relatos del cornudo 6 - prueba de amor

Oi, como sempre, aqui está olinkdo guia onde você vai encontrar todos os meus contos, abraços @suaveplatense.
Obviamente naquela noite quase não dormi, tava super excitado e intrigado, o que será que aquelas duas tinham preparado pra mim.
Assim que clareou, levantei, aproveitei pra tomar um banho e comecei a preparar o café da manhã. Enquanto cortava o pão pra fazer umas torradas, senti me abraçarem por trás. Ganhei um beijo molhado no pescoço, enquanto uma mão percorria meu peito e a outra deslizava pela minha cueca, que era minha única peça de roupa.

– Oi, pequenininho – disse a Marcia enquanto pegava meu pau ainda preso na jaulinha – quanto tempo trancado, hoje, se o papai se comportar, vai ficar livre de novo –

Nos beijamos. Percebi que ela tava com um colar onde pendia, como eu disse, uma das chaves do cadeado.
Logo depois a Johana levantou e eu não pude evitar de notar que ela tava com o mesmo colar, sorri, sempre tão perfeitas as duas.

Elas tomaram um banho rápido juntas, acho que basicamente pra me excitar, já que deixaram a porta entreaberta pra que eu "por acaso" pudesse vê-las se tocando enquanto se ensaboavam.
Durante o resto da manhã, a gente se dedicou às tarefas domésticas. Ao meio-dia saímos pra comer e à tarde elas me fizeram acompanhá-las nas compras.

Primeiro visitamos umas 4 ou 5 lojas de lingerie, na primeira eu entrei com elas, mas depois aprendi que era melhor esperar do lado de fora, excitação demais pra pressão que meu pau fazia preso no cockcage.
Depois fomos em duas sex shops, aí elas diretamente me pediram/mandaram ficar esperando do lado de fora.

Quando finalmente terminaram o passeio, paramos pra beber algo num bar, já que eram umas 18h. Eu já tava desesperado pra ir pro apartamento e saber o motivo de tanto mistério, mas acho que elas tavam curtindo demais me fazer desejar.
As cervejas fizeram o efeito diurético tradicional e lembrei o quão desconfortável é ir ao banheiro com o cinto de castidade. Pra começar, por vergonha, tenho que esperar ter um vaso disponível, não vá alguém espiar e me ver assim, e depois sempre Você tem que levar um guardanapo igual as mulheres pra se secar, porque fica tudo respingado. Quando levantei pra ir no banheiro, as duas me passaram guardanapinhos rindo, eu tinha contado pra elas do desconforto tentando fazer com que tivessem pena e me soltassem quando a gente tava em público ou pra ir trabalhar, mas acabou sendo contraproducente, elas acharam divertido e motivador.

Levei elas até o apartamento, lá me passaram uma lista de compras do supermercado que magicamente a Márcia tinha na bolsa. Entendi, elas precisavam de tempo, então aproveitei pra encher o tanque, fazer as compras, deixar o carro na garagem, tudo com a maior tranquilidade que a situação permitia.

Mandei um zap "posso voltar?" por sorte elas disseram que sim. Quando entrei, fui direto pra cozinha arrumar as compras, ouvia elas cochichando e rindo.

Finalmente apareceram, as duas de baby doll. Uff, estavam gostosas pra caralho. A Johana tava com um vestidinho de renda preta e a Márcia um roxo escuro, não tavam de sutiã então dava pra ver as auréolas daquelas tetas grandes e duras que elas tinham. Me mandaram tomar banho. Enquanto tava debaixo d'água, a Márcia entrou no banheiro:

- Fica à vontade, vou deixar a toalha e sua roupa aqui - mal terminou a frase, ouviu-se a campainha. - Quando terminar, vai direto pra sala -

Ela fechou a porta, então não consegui ouvir nada do que tava rolando. Quando fui me vestir, percebi que a única coisa que tinha ali era uma sunga. Eu ri, bom, já era, coloquei e fui meio tímido pra sala. No sofá estavam elas duas sentadas, e na frente, na poltrona, um cara magro. Abri os olhos surpreso e bem envergonhado de estar quase pelado sem entender o que tava acontecendo.

