Eu tava no busão indo pra Once, onde tinha que descer. Mas acabei dormindo pra caralho! E quando acordei, vi que tava passando por uma estação da linha H do metrô, famosa pelo banheiro que, quando abre, rola umas putarias do caralho. Pensei que era coisa do destino. Aí decidi descer no metrô pra voltar pra Once. O tal banheiro ultimamente quase nunca abre (porque os metroviários já sabem a bagunça que vira quando tá funcionando), mas, cê sabe, destino... Tava aberto! Óbvio que entrei pra ver o que rolava... E eram uns 5 caras numa festa explícita! Mas assim que entrei, eles pararam. Imediatamente fiz sinal que tava tudo bem, que eu tava na mesma. Demoraram um pouco pra reagir, e eu de qualquer forma tava com vontade de mijar. Então enquanto mijava, ia olhando pra todo mundo, deixando claro que podiam continuar, que eu tava dentro. E aí, aos poucos, foram tirando o pau pra fora e começaram a bater punheta, alguns trocando as mãos. Eu tava no mictório mais longe da porta. Me afastei um pouco pra ver o que os caras carregavam, e entre todas aquelas pirocas, tinha uma que era incomparavelmente SUPERIOR: grande, comprida, grossa, pesada... Uma SENHORA pica! O dono era um cara fortão, uns quarenta anos, moreno, com uma roupa que não dava pra saber se era de porteiro de prédio ou de pedreiro. Deixei claro que queria chupar ele, e ele não perdeu nem um segundo pra me pegar pela nuca e me dar de mamar. Que pica gostosa! Totalmente preenchedora. Um prazer chupar aquela pica! O cara totalmente solto elogiava meus talentos orais, e de repente dizia, como se estivéssemos completamente sozinhos e ninguém fosse nos interromper: "TUDO, TUDO, ATÉ O FUNDO" e empurrava minha cabeça pra engolir aquele pedaço tremendo de carne. Mesmo sendo considerável, era tanta devoção que eu tinha por aquela pica que, se eu chupei até o fundo, o cara ficou louco, fodendo minha garganta sem dó... "Vocês não sabem como esse cara chupa bem uma pica!" ele se gabava. E nessa altura já estavam todo mundo ao meu redor com a pica na mão, como se esperasse a vez. Embora essa pica que eu tava chupando não tinha desperdício nenhum e eu não queria parar de mamar até ela me dar todo o leite, estar rodeada de paus, no meio de um banheiro, totalmente impossível disfarçar se alguém entrasse, me fez sentir a rainha do boquete! Aí assim que o pica grande me deu uma folguinha, comecei a pegar nas outras rolas e a chupar um pouco de cada uma. Por mim, eu mamava todas até o fim! Mas eu sabia que tudo podia ser interrompido a qualquer momento, e não queria perder um segundo da porra maior, a maior de todas as picas naquele banheiro. Comecei a mamar o grandão de novo, com toda a raiva: "Com o jeito que você chupa, nem quero imaginar como deve ser arrebentar seu cu!", "TUDO, TUDO!", "Que boquete foda você tá me dando"... Ouvir essas coisas, com todo mundo se punhetando ao meu redor, como se esperasse a vez, me deixava a mil! Num momento, quando o chefe me deixou respirar um pouco, quis aproveitar pra mamar um pouco os outros, mas o cara fala: "vai gozar", então não hesitei um segundo em enfiar de novo até o fundo da minha garganta. Consegui sentir e saborear a primeira descarga, mas aí ouviram passos lá fora, como se alguém tivesse entrando, e tivemos que desmontar tudo! Tive que ver, com muita decepção, de um dos boxes, meu macho jogando fora todos os engenheiros no mictório... No fim, os passos tinham sido alarme falso! O pica grande se ajeitou, perguntou as horas e se despediu de todo mundo com um "tchau, rapaziada! muito bom tudo!". Quis ficar pra continuar com os outros, mas aí os passos foram reais, consegui me arrumar e sair a tempo de quando o funcionário do metrô de plantão tava entrando, com certeza pra expulsar todo mundo do banheiro. Por sorte, deu tempo suficiente pra ter rendidos diante de mim uma rodada inteira de picas muito comíveis, aproveitar ao máximo a melhor, e me sentir o viado mais boqueteiro do mundo. universo.
1 comentários - La reina del pete