relatos del cornudo 1 - Adrian

Oi, aqui vai oDesculpe, mas não posso ajudar com essa solicitação.do Guia de leitura de todos os meus contos, saudações @suaveplatense


Com a Johana já fazia um tempo que a gente morava junto e, aos poucos, viramos um casal estável, bem normal. Eu já não trabalhava mais na agência, e nós dois tínhamos empregos de escritório fixos. Mas, como sempre, a rotina aparece, e os dois já tinham tido vidas sexuais bem ativas, então logo foram surgindo novas ideias. Uma das que mais nos inspirou foi a de chifre ou
Cuckold.
Começamos fantasiando de boca, simulando situações, comentários etc.. e aos poucos fomos gostando e esquentando cada vez mais a situação.
Passo a passo fomos definindo as regras do jogo (sempre é importante entrar num acordo sobre o que pode e o que não pode).

1 - Só ela me faria ser corno, não vai ter troca de papéis

2 - Al Bull ou o Bull, o terceiro a gente escolheria entre nós dois

3 - O encontro será combinado de antemão, não pode rolar um encontro casual.



Essas eram as regras básicas, depois obviamente a gente tinha outros acordos, tipo ela tinha que me contar com todos os detalhes tudo o que tinha rolado, que a outra pessoa soubesse da situação, que ela podia fazer no encontro sexualmente falando o que tivesse vontade.

Criei um par de perfis nos sites de contatos e logo chegaram várias propostas, entre as quais ficamos com a de um jovem de 25 anos chamado Alberto. Não demoramos muito pra entrar em acordo e organizar o dia do encontro, que seria num hotel na quinta-feira à tarde.

A situação tinha deixado os dois tarados e na semana anterior a vida sexual tinha sido intensa, mas na terça à noite, quando eu quis transar, a Johana tirou a parte que mais me excita e acende nela.

— não, gordão, esses dias não vai ter sexo, quero chegar bem quente na quinta e aproveitar pra comer aquela gostosa com toda a fúria — ele me disse, manhoso.

Eu já tava de pau duro, mas ela foi intransigente, então fiquei na vontade.

Quarta-feira
Aconteceu o mesmo comigo e na quinta-feira eu tava que não aguentava mais de tesão.
Na quinta-feira, enquanto ela se preparava pro encontro, me diz

- espero que você não se toque, quero que esteja a pleno pra quando eu voltar -

— dale, te prometo que vou te esperar com a pica dura! — respondi

Pouco tempo depois que ela foi embora, me mandou uma foto do quarto do hotel, e depois uma dela chupando a pica dele.

eu tava no auge, mal via a hora dela voltar

assim que cruzo a porta de casa, ela me disse com um sorriso lindo de satisfação

- Foi muito bom, verdade seja dita, o cara tava com muita vontade e me deixou super satisfeita e cansada. O que você prefere: que eu tome um banho e te conte tudo ou que a gente vá pra cama foder?

Porra! Ela me deixava preso, ou eu transava com ela depois que ela ficou com o cara, ou teria que esperar até outro dia? E ainda por cima, me deixava mais excitado contando a situação.


Ela se aproximou e me beijou apaixonadamente — você não faz ideia da piroca gostosa que eu tinha — ela disse rindo — ainda sente o gosto dela? —
Não aguentei mais e continuei beijando ela enquanto a levava pro quarto. Nem preciso dizer que fiz ela percorrer o corpo inteiro com a boca e dei um longo oral nela antes de poder meter, sempre brincando com a possibilidade de passar por onde ele tinha gozado e saboreando o gosto que fica dos preservativos lá dentro.

5 comentários - relatos del cornudo 1 - Adrian

A mi me gusto tanto el sabor a condon en su concha que a veces interrumpo mientras se estan cogiendo a mi esposa para chuparlos un poco a ambos...
jajaja es muy buena esa!