Olá, já sou grandinha, me chamo Eve e muitos já me conhecem. Agora estou morando sozinha, tenho quase 24 anos, e minha vida mudou desde a época em que eu vivia chupando pica na adolescência, hahaha, lembro de ter curtido muito, mas ainda ficou um certo tesão guardado... E depois de tanto tempo, algumas coisas na vida mudaram pra mim. Por exemplo, tenho que trabalhar pra sustentar meus vícios, e hoje em dia, pra uma garota que quer estudar e trabalhar, fica complicado, ainda mais em Brasília. Atualmente vou pra cidade universitária, tô no 5º ano de economia, e meu pai, Luís, descobriu umas paradas do passado e meio que cortou alguns mantimentos... Bom, enfim, leio contos eróticos pra tentar entender por que me excita ser tratada como uma puta e ser comida sem piedade, mas às vezes nem eu mesma entendo, não vejo sentido em sentir prazer quando deveria estar me revoltando com o tratamento que, por exemplo, meu chefe me impõe, me excitando, mas acho que nunca vou conseguir aceitar coisas assim de verdade, mesmo lendo e relendo mil vezes, prefiro deixar isso só nos contos.
Tô há dias usando o plug anal no trabalho. Nos primeiros dias, meu chefe colocava em mim pra eu usar durante a hora do nosso acordo, mas uns dias atrás ele me fez colocar sozinha pra usar durante as horas que limpo o escritório. Ele me prometeu que eu seria secretária dele se usasse sempre que ele pedisse, por isso uso e também porque ele me come de um jeito especial. Um dia, ele tava me esperando pra me ver chegar e me chamou na entrada do prédio, na altura da Libertador, pra eu ir até o escritório dele e ele me dizer que, quando eu entrasse pra me trocar, colocasse o plug sozinha e usasse durante todo o expediente. Eu disse que não, nem louca, 8 horas com o plug não dava nem pra imaginar, ainda mais que ele podia me chamar e me procurar quando quisesse. Consegui dizer não, mas não adiantou nada, porque ele logo me mandou sair, dizendo que se alguém me perguntasse por que eu tava ali onde tava, era por É, e ainda por cima me dava dinheiro extra. Então aceitei. Aquilo me deixou um pouco desiludida, parece mentira falar isso, mas a verdade é que foi assim que me senti. Eu gostava que ele me colocasse, gostava do ritual de arrumar tudo no escritório e esperar ele chegar, me beijar, me foder à vontade e depois me colocar em cima do banquinho da sala de limpeza com a bunda empinada enquanto ele me dilata e fala como tudo está indo bem. Até gosto quando ele me dá uns tapas porque me mexo ou contraio as nádegas. Que estranho é falar tudo isso, pensar que há poucos dias atrás eu achava ridículo e humilhante ir ao escritório dele sem nada por baixo do jaleco e agora me excita pensar nisso, pensar que quase perdi meu emprego por me recusar a pegar o plug da loja e aplicar o enema, e agora passo o dia esperando a hora chegar. Onde ele me use, me deixe louca pensando em quando vai me foder... Me deixe louca e cheia de vontade quando vejo ele, e eu estou num canto, sozinha, fingindo que estou limpando, com um plug na bunda, e uma puta vontade de chupar o pau dele. Quando comecei a colocar sozinha, não foi nada erótico, não estava excitada e, mesmo me lubrificando bastante, foi mais difícil do que quando ele faz. Mesmo assim, não demorei muito para colocar. Fiz algumas posições para ele se adaptar bem dentro de mim, até me agachei várias vezes de cócoras para garantir que estava bem e não fosse me machucar enquanto limpava o escritório, vestia o jaleco. E às vezes, sem nada por baixo, ia limpar. Lembro de uma vez que fiquei debaixo da mesa dele e chupei o pau dele por horas. Lembro que toda vez que alguém entrava, ele se aproximava mais e eu ficava louca com a ideia de ser pega... hahaha. Às vezes passava rápido na frente de algumas pessoas, sentia um tesão enorme em passar na frente dos outros imaginando que eles sabiam o que eu estava usando e que achavam a coisa mais normal. Quando cheguei ao departamento de Recursos Humanos, ouvi que meu chefe estava com alguém no escritório dele. Limpei o apartamento antes e, quando terminei, pedi permissão pra entrar e limpar a mesa dele. Fiquei na dúvida na porta depois de bater de leve com os nós dos dedos, esperando ele me dizer se podia entrar ou não, já que sabia que ele tava em reunião e ele tinha me pedido pra passar naquele dia, sem nada por baixo e com o plug enfiado. Eram umas 12 pessoas, todas de terno, e eu entrando no escritório. Me imaginei super puta, tirando o avental e mostrando minha bunda minúscula, e depois tendo que chupar a piroca de todo mundo, e eles me comendo à vontade... E nisso ele se virou pra mim e olhou pras minhas pernas, como se tivesse avaliando, depois me olhou nos olhos. — Pode entrar, Raquel, a gente já quase terminou. Ele tava sentado na cadeira dele e na frente, do outro lado da mesa, estavam os outros. Eu não olhava pra eles, mas sentia o olhar deles cravado em mim, principalmente o do cara grandão que tava perto da entrada. Pensei que talvez tivessem visto um peito ou visto que eu tava pelada por baixo, ou não sei, sabiam que eu tinha algo de 20 centímetros enfiado na bunda esperando meu chefe tirar pra poder aproveitar do meu buraquinho. Não sei, fiquei pensando um monte de coisas, acho até que me molhei. Depois de uns cinco minutos, não tinha mais nada pra fazer ali além de limpar a mesa dele, então me aproximei e, por um lado, me abaixei pra pegar a lixeira dele pra esvaziar. Quando