Morando com Meu Irmão

Meu nome é Paula, tenho 26 anos atualmente e vou contar o que aconteceu há 3 anos, quando morei com meu irmão.
Isso aconteceu quando eu tinha 23 anos e Matías (meu irmão) tinha 26. Nossa relação sempre foi boa. Na época, eu tinha brigado com Javier, meu namorado, e decidi ir morar com ele enquanto procurava um apartamento que coubesse no meu orçamento.
- Irmãozinho, não quero te encher o saco
- Esquece, gata. Vem ficar comigo o tempo que precisar.
- Tem certeza? Olha, mesmo não sendo o que eu mais quero, posso voltar pra casa da mamãe e do papai.
- Nem discute. Você fica no meu apartamento o tempo que precisar.
Tudo seguiu normal. Apesar de estar muito pra baixo, o fato de estar acompanhada, ter com quem jantar todas as noites, conversar e não ter tanto tempo pra pensar foi muito bom pra mim.
Eu procurava um apartamento de 2 ambientes e precisava dividir com alguém, porque sozinha não conseguiria pagar o aluguel, então minha estadia no apartamento do meu irmão foi se prolongando.

A surpresa
Isso aconteceu em novembro, e conforme o tempo passava, ia ficando mais calor. Um dia, já quase não conseguia dormir de tanto calor, e me levantei pra ir ao quarto do meu irmão perguntar se podia dormir com ele. Quando abro a porta, o encontro assistindo TV e com a mão no pau, se masturbando de um jeito frenético. Apesar da rapidez da situação, consegui ver o pênis dele, que estava super ereto e tinha um tamanho considerável. Não me perguntem como, mas em um décimo de segundo consegui apreciar tudo em seu esplendor: a cabeça vermelha e inchada, a grossura, o comprimento e até algumas veias — agora acho que devo ter imaginado, já que o tronco estava envolto pela mão dele.
Fechei a porta e saí confusa, ao mesmo tempo rindo e dizendo:
- Me perdoa! Me perdoa, por favor! Não bati na porta, que burrice! Me desculpa!
Trinta segundos depois, pra meu espanto, meu irmão sai perguntando se eu tinha... passado algo por que eu tinha entrado assim no seu quarto:
- O que foi, nena?
- Me perdoa, Mati!
- Não foi nada, nena, já passou. disse ele, envergonhado.
- Eu sei que não foi nada, é uma coisa que todo mundo faz, falei pra acalmá-lo e dar uma leveza ao assunto.
- É, eu sei. Imagino que todo mundo, você também, deve fazer.
- É, nene.
- Por isso te peço que a gente esqueça o que aconteceu e que você bata antes de entrar e que se quiser privacidade, venha pro meu quarto quando eu não estiver e tranque a porta, que eu vou bater antes de entrar. Tá bom?
- Não, eu não preciso…
- Mas agora mesmo você disse que era uma coisa que você também fazia…
- É, mas não com tanta frequência…
- Mmmm e você sabe com que frequência eu faço?
- Acho que os homens fazem mais que a gente.
- Isso não é verdade. Além do mais, já faz um tempo que você brigou com seu namorado, então você deve estar com as necessidades à flor da pele. Então me escuta e se precisar se aliviar (ele não usou mais a palavra privacidade) me avisa e pronto.
- Obrigada, irmãozinho. Agora você pode continuar com o que estava fazendo... e olhei pro volume dele que tinha crescido consideravelmente.
Ele percebeu e me disse:
- É, haha, agora termino o que tinha começado… Mas, por que você abriu a porta no meio da noite?
- Não, por nada. Outro dia eu te conto.
- Tá certa?
- Tá, certa. Vai pro seu quarto e tranca a porta que qualquer coisa eu bato, haha.
- Hahaha.
Ele me deu um beijo e saiu com sua ereção e senti minha calcinha ficar molhada. Acho que era a primeira vez que sentia isso desde que tinha brigado com Javier.
Essa noite não conseguia dormir com o tesão que estava e comecei a me masturbar no sofá debaixo dos lençóis enquanto na minha cabeça girava: a situação que tinha acontecido recentemente, a lembrança das ejaculações com Javier e toda hora aparecia na minha mente o pau do meu irmão e me deixava super excitada. Resumindo, acabei em 10 minutos imaginando o pau do meu irmão entrando fundo na minha buceta. Atormentada por ter esses pensamentos, acabei dormindo, mas acordava toda hora por causa do calor.

