Karen. Uma Vadia Madura VII

Como eu disse no capítulo anterior, o Ramón e minha amiga Carmen tinham virado bons amigos com a desculpa do "flamenco". E a verdade é que uma vez por semana meu neguinho Ramón ia dar aulas de dança ou, como a Carmen me dizia, dar uma mãozinha. Normal... ela tava tão carente... E imagine o leitor como deve estar uma mulher sem sexo por 9 anos. Pois é, igual a Carmen... Liguei pra ela um dia.
— E aí, Carmen?
— Bem. Aqui com o Carlitos. Ó, não sei não, mas o Ramón é um amor, hein? Tô doida por ele. Ele serve pra tudo, minha filha...
— Já sei, já sei... Me conta depois.
— Você deve estar tão bem atendida com esses dois homens, hein... Queria eu...
— Quer que eles vão um dia?
— Ahhh... tá falando sério?
— Sim, claro... você só precisa fazer uma coisa.
— Me diz. Faço qualquer coisa pra me apagarem... Manda eles virem sexta à tarde às 6, que o Carlitos tem piano.
A senha é "FIDELIO".

A Carmen tava igual a mim. Com uns 46-47 anos, o corpo dela tava uma loucura total numa idade que a gente acha que o trem do sexo já passou, mas nada disso, porque dura a vida inteira se a gente se esforçar, claro. Mas é verdade que nessa idade a gente tem experiência, sem frescura nem tabu, e ainda é jovem. Os caras de 20 anos iam adorar pegar duas gostosas como eu e a Carmen...

Contei pros meus meninos, e o Ramón topou na hora. Já o Henrique falou:
— Claro... manda a gente comer sua amiga pra deixar ela satisfeita, como se fôssemos fantoches.
— Eu gosto da Carmen. — disse o Ramón, o negão.
— Claro... você come ela quando quer...! Bom, vou fazer um esforço. Porque ela é viúva e até o Ramón pegar ela mês passado, tava há 9 anos no seco, senão...
— Faz por mim, Ramón. Ela é muito minha amiga...

Mandei uma mensagem pra Carmen:
— "Eles vão às 6. Faz o que eu te falei, que eu também quero...".

Tava ansiosa. Às vezes, tanto rabo por perto me deixava tonta. E tava com saudade de... menos aquelas dedadas que eu dava na minha imaginação antes de Enrique e Ramón aparecerem na minha vida. Eu imaginava vários homens me abordando nos cenários mais inusitados, tipo no campo (como já aconteceu com Enrique e os amigos caçadores no primeiro capítulo), num beco urbano ou num barco no meio do mar. Assim eu soltava a imaginação e podia me sentir suja sem ser, porque no fundo sou uma mulher respeitável. Talvez muitas mulheres não entendam como, tendo duas pirocas enormes sempre à disposição, eu precise de vez em quando bater uma sozinha. Mas eu precisava, de verdade. As mulheres da nossa idade às vezes preferimos nos masturbar do que ter um homem por perto. Talvez os homens não sejam assim, mas a gente, sempre mais ciumenta da nossa intimidade, às vezes precisa disso, e com mais frequência do que os leitores imaginam, aliás. Ding-Dong...!!!. Não eram nem quinze pras seis e Enrique e Ramón já estavam na casa da minha amiga Carmen. Um com uma camiseta do Metallica, outro com uma do AC/DC, pareciam o Beavis e o Butt-Head. — Oi, guris!!. Beleza??. Carmen saiu pra recebê-los com uma lingerie de renda branca já meio surrada e que ficava pequena nela. Era óbvio que fazia tempo que ela não usava aquilo, e mostrava o que tinha sido na juventude: uma garota esbelta e magra. A vida tinha transformado generosamente o corpo dela num corpo voluptuoso e turgente. Claro, ainda mais apetitoso, diga-se de passagem. Ainda por cima, ela usava um roupão de seda que se ajustava perfeitamente nos peitos e na bunda. Quando beijou os dois caras e se virou de forma graciosa e elegante, olhando pra eles antes com desejo e satisfação, os dois adivinharam através daquele roupão como umas cintas-liga marcavam a bunda dela. Ela não usava sutiã nem calcinha, e no vão das tetonas enormes de mãe, umas finas rugas denunciavam seus 46 anos. Tava linda. Uma gostosa de dar água na boca. — Querem alguma coisa antes, guris??. — Sim. Uma cerveja, pediu Ramón. Quando ela foi pra cozinha, Enrique falou pro Ramón... — Mãe Mía, como é essa tia...
—Já te falei. Olha bem pra ela. Ela deixa qualquer um de pau duro, e você não queria vir, idiota...!
—Toma!!
Enrique deu um pedacinho de Viagra pro Ramón.
—Que porra é essa?
—Um pouco de Viagra.
—Toma. Retarda a gozada, e essa mulher precisa de uma boa comida. Só a pontinha do comprimido. Se tomar inteiro, não goza em um mês se não tiver disfunção erétil...
Ramón obedeceu.

