Aqui.Trago pra vocês a primeira parte do capítulo em que voltamos pra casa.
Subimos no carro da Chloé e já comecei a estranhar uma coisa, como sempre acontece em todas as famílias; os irmãos brigam por quem vai no banco do carona e quem vai atrás, com o passar dos anos já me dei por vencido e me resignei a ir de carona uma em cada dez vezes... talvez quinze? Mas nesse caso a Eva abriu a porta do carona só pra deixar a mochila dela e umas sacolas, quando vi ela abrir a porta pensei que ela ia sentar já que da outra vez que fomos comer ela foi de carona... assumi que eu ia ter que ir atrás e me sentei, pra minha surpresa vejo a porta oposta à minha (traseira direita) abrir e a Eva sentar sem falar nada, apertamos os cintos e a Chloé deu partida. O carro era uma SUV de um azul tão escuro que por pouco não era preto, também tinha o logo da empresa onde a Chloé trabalhava; nas portas e tal. Por dentro muito confortável e espaçoso (um Peugeot, se não me engano) tinha o vidro traseiro e as janelas de trás fumê, o resto não... o que me estranhou, mas mais tarde descobri que por lei não deixavam fumê o resto... coisa que mais tarde a Chloé teria preferido.
Sair de Madrid foi um tédio total... diferente de ir de trem, de carro a gente pegava trânsito, mas com mais privacidade e sem estranhos podíamos falar à vontade sobre o que quiséssemos sem ninguém nos julgar ou olhar torto. A viagem ia durar umas quatro horas e já tínhamos aceitado que íamos ter que aguentar trânsito na saída, mas depois de meia hora mais ou menos pegamos a rodovia e sem muita gente no caminho... agora só restava uma longa estrada entediante. O problema é que em menos de uma hora já tínhamos esgotado todos os assuntos interessantes e só sobraram temas totalmente idiotas e chatos... daqueles que você fala no telefone com algum parente e por dentro não para de pensar quando aquela tortura vai acabar, felizmente a Eva pensou nisso e pegou a mochila que estava no banco do carona, pensei que ela fosse tirar algum tipo de jogo Se fosse um videogame ou um simples baralho, eu me contentaria com qualquer coisa. Mas, pra minha desgraça, ela só tirou um monte de doces, colocou no banco do meio e jogou a mochila aos pés dela. Fui pegar algo do que ela tirou, mas antes de conseguir, a Eva bateu na minha mão com a dela.
- Mas o que você tá fazendo, Eva? - perguntei, esfregando o lugar onde ela me bateu.
- Não briguem... - disse a Chloé, olhando pra gente pelo retrovisor.
- Se você quer, irmãozinho... vai ter que seguir as minhas regras... - falou a Eva com um tom debochado, se fazendo de durona.
Eva soltou o cinto, colocou as mãos na cintura, levantou os quadris enquanto apoiava a cabeça no banco, olhou pro teto e puxou a calça pra baixo. Tirou ela até os tornozelos, junto com a calcinha. Eu fiquei quieto, porque a Chloé não tinha percebido nada e eu não queria ser o dedo-duro da situação... A Eva fez de tudo pra tirar pelo menos uma perna da calça sem tirar o sapato, mas desistiu e acabou tirando um. Ela pegou um doce aleatório (agarrou um pirulito pelo palito), se apoiou na porta me encarando, colocou uma perna no encosto de cabeça do nosso banco e a outra no da Chloé. Com dois dedinhos, abriu a bucetinha dela como se fizesse o sinal de paz e enfiou o pirulito inteiro, deixando só o palito pra fora.
- Mas o que vocês tão fazendo? - disse a Chloé, sentindo algo no banco dela.
- Nada... só estamos nos ajeitando, os bancos de trás desse carro são meio desconfortáveis - falou a Eva.
- Mas você é uma filha da puta!! - gritou a Chloé, virando a cabeça e vendo o que a Eva tava fazendo.
- Dirige, louca, ou a gente vai bater, ha ha ha - disse a Eva, colocando um segundo pirulito na boca agora.
- Se a polícia nos ver, já sabe a multa que a Chloé vai ter que pagar - falei, olhando pra frente e pra trás pra ver se estávamos sozinhos.
- Fala o que quiser... mas só deixo você comer o que tá em cima de mim... Você escolhe: boca ou coelhinho? haha - disse Eva, apontando pros dois palitos saindo.
- Fácil...
Estendi uma mão na direção da boca dela, o que pareceu decepcionar um pouco a Eva pela cara que fez, e ao tirar com a mão esquerda o da boca... puxei o palito do "coelhinho" dela com a mão direita e fiquei com os dois. Ela deu um gritinho, já que não esperava nada daquilo, e eu enfiei os dois na minha boca enquanto olhava pra ela me achando - Me veio um jogo na cabeça!! - disse Eva. Tanto eu quanto Chloé não falamos nada, com medo da barbaridade que ela poderia soltar, mas mesmo assim ela continuou como se nada e explicou enquanto pegava mais dois pirulitos.
- O jogo é muito fácil e tem as seguintes... "regras": vou repetir o que fiz antes e, depois de alguns minutos, vou dar um pra um voluntário, ou pra quem eu bem entender... e a pessoa vai ter que adivinhar de onde saiu, ha ha ha. E se alguém se recusar a jogar, lembro: temos uma viagem longa e um espaço bem apertado onde posso torturar vocês, seja física ou psicologicamente... uma vou torturar só na viagem, mas o outro... o ano inteiro - disse Eva, me olhando bem séria e fixamente quando mencionou o "outro".
- Ok, como se isso me afetasse muito... - falei e enfiei os dois caramelos de volta na boca.
- Esse é meu irmãozinho!!!
- Quê? Não vou fazer cara feia, a gente já fez coisas piores esses dias... literalmente, minha língua esteve onde esses dois pequeninos estavam... - falei, encarando eles.
- Bom, se vocês são tão felizes, brincam sozinhos - disse Chloé e aumentou o volume da música, fingindo que não ligava pro que a gente fazia.
Como Eva disse... ela começou a enfiar os pirulitos e tirou uma toalha que tinha na mochila. Que porra a Eva vai fazer com essa toalha? Ela realmente roubou uma toalha da Chloé? pensei... ela colocou a toalha no banco e ficou uns minutos girando os palitos. Depois de um tempo, com uma mão, esticou a toalha entre ela e eu, como se fosse uma cortina, e se escondeu. Ela afastou a toalha e segurava os dois pirulitos com uma mão, aproximou do meu rosto e, depois de mandar eu abrir a boca, enfiou um em mim. Depois, foi pra trás da Chloé e, sem dizer nada, passou a mão por baixo do nariz dela e tapou. Chloé abriu a boca, provavelmente pra perguntar que porra ela tava fazendo, mas não deixou, enfiou o pirulito e soltou o nariz pra fechar a boca dela.
— E aí? Qual é da minha boquinha doce e qual é do meu coelhinho delicioso? — disse Eva, voltando pro lugar.
— Bom, eu diria que o meu é da sua boca, irmãzinha, bem simples... tá bem "gastado", e isso é porque você fica chupando ele.
— Nem pense... o meu também tá gastado — disse Chloé, jogando o dela pra mim.
— Ok... é verdade, tão quase iguais — falei, olhando os dois juntos.
Obviamente, não íamos acertar nem fodendo e... também obviamente, Eva decidiu dar pra Chloé o da buceta dela. Eva não parava de rir enquanto dizia quem tinha ficado com qual. Quando cansou de rir, veio até mim, tirou os quatro da minha mão, enrolou num plástico e deixou uma garrafa d'água nas minhas mãos. Voltou pro lugar, mas agora colocou a toalha debaixo da bunda.
— E agora, irmãozinho, bebe água que você vai precisar... primeiro pra tirar o gosto da boca e segundo, pra limpar isso aqui com sua boquinha e provar de novo os docinhos — disse Eva, abrindo a bucetinha com uma mão e apontando com a outra.
— Pra fazer isso, eu precisaria tirar o cinto e, enquanto a gente faz, provavelmente vamos distrair a Chloé... não me parece muito seguro — falei, procurando a água, mas por dentro morrendo de vontade.
— Seu irmão tem razão, obedece ele e fecha essas pernas de puta que você tem — disse Chloé.
Provavelmente por diversão, ou mais provável que não gostou de ser chamada de puta... mas Eva avançou no fecho do meu cinto e tirou ele. Jogou a mão no colarinho da minha camisa e deu um puxão, que rasgou a camisa toda na região do pescoço e fez minha boca bater contra... A bucetinha dela, uma metida que nem ela esperava, porque deu um gritinho. Por sorte, na posição que a gente tava, ninguém conseguia ver a gente, e não tô falando por causa dos vidros fumê, porque os da frente não eram... mas mesmo quando outros carros passavam, não dava pra ver, porque a gente tava quase deitado. Outra coisa que percebi é que a Eva ficava doida com exibicionismo, porque não demorou nada pra gozar. Sorte que eu já tava começando a conhecer bem os padrões da Eva e da Chloé e consegui cobrir ela com a toalha na hora, pra não deixar o carro todo melado e ter que trocar o estofado inteiro.
