com o dedo mexeu o conteúdo, minha mulher limpou com a língua a última gota que ficou na glande, deu uma chupada e se ajeitou de novo pra tomar o café dela, o Pepe tremia as pernas, que jeito de chupar que sua esposa tem, tirou tudo de mim! Quando terminou a bebida, a Erika levantou e foi escovar os dentes, disse que tava cansada e que ia dormir, me deu boa noite. Deixei passar cerca de uma hora e subimos pro quarto, agarrei as nádegas dela e acordei: "Vem, minha vida, você tá com tesão e quer pica, monta no Pepe". Ele deitou do lado dela, e ela subiu nele na hora, pôs os peitos pra fora e começou a rebolar a bacia na pélvis do meu irmão, deu as tetas pra ele mamar enquanto segurava o pacote dele. "Mmmmm, assim, chupa, chupa." Ela tirou o pau da cueca e sozinha se enfiou, começou a cavalgar uma vez e outra. Depois de um tempo, Pepe pediu o cu: "Vai, vagabunda, enfia no teu cu". Gemendo, a safada colocou o pau duro na entrada e parou assim que a cabeça entrou. "Se solta, puta, enfia tudo", ele disse. "Ahhhhhh, é muito grosso, ahhhhh, filho da puta, que pica gostosa, chupa, vagabunda, ahhhhh, filha da puta, foi tudo. Assim, garota, mexe essa bunda." Erika subia e descia, enquanto Pepe enfiava os dedos na buceta dela e apertava os peitos dela. "Mmmmgghh, vou gozar, puta." "Siiiiim", ela continuava mexendo a bacia e dizia: "Também vou gozar, que pica gostosa você tem, filho da puta, seu gozo queima meu intestino, me dá tudoooo, siiiiiim." Ficaram parados um instante, com a pica até o talo, até que ela desceu e começou a limpar com a língua, continuou chupando. O pau do Pepe endureceu de novo. "Vem cá, puta, vou te comer de novo e fazer você berrar como a vadia que é." Levantou as pernas dela e meteu forte nos dois buracos enquanto Erika pedia mais. Finalmente, e depois de muito tempo (com um truque), minha esposa curte transar com o Pepe, mas não descarto a ideia de fazer ela dar pra ele como antes, com cara de nojo enquanto ele usa os buracos dela e ela olha pra ele com desprezo.
Passaram-se vários dias da nossa "terapia" de casal com nosso amigo e, depois de comprovar o efeito, tentei não abusar desse tal "poder", porque, embora seja satisfatório, a puta da Erika é bem grande, mas meu amigo tinha outros planos. Ele simplesmente queria usar minha esposa em benefício próprio e, obviamente, também para o prazer dele. Me dizia que uma mulher sob hipnose ajudaria ele com as terapias sexuais de clientes endinheirados, tanto os que sofriam de disfunção erétil quanto aqueles que precisavam extravasar seus instintos mais baixos para evitar cometer atos que colocariam em risco a liberdade deles. Então, ela serviria para ajudar. O amigo, durante o dia, aproveitando que a casa dele fica bem ao lado do trabalho da Erika, passava a trabalhar a mente dela de forma constante, com o objetivo de entrar até o fundo. Assim, várias vezes foi comum vê-la sair do trabalho e entrar direto no apartamento/consultório. Me excitava pra caralho que, enquanto eu mantinha uma conversa normal com meu psicólogo, a Erika fazia atos sexuais sem lembrar de nada depois. Muitos deles eu testemunhei: as "terapias" de um ejaculador precoce que melhorou pra caramba, durando mais tempo graças à boca, aos peitos e à buceta da ajudante servicial. Outro cara tinha um desempenho sexual excelente, mas não conseguia manter a ereção com mulheres acordadas; o tesão dele disparava quando via elas dormindo. Chegou a contratar putas, que geralmente o deixavam sozinho no quarto por acharem a fantasia dele bizarra... E assim, vários homens com problemas diferentes. Nesses dias, meu irmão veio visitar, aquele que sabem que a Erika detesta. Depois da última vez que ele comeu ela, ela me jurou que nunca mais abriria as pernas pra ele, que já tinha rola suficiente pra aguentar aquele fdp dentro dela e que muito menos faria algo sexual na frente dele (várias vezes, quando ela não queria transar com ele, eu a convencia a dar, enquanto meu irmão nos observava). Pois é, só de ver ele... Ela me viu furiosa, a ponto de dizer que dormiria sozinha no nosso quarto. Decidi não discutir e dirigi pra casa. Enquanto conversava com ele, pensava que não ia me resignar a curtir esses encontros. Então, no ouvido dele, falei a palavra-chave. Ela entrou em transe. Parei numa loja e, enquanto o Pepe comprava umas coisas, dei as instruções pra Erika: ela continuaria puta, mas não negaria nada do que eu pedisse. Quando a contagem regressiva terminasse, ela agiria como se ele não estivesse ali e faria o de sempre: tirar a roupa do dia e vestir o pijama (uma blusa comprida sem sutiã e um short folgado sem calcinha). Teria que fazer devagar e mais umas paradas. Vale dizer que ela também não gosta de se trocar na frente dele. O Pepe subiu no carro e chegamos em casa. Ao entrar, fomos direto pro quarto. Ela