Minha timidez e responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4109012/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-45.htmlAo entrar na cama, vi ela toda pelada de costas, da nuca até os calcanhares. Ela tinha um corpo pequeno, mas muito harmônico, não tinha mudado nada, talvez os quadris um pouco mais largos. Por outro lado, tudo era diferente: o rosto tinha mudado, os lábios, as maçãs do rosto, os peitos estavam espetaculares, agora eram tão grandes quanto os de qualquer outra — bom, os da Raquel eram bem maiores —, mas lembrei dos peitos dela de antes, depois voltariam ao tamanho normal, e eram os peitos dela, não precisavam ser grandes nem grossos, eram os peitos dela de sempre.
A barriga dela era o maior mistério da natureza, principalmente pra mim. Eu tinha ajudado e ninguém podia tirar isso de mim. Quando senti os chutes do moleque dentro da Ana, notei como ela ficava feliz por me sentir perto, e eu já comecei a querer ele. Quando meti a pica na Ana, não queria só foder com ela, queria fazer ela feliz, dar prazer pra ela, mas também "visitar" o pequeno, pra ele me sentir o mais perto possível.
Apesar de estar na cama, pelado, do lado de uma mulher pelada, e de ter acabado de transar com ela, a pica não se mexeu. Dessa vez, ela pensava igual a mim: estava feliz, caída sobre minha barriga, com a cabecinha pra fora, me olhando na cara, como minha melhor amiga. Sempre se comportou muito bem comigo, mas agora minha pica estava do meu lado, também estava feliz.
Não sei nem como nem quando, mas dormi. Quando acordei, foi ao sentir uns lábios nos meus. Ana tinha se levantado, vestido minha camisa e feito o jantar. Já era noite. Ela tinha só o primeiro botão do colarinho abotoado, os peitos aparecendo e a barriga completamente de fora, a pelugem pubiana escondia os lábios dela. Levantei sonolento, tinha dormido como um bebê, tranquilo comigo mesmo.
Ana tinha feito um jantar rápido. Tinha acabado de falar com Jorge e contado que o problema estava quase resolvido. No dia seguinte, eles precisavam resolver umas coisas nos bancos, mas que ela daria um jeito. vir o mais rápido possível e que avisaria ele, perguntou por mim e se acalmou ao saber que eu estava em casa, disse pra ela cuidar bem de mim e desejou boa noite, minha tia também me disse…
- Dá pra ver que ela transou.
- Ele é um bom homem, perdoa ele.
- Sempre perdoo, e agora que ele é feliz, ainda mais, vai ter um filho e é menino, já não precisa se preocupar com a gozada precoce, graças a você ele passou um tempo gozando duas vezes, a primeira logo de cara mas na segunda já aguentava bastante, agora ele se acalmou mentalmente e a primeira demora muito mais.
- Fico feliz pelo Jorge e… por você, claro.
- Sim, já faz tempo que não finjo, agora quando eu gozo é de verdade e quase sempre acontece.
- Ah! E comigo você não goza de verdade?
- Não, com você eu sempre gozo.
Quando sentamos no sofá, eu já tinha arrumado a mesa da minha tia, ela me notou mais habilidoso com os pratos e agradeceu por eu até lavá-los, sentou de um lado e me indicou pra sentar com ela, ao sentar, puxou a camisa e, desabotoando, tirou com a desculpa de não amassar, coloquei o braço no ombro dela e ela se encostou em mim, ficamos olhando a TV sem ver nada, só com os dedos acariciando a pele um do outro, estávamos num torpor que nos fez escorregar até cair inclinados no sofá, a cabeça da Ana escorregou no meu peito e pousou na minha barriga, embora meu pau estivesse a poucos centímetros do rosto dela, não toca, mas o hálito quente que saía da boca dela fez ele ir subindo, até se apoiou na testa dela, eu vi que na barriga dela algo se mexia, saíam caroços que se deslocavam de vez em quando, coloquei a mão pra acalmar, parece que o menino me obedeceu, senti o caroço sob minha mão por um tempo e depois afrouxou e sumiu.
