Se vocês leram meus primeiros contos, sabem que eu compartilhava algo com o Tito, além do amor pela Verônica. Por isso, era difícil pra mim dar conselhos sobre como lidar com a situação de um marido que curte o gosto do leite alheio. E, por via das dúvidas, me afastei por um tempo. Não é fácil se afastar de alguém que mora na casa ao lado, que divide o muro com a gente, podendo se ver só com levantar um pouquinho a cabeça. Mas eu precisava fazer isso. A Verônica entendeu que era algo que ela tinha que resolver sem minha interferência, e assim ficamos uns dois meses: eu saindo por meu lado com outras minas e caras, e ela, pelo que me contou depois, só via a amiga dela.
Um dia, quando já não aguentava mais a vontade de possuir ela, liguei e combinamos de sair naquela mesma tarde. Direto nos encontramos na esquina de um hotel, pra não perder tempo. Passamos a noite inteira só no agarre e nas carícias, mas nem sequer mencionamos o nome do marido. Dois ou três dias depois, nos encontramos de novo, mas dessa vez ela quis falar sobre o Tito.
V – Quero provar de novo
S – O quê?
V – Beijar ele com gosto de você!
S – Nesse tempo todo, você falou alguma coisa com ele?
V – Não!! Sabe que não falamos de nada sexual. Quando a gente vê um filme e tem uma cena romântica, ele muda de canal. Ele sempre evita tocar nesses assuntos.
S – E se ele ficar duro de novo, você vai bater uma pra ele e pronto? Não vai fazer nada?
V – Não sei! Não faço ideia do que fazer. Às vezes pensei em largar ele, outras vezes em conversar pra ver se a gente chega a algum acordo…
S – Olha, isso eu falo como amigo: você vai ter que conversar, pelo bem dos dois. Se quiser, pode ficar calada, fingir que não vê, igual ele faz quando assiste um filme, mas mais cedo ou mais tarde um dos dois vai explodir.
V – É, eu sei, mas o que não sei é o que fazer depois.
S – Ok, te entendo, não deve ser fácil. Vamos fazer isso, e depois a gente vê como continua sua história com o corno.
Uns dias depois, ela veio pra cá já de noitinha, meus pais estavam na cozinha, então tive que atender ela lá fora, no jardim.
V – Ele Tava vendo TV, vamos nessa!!
E não precisei fazer a senhora implorar. A gente se mandou pra um canto bem escuro, onde meus velhos não pudessem ver se espiassem. E ali mesmo desci pra dar uma boa chupada naquela buceta que tanto me atraía, e depois de arrancar uns gritos abafados, ela começou com o plano.
Igual da outra vez, enchi a boca dela de porra, ela ajeitou a roupa (embora eu tenha ficado com a calcinha fio dental) e saiu correndo pra casa. A gente tinha combinado que a certa hora sairíamos os dois pra fumar nos nossos jardins, pra alinhar se íamos ligar ou não, mas em vez de sair pra fumar, ela veio direto bater na porta de casa.
V – Já dormiu
S – O que cê tá fazendo aqui? Entra, vai!
V – Oi
S – E conseguiu fazer?
V – Sim, subiu igual da outra vez, mas ele bateu uma sozinho, não deixou eu tocar.
S – E aí, o que cê fez?
V – Nada, deixei ele lá, pra se acalmar, e fui tomar banho, mas…
S – Mas… o quê?
V – Mas fiquei toda molinha enquanto tomava banho… E comecei a acariciar meu clitóris… Até gozar…
Veronica é bem boca suja quando a gente fode, mas quando ela tá totalmente louca de tesão, me pede pra meter o pau na buceta dela, em vez de falar “mete logo filha da puta” e sinceramente, eu adoro, hahaha
V – E antes de vir, tive que me acariciar de novo, olha só…
Meti a mão por baixo da minissaia dela, e tava toda molhada. Não tive escolha: deitei ela na mesa e comecei a lamber tudo. Ela tava um fogo, na hora começou a gozar como naquele primeiro encontro, quando tava com abstinência de tantos anos. A mesa já tava uma bagunça, cheia de fluido e saliva, então tivemos que parar, limpar tudo, e levei ela pro ateliê que a gente tinha no fundo. Lá, além das ferramentas, tinha uns colchonetes que a gente usou pra continuar fodendo, e depois dormimos juntos.
Na tarde seguinte, saímos pra passear, e já sem tanta euforia, começamos a conversar sobre o que rolou na noite anterior com o Tito e como seguir. Ela me contou que Ela sentiu que o marido, mais do que beijá-la, chupava a boca dela, como se procurasse cada cantinho com gosto de pau e porra de outro macho. E isso deixou ela super excitada. Também me confessou que nas punhetas que batia, fantasiava com o Tito comendo ela enquanto os dois chupavam meu pau e brigavam pela porra. A ideia de realizar a fantasia da Vero ficou martelando na minha cabeça por um monte de dias. A gente já não falava mais sobre isso, mas eu continuava pensando. A Vero era apaixonada por mim, mas também pelo marido dela, e queria se divertir com os dois. E eu morria de curiosidade pra saber como era o pau dele, o gosto da porra, se ele curtia transar com outro cara, ou se a neura dele de não tocar na mulher gostosa que o acompanhava vinha de outro lugar. Mas não queria que a Verónica conhecesse esse meu lado. Mesmo nunca querendo que ela largasse o Tito pra morar comigo, queria que ela me visse como um puta macho, bem dominante na cama. Então pensei que a gente podia aumentar um pouco a aposta, e falei que a gente precisava repetir o experimento, mas que ela não podia engolir a porra, tinha que beijar ele com a boca bem cheia.