E - te apresento o Daniel, vai ser seu parceiro, pra Márcia poder te ver em ação -

A Márcia chegou perto e sussurrou no meu ouvido
- essa é a primeira parte do teste de love que você tem que passar pra gente ficar junto, nós três -

O Javier me cumprimentou
- vamos começar - disse tirando a camiseta. Tinha uns 25 anos. anos, 180 de bom físico, olhos castanhos, pele morena, cabelo castanho com mechas claras.

Bom, tava claro que eu teria que deixar aquele magrelo me comer enquanto elas olhavam. A Johana já tinha me compartilhado com outros caras e dava pra ver que a Marcia tava com tesão na ideia. Tenho que admitir que eu também tava afim.

Ele ficou parado com o torso pelado, então tomei a iniciativa e me aproximei. Comecei a beijar o pescoço dele, depois desci pelo peito. Quando desabotoei a calça jeans dele, puxei pra baixo e fiquei de joelhos na frente dele. Na hora, tirei o pau dele da cueca branca que agora tava meio descida, e ele colocou na minha boca.

Comecei a chupar enquanto batia uma pra ele com a mão. Não demorou nada pra ele começar a ficar excitado, deixando bem claro que escolheram ele pelo tamanho. Com certeza mais de 20 cm por uns 5 ou 6 de grossura.

Tirei a mão do pau dele pra chupar sem ela, e ele me segurou pela nuca, começando a marcar o ritmo.

D - Isso, viado, engole tudo -

Ele começou a me comer a boca literalmente, tentei segurar ele com as mãos nas pernas dele, mas ele não se conteve e me engasgou com o pau dele. Quando as lágrimas que caíam dos meus olhos por estar tão engasgado me deixavam, eu olhava de canto pras minas que pareciam estar adorando.

Finalmente trocamos, ele me fez apoiar na mesa, deixando minha bunda à mercê dele, com o peito deitado na mesa olhando pra onde elas estavam. Na hora, ele começou a lamber meu cu, a língua dele era habilidosa e rapidamente lubrificou o suficiente pra começar a brincar com um dedo. Ele brincou um pouco com meu esfíncter, colocou mais um dedo e um pouco de lubrificante, e depois de colocar uma camisinha, encostou o pau dele no meu buraco. Por mais paciente e lubrificado que eu esteja, quando os paus são grandes, sempre custam a entrar.

D - hummm, que gostoso e apertadinho que tá esse cu, tá sentindo ele entrando, viado? -

- Sim, sim - respondi - ahhh -

M - não para, coloca tudo -

J - ele é um reclamão, então não se preocupa e mete forte Daniel não se fez de rogado e enfiou tudo até o fundo de uma só vez. Deus, que dor! Eu estava me partindo ao meio. Por sorte, ele ficou parado uns instantes até meu cu se acostumar com o intruso, antes de começar a me foder. Entre as estocadas e a dor que elas causavam, eu abria e fechava os olhos e conseguia ver as garotas se beijando. Isso me deixou super excitada e trouxe um novo problema: não só meu cu doía, agora minha buceta também estava latejando de tesão.

Mudamos de posição. Daniel sentou no sofá entre as duas garotas, e eu me ajoelhei sobre o pau dele, ficando cara a cara com ele. A penetração não era tão profunda, então curti bem mais. Além disso, tanto ele quanto as garotas mexiam na minha bunda e chupavam meus peitos. Ficamos um tempinho até ele perguntar:

D — O que vem agora?

M — O que você quiser, já cumpriu sua parte, agora aproveita pelo seu prazer.

D — Então fica de quatro.

Fiquei de quatro no chão. Na hora, ele passou mais lubrificante e me penetrou de novo, mas dessa vez com muito mais força e profundidade. Uff, tava me matando. Ele colocou as mãos nos cantos da minha boca, puxando minha cabeça para trás, me impedindo de mexer o corpo, me obrigando a receber tudo até o fundo.

