Depois da experiência que não deu muito certo no estacionamento do supermercado, minha esposa não ficou totalmente satisfeita. Até que a gente tinha realizado aquela fantasia, mas não tinha transado direito naquela tarde, e por isso não conseguiu fechar aquele ciclo, digamos.
Depois de algumas semanas, ela me disse que queria tentar de novo pra ver se dessa vez a coisa dava certo. E quando perguntei com quem ela queria fazer — se com o Sergio (o cara que a gente tinha encontrado naquele dia no supermercado) ou com outro — ela respondeu um sonoro "outro". Da minha parte, não tinha problema que fosse com outro, porque, pra ser sincero, aquele cara não me caiu muito bem. O problema era fazer a situação rolar, porque também não é fácil encontrar candidatos num supermercado e ainda convencê-los a fazer no estacionamento.
Mesmo assim, a gente se virou e foi numa sexta à tarde de novo naquele hipermercado pra ver se minha esposa "pescava alguém". Fizemos igual da outra vez, ou seja, nos separamos, mas dessa vez a gente já sabia o que estava procurando. Então, fiquei o tempo todo de olho na situação, e até já tínhamos um papo meio ensaiado caso ela encontrasse um candidato.
Naquele dia, minha esposa se vestiu pra matar. Ela usava uma legging high (acho que é assim que chama), branca, que entrava na bunda dela de um jeito absurdo, salto alto pra valorizar as pernas e a raba, e uma regata curta que deixava a bunda dela bem à mostra. Óbvio que com esse visual todo mundo olhava pra ela — era impossível não olhar — mas ninguém chegava pra puxar conversa, mesmo ela seguindo vários candidatos com o olhar, dando abertura.
Eu, de vários metros de distância, seguia cada passo da minha esposa. Depois de um tempo, sem ninguém dar bola pra ela ou ter coragem de chegar junto, ela começou a ficar meio nervosa e desiludida. Em dado momento, uma mulher entre 45 e 50 anos se aproximou dela e começou a conversar. No começo, não dei muita importância, parecia mais um atrapalho do que outra coisa, mas eu me enganei, e feio. No começo, notei a Mica bem nervosa com a conversa, que durou uns 5 minutos no máximo. Num instante essa mulher foi embora e minha esposa ficou paralisada, imóvel vendo aquela mulher indo pra outros corredores. Num momento ela começou a olhar pra todo lado me procurando, e quando me viu, veio direto pra mim.
Mica: você não sabe o que aconteceu!!!
Eu: o quê? O que aquela mulher te disse?
Mica: não, não, sério, você vai morrer!! hahaha... vamos que te conto no caminho pra casa.
Não compramos nada e fomos direto pro carro. No trajeto até entrar no carro, minha esposa olhava pra todo lado, meio desesperada, mas sorrindo ao mesmo tempo. Eu tava intrigado pra caralho sobre o que tinha acontecido.
Entramos no carro e eu falei "me conta logo". Minha esposa disse que aquela mulher falou que éramos muito lindos nós dois, que tinham nos visto desde que entramos e que a gente tinha chamado a atenção deles.
Quando perguntei "de quem a gente tinha chamado a atenção", ela respondeu que era daquela mulher e do marido dela.
Continuando a conversa que tiveram, essa mulher disse que eles eram swingers, e que pela nossa atitude a gente com certeza também era, que era óbvio que estávamos procurando gente no supermercado.
Eu não acreditava, a gostosa tinha nos descoberto bonitinho, mas o que veio depois foi ainda mais estranho. Ela disse que tinha convidado nós dois pro dia seguinte (sábado) pra ir num bar tomar algo, que iam se encontrar com outros 3 casais de amigos com quem fazem trocas e que adorariam que a gente fosse também, óbvio sem compromisso nenhum, só pra conversar e tomar uns drinks (era um bar normal pra caralho pra onde nos convidaram, não era uma casa de swing, então também não era nada estranho ou absurdo).
A primeira reação que tivemos foi rir e levar o convite na brincadeira, mas depois de um tempo nós dois começamos a nos interessar pela proposta, era algo novo, digamos, e com a falta de socialização por causa da pandemia, não soava tão mal, pelo menos pra conhecer gente. Novidade, e minha esposa também achou eles muito educados e boas pessoas. Depois de pensar um pouco, falamos: "vamos ver qual é a dessa parada, se não gostar, a gente vaza e pronto".
Naquele sábado, no fim da tarde, fomos ao tal bar. Depois de observar um pouco de longe, vimos a mulher que tinha falado com a Mica no supermercado, e era verdade: estavam com outros 3 casais, todos na mesma faixa de idade (entre 45 e 50 anos), bem vestidos, boa aparência, e dava pra ver que também estavam em boa forma física.
Meio receosos, fomos nos aproximando da mesa onde estavam, até que essa mulher nos viu e se levantou pra nos receber. Ela nos cumprimentou super educadamente e nos convidou pra sentar na mesa com o resto. A gente topou, e ela foi nos apresentando um por um. Todos muito educados também, pareciam gente boa.
No começo, a conversa era normal, tipo de amigos. Eles perguntavam umas coisas da nossa vida e contavam um pouco da deles: trabalho, família, viagens, enfim, papo de amigo, nada sexual naquele momento, o que nos deixou bem mais tranquilos. Todo mundo era muito gente boa, e com o tempo e o álcool, a conversa foi ficando cada vez mais descontraída e divertida também.
Em dado momento, uma das mulheres, numa dessas histórias engraçadas e sem perceber, começou a contar de uma vez que foram a uma balada SW em Miami, mas na hora se segurou e parou de contar porque a gente tava ali. Era como se não soubessem que a mulher que nos convidou já tinha dito que eles eram swingers (ou então ela não quis ser grossa, sei lá).
Nisso, a mulher que nos convidou falou: "pode contar tranquila, eles sabem do nosso estilo de vida. Não incomoda vocês, galera?", perguntou pra gente, e a gente respondeu que tava tudo bem, zero problemas. A outra mulher continuou a história, que era uma besteira sobre um cara de lá, nada demais, mas serviu pra afrouxar" um pouco os assuntos da conversa.
Quem assumiu o controle da conversa depois foi minha esposa, que começou a perguntar pra eles, sempre que eles quisessem responder, claro, sobre várias questões da vida sexual deles, sobre SW, etc. No começo, eles respondiam com algumas evasivas, até que nessa troca de perguntas e respostas, a Mica contou que, embora a gente não praticasse swing, a gente tinha um relacionamento aberto e transava com outras pessoas. Isso pareceu ser o pontapé pra gente conversar de forma muito mais relaxada e profunda sobre os assuntos. Minha esposa até contou várias "aventuras" que a gente teve, umas que deixaram eles de boca aberta, mas interessados e meio tesudos. Dava pra ver que, entre as risadas, o tesão começava a pegar em todo mundo, inclusive na gente dois.
