Uma semana depois do episódio anterior, a poderosa mestra Minerva jazia submissa sobre um vibrador Sybian sincronizado a um computador, que o acionava em intervalos com base nas imagens e sons emitidos pelos óculos de realidade virtual. Seus braços, presos às costas com um armbinder de couro cuja ponta permanecia fixada ao chão, impediam que a dominatrix cativa se mexesse, o que era reforçado pelas tiras de couro que a prendiam ao chão nas pernas e tornozelos. Mas sua mobilidade era ainda mais limitada pela corrente que segurava seu colar de postura na frente. Como sempre, JM não gostava da nudez total de suas escravas, então MM vestia meias de vinil com cinta-liga do mesmo material. Nos óculos, projetavam-se rodadas de hypnos e áudios subliminais sugestionando-a a ser escrava da excitação pela submissão, o mesmo modus operandi que com a Bunny. Ele não queria uma bimbo, queria uma escrava submissa, mas consciente disso. Além de sádico físico, era sádico psicológico; não permitia que suas vítimas se resignassem, deixava-as lutar e sucumbir uma e outra vez. A imagem de MM se completava com o gag, deixando cair um fio de baba que descia até a altura do umbigo e escorria até a buceta. Ali, misturava-se com seus fluidos, fruto da interminável rodada de orgasmos forçados causados por tanta estimulação. Sessões como essa duravam 6 horas por dia. Depois, sem forças para lutar, MM era levada para a banheira para ser higienizada, hidratada e alimentada, e então depositada em um colchão na sala de jogos, imobilizada por uma corrente de 30 cm presa ao chão que não permitia que ela se levantasse. Suas mãos usavam uma espécie de luvas, mas sem espaço para os dedos, o que impedia que ela tirasse o gag. Ficava ali até o dia seguinte, quando o processo recomeçava. JM tomava um café na sala de jantar lendo e-mails, enquanto Bunny, debaixo da mesa, fazia um boquete lento e pausado, como lhe fora ordenado. ordenou, e ela, ciente de que estava testemunhando outro sequestro como o dela, não pensou em fazer nada, já que nunca conseguiu impedir que aquele homem saísse impune. Mas dessa vez, a ânsia de caçador do seu algoz pregou uma peça nele. A Mistress Brasileira também tinha amigos poderosos, então a entrada estrondosa dos agentes o pegou de surpresa. Antes mesmo de conseguir guardar o pau, já estava no chão algemado. Os agentes especiais antissequestro o dominaram. Bunny também foi algemada a princípio, mas quando verificaram que era uma vítima, a colocaram a salvo. Assim, as duas cativas foram libertadas. A MM foi devolvida ao seu país para dar continuidade ao julgamento, e Bunny foi levada para assistência psicológica. No começo, sua família a acompanhou, mas depois a deixaram de lado, porque Bunny decidiu não reverter o efeito da sua transição. Ela tinha abraçado seu lado feminino no cativeiro. Sua família conservadora, apesar do trauma terrível, não conseguiu lidar com isso. Então, Bunny teve que se virar sozinha. Entrou num programa de proteção a vítimas, então teve moradia e o básico para sobreviver, mas isso não duraria para sempre, só enquanto o julgamento durasse. Ela manteve sua rotina de exercícios e cuidados físicos, então se manteve em boa forma. Seu pau, já liberto da jaula, não tinha solução: tinha virado um micropênis flácido, mas isso não a incomodava. No entanto, a incomodava não poder comprar coisas. Os hormônios eram fornecidos pelo estado, mas as roupas e a comida não. Então, o melhor jeito de conseguir dinheiro rápido foi virar webcamer. E foi o que ela fez. 8 meses depois... Já tinham se passado meses e, para Bunny, tudo ia bem. Com os lucros das suas transmissões, conseguiu muitas comodidades graças ao sucesso do site. Uma femboy tão fina e delicada enlouquecia a audiência. A única coisa ruim acontecia à noite: quase todo dia ela tinha os mesmos pesadelos. Era perseguida pelo seu ex-Mestre, agora Presa, e mesmo lutando com todas as forças, ela era subjugada e estuprada repetidas vezes em cenários diferentes, mas não era isso que mais a torturava. O que a destruía era perceber que seu pijama de algodão estava encharcado de porra quando conseguia acordar. Ela ainda sofria as consequências da hipnose a que foi submetida — só assim conseguia gozar. Quando usava vibradores na câmera, saíam apenas algumas gotas aguadas de sêmen, coisa que ela também não odiava, já que seu público pervertido adorava aquilo. Um dia normal, depois de acordar, Bunny fazia sua rotina de chutes em um colchonete, vestindo um shortinho curto e top, tênis esportivos tudo da marca do cachimbo, e tornozeleiras com peso, enquanto ouvia as primeiras notícias do dia. Foi