Olá, pessoal! Vamos nos apresentar: somos Vanessa e Damián, um casal há 10 anos.
Vamos começar pela Vanessa: ela tem 31 anos, é morena com cachos e uma excelente profissional no que faz. Fisicamente, vocês podem dar uma olhada na foto da conta (por enquanto é só o que ela me autorizou a postar). Ela é uma mulher realmente linda em todos os sentidos, pernas maravilhosas, uma bunda perfeita e peitos naturais enormes e firmes. Sempre foi uma princesinha desde que a conheço.
Sobre mim, me chamo Damián, tenho 35 anos, também sou profissional e podemos dizer que estamos muito bem no que o pessoal chama de "normalidade".
Escrevo "normalidade" entre aspas porque dentro dessa palavra vem o que realmente importa. Todo mundo já pensa que, com essa descrição inicial, estamos falando de um casal comum de um bairro tranquilo e charmoso da capital federal, contando a vida deles, uma vida onde aparentemente nada acontecia até pouco tempo atrás.
Ao passar tanto tempo com uma pessoa, você vai se conhecendo de formas que não esperava. Embora a rotina apague aquela sacanagem e curiosidade que todo mundo tem e que a gente mata pra entrar nesse maldito padrão do normal, no nosso caso, quase sem querer, descobrimos que éramos duas almas gêmeas no melhor sentido da palavra. 10 anos não foram suficientes pra descobrir o que descobrimos nos últimos meses.
Tudo começa da forma mais casual que vocês podem imaginar. A Vanessa geralmente atende pacientes jovens com problemas de dependência química e dá suporte a um programa de acolhimento nacional bem conhecido no país. Na atividade dela, como em qualquer área, trabalha com uma porrada de colegas médicos da especialidade dela, prestando serviços pro estado e de forma particular. A agenda de trabalho dela é realmente agitada e, pelo tipo de acolhimento que o trabalho dela oferece, tem uma carga emocional bem pesada. Por isso, eu apoio ela pra caralho, tanto nas pequenas quanto nas grandes coisas. coisas, seja ajudar ela a pagar uma especialização no exterior ou ir buscá-la na clínica todos os dias, não importa a hora que termine.
Meu trabalho é bem mais simples e às vezes falo que realmente tive sorte, vou muito bem no que faço e consigo ter horários flexíveis do meu jeito já há vários anos, isso me permite dedicar tempo a ela e ajudá-la a crescer como profissional.
Desde um tempo, a Vane virou monotemática: Martin, Martin, Martin e Martin era o que se ouvia na nossa casa toda tarde/noite quando ela voltava do trabalho, nem vou contar no caminho pra casa no carro as críticas ao Martin.
Martin é um médico em dependência química e traumas bem prestigiado por este continente e daqueles caras que infelizmente consideramos que têm tudo, o que é tudo? Tipo profissional com boa situação financeira e daquelas famílias que vemos que há várias gerações não falta nada, tem 42 anos, continua jogando rugby, obviamente haha, e vive viajando, mas mesmo assim é o chefe do programa da clínica particular onde a Vane trabalha.
As críticas diárias da Vane ao Martin eram por vários motivos como em qualquer trabalho, mas uma delas em particular me chamou muito a atenção ultimamente porque ela repetia constantemente, e era que o Martin, como claramente a fama dos médicos acusa, era um pirata e vivia enganando a mulher dele, aparentemente a Vane ficava indignada com isso e sempre me falava sobre as "reuniões" que ele organizava para alguns amigos selecionados com as quais aparentemente ela não concordava.
Uma manhã eu estava trabalhando no meu escritório, um amigo que trampa no ministério da economia me liga e me convida pra almoçar pra falar as mesmas besteiras que a gente conversa com um amigo e contar a vida, naquele dia e não lembro bem por que a conversa desvia para nossas companheiras de vida e a rotina que estávamos acostumados, ele me conta as dificuldades com a Juli, a esposa dele, e eu as minhas com a Vane, entre essas confissões comento Bem por cima o assunto Martin e ali começou realmente tudo o que aconteceu e acontece até hoje.
A gente, às vezes, distraído com os problemas do dia a dia, não repara em algumas coisas, e quando contei isso naquele almoço, Panchito, meu amigo, foi direto: "Mermão! Esse otário tá comendo tua mulher?" Ele me perguntou assim, do jeito que tô contando. Sim, meu amigo é uma pessoa que não enrola, e por isso é meu amigo. Pra fechar a conversa, claro, eu ri e minimizei o assunto pra continuar falando do jogo que a gente tinha no domingo e que fomos.
O assunto e a piada no almoço acabaram rápido, mas a volta pra casa não foi tão simples, amigos. Imaginem minha cabeça desde que tirei o carro da garagem no microcentro até minha casa. As dúvidas eram tantas que eu não sabia realmente como lidar. As opções que passavam pela minha cabeça, talvez pra alguns pareçam estranhas e pra outros, a mais pura normalidade.
Primeiro, pensei: a Vane é a mulher da minha vida, não tem outra Vane no mundo pra mim, e tenho uma confiança absoluta nela, então isso não ia ser motivo de separação de jeito nenhum. No máximo, era chegar nela e perguntar, mas a verdade é que não é uma parada tão simples. Eu sempre digo que a conquistei pela inteligência, não por físico, grana ou beleza, então não podia ser tão básico assim.