Ana estava sentindo e quando passou, deu um beijinho na minha cabecinha em agradecimento, ele também correspondeu com um Batidinha na testa.
Devo ter dormido, porque senti frio, senti um frescor e abri os olhos. O frio não era da noite, era o efeito de tirar a pica da boca da minha tia. Ela tinha acordado há pouco e ficou com vergonha de ver como ela estava pequena, enrugada e escondida, parecia um minhoco. Ela simplesmente descobriu a glande, colocou na boca dela e esperou. No primeiro momento não teve reação, só quando com a língua apertava contra o céu da boca foi que começou a acordar. Foi progressivo: comprimento, grossura e dureza aumentaram na boca dela até obrigá-la a ter que ir deixando sair, porque não tinha espaço pra tudo. Já estava dura quando minha tia, de quatro, se deitou sobre mim. Agradeci o peso dos peitos dela contra os meus, mas me preocupou a pressão da barriga dela em cima de mim. Ela ficou pouco tempo, porque abrindo as pernas sentou na minha pica. Agora não se via por baixo da moita de pelos, mas eu sentia o clitóris dela roçando nas minhas veias. A barriga sempre precedia os movimentos da minha tia, os lábios dela rodeavam meu pau e meus pelos se enroscavam nos dela. Quando ela se levantou um pouco, mal se viam os lábios, o pelo molhado de fluido grudava, escorrendo. Ela me fez olhar entre as pernas dela, sob a curva da barriga, a escuridão do cabelo moreno e na sombra meu pau ereto. Sem pegar nele, ela foi se deixando cair devagar, ia recolocando a anatomia dela na minha pica. Quando fez espaço, acabou de meter tudo. Ela me mostrou, tinha sumido inteiro. Não se mexeu, só os músculos dela se moviam. Senti como se ela estivesse me dando um boquete ou uma punheta. Ela me disse pra acariciar os peitos dela. Olhei pra eles de baixo, teria gostado que já tivessem leite e mamar neles. Mal mexia os quadris, mas estava de olhos fechados, concentrada, apertou as pálpebras.
- Manu, vou gozar, acaricia os peitos, por favor.
Peguei os dois, dos lados pro centro, os bicos com o polegar e o indicador eu girava, apertava e levantava, separava e esticou, gozou em cima de mim, senti todas as contrações da buceta dela, ficou parada como uma estátua, vibrando inteira, quando se acalmou começou a subir e descer, devagar até sentir minhas pulsações na cabeça da pica, colocou as mãos nos meus peitos, também sabia me dar prazer neles, enchi a buceta dela de porra, escorria pela vagina e vazava, caindo em cima de mim, quando se deixou cair com a pica ainda dentro, chapinhava de líquidos.
Passamos a noite juntos, claro, eu feliz não quis nem tocar nela, me sentia mais parceiro do que amante, tê-la nua ao meu alcance me preenchia mais do que transar com a Ana, acordar foi como eu sempre quis que fosse, minha tia me beijou, lembrei dos beijos que minha mãe me dá depois de passar a noite trepando, eram de mulher fogosa mas grata e feliz, eu retribuí, demoramos muito pra levantar, nossos corpos quentes, colados não desejavam sexo, só a companhia, o saber que estávamos ali, quando levantamos nos vestimos, convidei minha tia pra comer fora, ela se apoiava no meu braço, com a outra mão segurava a barriga ou os rins, parecíamos um casal de verdade, à tarde recebeu a ligação do Jorge, voltava essa noite, tudo resolvido felizmente.
Quando ouviu a chave na porta estávamos esperando ele pra jantar, minha tia tinha feito um jantar especial, até champanhe, ela só um gole me avisou, Jorge estava radiante, quando sentou à mesa deu um beijo na minha tia, ela por trás dele me mostrou com os dedos que tinha trepado duas vezes.
Quando fui dormir meu tio apareceu no meu quarto, me agradeceu e deu o presente, uns óculos de sol de marca.
Pouco depois, quase dormindo, meu celular tocou, recebi uma mensagem, era da minha mãe que me mandava uma foto, abri e apareceu num close extremo a buceta dela aberta, com um bilhete: "Essa noite você perdeu, mas guardo pra quando você voltar."
