Verdulera, parte 2: indo pro Abasto

Verdulera, parte 2: indo pro AbastoFala, galera, um conto novo. Lembram da verdureira? Então, isso rolou comigo horas atrás, foi assim que ela pagou um favor que fiz pra ela hoje à tarde.vadiaOkgostosaEram umas 3 da tarde, recebo uma ligação no celular, de número desconhecido. Atendo, perguntando quem era, e... levei um baita susto, era minha "amiga da verdureira". "Como você tá?" Perguntei, e ela, com a voz chiada e forte, respondeu: "Bem, obrigada, e você?" "Bem", respondi, e perguntei o motivo da ligação. Ela respondeu que precisava de um favor meu, se eu teria a amabilidade de levá-la ao mercado de Abasto da cidade, precisava trazer frutas e verduras e não tinha como fazer isso. Disse que pagava a gasolina e pelo "incômodo, podíamos chegar num acordo" kkkkk. Respondi que não tinha problema e perguntei que horas. Ela disse se podia ser agora, melhor. Respondi que sim, já estava saindo pra lá. Subi na caminhonete e fui buscá-la. Ao chegar na verdureira, ela estava parada na calçada, me esperando.2ª Parte

verdureira...imagens meramente ilustrativas.... Continuamos... Observei ela por um momento, vestia um vestido curto e justo no tronco, que parecia que os peitos iam pular pra fora a qualquer momento, e mostrava suas pernas bem torneadas. Ela se aproximou, me cumprimentou e, no beijo, praticamente encostou na comissura da minha boca. Oi, devolvi o cumprimento, e não perdi a chance de elogiar o quão sexy e sensual ela estava vestida. Ela agradeceu, e, ao subir na caminhonete, fez um movimento que me deixou ver sua sensualidade, embora por baixo daquele vestido ela estivesse usando um shortinho que marcava as formas da sua buceta, me deixando meio excitado e com tesão. — Gostou do meu vestido? — perguntou, passando as mãos por todo o corpo e me olhando com cara de pervertida. Respondi que sim, e falei: — Bom, vamos. — Sim, sim — ela respondeu. Saímos, ela se acomodou no banco e abriu um pouco as pernas pra levantar o vestido, mostrando o shortinho e se tocando na vulva. Esclareceu: — Sabe de uma coisa? Esse short me incomoda muito. Se você não se importar, vou tirar ele. Surpreso e cada vez mais com tesão, respondi que sim, que tirasse e me mostrasse a tanga que ela tava usando. Ela disse: — Você se engana, não tô usando nada, só esse short. Na hora, tirou ele, me mostrando uma buceta linda. Vulva rosa, lábios e clitóris dos sonhos, toda depilada, muito sexy. Ali mesmo coloquei minha mão direita na coxa dela e comecei a acariciar, e com meus dedos roçava de leve, só com as pontas, a buceta dela, tocava com delicadeza os lábios. Ela rapidamente colocou a mão dela por cima do meu pau, sem tirar da calça, e começou a fazer massagens suaves e lentas, embora eu já estivesse bem duro e ereto. — Hummm, como é que tá isso? — e me soltou, tirou minha mão da buceta dela. Depois, disse: — Agora vamos abastecer a caminhonete e ir pro "Abasto", depois te pago o favor.Verdulera, parte 2: indo pro AbastoMuito bem, foi assim que fizemos: abastecemos o carro e fomos pro depósito. Chegamos e fomos direto pro escritório de vendas, o secretário nos atendeu. Ela fez o pedido, pagou e, quando terminou a operação, pediu pra gente acompanhá-la até onde tava o que ela comprou. Minutos depois, carregamos os caixotes. Na saída do depósito, com minhas bolas na mão dela, ela disse: "Conheço um motel perto, vamos pra lá." Fomos, entramos no quarto, ela nem terminou de fechar a porta e me empurrou contra a parede: "Fica quieto, maldito!" E com as mãos no meu pau, me beijou apaixonadamente na boca, enquanto brincava com as mãos no meu pau. Depois, devagar, se agachou e começou a dar mordidas no meu pau através da calça. Me deixava louco e mais duro, quase não conseguia segurar dentro da calça. Ela ria: "Olha como tá dura e em pé!" Apertou de novo, dizendo: "Não vou tirar daqui." Foi pra cama, se colocou de quatro e disse: "Vem cá e come toda minha buceta agora!" Enquanto abria as pernas, separava os lábios da buceta e enfiava os dedos. "Vem e faz teu trabalho." Me aproximei, acariciei toda a bunda dela, mordi, beijei, enfiei dedos na buceta dela, no cu, passei minha língua por todo o corpo dela, comi ela com meus dedos. Depois, separei os lábios e comi ela com minha língua. Ela gemia de prazer: "Continua, continua, não para!" Agarrei os peitos dela, apertei, toquei, belisquei os mamilos. Ela continuava gemendo. Notei que a buceta dela era uma "sopa de fluidos", tava "ensopada", e continuei mais rápido com meus dedos e língua. Mordi o clitóris, os lábios da buceta até que ela soltou um grito: "Chega, chega, pelo amor de Deus!" Virou, se levantou, me abraçou e quase chorando exclamou: "Acabei!" Imediatamente, disse: "Agora vai receber teu castigo." Se agachou, agarrou meu pau e minhas bolas, desabotoou minha calça, mordeu a cabeça do meu pau, apertou com os lábios da boca e começou a deslizar a língua rapidamente pela cabeça, pelo tronco, desceu pras bolas, enfiou na boca, apertou, esticou. Eu tava morto de prazer, e o pau... Paraíso, ela me fez um boquete profundo, enfiou tudo, e quando tirava, chegava a tossir, engasgava, já não aguentava mais. Tirei, deitei ela na cama, abri as pernas dela, beijei toda a buceta dela e mordi o clitóris, ela gemia igual uma cadela no cio. Termina logo, mete esse pau agora. Foi o que fiz, coloquei a cabeça dentro e deixei parado lá dentro. Olhei pra ela, chupei os peitos dela sem mexer o pau dentro dela, ela continuava gemendo e se mexendo pra enfiar mais do meu pau, mas eu fiquei parado. Termina, desgraçado, e mete esses 19 centímetros de pau aí dentro. Vai, vai, é assim? Perguntei. Por quê? Ela me olhou e, apertando forte os lábios da buceta dela a ponto de eu morrer de prazer, disse que eu ia fazer ela ficar brava e ela seria "mais puta". Eu ri, e ela agarrou minha cabeça e começou a lamber meu rosto. Quando percebi a distração dela, enfiei tudo lá dentro. Dei um pequeno grito, ela me xingou, e nós dois começamos a gemer de prazer.vadiaFizemos a do missionário, depois ela virou de costas e pediu pra eu meter por trás, sem anal, então fiz isso. Abri os lábios da buceta dela e enfiei tudo, e continuei metendo forte e bem rápido, nós dois gritando gostoso. Falei que já ia gozar, ela respondeu "ok", tirei de lá e ela disse: "Me dá toda sua porra, quero na minha boca". Fiz isso, tirei o pau, ela pegou com as mãos e começou a chupar meu pau rápido, forte, começou a lamber e beijar minha uretra com a língua até eu não aguentar mais. Falei que ia gozar, ela colocou na boca e apertou tão forte que só senti meu pau explodir, a porra saindo e inundando a boca dela, saindo semen pelos lábios. Mmmm, mmmm, ela continuava chupando e apertando, lambendo e apertando minhas bolas, e com a boca cheia de porra, do jeito que dava, ela disse: "Vou engolir tudo, olha". E quando não tinha mais nada, tirei o pau da boca dela, e ela mostrou a porra e engoliu tudo. "Deliciosa", ela disse, se levantou, me abraçou e falou: "Bom, vamos lavar e vestir, senão minha avó vai me matar quando a gente voltar.gostosa
2ª Parte

verdureiraEntão a gente tomou banho meio rápido, e enquanto a gente se lavava, ela me fez uma punheta e eu gozei de novo. Saímos do motel e fomos pra verdureira. Chegamos lá, ajudei ela a descer os caixotes. A avó chamou a atenção dela por ter demorado, e ela disse que tinha muita gente, mas não sei se a avó acreditou. No final, ela me agradeceu pelo gesto e me deu umas frutas e verduras de presente. No meu ouvido, prometeu outro encontro sexual bem em breve. "Quando você quiser", respondi. Bom, amigos, é isso aí. Espero que tenham gostado e, como sempre, desculpem pelo textão.Verdulera, parte 2: indo pro AbastoBom, vou indo! Se cuidem, um abraço pra todo mundo.vadia

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