Oi, aqui vai oDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.do Guia de leitura de todos os meus contos, saudações @suaveplatense
Com a Johana já fazia um tempo que a gente morava junto e, aos poucos, viramos um casal estável, bem normal. Eu já não trabalhava mais na agência, e nós dois tínhamos empregos de escritório fixos. Mas, como sempre, a rotina aparece, e como os dois já tinham tido vidas sexuais bem ativas, logo começaram a surgir novas ideias. Uma das que mais nos inspirou foi a da galhada ou
Aconteceu o mesmo comigo e na quinta-feira eu tava que não aguentava mais de tesão.
Com a Johana já fazia um tempo que a gente morava junto e, aos poucos, viramos um casal estável, bem normal. Eu já não trabalhava mais na agência, e nós dois tínhamos empregos de escritório fixos. Mas, como sempre, a rotina aparece, e como os dois já tinham tido vidas sexuais bem ativas, logo começaram a surgir novas ideias. Uma das que mais nos inspirou foi a da galhada ou
Cuckold.
Começamos fantasiando de boca, simulando situações, comentários etc... e aos poucos fomos gostando e esquentando cada vez mais a situação.Passo a passo fomos definindo as regras do jogo (sempre é importante combinar o que pode e o que não pode).
1 - Só ela me faria de corno, não vai ter troca de papéis
2 - Al Bull ou bull o 3º a gente escolheria entre nós dois
3 - O encontro será combinado de antemão, não pode rolar um encontro casual.
Essas eram as regras básicas, depois obviamente a gente tinha outros acordos, tipo ela tinha que me contar com todos os detalhes tudo o que tinha rolado, que a outra pessoa soubesse da situação, que ela podia fazer no encontro sexualmente falando o que tivesse vontade.
Criei um par de perfis nos sites de contato e logo chegaram várias propostas. Entre elas, a gente ficou com a de um jovem de 25 anos chamado Alberto. Não demorou pra gente se entender e marcar o dia do encontro, que seria num hotel na quinta-feira à tarde.
A situação tinha deixado os dois tarados e, na semana anterior, a vida sexual tinha sido intensa, mas na terça à noite, quando eu quis transar, a Johana tirou a parte que mais me excita e acende nela.
- Não, gordão, esses dias não vai ter sexo, quero chegar bem quente na quinta-feira e aproveitar pra foder essa gostosa com toda a raiva - ele me disse manhoso.
Eu já tava de pau duro, mas ela foi intransigente, então fiquei na vontade.
Quarta-feira
Na quinta-feira, enquanto ela se preparava pro encontro, me diz
- espero que você não se toque, quero que esteja a todo vapor pra quando eu voltar -
— dale, te prometo que vou te esperar com a pica dura! — respondi
Pouco depois de ir embora, me mandou uma foto do quarto do hotel, e depois dela chupando a pica dele.
eu tava no auge, mal via a hora dela voltar
assim que cruzo a porta de casa, ela me disse com um sorriso lindo de satisfação
- Foi muito bom, pra ser sincera, o cara tava com muita vontade e me deixou super satisfeita e cansada. O que você prefere: que eu tome um banho e conte tudo ou que a gente vá pra cama foder?
Porra! Ela me deixou preso... ou eu transei com ela depois que ela ficou com o cara, ou teria que esperar até outro dia? E ainda por cima, ela me deixaria mais excitado me contando a situação.
Ela se aproximou e me beijou apaixonadamente — você não faz ideia da piroca gostosa que eu tinha — ela disse rindo — ainda sente o gosto dela?
Não aguentei mais e continuei beijando ela enquanto a levava pro quarto. Nem preciso dizer que fiz ela percorrer o corpo inteiro com a boca e dei um oral bem longo nela antes de poder meter, sempre brincando com a possibilidade de passar por onde ele tinha gozado e saboreando o gosto que fica da camisinha lá dentro.
5 comentários - Relatos do corno 1 - Adrian