Primeira Viagem Juntos

Fala galera, vou contar uma história que a gente viveu.
Mais curta dessa vez e talvez nem tão sexual. Mas acho que vale a pena.

Eu e o Carlos nunca tínhamos tirado férias juntos.
Sempre aproveitávamos os domingos que o café fechava e dávamos um perdido em algum lugar pertinho.
Aproveitando a estrada pra fazer umas safadezas e os lugares que a gente ia também.

Tava no auge de janeiro, um calor do caralho na cidade. Pouca gente, era meu primeiro verão em Buenos Aires.
Insisti muito com o Carlos pra gente dar um perdido de uns dias na costa, mas ele não topava.
Fazia anos que ele não largava o café por mais de um dia.
Mas finalmente convenci ele e o destino escolhido foi Mar del Plata.
Meio na marra, consegui que o Carlos colocasse o cartaz de "de férias até" na porta do café e aí partimos pra feliz.

Dessa vez não paramos na estrada pra fazer nenhuma loucura, mas assim que chegamos no hotel, depois de um banho gostoso, agradeci o Carlos pelo esforço das 5 horinhas dirigindo do melhor jeito que sei, e foi com um boquete gostoso, brincando e engolindo tudo, do jeito que ele tanto adorava.

Nas férias, a gente fez de tudo um pouco: muita praia, restaurante, passeamos pra caralho.
Conhecemos o porto, a serra dos padres e vários, mas vários motéis afastados da cidade.

Mas a história boa rolou numa quarta-feira, passeando pela Perla.
A gente ia de mãos dadas, no meio de um monte de gente indo e vindo.
Eu tinha vestido um vestidinho solto e bem curto, que com qualquer movimento ou ventinho levantava e deixava a bunda de fora.
O Carlos notava como todo mundo olhava aquilo.
Nós dois nos olhamos e rapidamente sacamos que a vontade de fazer algo ali era mútua.
Começamos a procurar possíveis lugares pra nos perder no meio da galera, mas tava complicado.
Até que tinha rampas, escadas, mas era muita gente.

No meio do passeio, tinha acessos pra várias praias. E nos dois veio a mesma ideia…
A gente foi e voltou várias vezes, analisando o terreno, tentando ver se tinha algum Vigia ou segurança.
E finalmente a gente se animou, passou pelo lado de uma portinha e entrou no balneário.
Tava tudo escuro, mas a luz da lua já dava pra ver onde ir.
A gente caminhou pelo corredor e entrou nas barracas da frente.
Sentamos nas cadeiras da barraca, enrolando, esperando pra ver se alguém tinha nos visto e vinha atrás da gente, mas não era o caso.

Carlos me levantou da cadeira, me levou apoiando até a mesa.
Me empurrou, deixando meu torso contra a mesa, enquanto eu continuava de pé e minha raba à disposição dele.
Ele começou a beijar minha bunda, passar a língua nas nádegas e até dar umas mordidinhas e tapinhas (era muito gostoso pra nós dois, andar na praia e fazer as pessoas notarem que minha bunda tinha tido ação).
Começou a brincar com os dedos na minha bunda, tava claro que o que interessava naquele momento era me comer o cu.

Carlos abaixou o zíper da bermuda jeans dele e tirou a pica de lá, mas não tava confortável.
Eu me virei, tirei a bermuda dele e joguei longe, rindo. E depois a cueca.
Chupei um pouco ele, e quando tava quase lá, voltei pra minha posição.
Carlos, devolvendo minha piada de jogar a bermuda, me fazia desejar, passava a pica em tudo quanto é lugar mas não me comia.

Até que ele não aguentou mais e meteu com força, até o fundo, na minha bunda.
Eu soltei um grito e depois mandei um "filho da puta". Nós dois rimos e continuamos aproveitando.
De canto de olho, olhando pro lado, vi uma luz se mexendo na areia.
Baixinho, falei pro Carlos:
M: Tem uma luz! Alguém vem vindo
C: Até eu gozar não saio daqui, não consigo.
M: Vamos nos esconder
C: Se vier alguém, eu resolvo. Enquanto continuava comendo

Aí a gente ouviu: "Eyyyyyyyyy que porra vocês tão fazendo aí"
"Ei ei, vi pelas câmeras"
"Saam daí senão chamo a polícia"

Carlos não tava nem aí, ele continuava no dele.