O tempo passou voando enquanto a gente conversava com aquela mulher, que era inteligente e sedutora. Ela pegou o telefone, ligou pro Carlitos e disse:
—Quando terminar a aula de piano, vai pra casa da sua tia lanchar. Preciso ir pra Alicante fazer compras.
—Sim, mãe...
—Tão vendo como meu filho é bem mandado? Vamos, rapazes... agora sim temos a tarde toda...

A única obsessão da Carmen desde que o marido morreu, há 10 anos, era se trancar no quarto pra se masturbar rodeada de câmeras. Ela se deitava nua na cama e, com o vibrador, trabalhava o corpo todo, se filmando em circuito fechado pra depois se masturbar de novo se vendo. Um circuito fechado cuja senha ela tinha me dado.

Ela me mandou uma mensagem dizendo que já tava pronta e olhou pra uma das câmeras escondidas, piscando um olho pra mim.

Entrou no quarto com meus dois homens e, na frente deles, tirou o roupão de seda, que caiu no chão como se fosse água, revelando os peitões dela.

Enquanto isso, eu tinha ligado meu notebook na sala, digitado "FIDELIO" e puxado meu consolador. Tava muito tesuda porque ia ver meus dois caras comendo minha melhor amiga com meu consentimento.

Carmen sentou na beira da cama e ficou olhando aqueles dois homens desabotoarem as calças e jogarem no chão. O resto ela ia fazer.

Ela puxou as cuecas do Ramón e do Enrique, já cheias de paus duros, e foi uma libertação: duas rolas saltaram como tábuas, loucas por uma mulher madura.