por causa dessas notícias que Bunny sentiu um nó no estômago, fruto do terror que sentiu ao ouvir: "E, em uma decisão polêmica, o ex-professor universitário Juan Marques foi solto, já que o Ministério Público cometeu erros na apresentação das provas. A soltura ocorreu no fim da tarde de ontem." Os olhos de Bunny quase saltaram das órbitas, o desespero a consumiu, mas um tempo depois ela tentou se acalmar com a ideia de que aquele homem horrível certamente não faria mais nada com ela depois de escapar por tão pouco da prisão. Respirou fundo e tentou retomar sua rotina, mas foi interrompida pelo som da porta. Caminhou lentamente até ela com certo medo. Ao espiar pelo olho mágico, notou um boné de polícia que olhava para baixo. Ao ver o escudo da polícia, seu medo se acalmou, então girou a chave, mas antes de abrir sentiu um empurrão violento. A surpresa a impediu de reagir mais rápido. Antes que pudesse entender o que estava acontecendo, as mãos de JM já estavam em seu pescoço, arrastando-a violentamente para trás até a cama. As mãos de Bunny lutavam para liberar o pescoço e gritar, mas seus pesadelos, onde ela perdia a batalha, começavam a se tornar realidade novamente. A primeira coisa que seu captor fez foi tirar sua Jaqueta. Um gag que, após uma luta com as mãos da vítima, conseguiu prender. Agora, como uma boneca, girou e sentou o corpo dela sobre as nádegas da sua sissy, para poder amarrar as mãos e os cotovelos com cordas tiradas dos outros bolsos. Já com ela assim, girou novamente, contemplando-a. Os olhos dele brilhavam ao ter sua sissy de volta. Apalpou-a até chegar ao pênis, apertando o volume debaixo do short... JM: "Que isso, bunny? Por que você não está enjaulada?" Continuou apalpando, abaixando o short até os joelhos e levantando as pernas dela para examinar o ânus, maravilhado com o quão pequeno a bunda dela ficou, isso porque os dildos que ela usava eram pequenos, mas ainda mais pela cor rosada daquela parte, graças ao clareamento anal que bunny fez. Depois, tirou da jaqueta um vidrinho e um lenço branco. Na mente de bunny, já antecipava do que se tratava. Começou a lutar com mais força, chutando e tentando se soltar, mas o pouco terreno que ganhou se afastando com esse esforço foi completamente inútil quando seu captor a pegou pelos tornozelos, puxando-a até ficar na altura do rosto dele. Agora, o lenço com clorofórmio já tampava suas vias respiratórias. Embora a luta tenha continuado por uns 30 segundos da parte de bunny, ela precisou respirar, o que fez pelo nariz, deixando entrar uma alta dose da substância. Aos poucos, seus membros foram perdendo força e seus olhos se fechando. Bunny havia perdido novamente a luta pela liberdade e ficou de volta nas mãos de JM. Algumas horas depois, a sissy novamente cativa abria lentamente os olhos. Ao se recuperar da letargia inicial, pôde notar que no teto do quarto onde estava havia um espelho, convenientemente colocado para que visse sua situação miserável. Vestia meias com ligas e luvas longas pretas de látex, saltos de 10 cm presos aos pés por tornozeleiras com cadeado. Com a maestria que caracterizava seu captor, tinha Com os braços amarrados nas costas com um box tied bem complexo, uma mordaça de bola grande impedia que ela sequer engolisse saliva, o que causava salivação excessiva e muito cansaço na mandíbula. Além disso, usava um colar preto preso com cadeado e uma argola pronta para ser enganchada em algo. Mas o que mais desesperou a sissy cativa foi que, novamente, seu pequeno pau estava aprisionado numa diminuta gaiola de castidade, que nem deixava a pele cobrir a glande. Bunny só conseguiu se contorcer para tentar se soltar das amarras, assim podendo aproveitar o fato de não ter as pernas presas e se defender quando seu captor aparecesse. Ela não perdia a esperança de vencer uma luta e escapar — sua mente jamais se resignaria a ser uma escrava de novo. Para isso, virou-se de bruços, levando o corpo para trás numa posição de quatro, tomando impulso para se levantar. E conseguiu. Olhou ao redor para tentar achar a porta, mas não a encontrou — parecia ser uma porta oculta. As luzes eram todas vermelhas, dando um aspecto infernal ao lugar, ainda mais vendo que num dos cantos havia uma parede com instrumentos de tortura: pinças, chicotes, varas, plugs, máscaras, etc. Também tinha cavaletes, correntes, mesas, argolas no teto, nas paredes e no chão. Só de imaginar o que o maldito do seu captor poderia fazer com ela ali, virou a cabeça para o outro lado da sala. Lá havia umas cabines separadas por divisórias de acrílico, parecendo um habitat de hamster. Eram quatro, interligadas