Já tendo jantado e bebido bastante, o bar estava fechando e a mulher que tinha nos convidado (Luciana) foi ao banheiro (normal, digamos), mas na hora os celulares de todo mundo na mesa tocaram. Foi muito na cara que a Luciana tinha mandado uma mensagem, porque os celulares tocaram todos juntos, e eles responderam com diferença de poucos segundos.
A gente ficou meio sem graça com aquilo, era óbvio que estavam falando da gente, não sabíamos se bem ou mal.
Quando a Luciana voltou do banheiro, teve uns sinais e olhares entre eles, e foi ela quem tomou a palavra. Ela disse que, como o bar tava fechando e ainda era cedo, iam pra casa de um deles beber mais um pouco, e perguntou se a gente queria ir junto. Não só sem compromisso de ir, mas que a gente podia ir embora quando quisesse. Falou que não costumavam convidar casais que acabaram de conhecer, mas que a gente tinha caído muito bem, e reforçou que não queria que a gente levasse a mal o convite. A gente precisava de privacidade pra conversar, obviamente, então eles disseram que iam até a esquina bater um papo por uns minutos, que estávamos lá em 5 minutos se quiséssemos (a conta já tinha sido paga pela Luciana quando foi ao banheiro).
Eu e a Mica ficamos pensando no que fazer, eram uns completos desconhecidos, mas ao mesmo tempo pareciam gente boa e, além disso, com as conversas picantes e o álcool, estávamos meio excitados os dois. Decidimos ir, afinal estávamos no nosso carro, e se não gostássemos do bairro, da casa, da situação, a gente vazava e pronto. Nos encontramos na esquina com eles, que sorridentes nos passaram o endereço e os números de telefone deles pra qualquer coisa.
No caminho, estávamos meio nervosos, embora não fosse a nossa primeira vez, geralmente é na nossa casa, sob nosso controle ou na nossa zona de conforto. Chegamos na tal casa, olhamos e os carros deles estavam lá. O bairro era muito bonito, e a casa também, não parecia suspeita, embora a gente nunca saiba o que pode rolar lá dentro.
Já dentro de casa com todo mundo, continuamos bebendo um pouco mais, nada demais, e a música estava num volume bem baixo, era como continuar no bar, porque as conversas eram basicamente as mesmas, embora fossem ficando cada vez mais picantes, isso sim. Em certo momento, a dona da casa colocou uma música mais animada e num volume maior e sugeriu dançar um pouco, se divertir. As primeiras que se aproximaram dela foram as mulheres, e chamaram a Mica pra se juntar, o que ela fez.
Elas dançavam normal, nada sexy, pornô, nem nada do tipo, mas estavam se divertindo. Depois de um tempo, nós homens entramos também e, embora eles dançassem não com os respectivos parceiros, mas trocados, conosco não falavam nada, ou seja, eu e a Mica dançávamos juntos. A verdade é que todo mundo era muito divertido e acho que isso fez a gente se soltar rápido, não sei se foi minha esposa ou eu, ou os dois ao mesmo tempo, que nos integramos a eles e começamos a dançar trocados. Já começava a ter uns amassos entre eles, mas conosco de novo nada, eles nos respeitavam, ou esperavam a gente dar o primeiro passo talvez, e quem mais Rápido, tomei a iniciativa, foi minha esposa que começou a dançar mais colada com o cara que tava com ela, inclusive entre uma volta e outra passava a bunda na virilha dele.
A mulher que tava comigo naquele momento fez o mesmo e começou uma esfregação, suave, mas esfregação pra caralho. Com o passar dos minutos, o álcool e as diferentes parcerias de dança, a coisa começou a ficar mais quente, alguns até já tinham começado a se beijar. Nisso, a Luciana pegou eu e a Mica e nos levou um pouco afastados da festinha.
Ela disse pra gente que se quiséssemos ir embora, era a hora, até porque podíamos fazer isso quando quiséssemos, mas que agora a coisa ia esquentar mais e ia terminar em sexo, obviamente. Eu e a Mica nos olhamos e falamos quase ao mesmo tempo "a gente fica" (os dois queriam transar, távamos muito excitados e à vontade com eles), mas a Luciana nos segurou e disse que queria explicar mais uma coisa, porque talvez não fosse o que a gente procurava. Ela disse que naquela noite tinham planejado um gangbang, e perguntou se a gente sabia o que era. Respondemos que sim, mas falamos que seria mais uma orgia, se pá, e não um gangbang. Mas ela disse que não e explicou por que ia ser um gangbang.
Aí sim ficamos de boca aberta, mas excitados. Ela explicou que a temática da noite era que uma das mulheres transava com todos os homens ao mesmo tempo, menos com o parceiro dela, e que o homem transava com todas as mulheres ao mesmo tempo, mas sem a parceira dele. A gente começou a rir, era uma ideia muito doida, e a Luciana entendeu que não queríamos fazer, então disse pra gente ir embora se quiséssemos, que outro dia nos convidavam pra algo mais "normal", tipo uma troca de casais convencional, mas que já tinham planejado assim e a gente caiu de paraquedas, não tinham pensado em nos chamar.
Eu e a Mica nos olhamos e, sorrindo, falamos "a ideia é boa, a gente gosta", dissemos pra Luciana, que, surpresa, começou a rir. "E como eles escolhem o casal homenageado, digamos" perguntamos. Ela nos disse que geralmente giram a garrafa e quem é escolhido, é escolhido. Era uma parada bem louca, mas estava bem pensada mesmo, e quando estávamos prestes a nos juntar de novo, Mica disse: "E por sermos novos, não podemos ter algum privilégio?" Luciana olhou pra ela e no começo ficou desconcertada, mas sacou na hora e disse pra minha esposa: "Vocês querem ser o casal sortudo?" Mica respondeu que sim, e Luciana disse que tinha que colocar em votação com os outros.
Quando chegamos de novo na festa, a parada já tava bem mais descontrolada, não tinha só beijo não, já tavam se apalpando pra caralho alguns. Quando nos viram reaparecer, sorriram como se estivessem felizes, e Luciana abaixou um pouco a música e disse que a gente tava se juntando e que a gente tinha pedido se podia ser o casal sortudo da noite.