Acordei cedo, na verdade minha tia me acordou, ao abrir os olhos me Encontrei o rosto da Ana a uns centímetros do meu, ela me deu um beijo de acordar daqueles que eu gosto, e disse:
- Jorge acabou de ir pro escritório, quer vir pra minha cama?
Pulei da cama e fui atrás dela, ela me levava pela mão. Quando entramos no quarto, tirou a camisola que vestia, era curtinha, mal cobria a bunda dela por trás, mas na frente a barriga levantava ela. Antes de subir na cama, tirou a camisola pela cabeça, eu tirei a cueca e entrei também.
Ana teve a delicadeza de deitar no lado onde o marido dela tinha estado. Senti nos lençóis da Ana o calor morno e o cheiro do perfume suave dela. Quando nos cobrimos com o lençol, nos abraçamos bem apertado. Ela me beijou na boca com um beijo que dizia tudo, a língua dela procurou a minha e as entrelaçamos, saboreando nosso hálito. Percebi que nossos corpos estavam colados como um livro fechado, notei que os peitos dela pressionavam os meus, se fundindo num corpo só. Já tinha sentido essa sensação antes, já fui esmagado por peitos moles, semi-duros e duros, ou enormes, grandes, pequenos ou só com bicos como azeitonas, mas agora era diferente. Sentia o coração da Ana bater junto com o meu. O que nunca tinha sentido era uma barriga dura, inchada e volumosa como a da Ana, que também se espremia contra mim. A única diferença era que meu pau, mesmo duro, não chegava nem a roçar a entreperna da Ana. Quando faltou o ar, Ana ficou olhando pro teto, pegou minha cabeça e colocou sobre a barriga dela, e disse:
- Escuta, você vai ouvir seu primo.
Minha cabeça estava encaixada entre a barriga e os peitos dela. Colei o ouvido na barriga dela e escutei uns batimentos que pareciam um borbulhar, soavam fortes e rápidos. O Manuel devia estar do outro lado também colado. Fiquei um tempão, sabia que aquele momento talvez não se repetisse e saboreei ele. Quando virei o rosto pro lado da Ana, ela sorria pra mim, mas então pelo outro ouvido escutei a respiração dela. coração, esse som era forte e claro e também acelerado, prestei atenção, na altura dos meus olhos cresciam dois montes que pareciam dois pudins de nata cobertos de chocolate, também pensei que essa visão seria passageira, talvez quando ela parasse de amamentar o Manuel voltassem ao tamanho original, embora eu não me despedisse de chupar o leite quando saísse, a língua escapou sem pensar, lambi a base dos peitos dela, agora pra mim era mais importante que até o mamilo, era como renascer pra vida, fiquei chupando aquela carne dura, que mesmo deitada de costas não se achatava, queria cumprir sua missão, embora agora se limitasse a dar prazer pra dona e pra mim, chupei com avidez, quando finalmente cheguei nos mamilos eles estavam tão duros que pareciam um segundo peito, cada mamilo era mais grosso que um peito dos antigos dela, minha tia de olhos fechados suspirava, o peito subia e descia empurrando minha cabeça junto, me ajoelhei, beijei o umbigo dela, quase parecia mais um mamilo em cima do bolo de bundão, deslizei pra baixo, uma fileira quase invisível de pelos descia até a púbis, lá se perdia na moita de cabelo dela, com a língua tentei abrir caminho, no meu céu da boca um fio grudou e me fez tossir, minha tia pediu desculpa, não sei porquê, separou os pelos em duas metades e deixou os lábios abertos, eram rosados, sobre o monte do clitóris uma pele fina escondia ele quase, procurei e descobri, estava duro e sedoso, os lábios morenos que me esperavam se abriam como um livro e guardavam uma caverna de onde saía um calor e um cheiro molhado, minha tia sussurrou.
- Manu, acho que seu primo tá te chamando.