O que decidi foi o seguinte: no meu trabalho, geralmente negocio, e pra negociar tenho que persuadir de algum jeito. Foi assim que tracei minha estratégia. Lembro até o dia: era quarta-feira quando fui buscá-la no trabalho. Dei um beijo e comecei minha rotina de perguntas e apoio às críticas de sempre, até que chegou o assunto que vai interessar vocês: Martin. Primeiro, deixei ela falar e seguir. Como contei, ela começava pelos problemas técnicos que tinham na clínica e terminava com as reclamações sobre a folga do Martin. E foi ali que vi minha luz, haha. Com muita calma e depois de uma pausa em que ela ficou olhando pra rua, perguntei: "E aí, Martin? pergunta, mudei o mundo. Sou uma pessoa observadora e detalhista com os outros, imagina com minha parceira. Mudei a respiração, a fala, os gestos, a posição do corpo, absolutamente tudo, só pra ouvir ela me dizer: "Que porra é essa?!" num tom quase de raiva. E foi aí que percebi o que tava rolando, então decidi ir fundo. O diálogo, pensa, já faziam vários dias, porque isso foi em maio desse ano, mas consigo reconstruir pro nosso público, haha:
😨 É, qual é a desse Martin que te paga menos do que deve, te assalta no trabalho te mandando mensagem a qualquer hora, e você ainda se preocupa se ele vai trair a esposa e fazer festas???
V: Olha, se você quer saber alguma coisa, me pergunta, Damian.
😨 É, quero saber qual é a desse Martin.
V: Não me enche o saco, tive um dia bem pesado.
😨 Eu sei e sinto muito, por isso te apoio sempre, Vane. Mas vou te falar o que penso: pra mim, o que te incomoda no Martin é que ele vive transando na sua cara com suas coleguinhas e você nunca é convidada pra essas festinhas.
V: Tá falando merda, e tive um dia complicado, então vamos parar por aqui. (Coloca o iPod e fim de papo)
A conversa no carro não continuou por motivos óbvios. Chegamos em casa pra fechar o dia, jantar, tomar banho e descansar pro dia seguinte, mas dentro de mim, uma intuição dizia que aquele fim abrupto da conversa tava me dizendo muito mais do que se a gente continuasse falando. Quando alguém não quer aprofundar num assunto, amigos...
Então, naquela mesma noite, com os ânimos mais calmos, pensei na próxima estratégia: não deixar ela pensar.
Ouvi que ela ia tomar banho, comecei a subir devagar pro andar de cima, passando pelo quarto até o banheiro onde ela tava se despindo, mas com a malícia de que no caminho procurei o Martin onde qualquer pessoa desse século procuraria: Instagram. E obviamente o perfil do Martin era de um dandy absoluto, tanquinho definido, destinos exóticos, likes pra caralho, etc. etc. Procurei a foto mais calentadora que o Martin tem no Instagram e deixei aberta no meu celular. Fiz o menor barulho possível e atravessei o quarto indo pro banheiro, abri a porta devagar e no meio do vapor vi que a Vane tava só de calcinha se desmaquiando. Enfiei ela forte por trás, com uma mão mostrei na cara dela os abdominais do Martin e a outra mão enfiei na pussy dela meio bruto, perguntei: "Esse é o Martin que não te convida pras festinhas???" A Vanessa começou a gemer e falar "chega", e eu continuei insistindo: "Não te convidam pra essas festinhas? O que será que fazem lá??" enquanto enfiava um dedo na pussy dela devagarinho e aí ela explodiu, foi mágico, ouvi um "ME CONVIDA SIM!!" desgraçado, e aí "esse é o problema" ela falou com um tom aflito.
Aí a transcrição da segunda conversa que vale a pena interlinear:
😨 por que é um problema ela te convidar?
V: cê é burro? do que você acha que são as festas de formatura? são orgias!! todo mundo trepa entre si, é um puteiro
😨 ah, olha só
V: Olha o quê??, não tem nada pra falar além de "olha"?
😨 sim, que devem ser tipo as festinhas que a gente fazia de dudes, Vane, só que com caras e novinhas mais velhas haha
Essa conversa foi encerrada por decisão minha, naquele momento eu já tinha tudo que precisava, então tirei a mão, guardei o celular e fui embora bem devagar falando: "A janta tá pronta, toma um banho."
Naquela noite não rolou muito, antes de dormir a Vane, bem calma e num tom aliviado, me fala: "Mas você não se surpreende com o convite desse cara? Pra que ele tá me convidando?" Aí eu falei: "Não, Vane, não me surpreende porque você é uma gostosa de verdade e ele quer te comer toda, a clínica inteira, não ele. O que me incomoda é não me convidar pra ver do que se trata haha."
Passaram uns dias disso e o assunto tinha quase sido esquecido, até que um dia, voltando do trampo, ela solta o que vou contar:
V: "Lembra do que a gente conversou?"
😨 "O quê, Vane?"
V: "Qual é, burrão, você ficou doido com a parada das festas Do chefe, cê não quer saber?
D: cê acha que eu não quero?
V: haha ok, olha, o sem noção me chamou de novo e dessa vez a resposta que eu dei foi o que você me falou, porque ele me convidava só a mim e não nós dois?
😨 e ele disse o quê??
V: que não sabia e que nesse tipo de festa quanto mais gente melhor
😨 ok, vamos fazer uma coisa, vê o que você acha: a gente vai, toma um sem compromisso, claro, sem forçar ninguém a fazer nada, fala que sim pra ele
Isso que eu tô contando foi numa sexta à tarde. Na segunda seguinte, mensagem da Vane dizendo que estamos convidados. Imaginem as coisas que passaram pela minha cabeça naquele momento. A única coisa que consegui falar foi: "precisa levar alguma coisa?" haha, que inocência.
Quando fui buscá-la no trabalho naquele dia, ela me contou tudo. O Martin tava felizão da gente ir, falou pra ficarmos tranquilos que lá não rolava nada que a gente não quisesse e blá-blá-blá, que a festinha ia ser na quarta daquela semana na famosa casa do Scalabrini do Martin (aposto com a Vane que mais de um leitor conhece essa casa e sua fama, talvez) e que era tipo um jantar com show erótico suave, esse era o programa. Minha resposta foi: ok.