Eles começaram a se olhar e fizeram sinais de aceitação pra nossa proposta, e Luciana (a bocuda oficial do grupo) disse que aceitavam nossa proposta.
As mulheres foram pra outro quarto se preparar e com os homens ficamos naquele lugar conversando. Me perguntaram educadamente se eu tava de acordo e quais eram os limites, não queriam fazer nada que a gente não quisesse.
Eu disse que o que a Mica quisesse, que ela com certeza pedia, a única coisa que a gente não curte é mijar e essas paradas, e eles responderam que também não gostam disso, então tava tudo certo.
Eu perguntei sobre as esposas deles e eles disseram a mesma coisa, até um riu e falou: "elas vão te estuprar, mano, são umas feras, ainda mais com os novatos", e todo mundo caiu na gargalhada.
A gente tava ali sem fazer muito além de continuar bebendo de boa, quando aparece a dona da casa (Andrea), vestida estilo madame, toda de preto, com ligas, salto, etc, e dá um beijinho em cada um de nós e começa a nos despir. Me deixou por último e, verdade seja dita, me apalpou mais que os outros, eu era o novato, e Além disso, eu ia ser a presa delas, então já estava me sondando, a gostosa. Era uma puta (no bom sentido) a gostosa, te esquentava só de olhar com aquela cara de safada.
Já todos pelados, a Andrea diz: "Bom, galera, a senhorita já está esperando vocês e muito ansiosa, tratem bem dela que é um amor." Os caras me olharam como se pedindo permissão (embora não precisassem) e, com meu sinal de que estava tudo bem, saíram disparados ao encontro da minha esposa.
Agora só com a Andrea, ela me fala: "Você quer ver ou prefere ficar aqui e a gente te busca depois, amor?" Eu respondi seco: "Vamos", e, me pegando pela mão, ela me levou bem devagar até o quarto onde eles estavam.
Quando entrei, era evidente que aquele quarto estava preparado para encontros sexuais e também em grupo. Tinha uma cama redonda grande, espelhos por todos os lados, luzes ambientes e vários sofás espalhados. Era como um hotel, mas montado dentro de uma casa e de primeira.
Assim que entrei, me fizeram sentar num dos sofás grandes e aí pude observar um pouco mais de perto o que estava rolando. Minha esposa estava de pé e rodeada pelos 4 caras, sendo acariciada e apalpada, de forma suave mas profunda, enquanto todos iam beijando ela.
Ver aquela situação já me deixou a mil, e a excitação aumentou ainda mais quando a Mica percebeu que eu estava ali e começou a me olhar fixo com cara de prazer enquanto era "tomada" por aqueles caras.
Por sua vez, as esposas sentaram comigo e, embora olhassem a cena, lentamente começaram a me tocar e dar uns beijos. Quando olhei para elas com mais atenção, vi que todas estavam com roupas sexy, seja cinta-liga, baby doll ou lingerie. A única que estava completamente nua era a minha mulher, nem a calcinha fio dental tinham deixado.
As mulheres me faziam focar na minha esposa, que nessa altura já estava ajoelhada no meio da roda de caras, chupando um pouco cada um, situação que também não durou muito porque levaram ela para a cama e deitaram ela. De barriga pra cima, começaram a chupar ela por todos os lados. A Mica tinha quatro línguas chupando o corpo inteiro dela e se contorcia de prazer, dava pra ver que ela tava extremamente excitada e gostosa. Aos poucos, foram beijando ela em todo lugar até que apareceu uma pica apontando pra boca dela, que foi rapidamente engolida pela minha esposa enquanto ela continuava recebendo sexo oral dos outros três, que foram se revezando um tempo em cada lado.
Eu, que continuava sentado assistindo aquele puta filme, de vez em quando recebia um carinho, uma apalpada ou uma chupada de pica das esposas dos caras, embora não precisasse de nada pra manter a pica duríssima — só ver minha esposa já bastava pra me deixar com tesão.
A Mica não aguentava mais, dava pra ver na cara dela, mas os caras continuavam excitando ela com beijos, até que foi ela quem disse "me come"... ela falou no ar, não pra ninguém em particular, queria ser penetrada na hora, não aguentava mais de tanto tesão.
Com aquele sorriso típico de satisfação quando é a mulher que pede aos berros pra ser comida, um deles se deitou em cima da minha esposa e começou a penetrar ela devagar na posição de missionário. Os outros só olhavam, esperavam tranquilos pela vez deles.
Dava pra ver que o cara tava dando uma boa fodida na minha esposa, que abraçava ele com as pernas e gemia igual uma louca, acho até que ela teve uns dois orgasmos, leves mas orgasmos mesmo assim.
O que primeiro penetrou ela largou o lugar pra outros aproveitarem minha esposa, que feliz da vida abraçava eles de novo com as pernas enquanto eles bombavam e bombavam.
Que loucura, estavam fodendo a Mica como nunca antes, dava pra ver na cara de perdida dela que os caras eram experts e tiravam orgasmo atrás de orgasmo, e digo experts porque nenhum tinha uma pica descomunal, eram todas normais, não pequenas, mas também não impressionantes, simplesmente sabiam como usar elas, evidentemente, porque nunca tinha visto minha esposa assim.
Nessa altura, a Mica já tava mais que entregue e podiam fazer o que quisessem com ela. quisessem. Colocaram ela de quatro e agora começaram a se revezar pra meter por trás, embora vaginalmente por enquanto, enquanto os outros ofereciam seus paus pra minha esposa, que chupava com gosto e loucura. Agora sim isso estava se transformando num gangbang de verdade, mas faltava um pouco mais.
Estando atrás da Mica, o marido da Luciana, ela se aproximou pra ver de perto a situação e, acariciando as nádegas da Mica, disse ao marido: "olha que bundinha linda!!! Tá gostando da nova convidada, amor?" O cara, concentrado em foder a Mica, só respondia que sim, com um tom de paixão.
A Luciana, que continuava ali vendo em primeiro plano como penetravam minha esposa, molhou um dedo e devagar o introduziu no cu da minha esposa, que não só deixou entrar sem problemas, como a Mica soltou um gemido de prazer incrível.
"Quer que te comam por essa bundinha divina?" disse a Luciana pra minha esposa, que só respondeu um sonoro SIM, como se estivesse entregue e desejosa de ser fodida de novo, sodomizada, ou o que fosse, tava perdida, só queria que a macetassem por onde quisessem.