Depois de terminar com a Eva, voltei pro meu lugar e coloquei o cinto de novo. Imaginei que a Eva fosse se limpar e fazer o mesmo, mas depois de se limpar, ela tirou meu cinto de novo, passou por cima de mim, me empurrou do banco e agora era a Eva que tava atrás do banco do motorista e eu atrás do do carona. A Eva esticou os braços pra colocar entre o banco e o encosto de cabeça da Chloé. Depois de muito esforço, conseguiu tirar ele e largou no chão do carro, entre ela e eu. A Eva se segurou no banco da frente pra não cair e se levantou pra poder chegar perto da Chloé. Mais especificamente, começou a lamber a orelha dela sem parar, por todos os lados. Obviamente, a Chloé pediu pra ela parar, mas nem ligou... isso deixou a Eva ainda mais excitada e, em vez de parar, enfiou a mão por baixo da meia-calça e da calcinha pra começar a masturbar ela. Com a outra mão, enfiou pelo colarinho da camisa, e imagino que por baixo de tudo que a Chloé tava vestindo, porque de onde eu tava não dava pra ver exatamente tudo que a Eva tava fazendo. Admito que, com a pose que a Eva tava, minha vontade era enorme de me colocar debaixo dela e meter nela, mas a motorista já tava sendo perturbada... e se a gente fosse bater na mureta da estrada ou em outro carro... preferia continuar onde tava e de cinto. A Eva continuava como se não ouvisse nada da Chloé, mesmo ela não parando de reclamar. dizer pra ela que mataria ela se continuasse, o pior (pra Chloé, sem dúvida) é que com o tempo começaram a ultrapassar a gente uns carros, em alguns dava pra ver o copiloto virando a cabeça de repente (acho que isso aconteceu umas duas vezes), em outros eles davam uma acelerada brusca pra se afastar da gente... imagino que deviam ter crianças pequenas e os pais não queriam que elas vissem aquilo... ou não, sei lá, e depois tinham os que não tinham nem duas luzes na frente e não percebiam o que tava rolando. Percebi que Chloé diminuiu bastante desde que Eva tava enchendo o saco dela e com o tempo apareceu uma placa de posto de gasolina, assim que viu, Chloé saiu da estrada e parou num lugar onde não tinha ninguém. Não sei se Chloé se segurou por acaso ou se controlou na hora de gozar... mas foi parar e deixou a calcinha, a meia-calça e parte do banco encharcados. Resolvi ficar quieto e não me meter entre Chloé e Eva pra não me ferrar... afinal, Chloé pediu um bom tempo pra ela parar e Eva ignorou completamente, mas pior ainda é que eu também não parei ela e deixei fazer o que queria... Eva começou a se vestir porque ainda tinha a roupa da cintura pra baixo pendurada numa perna, quando terminou, saiu do carro junto com Chloé e foram pro banheiro do posto. Depois de um tempo, vejo Eva saindo do posto com sacolas nas mãos e um pouco atrás vejo Chloé saindo só com a bolsa na mão, uma brisa leve levantou a saia de Chloé de lado, não foi nada demais porque não deu pra ver nada, mas o suficiente pra perceber que ela já não tava mais com a meia-calça e imagino que também sem a calcinha. Eva deixou as sacolas no banco do carona e quando ia entrar no carro, Chloé parou ela, perguntou se ela queria agora e Eva concordou com a cabeça, Chloé olhou em volta como se procurasse alguma coisa e quando parou de olhar, deu um tapa na cara de Eva com a mão aberta, mesmo com as portas e janelas fechadas, consegui ouvir Um barulho tremendo saiu do rosto dela, eles agiram como se nada do que eu vi tivesse acontecido e entraram no carro sem falar nada sobre o ocorrido.
- Mas que porra acabou de acontecer? - falei, preocupado com o que tinha acabado de testemunhar.
- Nada, maninho - disse Eva, levando a mão ao rosto enquanto uma lágrima perfeitamente visível escorria.
- Como assim nada!? Não foi isso que me pareceu - falei, afastando a mão dela e vendo metade do rosto já vermelho.
- Bem fácil, Ángel... no banheiro, eu propus três opções de castigo pra ela... uma foi essa, a outra foi que, pelo comportamento dela e já que você não a tirou de cima de mim... eu daria um chute nas suas partes mais... "sensíveis", e a última seria amarrar ela com muita fita nos pulsos e tornozelos, e também no cinto pra ela não se mexer. E olha só, ela escolheu a mais dolorosa pra ela - disse Chloé, soprando a palma da mão e olhando pra Eva pelo espelho com um sorriso.
- Vocês são loucas... e você mais ainda, Eva, por não pedir pra ser imobilizada... - coloquei minha mão com cuidado no rosto de Eva, mais precisamente na marca da mão de Chloé, totalmente vermelha, e o rosto dela estava pegando fogo.
- Calma... é suportável, ainda mais porque não terminei de brincar na viagem - disse Eva bem baixinho, sussurrando no meu ouvido de um jeito que quase não ouvi. Ela se afastou de mim e piscou um olho.
- Ela vai acabar te matando... - falei.
Retomamos a viagem com total normalidade, e não só parecia normal, por mais estranho que parecesse, estava sendo. Eva não fazia nada de errado, Chloé estava puxando conversa bem normal e sem maldade, mas a farsa durou pouco... quando Eva viu pela janela que estávamos nos aproximando de um centro populacional grande... ela começou com o jogo dela. Percebeu que o trânsito começou a aumentar aos poucos e os carros passavam por nós com mais frequência. Eva tirou o cinto e arrancou literalmente TODA a roupa. A próxima vítima seria eu, já que ela puxou minhas calças. e me tirou o cinto também, me puxou pra me deixar bem no banco do meio e montou em cima de mim. Pensei que ia meter sem fazer nada antes, porque admito que com o show meio... atrapalhado e ridículo da Eva tirando a roupa dentro do carro, fiquei meio excitado... mas não, ela preferiu esfregar a rola dela na minha buceta pra conseguir 100% de mim. Não demorou muito pra ela perceber que aquele volume entre minhas pernas já não era tão pequeno e tava empurrando com força. Ela meteu a mão numa bolsa, tirou uma camisinha, colocou em mim de primeira e, com a embalagem, jogou exatamente no banco da Chloé. Aí sim, ela levantou um pouco o quadril e meteu de uma vez com um golpe forte da cintura, esticou os dois braços pra se apoiar nos bancos dos meus lados e começou a cavalgar sem nenhuma dificuldade por estar num carro. Parecia que fazia com tanta naturalidade que dava a impressão de que ainda estávamos na cama da Chloé. Depois de um tempo, comecei a notar não só que os mamilos da Eva estavam totalmente duros, mas também que tava fazendo um frio do caralho, o que não liguei muito porque, graças ao "exercício" que a Eva e eu estávamos fazendo, a gente tava esquentando. Mas mesmo assim, por causa do frio, a Eva teve essa reação. Acontece que a Chloé trocou o aquecimento pelo ar condicionado pra foder com a Eva, mas naturalmente a gente nem ligou. E não esquece que a gente tava passando perto de uma cidade pequena ou uma vila grande... percebi que começaram a aparecer carros com frequência. Os que vinham atrás não importavam, porque não iam nos ver, mas se alguém nos ultrapassasse, podia ver perfeitamente pelo retrovisor as costas da Eva completamente pelada, com os braços esticados pros lados e fazendo uns movimentos... "meio estranhos" num carro. A Chloé fazia de tudo pra ninguém nos ultrapassar. Às vezes, passavam carros tão rápido que claramente não repararam no que a gente tava fazendo. A Chloé tava com a... música alta demais pra não ouvir os gemidos da Eva, que pra mim pareciam meio exagerados... mas mesmo assim eu conseguia ouvir tudo perfeitamente, ainda mais com os peitos da Eva pulando na minha cara, completamente durinhos, do jeito que eu gosto. Por mim, sem reclamação nenhuma. Pensei em chupar eles, mas tava adorando a vista... soltei um gemidinho de prazer que se perdeu na música e ninguém ouviu, seguido de uma gozada.
Quando Eva percebeu que eu tinha gozado, parou de me cavalgar. Mesmo assim, ela queria terminar e, sem se levantar, colocou a toalha (que já não estava nas melhores condições) sobre mim, pegou na minha mão e a colocou bem na bucetinha dela. Me olhou com uns olhões que poderiam me convencer de qualquer coisa e, com a voz mais doce que podia, disse: — Por favor, termina... falta muito pouco pra mim.
