Me obligo a dejarme chupar la pija

Trabalhando num hotel, de madrugada, chega um cara umas 3h da manhã, com uma reserva já feita. Faço o check-in e acompanho ele até o quarto, explicando como usar o elevador, os horários do café da manhã, etc. Quando abro a porta do quarto dele, explico que a senha do Wi-Fi tá no telefone, que se quiser ligar pra fora do hotel tem que apertar tal número pra ter linha, e qualquer coisa que precisar da recepção, é só ligar pra outro. Um discurso que eu já tinha decorado, que falava pra TODOS os hóspedes, chegassem a hora que chegassem, fossem homens ou mulheres. Aí ele me solta: "E por que eu precisaria da recepção às 3h da manhã?"... Fiquei mudo, só consegui dizer que ele poderia precisar da recepção a qualquer momento e que ligando naquele número evitava o trabalho de descer. "E pra QUALQUER COISA posso ligar pra recepção?" ele fala, já se pegando no pau. Aí já não deu mais pra mim (ele não era NADA meu tipo, e além disso, no meu trampo sou o mais sério e profissional do universo). Falo que pra qualquer coisa que ele achar que precisa ser resolvida por alguém da equipe e que ele mesmo não consegue resolver, e que vou embora porque tenho que continuar trabalhando, fechando a porta o mais rápido que pude. Maldita a hora que dei o número direto da recepção! ELE NÃO PAROU DE ME LIGAR por umas 1 hora seguida, pedindo pra eu ir, dizendo que tava com muito tesão, que ERA ÓBVIO que eu falei aquilo de precisar do recepcionista de propósito... Eu já não sabia mais como fazer ele parar. Até que ele fala que quer tomar banho e não sai água quente, o que era bem provável que fosse verdade, porque era algo que acontecia direto naquele hotel, ainda mais de madrugada, mas que geralmente se resolvia deixando a água correr um pouco, o que eu falo pra ele tentar. E ele diz que já tinha feito. "QUER VIR VOCÊ MESMO VER QUE NÃO TÔ MENTINDO? Porque eu preciso tomar banho. E se não puder tomar banho, vai ter que me dar outro quarto. Ou vou ter que ir pra outro hotel." No fim, depois de passar por um par De quartos vazios a testar a água e verificar que, de fato, saía fria (e eu não podia fazer mais que isso), acabei indo. O cara me recebe PELADO, e assim que ponho um pé pra dentro, ELE ME TRANCA e se joga em cima de mim, me espremendo na parede, me apalpando toda e querendo me beijar. A todo custo queria me abaixar a braguilha, desabotoar minha calça, e eu falava no tom mais firme, mas mais baixo que podia pra não acordar os outros, pra ele parar, que não tinha ido pra isso, que tava muito enganado, que eu tava trabalhando e não podia deixar a recepção sozinha, que me deixasse sair. "Você tá sozinho, quem se importa se você tá lá embaixo ou aqui comigo?" Falo que tem câmeras. "E quem vai olhar pra elas a essa hora? Vai, me come! Se você tá morrendo de vontade, desde que cheguei percebi!" A real é que podiam sim olhar. Um dos donos do hotel era bem viciado em ficar vendo as câmeras de madrugada e começar a ligar quando por algum motivo a gente não tava onde devia. Falei isso pra ele, mas nada o parava. Então, a única solução que me veio pra ele se acalmar foi dar o que ele queria. Assim, mudei o chip. "Beleza, se eu te der o que cê quer, cê se acalma?" Com a resposta positiva dele, negociei. Já tava duro (mesmo ele não me atraindo nem um pouco, a situação me deixava excitado pra caralho). "Vai, chupa!", falei. E ele se agarrou na minha pica como se a vida dele dependesse disso. Chupava com muita desesperação. E eu queria gozar rápido porque não queria ficar nem um segundo a mais ali. "Me come, cara, faz meu cu, que lindo fica esse terno, você é um puta gostoso!" ele fala. Eu NEM FODENDO ia comer ele. "Continua chupando, não tava morrendo de vontade de mamar minha rola? Vai, tira elas!" E assim, entre o jeito desesperado dele de chupar e minha vontade de gozar o mais rápido possível, em menos de 2 minutos enchi a boca dele de porra, o que fez ele ir lavar o rosto no banheiro. Aproveitei aqueles microssegundos que ele me deixou em paz pra guardar a pica como pude, pegar a chave da porta e fugir dali. Saiu desesperado pro corredor, ainda pelado. "VEM CÁ! ONDE CÊ VAI?? VEM ME COMER, NÃO ME DEIXA NA MÃO AINDA!", aos berros! Voltei e falei, com voz firme, mas já sem me importar tanto se iam me ouvir ou não: "Volta AGORA pro teu quarto, que tu vai acordar os outros, e eu tô TRABALHANDO, não me enche mais o saco, OK?". Por sorte ele voltou, e eu também voltei pro meu posto. Nem preciso dizer que ele ficou me chamando por mais um tempinho, até que acho que se acalmou e dormiu. Por sorte no outro dia ele foi embora.

1 comentários - Me obligo a dejarme chupar la pija