Poucos dias depois DAQUELA noite, eu tava com um grupo de amigas no centro e, bem no meio da cidade, encontrei o Emílio. A gente se cumprimentou bem formal, pedi pras minhas amigas irem na frente que já ia. E- Oi, gostosa, como cê foi? - Bem - respondi tímida - Cê não ia querer um dia desses... E- A gente se vê na esquina daqui a meia hora, dispensa suas amigas que eu passo te buscar. Antes de ir, passou o dedo no meu cu inteiro e foi embora. Ali, sem mais palavras, já tinha tudo planejado, e eu fui rápido encontrar minhas amigas, não consegui ficar um segundo tranquila, tava com a pussy toda molhada só de pensar no que ia rolar. Depois de um tempo, fui embora falando que meu Agus precisava de ajuda (e é verdade, ele precisa aprender a tratar uma garota). Chegando no ponto de encontro, vi um carro, era o do Emílio, acenando pela janela. Entrei no banco do carona - E... agora pra onde a gente vai? E- Isso não é da sua conta - falou enquanto enfiava 2 dedos na minha pussy - agora eu sei bem o que você realmente quer. Puxou meu cabelo e me deixou de quatro no colo dele, tirou a cock, o cheiro tava mais forte que da última vez. E- A puta da minha filha saiu da cidade, então tô com os ovos bem cheios, começa rápido que não quero perder tempo. Comecei a chupar devagar e o Emílio enfiou a cock inteira até o fundo da minha garganta. Parece que uns dias sem foder deixaram ele de violento pra um animal sexual completo. Umas quadras depois, senti toda a descarga na minha boca. E- Engole tudo, não vou limpar o carro pra apagar "evidências". Aí ouvi risadas atrás da gente, tinha 3 caras olhando tudo com as picas na mão. E- Ah, não te apresentei, entre os 4 a gente vai te foder, senhores, a puta do meu filho, a gente ia se encontrar na minha casa quando te encontrei e mudamos os planos (Como ele não falou os nomes, vou chamar de 1, 2 e 3, do jeito que tavam sentados) - Na verdade, sou a ex. E- Bom, mais uma puta qualquer então. Melhor? O que eu entendi foi um "fecha a bunda". E vendo a situação, preferi obedecer.
Pouco depois chegamos num hotel, que parecia bem elegante.
E- Tá pronta, puta? Daqui você não sai andando.
Aí senti dois me agarrando por trás.
2- Vamos rápido, gostosa, já não aguento mais.
Levantei, e começamos a nos beijar na porta enquanto passávamos pela recepção (onde um pagou a noite toda), e seguimos assim até o quarto, enquanto Emilio, 1 e 3 apalpavam minha bunda e meus peitos.
Assim que entramos, 2 me jogou na cama, e eu pude ver a cena completa: 4 velhos na minha frente, com os paus duros, e eu com a roupa no chão, toda rasgada.
Aí os três ao mesmo tempo me ofereceram os paus, enquanto Emilio olhava sentado, e entendi que ele queria me ver fazendo tudo. Deitei de barriga pra cima e abri as pernas. 1 e 2 se apressaram pra enfiar os paus em mim, enquanto 3 colocava o dele na minha boca e apalpava meus peitos.
Com 1 e 2 na minha buceta, sentia que iam me partir, mas não conseguia nem gritar por causa do pau de 3, que por sorte gozou rápido, mas gozou direto na minha garganta. Aí 2 tirou o dele, me viraram pra ficar de quatro, 1 debaixo de mim e 2 na minha cara. Emi levantou, apalpou minha bunda e começou a foder meu cu como um selvagem, enquanto 3 se recuperava.
Num momento, Emilio tirou da mochila um monte de coisas:
> lubrificante
> camisinhas (que nunca usaram)
> prendedores de bico
> mordaças
> vibradores
Começaram a brincar com tudo aquilo e com meu corpo, fazendo eu sentir prazer em todos os lugares ao mesmo tempo. Se me amordaçavam, era pra ser comida por dois, e punhetar os que faltavam.
E se ninguém aguentava por um tempo, me amarravam e enfiavam os vibradores.
Assim passamos a noite toda, se revezando pra me foder, me apalpar, ou até me bater, me enchendo de porra e me gravando. Transando sem parar em todos os cantos daquele hotel.
De manhã acordei e não tinha sobrado ninguém no quarto. Eu não conseguia nem me levantar, e fiquei umas horas na cama, com o corpo todo cheio e coberto de porra. Porra dos 4 velhos, sem roupa pra sair dali, meu celular que tava igual a mim (cheio de porra) e o quarto todo destruído. Mesmo depois de ter sido comida sem parar, a primeira coisa que fiz assim que consegui me mexer foi enfiar um dos vibradores, só até conseguir me levantar.
Pouco depois chegamos num hotel, que parecia bem elegante.
E- Tá pronta, puta? Daqui você não sai andando.
Aí senti dois me agarrando por trás.
2- Vamos rápido, gostosa, já não aguento mais.
Levantei, e começamos a nos beijar na porta enquanto passávamos pela recepção (onde um pagou a noite toda), e seguimos assim até o quarto, enquanto Emilio, 1 e 3 apalpavam minha bunda e meus peitos.
Assim que entramos, 2 me jogou na cama, e eu pude ver a cena completa: 4 velhos na minha frente, com os paus duros, e eu com a roupa no chão, toda rasgada.
Aí os três ao mesmo tempo me ofereceram os paus, enquanto Emilio olhava sentado, e entendi que ele queria me ver fazendo tudo. Deitei de barriga pra cima e abri as pernas. 1 e 2 se apressaram pra enfiar os paus em mim, enquanto 3 colocava o dele na minha boca e apalpava meus peitos.
Com 1 e 2 na minha buceta, sentia que iam me partir, mas não conseguia nem gritar por causa do pau de 3, que por sorte gozou rápido, mas gozou direto na minha garganta. Aí 2 tirou o dele, me viraram pra ficar de quatro, 1 debaixo de mim e 2 na minha cara. Emi levantou, apalpou minha bunda e começou a foder meu cu como um selvagem, enquanto 3 se recuperava.
Num momento, Emilio tirou da mochila um monte de coisas:
> lubrificante
> camisinhas (que nunca usaram)
> prendedores de bico
> mordaças
> vibradores
Começaram a brincar com tudo aquilo e com meu corpo, fazendo eu sentir prazer em todos os lugares ao mesmo tempo. Se me amordaçavam, era pra ser comida por dois, e punhetar os que faltavam.
E se ninguém aguentava por um tempo, me amarravam e enfiavam os vibradores.
Assim passamos a noite toda, se revezando pra me foder, me apalpar, ou até me bater, me enchendo de porra e me gravando. Transando sem parar em todos os cantos daquele hotel.
De manhã acordei e não tinha sobrado ninguém no quarto. Eu não conseguia nem me levantar, e fiquei umas horas na cama, com o corpo todo cheio e coberto de porra. Porra dos 4 velhos, sem roupa pra sair dali, meu celular que tava igual a mim (cheio de porra) e o quarto todo destruído. Mesmo depois de ter sido comida sem parar, a primeira coisa que fiz assim que consegui me mexer foi enfiar um dos vibradores, só até conseguir me levantar.
1 comentários - Violada pra melhorar 2