Depois daquela frase e daquela carinha tão adorável, não conseguia pensar em fazer nenhuma sacanagem e comecei a masturbá-la com o máximo de cuidado que podia, quase como se estivesse fazendo isso com uma garota virgem... Depois pensei que devia ter parecido um idiota ridículo por fazer aquilo, mas Eva me garantiu que não... Acontece que ela adorou. Tive que imaginar, porque mesmo tendo dito que faltava pouco... ela gozou na toalha e na minha mão na mesma hora. Eva usou a toalha pra se limpar melhor e a colocou numa sacola vazia, já que tinha deixado ela meio molhada. Quando Eva percebeu que eu ainda estava com a camisinha, tirou com muito cuidado e começou a limpar minha rola com a língua. Quando terminou, olhou fixamente pra camisinha e sussurrou: — Na caixa dizia sabor morango. Eva colocou a abertura da camisinha na boca e começou a chupar ela. Quando cansou de chupar, enfiou a camisinha inteira na boca e, depois de um tempo, tirou ela completamente limpa — Sim... sinto gosto de morango... mas muito pouco, o seu gosto é mais forte, ha ha. — disse Eva, e saiu de cima de mim pra se sentar no lugar original dela (atrás do banco do carona), o que me fez pensar que ela não ia mais perturbar a Chloé. Eva dizia que o rosto não doía mais, mas com certeza estava mentindo, porque ainda estava vermelho.
Por sorte ou por azar, o resto da viagem agora sim seria tranquilo... e por tranquilo quero dizer que Eva não tentaria mais nada com a Chloé nem comigo.
Eva pediu pra ela ligar o aquecedor, já que não queria se vestir. Chloé ignorou ela completamente, abaixou o som, isso sim... mas não ligou o aquecedor até que Eva vestisse a última meia. Ainda faltariam Com menos da metade da viagem, a Eva já tava bem animada apesar do tapa que a Chloé deu nela. Comecei a me preocupar porque ela ainda tava com aquela cor no rosto, então toquei na bochecha dela de novo pra confirmar: sim, ainda tava ardendo... não tanto quanto antes, mas com certeza ainda devia doer. A Eva tirou a maior onda, me olhando com aquela carinha de menina feliz e dizendo que não importava. No fundo, eu tava com medo. Se não importava... será que isso queria dizer que ela tinha algo pior planejado? Se fosse o caso, eu adoraria saber o que ela tava tramando pra impedir ou não... mas a Eva me contar alguma coisa seria impossível, já que a Chloé ouviria ou desconfiaria pra caralho se nos visse cochichando.
Surpreendentemente, já quase tínhamos chegado em casa sem mais nenhuma loucura, quando de repente a Eva começou a remexer nas sacolas do banco do carona. Depois de um tempo, vejo ela puxar uma sacola do posto de gasolina onde paramos e ficar com ela, sem mais nem menos. Ela colocou a sacola no colo e a próxima coisa que fez foi meter as duas mãos por baixo da camisa da Chloé, não com intenção de passar a mão nem fazer nada estranho... só desabotoou o sutiã dela com dificuldade por causa da resistência que a Chloé tava fazendo, e enfiou na sacola quando tirou.
— O que cê tá fazendo, menina doida? — falou a Chloé com um tom de surpresa, ela mesma não acreditava no que a Eva tava fazendo.
— Ué, fácil. Na sua última viagenzinha pra nossa casa, você deu uns "presentinhos" pro meu irmãozinho, e agora eu quero o mesmo presente — disse a Eva enquanto admirava o que tinha pegado.
— Sim, mas eu dei umas que não precisava. A viagem vai ser só de um dia e meio, pensei que não ia precisar de mais roupa e não trouxe nada extra. Vamos, me devolve — a Chloé esticou a mão na nossa direção, esperando receber a sacola com a roupa íntima dela.
— Recuso. E me diz aí como você vai fazer pra pedir roupa íntima emprestada pra nossa mãe... O que vai falar, que esqueceu de vestir? Ha! Claro que pode comprar mais... ah, não! Que você tem a reunião amanhã bem cedo. Cedo e hoje tá tudo fechado... — disse Eva com um tom sarcástico e, ao terminar, começou a rir sem parar.
— Ok... fica com ele, mesmo assim não ia conseguir usar, tão manchados e eu ia ter que limpar quando voltasse pra casa.
— Verdade... e que diferença faz você não ter roupa íntima? Com esse peito chato que você tem, a parte de cima sempre sobra, não acha? — e Eva caiu na risada de novo.
Comecei a reconhecer as ruas por onde a gente passava, já que estávamos bem perto de casa. Decidi ligar pros meus pais pra eles saírem e ajudarem a guardar tudo o mais rápido possível, porque calculei que não levaríamos mais de dez minutos pra terminar a viagem. Como imaginei, Chloé estacionou o carro na frente da nossa casa em menos de dez minutos desde que desliguei com meus pais. Enquanto ela estacionava, dei um toque no telefone pra eles, e eles saíram pra nos receber na hora certa. Eva, por outro lado, começou a se encher de perfume e, quando terminou, me borrifou também. Foi muito engraçada a cena da Chloé descendo do carro, parecia uma princesa descendo; juntou as duas pernas dentro do carro e as tirou ao mesmo tempo, girando o corpo todo. E por que ela fez isso? Muito simples... meus pais estavam bem na frente da porta do motorista e, lembrando, Chloé só usava umas meias que batiam na altura da saia dela... se tivesse descido normalmente, com certeza teria mostrado tudo. Depois que Chloé desceu do carro, cumprimentou meus pais e abriu o porta-malas pra eles ajudarem a guardar tudo. Meu pai ajudou, mas minha mãe ignorou completamente ele pra se jogar em cima da gente. Sorte que a Eva me encharcou com o perfume dela, porque mais tarde fiquei pensando que, se não tivesse feito isso, a gente provavelmente ia feder demais... "estranho". Já minha mãe, se me sentisse com aquele cheiro... só ia pensar que foi a Chloé fazendo besteira. E o tapa? Ainda tava meio vermelho, mas com um pouco de maquiagem deu pra esconder como se nada tivesse acontecido.
Levamos muito menos tempo pra tirar tudo com a ajuda dos meus pais do que o tempo que gastamos pra Enfiar tudo entre três, ou dois e meio se contar que a Chloé e a Eva praticamente carregaram o mínimo possível e deixaram tudo pra mim em Madrid. Depois de terminar de enfiar tudo e com o carro já fechado, entramos todos na sala, parecia estranho estar naquele cômodo com meus pais, depois de tudo que fizemos no apartamento da Chloé, minha irmã, tia e eu... A gente sentou pra lanchar e conversou sobre o que a Chloé faria, no fim, por mais que tentássemos convencê-la a ficar, ela recusou, queria fazer o trabalho dela de cabeça limpa e dirigir o mínimo possível, iria pro hotel; que ficava bem perto de onde ela tinha que ir e jantaria lá, pensei que era por causa da Eva e de mim, pra nos deixar sozinhos, mas no fim era verdade mesmo.
Chegou a hora da despedida, a Chloé tinha que ir e, apesar de ambos querermos nos despedir de um jeito melhor... demos dois beijos nas bochechas e um abraço rápido na rua, ela fez o mesmo com a Eva e entrou no carro pra ir embora. Entramos de novo em casa, só que agora decidi subir minhas coisas direto pro meu quarto, antes a gente tinha deixado no hall e ficaram lá, não me dei ao trabalho de tirar tudo das sacolas nem mochilas, só joguei no chão, sofá e cadeira do meu quarto e me joguei de barriga pra cima na cama. Vou dormir tranquilo, sozinho e sem dois aquecedores colados em mim a noite toda... pensei enquanto relaxava um pouco. Daí a pouco ouço a Eva fazendo o mesmo; ouvia ela subir e descer pra levar tudo pro quarto dela, quando terminou, entrou no meu quarto com uma mochila rosa e preta que trouxe de Madrid, parou na frente do sofá-cama, que tinha as coisas que eu subi e alguns outros trecos sem importância. Eva largou a mochila no chão e com as duas mãos pegou tudo que estava no sofá e deu uma varrida tão forte que jogou tudo no chão, pensei em perguntar que porra ela tava fazendo... mas tava mais curioso pra ver o que viria a seguir. Eva pegou a mochila do chão e abriu com cuidado, quando ela Levantei e virei, vi um monte de roupinhas caindo sem parar... levantei de repente e não acreditei no que tava vendo... Eva roubou toda a roupa íntima da Chloé, por isso que pediu mais espaço pras roupas dela.
- Mas que porra você fez, Eva?
- Lembra que eu falei que tinha uma surpresa boa pra ela? Eu tinha planejado isso e a parada de amarrar ela na cama... e... missão cumprida!!! - disse Eva enquanto enfiava as mãos debaixo da pilha toda e de repente levantou, jogando tudo pro alto.