levantei a cabeça, cruzei com o olhar dele. Aquele homem me olhava com tanta vontade de foder que me deu vontade de me entregar ali na frente de todo mundo, hahahaha. Como é possível que ele me faça sentir tanta coisa? Já devia estar acostumada com esses desaforos, devia ignorar esses gestos em vez de deixar que eles consigam o objetivo deles de me fazer sentir uma puta, uma vagabunda, suja... Não sei como explicar. Me aproximei da porta onde deixei o saco com o lixo das lixeiras que vou esvaziando, virei o conteúdo, coloquei de volta no lugar e limpei a superfície da mesa. Nenhum dos presentes parou de me encarar. Quando terminei, saí de lá com o rosto pegando fogo e vermelhão. de vergonha que pensei que tinham percebido tudo... Ao chegar na sala de limpeza, tive que respirar fundo umas quantas vezes pra apagar o calor. Fui lavar o rosto e pentear o cabelo, me virei na frente do espelho levantando a bata até a cintura, com uma mão segurei ela e com a outra abaixei um pouco minha calcinha fio dental pra ver a base do plug, gostava, gostava de ver aquilo aparecendo entre minhas nádegas, já não doía mais, sentia um certo incômodo às vezes, mas outras me dava prazer, tudo dependia da posição que eu assumia num momento ou outro. Coloquei a calcinha fio dental de volta tampando a base do plug e a bata, e saí pro escritório. Voltei com medo e indecisa pra sala do meu chefe, ao chegar respirei aliviada ao ver que ele já estava sozinho, ele me deu permissão pra entrar, baixei os olhos pro chão e fui direto pra cadeira onde sentava normalmente. — Você colocou o plug, Eve, enquanto limpava? — ele disse da cadeira dele. — Sim — falei sem olhar pra ele enquanto acendia a lanterna do celular — sim, o quê? — ele disse. — Sim... — Então você tá muito quente e quer pica, não é, seu pedaço de puta. — Sim — respondi. — Você tem que usar a bata mais solta, Eve, e quero que a partir de agora você não entre no meu escritório sem tirar a calcinha fio dental antes... Quero você só com o plug anal e bem puta, quero que você se pinte mais de puta pra entrar aqui. — Não posso fazer meu trabalho sem nada por baixo da bata. — Você tem um plug, não pedi pra tirar. — Pode cair se eu me abaixar ou algo assim. — Nunca. Eu nunca terminava de me acostumar com algo que ele pedia... toda vez que achava que tinha me adaptado a cada novo pedido dele... ele soltava outro diferente, assim... como se fosse a coisa mais natural do mundo, como se tivesse todo o direito sobre mim. Tava tão quente e desejosa da pica dele que nem percebi que ele tinha se levantado e já tava atrás de mim, colocou as mãos nos meus ombros até que aos poucos minha respiração acelerou até ficar toda rítmica que... meu desejo me deixava ser. -vamos Eve, não vai começar a chupar minha rola com o celular ligado de novo. sabe que no fundo você adora cada coisa que peço pra fazer. E você ama que eu te filme... Não queria dar o braço a torcer, não era que eu não tivesse razão, mas não gostava que me filmasse, que me dissesse até como tinha que me vestir, ele desceu as mãos pelos meus braços e subiu de novo devagar, colocando-as debaixo das minhas axilas pra me levantar lentamente até me pôr de pé. -Vem aqui, vamos ver como tá essa bunda pequena hoje... Me guiou segurando meu braço até me colocar na frente da câmera e me fez me curvar, deixando o corpo cair da cintura pra cima em cima dela, fiquei num ângulo reto com os braços esticados pra frente e as mãos agarradas na borda. Tinha a cabeça virada de lado, apoiando a bochecha na madeira, ele levantou meu roupão até deixá-lo enrolado na parte baixa das minhas costas e baixou minha calcinha fio dental, tenho certeza que me filmava o tempo todo, pegou com um dos dedos e começou a empurrar o plug cada vez mais, e me deixou cada vez mais louca, eu sentia que ele me empurrava cada vez mais pra dentro e mais me excitava, notei como ele colocou a palma da mão no plug, me empurrava, e empurrava... por fora, tinha acabado de começar a me molhar pela situação, mas meus fluidos ainda não tinham saído pra fora. Então, sem tirar a mão que tinha em cima de mim, ele se inclinou pra frente e colocou os dedos da outra mão na frente da minha boca, pedindo pra eu enchê-los de saliva, os dedos dele eram grandes, chupei eles, enchi de baba exatamente como ele mandou e enquanto os tinha enfiados na boca, ele mexia como se estivesse me explorando, levou eles de volta até minha buceta e me molhou toda. Aquele roçar fez com que eu me encharcasse tanto que notei alguma gota escorrer pela minha perna, ele baixou a mão que tinha no meu plug até as nádegas e as separou enquanto com a outra pegou a base do plug anal e, fazendo giros pra um lado e outro, começou a tirá-lo. Embora tivessem Já fazia alguns dias, mas ainda sentia uma sensação chata ao tirar ele, um vazio. Tentei relaxar as pernas o máximo possível. Escutei ele fazendo barulho com gavetas, levantei um pouco a cabeça pra mudar de posição, porque já tava com o pescoço dolorido, quando vi o que ele tinha deixado em cima da mesa. Era outro plug igual ao que ele tinha acabado de tirar, mas um pouco maior e mais largo. Fiquei nervosa só de ver, tentei me levantar dali, mas ele segurou minhas mãos e as juntou nas minhas costas. Jogou todo o peso do corpo dele em cima do meu num piscar de olhos e começou a falar devagar, mas com a voz forçada pela posição que a gente tava. — O que você quer, Eve? — Eu, toda