O marido da Luciana começou a dilatar ela um pouco, coisa que não foi difícil porque a Mica queria um pau já no cu, e ainda deixou claro quando disse "mete, mete".... ela tava pedindo, quase implorando pra enfiarem no cu dela imediatamente, o que aconteceu.
O marido da Luciana se ajeitou um pouco e começou a enfiar de quatro no cu da minha esposa, sob o olhar atento dos outros caras e das esposas deles, ninguém fazia nada, só a Mica que colocava a bunda e o cara que começava a penetrá-la.
Já enterrado por completo o pau do cara no cu da minha esposa, ele começou a bombar cada vez mais forte e fundo. A Mica, por sua vez, tava alucinada e pedia aos gritos que a fodesse mais forte e ainda procurava enfiar os outros paus na boca.
Eu continuava observando como passavam de um pro outro o cu da minha esposa, e falei já meio doido: "faz uma dupla nela, ela morre de vontade", e um dos caras me Respondeu "calma, já vamos fazer ela, fica tranquilo"...
Os veteranos pareciam ter tudo sob controle, queriam curtir a bunda da Mica por um tempo e depois iam encher ela de pica, obviamente.
As esposas já não só observavam, mas se tocavam, ou se aproximavam de mim e me chupavam ou beijavam, estavam todas tesudas vendo os maridos arrebentarem minha esposa, mas sabiam que tinham que esperar a vez delas.
Depois que todos passaram pela buceta da minha esposa, decidiram fazer uma boa dupla penetração. A primeira posição foi a clássica, ou seja, minha esposa por cima de um, sendo penetrada na buceta, e por trás se revezavam pra meter no cu dela, mas depois que todos passaram por trás, viraram ela e agora quem estava deitado era o que metia no cu dela enquanto os outros passavam um por um na buceta dela.
Mesmo eu achando que a posição clássica era a que minha esposa mais gostava, nessa posição invertida arrebentaram ela de um jeito, nem sei quantos orgasmos ela teve, mas já não respondia nem se mexia, só se deixava foder e tinha orgasmo atrás de orgasmo violento. Ela estava deitada de barriga pra cima em cima de um deles que metia no cu dela, e os outros abriam as pernas dela e davam uma fodida incrível.
Essa bagunça terminou quando minha esposa, depois de um bom tempo, começou a pedir por gozo desesperadamente, não sei se queria tanto ser cheia de porra ou se não aguentava mais e queria acabar.
Os caras atenderam, colocaram ela de barriga pra cima na cama e um por um foram passando na posição papai-e-mamãe, alguns metiam na buceta dela e outros no cu, mas todos fizeram a mesma coisa no final: quando estavam prestes a gozar, tiraram a camisinha e encheram o corpo da Mica de porra. Todos gozaram entre os peitos dela e na boca ou no rosto. Ela ficou largada na cama, destruída e banhada em porra fresca dos peitos até o rosto.
As esposas dos caras disseram que agora era a vez delas e saíram disparadas na minha direção. Começaram a me apalpar com vontade, até meio violentas. Estavam desesperadas e "brigavam" pra chupar minha pica um pouquinho cada uma. Parecia que iam me estuprar, como um dos maridos tinha dito antes.
Eu interrompi aquele frenesi de boquetes que tavam me dando (porque iam me fazer gozar na hora senão) e mandei elas deitarem na cama, o que fizeram bem rápido e de boa.
Uma por uma, comecei a abrir as pernas delas e praticamente enfiar minha cara nas bucetas delas. Literalmente comi a buceta de cada uma por um tempo, e óbvio que elas não negavam nada, pelo contrário, pediam mais e mais, tavam muito molhadas e loucas, dava pra ver que tavam gostando também.
A coisa seguiu com penetrações em cada uma em posições diferentes, papai-e-mamãe, de quatro, de lado, mas de vez em quando eu parava e dava oral, era impossível manter um ritmo constante de penetração e satisfazer todas. Por sorte, e porque eu não conseguia dar pra todas ao mesmo tempo, elas se chupavam entre si ou se masturbavam pra manter o ritmo, e eu não precisava penetrar muito tempo pra fazer elas gozarem, senão teria sido impossível, por mais esforço que fizesse.
Nessa altura, minha esposa já tinha se recuperado e tava observando, junto com os caras que tinham acabado de comer ela direito, sentada no sofá de onde eu olhava pra ela. Cada vez que eu olhava, via na cara dela o tesão que tava sentindo, suponho, por me ver comendo 4 mulheres e cercado por 4 caras com a pica dura de novo.
Como falei antes, eu não aguentava mais, já tava há mais de 40 minutos metendo nessas 4 mulheres lindas e avisei que ia gozar, e elas saíram disparadas pra se ajoelhar uma do lado da outra, com a intenção clara de eu gozar na boca delas.
Fiquei na frente delas e bem rápido começaram a fazer um boquete monstruoso todas juntas.
Não sei como fizeram, mas só com as línguas e quase sem enfiar minha pica na boca, me fizeram gozar pra caralho e terminei esguichando porra pra todo lado, nem sei onde caía. não conseguia comandar nada, eram elas que mandavam na situação.
Pelo pouco que consegui entender da parada, caiu um pouco de gozo pra cada uma, embora também tenham começado a se beijar e passar língua uma na outra, compartilhando o esperma, digamos. Era lindo o quanto elas eram umas putas, o tesão de ver 4 mulheres saboreando meu gozo enquanto minha esposa assistia sentada junto com os maridos delas era impressionante.
Eu me deitei na cama pra descansar, não aguentava mais, e o dono da casa perguntou o que queríamos beber. Pedi água, mas as esposas e a minha mulher pediram champanhe, queriam continuar a farra, evidentemente, e foi o que aconteceu.
Já com as taças, brindaram, e o sexo começou de novo, mas agora era "livre", digamos, ou seja, qualquer um comia qualquer um (sempre hétero), todo mundo trocava de maridos e esposas, inclusive a Mica, que por enquanto estava sobrando, digamos, também foi atendida e com gosto.
Depois de um tempo, já recuperado, entrei na festa, óbvio, e passei por todas as mulheres do quarto, até fizemos dupla penetração em algumas com outro cara. Era uma bagunça linda, uma orgia de verdade, um puta descontrole total.
A farra durou umas horas e várias gozadas depois, já todos exaustos, nos convidaram pra dormir lá. Já passava das 4 da manhã, e estávamos destruídos, então ficamos. Todo mundo ia dormir lá também, e pareciam boas pessoas; se quisessem fazer algo estranho, já teria acontecido.
