Max, Juan e eu (parte IV)

Por um bom tempo, a gente não deixava o Max entrar no meu quarto enquanto transava, mas, mesmo sem estar prontos pra repetir, a gente tava doido por uma segunda vez. A ideia do Max possuir o Juan de novo não saía da minha cabeça. Então, numa tarde qualquer em que ele veio comigo pra casa, a gente começou com as carícias de sempre quando tava sozinho.

Peguei ele pela mão e levei pro meu quarto, deixei a porta encostada, mas sem fechar, pro Max poder entrar quando quisesse.
Tirei o uniforme e a calcinha e me deitei na cama de barriga pra cima. O Juan não demorou a deitar em cima de mim, todo duro. Ele me penetrou devagar e começou a me comer. Eu ficava de olho na porta, esperando o Max entrar, e depois de uns minutos vi o focinho dele aparecer e empurrar a porta. Sem frescura, ele pulou na cama pela parte dos pés e foi direto lamber a bunda do Juan. Ele se assustou e me olhou meio surpreso, meio assustado. Segurei o rosto dele com uma mão e, com toda a doçura que pude, falei pra ele ficar tranquilo e deixar o Max fazer o que quisesse.

Percebi que ele passou de uma tensão inicial pra relaxar, e até mudou a posição das pernas pra dar pro Max um acesso melhor. Era óbvio que as lambidas do Max tavam deixando ele louco de tesão. Depois de uns minutos, meu cachorro avançou e colocou as patas fortes dos dois lados dos nossos corpos. Tava claro que ele tava se preparando pra enfiar o pauzão no Juan de novo.

Meu namorado, que já tava entregue e imerso naquela situação bizarra, mexeu a bunda pra trás, tirando o pau de dentro de mim, pra se preparar pra ser montado pelo bicho. Vi ele levar uma mão pra trás, pegar o pau do cachorro e guiar até a entrada da bunda dele. O Max tava ofegando forte e era nítido que tava pronto pra meter no Juan. Meu namorado foi guiando e controlando a penetração do cachorro, e soltou um suspiro fundo quando o bicho conseguiu furar o cu dele e meter a primeira. seção do pau dele.

De baixo, eu olhava a carinha dele, com os olhos fechados, recebendo a macetada do meu cachorro. Meu nível de tesão e putaria já estava nas alturas. Me movi pra baixo, pra conseguir enfiar o pau do Juan pra dentro, não queria ficar de fora daquele ato a três. Levantei as pernas pra subir minha buceta o máximo possível e fiz força pra trás pra ser penetrada. Consegui enfiar o pau inteiro do Juan pra dentro, que tava mais preocupado com a macetada que o cachorro tava dando do que em me comer.

Num instante ele reagiu e fez força pra frente, ajudando o cachorro a avançar pra não perder a própria penetração. Éramos uma massa só de corpos e sexo. Juan entregue ao prazer máximo de estar sendo comido e me comendo ao mesmo tempo, me transmitia as estocadas rápidas do cachorro. Era o Max, o macho dominante, que comandava nossos movimentos. Eu fui a primeira a gozar, dominada pelo tesão da situação. Tava meio fora de mim, me deixando levar por tudo que tava rolando. As convulsões foram fortes e eu não queria que acabassem.

Enquanto eu me recuperava do meu orgasmo animal, Juan continuava sendo macetado pelo cachorro e me comendo, acompanhando os movimentos dele. Max foi o próximo a gozar, esporrando toda a porra dele no cu do Juan. Percebi pela reação dele, que ficou parado pra sentir encherem a raba. Deve ter sido suficiente pra ele, que na hora gozou dentro de mim. Ao mesmo tempo que Max perdia o interesse e tirava o pau do cu dele sem nenhuma delicadeza, Juan reclamou baixinho e depois desabou em cima de mim. Tava exausto, acho que mais psicologicamente do que fisicamente. Tinha sido comido pela segunda vez na vida pelo meu cachorro, e era inegável que ele curtia pra caralho. Já tinha deixado de vez o papel de macho dominante na relação, entregando pro Max, que o tratava como sua mulher. Toda a virilidade que ele mostrava entre os amigos não existia na minha cama. Ao mesmo tempo, contava com a cumplicidade da namorada dele, o que eu suponho que era um estímulo na cabeça dele.

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