Eu toquei minha buceta, acariciando meu clitóris, e tava... Realmente encharcada. Enfiei meus dedos na frente do meu computador pra alargar enquanto via minha amiga chupando as duas pirocas enormes dos meus caras ao mesmo tempo. Ela tava se esbaldando e nós duas começamos a gemer igual umas loucas. — Que pau que você tem, Enrique... o do meu negão eu já conhecia de antes, mas o seu não. Que sorte que sua namorada tem quando vocês comem ela juntos!! Por um momento, senti ciúme e inveja dessa minha amiga, mas se eu tinha convencido eles a comerem ela com qualquer desculpa ou premissa, era porque eu tinha eles na mão. Além disso, precisava ficar sozinha. Pela primeira vez, ia me fazer bem. Nessa altura, eu já tava com uma buceta realmente molhada e dilatada. Pelo menos era o que eu via na câmera do meu celular, já que eu também tava me gravando. — Como eu adoro esses rabos!!! Disse a Carmen, colocando eles entre os peitões enormes dela, que tinham mudado de tom por causa da excitação, e subindo e descendo as peles deles ao mesmo tempo. — Cês gostam, hein?. Carmen pegou um pote de lubrificante que usava na buceta dela pra se masturbar e jogou um baita jorro nos peitos. Essas duas pirocas começaram a brilhar enquanto ela as esfregava entre um peito e outro. Ramón e Enrique ofegavam sem parar diante daquela visão. Ramón, mais experiente com ela, meteu o pauzão dele na boca da Carmen, que não parava de balançar os peitos pra deleite do Enrique. — Mmmmm!!! Gemeu a Carmen com o pau do Ramón na boca. Nessa hora, eu já tava com meu vibrador na minha buceta, me esfregando gostoso. Consegui fazer força com as paredes da minha buceta e prender ele entre minhas pernas sem deixar escapar pra pegar nos meus peitos com as mãos. Tava com um tesão danado e ia gozar a qualquer momento. Por outro lado, percebi que eles nem tinham começado a aproveitar a Carmen, nem ela esses meus dois pretorianos. Por um instante, Carmen se livrou daquelas pirocas duras igual castiçais e se deitou na cama, abrindo a buceta com as mãos. — Quem vai me comer primeiro, rapazes... Ramón subiu. Foi pra cama e meteu em Carmem de uma vez só, enquanto Enrique não ficou pra trás e encaixou o máximo que pôde o pau dele na boca de Carmem, que soluçava com as estocadas fundas de Ramón. Por um instante, ela soltou o pau de Enrique e exclamou...
— Tão seca por tantos anos e agora tão cheia...!!!!.
Diante daquela visão, gozei igual uma puta na frente do meu computador. Quando gozei, meu vibrador caiu no chão, vibrando e encharcado no tapete. Esperei uns minutos pra me enfiar de novo com ele.
Os dois bombavam o corpo de Carmem sem piedade, enquanto ela gemia sem parar, mas não esperava que iam fazer um sanduíche com ela. Enrique se deitou de barriga pra cima e enfiou em Carmem, que tinha que afastar os peitos dela pra ver o rosto. Ramón passou bem o pau dele no lubrificante e atacou devagar o cu de Carmem, que rosnava igual uma loba. As duas cavernas dela soltavam sons molhados que se alternavam um com o outro. Vendo-se empalada pelos dois buracos, ela gozou, juntando dois orgasmos um no outro.
Hummmm!!!!!.... Tô gozando!!! Ela exclamou, por uns 30 segundos...
Nunca tinham feito isso comigo e eu desejei experimentar na próxima vez que me pegassem.
— Tá gostando, hein, Carmem???
— Ohhh... sim... meus meninos... Não parem até gozareeeeeem...!!! Sou de vocês...!!!.
Diante daquela visão, aumentei a intensidade do meu vibrador, mexendo minha pélvis de um jeito que sentia minha bunda cada vez mais saindo do assento do meu sofá de couro até ficar pendurada no ar. Imaginei que, se naquela hora um pau bom tivesse pegado minha bunda vindo do chão, teria sido fantástico. Era óbvio que eu ia gozar de novo, e foi o que aconteceu. E é que ver ao vivo o que aqueles homens iam exigir que fizessem comigo na próxima vez me deixou com muito tesão. Gozei, tocando o clitóris e me penetrando fundo com meu vibrador em forma de pau preto. Quando terminei, parei a gravação do meu celular em meia hora. O mais incrível era que aqueles homens ainda não tinham gozado. dentro de Carmen, que já tava sentindo o cansaço. Consegui ver como as pernas dela ainda tremiam de quatro. Era óbvio que tavam dando duro nela. Enrique beijava a boca