Treinamento começa Pt2 (posto)

Já estávamos há uns 30 minutos e ela ainda continuava molhada — e como culpar ela, se durante todo aquele tempo que tínhamos sozinhos eu não tirei os dedos dela nem por um segundo? Decidi parar num posto de gasolina pra pegar umas coisas e fazer tudo na beira da estrada, além de exibir a gostosa que tava no banco do passageiro pra quem chegasse perto do carro e passasse a mão. Não demorou nem 2 minutos enquanto eu escolhia as paradas que ia usar pra me divertir na estrada, quando vi uns caminhoneiros olhando de longe, encarando ela fixamente. Entrei no carro só pra acender a luz e abaixar ela com uma coleira, como toda cadela merece ir passear numa viagem. — Vem aqui, putinha, segue meu ritmo, vamos dar um rolê. Entramos na loja do posto, onde tava aquele típico adolescente tarado que não conseguiu evitar fazer a pergunta esperada: "Moço (falou com a voz trêmula), cê acha que eu posso tocar nos peitos dela? São enormes." Na hora não liguei, queria ver até onde esses roles iam. Depois de decidir o que comprar, fomos pro caixa. — Claro que pode tocar nos peitos da putinha (puxando a coleira pra levantar ela e colocar bem na frente dele). Vai sem vergonha, pode tocar — ou se você apagar as luzes e as câmeras, vai ver algo ainda melhor. Quase na hora ele aceitou, e foi quando percebi que aqueles caminhoneiros ainda tavam lá fora, mas só tinha um. Então estendi a mão pra chamar ele e convidar pra dentro. Não pude deixar de notar o olhar confuso do moleque quando o caminhoneiro entrou. — Ei, garoto, fecha a porta e leva a gente pro depósito. Volta pro chão, putinha (dando um puxão forte). Chegamos no depósito que os funcionários chamam de sala de descanso, e na hora já tinha uns engradados de refrigerante e outras coisas que me deram uma ideia pra esse momento. — Me diz, há quanto tempo você não toma um boquete? (virando pro caminhoneiro e abrindo a boca da putinha) Vai com confiança, usa a boca dela pra se sentir melhor. E você, garoto, traz uns camisinhas e senta num lugar próximo, e fique à vontade pra gravar o quanto quiser. O jovem, bem obediente e eficiente, foi pegar as camisinhas e sentou pra ver tudo. Enquanto o caminhoneiro pegava a cabeça dela com as duas mãos e a fazia ir até o fundo repetidamente, começaram a se ouvir mais e mais barulhos lascivos saindo da garganta dessa puta. Mesmo assim, ele goza numa quantidade tão grande que, ao tirar o pau da boca dela, ainda continuava gozando e deixou a máscara toda coberta, momento que o moleque não perdeu e aproveitou pra pegar tudo aquilo. :-agora vamos subir o nível (pegando uns cubos de gelo e a ruiva colocando eles na boca dela, toda destruída e cheia de porra). Já tá começando a parecer um verdadeiro depósito de porra, sua puta. Que tal abrir essa bunda pro nosso anfitrião e convidado? Sem recusar, ela obedece a ordem e, por instinto, se deixa cair sobre uma mesa onde tinha largado a coleira momentos antes. Pegando fita de mecânico e cortando alguns pedaços pra deixar a bunda bem aberta. :-muito bem, você tá perfeita pra ser comida e lembra que isso é só o começo (falando no ouvido dela, bem baixinho). Moleque! Dá uma camisinha pro nosso convidado. :-vai, grandão, pega essa bunda e destrói ela. (Sem perder tempo, ele coloca a camisinha e fica atrás dela, e sem dar espaço pra ela pensar, começa a meter o pau de forma seca e direta, aumentando o número de repetições e a força a cada estocada no cu dela). Moleque! Coloca uma também. E entra no cu dela. Ele demorou um pouco pra se ligar, mas se aproxima pelo lado e, quase como esperando o momento, mete junto com o caminhoneiro, e os gemidos dela não param, afinal ela é só um pedaço de carne que serve pra me satisfazer. Estocada atrás de estocada, os gemidos dela não pararam por um bom tempo, deve ter passado quase meia hora e ela continuava gemendo cada vez mais alto até que os três gozam, mas a Ela consegue um squirt com essas estocadas tão brutais, o impacto é tão forte que ela fica desmaiada por vários minutos em cima da mesa. Os dois tiraram os paus, deixando um baita buraco onde largaram as camisinhas dentro como se fosse uma lixeira. Não demorou muito pro caminhoneiro perceber que horas eram naquele momento e saiu correndo pra carreta, ligou o motor e arrancou o mais rápido que pôde, enquanto o jovem ficava contemplando aquela cena na beira de uma cadeira. Dava pra ver o soro escorrendo das camisinhas usadas. Ela ainda não tinha acordado, então eu e o jovem aproveitamos pra tirar várias fotos dela, e algumas foram enviadas pro Raul. Já tinham passado mais de 15 minutos e ela mal tava reagindo, então peguei um galão de água, agarrei ela pela coleira e quase arrastando, levei pra fora da loja pra dar um banho digno de puta do tipo dela, despejando a água direto pra limpar o corpo, começando pela máscara, e depois empurrei ela no chão pra ficar de quatro, levantei a bunda dela e enchi de água limpa, já que ainda tava toda dilatada. Quando terminei de dar o banho, levei ela pro carro, no banco do passageiro, tirei a máscara e coloquei uma camiseta branca que ia até os joelhos. Deixei ela descansar dentro do carro e também aproveitei pra trocar de roupa, porque no banho dela respingou um pouco em mim. Foi assim que seguimos viagem, já que eram 3h30 da manhã e a gente precisava chegar às 5 no destino, onde o treinamento dela continuaria.Treinamento começa Pt2 (posto)Tô mandando uma foto de quando a gente chegou no destino... SE QUISER SABER MAIS, DEIXA AÍ SEUS PONTOS, COMENTÁRIOS, ETC. VAI SER LEVADO EM CONTA.

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