Não sei como chegamos naquela quarta com a ansiedade que a gente tava. Eu tava nervoso e com um pouco de tesão, pra ser sincero, mas se vocês vissem a Vanessa como se arrumou e as calcinhas que ela experimentava, os sutiãs e lingeries, tudo indicava que não tinham me contado uma parte do plano.
Chegamos cedo, era umas 20h e tava bem frio. A Vane tava com uma saia bem curta que preenchia muito bem, salto alto, regata decotada com aqueles peitos que parecem que querem sair dali, e maquiada como uma rainha, tava gostosa pra caralho. O lugar era foda, uma casa de um playboy herdeiro, claro, e decorada como se fosse um pequeno Moulin Rouge em Buenos Aires. Tinha um palco tipo cenário na sala de jantar com algumas mesas e vários quartos espalhados pelos 3 andares da casa (pra quem conhece Villa Crespo, já deve saber). saber qual é, perto do Coto de Murillo).
Na entrada, uma garota abriu pra gente, que cumprimentou a Vane surpresa e meio sem graça, muito simpática, mandou a gente subir pro segundo andar, onde tem uma espécie de sala de jantar. Perguntei pra Vane: "Quem é essa?", e ela respondeu que era uma colega da mesma clínica onde trabalhava e que queria morrer de vergonha, não tava confortável.
Nos colocaram numa mesinha pra dois e ali a gente sacou a vibe do lugar, tudo mesa de casal, então já vão imaginando.
Num momento, chega o rei da noite, o senhor Martin, que com seu metro e oitenta e cabelão não passa despercebido nunca, ainda mais pra um cara comum como eu. Deu um beijo em cada um e falou pra Vane: "Finalmente!!!" num tom bem chamativo.
O jantar foi realmente agradável, uma mina que toca no Konex cantou uma música muito linda, tudo era perfeito. A gente começou a conversar com um casalzinho que tava atrás da gente até que, de novo, o grande anfitrião apareceu pra nos encantar com seu carisma e num momento fala pra Vane: "Você contou mais ou menos?", e a Vane ficou muda, e o filho da puta ri, levanta e fala: "Vou deixar vocês a sós". Isso continuou assim:
D: "Me contar?"
V: "Ah, idiota, vamos pra casa, tô me sentindo mal, não sei o que a gente tá fazendo aqui."
D: "Fala sério, Vane, nós dois sabemos o que a gente tá fazendo aqui."
V: "Sério, vamos pegar as jaquetas e..."
D: (peguei a mão dela) "Olha, você sabe que eu sou bem de sacar as coisas. A única coisa que quero que você saiba é que, se você curte isso, eu também curto, e que se amanhã a gente acordar e falar 'não dá mais', como tantas outras coisas que a gente mandou pro caralho, essa seria só mais uma."
A transformação na cara da Vanessa, amigos, me disse tudo que ia rolar naquela noite. Ela tava aliviada, feliz, eufórica, tudo junto.
Num momento, vejo o Martin passando atrás do palco e indo pro banheiro. Falei: "Vane, me dá a calcinha." "O quê??? Cê tá louco?" Olhei pra ela com carinha de cúmplice e falei: "Vane..."
Com muito cuidado, ela tirou a tanga sem ninguém ver, porque as mesas tinham toalhas bem compridas e o salão pós-jantar tinham escurecido, ela me olha e pergunta o que você vai fazer com isso? resolver um probleminha pra você, puta, foi minha resposta. Fui pro banheiro feminino, entrei e o vencedor da noite estava se penteando, me aproximei e falei: olha, Martin, não gosto de duas coisas: gente que volta atrás e a Vane ficar na vontade. Pega, isso é seu. A cara do Martin era daquelas pessoas que não acreditam no que tá acontecendo diante de algo inusitado, ele pegou e, bem nervoso, falou baixinho: "Tomara que eu esteja à altura". Saio andando, me viro e falo: a mesma coisa espero. Quando voltei pra mesa, a Vanessa tava descontrolada, puxou minha camisa com força e perguntou o que você fez?? Dei risada e tomei vinho, falei: Vane, vai se maquiar no banheiro que borrou o rímel. Com a piscada de olho, nem te conto como ela saiu pro banheiro, feito uma adolescente feliz indo receber um presente, nunca tinha visto ela tão eufórica. Os minutos eram de ferro, o tempo parecia não passar e a Vane não voltava, a pica ia explodir a essa altura, sou sincero. O clima já tinha me despertado um tesão que não consigo explicar, comecei a olhar outras mesas e de repente vem andando bem suave minha Vane, senta e ri, isso é demais: 😨 o que tinha no banheiro?? V: Chega D: Vaneeeeeeeeee V: Risos nervosos D: (abaixo a mão e toco a buceta que sabia que tava sem calcinha) Vane, olha como você ficou, o que aconteceu????????? (não consigo descrever o molhada que tava toda a área, a buceta era água e tinha uma temperatura que acho que nunca vi) V: Chega, tô com vergonha D: Me conta porque tô ficando louco, me conta tudo V: Quando fui pro banheiro, ao entrar, senti que me empurram e trancam a porta, me viram com força e era o Martin, me fez agachar e enfiou a pica na minha boca bem forte, me fez engasgar, e foi embora, tava com minha calcinha no bolso, filho da puta, você deu pra ele!!! 😨 haha (tudo era risada e tesão), beleza mas não esquece que são duas picas, não uma só (peguei na mão dela e fiz ela segurar minha rola bem forte)
V: chega, boludo, não aguento mais assim
😨 como a gente segue?