putinha, falei que queria que ele me comesse... — Cê tá doida? Isso não passa da continuação do que você tava usando, não vai doer. — Não quero... Isso quero teu pau e que você me coma — falei com a voz baixa, porque o corpo dele quase não deixava eu respirar. Aí o filho da puta tirou o pau grosso, gostoso e saboroso dele, aquele que sempre faz o efeito desejado. Ele se jogou completamente até encostar a boca na minha orelha e, enquanto segurava meus braços nas minhas costas com uma mão, com a outra começou a acariciar minha cabeça e falar baixinho e suave. — Shhhh, vamos, Eve, não me pede coisa que eu já sei que você gosta. — Não, eu lembro dele — falei choramingando, queria que ele me comesse logo. — Mmmmm, você queria um abacaxi de verdade no seu cu — continuou falando com uma voz que me derretia — eu só tô preparando você pra aproveitar quando isso acontecer. E foi assim que ele começou a me comer de um jeito que não deu nem três estocadas e eu já tava gozando. Era incrível, ele fazia o que queria comigo. Tirou o pau do meu cu e, com o celular ligado, começou a foder minha boca, como se a vida dele dependesse disso. Eu adorava que ele me comesse, mas esse cara era um maníaco que fazia o que queria comigo. Ele segurou meu cabelo com força e começou a meter o pau até o fundo da minha garganta. Era algo... Bestial, eu tava toda travada e chorava de tantas ânsias que tive, quando ele me segurou pelo cabelo com força e enfiou a pica toda na minha garganta, aí começou a queimar e engasgar minha garganta, ele tava gozando dentro e eu não conseguia respirar, e eu empurrava ele tentando pegar um pouco de ar, até meu estômago queimou de tanto leite que engoli. Como ele sabe que eu queria tudo aquilo, e tirou a pica da minha boca, colocou minha cara contra a mesa e começou a me foder na buceta de um jeito frenético, ele me comeu por um tempo e me fez gozar duas vezes, eu já não aguentava mais, e de novo quando ele ia gozar, me agarrou pelo cabelo e começou a me comer a boca, de um jeito brutal, e gozou de novo na minha garganta... como se eu fosse uma putinha burra que esquece de tirar a pica da boca, e ele me chama de minha puta, engole o leite, ele colocou minhas mãos de novo bem devagar na mesma posição que estavam antes de me comer, apoiou minha cara na mesa, e com a bunda empinada começou a me foder no cu, a cada momento ele acariciava meu cabelo e minhas costas como se eu fosse um bicho que tão acalmando pra curar um ferimento, ele falava baixinho e suave me dizendo que eu era uma boa menina e que tava me comportando bem. Quando ele cansou de me comer no cu, me agarrou e disse: Além da minha puta que engole leite, quero te ver com o cu totalmente arrombado. Ele pegou um tubo de lubrificante e passou no novo dilatador. Colocou no chão, me pediu pra eu abrir as nádegas pra ele ir entrando, era muito maior que o outro, eu sentia, e ele me agarrou pelo cabelo de novo e começou a me fazer chupar a pica dele até que não entrasse tudo no meu cu, eu não parava de chupar a pica dele, e ali ele me deixou até que minha bunda começou a abrir sozinha, minha mandíbula doía de tanto que chupei, e quando percebi, já tava dentro totalmente... Viu como isso é o que você quer e precisa?, como no primeiro dia, no começo ardia a carne esticada, eu tentava contrair o ânus, mas cada O movimento que eu fazia intensificava a dor, aí aconteceu algo que me fez esquecer de tudo. Assim que o dildo ficou bem encaixado, ele começou a me comer pela pussy, foi muito louco porque tudo doía e eu sentia tudo apertado. Ai, meu Deus! Aquilo era o que eu precisava, sentir ele atravessando, dentro de mim. Imaginei que o dilatador era uma cock que me abria, imaginei que ele me comia o cu sem piedade como na minha juventude. Aí não consegui me segurar e minha mão direita foi direto pros meus peitos, e quando me toquei, fiquei com um tesão do caralho, uffffff, não deu pra evitar, não consegui aguentar e gozei na cock dele, uma chuva na minha perna, na perna dele, em todo lugar. Parecia que aquilo de me ocupar por dentro e por fora ao mesmo tempo era a minha praia... Ele tirou a cock dele com o plug anal ainda enfiado, eu me ajoelhei de novo e comecei a enfiar os dedos, me esfreguei com as pontas até quase chegar a outro orgasmo. Aaaa, ele me olhava e meu cu ardia pra caralho, e o celular tava filmando tudo. A cock dele já tava meio mole, ele se aproximou, eu comecei a chupar a cock dele um pouco, mas não aguentava mais e ele se afastou, eu querendo arrancar outro orgasmo... Comecei a me masturbar mais forte, aí ele me levanta de onde eu tava de joelhos, pega o outro dildo anal e enfia na minha pussy, num vai e vem quase doido... Comecei a gritar porque o filho da puta me arrancou outro orgasmo de uma vez e me colocou de novo na beirada da mesa. — Não se atreva a gozar de novo sem mim — ele disse ofegante — não se atreva a se tocar pra gozar a menos que eu mande. E eu: Por favor, por favor, por favor — implorei querendo mais, sem conseguir evitar. Aquilo era maior do que eu, será que ele ia me deixar assim? Tava morrendo de vontade de chegar a outro orgasmo, morrendo de ansiedade pra me esfregar na pussy até o clímax, morrendo de frustração por me sentir prestes a explodir, e quando ele me puxou de um jeito da mesa e me colocou na frente dele... Me agarrou pela mandíbula pra levantar minha cara e disse bruscamente:
—Você é minha puta e de mais ninguém, entendeu?