No dia seguinte, tomamos café da manhã todos juntos como se nada tivesse acontecido e voltamos pra casa com minha esposa, não sem antes sermos convidados pra próximas "reuniões", nas quais com certeza vamos participar.
Depois de algumas semanas, ela me disse que queria tentar de novo pra ver se dessa vez a coisa dava certo. E quando perguntei com quem ela queria fazer — se com o Sergio (o cara que a gente tinha encontrado naquele dia no supermercado) ou com outro — ela respondeu um sonoro "outro". Da minha parte, não tinha problema que fosse com outro, porque, pra ser sincero, aquele cara não me caiu muito bem. O problema era fazer a situação rolar, porque também não é fácil encontrar candidatos num supermercado e ainda convencê-los a fazer no estacionamento.
Mesmo assim, a gente se virou e foi numa sexta à tarde de novo naquele hipermercado pra ver se minha esposa "pescava alguém". Fizemos igual da outra vez, ou seja, nos separamos, mas dessa vez a gente já sabia o que estava procurando. Então, fiquei o tempo todo de olho na situação, e até já tínhamos um papo meio ensaiado caso ela encontrasse um candidato.
Naquele dia, minha esposa se vestiu pra matar. Ela usava uma legging high (acho que é assim que chama), branca, que entrava na bunda dela de um jeito absurdo, salto alto pra valorizar as pernas e a raba, e uma regata curta que deixava a bunda dela bem à mostra. Óbvio que com esse visual todo mundo olhava pra ela — era impossível não olhar — mas ninguém chegava pra puxar conversa, mesmo ela seguindo vários candidatos com o olhar, dando abertura.
Eu, de vários metros de distância, seguia cada passo da minha esposa. Depois de um tempo, sem ninguém dar bola pra ela ou ter coragem de chegar junto, ela começou a ficar meio nervosa e desiludida. Em dado momento, uma mulher entre 45 e 50 anos se aproximou dela e começou a conversar. No começo, não dei muita importância, parecia mais um atrapalho do que outra coisa, mas eu me enganei, e feio. No começo, notei a Mica bem nervosa com a conversa, que durou uns 5 minutos no máximo. Num instante essa mulher foi embora e minha esposa ficou paralisada, imóvel vendo aquela mulher indo pra outros corredores. Num momento ela começou a olhar pra todo lado me procurando, e quando me viu, veio direto pra mim.
Mica: você não sabe o que aconteceu!!!
Eu: o quê? O que aquela mulher te disse?
Mica: não, não, sério, você vai morrer!! hahaha... vamos que te conto no caminho pra casa.
Não compramos nada e fomos direto pro carro. No trajeto até entrar no carro, minha esposa olhava pra todo lado, meio desesperada, mas sorrindo ao mesmo tempo. Eu tava intrigado pra caralho sobre o que tinha acontecido.
Entramos no carro e eu falei "me conta logo". Minha esposa disse que aquela mulher falou que éramos muito lindos nós dois, que tinham nos visto desde que entramos e que a gente tinha chamado a atenção deles.
Quando perguntei "de quem a gente tinha chamado a atenção", ela respondeu que era daquela mulher e do marido dela.
Continuando a conversa que tiveram, essa mulher disse que eles eram swingers, e que pela nossa atitude a gente com certeza também era, que era óbvio que estávamos procurando gente no supermercado.
Eu não acreditava, a gostosa tinha nos descoberto bonitinho, mas o que veio depois foi ainda mais estranho. Ela disse que tinha convidado nós dois pro dia seguinte (sábado) pra ir num bar tomar algo, que iam se encontrar com outros 3 casais de amigos com quem fazem trocas e que adorariam que a gente fosse também, óbvio sem compromisso nenhum, só pra conversar e tomar uns drinks (era um bar normal pra caralho pra onde nos convidaram, não era uma casa de swing, então também não era nada estranho ou absurdo).
A primeira reação que tivemos foi rir e levar o convite na brincadeira, mas depois de um tempo nós dois começamos a nos interessar pela proposta, era algo novo, digamos, e com a falta de socialização por causa da pandemia, não soava tão mal, pelo menos pra conhecer gente. Novidade, e minha esposa também achou eles muito educados e boas pessoas. Depois de pensar um pouco, falamos: "vamos ver qual é a dessa parada, se não gostar, a gente vaza e pronto".
Naquele sábado, no fim da tarde, fomos ao tal bar. Depois de observar um pouco de longe, vimos a mulher que tinha falado com a Mica no supermercado, e era verdade: estavam com outros 3 casais, todos na mesma faixa de idade (entre 45 e 50 anos), bem vestidos, boa aparência, e dava pra ver que também estavam em boa forma física.
Meio receosos, fomos nos aproximando da mesa onde estavam, até que essa mulher nos viu e se levantou pra nos receber. Ela nos cumprimentou super educadamente e nos convidou pra sentar na mesa com o resto. A gente topou, e ela foi nos apresentando um por um. Todos muito educados também, pareciam gente boa.
No começo, a conversa era normal, tipo de amigos. Eles perguntavam umas coisas da nossa vida e contavam um pouco da deles: trabalho, família, viagens, enfim, papo de amigo, nada sexual naquele momento, o que nos deixou bem mais tranquilos. Todo mundo era muito gente boa, e com o tempo e o álcool, a conversa foi ficando cada vez mais descontraída e divertida também.
Em dado momento, uma das mulheres, numa dessas histórias engraçadas e sem perceber, começou a contar de uma vez que foram a uma balada SW em Miami, mas na hora se segurou e parou de contar porque a gente tava ali. Era como se não soubessem que a mulher que nos convidou já tinha dito que eles eram swingers (ou então ela não quis ser grossa, sei lá).
Nisso, a mulher que nos convidou falou: "pode contar tranquila, eles sabem do nosso estilo de vida. Não incomoda vocês, galera?", perguntou pra gente, e a gente respondeu que tava tudo bem, zero problemas. A outra mulher continuou a história, que era uma besteira sobre um cara de lá, nada demais, mas serviu pra afrouxar" um pouco os assuntos da conversa.
Quem assumiu o controle da conversa depois foi minha esposa, que começou a perguntar pra eles, sempre que eles quisessem responder, claro, sobre várias questões da vida sexual deles, sobre SW, etc. No começo, eles respondiam com algumas evasivas, até que nessa troca de perguntas e respostas, a Mica contou que, embora a gente não praticasse swing, a gente tinha um relacionamento aberto e transava com outras pessoas. Isso pareceu ser o pontapé pra gente conversar de forma muito mais relaxada e profunda sobre os assuntos. Minha esposa até contou várias "aventuras" que a gente teve, umas que deixaram eles de boca aberta, mas interessados e meio tesudos. Dava pra ver que, entre as risadas, o tesão começava a pegar em todo mundo, inclusive na gente dois.
