
Fala aí, galera!? Tô compartilhando esse contato aqui, tem um toque de fantasia, vou ser sincero. Espero que vocês curtam.

A mulher em questão se chama Cinthia (nome fictício), 39 anos, morena, gordinha gostosa, peitão e rabão, e uma boca de dar água na boca pra chupar pica. Começa o relato, amigos. Ontem à noite fui na quitanda. No fim da tarde, minha mãe quis fazer panqueca de verdura pro jantar, mas não tinha acelga. Aí ela me pediu pra ir na quitanda comprar acelga. Eu topei, vesti a jaqueta e saí pra comprar. Cheguei lá e, como quase sempre, tava a neta da quitandeira, uma mina morena de 39 anos, meio gordinha gostosa, peitão e uma bunda durinha e empinada. Ela sempre me atendia super simpática e educada, fazia algum comentário ou piada, pegava na minha mão ou passava a mão no meu braço e descia até embaixo, quase na cintura ou mais. Eu fazia de bobo, entrava na brincadeira e também tocava nela ou passava o braço pelas costas dela, ou, se ela tava perto de mim, "sem querer", quando a gente tava bem coladinho, ao apontar pra alguma fruta ou verdura, eu encostava num dos peitos dela ou deslizava a mão pela cintura, e até roçava a bunda dela. Ela ria, como se fosse algo casual, ou me tocava a perna perto da virilha, se abaixava de um jeito exagerado quando tava de legging bem justa, deixando à mostra as formas da buceta, com os lábios vaginais aparecendo, e claro, o rabo dela.




Continuávamos agachados pra catar a fruta ou verdura que ela pedia, eu de propósito pra que ela fizesse aquilo e me mostrasse a tanga que tava usando na hora. Coisa que ela fazia sem problema nenhum e me olhava como quem esperava meu comentário, eu falava: "linda a fruta, boa qualidade, valeu" — ela respondia e mexia as pernas, e abria um pouco mais pra mim, só pra melhorar a vista. Eu colocava a sacola na frente da minha pica porque ela me deixava duro, aí ela se aproximava e dizia: "vou colocar a verdura na sua sacola", e aproveitava pra roçar minha pica com a parte de cima da mão dela.