Me pegou pelo braço, colocou o avental em mim, me levou de volta pra cadeira de onde eu tinha levantado antes e me obrigou a sentar. Disse no meu ouvido:
—O plug não tira.
—Veste esse avental direito, senta e fica aí.
Ajeitei o avental e tentei sentar sem doer, dobrando as pernas com cuidado. Já tava de novo como no primeiro dia, deixando quase todo o peso na parte de baixo das coxas pra não ter que apoiar a bunda mais do que o necessário.
Ele apertou um botão e chamou a secretária:
—Luz, manda a firma Fernández entrar.
Nisso, ele ajeitou a roupa, guardou o dildo na gaveta e eu fiquei de canto. Quando entraram, vieram 4 caras, grandões, uns 50 anos, cumprimentaram ele e me olharam. Eu não sabia o que fazer...
Fiquei lá o tempo que eles levaram conversando, enquanto ele me olhava de vez em quando. Fez uma ligação no celular e pediu licença pra ir ao banheiro. Aí fiquei sozinha com 4 caras, mal sentada, com um plug anal gigante. Nem sei como tava meu cabelo. Eu imaginava que aquele dia ia terminar toda gozada por todos, com o cu totalmente arrombado...
Passaram uns 20 minutos, eu já não aguentava mais. Queria levantar, mas tava com aquilo, não sabia o que fazer. E quando eu me decidi — que seja o que Deus quiser — apareceu meu chefe e disse:
—Eve, já pode ir.
Eu não queria levantar, ainda mais assim. E ele repetiu:
—Eve, você tá bem?
—Tô — respondi.
—Bom, Eve, até amanhã.
Me levantei como pude e comecei a andar até onde tava minha calcinha jogada, atrás da mesa. Ele pisou nela e disse:
—Eve, deixa isso, eu jogo fora. E por favor, já vai, tenho uma reunião de trabalho.
Quando eu tava na porta de saída, ele disse:
—Até chegar na sua casa, não tira.
—O quê?
—Que aguente com ele até ir dormir.
Fiquei vermelha e saí.
Ele me mandou chamar quando eu tava quase entrando no vestiário, e disse:
—Antes de ir, não esquece a ordem que te dei. Senhorita Eve. Ela me disse na frente da reunião dela que eu me diverti muito e que amanhã eu trouxesse de novo — ah! Eu respondi: "Vou usar durante meu horário, senhorita Eve." Eu morria de vergonha, fui pro vestiário e a gente sempre troca de roupa todo mundo junto ali, mas eu não conseguia, porque tinha um plug no cu. Minha calcinha fio-dental ficou com meu chefe e eu só tinha uma calça. Tive que me fazer de sonsa, sentar de novo e esperar todo mundo ir embora, e só aí fui pro chuveiro. E ali mesmo me troquei, porque toda hora entrava gente, e não dava pra tirar, já que os seguranças revistam as bolsas. Então, a viagem de ônibus fiz em pé, segurando na barra. Quando subi, peguei um assento, mas no primeiro buraco percebi que aquilo ia ser um tormento. Ao chegar em casa, fiquei na dúvida se tirava o plug ou deixava até ir dormir, afinal... ele não estava lá vigiando, mas essa minha puta submissão me impediu de desobedecer. Deixei ele enfiado até ir pra cama. A maior sacanagem que consegui fazer foi ir dormir mais cedo que o normal. Tirar foi um suplício... tanto que eu não imaginava, quase deixei ele a noite toda, igual quando eu deixava o desentupidor, mas o plug era feito pra não sair, então decidi que era melhor me livrar dele naquele momento. Deitei com o cu todo dolorido e irritado, doía tanto que tive um pesadelo por causa disso. Acordei de madrugada encharcada de suor e... encharcada, né! Tinha imagens bagunçadas e sem sentido na cabeça. Levantei pra lavar o rosto e beber água, e quando voltei pra cama comecei a lembrar e encaixar cada imagem como se fosse um quebra-cabeça. No meu sonho, estava meu chefe e os 2 plugs anais. Meu chefe me levava pra um lugar onde tinha muito plug e ficava me fazendo experimentar como se eu fosse uma manequim. Cada vez que eu colocava um novo, ele me agarrava pela cabeça e gozava na minha boca, e me fazia andar até uma plataforma onde eu subia pra me exibir. Me agachei de cócoras e dava pra ver bem o plug enquanto eu limpava o chão de quatro, com a bunda toda de fora, e eles viam qual ficava melhor em mim. Tava na mesma posição que meu chefe tinha me colocado na mesa dele pra colocar o plug. Alguém trouxe outra bandeja com umas sete ou oito balas, dessa vez um pouco mais curtas, e eu comecei a respirar ofegante, não queria que enfiassem nada em mim por trás. Aí meu chefe passou a mão na minha cabeça, descendo até o fim das minhas costas, por todo o meu cabelão, e eu senti ele empurrar alguma coisa dentro de mim com a mão. Quando ele se posicionou atrás de mim, eu gritei, gritei, gritei... até que acordei toda molhada de suor e... toda molhada!
