Olá, já sou grandinha, me chamo Eve e muitos já me conhecem. Agora tô morando sozinha, tenho quase 24 anos, e minha vida mudou desde a época que eu vivia mamando pica na adolescência, hahaha, lembro de ter curtido muito, mas ainda ficou um certo tesão guardado... E depois de tanto tempo, algumas coisas na vida mudaram. Por exemplo, tenho que trabalhar pra sustentar meus vícios, e hoje em dia, pra uma garota que quer estudar e trabalhar, fica complicado, ainda mais em Brasília. Atualmente vou pra cidade universitária, tô no quinto ano de economia, e meu pai, Luís, descobriu umas paradas do passado e meio que cortou alguns mantimentos... Bom, enfim, leio contos eróticos pra tentar entender por que me excita ser tratada como uma puta e ser comida sem pena, mas às vezes nem eu mesma entendo. Não faz sentido sentir prazer quando eu deveria estar me revoltando com o tratamento que, por exemplo, meu chefe me impõe, me excitando, mas acho que nunca vou conseguir aceitar coisas assim de verdade, mesmo que leia e releia mil vezes. Prefiro deixar isso só nos contos. Tô há dias usando o plug anal no trabalho. Nos primeiros dias, meu chefe colocava em mim pra eu usar durante a hora do nosso acordo, mas uns dias atrás ele me fez colocar sozinha pra usar durante as horas que limpo o escritório. Ele prometeu que eu seria secretária dele se usasse sempre que ele pedisse, por isso uso e também porque ele me come de um jeito especial. Um dia, ele tava me esperando pra me ver chegar e me chamou na entrada do prédio, na avenida Libertador, pra ir até o escritório dele e me falar que, quando eu entrasse pra me trocar, colocasse o plug sozinha e usasse durante todo o expediente. Eu falei que não, nem louca, 8 horas com o plug não dava, ainda mais que ele podia me chamar e me procurar quando quisesse. Consegui dizer não, mas não adiantou nada, porque ele logo me mandou sair, falando que se alguém me perguntasse por que eu tava ali onde tava, era por É, e ainda por cima me dava um dinheiro extra, então aceitei. Aquilo me deixou um pouco desiludida, parece mentira falar isso, mas a verdade é que foi assim que me senti. Eu gostava que ele me colocasse, gostava do ritual de arrumar tudo no escritório e esperar ele chegar, me beijar, me foder à vontade e depois me colocar em cima do banquinho da sala de limpeza com a bunda empinada enquanto ele me dilata e fala como tudo está indo bem. Até gosto quando ele me dá uns tapas porque eu me mexo ou contraio as nádegas. Que estranho é falar tudo isso, pensar que há poucos dias atrás eu achava ridículo e humilhante ir ao escritório dele sem nada por baixo do jaleco e agora me excita só de pensar nisso, pensar que quase perdi meu emprego por me recusar a pegar o plug da loja e aplicar o enema, e agora passo o dia esperando a hora chegar. Onde ele me use, me deixe louca pensando em quando vai me foder... Me deixe louca e cheia de vontade quando vejo ele, e eu estou num canto, sozinha, fingindo que estou limpando, com um plug na buceta, e uma puta vontade de chupar a pica dele. Quando comecei a colocar sozinha, não foi nada erótico, não estava excitada e, embora me lubrificasse bastante, foi mais difícil do que com ele. Mesmo assim, não demorei muito para encaixar, fiz algumas posições para me adaptar bem por dentro, até me agachei várias vezes de cócoras para garantir que estava tudo certo e não fosse me machucar enquanto limpava o escritório, vestia o jaleco. E às vezes, sem nada por baixo, ia limpar. Lembro de uma vez que fiquei debaixo da mesa dele e chupei a pica dele por horas. Lembro que