Me coloquei sobre minha tia, apoiando as mãos na cama ao lado dela, mas ela se aproximou da borda do colchão e, colocando a bunda na beirada, levantou as pernas, segurou os tornozelos e deixou o caminho livre, apontei a pica pros lábios que se abriram na minha passagem, a cabeça entrou Suave e a buceta dela sugou o resto, minhas bolas apoiadas na bunda peluda dela, tava macia igual a boceta dela, fui metendo a pica devagar, a cada metida a Ana gemia e quando eu tirava ela suspirava, levei minhas mãos pros peitos dela, peguei nos bicos e apertei, queria que jorrasse leite, mas ainda era cedo.
A Ana soltou os tornozelos, já não tinha mais força, peguei as pernas dela retas, abri e continuei metendo a pica, os peitos dela balançavam, ela tentou pegar eles e beliscou os bicos, esticava com tesão, quando umas convulsões agitaram o corpo dela lembrei do que ela tinha me falado, que comigo sempre gozava, continuei metendo mas devagar, não queria que fosse muito violento pro coração dela, o Manuel ia com tudo.
- Manu goza dentro, quero sentir teu leite, dá a mamadeira pro teu primo.
Continuei metendo a pica mais rápido, via como as veias inchadas sumiam entre os lábios da Ana, quando senti que minhas bolas não aguentavam mais saí da Ana, não quis encher ela de porra com meu tio em casa e subi na barriga dela, meti a pica entre os peitos dela, ela entendeu que isso era algo impensável até pouco tempo e apertou os dois peitos no meu pau, quase não dava pra ver nada além da cabeça, me mexi na pele macia, quando gozei os jatos molharam todo o vale entre eles, algum jato chegou até o pescoço e o queixo dela, quando parei de soltar porra a Ana com dois dedos espalhou toda minha crema pelos peitos dela, caprichou mais nos bicos, quando terminou lambeu os dedos, depois me puxou pra perto e me beijou, a boca dela tinha gosto da minha porra, tava uma delícia.
Ficamos deitados quase abraçados até nossos corações voltarem ao ritmo normal, perguntei...
- Por curiosidade, o que você quis dizer ontem com dois dedos?
- Que eu notei que ele tinha transado durante a viagem duas vezes.
- Ana! Como assim?
- Porque quando ele chegou perto de mim pra me beijar o O pescoço dele cheirava um perfume e a camisa outro.
- Tia… que mal pensada…
- Pode ser… mas depois confirmei, de noite ele não quis fazer nada comigo, tava cansado, de manhã cedinho eu puxei a rola dele pra fora e meti na boca, tava mole mas logo endureceu, fiquei chupando até ele gozar, depois mostrei o gozo dele na minha boca e engoli, ele adorou ver, mas o que não contei é que a rola dele tinha gosto de esperma dele e do fluxo vaginal de outra mulher.
- Eu não quis gozar dentro de você pra não correr o risco de depois te chupar a buceta e sentir meu gosto.
- Eu sei e agradeço o gesto.
Levantamos bem tarde, tomei banho e fui pro centro, numa loja de departamentos comprei uns presentes, pra minha mãe umas meias de verão pro vestido novo dela, eram cinzas e com costura, sempre amei, pra minha tia um perfume forte como ela gosta e pra Lisa um pendrive pra fotos e filmes.
Depois do almoço minha tia arrumou na mala a roupa que tinha lavado e me preparei pra voltar.
- Manu, você sabe que eu não queria que fosse, mas não sou egoísta e entendo que queira ficar com sua mãe também, vou ficar pensando em você até voltar.
- Obrigado Ana, vou com o coração partido, mas Jorge já tá com você e vai cuidar bem de você, eu também vou pensar em você e no Manuel.
Jorge tinha ido pegar o carro pra me levar na estação, minha tia abaixou a saia e deixou a barriga toda de fora, beijei e falei…
- Manuel se comporta, não dá trabalho pra mamãe.
Ana também levantou o suéter e mostrou as duas maravilhas de peitos que tinha, me ofereceu, beijei com vontade, chupei os bicos até ficarem vermelhos, quando soltei minha tia pegou minha rola por cima da calça e falou…
- Guarda ela pra mim e que minhas irmãs cuidem bem dela.
Dei um último beijo e fui, lá embaixo a buzina do carro do Jorge tocava.