Tô há dias usando o plug anal no trabalho. Nos primeiros dias, meu chefe colocava em mim pra eu usar durante a hora do nosso acordo, mas uns dias atrás ele me fez colocar sozinha pra usar durante as horas que limpo o escritório. Ele me prometeu que eu seria secretária dele se usasse sempre que ele pedisse, por isso uso e também porque ele me come de um jeito especial. Um dia, ele tava me esperando pra me ver chegar e me chamou na entrada do prédio, na altura da Libertador, pra eu ir até o escritório dele e ele me dizer que, quando eu entrasse pra me trocar, colocasse o plug sozinha e usasse durante todo o expediente. Eu disse que não, nem louca, 8 horas com o plug não dava nem pra imaginar, ainda mais que ele podia me chamar e me procurar quando quisesse. Consegui dizer não, mas não adiantou nada, porque ele logo me mandou sair, dizendo que se alguém me perguntasse por que eu tava ali onde tava, era por É, e ainda por cima me dava dinheiro extra. Então aceitei. Aquilo me deixou um pouco desiludida, parece mentira falar isso, mas a verdade é que foi assim que me senti. Eu gostava que ele me colocasse, gostava do ritual de arrumar tudo no escritório e esperar ele chegar, me beijar, me foder à vontade e depois me colocar em cima do banquinho da sala de limpeza com a bunda empinada enquanto ele me dilata e fala como tudo está indo bem. Até gosto quando ele me dá uns tapas porque me mexo ou contraio as nádegas. Que estranho é falar tudo isso, pensar que há poucos dias atrás eu achava ridículo e humilhante ir ao escritório dele sem nada por baixo do jaleco e agora me excita pensar nisso, pensar que quase perdi meu emprego por me recusar a pegar o plug da loja e aplicar o enema, e agora passo o dia esperando a hora chegar. Onde ele me use, me deixe louca pensando em quando vai me foder... Me deixe louca e cheia de vontade quando vejo ele, e eu estou num canto, sozinha, fingindo que estou limpando, com um plug na bunda, e uma puta vontade de chupar o pau dele. Quando comecei a colocar sozinha, não foi nada erótico, não estava excitada e, mesmo me lubrificando bastante, foi mais difícil do que quando ele faz. Mesmo assim, não demorei muito para colocar. Fiz algumas posições para ele se adaptar bem dentro de mim, até me agachei várias vezes de cócoras para garantir que estava bem e não fosse me machucar enquanto limpava o escritório, vestia o jaleco. E às vezes, sem nada por baixo, ia limpar. Lembro de uma vez que fiquei debaixo da mesa dele e chupei o pau dele por horas. Lembro que toda vez que alguém entrava, ele se aproximava mais e eu ficava louca com a ideia de ser pega... hahaha. Às vezes passava rápido na frente de algumas pessoas, sentia um tesão enorme em passar na frente dos outros imaginando que eles sabiam o que eu estava usando e que achavam a coisa mais normal. Quando cheguei ao departamento de Recursos Humanos, ouvi que meu chefe estava com alguém no escritório dele. Limpei o apartamento antes e, quando terminei, pedi permissão pra entrar e limpar a mesa dele. Fiquei na dúvida na porta depois de bater de leve com os nós dos dedos, esperando ele me dizer se podia entrar ou não, já que sabia que ele tava em reunião e ele tinha me pedido pra passar naquele dia, sem nada por baixo e com o plug enfiado. Eram umas 12 pessoas, todas de terno, e eu entrando no escritório. Me imaginei super puta, tirando o avental e mostrando minha bunda minúscula, e depois tendo que chupar a piroca de todo mundo, e eles me comendo à vontade... E nisso ele se virou pra mim e olhou pras minhas pernas, como se tivesse avaliando, depois me olhou nos olhos. — Pode entrar, Raquel, a gente já quase terminou. Ele tava sentado na cadeira dele e na frente, do outro lado da mesa, estavam os outros. Eu não olhava pra eles, mas sentia o olhar deles cravado em mim, principalmente o do cara grandão que tava perto da entrada. Pensei que talvez tivessem visto um peito ou visto que eu tava pelada por baixo, ou não sei, sabiam que eu tinha algo de 20 centímetros enfiado na bunda esperando meu chefe tirar pra poder aproveitar do meu buraquinho. Não sei, fiquei pensando um monte de coisas, acho até que me molhei. Depois de uns cinco minutos, não tinha mais nada pra fazer ali além de limpar a mesa dele, então me aproximei e, por um lado, me abaixei pra pegar a lixeira dele pra esvaziar. Quando levantei a cabeça, cruzei com o olhar dele. Aquele homem me olhava com tanta vontade de foder que me deu vontade de me entregar ali na frente de todo mundo, hahahaha. Como é possível que ele me faça sentir tanta coisa? Já devia estar acostumada com esses desaforos, devia ignorar esses gestos em vez de deixar que eles consigam o objetivo deles de me fazer sentir uma puta, uma vagabunda, suja... Não sei como explicar. Me aproximei da porta onde deixei o saco com o lixo das lixeiras que vou esvaziando, virei o conteúdo, coloquei de volta no lugar e limpei a superfície da mesa. Nenhum dos presentes parou de me encarar. Quando terminei, saí de lá com o rosto pegando fogo e vermelhão. de vergonha que pensei que tinham