toda vez que alguém entrava, ele se aproximava mais e eu ficava louca com a ideia de ser pega... hahaha. Às vezes passava rápido, na frente de algumas pessoas, sentia um tesão enorme em passar na frente dos outros imaginando que eles sabiam o que eu estava usando e que achavam a coisa mais normal. Quando cheguei no departamento de RH, ouvi que meu chefe estava com alguém no escritório dele. Limpei o apartamento antes e, quando terminei, pedi permissão pra entrar e limpar a mesa dele. Fiquei na dúvida na porta depois de bater de leve com os nós dos dedos, esperando ele me dizer se podia entrar ou não, já que sabia que ele tava em reunião e ele mesmo tinha pedido pra eu passar naquele dia, sem nada por baixo e com o plug enfiado. Eram umas 12 pessoas, todas de terno, e eu entrando no escritório. Me imaginei super puta, tirando o avental e mostrando minha bunda minúscula, e depois ter que chupar a pica de todo mundo e ser comida à vontade... E nisso ele se virou pra mim e olhou minhas pernas, como se tivesse avaliando, depois me encarou nos olhos. — Pode entrar, Raquel, a gente já quase terminou. Ele tava sentado na cadeira dele e na frente, do outro lado da mesa, estavam os outros. Eu não olhava pra eles, mas sentia os olhares fixos em mim, principalmente do homem grande que tava perto da entrada. Pensei que talvez tivessem visto um peito ou percebido que eu tava nua por baixo, ou não sei se sabiam que eu tinha um negócio de 20 centímetros na bunda esperando meu chefe tirar pra poder aproveitar meu buraquinho. Não sei, fiquei pensando um monte de coisas, acho até que me molhei. Depois de uns cinco minutos, não tinha mais nada pra fazer ali além de limpar a mesa dele, então me aproximei e, por um lado, me abaixei pra pegar o lixo dele pra esvaziar. Quando levantei a cabeça, cruzei com o olhar dele. Aquele homem me olhava com tanta vontade de foder que me deu vontade de me entregar ali mesmo na frente de todo mundo, hahaha. Como é possível que ele me faça sentir tanta coisa? Já devia estar acostumada com esses desaforos, devia ignorar esses gestos em vez de deixar que eles consigam o objetivo deles de me fazer sentir puta e vadia, suja... Não sei como explicar. Me aproximei da porta onde deixei o saco com o lixo dos cestos que vou esvaziando, joguei o conteúdo fora, coloquei o cesto de volta no lugar e limpei a superfície da mesa. Nenhum dos presentes parou de me encarar. Quando terminei, saí de lá com o rosto pegando fogo e vermelho igual um pimentão. De vergonha, pensei que eles tinham percebido tudo... Quando cheguei na sala de limpeza, tive que respirar fundo umas quantas vezes pra apagar o calor. Fui lavar o rosto e pentear o cabelo, me virei na frente do espelho levantando o roupão até a cintura, com uma mão segurei ele e com a outra baixei um pouco minha calcinha fio dental pra ver a base do plug. Eu gostava, gostava de ver aquilo aparecendo entre minhas nádegas, já não doía mais, sentia um certo incômodo às vezes, mas outras me dava prazer, tudo dependia da posição que eu assumia num momento ou outro. Coloquei a calcinha de volta cobrindo a base do plug e o roupão, e saí pro escritório. Voltei com medo e indecisa pra sala do meu chefe, quando cheguei respirei aliviada ao ver que ele já estava sozinho. Ele me deu permissão pra entrar, baixei os olhos pro chão e fui direto pra cadeira onde sentava sempre. — Você colocou o plug, Eve, enquanto limpava? — ele disse da cadeira dele. — Sim — respondi sem olhar pra ele, enquanto acendia a lanterna do celular. — Sim, o quê? — ele disse. — Sim... — Então você tá