Continua.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4109012/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-45.htmlAo entrar na cama, vi ela toda pelada de costas, da nuca até os calcanhares. Ela tinha um corpo pequeno, mas muito harmônico, não tinha mudado nada, talvez os quadris um pouco mais largos. Por outro lado, tudo era diferente: o rosto tinha mudado, os lábios, as maçãs do rosto, os peitos estavam espetaculares, agora eram tão grandes quanto os de qualquer outra — bom, os da Raquel eram bem maiores —, mas lembrei dos peitos dela de antes, depois voltariam ao tamanho normal, e eram os peitos dela, não precisavam ser grandes nem grossos, eram os peitos dela de sempre.
A barriga dela era o maior mistério da natureza, principalmente pra mim. Eu tinha ajudado e ninguém podia tirar isso de mim. Quando senti os chutes do moleque dentro da Ana, notei como ela ficava feliz por me sentir perto, e eu já comecei a querer ele. Quando meti a pica na Ana, não queria só foder com ela, queria fazer ela feliz, dar prazer pra ela, mas também "visitar" o pequeno, pra ele me sentir o mais perto possível.
Apesar de estar na cama, pelado, do lado de uma mulher pelada, e de ter acabado de transar com ela, a pica não se mexeu. Dessa vez, ela pensava igual a mim: estava feliz, caída sobre minha barriga, com a cabecinha pra fora, me olhando na cara, como minha melhor amiga. Sempre se comportou muito bem comigo, mas agora minha pica estava do meu lado, também estava feliz.
Não sei nem como nem quando, mas dormi. Quando acordei, foi ao sentir uns lábios nos meus. Ana tinha se levantado, vestido minha camisa e feito o jantar. Já era noite. Ela tinha só o primeiro botão do colarinho abotoado, os peitos aparecendo e a barriga completamente de fora, a pelugem pubiana escondia os lábios dela. Levantei sonolento, tinha dormido como um bebê, tranquilo comigo mesmo.
Ana tinha feito um jantar rápido. Tinha acabado de falar com Jorge e contado que o problema estava quase resolvido. No dia seguinte, eles precisavam resolver umas coisas nos bancos, mas que ela daria um jeito. vir o mais rápido possível e que avisaria ele, perguntou por mim e se acalmou ao saber que eu estava em casa, disse pra ela cuidar bem de mim e desejou boa noite, minha tia também me disse…
- Dá pra ver que ela transou.
- Ele é um bom homem, perdoa ele.
- Sempre perdoo, e agora que ele é feliz, ainda mais, vai ter um filho e é menino, já não precisa se preocupar com a gozada precoce, graças a você ele passou um tempo gozando duas vezes, a primeira logo de cara mas na segunda já aguentava bastante, agora ele se acalmou mentalmente e a primeira demora muito mais.
- Fico feliz pelo Jorge e… por você, claro.
- Sim, já faz tempo que não finjo, agora quando eu gozo é de verdade e quase sempre acontece.
- Ah! E comigo você não goza de verdade?
- Não, com você eu sempre gozo.
Quando sentamos no sofá, eu já tinha arrumado a mesa da minha tia, ela me notou mais habilidoso com os pratos e agradeceu por eu até lavá-los, sentou de um lado e me indicou pra sentar com ela, ao sentar, puxou a camisa e, desabotoando, tirou com a desculpa de não amassar, coloquei o braço no ombro dela e ela se encostou em mim, ficamos olhando a TV sem ver nada, só com os dedos acariciando a pele um do outro, estávamos num torpor que nos fez escorregar até cair inclinados no sofá, a cabeça da Ana escorregou no meu peito e pousou na minha barriga, embora meu pau estivesse a poucos centímetros do rosto dela, não toca, mas o hálito quente que saía da boca dela fez ele ir subindo, até se apoiou na testa dela, eu vi que na barriga dela algo se mexia, saíam caroços que se deslocavam de vez em quando, coloquei a mão pra acalmar, parece que o menino me obedeceu, senti o caroço sob minha mão por um tempo e depois afrouxou e sumiu.