- A Chloé vai te matar... quando ela perceber, vai te matar... e pra que diabos você fez isso?
- Sei lá... várias dessas coisinhas são bonitinhas... e só de pensar na reação dela quando ver as gavetas dela... ha ha ha!
- Por isso que você deu a roupa pra ela? Pra ela não ver... mas provavelmente nem são do seu tamanho!!
- Mmmmm as calcinhas e as tangas são... já os sutiãs... a Chloé é peito chato... mas acho que um pouquinho apertados, mas os meus vão caber.
- Essa mina é maluca... - falei e me joguei de novo na minha cama.
Eva juntou tudo do chão e colocou no sofá, organizou enquanto admirava a nova coleção e quando terminou, veio até mim e me empurrou um pouco pra abrir espaço na cama. Eva apoiou a cabeça no meu ombro e ficou quieta, enquanto passava a mão no meu peito por cima da camisa, dava pra entender fácil que ela não queria fazer mais nada além daquilo, já que com nossos pais lá embaixo, nem se ela quisesse... a gente não podia fazer nada.
- Ahhh... não só não podemos fazer nada divertido como também não vamos poder dormir juntos... tava começando a gostar dessa parada de dormir juntinhos - disse Eva.
- É, bom... alguma coisa boa teria, mas você não acordava fervendo... ou babada... ou com alguém te fazendo um oral enquanto dorme... e não me vem mais nada na cabeça - falei enquanto contava nos dedos de uma mão.
- É porque você não quer... não me incomodaria acordar com sua boquinha me fazendo um favorzinho lá embaixo... Eva continuava me acariciando sem parar, e de repente ouço algo cair no chão bem perto da gente. Levantei a vista e ouvi de novo: era Eva tirando os sapatos e deixando eles caírem. Ela subiu os pés na cama e começou a fazer "pezinho" comigo. Agora sim, ela meteu a mão por baixo da minha camisa e continuou com a mesma coisa que fazia, mas por dentro. — Não tenta me enganar... sei que você tá com tesão... tô ouvindo teu coração, e por mais que você tente, o volume que você tem entre as pernas vai continuar crescendo... Vamos... vou te ajudar. — disse Eva, e parou de me acariciar pra ir engatinhando até os pés da cama. Tirou minha calça com cuidado, sem fazer nenhuma besteira... pra não puxar de uma vez e derrubar alguma coisa que alertasse meus pais... Quando Eva tirou minha cueca, minha pica saltou de uma vez, o que deixou Eva muito feliz, já que ela fingiu que tava aplaudindo. Ela começou a lamber minha pica com cuidado, tão devagar e com tanto jeito que quase fazia cócegas. Soltou umas gargalhadas e agora sim começou a chupar do jeito que fazia normalmente, com uma pequena diferença... agora não dava pra ouvir tanto quanto no apartamento da Chloé. Das outras vezes, dava pra ouvir bem alto o barulho que a boca dela fazia com minha pica e toda a saliva, mas agora Eva tentava não fazer aquele som. Eva tava super concentrada no que fazia, tanto que não me olhou até passar um bom tempo. Quando viu que eu tava olhando pra ela, decidiu fazer o mesmo, mas com uma carinha adorável. — Para de fazer essa carinha ou eu não vou durar nem dois segundos. — falei pra Eva, e ela baixou um pouco a cabeça, fechou os olhos e pareceu aceitar meu pedido... digo, pareceu, mas nem fodendo que aceitou. Praticamente no segundo e meio, ela levantou o olhar e fez a mesma carinha de novo, enquanto balançava o dedo dizendo "não". Não durei dois segundos... mas também não durei muito mais... Gozei na boca da Eva, tentando não fazer nenhum barulho nem movimento brusco pra não alertar meus pais. Eva ficou de joelhos na minha frente, com meu gozo ainda na boca, olhou pros dois lados como se... Saber o que fazer com o que tinha na boquinha dela, ela deu de ombros como quem diz "foda-se" e engoliu. Ela vestiu minha calça de novo... só a calça... e quando percebeu o erro, disse que não precisava da minha cueca, deitou de novo do meu lado, só que agora se apoiou no travesseiro e ficou olhando fixamente pro teto. Pensei que, se eu consegui gozar sem fazer barulho... me levantei com cuidado pra não assustar a Eva e comecei a despir a Eva. No começo ela resistiu um pouco... mas com uma resistência tão fraca... claramente dava pra ver que ela queria que eu fizesse isso. Já com a Eva completamente pelada, levantei da cama. Eva me perguntou se eu não ia meter nela agora, eu disse que obviamente não... por mais que ela fizesse bem, a cama ia bater na parede e iam ouvir lá embaixo. Fui pro banheiro e trouxe uma toalha. Eva já sabia por onde as coisas iam rolar, disse que não conseguia segurar os barulhos, mas sugeri que ela usasse meu travesseiro pra abafar os gemidos e gritos. Ela topou na hora. Coloquei a toalha bem na frente da bucetinha dela e bum, comecei a lamber a bucetinha dela. Ao mesmo tempo, enfiava os dedos pra deixar bem molhadinho. Precisava deles molhados porque, enquanto eu lambia cada milímetro da ppk dela, fui enfiando um dedo no cuzinho dela devagar, depois outro... e outro... Eva jogou o travesseiro na cara na hora, porque não parava de gemer. Infelizmente, o quarto dedo não consegui enfiar, não só porque ela resistia, mas porque a bucetinha dela começou a ficar tão molhada que ela gozou rapidão. Coloquei a toalha e, quando terminou, limpei ela o melhor que pude com a toalha e minha língua. Tirei o travesseiro do rosto da Eva, ou melhor, o que parecia o corpo sem vida da Eva, até que, vendo a cara de prazer e exaustão que ela tinha, confirmei que ela ainda estava viva.
- Opa... tá suja... você deixou um monte de maquiagem no travesseiro - falei enquanto colocava ele atrás da cabeça dela e me deitava do lado.
- Pode colocar a parte suja contra o colchão e a limpa pra gente se apoiar e depois você limpa.
- Bem, Eva... você não segurou muito os barulhos... por sorte só eu consegui ouvir...
- Não é minha culpa... pra que você enfia os dedos no meu cu?
- Sei lá... achei que ia ser divertido e que você ia gostar... e foi o que aconteceu.
- Ok, ok, ok... menino mimado. Sabe que amanhã a gente tem aula, né? Nem pense em contar isso pra ninguém, nem agir diferente do que sempre faz comigo se me ver...
- Sim, sim... juro que vou contar pra toda a minha turma e quando te ver, onde quer que seja... vou me jogar na sua boca e te passar a mão como se não houvesse amanhã...
- Muito engraçado, mas se alguém ficar sabendo, você tá morto, que já tenho problema suficiente com isso... – disse Eva enquanto segurava o colar no pescoço.
- Na... ignora isso, diz que é a nova moda... aliás, fica bem em você.
Ficamos assim por um tempinho, já que estava chegando a hora do jantar e a gente teria que descer. Eva vestiu a roupa e se adiantou, descendo antes de mim. Fiquei feliz com o que aconteceu, porque o que a gente acabou de fazer mostrou que; sem poder foder, dava pra fazer umas coisinhas sem fazer muito barulho. Desci e entrei na sala onde nossos pais nos esperavam pra perguntar como a gente se divertiu e o que fez em Madri. Eva entrou atrás de mim, já que tinha saído do banheiro, e começou o interrogatório. Não nos ocorreu pensar no que a gente podia explicar em alguns dias, já que fizemos um pouco de turismo... mas e o resto? Cada um começou a inventar coisas e a gente fez o impossível pra não esquecer, já que cada um completou dias diferentes das "férias em Madri", quando na realidade quase seria mais correto dizer férias na cama da Chloé, sofá da Chloé, banheiro... etc...
Depois do interrogatório e do jantar, preparamos tudo pra ir pra aula no dia seguinte. Quando terminei tudo, só faltava acertar o despertador e fui dormir. Daí a pouco, ouço meus pais e Eva fazendo o mesmo. Passou um tempo e, quando eu já estava quase Dormindo, escuto minha porta se abrir bem devagar e vejo a silhueta de uma garota entrando no meu quarto e fechando a porta com todo cuidado. Não precisa ser gênio nem adivinho pra saber que essa pessoa era a Eva... ela se meteu na minha cama e me disse, sussurrando no meu ouvido, que nossos pais estavam completamente dormindo e que ela não queria dormir sozinha na primeira noite em casa. Me deu um beijinho na bochecha e se agarrou em mim.
Capítulo 14:http://www.poringa.net/posts/relatos/4147706/14-Hogar-dulce-hogar-II.html
E com isso se encerra essa parte do capítulo. Valeu a todos pela espera e pros novatos, obrigado por terem chegado até aqui.aqui.