Reia, me olhava e dizia, com as mãos bem apoiadas no meu pau, "gosto, gosto, tamanho grande", ria, não ligava se tinha mais clientes, falava e soltava qualquer besteira pra despistar os outros. Eu deixava a bolsa na minha frente, porque às vezes ficava de pau duro e não queria passar vergonha. Mas ontem à noite estávamos sozinhos, e ela já estava fechando a quitanda, me cumprimentou com um beijo e, depois de dizer que já tava quase fechando, me perguntou o que eu queria. Falei "me dá acelga", como ela não ouviu, ela usava uma saia curta, uma blusa branca e um pulôver preto de lã que deixava a blusa branca transparente, e ao mesmo tempo a blusa deixava ver um sutiã sexy preto. Ela se abaixou pra pegar a acelga, e abrindo um pouco as pernas me mostrou a buceta linda dela, usava uma calcinha fio dental violeta bem sexy, que mal cobria a ppk, e enquanto tirava a acelga mexia a bunda. Continuou agachada e mexendo a cabeça na minha direção, balançando a bunda me perguntou quanto eu queria e qual era minha cor favorita. Eu falei "vermelho" e que a simpatia dela me causava uma coisa deliciosa. "Obrigada", disse, se aproximou, pediu pra eu abrir a bolsa, e colocou a acelga dentro, tocando meu pau com as mãos e me masturbando. "Mmm, que pepino gostoso e grande, que vontade de jantar pepinos." Eu, de todas as cores, perguntei o preço, "mmm, vamos ver, 27 reais", dei uma nota de 50 reais, "uuh", ela disse, "não tenho troco pra te dar". Se aproximou e colocou o dedo médio, tocando meu pau, e com a outra mão segurando a cabeça do pau e acariciando com as pontas dos dedos, disse "não tenho troco, mas tive uma ideia: te chupo em troca, e pelo preço não se preocupa, me paga amanhã. O que acha?" "Mmm, tá bom", falei, "ok", tirei a bolsa, ela pegou minha mão e me levou pro fundo, pro banheiro. Fechou a porta, me beijou na boca, meu pau já tava bem duro, e enquanto me apalpava, continuou me beijando na boca, eu tocava os peitos dela por baixo do pulôver, beliscava os biquinhos e tinha minha mão dentro da ppk dela. Ela tava meio peluda, mas sem ver, notei que tava depilada de forma. Perfeita, use a palavra: buceta. Ela estava encharcada, continuava gemendo, me pediu para parar, foi fechar a verdureira e voltou, se abaixou, abriu meu cinto, desabotoou minha calça, passou as mãos no meu pau sem tirá-lo ainda, apertou ele com as mãos e com a outra apertou minhas bolas, suave mas firme. Tirou ele da cueca, olhou, mmmm disse, vou comer um pepinão, comprido e bem formado, colocou ele devagar e lentamente na boca, e apertou com ela a cabeça do meu pau, abria e fechava a boca, mordia, apertava, e massageava minhas bolas, começou bem devagar, mas acelerava, e me chupava cada vez mais rápido. Levantou a blusa, me mostrou os peitos, brancos, com lindos mamilos marrons, grandes e pontudos. Se levantou, me disse: chupa eles, morde, faz o que quiser, e pegou minha cabeça e empurrou contra os peitos dela. Isso, isso, chupa, morde, são teus. E ela tinha meu pau nas mãos, me fazia uma punheta rápida e excelente, rápida, forte, eu a segurava como se tivesse medo de perder. Ela afastou minha cabeça, se abaixou e colocou meu pau inteiro de novo na boca, senti a garganta dela, ela engasgava, tossia, se afogava, mas chupava ele todo inteiro na boca. Que comprido, quanto mede? Hahaha, eu ri. Ela continuou chupando, lambendo, desceu pras minhas bolas, comeu, beijou, quase arrancava com a boca. Sério, não consigo colocar ele todo na boca, me engasgo, quanto mede? Falei: um pouco mais de 19cm. Uau, maldito, como você anda com isso por aí e se faz de bobo? Você vai ver. Continuou chupando, pulsando, mordia a cabeça do meu pau, raspava com os dentes, colocou minhas bolas na boca, apertava e mexia com a boca e a língua, enquanto me punhetava muito rápido e apertado. Soltou minhas bolas, colocou a cabeça do pau na boca e começou a sugar e apertar com tanta força e habilidade que me deixou a ponto de gozar. Falei isso como pude entre gemidos, ela tirou da boca e disse: preciso tomar leite, o médico mandou. Então passou a ponta da língua na minha uretra de novo, lambeu muito, muito rápido, e disse: me dá todo seu leite, vou tomar. Colocou ele na boca, apertou a cabeça do meu pau. Com ela, chupei e com a língua dela, ela percorreu a cabeça do meu pau até que eu não aguentei mais. Aaah, falei: vou gozar. Mmm, mmmmm. E sem soltar meu pau, ela movia a cabeça pra cima e pra baixo, e eu naquele instante gozei, comecei a jorrar muito, muito leite. Mmm, mmm, parecia que não acabava mais de gozar na boca dela. Mmm, mmm, ela apertou minhas bolas e tirou meu pau da boca dela, abriu bem grande pra me mostrar o leite na boca dela. Com os dedos, limpou e colocou o leite que tinha pra fora, e engoliu. Tudo, tudo. Mmmm, que delícia, ela exclamou. Pegou meu pau de novo e lambeu até que ficasse totalmente limpo. Ela se levantou, guardou meu pau dentro da cueca, fechou meu zíper, me deu um beijo na bochecha e me levou até onde estava a bolsa. Me entregou, abriu a porta, me beijou de novo e disse que esperava que acontecesse de novo. Sem mais, se despediu e eu voltei pra casa.



Amigos, é isso aí, desculpem pelo textão, espero que tenham gostado. E se não foi, sem problema, descansem aí e se cuidem muito.
3 comentários - Minha experiência com a verdureira gostosa