Ana estava sentindo e quando passou, deu um beijinho na minha cabecinha em agradecimento, ele também correspondeu com um Batidinha na testa.
Devo ter dormido, porque senti frio, senti um frescor e abri os olhos. O frio não era da noite, era o efeito de tirar a pica da boca da minha tia. Ela tinha acordado há pouco e ficou com vergonha de ver como ela estava pequena, enrugada e escondida, parecia um minhoco. Ela simplesmente descobriu a glande, colocou na boca dela e esperou. No primeiro momento não teve reação, só quando com a língua apertava contra o céu da boca foi que começou a acordar. Foi progressivo: comprimento, grossura e dureza aumentaram na boca dela até obrigá-la a ter que ir deixando sair, porque não tinha espaço pra tudo. Já estava dura quando minha tia, de quatro, se deitou sobre mim. Agradeci o peso dos peitos dela contra os meus, mas me preocupou a pressão da barriga dela em cima de mim. Ela ficou pouco tempo, porque abrindo as pernas sentou na minha pica. Agora não se via por baixo da moita de pelos, mas eu sentia o clitóris dela roçando nas minhas veias. A barriga sempre precedia os movimentos da minha tia, os lábios dela rodeavam meu pau e meus pelos se enroscavam nos dela. Quando ela se levantou um pouco, mal se viam os lábios, o pelo molhado de fluido grudava, escorrendo. Ela me fez olhar entre as pernas dela, sob a curva da barriga, a escuridão do cabelo moreno e na sombra meu pau ereto. Sem pegar nele, ela foi se deixando cair devagar, ia recolocando a anatomia dela na minha pica. Quando fez espaço, acabou de meter tudo. Ela me mostrou, tinha sumido inteiro. Não se mexeu, só os músculos dela se moviam. Senti como se ela estivesse me dando um boquete ou uma punheta. Ela me disse pra acariciar os peitos dela. Olhei pra eles de baixo, teria gostado que já tivessem leite e mamar neles. Mal mexia os quadris, mas estava de olhos fechados, concentrada, apertou as pálpebras.
- Manu, vou gozar, acaricia os peitos, por favor.
Peguei os dois, dos lados pro centro, os bicos com o polegar e o indicador eu girava, apertava e levantava, separava e esticou, gozou em cima de mim, senti todas as contrações da buceta dela, ficou parada como uma estátua, vibrando inteira, quando se acalmou começou a subir e descer, devagar até sentir minhas pulsações na cabeça da pica, colocou as mãos nos meus peitos, também sabia me dar prazer neles, enchi a buceta dela de porra, escorria pela vagina e vazava, caindo em cima de mim, quando se deixou cair com a pica ainda dentro, chapinhava de líquidos.
Passamos a noite juntos, claro, eu feliz não quis nem tocar nela, me sentia mais parceiro do que amante, tê-la nua ao meu alcance me preenchia mais do que transar com a Ana, acordar foi como eu sempre quis que fosse, minha tia me beijou, lembrei dos beijos que minha mãe me dá depois de passar a noite trepando, eram de mulher fogosa mas grata e feliz, eu retribuí, demoramos muito pra levantar, nossos corpos quentes, colados não desejavam sexo, só a companhia, o saber que estávamos ali, quando levantamos nos vestimos, convidei minha tia pra comer fora, ela se apoiava no meu braço, com a outra mão segurava a barriga ou os rins, parecíamos um casal de verdade, à tarde recebeu a ligação do Jorge, voltava essa noite, tudo resolvido felizmente.
Quando ouviu a chave na porta estávamos esperando ele pra jantar, minha tia tinha feito um jantar especial, até champanhe, ela só um gole me avisou, Jorge estava radiante, quando sentou à mesa deu um beijo na minha tia, ela por trás dele me mostrou com os dedos que tinha trepado duas vezes.
Quando fui dormir meu tio apareceu no meu quarto, me agradeceu e deu o presente, uns óculos de sol de marca.
Pouco depois, quase dormindo, meu celular tocou, recebi uma mensagem, era da minha mãe que me mandava uma foto, abri e apareceu num close extremo a buceta dela aberta, com um bilhete: "Essa noite você perdeu, mas guardo pra quando você voltar."
