Karen. Una Puta Madura VII.

Assim, no capítulo anterior, a gente tinha parado naquela conversa por telefone entre eu e a Carmen, e o povoado inteiro já sabia que eu vivia com dois homens. Um branco e outro preto. O Ramón, de repente, mudou muito de atitude. Tava triste e calado. Já o Enrique, não sei o que davam pra ele na Guarda Civil, que cada dia tava mais ansioso e mais carinhoso comigo. Assim que podia, começava a pegar nas minhas tetas e beijar meu pescoço que nem um louco. Parecia um polvo. Isso me deixava com um tesão danado, e no fim, sempre que eu tava com a buceta acesa, ele me comia até se aliviar, o que era dia sim, dia não.

Mas com meu neguinho as coisas não iam bem.
— Tá acontecendo alguma coisa, Ramón?
— Sim. Ele conseguiu confessar de uma vez.
— O que foi, amor? Falei, pegando na mão dele.
— É que minha mulher foi embora com outro e deixou as crianças abandonadas...
Era exatamente o que eu queria ouvir. Maldita rabuda. Se eu já sabia... Aquela preta era mais puta que galinha. Bem feito pro Ramón, por ter se apaixonado por aquela vagabunda. Tinha que ser muito porca pra largar duas crianças sozinhas.
— Ohhh! Que horror, Ramón! Falei, fingindo. Só precisei me fazer de sonsa...
— E as crianças??
— Tão com meus pais, esperando eu poder sair daqui e cuidar delas. Meus sogros moram no Senegal.
Ele pegou a carteira e me mostrou uma foto. Nela tava a nojenta da mulher dele com dois pequenos loiros que nem querubins. Chamavam Érica, igual a mãe (aquela aberração), e Ramón, igual o pai.
— Ohhh... coitadinhos. Escuta... mas... eles não são pretinhos.
— É que são adotados... É que... eu não sirvo pra ter filhos. Sou estéril...
— Pois, filho... parece mentira, com essa piroca que você tem... não se preocupa que tudo se ajeita. Quando acabar o confinamento, você vai buscar eles e vocês vêm pra cá...
Nem percebi que com essa frase eu tinha selado meu destino final...
— Sério?? Podemos vir?? Na empresa que eu... Trabalho tão procurando gente pra essa área... Ela tinha feito uma puta merda. Sem pensar duas vezes, o Ramão ligou pros filhos pra contar. Além disso, não precisavam esperar pelo curso, já que com a pandemia iam dar aprovação geral. Depois ligou pro chefe dele, que disse...
— Porra, Ramão. Ainda bem que achei um cara que queira pegar a área de Levante-Andaluzia... nem aumentando o salário ninguém quer. Assim que passar o confinamento, você se muda.
Não sei como ele fez, mas em cinco minutos já tinha me contado tudo: aumentaram o salário dele, ele se livrou daquela puta e ia se mudar pra cá... tava todo exultante de alegria. Só faltava tocar um tambor pra comemorar...
— Me beija, Karen...
Já sabia o que ele queria...
— Vem cá, coração... que te amo pra caralho. Vamos comemorar — falei, puxando o pauzão dele pra fora da calça.
Como sempre, um puta pau preto brotou da cueca dele, me encarando na cara feito uma cobra.
Comecei a chupar o meu pretinho. Ele ficou todo duro e reto. Eu me agarrava nas pernas pretas dele como podia, só pra enfiar mais centímetros do pau na boca. Ele gemia sem parar e tava lindo e feliz.
— Adoro teu rabo — falei, brincando com uma gotinha de porra no meu queixo...
— Uhhh... já tão saindo pretinhos por aí, coração? Vou engolir todos os seus pretinhos hoje. Vai me dar muitos??
— Sim. Mas meus pretinhos não servem pra nada...
— Tanto faz, amor. Eu quero eles...
Fazia tipo uma semana que o Ramão não tava me dando pretinhos, e aliviado dos problemas dele, aquele homem ia despejar em mim todo o esperma acumulado.
— Olha... — tirei o sutiã e mostrei meus peitos, subindo e descendo o pau dele com as mãos.
— São bonitos, hein??
— Sim, Karen. E você é muito gostosa...
Peguei o pauzão dele entre meus peitos e comecei a subir e descer, fazendo um espanhola. Nunca tinha feito isso com um homem.
Tinha horas que parecia mentira um pau de 19 centímetros sumir entre meus peitões duros. fortes pra depois se verem de novo. Sim... ele ainda estava ali e Ramón gemendo de prazer. Notei como minha buceta destilava sua essência molhando minha calcinha, mas não estava pra prazeres pessoais, e sim pra fazer Ramón se sentir um homem de verdade. No final, ele gozou sem jeito, enchendo meu pescoço de porra. — Ohhh... Karen... como você mandou bem... — É a primeira vez que faço assim com meus peitos. — Pois mandou muito bem... — Olha... como me deixou cheia dos seus pretinhos, love. Que lindos. Me dá um beijinho. Ele me beijou com loucura e me abraçou com tanta força que nem ligou de sujar o peito com a própria porra. Quando nos limpamos, sentamos pra ver TV e acendeu uma luz na minha cabeça. — Ramón!! Você gostaria de aprender flamenco com uma amiga? — Ohhh, sim. Tô tão entediado... Liguei pra Carmen e contei. Ela disse que queria vê-lo às 9 da manhã em ponto na casa dela e que as aulas iam ser "de graça". Mandei uma foto do Ramón pra ela ver quem era. Carmen exclamou: — Uhhh... que negão... não vou deixar nem o rabo... No dia seguinte, Ramón apareceu na casa da Carmen. Eu e Enrique ficamos sozinhos em casa. — O que? Ramón vai aprender flamenco com a Carmen??? — Sim. Assim ele fica entretido e não fica remoendo a história da família dele. — Mas você sabe o quanto essa mulher deve estar tarada? Ela vai devorar ele... — Ohhh... Que coisas você fala! — Essa aí deve ter mais fome que um jacaré no deserto... afinal, faz 9 anos que não sente um pau... — Não fala isso. Vocês homens só pensam na mesma coisa... Era verdade. Carmen era conhecida porque todos os homens da cidade tinham tentado cortejá-la, achando que a castidade desde a morte do marido a tornava presa fácil. Além disso, era gostosa e recebia uma pensão gorda de viuvez e de orfandade pelo filho Carlitos. Dizia que até Carlitos crescer, ele seria o marido dela. Também não era pra tanto, mas ela era assim... Ding-Dong!!! — Oi!!! Você deve ser o Ramón. O amigo. da Karen. Disse Carmen vestida de sevillana.
—Sim, sou eu...
—Ohhh... mas que negrinho mais gostoso a Karen me mandou. Senta aqui, amoooor...
—Neguinho, mas que marsssha me dá esse negócio de flamenco. Disse Carmen mexendo as mãos como se tivesse castanholas...