Subimos no carro da Chloé e já comecei a estranhar uma coisa, como sempre acontece em todas as famílias; os irmãos brigam por quem vai no banco do carona e quem vai atrás, com o passar dos anos já me dei por vencido e me resignei a ir de carona uma em cada dez vezes... talvez quinze? Mas nesse caso a Eva abriu a porta do carona só pra deixar a mochila dela e umas sacolas, quando vi ela abrir a porta pensei que ela ia sentar já que da outra vez que fomos comer ela foi de carona... assumi que eu ia ter que ir atrás e me sentei, pra minha surpresa vejo a porta oposta à minha (traseira direita) abrir e a Eva sentar sem falar nada, apertamos os cintos e a Chloé deu partida. O carro era uma SUV de um azul tão escuro que por pouco não era preto, também tinha o logo da empresa onde a Chloé trabalhava; nas portas e tal. Por dentro muito confortável e espaçoso (um Peugeot, se não me engano) tinha o vidro traseiro e as janelas de trás fumê, o resto não... o que me estranhou, mas mais tarde descobri que por lei não deixavam fumê o resto... coisa que mais tarde a Chloé teria preferido.Sair de Madrid foi um tédio total... diferente de ir de trem, de carro a gente pegava trânsito, mas com mais privacidade e sem estranhos podíamos falar à vontade sobre o que quiséssemos sem ninguém nos julgar ou olhar torto. A viagem ia durar umas quatro horas e já tínhamos aceitado que íamos ter que aguentar trânsito na saída, mas depois de meia hora mais ou menos pegamos a rodovia e sem muita gente no caminho... agora só restava uma longa estrada entediante. O problema é que em menos de uma hora já tínhamos esgotado todos os assuntos interessantes e só sobraram temas totalmente idiotas e chatos... daqueles que você fala no telefone com algum parente e por dentro não para de pensar quando aquela tortura vai acabar, felizmente a Eva pensou nisso e pegou a mochila que estava no banco do carona, pensei que ela fosse tirar algum tipo de jogo Se fosse um videogame ou um simples baralho, eu me contentaria com qualquer coisa. Mas, pra minha desgraça, ela só tirou um monte de doces, colocou no banco do meio e jogou a mochila aos pés dela. Fui pegar algo do que ela tirou, mas antes de conseguir, a Eva bateu na minha mão com a dela.
- Mas o que você tá fazendo, Eva? - perguntei, esfregando o lugar onde ela me bateu.
- Não briguem... - disse a Chloé, olhando pra gente pelo retrovisor.
- Se você quer, irmãozinho... vai ter que seguir as minhas regras... - falou a Eva com um tom debochado, se fazendo de durona.
Eva soltou o cinto, colocou as mãos na cintura, levantou os quadris enquanto apoiava a cabeça no banco, olhou pro teto e puxou a calça pra baixo. Tirou ela até os tornozelos, junto com a calcinha. Eu fiquei quieto, porque a Chloé não tinha percebido nada e eu não queria ser o dedo-duro da situação... A Eva fez de tudo pra tirar pelo menos uma perna da calça sem tirar o sapato, mas desistiu e acabou tirando um. Ela pegou um doce aleatório (agarrou um pirulito pelo palito), se apoiou na porta me encarando, colocou uma perna no encosto de cabeça do nosso banco e a outra no da Chloé. Com dois dedinhos, abriu a bucetinha dela como se fizesse o sinal de paz e enfiou o pirulito inteiro, deixando só o palito pra fora.
- Mas o que vocês tão fazendo? - disse a Chloé, sentindo algo no banco dela.
- Nada... só estamos nos ajeitando, os bancos de trás desse carro são meio desconfortáveis - falou a Eva.
- Mas você é uma filha da puta!! - gritou a Chloé, virando a cabeça e vendo o que a Eva tava fazendo.
- Dirige, louca, ou a gente vai bater, ha ha ha - disse a Eva, colocando um segundo pirulito na boca agora.
- Se a polícia nos ver, já sabe a multa que a Chloé vai ter que pagar - falei, olhando pra frente e pra trás pra ver se estávamos sozinhos.
- Fala o que quiser... mas só deixo você comer o que tá em cima de mim... Você escolhe: boca ou coelhinho? haha - disse Eva, apontando pros dois palitos saindo.
- Fácil...
Estendi uma mão na direção da boca dela, o que pareceu decepcionar um pouco a Eva pela cara que fez, e ao tirar com a mão esquerda o da boca... puxei o palito do "coelhinho" dela com a mão direita e fiquei com os dois. Ela deu um gritinho, já que não esperava nada daquilo, e eu enfiei os dois na minha boca enquanto olhava pra ela me achando - Me veio um jogo na cabeça!! - disse Eva. Tanto eu quanto Chloé não falamos nada, com medo da barbaridade que ela poderia soltar, mas mesmo assim ela continuou como se nada e explicou enquanto pegava mais dois pirulitos.
- O jogo é muito fácil e tem as seguintes... "regras": vou repetir o que fiz antes e, depois de alguns minutos, vou dar um pra um voluntário, ou pra quem eu bem entender... e a pessoa vai ter que adivinhar de onde saiu, ha ha ha. E se alguém se recusar a jogar, lembro: temos uma viagem longa e um espaço bem apertado onde posso torturar vocês, seja física ou psicologicamente... uma vou torturar só na viagem, mas o outro... o ano inteiro - disse Eva, me olhando bem séria e fixamente quando mencionou o "outro".
- Ok, como se isso me afetasse muito... - falei e enfiei os dois caramelos de volta na boca.
- Esse é meu irmãozinho!!!
- Quê? Não vou fazer cara feia, a gente já fez coisas piores esses dias... literalmente, minha língua esteve onde esses dois pequeninos estavam... - falei, encarando eles.
- Bom, se vocês são tão felizes, brincam sozinhos - disse Chloé e aumentou o volume da música, fingindo que não ligava pro que a gente fazia.
Como Eva disse... ela começou a enfiar os pirulitos e tirou uma toalha que tinha na mochila. Que porra a Eva vai fazer com essa toalha? Ela realmente roubou uma toalha da Chloé? pensei... ela colocou a toalha no banco e ficou uns minutos girando os palitos. Depois de um tempo, com uma mão, esticou a toalha entre ela e eu, como se fosse uma cortina, e se escondeu. Ela afastou a toalha e segurava os dois pirulitos com uma mão, aproximou do meu rosto e, depois de mandar eu abrir a boca, enfiou um em mim. Depois, foi pra trás da Chloé e, sem dizer nada, passou a mão por baixo do nariz dela e tapou. Chloé abriu a boca, provavelmente pra perguntar que porra ela tava fazendo, mas não deixou, enfiou o pirulito e soltou o nariz pra fechar a boca dela.
— E aí? Qual é da minha boquinha doce e qual é do meu coelhinho delicioso? — disse Eva, voltando pro lugar.
— Bom, eu diria que o meu é da sua boca, irmãzinha, bem simples... tá bem "gastado", e isso é porque você fica chupando ele.
— Nem pense... o meu também tá gastado — disse Chloé, jogando o dela pra mim.
— Ok... é verdade, tão quase iguais — falei, olhando os dois juntos.
Obviamente, não íamos acertar nem fodendo e... também obviamente, Eva decidiu dar pra Chloé o da buceta dela. Eva não parava de rir enquanto dizia quem tinha ficado com qual. Quando cansou de rir, veio até mim, tirou os quatro da minha mão, enrolou num plástico e deixou uma garrafa d'água nas minhas mãos. Voltou pro lugar, mas agora colocou a toalha debaixo da bunda.
— E agora, irmãozinho, bebe água que você vai precisar... primeiro pra tirar o gosto da boca e segundo, pra limpar isso aqui com sua boquinha e provar de novo os docinhos — disse Eva, abrindo a bucetinha com uma mão e apontando com a outra.
— Pra fazer isso, eu precisaria tirar o cinto e, enquanto a gente faz, provavelmente vamos distrair a Chloé... não me parece muito seguro — falei, procurando a água, mas por dentro morrendo de vontade.
— Seu irmão tem razão, obedece ele e fecha essas pernas de puta que você tem — disse Chloé.
Provavelmente por diversão, ou mais provável que não gostou de ser chamada de puta... mas Eva avançou no fecho do meu cinto e tirou ele. Jogou a mão no colarinho da minha camisa e deu um puxão, que rasgou a camisa toda na região do pescoço e fez minha boca bater contra... A bucetinha dela, uma metida que nem ela esperava, porque deu um gritinho. Por sorte, na posição que a gente tava, ninguém conseguia ver a gente, e não tô falando por causa dos vidros fumê, porque os da frente não eram... mas mesmo quando outros carros passavam, não dava pra ver, porque a gente tava quase deitado. Outra coisa que percebi é que a Eva ficava doida com exibicionismo, porque não demorou nada pra gozar. Sorte que eu já tava começando a conhecer bem os padrões da Eva e da Chloé e consegui cobrir ela com a toalha na hora, pra não deixar o carro todo melado e ter que trocar o estofado inteiro.