"Vi vocês entrando pela câmera e a bermuda tá jogada aí"
"Seus putos, vão transar em outro lugar lado”
C: Não enche o saco, mano, já vamos.

Nisso, o cara decidiu não esperar mais e apareceu com a lanterna dele.
Iluminou a gente, e ficou em silêncio. Não disse uma palavra.

Nós dois olhamos de canto. Era um cara da minha idade.
O tom de voz dele mudou:
“Desculpa, mas vocês não podem ficar aqui, é um lugar privado” – falou pro Carlos, que, bem contrariado, tinha parado de transar e tava ali pelado, sem chance de se cobrir com nada.
Eu, por minha vez, ajustei a tanga e baixei o vestido, e do jeito que dava me escondia atrás do Carlos.

C: Se você viu a gente entrar há um tempo, já sabia... cortou nossa foda
Segurança: É meu trabalho, vocês não podem ficar aqui.
C: Cinco minutos e a gente ia embora, mano

Ele falava com o Carlos, mas de canto tentava me olhar.
Aí decidi sair e me mostrar.
M: Desculpa incomodar! A verdade é que eu tava com vontade – falei rindo.

Ele não parava de me olhar.

C: Quer participar?
S: Não, não, tá de boa, vou deixar vocês terminar, mas vão rápido.

Nós dois trocamos olhares com o Carlos, ele começou a se afastar e, sem pensar, voltamos ao que estávamos fazendo.
Eu me abaixei pra chupar ele e na hora sentimos um:

S: Desculpa...
C, já com a voz irritada: Que foi agora?
S: Vocês se importam se eu olhar?
C: Olhar o quê? Como a gente transa?
S: É... eu gostaria

O Carlos me olhou, e eu com o olhar fiz ele entender que não tinha problema nenhum.

C: Tá, pode vir.

Ele apareceu de novo e sentou numa cadeira pra nos ver.
A situação era meio estranha, mas ali estávamos.
Continuei chupando ele, sob o olhar atento do cara.
Era um silêncio tenso.

Nisso, escuto um:

C: E você? O que faz da vida?

Eu explodi de rir.
O cara começou a contar a vida dele, que estudava, os horários, que tinha namorada... mas que não faziam essas coisas.
Eu continuei firme na minha tarefa.

O Carlos olhou pra ele e disse: Onde eu gozo?
Na boca – ele falou baixinho.

O Carlos se ajeitou, me ajeitou e gozou na minha boca.
Eu, por minha vez, olhava pro Carlos e de canto olhava pra ele.
Era estranho e Que situação gostosa.
Terminei de gozar, mostrei a porra pro cara e na hora engoli.
Carlos foi pegar a bermuda dele, voltou e se trocou.

A gente já ia indo embora, e ele disse:
S: "Espera, não saiam por aí que a câmera vai pegar vocês... e vai dar merda pra vocês e pra mim."

Ele nos acompanhou até outra saída.
E quando a gente já ia embora, ele falou: "Vocês são dois gênios!"

E aí termina, possivelmente, uma das situações mais bizarra que já vivi na minha vida.

8 comentários - Primeira Viagem Juntos

Huff more cortó pero intenso jaja sabes si Carlos me propone participar no termina de hablar que ya estoy en bolas jaja diosa total besos amor vamos por más historias bomba
Jajajaja gracias!
muy bueno, loca la situación, pero queda claro que te gusto que te vieran, espero que se venga pronto el proximo relato
Muchas gracias por el comentario
Dpr450
muy bueno.. me gusto mucho este relato.. y que bien saben disfrutarlo...
Si esas carpas hablarán vamos todos preso. Yo lo eh echo de noche y de día cuando había poca gente, hasta que pusieron las cámaras. La próxima subí algunas fotitos. Te faltó ir a la playa nudista.