Um dia, quando já não aguentava mais a vontade de possuir ela, liguei e combinamos de sair naquela mesma tarde. Direto nos encontramos na esquina de um hotel, pra não perder tempo. Passamos a noite inteira só no agarre e nas carícias, mas nem sequer mencionamos o nome do marido. Dois ou três dias depois, nos encontramos de novo, mas dessa vez ela quis falar sobre o Tito.
V – Quero provar de novo
S – O quê?
V – Beijar ele com gosto de você!
S – Nesse tempo todo, você falou alguma coisa com ele?
V – Não!! Sabe que não falamos de nada sexual. Quando a gente vê um filme e tem uma cena romântica, ele muda de canal. Ele sempre evita tocar nesses assuntos.
S – E se ele ficar duro de novo, você vai bater uma pra ele e pronto? Não vai fazer nada?
V – Não sei! Não faço ideia do que fazer. Às vezes pensei em largar ele, outras vezes em conversar pra ver se a gente chega a algum acordo…
S – Olha, isso eu falo como amigo: você vai ter que conversar, pelo bem dos dois. Se quiser, pode ficar calada, fingir que não vê, igual ele faz quando assiste um filme, mas mais cedo ou mais tarde um dos dois vai explodir.
V – É, eu sei, mas o que não sei é o que fazer depois.
S – Ok, te entendo, não deve ser fácil. Vamos fazer isso, e depois a gente vê como continua sua história com o corno.
Uns dias depois, ela veio pra cá já de noitinha, meus pais estavam na cozinha, então tive que atender ela lá fora, no jardim.
V – Ele Tava vendo TV, vamos nessa!!
E não precisei fazer a senhora implorar. A gente se mandou pra um canto bem escuro, onde meus velhos não pudessem ver se espiassem. E ali mesmo desci pra dar uma boa chupada naquela buceta que tanto me atraía, e depois de arrancar uns gritos abafados, ela começou com o plano.
Igual da outra vez, enchi a boca dela de porra, ela ajeitou a roupa (embora eu tenha ficado com a calcinha fio dental) e saiu correndo pra casa. A gente tinha combinado que a certa hora sairíamos os dois pra fumar nos nossos jardins, pra alinhar se íamos ligar ou não, mas em vez de sair pra fumar, ela veio direto bater na porta de casa.
V – Já dormiu
S – O que cê tá fazendo aqui? Entra, vai!
V – Oi
S – E conseguiu fazer?
V – Sim, subiu igual da outra vez, mas ele bateu uma sozinho, não deixou eu tocar.
S – E aí, o que cê fez?
V – Nada, deixei ele lá, pra se acalmar, e fui tomar banho, mas…
S – Mas… o quê?
V – Mas fiquei toda molinha enquanto tomava banho… E comecei a acariciar meu clitóris… Até gozar…
Veronica é bem boca suja quando a gente fode, mas quando ela tá totalmente louca de tesão, me pede pra meter o pau na buceta dela, em vez de falar “mete logo filha da puta” e sinceramente, eu adoro, hahaha
V – E antes de vir, tive que me acariciar de novo, olha só…
Meti a mão por baixo da minissaia dela, e tava toda molhada. Não tive escolha: deitei ela na mesa e comecei a lamber tudo. Ela tava um fogo, na hora começou a gozar como naquele primeiro encontro, quando tava com abstinência de tantos anos. A mesa já tava uma bagunça, cheia de fluido e saliva, então tivemos que parar, limpar tudo, e levei ela pro ateliê que a gente tinha no fundo. Lá, além das ferramentas, tinha uns colchonetes que a gente usou pra continuar fodendo, e depois dormimos juntos.
Na tarde seguinte, saímos pra passear, e já sem tanta euforia, começamos a conversar sobre o que rolou na noite anterior com o Tito e como seguir. Ela me contou que Ela sentiu que o marido, mais do que beijá-la, chupava a boca dela, como se procurasse cada cantinho com gosto de pau e porra de outro macho. E isso deixou ela super excitada. Também me confessou que nas punhetas que batia, fantasiava com o Tito comendo ela enquanto os dois chupavam meu pau e brigavam pela porra. A ideia de realizar a fantasia da Vero ficou martelando na minha cabeça por um monte de dias. A gente já não falava mais sobre isso, mas eu continuava pensando. A Vero era apaixonada por mim, mas também pelo marido dela, e queria se divertir com os dois. E eu morria de curiosidade pra saber como era o pau dele, o gosto da porra, se ele curtia transar com outro cara, ou se a neura dele de não tocar na mulher gostosa que o acompanhava vinha de outro lugar. Mas não queria que a Verónica conhecesse esse meu lado. Mesmo nunca querendo que ela largasse o Tito pra morar comigo, queria que ela me visse como um puta macho, bem dominante na cama. Então pensei que a gente podia aumentar um pouco a aposta, e falei que a gente precisava repetir o experimento, mas que ela não podia engolir a porra, tinha que beijar ele com a boca bem cheia.
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