muito tesuda e quer pica, não é, seu pedaço de puta? — Sim — respondi. — Você tem que usar o roupão mais solto, Eve, e quero que a partir de agora você não entre no meu escritório sem tirar a calcinha antes... Quero você só com o plug anal e bem puta. Quero que você se pinte mais de puta pra entrar aqui. — Não posso fazer meu trabalho sem nada por baixo do roupão. — Você tem um plug, não pedi pra tirar. — Pode cair se eu me abaixar ou algo assim. — Nunca. Eu nunca terminava de me acostumar com algo que ele pedia... cada vez que achava que tinha me adaptado a um novo pedido dele... ele soltava outro diferente, assim... como se fosse a coisa mais natural do mundo, como se tivesse todo direito sobre mim. Eu tava tão tesuda e desejando a pica dele que nem percebi que ele tinha se levantado e já estava atrás de mim. Ele colocou as mãos nos meus ombros até que, aos poucos, minha respiração acelerou e se tornou toda rítmica. meu desejo me deixava ser. -vamos Eve, não vai começar a chupar minha pica com o celular ligado de novo. sabe que no fundo você adora cada coisa que peço pra fazer. E você ama que eu te filme... Não queria dar o braço a torcer, não era que não tivesse razão, mas não gostava que me filmasse, que me dissesse até como tinha que ir vestida, ele desceu as mãos pelos meus braços e subiu de novo devagar colocando-as debaixo das minhas axilas para me levantar lentamente até me pôr de pé. -Vem aqui, vamos ver como está essa bunda pequena hoje... Me guiou segurando meu braço até me colocar na frente da câmera e me fez dobrar deixando o corpo da cintura pra cima em cima dela, fiquei em ângulo reto com os braços esticados pra frente e as mãos agarradas na borda. Tinha a cabeça virada apoiando a bochecha na madeira, ele levantou meu roupão até deixá-lo enrolado na parte de baixo das costas e me abaixou a calcinha fio dental, tenho certeza que me filmava o tempo todo, pegou com um dos dedos e começou a empurrar o plug cada vez mais, e me deixou cada vez mais louca, eu sentia que ele empurrava cada vez mais pra dentro e mais me esquentava, notei como colocou a palma da mão no plug, me empurrava, e empurrava... por fora, tinha acabado de começar a me molhar pela situação mas meus fluidos ainda não tinham saído pra fora. Então sem tirar a mão que tinha em mim, se inclinou pra frente e colocou os dedos da outra mão na frente da minha boca pedindo pra eu enchê-los de saliva, os dedos dele eram grandes, chupei eles, enchi de babas exatamente como ele mandou e enquanto os tinha enfiados na boca ele mexia como se estivesse me explorando, levou de volta até minha buceta e me molhou toda. Aquele roçar fez com que eu me encharcasse tanto que notei alguma gota escorrer pela minha perna, ele abaixou a mão que tinha no meu plug até as nádegas e as separou enquanto com a outra pegou a base do plug anal e fazendo giros de um lado pro outro começou a tirá-lo. Embora tivessem Já fazia alguns dias, mas ainda sentia uma sensação chata ao tirar ele, um vazio. Tentei relaxar as pernas o máximo possível. Ouvi ele fazendo barulho com gavetas. Levantei um pouco a cabeça pra mudar de posição, porque já tava com o pescoço dolorido, quando vi o que ele tinha deixado em cima da mesa. Era outro plug igual ao que ele tinha acabado de tirar, mas um pouco maior e mais largo. Fiquei nervosa só de olhar. Tentei me levantar dali, mas ele segurou minhas mãos e juntou elas nas minhas costas. Jogou todo o peso do corpo dele em cima do meu num piscar de olhos e começou a falar devagar, mas com a voz forçada pela posição que a gente tava. — O que