Já tendo jantado e bebido bastante, o bar estava fechando e a mulher que tinha nos convidado (Luciana) foi ao banheiro (normal, digamos), mas na hora os celulares de todo mundo na mesa tocaram. Foi muito na cara que a Luciana tinha mandado uma mensagem, porque os celulares tocaram todos juntos, e eles responderam com diferença de poucos segundos.
A gente ficou meio sem graça com aquilo, era óbvio que estavam falando da gente, não sabíamos se bem ou mal.
Quando a Luciana voltou do banheiro, teve uns sinais e olhares entre eles, e foi ela quem tomou a palavra. Ela disse que, como o bar tava fechando e ainda era cedo, iam pra casa de um deles beber mais um pouco, e perguntou se a gente queria ir junto. Não só sem compromisso de ir, mas que a gente podia ir embora quando quisesse. Falou que não costumavam convidar casais que acabaram de conhecer, mas que a gente tinha caído muito bem, e reforçou que não queria que a gente levasse a mal o convite. A gente precisava de privacidade pra conversar, obviamente, então eles disseram que iam até a esquina bater um papo por uns minutos, que estávamos lá em 5 minutos se quiséssemos (a conta já tinha sido paga pela Luciana quando foi ao banheiro).
Eu e a Mica ficamos pensando no que fazer, eram uns completos desconhecidos, mas ao mesmo tempo pareciam gente boa e, além disso, com as conversas picantes e o álcool, estávamos meio excitados os dois. Decidimos ir, afinal estávamos no nosso carro, e se não gostássemos do bairro, da casa, da situação, a gente vazava e pronto. Nos encontramos na esquina com eles, que sorridentes nos passaram o endereço e os números de telefone deles pra qualquer coisa.
No caminho, estávamos meio nervosos, embora não fosse a nossa primeira vez, geralmente é na nossa casa, sob nosso controle ou na nossa zona de conforto. Chegamos na tal casa, olhamos e os carros deles estavam lá. O bairro era muito bonito, e a casa também, não parecia suspeita, embora a gente nunca saiba o que pode rolar lá dentro.
Já dentro de casa com todo mundo, continuamos bebendo um pouco mais, nada demais, e a música estava num volume bem baixo, era como continuar no bar, porque as conversas eram basicamente as mesmas, embora fossem ficando cada vez mais picantes, isso sim. Em certo momento, a dona da casa colocou uma música mais animada e num volume maior e sugeriu dançar um pouco, se divertir. As primeiras que se aproximaram dela foram as mulheres, e chamaram a Mica pra se juntar, o que ela fez.
Elas dançavam normal, nada sexy, pornô, nem nada do tipo, mas estavam se divertindo. Depois de um tempo, nós homens entramos também e, embora eles dançassem não com os respectivos parceiros, mas trocados, conosco não falavam nada, ou seja, eu e a Mica dançávamos juntos. A verdade é que todo mundo era muito divertido e acho que isso fez a gente se soltar rápido, não sei se foi minha esposa ou eu, ou os dois ao mesmo tempo, que nos integramos a eles e começamos a dançar trocados. Já começava a ter uns amassos entre eles, mas conosco de novo nada, eles nos respeitavam, ou esperavam a gente dar o primeiro passo talvez, e quem mais Rápido, tomei a iniciativa, foi minha esposa que começou a dançar mais colada com o cara que tava com ela, inclusive entre uma volta e outra passava a bunda na virilha dele.
A mulher que tava comigo naquele momento fez o mesmo e começou uma esfregação, suave, mas esfregação pra caralho. Com o passar dos minutos, o álcool e as diferentes parcerias de dança, a coisa começou a ficar mais quente, alguns até já tinham começado a se beijar. Nisso, a Luciana pegou eu e a Mica e nos levou um pouco afastados da festinha.
Ela disse pra gente que se quiséssemos ir embora, era a hora, até porque podíamos fazer isso quando quiséssemos, mas que agora a coisa ia esquentar mais e ia terminar em sexo, obviamente. Eu e a Mica nos olhamos e falamos quase ao mesmo tempo "a gente fica" (os dois queriam transar, távamos muito excitados e à vontade com eles), mas a Luciana nos segurou e disse que queria explicar mais uma coisa, porque talvez não fosse o que a gente procurava. Ela disse que naquela noite tinham planejado um gangbang, e perguntou se a gente sabia o que era. Respondemos que sim, mas falamos que seria mais uma orgia, se pá, e não um gangbang. Mas ela disse que não e explicou por que ia ser um gangbang.
Aí sim ficamos de boca aberta, mas excitados. Ela explicou que a temática da noite era que uma das mulheres transava com todos os homens ao mesmo tempo, menos com o parceiro dela, e que o homem transava com todas as mulheres ao mesmo tempo, mas sem a parceira dele. A gente começou a rir, era uma ideia muito doida, e a Luciana entendeu que não queríamos fazer, então disse pra gente ir embora se quiséssemos, que outro dia nos convidavam pra algo mais "normal", tipo uma troca de casais convencional, mas que já tinham planejado assim e a gente caiu de paraquedas, não tinham pensado em nos chamar.
Eu e a Mica nos olhamos e, sorrindo, falamos "a ideia é boa, a gente gosta", dissemos pra Luciana, que, surpresa, começou a rir. "E como eles escolhem o casal homenageado, digamos" perguntamos. Ela nos disse que geralmente giram a garrafa e quem é escolhido, é escolhido. Era uma parada bem louca, mas estava bem pensada mesmo, e quando estávamos prestes a nos juntar de novo, Mica disse: "E por sermos novos, não podemos ter algum privilégio?" Luciana olhou pra ela e no começo ficou desconcertada, mas sacou na hora e disse pra minha esposa: "Vocês querem ser o casal sortudo?" Mica respondeu que sim, e Luciana disse que tinha que colocar em votação com os outros.
Quando chegamos de novo na festa, a parada já tava bem mais descontrolada, não tinha só beijo não, já tavam se apalpando pra caralho alguns. Quando nos viram reaparecer, sorriram como se estivessem felizes, e Luciana abaixou um pouco a música e disse que a gente tava se juntando e que a gente tinha pedido se podia ser o casal sortudo da noite.
Eles começaram a se olhar e fizeram sinais de aceitação pra nossa proposta, e Luciana (a bocuda oficial do grupo) disse que aceitavam nossa proposta.