No dia seguinte, acordo e, com os olhos semiabertos, vejo meu irmão passando de cueca com uma ereção descomunal a caminho do banheiro. O que há com esse cara, pensei. Ele não se masturbou ontem à noite? Ficou duro assim mesmo depois da punheta?

Aí finjo que ainda estou dormindo e, depois que ele entra no banheiro, me levanto como estou, de camiseta e calcinha, para preparar o café da manhã.

Estava preparando o café quando Matías me pergunta:

- O que você ia me perguntar ontem à noite quando me pegou batendo uma, hahaha?

- Hahaha, nós dois rimos.

A linguagem do meu irmão estava pesada, não estava acostumada que ele falasse comigo nesses termos, mas depois daquela cena, acho que algo se quebrou para sempre.

- Nada, meu bem. Esquece!

- Não, sério, você queria alguma coisa para entrar no meu quarto à meia-noite.

- Ia te pedir para dormir na sua cama porque estava morrendo de calor, mas depois do que vi...

- ...daria margem para mal-entendidos dormir comigo? Disse meu irmão, completando minha frase.

- Não, meu bem! O que eu ia dizer é que fiquei sem palavras.

- Eeei! É tão grande assim?

Mas o que estava acontecendo com meu irmão? Agora ele estava me perguntando sobre o tamanho do pau dele? Isso estava começando a ficar fora de controle, mas não quis bancar a recatada, então respondi:

- Não era por isso, mas seu tamanho não é nada mal, pode ficar tranquilo.

- Ah! Você olhou, menina, hein!

- E paciência, meu bem! Faz tempo que não via uma ao vivo e a cores!

Nesse momento, olhei para o pacote dele e vi que tinha um volume enorme. Ele percebeu e me disse, olhando nos meus olhos:

- Parece que você ficou com vontade de ver ele mais um pouco!

- Não, meu bem, é que você também está armando uma barraca enorme aí!

Foi quando aconteceu algo que eu não esperava. Meu irmão pegou o pau por dentro da cueca e ajustou ele. Eu achei que ia morrer ali mesmo. Meus mamilos endureceram na hora e minha buceta ficou encharcada automaticamente. Ele percebeu e me disse:

- O que foi, maninha? Ficou excitada, que até os mamilos ficaram duros?

Eu fiquei paralisada. Não sabia o que fazer nem como reagir. Eu gostava do jogo, mas já estava indo longe demais. Tentei dar um basta e acho que foi pior:

- O que tem com você, menino?! Como vai ajustar o pau assim na minha frente.

- Pô, não é pra tanto, gata! Ontem você viu ele ao vivo e eu me masturbando.

- Tá, mas foi de surpresa. Agora você tá fazendo de propósito.

- É que essa conversa me deixou com tesão e não vem fazer de sonsa, porque sei que você também, maninha!

- Mmmm. Pode ser, mas não tá certo.

- O que não tá certo? Você me ver me masturbando ou eu ajustar o pau na sua frente?

Cada vez que meu irmão dizia a palavra pau, eu tremia toda e ainda por cima o volume dele só aumentava.

- Sério, Mati. Melhor você ir se trocar.

- Por quê? Você tá de calcinha e camiseta sem sutiã (isso ele falou com uma certa ênfase) e eu não posso ficar de cueca.

- Tá, menino, mas olha como você tá! Eu disse, olhando de novo o volume dele pela enésima vez.

- Ué. Te incomoda tanto assim?

E ele ajustou de novo, segurando bem firme, mas dessa vez fez de um jeito mais devagar. Como se fosse pra eu poder aproveitar. E enquanto fazia isso, me olhou nos olhos e eu não conseguia parar de olhar pro volume dele. Naquela hora, minha calcinha era um lago. E não resisti, mordi o lábio de baixo.

- Isso, maninha! Olha à vontade. Aproveita! Quer que eu tire um pouquinho pra fora?

- Mas você tá louco, menino!

- Calma, gata, é só pra te ajudar a lembrar como são os paus! E de novo ele pronunciou a palavra que tanto me afetava.