Depois de terminar com a Eva, voltei pro meu lugar e coloquei o cinto de novo. Imaginei que a Eva fosse se limpar e fazer o mesmo, mas depois de se limpar, ela tirou meu cinto de novo, passou por cima de mim, me empurrou do banco e agora era a Eva que tava atrás do banco do motorista e eu atrás do do carona. A Eva esticou os braços pra colocar entre o banco e o encosto de cabeça da Chloé. Depois de muito esforço, conseguiu tirar ele e largou no chão do carro, entre ela e eu. A Eva se segurou no banco da frente pra não cair e se levantou pra poder chegar perto da Chloé. Mais especificamente, começou a lamber a orelha dela sem parar, por todos os lados. Obviamente, a Chloé pediu pra ela parar, mas nem ligou... isso deixou a Eva ainda mais excitada e, em vez de parar, enfiou a mão por baixo da meia-calça e da calcinha pra começar a masturbar ela. Com a outra mão, enfiou pelo colarinho da camisa, e imagino que por baixo de tudo que a Chloé tava vestindo, porque de onde eu tava não dava pra ver exatamente tudo que a Eva tava fazendo. Admito que, com a pose que a Eva tava, minha vontade era enorme de me colocar debaixo dela e meter nela, mas a motorista já tava sendo perturbada... e se a gente fosse bater na mureta da estrada ou em outro carro... preferia continuar onde tava e de cinto. A Eva continuava como se não ouvisse nada da Chloé, mesmo ela não parando de reclamar. dizer pra ela que mataria ela se continuasse, o pior (pra Chloé, sem dúvida) é que com o tempo começaram a ultrapassar a gente uns carros, em alguns dava pra ver o copiloto virando a cabeça de repente (acho que isso aconteceu umas duas vezes), em outros eles davam uma acelerada brusca pra se afastar da gente... imagino que deviam ter crianças pequenas e os pais não queriam que elas vissem aquilo... ou não, sei lá, e depois tinham os que não tinham nem duas luzes na frente e não percebiam o que tava rolando. Percebi que Chloé diminuiu bastante desde que Eva tava enchendo o saco dela e com o tempo apareceu uma placa de posto de gasolina, assim que viu, Chloé saiu da estrada e parou num lugar onde não tinha ninguém. Não sei se Chloé se segurou por acaso ou se controlou na hora de gozar... mas foi parar e deixou a calcinha, a meia-calça e parte do banco encharcados. Resolvi ficar quieto e não me meter entre Chloé e Eva pra não me ferrar... afinal, Chloé pediu um bom tempo pra ela parar e Eva ignorou completamente, mas pior ainda é que eu também não parei ela e deixei fazer o que queria... Eva começou a se vestir porque ainda tinha a roupa da cintura pra baixo pendurada numa perna, quando terminou, saiu do carro junto com Chloé e foram pro banheiro do posto. Depois de um tempo, vejo Eva saindo do posto com sacolas nas mãos e um pouco atrás vejo Chloé saindo só com a bolsa na mão, uma brisa leve levantou a saia de Chloé de lado, não foi nada demais porque não deu pra ver nada, mas o suficiente pra perceber que ela já não tava mais com a meia-calça e imagino que também sem a calcinha. Eva deixou as sacolas no banco do carona e quando ia entrar no carro, Chloé parou ela, perguntou se ela queria agora e Eva concordou com a cabeça, Chloé olhou em volta como se procurasse alguma coisa e quando parou de olhar, deu um tapa na cara de Eva com a mão aberta, mesmo com as portas e janelas fechadas, consegui ouvir Um barulho tremendo saiu do rosto dela, eles agiram como se nada do que eu vi tivesse acontecido e entraram no carro sem falar nada sobre o ocorrido.
- Mas que porra acabou de acontecer? - falei, preocupado com o que tinha acabado de testemunhar.
- Nada, maninho - disse Eva, levando a mão ao rosto enquanto uma lágrima perfeitamente visível escorria.
- Como assim nada!? Não foi isso que me pareceu - falei, afastando a mão dela e vendo metade do rosto já vermelho.
- Bem fácil, Ángel... no banheiro, eu propus três opções de castigo pra ela... uma foi essa, a outra foi que, pelo comportamento dela e já que você não a tirou de cima de mim... eu daria um chute nas suas partes mais... "sensíveis", e a última seria amarrar ela com muita fita nos pulsos e tornozelos, e também no cinto pra ela não se mexer. E olha só, ela escolheu a mais dolorosa pra ela - disse Chloé, soprando a palma da mão e olhando pra Eva pelo espelho com um sorriso.
- Vocês são loucas... e você mais ainda, Eva, por não pedir pra ser imobilizada... - coloquei minha mão com cuidado no rosto de Eva, mais precisamente na marca da mão de Chloé, totalmente vermelha, e o rosto dela estava pegando fogo.
- Calma... é suportável, ainda mais porque não terminei de brincar na viagem - disse Eva bem baixinho, sussurrando no meu ouvido de um jeito que quase não ouvi. Ela se afastou de mim e piscou um olho.
- Ela vai acabar te matando... - falei.
Retomamos a viagem com total normalidade, e não só parecia normal, por mais estranho que parecesse, estava sendo. Eva não fazia nada de errado, Chloé estava puxando conversa bem normal e sem maldade, mas a farsa durou pouco... quando Eva viu pela janela que estávamos nos aproximando de um centro populacional grande... ela começou com o jogo dela. Percebeu que o trânsito começou a aumentar aos poucos e os carros passavam por nós com mais frequência. Eva tirou o cinto e arrancou literalmente TODA a roupa. A próxima vítima seria eu, já que ela puxou minhas calças. e me tirou o cinto também, me puxou pra me deixar bem no banco do meio e montou em cima de mim. Pensei que ia meter sem fazer nada antes, porque admito que com o show meio... atrapalhado e ridículo da Eva tirando a roupa dentro do carro, fiquei meio excitado... mas não, ela preferiu esfregar a rola dela na minha buceta pra conseguir 100% de mim. Não demorou muito pra ela perceber que aquele volume entre minhas pernas já não era tão pequeno e tava empurrando com força. Ela meteu a mão numa bolsa, tirou uma camisinha, colocou em mim de primeira e, com a embalagem, jogou exatamente no banco da Chloé. Aí sim, ela levantou um pouco o quadril e meteu de uma vez com um golpe forte da cintura, esticou os dois braços pra se apoiar nos bancos dos meus lados e começou a cavalgar sem nenhuma dificuldade por estar num carro. Parecia que fazia com tanta naturalidade que dava a impressão de que ainda estávamos na cama da Chloé. Depois de um tempo, comecei a notar não só que os mamilos da Eva estavam totalmente duros, mas também que tava fazendo um frio do caralho, o que não liguei muito porque, graças ao "exercício" que a Eva e eu estávamos fazendo, a gente tava esquentando. Mas mesmo assim, por causa do frio, a Eva teve essa reação. Acontece que a Chloé trocou o aquecimento pelo ar condicionado pra foder com a Eva, mas naturalmente a gente nem ligou. E não esquece que a gente tava passando perto de uma cidade pequena ou uma vila grande... percebi que começaram a aparecer carros com frequência. Os que vinham atrás não importavam, porque não iam nos ver, mas se alguém nos ultrapassasse, podia ver perfeitamente pelo retrovisor as costas da Eva completamente pelada, com os braços esticados pros lados e fazendo uns movimentos... "meio estranhos" num carro. A Chloé fazia de tudo pra ninguém nos ultrapassar. Às vezes, passavam carros tão rápido que claramente não repararam no que a gente tava fazendo. A Chloé tava com a... música alta demais pra não ouvir os gemidos da Eva, que pra mim pareciam meio exagerados... mas mesmo assim eu conseguia ouvir tudo perfeitamente, ainda mais com os peitos da Eva pulando na minha cara, completamente durinhos, do jeito que eu gosto. Por mim, sem reclamação nenhuma. Pensei em chupar eles, mas tava adorando a vista... soltei um gemidinho de prazer que se perdeu na música e ninguém ouviu, seguido de uma gozada.