você quer, Eve? — Eu, toda puta, falei pra ele me foder... — Cê tá doida? Isso é só a continuação do que você já usou, não vai doer. — Não quero... Isso eu quero teu pau e que você me foda — falei com a voz baixa, porque o corpo dele quase não deixava eu respirar. Então o filho da puta tirou o pau grosso, gostoso e saboroso dele, aquele que sempre faz o efeito desejado. Ele se jogou completamente em cima de mim até encostar a boca na minha orelha e, enquanto segurava meus braços nas minhas costas com uma mão, com a outra começou a acariciar minha cabeça e a falar baixinho e suave. — Shhhh, vamos, Eve, não me pede coisa que eu já sei que você gosta. — Não, eu lembro dele — falei choramingando, queria que ele me fodesse logo. — Mmmmm, você queria um abacaxi de verdade no seu cu — continuou ele, com uma voz que me derretia —, eu só tô preparando você pra aproveitar quando isso acontecer. E foi assim que ele começou a me foder de um jeito que não deu nem três estocadas e eu já tava gozando. Era inacreditável, ele fazia o que queria comigo. Tirou o pau do meu cu e, com o celular ligado, começou a foder minha boca, como se a vida dele dependesse disso. Eu adorava ser fodida por ele, mas esse cara era um maníaco que fazia o que queria comigo. Ele segurou meu cabelo com força e começou a meter o pau até o fundo da minha garganta. Era algo... Bestial, eu tava toda travada e chorava de tantas ânsias que tinha, quando ele me segurou pelo cabelo com força e enfiou a pica toda na minha garganta, aí começou a queimar e engasgar minha garganta, ele tava gozando dentro, eu não conseguia respirar, e empurrava ele buscando um pouco de ar, até meu estômago ardeu inteiro de tanto leite que engoli. Como ele sabe que eu queria tudo aquilo, e tirou a pica da minha boca, colocou minha cara contra a mesa e começou a foder minha buceta de um jeito frenético, ficou me comendo por um tempo e me fez gozar duas vezes, eu já não aguentava mais, e de novo quando ele ia gozar, me agarrou pelo cabelo e começou a foder minha boca de um jeito brutal, e gozou de novo na minha garganta... como se eu fosse uma putinha burra que esquece de tirar a pica da boca, e ele me chama de minha puta, engole o leite, voltou a colocar minhas mãos bem devagar na mesma posição que estavam antes de me foder, encostou minha cara na mesa, e com a bunda empinada começou a me foder pelo cu, a cada momento acariciava meu cabelo e minhas costas como se eu fosse um bicho que tão acalmando pra curar uma ferida, falava baixinho e suave me dizendo que eu era uma boa garota e que tava me comportando bem. Quando cansou de me foder pelo cu, me agarrou e disse: além da minha puta engole leite, quero te ver com o cu totalmente arrombado. Pegou um tubo de lubrificante e passou no novo dilatador. Colocou no chão, me pediu pra abrir as nádegas pra ir entrando, era bem maior que o outro, eu sentia, e de novo me agarrou pelo cabelo e começou a me fazer chupar a pica dele até que não entrasse tudo no meu cu, não parava de chupar a pica dele, e ali me deixou até que minha bunda começou a abrir sozinha, minha mandíbula doía de tanto que chupei, e quando percebi já tava tudo dentro... viu como é isso que você quer e precisa?, como no primeiro dia, do outro no começo ardia a carne esticada, tentava contrair o ânus mas cada O movimento que eu fazia intensificava a dor, aí aconteceu algo que me fez esquecer de tudo. Assim que o dildo ficou bem colocado, ele começou a me comer pela pussy, foi muito louco porque tudo doía e eu sentia tudo apertado. Ai, meu Deus! Aquilo era o que eu