- Fica tranquilo que eu lembro bem. Já te vi ontem à noite. e essa cueca também não deixa muito pra imaginação.
- Por isso, completou ele, você mesma disse: é quase a mesma coisa que eu te mostrar.
Eu não tinha dito isso, mas...
- Vamos fazer uma coisa, disse ele visivelmente excitado. Eu vou tirar ela um minutinho pra me acomodar e se você quiser, dá uma olhada.
- Não seja burro, falei. Nem pense nisso. E virei de costas pra bancada da cozinha.
- Haha! Você adoraria!
- Para com isso, menino!
- Olha!, ele me diz.
Eu virei de propósito porque sabia que ele não ia simplesmente tirar assim. Em vez de intimidá-lo, parece que isso deu ainda mais coragem, e de repente ele pegou o elástico do boxer, puxou de uma vez e o pau dele saltou feito uma mola.
- Chega, Matías! O que você tá fazendo? Mas não conseguia parar de olhar extasiada praquele pau lindo.
- Vai, você adora olhar pra ele! E balançou como se estivesse se masturbando.
Aquilo foi o cúmulo.
- Chega!, gritei.
E corri pro banheiro. Sentei no vaso e acariciei minha buceta encharcada e gozei na hora! Foi uma descarga elétrica de uma intensidade que não esperava. Ahhhhh! Soltei um gemido porque não aguentei segurar.
Meu irmão do outro lado da porta perguntou preocupado:
- Tá tudo bem? Desculpa.
Eu não queria e nem conseguia falar. Além disso, não tinha nada pra dizer.
- Já acabou, Matías! Vai embora!
- Não, não. Me desculpa. Fui longe demais.
- Já deu, menino.
Foi nesse momento que meu irmão percebeu que eu não estava chorando. E que aquele gemido não era choro. E que eu não estava brava. E que eu tinha acabado de ter um orgasmo. E que...
- Paula? Esse gemido foi o que eu tô imaginando?
- O que, menino? Vai embora! Me deixa sozinha!
- Nããão, acredito! Ele disse do outro lado da porta. Você se tocou depois de ver meu pau e agora faz que tá brava comigo.
Já mais calma, saí do banheiro e encarei ele:
- Olha aqui, menino! O que você fez foi demais! Sim, me toquei porque estava muito excitada. Você não sabe que não Eu transo há muito tempo? Não te falei que eu também tenho necessidades?
Conforme ia falando, as palavras fluíam e eu começava a dizer coisas que não achava capaz.

- Que a conversa tenha esquentado, ou que meus mamilos tenham ficado duros, ou que eu tenha ficado molhada… nada disso te dá o direito de simplesmente sacar ela e começar a se masturbar na minha frente.
- Mas eu não me mastur…
- Não importa se você se masturbou ou não. Eu sou sua irmã! Não entende?
- É que na hora eu esqueci que você era minha irmã…
- Te entendo, Matías, e eu também esqueci, senão não teria feito o que fiz. Por isso temos que ter cuidado. Há limites que não podem ser ultrapassados.

Já estava mais calma. Ainda que continuasse excitada.

- Tá bom! Mas tem uma coisa… disse ele.
- O quê?
- Que você gozou e eu não!
- Hahahaha, rimos os dois ao mesmo tempo.
- Sério, gata! Olha como eu fiquei! – e ele agarra o pau de novo.
- Matías! Não entendeu nada do que eu falei agora pouco?
- Entendi, mas isso não quer dizer que eu não tenha ficado com tesão sabendo que você acabou de se tocar depois de ver meu pau.

Mas o que tem esse cara, eu pensava… Espera aí, eu disse.
Não sei como tive coragem, mas fui ao quarto, me troquei e falei:

- Vou tomar café na padaria da esquina. Fica aí se aliviando. – e da porta eu digo: “espero que isso te ajude” e tiro da bolsa minha calcinha toda molhada que estava usando até agora.

A cara que meu irmão fez foi um poema.

À tarde chego em casa e não falamos no assunto, mas dava pra sentir o clima quente.