V: sei lá, ele falou pra gente ir pros quartos, mas não sei se dá
Vane não terminou de falar "não sei se dá", eu peguei na mão dela e falei: Vane, isso a gente decide junto!. Fomos andando até aquele corredor e o clima já mudava, luzes vermelhas bem fracas, gemidos, dava pra ver gente transando em orgias, era uma cena que juro, nem no site pornô mais pesado que você procurar vai ver tanto tesão.
Vane toma a frente e fala: vem, me leva que nem uma pipa até o último quarto e antes de entrar me olha e fala: tem certeza?, e minha resposta foi abrir a porta de uma vez e ver o que a gente encontrou.
Tinha uma cama King fantástica, e no meio o prêmio, na verdade o prêmio dela, Martin. A primeira coisa que me chama atenção é que Martin tá completamente pelado, o gelo já tinha quebrado então pra que mais protocolo, a segunda coisa que me chama atenção e me deu uma pontinha de raiva era a pica do meu rival, como eu falei no começo esses caras têm tudo, e sim, ele também tem uma pica de uns 20 cm, verdade que a gente não mediu mas isso quem podia contar direitinho era a Vane haha.
Como já tava tudo resolvido e a gente sabia o que tava fazendo ali, o que eu fiz foi ir pra um canto e começar a me despir, Martin tava olhando então decidi conduzir:
😨 e aí??, não queria chupar a pica do Martin??, não encheu tanto o saco pra isso? ali tá a pica do Martin, vê o que você faz
M: Vane, ajoelha (levanta da cama e vem andando até a Vanessa)
V: Chega, Martin
M: Ajoelha
😨 ajoelha, Vane
Não terminei de repetir o que Martin falou e a Vanessa pega na pica dele e começa a chupar com uma desesperação de uma puta bem bem tarada, tava irreconhecível, enfiava uma e outra vez aquela pica enorme cheia de veias na boca e se engasgava, mas eu decidi não ser um cuck passivo e automaticamente me joguei no chão entre As pernas dela.
A visão foi a melhor coisa que eu já vi na vida, ela tava com a buceta da minha mulher na boca e quando olhava pra cima via como enfiavam esse animal, esse pedaço de pau na boca dela sem controle, até que não aguentei mais, me levantei e falei pros dois: vamos pra cama.
Sentamos a Vane no meio de nós dois, um de cada lado, comecei a beijar ela e quando toco na buceta sinto os dedos do Martin, um dos dedos dele no cu e os outros brincando comigo no meio daquele mar de fluido vaginal.
Vanessa não aguentava mais, começou a pedir pra gente comer ela e eu falei pra ela ficar tranquila, que disso ela não ia escapar mas não era tão fácil, agora eu ia ditar as regras.
Uma condição foi vendar os olhos dela (se ela queria ser uma puta por uma noite, eu como marido tava disposto a dar), então o jogo era: ela abria as pernas bem abertas e a gente enfiava o pau na buceta dela, aí ela tinha que adivinhar quem de nós dois era.
Infelizmente ela nunca errou kkk, não tenho vergonha de dizer mas o Martin tem um pau impressionante, devemos ter passado umas 3 horas comendo ela, entre música, champanhe e algo mais o tempo pareceu pouco.
Não deixamos nada sem fazer, comemos ela pela buceta, pelo cu, fizemos dupla penetração, chupamos os dois paus juntos, o Martin chupava os peitos dela e beijava com uma força inimaginável até que no final eu falei: se despeçam, e deixei eles sozinhos por um tempo, me vesti e fui dar uma volta pela casa que já tinha pouca gente, deviam ser umas 4 da manhã.
Demorei e fui buscar ela pela última vez no quarto, mas com cuidado, não gosto de atrapalhar, e o que vi vou guardar até o último dos meus dias. O Martin tava comendo ela de quatro e ela já gemia de sofrimento de ter recebido pau sem parar por 3 horas, quando esse animal todo suado continuava empurrando e comendo ela sem parar, num momento ele fala: Vanessa, você vai me fazer gozar de novo. Uma vez, a Vane se vira de um jeito incrível, pega na pica dele, olha pra ele e diz: "tudo na boca". E foi assim, ela enfiou aquela pica enorme pela última vez naquela noite na boca dela, e da minha perspectiva dava pra ver a porra escorrendo pelos cantos da boca dela. Só faltava a volta pra casa, e a gente se despediu com o último diálogo:
😨 Você gostou de ser um depósito de porra hoje à noite?
V: haha, tá com ciúme???
😨 (freio o carro, pego o cabelo dela por trás e começo a beijar ela de um jeito que nunca tinha beijado, nunca beijei ela com tanta vontade e tão tesudo como naquela noite) Você tem gosto da pica do Martin.
Quando falei isso, foi como se ela acendesse de novo, ela arrancou minha calça e começou a chupar minha pica no meio da cidade, não parou até que de novo ela tinha a boca cheia de porra, mas pelo menos dessa vez era a minha!!!
V: Você também queria isso, filho da puta.
E assim, a gente voltou pra casa depois daquela noite. Hoje em dia, podemos dizer que começamos um caminho novo, mas sempre juntos, e sentimos que isso não tem fim.
Obrigado por nos lerem, saibam entender que a gente não é escritor, mas com a Vane queríamos compartilhar a experiência pra saber se vocês sentem a mesma vibe que a gente sente ou se somos os únicos malucos, haha.
Por enquanto, tudo que nos surge como casal é contar o que aconteceu. Com calma, vamos postar mais material, mas sempre com a Vane de acordo. E sobre candidatos, fiquem tranquilos que quando a gente fizer nossa busca por um terceiro, vocês vão ficar sabendo por aqui. Beijos pra todos.
