Perguntei por onde ela queria começar, e ela disse que primeiro o térreo todo e depois o primeiro andar. Respondi que não tinha problema nenhum, então a primeira coisa que mostrei foi o corredor que leva ao quarto dos meus pais e o banheiro deles. De vez em quando eu olhava de canto pra ela, e ela também fazia o mesmo. Levei ela pra sala de estar, com aquele sofá lindo e a TV de 70 polegadas. Ela me olhou e disse: "Que filmes bons dá pra ver aqui, hein?" E eu respondi: "Pois é, a gente vê vários durante a semana." Ela sentou no sofá um pouquinho pra sentir o conforto e perguntou: "Você já dormiu aqui no sofá?" "Ainda não, mas um dia desses, se chegar cansado, capaz que eu durma." Depois disso, peguei na mão dela e levei ela pra piscina aquecida. Quando entramos, fechei a porta que ficou atrás da gente. Ela se virou, me olhou e disse: "Você é um cara muito sem noção." Me fiz de desentendido e perguntei: "Por que você tá falando isso?" Ela respondeu: "Não se faz de idiota, se você tá afim de mim, a semana inteira ficou sentado na sua máquina com o pau pra fora." Eu não sabia o que responder depois disso, parecia que ela já vinha preparada pra falar aquilo. Então, depois daquele tempo em que não falei nada, resolvi rebater com um: "Você também tá afim de mim, já que me olhou a semana inteira e não reclamou nem nada. Além disso, você veio até aqui pra ver como é a parada do nudismo." Tudo isso veio na minha cabeça num instante, enquanto o silêncio tomava conta. Depois dessa resposta, ela também ficou em silêncio e se aproximou de mim, ficando a centímetros do meu rosto, e disse: "Sabe que você tem razão?" Ela pegou no meu pau e me beijou. Foi um beijo tão apaixonado que, com o movimento leve da mão dela no meu pau e a língua dela na minha boca se movendo sem controle, meu pau subiu na hora, como se apertasse um botão pra acender a luz. Ela continuou me beijando e apoiou o corpo todo em mim. eu, podia sentir os peitos dela e os pelos da buceta no meu corpo, meu pau ficou roçando por fora da buceta dela enquanto ela não parava de mexer a mão esquerda, levou a direita pra buceta e também começou a mexer, parecia que já tava molhada porque dava pra ouvir um barulho de poça quando a mulher se toca e tá úmida. Depois de um tempo assim nessa posição e com esses movimentos sem parar de nos beijar, gozamos juntos, ela molhou o chão e eu gozei nos pelos da buceta dela, mas mesmo assim ela continuou me tocando, nunca parou mesmo depois que eu já tinha gozado e minhas pernas começaram a ficar bambas, ela também não queria diminuir a intensidade, então ela se abaixou, na altura do meu pau e começou a chupar, sorte que a espreguiçadeira tava do meu lado então sentei porque não conseguia ficar em pé e ela ficou me masturbando e chupando por mais um minuto e eu gozei de novo, muito mais que antes, e eu juro por deus que não sentia meus ovos nem minhas pernas, ela tava com a boca cheia de porra e custou pra engolir mas conseguiu, quando terminou de engolir me disse "que porra gostosa que você tem", me recomponho e olho pra ela, agarro ela e jogo na piscina junto comigo, já na piscina beijo ela e começo a meter dois dedos na buceta dela, mexo com velocidade e ela começa a querer gritar até que tapo a boca dela e continuo, sinto um líquido quente saindo dela mas eu continuo tocando, os olhos dela ficaram completamente brancos então continuei até ela gozar pela segunda vez e assim fez, depois ela me empurra e sai da piscina, eu pensei que ela tinha ficado brava porque pegou a toalha e se secou, depois de ver ela pegar a toalha saí da piscina e olhei pra ela, ela se secou sem dizer uma palavra e depois me deu a toalha, "se seca que você tem que continuar me mostrando a casa" ela disse, obedeci e voltamos pra sala como se nada tivesse acontecido, lá fomos em direção às escadas, mostrei o quarto da minha irmã que fica quase em frente à escada, ela Do quarto do meu irmão que fica do lado do da minha irmã, com os banheiros deles também, o quarto do meu irmãozinho que é na frente do do meu irmão, e por último o meu, que fica do lado da escada. Ela me perguntou por que eu era o único que tinha a cama bagunçada, e eu disse que era porque tinha batido uma punheta antes dela chegar. Ela sorriu e não falou nada. Dessa vez, quando vou mostrar o banheiro pra ela, ela fecha a porta do quarto e me empurra na cama, se joga em cima de mim e começa a chupar meu pau. Eu só me acomodei e relaxei. Ela conseguiu deixar meu pau duro com a mão, e com a boca chupava a cabeça dele. Fiquei surpreso porque ele subiu — pensei que depois do que rolou na piscina não ia mais endurecer. Depois disso, ela sentou no meu pau e começou a cavalgar em mim. Enquanto fazia isso, passava a língua no meu queixo e na minha boca, e eu respondia com um beijo apaixonado. Ela estava me comendo. Nunca tinha acontecido de uma mulher me comer daquele jeito. Senti que ia gozar. Depois de uns vinte minutos cavalgando em mim e eu apalpando os peitos dela, agarrei ela por baixo dos braços, na altura dos peitos, tocando neles, e apertei ela contra mim com muita força e velocidade, porque queria gozar dentro dela, queria que ela sentisse meu leite. Aí os espasmos começaram a vir. Do lado dela também, porque ela começou a se mexer de um jeito estranho, parecia que tava adorando. Gozamos os dois ao mesmo tempo. Ela encheu minha barriga de leite, e eu gozei dentro dela. Depois disso, queria me enrolar na cama e dormir porque fiquei cansado, mas quando vi minha barriga toda melada, decidi ir tomar banho. E ela, nem boba nem nada, entrou no banho comigo. Fiquei apalpando ela toda e nos beijamos enquanto estávamos no chuveiro, e aí decidimos descer. Minha mãe viu a gente e me deu um sorriso cúmplice, como se já soubesse que ia rolar aquilo. Pedi pra minha supervisora ir pro quintal, e eu fiquei na sala descansando um pouco. Vejo gente passando pro quintal e, antes de cair no sono, decidi ir pra lá também. Tinha muita gente na chácara, então todas as espreguiçadeiras estavam ocupadas, aí resolvi sentar na borda da piscina com os pés na água. Fiquei lá batendo papo com meu amigo policial, que tava dentro da piscina. Curti estar com tanta gente pelada conversando e brincando, me senti à vontade, senti que tava feliz e que era lindo o que eu tinha conseguido em tão pouco tempo. Nisso, entre conversas e brincadeiras, deu oito da noite, horário que meu pai tinha planejado fechar. Então o pessoal começou a sair aos poucos. Eu perguntava pra cada um que tava saindo se iam voltar, e a maioria respondeu que sim. Eu e meu pai falamos que ia ficar aberto pro público todo dia, então a gente esperava eles. Meu amigo disse que ia voltar, e o que mais me surpreendeu foi minha supervisora dizer que ia voltar também. Galera, eu vejo isso como o fim do Quintal Pelado. Se quiserem continuar no dia a dia como eu vinha fazendo, me avisem nos comentários. Eu encerraria por aqui porque não quero que fique monótono e repetitivo. O que posso fazer é continuar com dias ou momentos importantes que vivi no quintal. Valeu por lerem, espero que curtam, e por favor, avaliem e comentem.
1 comentários - A Quinta Nudista 10 B
subi fotos amigo, todas las que puedas de tu familia