percebido tudo... Ao chegar na sala de limpeza, tive que respirar fundo umas quantas vezes pra apagar o calor. Fui lavar o rosto e pentear o cabelo, me virei na frente do espelho levantando a bata até a cintura, com uma mão segurei ela e com a outra abaixei um pouco minha calcinha fio dental pra ver a base do plug, gostava, gostava de ver aquilo aparecendo entre minhas nádegas, já não doía mais, sentia um certo incômodo às vezes, mas outras me dava prazer, tudo dependia da posição que eu assumia num momento ou outro. Coloquei a calcinha fio dental de volta tampando a base do plug e a bata, e saí pro escritório. Voltei com medo e indecisa pra sala do meu chefe, ao chegar respirei aliviada ao ver que ele já estava sozinho, ele me deu permissão pra entrar, baixei os olhos pro chão e fui direto pra cadeira onde sentava normalmente. — Você colocou o plug, Eve, enquanto limpava? — ele disse da cadeira dele. — Sim — falei sem olhar pra ele enquanto acendia a lanterna do celular — sim, o quê? — ele disse. — Sim... — Então você tá muito quente e quer pica, não é, seu pedaço de puta. — Sim — respondi. — Você tem que usar a bata mais solta, Eve, e quero que a partir de agora você não entre no meu escritório sem tirar a calcinha fio dental antes... Quero você só com o plug anal e bem puta, quero que você se pinte mais de puta pra entrar aqui. — Não posso fazer meu trabalho sem nada por baixo da bata. — Você tem um plug, não pedi pra tirar. — Pode cair se eu me abaixar ou algo assim. — Nunca. Eu nunca terminava de me acostumar com algo que ele pedia... toda vez que achava que tinha me adaptado a cada novo pedido dele... ele soltava outro diferente, assim... como se fosse a coisa mais natural do mundo, como se tivesse todo o direito sobre mim. Tava tão quente e desejosa da pica dele que nem percebi que ele tinha se levantado e já tava atrás de mim, colocou as mãos nos meus ombros até que aos poucos minha respiração acelerou até ficar toda rítmica que... meu desejo me deixava ser. -vamos Eve, não vai começar a chupar minha rola com o celular ligado de novo. sabe que no fundo você adora cada coisa que peço pra fazer. E você ama que eu te filme... Não queria dar o braço a torcer, não era que eu não tivesse razão, mas não gostava que me filmasse, que me dissesse até como tinha que me vestir, ele desceu as mãos pelos meus braços e subiu de novo devagar, colocando-as debaixo das minhas axilas pra me levantar lentamente até me pôr de pé. -Vem aqui, vamos ver como tá essa bunda pequena hoje... Me guiou segurando meu braço até me colocar na frente da câmera e me fez me curvar, deixando o corpo cair da cintura pra cima em cima dela, fiquei num ângulo reto com os braços esticados pra frente e as mãos agarradas na borda. Tinha a cabeça virada de lado, apoiando a bochecha na madeira, ele levantou meu roupão até deixá-lo enrolado na parte baixa das minhas costas e baixou minha calcinha fio dental, tenho certeza que me filmava o tempo todo, pegou com um dos dedos e começou a empurrar o plug cada vez mais, e me deixou cada vez mais louca, eu sentia que ele me empurrava cada vez mais pra dentro e mais me excitava, notei como ele colocou a palma da mão no plug, me empurrava, e empurrava... por fora, tinha acabado de começar a me molhar pela situação, mas meus fluidos ainda não tinham saído pra fora. Então, sem tirar a mão que tinha em cima de mim, ele se inclinou pra frente e colocou os dedos da outra mão na frente da minha boca, pedindo pra eu enchê-los de saliva, os dedos dele eram grandes, chupei eles, enchi de baba exatamente como ele mandou e enquanto os tinha enfiados na boca, ele mexia como se estivesse me explorando, levou eles de volta até minha buceta e me molhou toda. Aquele roçar fez com que eu me encharcasse tanto que notei alguma gota escorrer pela minha perna, ele baixou a mão que tinha no meu plug até as nádegas e as separou enquanto com a outra pegou a base do plug anal e, fazendo giros pra um lado e outro, começou a tirá-lo. Embora tivessem Já fazia alguns dias, mas ainda sentia uma sensação chata ao tirar ele, um vazio. Tentei relaxar as pernas o máximo possível. Escutei ele fazendo barulho com gavetas, levantei um pouco a cabeça pra mudar de posição, porque já tava com o pescoço dolorido, quando vi o que ele tinha deixado em cima da mesa. Era outro plug igual ao que ele tinha acabado de tirar, mas um pouco maior e mais largo. Fiquei nervosa só de ver, tentei me levantar dali, mas ele segurou minhas mãos e as juntou nas minhas costas. Jogou todo o peso do corpo dele em cima do meu num piscar de olhos e começou a falar devagar, mas com a voz forçada pela posição que a gente tava. — O que você quer, Eve? — Eu, toda putinha, falei que queria que ele me comesse... — Cê tá doida? Isso não passa da continuação do que você tava usando, não vai doer. — Não quero... Isso quero teu pau e que você me coma — falei com a voz baixa, porque o corpo dele quase não deixava eu respirar. Aí o filho da puta tirou o pau grosso, gostoso e saboroso dele, aquele que sempre faz o efeito desejado. Ele