- E aí? Como foi? – perguntei com um sorriso cheio de malícia.
- Quando? – ele perguntou, fazendo-se de desentendido.
- Depois que eu fui e te deixei sozinho!
- Foi bem! Muuuuito bem!
- Que bom, eu disse.
- Foi bem duas vezes.
- Eita, irmãozinho, olha só como você estava com tesão!
- Gata, você não sabe como é depois daquela conversa. De ouvir teu gemido e ainda sentir aquele cheiro…
Senti que tinha ido longe demais ao dar minha calcinha pro meu irmão.
- Você tem razão! Mas acho que foi demais. Temos que parar.
- Pra você é fácil?
- Não, nenê. Mas acho que é pesado demais te dar minha calcinha. Isso é muito.
- E te mostrar o pau é pouco?
- Também é muito.
- Mas você tem que admitir que gostou!
- Claro, nenê. Te falei que não sou de madeira.
- Bom, vamos fazer uma coisa, ele soltou como se fosse bobeira. Quando um dos dois pedir, o outro concede algo pra ajudar a dar prazer.
- Mas… do que você tá falando, nenê?
- De que se você quiser, eu te mostro e você pode me dar algo pra ajudar a me esquentar. E enquanto dizia isso, ele ajeitou o volume que não pude evitar de olhar.
- Não acho que você precise de muito pra esquentar…
- E você?
- E eu o quê, nenê?
- Que você também esquenta com essas conversas. Ou tô errado?
- Não. Não tá errado.
- Já tá molhada o suficiente pra me emprestar um pouco?, diz enquanto olha pra minha virilha sem nenhum disfarce.
- Nenê, mas você já bateu duas hoje! Dá uma segurada!
- Você tem razão! Mas… olha como ela tá! e começa a desabotoar a calça.
- Para, Matías!, digo enquanto olho pro volume.
- Acho que você não quer que eu pare…
- Para!, sério!. Cada vez dizia com menos convicção. Minha calcinha estava toda molhada.
Ele desabotoou lentamente, um por um, os botões. Minhas defesas tinham caído e não consegui me segurar:
- Se continuar, vai fazer minha calcinha ficar encharcada…
- É isso que eu quero…
- Para, Matías…
- Não quero parar! e enquanto dizia isso, tirou de novo seu pau enorme.
- Ai, Mati…
- Olha o quanto quiser, irmãzinha…
- Isso não tá certo…
- Não se segura, olha como ela tá dura.
- Aih, siim. É linda…
- Quer tocar? Nããããão. Mati, isso não.
- Como quiser…
- Mas pelo menos me dá alguma coisa…
- O que você quer, irmãozinho?
- Sua calcinha…
- Agora?
- Sim, agora. Ele falou como uma ordem.
Naquele momento, me levantei no sofá e, sem tirar a minissaia, puxei a calcinha por baixo.
- Toma, irmãozinho, pra você…
Ele pegou com uma mão e levou até o nariz, e quando aspirou, não consegui me segurar e levei a mão até minha buceta, que estava encharcada.
- Siiiim, irmãzinha, se toca…
- Siiim, adoro ver seu pau.
- E olha o que eu faço. Naquele momento, ele pegou a parte da calcinha que estava encharcada e passou a língua. Um fio de lubrificação ficou pendurado.
Aí não aguentei mais e, abrindo as pernas sem me importar que meu irmão me visse completamente, comecei a me masturbar, enfiando dois dedos, gozando como uma louca e gemendo como uma possessa. Meu irmão começou a jorrar porra, que caiu por todos os lados, e um jato até acertou minha perna. A cena era intensa. Eu com as pernas abertas e meu irmão com o pau a 40 cm do meu rosto. A tesão era tanta que, com um dedo, peguei um pouco do que escorria na minha perna e levei à boca.
- Mmmmm, gemeci.
- Adoro que você prove minha porra.
- Está deliciosa, Mati, falei olhando nos olhos dele, e devo ter feito uma cara de puta que nem imagino. Ou imagino sim.
Foi então que minha mente começou a clarear e perceber o que tínhamos acabado de fazer. Instintivamente, me levantei e entrei no banheiro totalmente atormentada. Como pude me deixar levar dessa maneira? Sou um monstro, e meu irmão também! Se continuássemos assim, poderíamos terminar de qualquer jeito!
Isso tinha que acabar.
Nesse momento, Matías se aproxima da porta e, com um tom de total arrependimento, me diz:
- Pau, vou dar uma volta e volto lá pelas 12 da noite para dormir direto. Acho que nós dois precisamos pensar.
- Sim, disse. E aí. - Tchau - Tchau À meia-noite, o Matías chegou, mas como eu não sabia o que dizer, fingi que estava dormindo e deixei ele ir pro quarto dele. Só consegui dormir às 4 da manhã. No dia seguinte, o Matías fez uma coisa que achei muito certa, mas por dentro me decepcionou um pouco: ele já acordou vestido com jeans e camiseta e começou a preparar o café da manhã. Com ele de costas, fui pro banheiro me trocar e sair. Um grito veio da cozinha: - Pau, o leit... — e ele parou no meio da frase. Saí e disse, sorrindo: - Quase escapou, né? - É. - Bom, não quero mais fazer de sonsa. Mati, o que aconteceu ontem à noite não pode se repetir nunca mais. - Você tem razão. Por um lado, me deixou mais tranquila, mas por outro me desiludiu um pouco meu irmão fechar o assunto assim. - Mas não precisa fazer essa cara de velório, meu filho. - Vamos desdramatizar, você tem razão! - Passa a manteiga aí — falei pra zoar um pouco. - Hahahaha — rimos os dois. Terminamos o café e cada um foi pro seu trabalho. À tarde, a gente se juntou pra ver um filme e, numa cena mais quente, ele me disse: - Adianta, por favor. - Por quê? - Porque não quero que ele fique duro... - Para, meu filho, não tem problema. - Como quiser, mas depois não reclama. - Do quê? - De ele ficar duro e eu começar a tocar nele... - É aí que a gente tem que cortar — expliquei. Podemos ficar excitados, com tesão, e isso não pode passar daí. - O problema é que quando ele fica duro, tipo agora, eu preciso ajustar, e parece que tô me tocando e te tentando... - Não é que me tente toda vez que você se ajusta. Eu vou fazer um esforço pra não olhar... - Por mim, pode olhar... - Mas foi assim que começou da última vez... — e enquanto falava, já sentia minha calcinha ficando molhada. - É, verdade... É que eu esquento muito fácil. - Deve ser genético, digo eu. - Você também tá molhada?
- Mati! Não começa! Por favor!
- É só uma pergunta!
- Sim, e chega!
- Eu também. Tô com o pau bem duro.