Y — Mmm, alguém tava com vontade de foder de verdade.

D — Onde eu gozo?

M — Na boca dela, ela vai tomar tudo.

Ele saiu de trás de mim, tirou a camisinha e começou a se masturbar. Logo parou e enfiou o pau na minha boca. Saíram vários jatos de porra morna e amarga que eu engoli na hora. Continuei chupando a rola dele até deixar bem limpinha.

Na sequência, ele se vestiu e se despediu.

M — Agora a segunda parte: vamos para a cama.

De uma gaveta, Johana tirou algo e entregou para Marcia. Era um cinto de arnês. Nunca imaginei nenhuma das duas comprando aquilo pra ter em casa, e talvez menos ainda a Marcia. Johana ajudou a colocar as tiras que prendiam o triângulo de couro onde estava inserido um pau preto de borracha, não... Tão grosso, mas bem comprido e reto.

J - Pronto o seu, aqui tenho o meu -

Do gaveta, ela tirou um vibrador prateado. Me deitei na cama de barriga pra cima, na beirada, colocando minhas pernas nos ombros de Marcia, que foi se ajeitando devagar pra me penetrar.

Foi suave e tranquilo, além de que eu já estava dilatado e bem lubrificado, então não teve problema.

M - Cê gosta de promiscuous? -

Ela começou a me penetrar com mais força, aproveitando o comprimento do dildo, tirando e enfiando bem fundo.

- Siiim - tive que admitir -

J - Eu te ajudo -

Ela ligou o vibrador e começou a encostar no meu períneo, nas bolas, fazendo o cockcage vibrar.

M - Quero ver como o promiscuous goza quando levam cock nessa bunda linda que ele tem -

J - Só um verdadeiro puta consegue gozar só com o cu, sem precisar endurecer a cock -

M - Não dá pra chamar essa minhoca de cock, né? -

As duas filhas da puta estavam combinadas pra me humilhar, e o pior é que tava funcionando, eu tava excitado pra caralho, minha cock pressionando com tudo pra quebrar a gaiola.

M - Se quiser que a gente fique os três, você tem que ser meu puto, quero que você me dê a cum -

J - Até você gozar, a gente não para de te comer nem te solta -

M - Então agora, antes de gozar, promete pra gente que você vai ser nosso puto cuck -

- Siiim ahh tá bom aghh vou ser puto e cuck - respondi como dava.

As duas intensificaram os movimentos, aumentando todos os estímulos, eu tinha duas mulheres gostosas peladas me levando pra um novo mundo sexual. Relaxei minha mente e senti a eletricidade tomar conta de mim.

- Tô gozando ahhh - gritei enquanto uma corrente elétrica percorria meu corpo no momento em que meu pênis preso naquela maldita gaiolinha soltava jorros longos e fortes de cum acumulada de vários dias.

M - Siiim, viu que conseguia, putinho - enfiou bem fundo, o máximo que o arnês deixou no meu cu, enquanto Johana beijava meu pescoço.

J - Você foi muito bem, meu lindo corno promíscuo.

Foi uma sensação única de alívio, prazer, humilhação, dor, novidade e tesão, tudo junto. Fiquei exausto, deitado na cama, diante da vista daquelas mulheres lindas que mostravam caras de satisfação e felicidade como poucas vezes eu tinha visto.

Elas se ajoelharam e, entre as duas, começaram a lamber os restos de porra que tinham ficado no meu corpo, passando a língua por toda a gaiolinha, roçando no meu pau que já queria ficar duro de novo.

M – Você ganhou sua liberdade –

Pegou a chavezinha e soltou o cadeado.

3 comentários - relatos del cornudo 6 - prueba de amor

Era lo que estaba pensando que iba a pasar, saludos gente!!
Genio! Se ve q tenes fantasias similares a las de las chicas!