se jogou completamente até encostar a boca na minha orelha e, enquanto segurava meus braços nas minhas costas com uma mão, com a outra começou a acariciar minha cabeça e falar baixinho e suave. — Shhhh, vamos, Eve, não me pede coisa que eu já sei que você gosta. — Não, eu lembro dele — falei choramingando, queria que ele me comesse logo. — Mmmmm, você queria um abacaxi de verdade no seu cu — continuou falando com uma voz que me derretia — eu só tô preparando você pra aproveitar quando isso acontecer. E foi assim que ele começou a me comer de um jeito que não deu nem três estocadas e eu já tava gozando. Era incrível, ele fazia o que queria comigo. Tirou o pau do meu cu e, com o celular ligado, começou a foder minha boca, como se a vida dele dependesse disso. Eu adorava que ele me comesse, mas esse cara era um maníaco que fazia o que queria comigo. Ele segurou meu cabelo com força e começou a meter o pau até o fundo da minha garganta. Era algo... Bestial, eu tava toda travada e chorava de tantas ânsias que tive, quando ele me segurou pelo cabelo com força e enfiou a pica toda na minha garganta, aí começou a queimar e engasgar minha garganta, ele tava gozando dentro e eu não conseguia respirar, e eu empurrava ele tentando pegar um pouco de ar, até meu estômago queimou de tanto leite que engoli. Como ele sabe que eu queria tudo aquilo, e tirou a pica da minha boca, colocou minha cara contra a mesa e começou a me foder na buceta de um jeito frenético, ele me comeu por um tempo e me fez gozar duas vezes, eu já não aguentava mais, e de novo quando ele ia gozar, me agarrou pelo cabelo e começou a me comer a boca, de um jeito brutal, e gozou de novo na minha garganta... como se eu fosse uma putinha burra que esquece de tirar a pica da boca, e ele me chama de minha puta, engole o leite, ele colocou minhas mãos de novo bem devagar na mesma posição que estavam antes de me comer, apoiou minha cara na mesa, e com a bunda empinada começou a me foder no cu, a cada momento ele acariciava meu cabelo e minhas costas como se eu fosse um bicho que tão acalmando pra curar um ferimento, ele falava baixinho e suave me dizendo que eu era uma boa menina e que tava me comportando bem. Quando ele cansou de me comer no cu, me agarrou e disse: Além da minha puta que engole leite, quero te ver com o cu totalmente arrombado. Ele pegou um tubo de lubrificante e passou no novo dilatador. Colocou no chão, me pediu pra eu abrir as nádegas pra ele ir entrando, era muito maior que o outro, eu sentia, e ele me agarrou pelo cabelo de novo e começou a me fazer chupar a pica dele até que não entrasse tudo no meu cu, eu não parava de chupar a pica dele, e ali ele me deixou até que minha bunda começou a abrir sozinha, minha mandíbula doía de tanto que chupei, e quando percebi, já tava dentro totalmente... Viu como isso é o que você quer e precisa?, como no primeiro dia, no começo ardia a carne esticada, eu tentava contrair o ânus, mas cada O movimento que eu fazia intensificava a dor, aí aconteceu algo que me fez esquecer de tudo. Assim que o dildo ficou bem encaixado, ele começou a me comer pela pussy, foi muito louco porque tudo doía e eu sentia tudo apertado. Ai, meu Deus! Aquilo era o que eu precisava, sentir ele atravessando, dentro de mim. Imaginei que o dilatador era uma cock que me abria, imaginei que ele me comia o cu sem piedade como na minha juventude. Aí não consegui me segurar e minha mão direita foi direto pros meus peitos, e quando me toquei, fiquei com um tesão do caralho, uffffff, não deu pra evitar, não consegui aguentar e gozei na cock dele, uma chuva na minha perna, na perna dele, em todo lugar. Parecia que aquilo de me ocupar por dentro e por fora ao mesmo tempo era a minha praia... Ele tirou a cock dele com o plug anal ainda enfiado, eu me ajoelhei de novo e comecei a enfiar os dedos, me esfreguei com as pontas até quase chegar a outro orgasmo. Aaaa, ele me olhava e meu cu ardia pra caralho, e o celular tava filmando tudo. A cock dele já tava meio mole, ele se aproximou, eu comecei a chupar a cock dele um pouco, mas não aguentava mais e ele se afastou, eu querendo arrancar outro orgasmo... Comecei a me masturbar mais forte, aí ele me levanta de onde eu tava de joelhos, pega o outro dildo anal e enfia na minha pussy, num vai e vem quase doido... Comecei a gritar porque o filho da puta me arrancou outro orgasmo de uma vez e me colocou de novo na beirada da mesa. — Não se atreva a gozar de novo sem mim — ele disse ofegante — não se atreva a se tocar pra gozar a menos que eu mande. E eu: Por favor, por favor, por favor — implorei querendo mais, sem conseguir evitar. Aquilo era maior do que eu, será que ele ia me deixar assim? Tava morrendo de vontade de chegar a outro orgasmo, morrendo de ansiedade pra me esfregar na pussy até o clímax, morrendo de frustração por me sentir prestes a explodir, e quando ele me puxou de um jeito da mesa e me colocou na frente dele... Me agarrou pela mandíbula pra levantar minha cara e disse bruscamente:
—Você é minha puta e de mais ninguém, entendeu?