Vamos começar pela Vanessa: ela tem 31 anos, é morena com cachos e uma excelente profissional no que faz. Fisicamente, vocês podem dar uma olhada na foto da conta (por enquanto é só o que ela me autorizou a postar). Ela é uma mulher realmente linda em todos os sentidos, pernas maravilhosas, uma bunda perfeita e peitos naturais enormes e firmes. Sempre foi uma princesinha desde que a conheço.
Sobre mim, me chamo Damián, tenho 35 anos, também sou profissional e podemos dizer que estamos muito bem no que o pessoal chama de "normalidade".
Escrevo "normalidade" entre aspas porque dentro dessa palavra vem o que realmente importa. Todo mundo já pensa que, com essa descrição inicial, estamos falando de um casal comum de um bairro tranquilo e charmoso da capital federal, contando a vida deles, uma vida onde aparentemente nada acontecia até pouco tempo atrás.
Ao passar tanto tempo com uma pessoa, você vai se conhecendo de formas que não esperava. Embora a rotina apague aquela sacanagem e curiosidade que todo mundo tem e que a gente mata pra entrar nesse maldito padrão do normal, no nosso caso, quase sem querer, descobrimos que éramos duas almas gêmeas no melhor sentido da palavra. 10 anos não foram suficientes pra descobrir o que descobrimos nos últimos meses.
Tudo começa da forma mais casual que vocês podem imaginar. A Vanessa geralmente atende pacientes jovens com problemas de dependência química e dá suporte a um programa de acolhimento nacional bem conhecido no país. Na atividade dela, como em qualquer área, trabalha com uma porrada de colegas médicos da especialidade dela, prestando serviços pro estado e de forma particular. A agenda de trabalho dela é realmente agitada e, pelo tipo de acolhimento que o trabalho dela oferece, tem uma carga emocional bem pesada. Por isso, eu apoio ela pra caralho, tanto nas pequenas quanto nas grandes coisas. coisas, seja ajudar ela a pagar uma especialização no exterior ou ir buscá-la na clínica todos os dias, não importa a hora que termine.
Meu trabalho é bem mais simples e às vezes falo que realmente tive sorte, vou muito bem no que faço e consigo ter horários flexíveis do meu jeito já há vários anos, isso me permite dedicar tempo a ela e ajudá-la a crescer como profissional.
Desde um tempo, a Vane virou monotemática: Martin, Martin, Martin e Martin era o que se ouvia na nossa casa toda tarde/noite quando ela voltava do trabalho, nem vou contar no caminho pra casa no carro as críticas ao Martin.
Martin é um médico em dependência química e traumas bem prestigiado por este continente e daqueles caras que infelizmente consideramos que têm tudo, o que é tudo? Tipo profissional com boa situação financeira e daquelas famílias que vemos que há várias gerações não falta nada, tem 42 anos, continua jogando rugby, obviamente haha, e vive viajando, mas mesmo assim é o chefe do programa da clínica particular onde a Vane trabalha.
As críticas diárias da Vane ao Martin eram por vários motivos como em qualquer trabalho, mas uma delas em particular me chamou muito a atenção ultimamente porque ela repetia constantemente, e era que o Martin, como claramente a fama dos médicos acusa, era um pirata e vivia enganando a mulher dele, aparentemente a Vane ficava indignada com isso e sempre me falava sobre as "reuniões" que ele organizava para alguns amigos selecionados com as quais aparentemente ela não concordava.
Uma manhã eu estava trabalhando no meu escritório, um amigo que trampa no ministério da economia me liga e me convida pra almoçar pra falar as mesmas besteiras que a gente conversa com um amigo e contar a vida, naquele dia e não lembro bem por que a conversa desvia para nossas companheiras de vida e a rotina que estávamos acostumados, ele me conta as dificuldades com a Juli, a esposa dele, e eu as minhas com a Vane, entre essas confissões comento Bem por cima o assunto Martin e ali começou realmente tudo o que aconteceu e acontece até hoje.
A gente, às vezes, distraído com os problemas do dia a dia, não repara em algumas coisas, e quando contei isso naquele almoço, Panchito, meu amigo, foi direto: "Mermão! Esse otário tá comendo tua mulher?" Ele me perguntou assim, do jeito que tô contando. Sim, meu amigo é uma pessoa que não enrola, e por isso é meu amigo. Pra fechar a conversa, claro, eu ri e minimizei o assunto pra continuar falando do jogo que a gente tinha no domingo e que fomos.
O assunto e a piada no almoço acabaram rápido, mas a volta pra casa não foi tão simples, amigos. Imaginem minha cabeça desde que tirei o carro da garagem no microcentro até minha casa. As dúvidas eram tantas que eu não sabia realmente como lidar. As opções que passavam pela minha cabeça, talvez pra alguns pareçam estranhas e pra outros, a mais pura normalidade.
Primeiro, pensei: a Vane é a mulher da minha vida, não tem outra Vane no mundo pra mim, e tenho uma confiança absoluta nela, então isso não ia ser motivo de separação de jeito nenhum. No máximo, era chegar nela e perguntar, mas a verdade é que não é uma parada tão simples. Eu sempre digo que a conquistei pela inteligência, não por físico, grana ou beleza, então não podia ser tão básico assim.