Cada vez que ele dizia a palavra “pau” eu ficava louca e estava começando a perder o controle de novo.
- Seu safado! Já vi!
- Como você desvia o olhar, hein!
- Já te falei que não sou de madeira, gato
- Que tesão que a gente tá, irmãzinha. Agora eu adoraria ver seus peitos
- Chega, Mati! eu dizia já sem convicção no momento em que olhava para o volume dele.

Estávamos os dois deitados no sofá e meu irmão começou a desabotoar a calça
Eu olhava e dizia: Mati, não!
Ele continuou desabotoando a calça. Eu não conseguia parar de olhar.
- Me diz que você não quer ver
- Não aguentei mais e desabotoei os três botões da calça para enfiar a mão e começar a me tocar.
Nessa altura meu irmão já tinha o pau pra fora e estava se masturbando lentamente.
Minha cara devia ser um poema.

Matias aproximou a outra mão do meu peito esquerdo e me disse, como se pedindo permissão:
- Posso?
Olhei para ele e não disse nada, mas fechei os olhos lentamente e senti como ele apertou meu peito. Meu nível de tesão estava no máximo.
- Aiii, Mati, pelo amor de Deusssss
- Como você me deixa com tesão, irmãzinha!
- E você a mim, gato!
- Me mostra seus dedos molhados, deixa eu sentir seu cheiro, por favor.

Nesse momento tirei meus dedos e aproximei do rosto dele. Ele agarrou minha mão e enfiou meus dois dedos na boca, começando a chupá-los.
Não me perguntem como, mas isso foi o máximo que eu conseguia aguentar. Peguei o pau dele, me abaixei e comecei a chupar. Meu irmão instintivamente enfiou a mão na minha buceta.
- Ahhhhh disse meu irmão. Para, que eu não vou aguentar muito e vou gozar a qualquer momento

Tirei da boca para dizer:
- Não importa, goza na minha boca. Quero sentir o gosto da sua porra.