precisava, sentir ele atravessando, dentro de mim. Imaginei que o dilatador era uma cock que me abria, imaginei que ele me comia o cu sem piedade, como na minha juventude. Aí não consegui me segurar e minha mão direita foi direto pros meus peitos, e quando me toquei, fiquei com um tesão do caralho, uffffff, não deu pra evitar, não consegui aguentar e gozei na cock dele, uma chuva na minha perna, na perna dele, em todo lugar. Parecia que aquilo de me ocupar por dentro e por fora ao mesmo tempo era a minha cara... Ele tirou a cock dele com o plug anal ainda enfiado, eu me ajoelhei de novo e comecei a meter os dedos, me esfreguei com as pontas até quase ter outro orgasmo. Aaaa, ele me olhava e meu cu ardia pra caralho, e o celular tava filmando tudo. A cock dele já tava meio mole, e ele se aproximou, eu comecei a chupar a cock dele um pouquinho, mas não aguentava mais e ele se afastou, eu querendo tirar outro orgasmo... Comecei a me masturbar mais forte, aí ele me levanta de onde eu tava de joelhos, pega o outro dildo anal e mete na minha pussy, num vai e vem quase insano... Comecei a gritar porque o filho da puta me arrancou outro orgasmo de uma vez só e me colocou de novo na beirada da mesa. — Não se atreva a gozar de novo sem mim — ele disse, ofegante — não se atreva a se tocar pra gozar a menos que eu mande. E eu: — Por favor, por favor, por favor — implorei, querendo mais sem conseguir evitar. Aquilo era maior do que eu, será que ele ia me deixar assim? Tava morrendo de vontade de ter outro orgasmo, morrendo de ansiedade pra me esfregar na pussy até chegar ao clímax, morrendo de frustração por me sentir prestes a explodir e, quando ele me puxou de um jeito da mesa e me colocou na frente dele... Ele me agarrou pela mandíbula pra levantar minha cara e disse bruscamente:
—Você é minha puta e de mais ninguém, entendeu?
Me pegou pelo braço, colocou o avental em mim, me levou de volta pra cadeira de onde eu tinha levantado antes e me obrigou a sentar. Disse no meu ouvido:
—O plug, você não tira.
—Vista esse avental direito, senta e fica aí.
Ajeitei o avental e tentei sentar sem sentir dor, dobrando as pernas com cuidado. Já tava de novo como no primeiro dia, deixando quase todo o peso na parte de baixo das coxas pra não precisar apoiar a bunda mais do que o necessário. Ele apertou um botão e chamou a secretária:
—Luz, manda a firma Fernández entrar.
Nisso, ele ajeitou a roupa, guardou o dildo na gaveta e eu fiquei num canto. Quando entraram, vieram 4 caras, grandões, uns 50 anos, cumprimentaram ele e me olharam. Eu não sabia o que fazer... Fiquei lá o tempo que eles levaram conversando, enquanto ele me olhava de vez em quando. Fez uma ligação no celular e pediu licença pra ir ao banheiro. Aí fiquei eu sozinha com 4 caras, mal sentada, com um plug anal gigante. Nem sei como tava meu cabelo. Eu imaginava que aquele dia ia terminar toda gozada por todos, com o cu totalmente arrombado...
Passaram uns 20 minutos, eu já não aguentava mais. Queria levantar, mas tava com aquilo, não sabia o que fazer. E quando eu me decidi, "que seja o que Deus quiser", apareceu meu chefe e disse:
—Eve, já pode ir.
Eu não queria levantar, ainda mais assim, e ele repetiu:
—Eve, você tá bem?
—Tô — respondi.
—Bom, Eve, até amanhã.
Levantei como pude e comecei a andar até onde tava minha calcinha jogada, atrás da mesa. Ele pisou nela e disse:
—Eve, deixa isso, eu jogo fora. E por favor, já vai, tenho uma reunião de trabalho.
Quando eu tava na porta de saída, ele disse:
—Até chegar na sua casa, não tira.
—O quê?
—Que aguente com ele até ir dormir.