O que decidi foi o seguinte: no meu trabalho, geralmente negocio, e pra negociar tenho que persuadir de algum jeito. Foi assim que tracei minha estratégia. Lembro até o dia: era quarta-feira quando fui buscá-la no trabalho. Dei um beijo e comecei minha rotina de perguntas e apoio às críticas de sempre, até que chegou o assunto que vai interessar vocês: Martin. Primeiro, deixei ela falar e seguir. Como contei, ela começava pelos problemas técnicos que tinham na clínica e terminava com as reclamações sobre a folga do Martin. E foi ali que vi minha luz, haha. Com muita calma e depois de uma pausa em que ela ficou olhando pra rua, perguntei: "E aí, Martin? pergunta, mudei o mundo. Sou uma pessoa observadora e detalhista com os outros, imagina com minha parceira. Mudei a respiração, a fala, os gestos, a posição do corpo, absolutamente tudo, só pra ouvir ela me dizer: "Que porra é essa?!" num tom quase de raiva. E foi aí que percebi o que tava rolando, então decidi ir fundo. O diálogo, pensa, já faziam vários dias, porque isso foi em maio desse ano, mas consigo reconstruir pro nosso público, haha:
😨 É, qual é a desse Martin que te paga menos do que deve, te assalta no trabalho te mandando mensagem a qualquer hora, e você ainda se preocupa se ele vai trair a esposa e fazer festas???
V: Olha, se você quer saber alguma coisa, me pergunta, Damian.
😨 É, quero saber qual é a desse Martin.
V: Não me enche o saco, tive um dia bem pesado.
😨 Eu sei e sinto muito, por isso te apoio sempre, Vane. Mas vou te falar o que penso: pra mim, o que te incomoda no Martin é que ele vive transando na sua cara com suas coleguinhas e você nunca é convidada pra essas festinhas.
V: Tá falando merda, e tive um dia complicado, então vamos parar por aqui. (Coloca o iPod e fim de papo)
A conversa no carro não continuou por motivos óbvios. Chegamos em casa pra fechar o dia, jantar, tomar banho e descansar pro dia seguinte, mas dentro de mim, uma intuição dizia que aquele fim abrupto da conversa tava me dizendo muito mais do que se a gente continuasse falando. Quando alguém não quer aprofundar num assunto, amigos...
Então, naquela mesma noite, com os ânimos mais calmos, pensei na próxima estratégia: não deixar ela pensar.
Ouvi que ela ia tomar banho, comecei a subir devagar pro andar de cima, passando pelo quarto até o banheiro onde ela tava se despindo, mas com a malícia de que no caminho procurei o Martin onde qualquer pessoa desse século procuraria: Instagram. E obviamente o perfil do Martin era de um dandy absoluto, tanquinho definido, destinos exóticos, likes pra caralho, etc. etc. Procurei a foto mais calentadora que o Martin tem no Instagram e deixei aberta no meu celular. Fiz o menor barulho possível e atravessei o quarto indo pro banheiro, abri a porta devagar e no meio do vapor vi que a Vane tava só de calcinha se desmaquiando. Enfiei ela forte por trás, com uma mão mostrei na cara dela os abdominais do Martin e a outra mão enfiei na pussy dela meio bruto, perguntei: "Esse é o Martin que não te convida pras festinhas???" A Vanessa começou a gemer e falar "chega", e eu continuei insistindo: "Não te convidam pra essas festinhas? O que será que fazem lá??" enquanto enfiava um dedo na pussy dela devagarinho e aí ela explodiu, foi mágico, ouvi um "ME CONVIDA SIM!!" desgraçado, e aí "esse é o problema" ela falou com um tom aflito.
Aí a transcrição da segunda conversa que vale a pena interlinear:
😨 por que é um problema ela te convidar?
V: cê é burro? do que você acha que são as festas de formatura? são orgias!! todo mundo trepa entre si, é um puteiro
😨 ah, olha só
V: Olha o quê??, não tem nada pra falar além de "olha"?
😨 sim, que devem ser tipo as festinhas que a gente fazia de dudes, Vane, só que com caras e novinhas mais velhas haha
Essa conversa foi encerrada por decisão minha, naquele momento eu já tinha tudo que precisava, então tirei a mão, guardei o celular e fui embora bem devagar falando: "A janta tá pronta, toma um banho."
Naquela noite não rolou muito, antes de dormir a Vane, bem calma e num tom aliviado, me fala: "Mas você não se surpreende com o convite desse cara? Pra que ele tá me convidando?" Aí eu falei: "Não, Vane, não me surpreende porque você é uma gostosa de verdade e ele quer te comer toda, a clínica inteira, não ele. O que me incomoda é não me convidar pra ver do que se trata haha."
Passaram uns dias disso e o assunto tinha quase sido esquecido, até que um dia, voltando do trampo, ela solta o que vou contar:
V: "Lembra do que a gente conversou?"
😨 "O quê, Vane?"
V: "Qual é, burrão, você ficou doido com a parada das festas Do chefe, cê não quer saber?
D: cê acha que eu não quero?
V: haha ok, olha, o sem noção me chamou de novo e dessa vez a resposta que eu dei foi o que você me falou, porque ele me convidava só a mim e não nós dois?
😨 e ele disse o quê??
V: que não sabia e que nesse tipo de festa quanto mais gente melhor
😨 ok, vamos fazer uma coisa, vê o que você acha: a gente vai, toma um sem compromisso, claro, sem forçar ninguém a fazer nada, fala que sim pra ele
Isso que eu tô contando foi numa sexta à tarde. Na segunda seguinte, mensagem da Vane dizendo que estamos convidados. Imaginem as coisas que passaram pela minha cabeça naquele momento. A única coisa que consegui falar foi: "precisa levar alguma coisa?" haha, que inocência.
Quando fui buscá-la no trabalho naquele dia, ela me contou tudo. O Martin tava felizão da gente ir, falou pra ficarmos tranquilos que lá não rolava nada que a gente não quisesse e blá-blá-blá, que a festinha ia ser na quarta daquela semana na famosa casa do Scalabrini do Martin (aposto com a Vane que mais de um leitor conhece essa casa e sua fama, talvez) e que era tipo um jantar com show erótico suave, esse era o programa. Minha resposta foi: ok.