por pequenas portinhas de cachorro na parte de baixo, para que se pudesse passar de uma para a outra por elas. Bunny foi se aproximando, fazendo seus saltos ecoarem pelo ambiente. A primeira cabine era como um quarto — estava vazia, mas dava pra deduzir que o colchonete era dela. A do lado tinha pesos, bicicleta ergométrica, colchonete, faixas elásticas, etc. — uma mini academia. Em alguns cabides... Elas usavam conjuntos de academia rosa com a palavra Bunny. Ela continuou andando ao lado dele até chegar no terceiro cômodo, onde dava pra ver chuveiro, vaso, bidê e pia, incluindo a mangueira usada pra enemas. Na última cabine, uma pequena bancada com espelho cheia de cosméticos, maquiagens, cremes e produtos de cuidados pessoais. Nos cabides, tinham roupinhas minúsculas de empregadinha de látex. Assim que terminou o percurso, ela percebeu qual era a intenção daquelas cabines. Caiu em si e continuou procurando a porta ou algo que ajudasse a soltar suas amarras. Tava nessa até que ouviu uns passos se aproximando. O som de uma fechadura se abrindo seguiu, até que finalmente ela conseguiu ver onde ficava a porta. JM apareceu completamente pelado, a pele dele brilhava por causa do óleo que tinha passado, dando uma imagem poderosa que combinava com as luzes vermelhas e os músculos definidos. Ele vestia só umas botas táticas, e uma ereção firme do pau enorme dele terminava de decorar a fisionomia. Numa das mãos, ele segurava um vidro de lubrificante, deixando claro qual era o propósito da aparição. Caminhou direto pra Bunny, olhando fixo nos olhos dela sem dizer nada. A sissy recuou até bater na parede. Não tinha mais pra onde ir. Só conseguiu fazer uma cara de súplica, balançando a cabeça de um lado pro outro. Dava pra entender um balbucio da palavra "por favor". O que ela ganhou foi um tapa na cara. Antes que pudesse se recuperar, o amo pegou ela pelo cabelo e a colocou em pé de novo. "Não sabe quanto senti sua falta, slutty. Vou te partir ao meio", foi o que JM disse. Bunny levou a bunda pra trás, juntou os joelhos trêmulos e deixou escapar um jato de mijo, sinal do terror que tava sentindo na hora. O captor dela, ao ver isso, disse: "Você me encanta". Virou ela violentamente contra a parede, esfregando o pau dele na bunda da vítima. Bunny conseguia sentir o calor daquele glande enorme no escroto dela. Ia e vinha, torturando ela. Saber o que a esperava, às vezes ela tentava se soltar, mas era segurada com força. A próxima coisa que sentiu foi o lubrificante no ânus, sinal claro de que já iam meter nela. Sua luta foi mais forte, mas igualmente inútil. O cu dela já não estava mais acostumado a receber aquele tamanho de pau. A penetração não foi gentil: ele enfiou devagar no começo, por causa do apertado que ela tava. Assim que a cabeça abriu caminho, o pau enorme empalou a Bunny até as bolas. Claro que ela se contorceu, chorou, tentou gritar com o gag na boca. Num momento, desejou com toda a alma desmaiar, mas isso não aconteceu. As metidas eram tão duras e intensas que ela sentia uma dor no baixo ventre. Aquele membro entrava e saía roçando a próstata dela, fazendo ela se mijar várias vezes. As nádegas brancas dela já estavam avermelhadas de tanto que a batida das peles era forte. Nessa posição, a bombada durou quase 10 minutos. Às vezes, JM pegava um ar e continuava a faina. Mais uma vez, a Bunny sentiu vontade de mijar, ou pelo menos foi o que pensou, porque quando saíram os primeiros jatos de urina, veio um jato de esperma atrás. De novo, aquele maldito abusador conseguiu um sissygasm nela, confirmando que ainda podia dominá-la completamente, gerando excitação nela apesar das circunstâncias. Pouco depois disso, JM pegou ela pelo cabelo, virou ela e a colocou de joelhos no chão. Com muita violência, tirou o gag para meter, em seguida, o pau enorme até a garganta dela. A cabeça da Bunny ficou entre o pau e a parede. Para seu horror, o captor dela se contorceu, avisando que vinha um orgasmo. Isso ia acontecer com o membro bem enfiado na garganta dela. O jorro de esperma grosso inundou toda a garganta dela e até abriu caminho pelas narinas, fazendo a Bunny expelir como se fossem melecas o esperma grosso. Terminada a faina, JM tirou o membro. A sissy desabou no chão, sobre a própria urina e esperma, humilhada e exausta. Só conseguiu chorar enquanto tentava tirar todo o resto de esperma. do nariz dela. JM olhou pra ela dizendo, descansa um pouco que depois eu venho te explicar como vão ser as coisas daqui pra frente, Bunny. Então é isso, Bunny voltava a ser presa daquele homem sádico mais uma vez.
0 comentários - La sissy del maestro Juan Marques V.