Fiquei vermelha e saí. Ele me mandou chamar quando eu tava quase entrando no vestiário e disse:
—Antes de ir, não esquece a ordem que te dei. Senhorita Eve. Ela me disse na frente da reunião dela que eu me diverti muito e que amanhã eu trouxesse de novo — ah! Eu respondi: Vou usar durante meu expediente, senhorita Eve. Eu tava morrendo de vergonha, fui pro vestiário e a gente sempre troca de roupa todo mundo junto lá, mas eu não conseguia, porque tinha um plug no cu, minha calcinha fio dental ficou com meu chefe e eu só tinha uma calça. Tive que me fazer de besta, sentar de novo e esperar todo mundo ir embora, e só aí fui pro chuveiro, e lá mesmo me troquei correndo porque toda hora entrava gente, e não dava pra tirar, já que os seguranças revistam as bolsas. Então a viagem de ônibus fiz em pé, segurando na barra. Quando subi, peguei um lugar, mas no primeiro buraco percebi que aquilo ia ser um tormento. Chegando em casa, fiquei na dúvida se tirava o plug ou deixava até a hora de dormir, afinal... ele não tava lá vigiando, mas essa puta submissão minha me impediu de desobedecer. Deixei ele enfiado até ir me deitar, a maior sacanagem que pude fazer foi ir pra cama mais cedo que o normal. Tirar foi um suplício... tanto que nem imaginava, quase deixei a noite inteira como quando deixava o desentupidor, mas o plug era feito pra não sair, então decidi que era melhor me livrar dele naquela hora. Fui dormir com o cu todo dolorido e irritado, doía tanto que tive um pesadelo por causa disso. Acordei de madrugada encharcada de suor e... encharcada mesmo! Tinha imagens confusas e sem sentido na cabeça, levantei pra lavar o rosto e beber água, e quando voltei pra cama comecei a lembrar e encaixar cada imagem como se fosse um quebra-cabeça. No meu sonho, tava meu chefe e os 2 plugs anais. Meu chefe me levava pra um lugar onde tinha muito plug e me fazia experimentar como se eu fosse uma manequim. Cada vez que eu colocava um novo, ele me pegava pela cabeça e gozava na minha boca, e me fazia andar até uma plataforma onde eu subia pra me exibir. Fiquei de cócoras, com o plug bem à mostra, enquanto limpava o chão de quatro, com a bunda toda de fora, e eles viam qual ficava melhor em mim. Tava na mesma posição que meu chefe tinha me colocado na mesa dele pra colocar o plug. Alguém trouxe outra bandeja com umas sete ou oito balas, dessa vez um pouco mais curtas. Comecei a respirar ofegante, não queria que enfiassem nada em mim por trás. Aí meu chefe passou a mão na minha cabeça, descendo até o fim das minhas costas, por todo o meu cabelão. Senti ele empurrar alguma coisa lá dentro com a mão. Quando ele se posicionou atrás de mim, eu gritei, gritei, gritei... até acordar encharcada de suor e... encharcada!
—Você é minha puta e de mais ninguém, entendeu?
Me pegou pelo braço, colocou o avental em mim, me levou de volta pra cadeira de onde eu tinha levantado antes e me obrigou a sentar. Disse no meu ouvido:
—O plug, você não tira.
—Vista esse avental direito, senta e fica aí.
Ajeitei o avental e tentei sentar sem sentir dor, dobrando as pernas com cuidado. Já tava de novo como no primeiro dia, deixando quase todo o peso na parte de baixo das coxas pra não precisar apoiar a bunda mais do que o necessário. Ele apertou um botão e chamou a secretária:
—Luz, manda a firma Fernández entrar.
Nisso, ele ajeitou a roupa, guardou o dildo na gaveta e eu fiquei num canto. Quando entraram, vieram 4 caras, grandões, uns 50 anos, cumprimentaram ele e me olharam. Eu não sabia o que fazer... Fiquei lá o tempo que eles levaram conversando, enquanto ele me olhava de vez em quando. Fez uma ligação no celular e pediu licença pra ir ao banheiro. Aí fiquei eu sozinha com 4 caras, mal sentada, com um plug anal gigante. Nem sei como tava meu cabelo. Eu imaginava que aquele dia ia terminar toda gozada por todos, com o cu totalmente arrombado...