Não sei como chegamos naquela quarta com a ansiedade que a gente tava. Eu tava nervoso e com um pouco de tesão, pra ser sincero, mas se vocês vissem a Vanessa como se arrumou e as calcinhas que ela experimentava, os sutiãs e lingeries, tudo indicava que não tinham me contado uma parte do plano.
Chegamos cedo, era umas 20h e tava bem frio. A Vane tava com uma saia bem curta que preenchia muito bem, salto alto, regata decotada com aqueles peitos que parecem que querem sair dali, e maquiada como uma rainha, tava gostosa pra caralho. O lugar era foda, uma casa de um playboy herdeiro, claro, e decorada como se fosse um pequeno Moulin Rouge em Buenos Aires. Tinha um palco tipo cenário na sala de jantar com algumas mesas e vários quartos espalhados pelos 3 andares da casa (pra quem conhece Villa Crespo, já deve saber). saber qual é, perto do Coto de Murillo).
Na entrada, uma garota abriu pra gente, que cumprimentou a Vane surpresa e meio sem graça, muito simpática, mandou a gente subir pro segundo andar, onde tem uma espécie de sala de jantar. Perguntei pra Vane: "Quem é essa?", e ela respondeu que era uma colega da mesma clínica onde trabalhava e que queria morrer de vergonha, não tava confortável.
Nos colocaram numa mesinha pra dois e ali a gente sacou a vibe do lugar, tudo mesa de casal, então já vão imaginando.
Num momento, chega o rei da noite, o senhor Martin, que com seu metro e oitenta e cabelão não passa despercebido nunca, ainda mais pra um cara comum como eu. Deu um beijo em cada um e falou pra Vane: "Finalmente!!!" num tom bem chamativo.
O jantar foi realmente agradável, uma mina que toca no Konex cantou uma música muito linda, tudo era perfeito. A gente começou a conversar com um casalzinho que tava atrás da gente até que, de novo, o grande anfitrião apareceu pra nos encantar com seu carisma e num momento fala pra Vane: "Você contou mais ou menos?", e a Vane ficou muda, e o filho da puta ri, levanta e fala: "Vou deixar vocês a sós". Isso continuou assim:
D: "Me contar?"
V: "Ah, idiota, vamos pra casa, tô me sentindo mal, não sei o que a gente tá fazendo aqui."
D: "Fala sério, Vane, nós dois sabemos o que a gente tá fazendo aqui."
V: "Sério, vamos pegar as jaquetas e..."
D: (peguei a mão dela) "Olha, você sabe que eu sou bem de sacar as coisas. A única coisa que quero que você saiba é que, se você curte isso, eu também curto, e que se amanhã a gente acordar e falar 'não dá mais', como tantas outras coisas que a gente mandou pro caralho, essa seria só mais uma."
A transformação na cara da Vanessa, amigos, me disse tudo que ia rolar naquela noite. Ela tava aliviada, feliz, eufórica, tudo junto.
Num momento, vejo o Martin passando atrás do palco e indo pro banheiro. Falei: "Vane, me dá a calcinha." "O quê??? Cê tá louco?" Olhei pra ela com carinha de cúmplice e falei: "Vane..."
Com muito cuidado, ela tirou a tanga sem ninguém ver, porque as mesas tinham toalhas bem compridas e o salão pós-jantar tinham escurecido, ela me olha e pergunta o que você vai fazer com isso? resolver um probleminha pra você, puta, foi minha resposta. Fui pro banheiro feminino, entrei e o vencedor da noite estava se penteando, me aproximei e falei: olha, Martin, não gosto de duas coisas: gente que volta atrás e a Vane ficar na vontade. Pega, isso é seu. A cara do Martin era daquelas pessoas que não acreditam no que tá acontecendo diante de algo inusitado, ele pegou e, bem nervoso, falou baixinho: "Tomara que eu esteja à altura". Saio andando, me viro e falo: a mesma coisa espero. Quando voltei pra mesa, a Vanessa tava descontrolada, puxou minha camisa com força e perguntou o que você fez?? Dei risada e tomei vinho, falei: Vane, vai se maquiar no banheiro que borrou o rímel. Com a piscada de olho, nem te conto como ela saiu pro banheiro, feito uma adolescente feliz indo receber um presente, nunca tinha visto ela tão eufórica. Os minutos eram de ferro, o tempo parecia não passar e a Vane não voltava, a pica ia explodir a essa altura, sou sincero. O clima já tinha me despertado um tesão que não consigo explicar, comecei a olhar outras mesas e de repente vem andando bem suave minha Vane, senta e ri, isso é demais: 😨 o que tinha no banheiro?? V: Chega D: Vaneeeeeeeeee V: Risos nervosos D: (abaixo a mão e toco a buceta que sabia que tava sem calcinha) Vane, olha como você ficou, o que aconteceu????????? (não consigo descrever o molhada que tava toda a área, a buceta era água e tinha uma temperatura que acho que nunca vi) V: Chega, tô com vergonha D: Me conta porque tô ficando louco, me conta tudo V: Quando fui pro banheiro, ao entrar, senti que me empurram e trancam a porta, me viram com força e era o Martin, me fez agachar e enfiou a pica na minha boca bem forte, me fez engasgar, e foi embora, tava com minha calcinha no bolso, filho da puta, você deu pra ele!!! 😨 haha (tudo era risada e tesão), beleza mas não esquece que são duas picas, não uma só (peguei na mão dela e fiz ela segurar minha rola bem forte)
V: chega, boludo, não aguento mais assim
😨 como a gente segue?
V: sei lá, ele falou pra gente ir pros quartos, mas não sei se dá
Vane não terminou de falar "não sei se dá", eu peguei na mão dela e falei: Vane, isso a gente decide junto!. Fomos andando até aquele corredor e o clima já mudava, luzes vermelhas bem fracas, gemidos, dava pra ver gente transando em orgias, era uma cena que juro, nem no site pornô mais pesado que você procurar vai ver tanto tesão.