dela e os peitos como dava, já que não alcançava tudo. Ramón tirou a pica do cu de Carmen. Um cu dilatado no buraco e escuro por dentro. Ramón bateu a pica na palma da mão e aquela vara de ébano entrou na buceta de Carmen, que foi tomada vaginalmente por duas rolas de quase 20 centímetros. Se recuperando, ela gemeu de novo. A pica de Enrique, enfiada até os ovos, deu lugar à preta de Ramón, que conseguiu meter inteira sem dificuldade aparente. Tirando forças da fraqueza, Carmen mexeu a bunda de novo no ritmo daquelas duas picas. Tava aproveitando como nunca. — Isso sim é estar cheia, meus valentes!!! — exclamou. Deu tempo de preparar um café. Quando voltei pro notebook, eles continuavam na mesma. Carmen ia gozar de novo, inevitavelmente. Enquanto isso, eu via como ela era fodida dos dois lados. Definitivamente, Carmen gozou pela quarta vez, uivando enquanto o corpo inteiro tremia sem parar. — Tô gozandooooo... de novo... guriiiis!!!! — Eles tiraram as picas dela e se deitaram ao lado, com uns paus duros como nunca tinha visto. Beijaram ela toda. Carmen tava cheia dos braços e pernas grandes, pretos e brancos, daqueles dois caras que tinham fodido ela com loucura. Pra surpresa dela, as picas deles estavam completamente duras. Nem em sonhos imaginava ter dois homens assim, olhando pra ela como uma rainha, enchendo ela de beijos e palavras carinhosas que elogiavam o corpo e as curvas de milf dela. Carmen pensou consigo mesma: — "Porra... como a Karen trouxe uns bem mandados!!! Não aguento mais...!" Ramón beijou os pelinhos brancos da buceta dela e a cicatriz de mãe por cesárea, em cima do púbis. Abriu as pernas dela e começou a chupar a buceta, enfiando os dedos. Carmen gemeu de novo. Suavemente, com a língua, Ramón conquistou a buceta daquela mulher que antes era tão carente. Enrique beijava ela enquanto sua boca, cabelo, pescoço ao mesmo tempo que acariciava com cuidado os peitos dela. Era evidente que Carmen se sentia mais confortável assim, bem deitada na cama dela como uma rainha. Assim que Enrique mergulhou entre os peitões dela, virou a cara pra uma câmera bufando pra eu sacar o que tava rolando. Já tinha tomado meu café e tava quebrando umas pipocas. Ramón fazia círculos com a língua em toda a pussy dela e enfiou o dedo anelar no cu de Carmen sem dificuldade nenhuma, o que aumentou o tom dos gemidos dela. Ela não esperava por isso. — Ahhh... não esperava essa sobremesa, rapazes... — exclamou Carmen. Ela se viu cercada por dois homens. Um pegando o corpo dela, o outro as partes mais íntimas, e gozou de novo sem jeito, gemendo pela quinta vez. Tava doida de feliz e se sentia uma mulher de verdade. Ramón subiu pelo corpo todo dela, tocando ela por inteiro. E beijou Carmen no rosto, exalando um hálito limpo e perfumado, impregnado do doce aroma da buceta dela. Tinha dois homens beijando ela. Um na direita, outro na esquerda. O que mais uma mulher podia querer? Ramón perguntou pro Enrique... — Bora logo?? — Já?? Carmen, entre soluços, exclamou surpresa... — O que vocês vão fazer comigo agora?? Se vestiram, enfiando com certa dificuldade os paus eretos nas calças, e saíram pra rua. Quando voltaram, trouxeram um puta buquê de flores silvestres que tava esperando no carro. Carmen ficou vermelha que nem um tomate, pelada na cama dela. No buquê tinha um envelope que Carmen abriu com ansiedade, onde dizia... — "Pra melhor mãe e esposa do mundo..." Ela não aguentou e caiu no choro. — Muito obrigada!!! Isso foi o melhor... Se vestiu rapidinho e logo depois veio o Carlitos. Colocou os porta-retratos do falecido marido dela de volta em pé, que tinha tirado pra ocasião, e se despediu daqueles dois homens dando um beijo neles. Sim. Assim se tratava uma mulher... O problema é que eles não tinham gozado... Quando saíram, Ramón perguntou ao Enrique...
—Isso de Viagra é trapaça, hein?
—Valeu a pena. Viu como a Carmen ficou feliz?
—Sim.
—Além disso, se a gente explicar pra Karen, ela vai nos esvaziar sem problemas...

O que eles não sabiam é que eu tinha aquela hora e meia no disco rígido do meu notebook, e eles vinham pra minha casa mais tarados que um balcão de buteco, tudo graças à minha amiga...
(Continua...)

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