Quando Eva percebeu que eu tinha gozado, parou de me cavalgar. Mesmo assim, ela queria terminar e, sem se levantar, colocou a toalha (que já não estava nas melhores condições) sobre mim, pegou na minha mão e a colocou bem na bucetinha dela. Me olhou com uns olhões que poderiam me convencer de qualquer coisa e, com a voz mais doce que podia, disse: — Por favor, termina... falta muito pouco pra mim.Depois daquela frase e daquela carinha tão adorável, não conseguia pensar em fazer nenhuma sacanagem e comecei a masturbá-la com o máximo de cuidado que podia, quase como se estivesse fazendo isso com uma garota virgem... Depois pensei que devia ter parecido um idiota ridículo por fazer aquilo, mas Eva me garantiu que não... Acontece que ela adorou. Tive que imaginar, porque mesmo tendo dito que faltava pouco... ela gozou na toalha e na minha mão na mesma hora. Eva usou a toalha pra se limpar melhor e a colocou numa sacola vazia, já que tinha deixado ela meio molhada. Quando Eva percebeu que eu ainda estava com a camisinha, tirou com muito cuidado e começou a limpar minha rola com a língua. Quando terminou, olhou fixamente pra camisinha e sussurrou: — Na caixa dizia sabor morango. Eva colocou a abertura da camisinha na boca e começou a chupar ela. Quando cansou de chupar, enfiou a camisinha inteira na boca e, depois de um tempo, tirou ela completamente limpa — Sim... sinto gosto de morango... mas muito pouco, o seu gosto é mais forte, ha ha. — disse Eva, e saiu de cima de mim pra se sentar no lugar original dela (atrás do banco do carona), o que me fez pensar que ela não ia mais perturbar a Chloé. Eva dizia que o rosto não doía mais, mas com certeza estava mentindo, porque ainda estava vermelho.
Por sorte ou por azar, o resto da viagem agora sim seria tranquilo... e por tranquilo quero dizer que Eva não tentaria mais nada com a Chloé nem comigo.
Eva pediu pra ela ligar o aquecedor, já que não queria se vestir. Chloé ignorou ela completamente, abaixou o som, isso sim... mas não ligou o aquecedor até que Eva vestisse a última meia. Ainda faltariam Com menos da metade da viagem, a Eva já tava bem animada apesar do tapa que a Chloé deu nela. Comecei a me preocupar porque ela ainda tava com aquela cor no rosto, então toquei na bochecha dela de novo pra confirmar: sim, ainda tava ardendo... não tanto quanto antes, mas com certeza ainda devia doer. A Eva tirou a maior onda, me olhando com aquela carinha de menina feliz e dizendo que não importava. No fundo, eu tava com medo. Se não importava... será que isso queria dizer que ela tinha algo pior planejado? Se fosse o caso, eu adoraria saber o que ela tava tramando pra impedir ou não... mas a Eva me contar alguma coisa seria impossível, já que a Chloé ouviria ou desconfiaria pra caralho se nos visse cochichando.
Surpreendentemente, já quase tínhamos chegado em casa sem mais nenhuma loucura, quando de repente a Eva começou a remexer nas sacolas do banco do carona. Depois de um tempo, vejo ela puxar uma sacola do posto de gasolina onde paramos e ficar com ela, sem mais nem menos. Ela colocou a sacola no colo e a próxima coisa que fez foi meter as duas mãos por baixo da camisa da Chloé, não com intenção de passar a mão nem fazer nada estranho... só desabotoou o sutiã dela com dificuldade por causa da resistência que a Chloé tava fazendo, e enfiou na sacola quando tirou.
— O que cê tá fazendo, menina doida? — falou a Chloé com um tom de surpresa, ela mesma não acreditava no que a Eva tava fazendo.
— Ué, fácil. Na sua última viagenzinha pra nossa casa, você deu uns "presentinhos" pro meu irmãozinho, e agora eu quero o mesmo presente — disse a Eva enquanto admirava o que tinha pegado.
— Sim, mas eu dei umas que não precisava. A viagem vai ser só de um dia e meio, pensei que não ia precisar de mais roupa e não trouxe nada extra. Vamos, me devolve — a Chloé esticou a mão na nossa direção, esperando receber a sacola com a roupa íntima dela.
— Recuso. E me diz aí como você vai fazer pra pedir roupa íntima emprestada pra nossa mãe... O que vai falar, que esqueceu de vestir? Ha! Claro que pode comprar mais... ah, não! Que você tem a reunião amanhã bem cedo. Cedo e hoje tá tudo fechado... — disse Eva com um tom sarcástico e, ao terminar, começou a rir sem parar.
— Ok... fica com ele, mesmo assim não ia conseguir usar, tão manchados e eu ia ter que limpar quando voltasse pra casa.
— Verdade... e que diferença faz você não ter roupa íntima? Com esse peito chato que você tem, a parte de cima sempre sobra, não acha? — e Eva caiu na risada de novo.
Comecei a reconhecer as ruas por onde a gente passava, já que estávamos bem perto de casa. Decidi ligar pros meus pais pra eles saírem e ajudarem a guardar tudo o mais rápido possível, porque calculei que não levaríamos mais de dez minutos pra terminar a viagem. Como imaginei, Chloé estacionou o carro na frente da nossa casa em menos de dez minutos desde que desliguei com meus pais. Enquanto ela estacionava, dei um toque no telefone pra eles, e eles saíram pra nos receber na hora certa. Eva, por outro lado, começou a se encher de perfume e, quando terminou, me borrifou também. Foi muito engraçada a cena da Chloé descendo do carro, parecia uma princesa descendo; juntou as duas pernas dentro do carro e as tirou ao mesmo tempo, girando o corpo todo. E por que ela fez isso? Muito simples... meus pais estavam bem na frente da porta do motorista e, lembrando, Chloé só usava umas meias que batiam na altura da saia dela... se tivesse descido normalmente, com certeza teria mostrado tudo. Depois que Chloé desceu do carro, cumprimentou meus pais e abriu o porta-malas pra eles ajudarem a guardar tudo. Meu pai ajudou, mas minha mãe ignorou completamente ele pra se jogar em cima da gente. Sorte que a Eva me encharcou com o perfume dela, porque mais tarde fiquei pensando que, se não tivesse feito isso, a gente provavelmente ia feder demais... "estranho". Já minha mãe, se me sentisse com aquele cheiro... só ia pensar que foi a Chloé fazendo besteira. E o tapa? Ainda tava meio vermelho, mas com um pouco de maquiagem deu pra esconder como se nada tivesse acontecido.
Levamos muito menos tempo pra tirar tudo com a ajuda dos meus pais do que o tempo que gastamos pra Enfiar tudo entre três, ou dois e meio se contar que a Chloé e a Eva praticamente carregaram o mínimo possível e deixaram tudo pra mim em Madrid. Depois de terminar de enfiar tudo e com o carro já fechado, entramos todos na sala, parecia estranho estar naquele cômodo com meus pais, depois de tudo que fizemos no apartamento da Chloé, minha irmã, tia e eu... A gente sentou pra lanchar e conversou sobre o que a Chloé faria, no fim, por mais que tentássemos convencê-la a ficar, ela recusou, queria fazer o trabalho dela de cabeça limpa e dirigir o mínimo possível, iria pro hotel; que ficava bem perto de onde ela tinha que ir e jantaria lá, pensei que era por causa da Eva e de mim, pra nos deixar sozinhos, mas no fim era verdade mesmo.
Chegou a hora da despedida, a Chloé tinha que ir e, apesar de ambos querermos nos despedir de um jeito melhor... demos dois beijos nas bochechas e um abraço rápido na rua, ela fez o mesmo com a Eva e entrou no carro pra ir embora. Entramos de novo em casa, só que agora decidi subir minhas coisas direto pro meu quarto, antes a gente tinha deixado no hall e ficaram lá, não me dei ao trabalho de tirar tudo das sacolas nem mochilas, só joguei no chão, sofá e cadeira do meu quarto e me joguei de barriga pra cima na cama. Vou dormir tranquilo, sozinho e sem dois aquecedores colados em mim a noite toda... pensei enquanto relaxava um pouco. Daí a pouco ouço a Eva fazendo o mesmo; ouvia ela subir e descer pra levar tudo pro quarto dela, quando terminou, entrou no meu quarto com uma mochila rosa e preta que trouxe de Madrid, parou na frente do sofá-cama, que tinha as coisas que eu subi e alguns outros trecos sem importância. Eva largou a mochila no chão e com as duas mãos pegou tudo que estava no sofá e deu uma varrida tão forte que jogou tudo no chão, pensei em perguntar que porra ela tava fazendo... mas tava mais curioso pra ver o que viria a seguir. Eva pegou a mochila do chão e abriu com cuidado, quando ela Levantei e virei, vi um monte de roupinhas caindo sem parar... levantei de repente e não acreditei no que tava vendo... Eva roubou toda a roupa íntima da Chloé, por isso que pediu mais espaço pras roupas dela.
- Mas que porra você fez, Eva?
- Lembra que eu falei que tinha uma surpresa boa pra ela? Eu tinha planejado isso e a parada de amarrar ela na cama... e... missão cumprida!!! - disse Eva enquanto enfiava as mãos debaixo da pilha toda e de repente levantou, jogando tudo pro alto.