Vane toma a frente e fala: vem, me leva que nem uma pipa até o último quarto e antes de entrar me olha e fala: tem certeza?, e minha resposta foi abrir a porta de uma vez e ver o que a gente encontrou.
Tinha uma cama King fantástica, e no meio o prêmio, na verdade o prêmio dela, Martin. A primeira coisa que me chama atenção é que Martin tá completamente pelado, o gelo já tinha quebrado então pra que mais protocolo, a segunda coisa que me chama atenção e me deu uma pontinha de raiva era a pica do meu rival, como eu falei no começo esses caras têm tudo, e sim, ele também tem uma pica de uns 20 cm, verdade que a gente não mediu mas isso quem podia contar direitinho era a Vane haha.
Como já tava tudo resolvido e a gente sabia o que tava fazendo ali, o que eu fiz foi ir pra um canto e começar a me despir, Martin tava olhando então decidi conduzir:
😨 e aí??, não queria chupar a pica do Martin??, não encheu tanto o saco pra isso? ali tá a pica do Martin, vê o que você faz
M: Vane, ajoelha (levanta da cama e vem andando até a Vanessa)
V: Chega, Martin
M: Ajoelha
😨 ajoelha, Vane
Não terminei de repetir o que Martin falou e a Vanessa pega na pica dele e começa a chupar com uma desesperação de uma puta bem bem tarada, tava irreconhecível, enfiava uma e outra vez aquela pica enorme cheia de veias na boca e se engasgava, mas eu decidi não ser um cuck passivo e automaticamente me joguei no chão entre As pernas dela.
A visão foi a melhor coisa que eu já vi na vida, ela tava com a buceta da minha mulher na boca e quando olhava pra cima via como enfiavam esse animal, esse pedaço de pau na boca dela sem controle, até que não aguentei mais, me levantei e falei pros dois: vamos pra cama.
Sentamos a Vane no meio de nós dois, um de cada lado, comecei a beijar ela e quando toco na buceta sinto os dedos do Martin, um dos dedos dele no cu e os outros brincando comigo no meio daquele mar de fluido vaginal.
Vanessa não aguentava mais, começou a pedir pra gente comer ela e eu falei pra ela ficar tranquila, que disso ela não ia escapar mas não era tão fácil, agora eu ia ditar as regras.
Uma condição foi vendar os olhos dela (se ela queria ser uma puta por uma noite, eu como marido tava disposto a dar), então o jogo era: ela abria as pernas bem abertas e a gente enfiava o pau na buceta dela, aí ela tinha que adivinhar quem de nós dois era.
Infelizmente ela nunca errou kkk, não tenho vergonha de dizer mas o Martin tem um pau impressionante, devemos ter passado umas 3 horas comendo ela, entre música, champanhe e algo mais o tempo pareceu pouco.
Não deixamos nada sem fazer, comemos ela pela buceta, pelo cu, fizemos dupla penetração, chupamos os dois paus juntos, o Martin chupava os peitos dela e beijava com uma força inimaginável até que no final eu falei: se despeçam, e deixei eles sozinhos por um tempo, me vesti e fui dar uma volta pela casa que já tinha pouca gente, deviam ser umas 4 da manhã.
Demorei e fui buscar ela pela última vez no quarto, mas com cuidado, não gosto de atrapalhar, e o que vi vou guardar até o último dos meus dias. O Martin tava comendo ela de quatro e ela já gemia de sofrimento de ter recebido pau sem parar por 3 horas, quando esse animal todo suado continuava empurrando e comendo ela sem parar, num momento ele fala: Vanessa, você vai me fazer gozar de novo. Uma vez, a Vane se vira de um jeito incrível, pega na pica dele, olha pra ele e diz: "tudo na boca". E foi assim, ela enfiou aquela pica enorme pela última vez naquela noite na boca dela, e da minha perspectiva dava pra ver a porra escorrendo pelos cantos da boca dela. Só faltava a volta pra casa, e a gente se despediu com o último diálogo:
😨 Você gostou de ser um depósito de porra hoje à noite?
V: haha, tá com ciúme???
😨 (freio o carro, pego o cabelo dela por trás e começo a beijar ela de um jeito que nunca tinha beijado, nunca beijei ela com tanta vontade e tão tesudo como naquela noite) Você tem gosto da pica do Martin.
Quando falei isso, foi como se ela acendesse de novo, ela arrancou minha calça e começou a chupar minha pica no meio da cidade, não parou até que de novo ela tinha a boca cheia de porra, mas pelo menos dessa vez era a minha!!!
V: Você também queria isso, filho da puta.
E assim, a gente voltou pra casa depois daquela noite. Hoje em dia, podemos dizer que começamos um caminho novo, mas sempre juntos, e sentimos que isso não tem fim.
Obrigado por nos lerem, saibam entender que a gente não é escritor, mas com a Vane queríamos compartilhar a experiência pra saber se vocês sentem a mesma vibe que a gente sente ou se somos os únicos malucos, haha.
Por enquanto, tudo que nos surge como casal é contar o que aconteceu. Com calma, vamos postar mais material, mas sempre com a Vane de acordo. E sobre candidatos, fiquem tranquilos que quando a gente fizer nossa busca por um terceiro, vocês vão ficar sabendo por aqui. Beijos pra todos.
12 comentários - A noite do Scalabrini com a Vane
No tengan dudas que algún poringuero va a ser el afortunado jaja, vamos a ir de a poquito.
Besos de los dos para todos.
Gracias por el relato tan detallado y caliente....
Ojalá haya mucho más....
Me vuelve loco tu Vane.
espero que por lo menos te cuenten o te avisen para verlo
Espero volverlos a leer.