As mulheres foram pra outro quarto se preparar e com os homens ficamos naquele lugar conversando. Me perguntaram educadamente se eu tava de acordo e quais eram os limites, não queriam fazer nada que a gente não quisesse.
Eu disse que o que a Mica quisesse, que ela com certeza pedia, a única coisa que a gente não curte é mijar e essas paradas, e eles responderam que também não gostam disso, então tava tudo certo.
Eu perguntei sobre as esposas deles e eles disseram a mesma coisa, até um riu e falou: "elas vão te estuprar, mano, são umas feras, ainda mais com os novatos", e todo mundo caiu na gargalhada.
A gente tava ali sem fazer muito além de continuar bebendo de boa, quando aparece a dona da casa (Andrea), vestida estilo madame, toda de preto, com ligas, salto, etc, e dá um beijinho em cada um de nós e começa a nos despir. Me deixou por último e, verdade seja dita, me apalpou mais que os outros, eu era o novato, e Além disso, eu ia ser a presa delas, então já estava me sondando, a gostosa. Era uma puta (no bom sentido) a gostosa, te esquentava só de olhar com aquela cara de safada.
Já todos pelados, a Andrea diz: "Bom, galera, a senhorita já está esperando vocês e muito ansiosa, tratem bem dela que é um amor." Os caras me olharam como se pedindo permissão (embora não precisassem) e, com meu sinal de que estava tudo bem, saíram disparados ao encontro da minha esposa.
Agora só com a Andrea, ela me fala: "Você quer ver ou prefere ficar aqui e a gente te busca depois, amor?" Eu respondi seco: "Vamos", e, me pegando pela mão, ela me levou bem devagar até o quarto onde eles estavam.
Quando entrei, era evidente que aquele quarto estava preparado para encontros sexuais e também em grupo. Tinha uma cama redonda grande, espelhos por todos os lados, luzes ambientes e vários sofás espalhados. Era como um hotel, mas montado dentro de uma casa e de primeira.
Assim que entrei, me fizeram sentar num dos sofás grandes e aí pude observar um pouco mais de perto o que estava rolando. Minha esposa estava de pé e rodeada pelos 4 caras, sendo acariciada e apalpada, de forma suave mas profunda, enquanto todos iam beijando ela.
Ver aquela situação já me deixou a mil, e a excitação aumentou ainda mais quando a Mica percebeu que eu estava ali e começou a me olhar fixo com cara de prazer enquanto era "tomada" por aqueles caras.
Por sua vez, as esposas sentaram comigo e, embora olhassem a cena, lentamente começaram a me tocar e dar uns beijos. Quando olhei para elas com mais atenção, vi que todas estavam com roupas sexy, seja cinta-liga, baby doll ou lingerie. A única que estava completamente nua era a minha mulher, nem a calcinha fio dental tinham deixado.
As mulheres me faziam focar na minha esposa, que nessa altura já estava ajoelhada no meio da roda de caras, chupando um pouco cada um, situação que também não durou muito porque levaram ela para a cama e deitaram ela. De barriga pra cima, começaram a chupar ela por todos os lados. A Mica tinha quatro línguas chupando o corpo inteiro dela e se contorcia de prazer, dava pra ver que ela tava extremamente excitada e gostosa. Aos poucos, foram beijando ela em todo lugar até que apareceu uma pica apontando pra boca dela, que foi rapidamente engolida pela minha esposa enquanto ela continuava recebendo sexo oral dos outros três, que foram se revezando um tempo em cada lado.
Eu, que continuava sentado assistindo aquele puta filme, de vez em quando recebia um carinho, uma apalpada ou uma chupada de pica das esposas dos caras, embora não precisasse de nada pra manter a pica duríssima — só ver minha esposa já bastava pra me deixar com tesão.
A Mica não aguentava mais, dava pra ver na cara dela, mas os caras continuavam excitando ela com beijos, até que foi ela quem disse "me come"... ela falou no ar, não pra ninguém em particular, queria ser penetrada na hora, não aguentava mais de tanto tesão.
Com aquele sorriso típico de satisfação quando é a mulher que pede aos berros pra ser comida, um deles se deitou em cima da minha esposa e começou a penetrar ela devagar na posição de missionário. Os outros só olhavam, esperavam tranquilos pela vez deles.
Dava pra ver que o cara tava dando uma boa fodida na minha esposa, que abraçava ele com as pernas e gemia igual uma louca, acho até que ela teve uns dois orgasmos, leves mas orgasmos mesmo assim.
O que primeiro penetrou ela largou o lugar pra outros aproveitarem minha esposa, que feliz da vida abraçava eles de novo com as pernas enquanto eles bombavam e bombavam.
Que loucura, estavam fodendo a Mica como nunca antes, dava pra ver na cara de perdida dela que os caras eram experts e tiravam orgasmo atrás de orgasmo, e digo experts porque nenhum tinha uma pica descomunal, eram todas normais, não pequenas, mas também não impressionantes, simplesmente sabiam como usar elas, evidentemente, porque nunca tinha visto minha esposa assim.
Nessa altura, a Mica já tava mais que entregue e podiam fazer o que quisessem com ela. quisessem. Colocaram ela de quatro e agora começaram a se revezar pra meter por trás, embora vaginalmente por enquanto, enquanto os outros ofereciam seus paus pra minha esposa, que chupava com gosto e loucura. Agora sim isso estava se transformando num gangbang de verdade, mas faltava um pouco mais.
Estando atrás da Mica, o marido da Luciana, ela se aproximou pra ver de perto a situação e, acariciando as nádegas da Mica, disse ao marido: "olha que bundinha linda!!! Tá gostando da nova convidada, amor?" O cara, concentrado em foder a Mica, só respondia que sim, com um tom de paixão.
A Luciana, que continuava ali vendo em primeiro plano como penetravam minha esposa, molhou um dedo e devagar o introduziu no cu da minha esposa, que não só deixou entrar sem problemas, como a Mica soltou um gemido de prazer incrível.
"Quer que te comam por essa bundinha divina?" disse a Luciana pra minha esposa, que só respondeu um sonoro SIM, como se estivesse entregue e desejosa de ser fodida de novo, sodomizada, ou o que fosse, tava perdida, só queria que a macetassem por onde quisessem.
O marido da Luciana começou a dilatar ela um pouco, coisa que não foi difícil porque a Mica queria um pau já no cu, e ainda deixou claro quando disse "mete, mete".... ela tava pedindo, quase implorando pra enfiarem no cu dela imediatamente, o que aconteceu.