Acordei cedo, na verdade minha tia me acordou, ao abrir os olhos me Encontrei o rosto da Ana a uns centímetros do meu, ela me deu um beijo de acordar daqueles que eu gosto, e disse:
- Jorge acabou de ir pro escritório, quer vir pra minha cama?
Pulei da cama e fui atrás dela, ela me levava pela mão. Quando entramos no quarto, tirou a camisola que vestia, era curtinha, mal cobria a bunda dela por trás, mas na frente a barriga levantava ela. Antes de subir na cama, tirou a camisola pela cabeça, eu tirei a cueca e entrei também.
Ana teve a delicadeza de deitar no lado onde o marido dela tinha estado. Senti nos lençóis da Ana o calor morno e o cheiro do perfume suave dela. Quando nos cobrimos com o lençol, nos abraçamos bem apertado. Ela me beijou na boca com um beijo que dizia tudo, a língua dela procurou a minha e as entrelaçamos, saboreando nosso hálito. Percebi que nossos corpos estavam colados como um livro fechado, notei que os peitos dela pressionavam os meus, se fundindo num corpo só. Já tinha sentido essa sensação antes, já fui esmagado por peitos moles, semi-duros e duros, ou enormes, grandes, pequenos ou só com bicos como azeitonas, mas agora era diferente. Sentia o coração da Ana bater junto com o meu. O que nunca tinha sentido era uma barriga dura, inchada e volumosa como a da Ana, que também se espremia contra mim. A única diferença era que meu pau, mesmo duro, não chegava nem a roçar a entreperna da Ana. Quando faltou o ar, Ana ficou olhando pro teto, pegou minha cabeça e colocou sobre a barriga dela, e disse:
- Escuta, você vai ouvir seu primo.
Minha cabeça estava encaixada entre a barriga e os peitos dela. Colei o ouvido na barriga dela e escutei uns batimentos que pareciam um borbulhar, soavam fortes e rápidos. O Manuel devia estar do outro lado também colado. Fiquei um tempão, sabia que aquele momento talvez não se repetisse e saboreei ele. Quando virei o rosto pro lado da Ana, ela sorria pra mim, mas então pelo outro ouvido escutei a respiração dela. coração, esse som era forte e claro e também acelerado, prestei atenção, na altura dos meus olhos cresciam dois montes que pareciam dois pudins de nata cobertos de chocolate, também pensei que essa visão seria passageira, talvez quando ela parasse de amamentar o Manuel voltassem ao tamanho original, embora eu não me despedisse de chupar o leite quando saísse, a língua escapou sem pensar, lambi a base dos peitos dela, agora pra mim era mais importante que até o mamilo, era como renascer pra vida, fiquei chupando aquela carne dura, que mesmo deitada de costas não se achatava, queria cumprir sua missão, embora agora se limitasse a dar prazer pra dona e pra mim, chupei com avidez, quando finalmente cheguei nos mamilos eles estavam tão duros que pareciam um segundo peito, cada mamilo era mais grosso que um peito dos antigos dela, minha tia de olhos fechados suspirava, o peito subia e descia empurrando minha cabeça junto, me ajoelhei, beijei o umbigo dela, quase parecia mais um mamilo em cima do bolo de bundão, deslizei pra baixo, uma fileira quase invisível de pelos descia até a púbis, lá se perdia na moita de cabelo dela, com a língua tentei abrir caminho, no meu céu da boca um fio grudou e me fez tossir, minha tia pediu desculpa, não sei porquê, separou os pelos em duas metades e deixou os lábios abertos, eram rosados, sobre o monte do clitóris uma pele fina escondia ele quase, procurei e descobri, estava duro e sedoso, os lábios morenos que me esperavam se abriam como um livro e guardavam uma caverna de onde saía um calor e um cheiro molhado, minha tia sussurrou.
- Manu, acho que seu primo tá te chamando.