- A Chloé vai te matar... quando ela perceber, vai te matar... e pra que diabos você fez isso?
- Sei lá... várias dessas coisinhas são bonitinhas... e só de pensar na reação dela quando ver as gavetas dela... ha ha ha!
- Por isso que você deu a roupa pra ela? Pra ela não ver... mas provavelmente nem são do seu tamanho!!
- Mmmmm as calcinhas e as tangas são... já os sutiãs... a Chloé é peito chato... mas acho que um pouquinho apertados, mas os meus vão caber.
- Essa mina é maluca... - falei e me joguei de novo na minha cama.
Eva juntou tudo do chão e colocou no sofá, organizou enquanto admirava a nova coleção e quando terminou, veio até mim e me empurrou um pouco pra abrir espaço na cama. Eva apoiou a cabeça no meu ombro e ficou quieta, enquanto passava a mão no meu peito por cima da camisa, dava pra entender fácil que ela não queria fazer mais nada além daquilo, já que com nossos pais lá embaixo, nem se ela quisesse... a gente não podia fazer nada.
- Ahhh... não só não podemos fazer nada divertido como também não vamos poder dormir juntos... tava começando a gostar dessa parada de dormir juntinhos - disse Eva.
- É, bom... alguma coisa boa teria, mas você não acordava fervendo... ou babada... ou com alguém te fazendo um oral enquanto dorme... e não me vem mais nada na cabeça - falei enquanto contava nos dedos de uma mão.
- É porque você não quer... não me incomodaria acordar com sua boquinha me fazendo um favorzinho lá embaixo... Eva continuava me acariciando sem parar, e de repente ouço algo cair no chão bem perto da gente. Levantei a vista e ouvi de novo: era Eva tirando os sapatos e deixando eles caírem. Ela subiu os pés na cama e começou a fazer "pezinho" comigo. Agora sim, ela meteu a mão por baixo da minha camisa e continuou com a mesma coisa que fazia, mas por dentro. — Não tenta me enganar... sei que você tá com tesão... tô ouvindo teu coração, e por mais que você tente, o volume que você tem entre as pernas vai continuar crescendo... Vamos... vou te ajudar. — disse Eva, e parou de me acariciar pra ir engatinhando até os pés da cama. Tirou minha calça com cuidado, sem fazer nenhuma besteira... pra não puxar de uma vez e derrubar alguma coisa que alertasse meus pais... Quando Eva tirou minha cueca, minha pica saltou de uma vez, o que deixou Eva muito feliz, já que ela fingiu que tava aplaudindo. Ela começou a lamber minha pica com cuidado, tão devagar e com tanto jeito que quase fazia cócegas. Soltou umas gargalhadas e agora sim começou a chupar do jeito que fazia normalmente, com uma pequena diferença... agora não dava pra ouvir tanto quanto no apartamento da Chloé. Das outras vezes, dava pra ouvir bem alto o barulho que a boca dela fazia com minha pica e toda a saliva, mas agora Eva tentava não fazer aquele som. Eva tava super concentrada no que fazia, tanto que não me olhou até passar um bom tempo. Quando viu que eu tava olhando pra ela, decidiu fazer o mesmo, mas com uma carinha adorável. — Para de fazer essa carinha ou eu não vou durar nem dois segundos. — falei pra Eva, e ela baixou um pouco a cabeça, fechou os olhos e pareceu aceitar meu pedido... digo, pareceu, mas nem fodendo que aceitou. Praticamente no segundo e meio, ela levantou o olhar e fez a mesma carinha de novo, enquanto balançava o dedo dizendo "não". Não durei dois segundos... mas também não durei muito mais... Gozei na boca da Eva, tentando não fazer nenhum barulho nem movimento brusco pra não alertar meus pais. Eva ficou de joelhos na minha frente, com meu gozo ainda na boca, olhou pros dois lados como se... Saber o que fazer com o que tinha na boquinha dela, ela deu de ombros como quem diz "foda-se" e engoliu. Ela vestiu minha calça de novo... só a calça... e quando percebeu o erro, disse que não precisava da minha cueca, deitou de novo do meu lado, só que agora se apoiou no travesseiro e ficou olhando fixamente pro teto. Pensei que, se eu consegui gozar sem fazer barulho... me levantei com cuidado pra não assustar a Eva e comecei a despir a Eva. No começo ela resistiu um pouco... mas com uma resistência tão fraca... claramente dava pra ver que ela queria que eu fizesse isso. Já com a Eva completamente pelada, levantei da cama. Eva me perguntou se eu não ia meter nela agora, eu disse que obviamente não... por mais que ela fizesse bem, a cama ia bater na parede e iam ouvir lá embaixo. Fui pro banheiro e trouxe uma toalha. Eva já sabia por onde as coisas iam rolar, disse que não conseguia segurar os barulhos, mas sugeri que ela usasse meu travesseiro pra abafar os gemidos e gritos. Ela topou na hora. Coloquei a toalha bem na frente da bucetinha dela e bum, comecei a lamber a bucetinha dela. Ao mesmo tempo, enfiava os dedos pra deixar bem molhadinho. Precisava deles molhados porque, enquanto eu lambia cada milímetro da ppk dela, fui enfiando um dedo no cuzinho dela devagar, depois outro... e outro... Eva jogou o travesseiro na cara na hora, porque não parava de gemer. Infelizmente, o quarto dedo não consegui enfiar, não só porque ela resistia, mas porque a bucetinha dela começou a ficar tão molhada que ela gozou rapidão. Coloquei a toalha e, quando terminou, limpei ela o melhor que pude com a toalha e minha língua. Tirei o travesseiro do rosto da Eva, ou melhor, o que parecia o corpo sem vida da Eva, até que, vendo a cara de prazer e exaustão que ela tinha, confirmei que ela ainda estava viva.
- Opa... tá suja... você deixou um monte de maquiagem no travesseiro - falei enquanto colocava ele atrás da cabeça dela e me deitava do lado.
- Pode colocar a parte suja contra o colchão e a limpa pra gente se apoiar e depois você limpa.
- Bem, Eva... você não segurou muito os barulhos... por sorte só eu consegui ouvir...
- Não é minha culpa... pra que você enfia os dedos no meu cu?
- Sei lá... achei que ia ser divertido e que você ia gostar... e foi o que aconteceu.
- Ok, ok, ok... menino mimado. Sabe que amanhã a gente tem aula, né? Nem pense em contar isso pra ninguém, nem agir diferente do que sempre faz comigo se me ver...
- Sim, sim... juro que vou contar pra toda a minha turma e quando te ver, onde quer que seja... vou me jogar na sua boca e te passar a mão como se não houvesse amanhã...
- Muito engraçado, mas se alguém ficar sabendo, você tá morto, que já tenho problema suficiente com isso... – disse Eva enquanto segurava o colar no pescoço.
- Na... ignora isso, diz que é a nova moda... aliás, fica bem em você.
Ficamos assim por um tempinho, já que estava chegando a hora do jantar e a gente teria que descer. Eva vestiu a roupa e se adiantou, descendo antes de mim. Fiquei feliz com o que aconteceu, porque o que a gente acabou de fazer mostrou que; sem poder foder, dava pra fazer umas coisinhas sem fazer muito barulho. Desci e entrei na sala onde nossos pais nos esperavam pra perguntar como a gente se divertiu e o que fez em Madri. Eva entrou atrás de mim, já que tinha saído do banheiro, e começou o interrogatório. Não nos ocorreu pensar no que a gente podia explicar em alguns dias, já que fizemos um pouco de turismo... mas e o resto? Cada um começou a inventar coisas e a gente fez o impossível pra não esquecer, já que cada um completou dias diferentes das "férias em Madri", quando na realidade quase seria mais correto dizer férias na cama da Chloé, sofá da Chloé, banheiro... etc...
Depois do interrogatório e do jantar, preparamos tudo pra ir pra aula no dia seguinte. Quando terminei tudo, só faltava acertar o despertador e fui dormir. Daí a pouco, ouço meus pais e Eva fazendo o mesmo. Passou um tempo e, quando eu já estava quase Dormindo, escuto minha porta se abrir bem devagar e vejo a silhueta de uma garota entrando no meu quarto e fechando a porta com todo cuidado. Não precisa ser gênio nem adivinho pra saber que essa pessoa era a Eva... ela se meteu na minha cama e me disse, sussurrando no meu ouvido, que nossos pais estavam completamente dormindo e que ela não queria dormir sozinha na primeira noite em casa. Me deu um beijinho na bochecha e se agarrou em mim.

Capítulo 14:http://www.poringa.net/posts/relatos/4147706/14-Hogar-dulce-hogar-II.html
E com isso se encerra essa parte do capítulo. Valeu a todos pela espera e pros novatos, obrigado por terem chegado até aqui.aqui.
2 comentários - 13. Lar doce lar I