O marido da Luciana se ajeitou um pouco e começou a enfiar de quatro no cu da minha esposa, sob o olhar atento dos outros caras e das esposas deles, ninguém fazia nada, só a Mica que colocava a bunda e o cara que começava a penetrá-la.
Já enterrado por completo o pau do cara no cu da minha esposa, ele começou a bombar cada vez mais forte e fundo. A Mica, por sua vez, tava alucinada e pedia aos gritos que a fodesse mais forte e ainda procurava enfiar os outros paus na boca.
Eu continuava observando como passavam de um pro outro o cu da minha esposa, e falei já meio doido: "faz uma dupla nela, ela morre de vontade", e um dos caras me Respondeu "calma, já vamos fazer ela, fica tranquilo"...
Os veteranos pareciam ter tudo sob controle, queriam curtir a bunda da Mica por um tempo e depois iam encher ela de pica, obviamente.
As esposas já não só observavam, mas se tocavam, ou se aproximavam de mim e me chupavam ou beijavam, estavam todas tesudas vendo os maridos arrebentarem minha esposa, mas sabiam que tinham que esperar a vez delas.
Depois que todos passaram pela buceta da minha esposa, decidiram fazer uma boa dupla penetração. A primeira posição foi a clássica, ou seja, minha esposa por cima de um, sendo penetrada na buceta, e por trás se revezavam pra meter no cu dela, mas depois que todos passaram por trás, viraram ela e agora quem estava deitado era o que metia no cu dela enquanto os outros passavam um por um na buceta dela.
Mesmo eu achando que a posição clássica era a que minha esposa mais gostava, nessa posição invertida arrebentaram ela de um jeito, nem sei quantos orgasmos ela teve, mas já não respondia nem se mexia, só se deixava foder e tinha orgasmo atrás de orgasmo violento. Ela estava deitada de barriga pra cima em cima de um deles que metia no cu dela, e os outros abriam as pernas dela e davam uma fodida incrível.
Essa bagunça terminou quando minha esposa, depois de um bom tempo, começou a pedir por gozo desesperadamente, não sei se queria tanto ser cheia de porra ou se não aguentava mais e queria acabar.
Os caras atenderam, colocaram ela de barriga pra cima na cama e um por um foram passando na posição papai-e-mamãe, alguns metiam na buceta dela e outros no cu, mas todos fizeram a mesma coisa no final: quando estavam prestes a gozar, tiraram a camisinha e encheram o corpo da Mica de porra. Todos gozaram entre os peitos dela e na boca ou no rosto. Ela ficou largada na cama, destruída e banhada em porra fresca dos peitos até o rosto.
As esposas dos caras disseram que agora era a vez delas e saíram disparadas na minha direção. Começaram a me apalpar com vontade, até meio violentas. Estavam desesperadas e "brigavam" pra chupar minha pica um pouquinho cada uma. Parecia que iam me estuprar, como um dos maridos tinha dito antes.
Eu interrompi aquele frenesi de boquetes que tavam me dando (porque iam me fazer gozar na hora senão) e mandei elas deitarem na cama, o que fizeram bem rápido e de boa.
Uma por uma, comecei a abrir as pernas delas e praticamente enfiar minha cara nas bucetas delas. Literalmente comi a buceta de cada uma por um tempo, e óbvio que elas não negavam nada, pelo contrário, pediam mais e mais, tavam muito molhadas e loucas, dava pra ver que tavam gostando também.
A coisa seguiu com penetrações em cada uma em posições diferentes, papai-e-mamãe, de quatro, de lado, mas de vez em quando eu parava e dava oral, era impossível manter um ritmo constante de penetração e satisfazer todas. Por sorte, e porque eu não conseguia dar pra todas ao mesmo tempo, elas se chupavam entre si ou se masturbavam pra manter o ritmo, e eu não precisava penetrar muito tempo pra fazer elas gozarem, senão teria sido impossível, por mais esforço que fizesse.
Nessa altura, minha esposa já tinha se recuperado e tava observando, junto com os caras que tinham acabado de comer ela direito, sentada no sofá de onde eu olhava pra ela. Cada vez que eu olhava, via na cara dela o tesão que tava sentindo, suponho, por me ver comendo 4 mulheres e cercado por 4 caras com a pica dura de novo.
Como falei antes, eu não aguentava mais, já tava há mais de 40 minutos metendo nessas 4 mulheres lindas e avisei que ia gozar, e elas saíram disparadas pra se ajoelhar uma do lado da outra, com a intenção clara de eu gozar na boca delas.
Fiquei na frente delas e bem rápido começaram a fazer um boquete monstruoso todas juntas.
Não sei como fizeram, mas só com as línguas e quase sem enfiar minha pica na boca, me fizeram gozar pra caralho e terminei esguichando porra pra todo lado, nem sei onde caía. não conseguia comandar nada, eram elas que mandavam na situação.
Pelo pouco que consegui entender da parada, caiu um pouco de gozo pra cada uma, embora também tenham começado a se beijar e passar língua uma na outra, compartilhando o esperma, digamos. Era lindo o quanto elas eram umas putas, o tesão de ver 4 mulheres saboreando meu gozo enquanto minha esposa assistia sentada junto com os maridos delas era impressionante.
Eu me deitei na cama pra descansar, não aguentava mais, e o dono da casa perguntou o que queríamos beber. Pedi água, mas as esposas e a minha mulher pediram champanhe, queriam continuar a farra, evidentemente, e foi o que aconteceu.
Já com as taças, brindaram, e o sexo começou de novo, mas agora era "livre", digamos, ou seja, qualquer um comia qualquer um (sempre hétero), todo mundo trocava de maridos e esposas, inclusive a Mica, que por enquanto estava sobrando, digamos, também foi atendida e com gosto.
Depois de um tempo, já recuperado, entrei na festa, óbvio, e passei por todas as mulheres do quarto, até fizemos dupla penetração em algumas com outro cara. Era uma bagunça linda, uma orgia de verdade, um puta descontrole total.
A farra durou umas horas e várias gozadas depois, já todos exaustos, nos convidaram pra dormir lá. Já passava das 4 da manhã, e estávamos destruídos, então ficamos. Todo mundo ia dormir lá também, e pareciam boas pessoas; se quisessem fazer algo estranho, já teria acontecido.
No dia seguinte, tomamos café da manhã todos juntos como se nada tivesse acontecido e voltamos pra casa com minha esposa, não sem antes sermos convidados pra próximas "reuniões", nas quais com certeza vamos participar.
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