Me coloquei sobre minha tia, apoiando as mãos na cama ao lado dela, mas ela se aproximou da borda do colchão e, colocando a bunda na beirada, levantou as pernas, segurou os tornozelos e deixou o caminho livre, apontei a pica pros lábios que se abriram na minha passagem, a cabeça entrou Suave e a buceta dela sugou o resto, minhas bolas apoiadas na bunda peluda dela, tava macia igual a boceta dela, fui metendo a pica devagar, a cada metida a Ana gemia e quando eu tirava ela suspirava, levei minhas mãos pros peitos dela, peguei nos bicos e apertei, queria que jorrasse leite, mas ainda era cedo.
A Ana soltou os tornozelos, já não tinha mais força, peguei as pernas dela retas, abri e continuei metendo a pica, os peitos dela balançavam, ela tentou pegar eles e beliscou os bicos, esticava com tesão, quando umas convulsões agitaram o corpo dela lembrei do que ela tinha me falado, que comigo sempre gozava, continuei metendo mas devagar, não queria que fosse muito violento pro coração dela, o Manuel ia com tudo.
- Manu goza dentro, quero sentir teu leite, dá a mamadeira pro teu primo.
Continuei metendo a pica mais rápido, via como as veias inchadas sumiam entre os lábios da Ana, quando senti que minhas bolas não aguentavam mais saí da Ana, não quis encher ela de porra com meu tio em casa e subi na barriga dela, meti a pica entre os peitos dela, ela entendeu que isso era algo impensável até pouco tempo e apertou os dois peitos no meu pau, quase não dava pra ver nada além da cabeça, me mexi na pele macia, quando gozei os jatos molharam todo o vale entre eles, algum jato chegou até o pescoço e o queixo dela, quando parei de soltar porra a Ana com dois dedos espalhou toda minha crema pelos peitos dela, caprichou mais nos bicos, quando terminou lambeu os dedos, depois me puxou pra perto e me beijou, a boca dela tinha gosto da minha porra, tava uma delícia.
Ficamos deitados quase abraçados até nossos corações voltarem ao ritmo normal, perguntei...
- Por curiosidade, o que você quis dizer ontem com dois dedos?
- Que eu notei que ele tinha transado durante a viagem duas vezes.
- Ana! Como assim?
- Porque quando ele chegou perto de mim pra me beijar o O pescoço dele cheirava um perfume e a camisa outro.
- Tia… que mal pensada…
- Pode ser… mas depois confirmei, de noite ele não quis fazer nada comigo, tava cansado, de manhã cedinho eu puxei a rola dele pra fora e meti na boca, tava mole mas logo endureceu, fiquei chupando até ele gozar, depois mostrei o gozo dele na minha boca e engoli, ele adorou ver, mas o que não contei é que a rola dele tinha gosto de esperma dele e do fluxo vaginal de outra mulher.
- Eu não quis gozar dentro de você pra não correr o risco de depois te chupar a buceta e sentir meu gosto.
- Eu sei e agradeço o gesto.
Levantamos bem tarde, tomei banho e fui pro centro, numa loja de departamentos comprei uns presentes, pra minha mãe umas meias de verão pro vestido novo dela, eram cinzas e com costura, sempre amei, pra minha tia um perfume forte como ela gosta e pra Lisa um pendrive pra fotos e filmes.
Depois do almoço minha tia arrumou na mala a roupa que tinha lavado e me preparei pra voltar.
- Manu, você sabe que eu não queria que fosse, mas não sou egoísta e entendo que queira ficar com sua mãe também, vou ficar pensando em você até voltar.
- Obrigado Ana, vou com o coração partido, mas Jorge já tá com você e vai cuidar bem de você, eu também vou pensar em você e no Manuel.
Jorge tinha ido pegar o carro pra me levar na estação, minha tia abaixou a saia e deixou a barriga toda de fora, beijei e falei…
- Manuel se comporta, não dá trabalho pra mamãe.
Ana também levantou o suéter e mostrou as duas maravilhas de peitos que tinha, me ofereceu, beijei com vontade, chupei os bicos até ficarem vermelhos, quando soltei minha tia pegou minha rola por cima da calça e falou…
- Guarda ela pra mim e que minhas irmãs cuidem bem dela.
Dei um último beijo e fui, lá embaixo a buzina do carro do Jorge tocava.
Continua.
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