Olá, pessoal, bom dia! Queria contar pra vocês meu primeiro encontro com uma cliente. Primeiro, vou explicar como entrei nessa área: já tem 8 anos, e hoje estou com uns 30 anos de idade. Por motivos óbvios, não vou colocar meu nome completo, mas podem me chamar de Dr. Antonio. Isso aconteceu neste mês de junho. Não sou muito bonito, mas também não sou tão feio assim; mantenho um peso saudável e estou malhando atualmente. Morei com minha esposa e meu filho há um tempo, e meu relacionamento ficou meio sem graça — a mesma coisa de sempre, sem mudanças, transar até rola, mas a chama da paixão foi diminuindo bastante. Minha esposa é muito tímida pra fazer coisas novas, e isso foi me fazendo perder muito o interesse nela, mas nunca pensei em fazer isso com uma cliente. Nesses dias de frio, chegou uma cliente super gostosa, com um vestido super justo que não deixava muita coisa pra imaginação, mas não era vulgar. Nunca vi minhas clientes como algo pra satisfazer minhas necessidades, e isso nunca tinha acontecido comigo. Então ela começou a conversar, falando que sentia dor na perna até o glúteo, e eu disse que ia fazer uma técnica pra ela melhorar. Ela pediu pra apagar a luz, porque incomodava um pouco, e eu aceitei. Até aí, tudo super bem. Depois, ela disse que a dor estava indo pra frente, na virilha, e eu continuei com a massagem normal. Em seguida, ela falou que teve um câimbra, mas acho que foi um pequeno orgasmo, porque soltou um gemidinho e se levantou rápido. Aí eu perguntei se ela queria ficar de barriga pra cima e comecei a massagear a perna, e ela apontou de novo pra virilha. Eu comecei a massagem normal, mas ela começou a se contorcer. Pensei: "já está excitada". Percebi porque ela juntava as duas pernas e se virava de um lado pro outro. Eu continuei no meu, mas logo, como um touro no cio, exalou da buceta dela um aroma irresistível, e percebi que ela estava molhada. Não consegui parar de sentir aquele cheiro que deixa a gente louco. Comecei a massagear a virilha, mas pra... Nesse momento, meu coração tava acelerado pra caralho, eu não conseguia controlar minha respiração. Eu tinha me transformado num caçador que tinha a presa na frente. Comecei a fazer a massagem, encostando minha mão no monte de Vênus dela. Ela percebeu na hora e falou: "Não, por favor, não continua". Mas eu já tinha perdido a noção e só pensava que ela tinha que ser minha. Falei: "Me dá uma chance, não vai se arrepender". Ela dizia: "Não, sério, não", mas eu continuei estimulando. Não sei quando, me abaixei, puxei a calcinha que ela tava usando e comecei a fazer um oral nela como se não comesse há anos. Ela começou a se contorcer e gemer. Quando comecei a tirar minha roupa, ela já tinha tirado aquele vestido vermelho que deixava ela uma gostosa. Ela não tava de sutiã, então comecei a chupar os peitos dela, que não eram muito grandes, mas eram perfeitos. Continuei chupando até chegar de novo na buceta e enfiei um dedo. Senti a buceta dela pulsando, era apertada demais pra quem já tinha dois filhos. Peguei uns preservativos que tinha guardado — não sabia quando ia usar, mas sabia que tavam lá. Olhei a data de validade e ainda faltava um ano pra vencer. Ela pediu pra colocar na boca dela, e eu fiz. Ela começou a chupar meu pau como uma desesperada que não comia há anos. Depois, coloquei a camisinha e comecei a penetrar ela. Caralho, que buceta apertada! Custou pra entrar, mas quando tava dentro, comecei a sentir ela sugando. Fazia tempo que não sentia algo assim. Comecei devagar, aproveitando, e aos poucos fui acelerando. Ficamos assim uns 5 minutos, até que ela pediu pra trocar de posição. Ela montou em mim e, como uma deusa, assumiu o controle. Comecei a sentir ela ficando mais molhada a cada segundo. Depois, ela pediu pra ficar de quatro e falou no meu ouvido: "Mete forte, o mais forte que puder". Essas palavras me acenderam ainda mais, e começaram os tapas intensos. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas posso dizer que foi incrível. Ela gozou, e eu... Mesmo assim, percebi porque ela começou a fazer movimentos como se estivesse tendo convulsões. Perguntei se ela queria que eu saísse de dentro dela, e ela disse que não. Tentei sair, mas ela se jogou pra trás, me fazendo entrar de novo na buceta dela. Depois de um tempo, eu saí e, quando acabou, começou uma culpa na consciência por ter feito aquilo. Ela disse que não estava certo, e eu falei que entendia, mas perguntei se ela tinha gostado. Ela respondeu que sim, e que por isso mesmo se sentia mal. Eu disse que precisava daquilo, e ela respondeu que sim, mas que não era daquele jeito. Outra cliente me chamou, que já estava vindo. Nos vestimos, e ela quis me pagar, mas eu disse que não, e isso fez ela se sentir ainda pior. Mas o prazer que a gente sentiu, ninguém tira. Se quiser saber o que aconteceu depois, me avisa. Abraços.
2 comentários - Mi primer infidelidad con una clienta