tirou a blusa e o sutiã, deixando os peitos soltos, se colocou na frente do toucador e começou a tirar a maquiagem. O Pepe tava surpreso, porque ela agia como se só eu estivesse no quarto. Quando terminou, tirou a saia e a tanga, pegou o pijama e eu falei que ela tinha muito pelo na pussy, pra depilar. Ela pegou a toalha e entrou no banheiro. Enquanto eu e o Pepe continuávamos conversando, ela voltou, se colocou na nossa frente e disse: "Pronto, macia como você gosta". Sentou e, abrindo as pernas, deixou a pussy à mostra. "Tá bem macia?", perguntei. "Sim, demais. Quer tocar?" Falei que não, que ele tocasse. Ela não se incomodou nem um pouco quando o Pepe levantou e começou a passar a mão nos lábios dela. Também não fez nada quando ele levantou as pernas dela e enfiou a cara entre elas. A cara dela continuava sem expressão nenhuma, e isso me deixou louco. "Mano, fode essa puta, faz do jeito que quiser." Me acomodei na cadeira e curti tudo que ele fazia com ela. Ele chupava os peitos dela, enfiava os dedos em cada buraco, e ela impassível. Fodeu a pussy e o cu dela, mudava ela de posição sem ela soltar um gemido. Por mais que puxasse o cabelo dela ou mordesse os bicos dela, enfiei de uma vez pelo cu e nada, finalmente, mais intrigado do que excitado, tirei minha pica e a Erika continuou na rotina dela como se nada tivesse acontecido, cara, disse o Pepe, essa puta já não sente mais nada ou o quê? Eu ri escandaloso, será que não aperta mais, irmãozinho? Hahaha ele pegou minha risada, aperta sim a vagabunda, mas ver ela tão impassível me impediu de gozar, a puta sempre reclama quando enfio a pica e ela tava ali parada como uma boneca, espera, falei, pela primeira vez, a puta vai te comer e bem comido, a Erika tava nessa hora na cozinha já de pijama, vamos nela. Sentamos na mesa e, típico da minha esposa, ela serviu o café dela depois de servir a janta, de propósito, perguntei se ela queria porra no café (ela também não gosta de leite de vaca), ela ficou pensando e falou sim, que bom, tira do pote, ela me encarou e disse, não tem, falei pro Pepe tirar a pica e ficar do lado dela, ele obedeceu com cara de quem não entendeu nada, de novo falei pra Erika tirar a porra pro café dela e apontei pra pica do meu irmão, vai, puta, o que tá esperando?, ordenei, tira a porra dele, chupa, obedece, puta... Ela me encarou como se não entendesse, mas pegou o tronco pela base e colou a boca, isso, puta, aproveita esse pau, começou a chupar faminta, enfiava até sentir ânsia e tirava pra cuspir a glande, voltava a enfiar, lambia, chupava os ovos peludos e voltava a mamar, não precisava meu irmão fazer nada, ele tava ali parado com uma cara de satisfação enorme, até que ele mesmo pegou a xícara e cada gota de porra caiu nela, com o dedo mexeu o conteúdo, minha mulher limpou com a língua a última gota que ficou na glande, deu uma chupada e se ajeitou de novo pra tomar o café dela, o Pepe tremia as pernas, que jeito de chupar que sua esposa tem, tirou tudo de mim! Quando terminou a bebida, a Erika levantou e foi escovar os dentes, disse que tava cansada e que ia dormir, me deu boa noite. Deixei passar cerca de uma hora e subimos pro quarto, agarrei as nádegas dela e acordei: "Vem, minha vida, você tá com tesão e quer pica, monta no Pepe". Ele deitou do lado dela, e ela subiu nele na hora, pôs os peitos pra fora e começou a rebolar a bacia na pélvis do meu irmão, deu as tetas pra ele mamar enquanto segurava o pacote dele. "Mmmmm, assim, chupa, chupa." Ela tirou o pau da cueca e sozinha se enfiou, começou a cavalgar uma vez e outra. Depois de um tempo, Pepe pediu o cu: "Vai, vagabunda, enfia no teu cu". Gemendo, a safada colocou o pau duro na entrada e parou assim que a cabeça entrou. "Se solta, puta, enfia tudo", ele disse. "Ahhhhhh, é muito grosso, ahhhhh, filho da puta, que pica gostosa, chupa, vagabunda, ahhhhh, filha da puta, foi tudo. Assim, garota, mexe essa bunda." Erika subia e descia, enquanto Pepe enfiava os dedos na buceta dela e apertava os peitos dela. "Mmmmgghh, vou gozar, puta." "Siiiiim", ela continuava mexendo a bacia e dizia: "Também vou gozar, que pica gostosa você tem, filho da puta, seu gozo queima meu intestino, me dá tudoooo, siiiiiim." Ficaram parados um instante, com a pica até o talo, até que ela desceu e começou a limpar com a língua, continuou chupando. O pau do Pepe endureceu de novo. "Vem cá, puta, vou te comer de novo e fazer você berrar como a vadia que é." Levantou as pernas dela e meteu forte nos dois buracos enquanto Erika pedia mais. Finalmente, e depois de muito tempo (com um truque), minha esposa curte transar com o Pepe, mas não descarto a ideia de fazer ela dar pra ele como antes, com cara de nojo enquanto ele usa os buracos dela e ela olha pra ele com desprezo.
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