Passaram uns 20 minutos, eu já não aguentava mais. Queria levantar, mas tava com aquilo, não sabia o que fazer. E quando eu me decidi, "que seja o que Deus quiser", apareceu meu chefe e disse:
—Eve, já pode ir.
Eu não queria levantar, ainda mais assim, e ele repetiu:
—Eve, você tá bem?
—Tô — respondi.
—Bom, Eve, até amanhã.
Levantei como pude e comecei a andar até onde tava minha calcinha jogada, atrás da mesa. Ele pisou nela e disse:
—Eve, deixa isso, eu jogo fora. E por favor, já vai, tenho uma reunião de trabalho.
Quando eu tava na porta de saída, ele disse:
—Até chegar na sua casa, não tira.
—O quê?
—Que aguente com ele até ir dormir.
Fiquei vermelha e saí. Ele me mandou chamar quando eu tava quase entrando no vestiário e disse:
—Antes de ir, não esquece a ordem que te dei. Senhorita Eve. Ela me disse na frente da reunião dela que eu me diverti muito e que amanhã eu trouxesse de novo — ah! Eu respondi: Vou usar durante meu expediente, senhorita Eve. Eu tava morrendo de vergonha, fui pro vestiário e a gente sempre troca de roupa todo mundo junto lá, mas eu não conseguia, porque tinha um plug no cu, minha calcinha fio dental ficou com meu chefe e eu só tinha uma calça. Tive que me fazer de besta, sentar de novo e esperar todo mundo ir embora, e só aí fui pro chuveiro, e lá mesmo me troquei correndo porque toda hora entrava gente, e não dava pra tirar, já que os seguranças revistam as bolsas. Então a viagem de ônibus fiz em pé, segurando na barra. Quando subi, peguei um lugar, mas no primeiro buraco percebi que aquilo ia ser um tormento. Chegando em casa, fiquei na dúvida se tirava o plug ou deixava até a hora de dormir, afinal... ele não tava lá vigiando, mas essa puta submissão minha me impediu de desobedecer. Deixei ele enfiado até ir me deitar, a maior sacanagem que pude fazer foi ir pra cama mais cedo que o normal. Tirar foi um suplício... tanto que nem imaginava, quase deixei a noite inteira como quando deixava o desentupidor, mas o plug era feito pra não sair, então decidi que era melhor me livrar dele naquela hora. Fui dormir com o cu todo dolorido e irritado, doía tanto que tive um pesadelo por causa disso. Acordei de madrugada encharcada de suor e... encharcada mesmo! Tinha imagens confusas e sem sentido na cabeça, levantei pra lavar o rosto e beber água, e quando voltei pra cama comecei a lembrar e encaixar cada imagem como se fosse um quebra-cabeça. No meu sonho, tava meu chefe e os 2 plugs anais. Meu chefe me levava pra um lugar onde tinha muito plug e me fazia experimentar como se eu fosse uma manequim. Cada vez que eu colocava um novo, ele me pegava pela cabeça e gozava na minha boca, e me fazia andar até uma plataforma onde eu subia pra me exibir. Fiquei de cócoras, com o plug bem à mostra, enquanto limpava o chão de quatro, com a bunda toda de fora, e eles viam qual ficava melhor em mim. Tava na mesma posição que meu chefe tinha me colocado na mesa dele pra colocar o plug. Alguém trouxe outra bandeja com umas sete ou oito balas, dessa vez um pouco mais curtas. Comecei a respirar ofegante, não queria que enfiassem nada em mim por trás. Aí meu chefe passou a mão na minha cabeça, descendo até o fim das minhas costas, por todo o meu cabelão. Senti ele empurrar alguma coisa lá dentro com a mão. Quando ele se posicionou atrás de mim, eu gritei, gritei, gritei... até acordar encharcada de suor e... encharcada!
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