Nesse momento, uns jatos grossos de sêmen inundaram minha boca. Continuei chupando e engolindo. Meu irmão se contorcendo começou a tentar puxar minha calça pra baixo. Levantei o quadril pra ajudá-lo. Queria porra, não tava nem aí pra nada.
Ele arrancou minha calça e a calcinha de uma vez e logo começou a chupar minha buceta de um jeito tão selvagem que me fez gozar na hora.
Terminou de me chupar e eu empurrei ele pra se afastar. Precisava clarear a mente.
Dormi.
No dia seguinte a situação era diferente. Nós dois mais relaxados.
Eu estava fazendo o café da manhã de legging e meu irmão se levanta de cueca e senta na cadeira me olhando. Eu preparava o café e sentia os olhos do meu irmão na minha bunda. Não ousava me virar porque estava sem sutiã e com os mamilos totalmente eretos.
- Que bem que dormi!
- Eu também, disse eu.
- Que nem um neném.
- Eu, que nem uma bebê.
Sabíamos do que estávamos falando mas ninguém queria deixar óbvio até que ele solta:
- Que nem uma bebê depois de mamar porra…
- Kkkkkk
- Kkkkkk
- Mas eu não porque não pude mamar na teta… disse ele
Como essas conversas com meu irmão me deixavam com tesão, meu Deus!
- Ficou com vontade? Digo virando a cabeça e fazendo cara de menina inocente.
Nisso sinto o volume duro do meu irmão se enfiando entre minhas duas nádegas no momento em que ele agarra minha cintura. Eu viro pra olhá-lo e ele me beija. Nossas bocas se encontraram e nunca mais se separaram. Enfiávamos a língua e o volume me pressionava de um jeito tremendo.
Suas mãos subiram pros meus peitos por dentro da camiseta. Pegou as tetas com as palmas enquanto com ambos os polegares e indicadores apertava suavemente meus mamilos. Eu não queria, nem conseguia parar. Em questão de segundos minha camiseta voou pelo ar. Eu enfiei minhas mãos pelo elástico da cueca e puxei pra baixo enquanto meu irmão tirava minha legging e a calcinha juntas. Sentei na bancada e abrindo as pernas e agarrando o pau dele digo:
- Me fode maninho! Não aguento mais!
- É? Ele diz. Quer que eu te coma?

Se tinha algo que podia aumentar meu nível de excitação era isso: o palavrão. E eu entrei no jogo que mais gosto.
- Simmmm! Me come, por favor
- Adoro te comer, maninha!
- E eu adoro que você me coma, maninho!
- É mesmo?
- É simmmm
- E você gosta do meu pau?

Já não aguentava mais, gozei que nem uma louca enquanto respondia
- Adoro seu pau!!! Tô gozando!!!
- Isso, maninha! Goza pra mim! Banha meu pau com seu orgasmo

As palavras que meu irmão usava não podiam me deixar mais excitada
- Como eu gosto que você me coma, maninho!
- E eu adoro te comer!
- É? Gosta de comer minha... use a palavra: buceta? Eu dizia, entrando nesse palavrão que nós dois adorávamos
- Simmmm! Tô quase gozando!

Eu tomava pílula há muito tempo e não queria perder a sensação de sentir aquele pau pulsando dentro de mim, então disse:
- Goza dentro, por favor! Quero sentir sua porra! Mas enquanto goza não para de me beijar, por favor!

Ele, me obedecendo, enfiou a língua fundo enquanto eu, com minhas pernas e braços, o abraçava para senti-lo mais profundamente, se é que era possível. Eu sentia o pau dele pulsar. Sentia a língua dele se mexendo dentro da minha boca. O prazer não podia ser maior. O prazer do proibido. O prazer do incesto.

Espero que tenham gostado. Podem me escrever em reybaco2005@hotmail.com
telegram @reybaco2005

24 comentários - Morando com Meu Irmão

Muy buen relato, gracias por compartir.
Gracias a vos por comentar
Si Nymeros, por supuesto
Uffff terrible relato, uno de los mejores relatos de incesto, amo el incesto. Me encanto
ms-1167 +1
Acabo de leer esta historia y es excelente! Me encantaría que hagas una continuación
Tremendo el relato... lo estoy leyendo en el laburo y tuve que esconder mi pija parada. Van 10 de una
Gracias Manu
Ese relato me recordo a como empece a cojer con mi hermana. Es lo mas lindo que hay. Van los puntos. Me re calento
Gracias MarceLin
Excitante relato…quien que tenga hermana, no se ratoneo, espió o pajeo con ella? Van 10….
Gracias pirilampo
Abrazo