Me pegou pelo braço, colocou o avental em mim, me levou de volta pra cadeira de onde eu tinha levantado antes e me obrigou a sentar. Disse no meu ouvido:
—O plug não tira.
—Veste esse avental direito, senta e fica aí.
Ajeitei o avental e tentei sentar sem doer, dobrando as pernas com cuidado. Já tava de novo como no primeiro dia, deixando quase todo o peso na parte de baixo das coxas pra não ter que apoiar a bunda mais do que o necessário.
Ele apertou um botão e chamou a secretária:
—Luz, manda a firma Fernández entrar.
Nisso, ele ajeitou a roupa, guardou o dildo na gaveta e eu fiquei de canto. Quando entraram, vieram 4 caras, grandões, uns 50 anos, cumprimentaram ele e me olharam. Eu não sabia o que fazer...
Fiquei lá o tempo que eles levaram conversando, enquanto ele me olhava de vez em quando. Fez uma ligação no celular e pediu licença pra ir ao banheiro. Aí fiquei sozinha com 4 caras, mal sentada, com um plug anal gigante. Nem sei como tava meu cabelo. Eu imaginava que aquele dia ia terminar toda gozada por todos, com o cu totalmente arrombado...
Passaram uns 20 minutos, eu já não aguentava mais. Queria levantar, mas tava com aquilo, não sabia o que fazer. E quando eu me decidi — que seja o que Deus quiser — apareceu meu chefe e disse:
—Eve, já pode ir.
Eu não queria levantar, ainda mais assim. E ele repetiu:
—Eve, você tá bem?
—Tô — respondi.
—Bom, Eve, até amanhã.
Me levantei como pude e comecei a andar até onde tava minha calcinha jogada, atrás da mesa. Ele pisou nela e disse:
—Eve, deixa isso, eu jogo fora. E por favor, já vai, tenho uma reunião de trabalho.
Quando eu tava na porta de saída, ele disse:
—Até chegar na sua casa, não tira.
—O quê?
—Que aguente com ele até ir dormir.
Fiquei vermelha e saí.
Ele me mandou chamar quando eu tava quase entrando no vestiário, e disse:
—Antes de ir, não esquece a ordem que te dei. Senhorita Eve. Ela me disse na frente da reunião dela que eu me diverti muito e que amanhã eu trouxesse de novo — ah! Eu respondi: "Vou usar durante meu horário, senhorita Eve." Eu morria de vergonha, fui pro vestiário e a gente sempre troca de roupa todo mundo junto ali, mas eu não conseguia, porque tinha um plug no cu. Minha calcinha fio-dental ficou com meu chefe e eu só tinha uma calça. Tive que me fazer de sonsa, sentar de novo e esperar todo mundo ir embora, e só aí fui pro chuveiro. E ali mesmo me troquei, porque toda hora entrava gente, e não dava pra tirar, já que os seguranças revistam as bolsas. Então, a viagem de ônibus fiz em pé, segurando na barra. Quando subi, peguei um assento, mas no primeiro buraco percebi que aquilo ia ser um tormento. Ao chegar em casa, fiquei na dúvida se tirava o plug ou deixava até ir dormir, afinal... ele não estava lá vigiando, mas essa minha puta submissão me impediu de desobedecer. Deixei ele enfiado até ir pra cama. A maior sacanagem que consegui fazer foi ir dormir mais cedo que o normal. Tirar foi um suplício... tanto que eu não imaginava, quase deixei ele a noite toda, igual quando eu deixava o desentupidor, mas o plug era feito pra não sair, então decidi que era melhor me livrar dele naquele momento. Deitei com o cu todo dolorido e irritado, doía tanto que tive um pesadelo por causa disso. Acordei de madrugada encharcada de suor e... encharcada, né! Tinha imagens bagunçadas e sem sentido na cabeça. Levantei pra lavar o rosto e beber água, e quando voltei pra cama comecei a lembrar e encaixar cada imagem como se fosse um quebra-cabeça. No meu sonho, estava meu chefe e os 2 plugs anais. Meu chefe me levava pra um lugar onde tinha muito plug e ficava me fazendo experimentar como se eu fosse uma manequim. Cada vez que eu colocava um novo, ele me agarrava pela cabeça e gozava na minha boca, e me fazia andar até uma plataforma onde eu subia pra me exibir. Me agachei de cócoras e dava pra ver bem o plug enquanto eu limpava o chão de quatro, com a bunda toda de fora, e eles viam qual ficava melhor em mim. Tava na mesma posição que meu chefe tinha me colocado na mesa dele pra colocar o plug. Alguém trouxe outra bandeja com umas sete ou oito balas, dessa vez um pouco mais curtas, e eu comecei a respirar ofegante, não queria que enfiassem nada em mim por trás. Aí meu chefe passou a mão na minha cabeça, descendo até o fim das minhas costas, por todo o meu cabelão, e eu senti ele empurrar alguma coisa dentro de mim com a mão. Quando ele se posicionou atrás de mim, eu gritei, gritei, gritei... até que acordei toda molhada de suor e... toda molhada!
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