Carmen colocou a mão nas pernas dela, olhando pro volume dele.
—Vem cá, coração, que vamo começar a primeira aula...

Carmen tirou do vestido umas tetonas enormes que brotaram na hora, duras igual pedra.
—Chupa elas, neguinho. Não se acancha... disse pegando a cabeça de Ramón e enfiando no meio dos peitos, quase sufocando ele.
—Moça, eu vim pra aula de flamenco! — exclamou Ramón.
—Primeiro, o primeiro... amor. Vou te dar as primeiras aulas de graça.

Carmen era gostosa. Era daquele tipo de milf com bastante carne, igual a mim. Só que a pele dela era mais morena. Era a típica beleza andaluza, cabelo preto e cacheado. Bem cigana.
—Vem cá, negrão... que vou ver o que tu tem entre as pernas. Hoje tô bem putinha...

Ramón levantou e ela baixou a calça dele. A pica de Ramón tava dura, presa na cueca.
—Ohhh... mas que tamanho que tem meu negrinho...! Fica tranquilo que não vou te expulsar desse baile...

Carmen criou coragem, puxou o ar e fechou os olhos enquanto puxava a cueca dele. Quando abriu os olhos, viu a pica preta de Ramón dura igual uma tábua.
—Uffff... e tudo isso é pra mim, amorzinho?. A Karen já tinha me falado como os dois gorilas dela eram bem dotados...
—O que a Karen te falou?
—Nada, amoooor.... pra te dar aula de dança. Mas fica tranquilo que a gente vai dançar junto...

Carmen tava no cio, como o Enrique dizia. Começou a chupar a pica de Ramón até as bolas, algo que era impossível pra mim.
—Mmmmm... quero pica!!!. 9 anos sem provar nenhuma desde que meu marido morreu, Ramonsinho. E agora cai isso do céu... Que gostosa que é. Quero pau!!!.

Ela subia e descia com vontade e força, esfregando a pica de Ramón no rosto inteiro enquanto Acariciava a buceta por baixo daquele traje folclórido.
—Quanto tempo, meu neguinho. Me dá mais pau. Quero rabo o dia inteiro. Sem parar, love... Que gostinho bom que tem.
Ela tirou o traje correndo e se colocou de quatro no sofá.
—Dá forte, neguinho. Enche minha buceta com teu pau. Que vontade que tô.
Ramón introduziu a ponta do pênis com cuidado.
—Vai, não se acanha... mete até o fundo. Se soubesse a quantidade de coisas que enfiei nesses 9 anos, não ia ficar com frescura. Dá, rabo. Dá rabo...
Ramón fazia o que podia, mas nada era suficiente pra aquela mulher cheia de tesão.
—Mais, quero mais. Vou gozar, neguinho... tô gozandooooo...!
Carmen gozou, mas ainda queria mais.
—Vem, love... Ela se deitou no sofá abrindo as pernas.
—Vai, tá esperando o quê. Me fode assim agora que você tá morrendo de vontade, seu safadinho... Que negão o céu me mandou, pelo amor de Deus!!! Me dá mais...
Ela tava inquieta e ansiosa.
—Vou gozar de novo... love.... Bufff... já vem.... mais forte. Agoraaaaa...! Tô indo...
Carmen se levantou de novo e quis outra posição depois de gozar pela segunda vez.
—Vem cá... que agora você vai saber o que é uma mulher, Ramonzito... Quero te foder em todas as posições.
Ela sentou Ramón no sofá e começou a montá-lo.
—Assim, assim... Disse ela, colocando os peitos na cara dele.
—Chupa mais, chupa mais... engole tudo. Que são teus...!!!
Carmen se mexia subindo e descendo os quadris como uma louca.
—Que secura por tanto tempo... Ahhh!!!!... Não sei como aguentei sem isso...
Ramón tava completamente atordoado. Sem saber o que fazer. Tudo parecia pouco pra aquela mulher.
—E você? Não vai gozar? Não te agrado?? Assim que gozar, depois mais, love... Que pau que você tem. E como tá duro meu neguinho...!!
—Sim, sim... já vou, Carmen... disse Ramón timidamente.
Ela começou a mexer tanto os quadris que as nádegas subiam e desciam se deformando por completo. Ofegava sem parar.
—Mais, mais... love... mais!!!. Quero mais!!!. Uivava Carmen cravando as unhas fucsias no lombo de Ramón. —Vou gozar, Carmen...!!!! —Goza, neguinho, mas lembra que depois quero mais, amor... não me deixa assim, quero mais pau antes de você ir. Se quiser, pode até dormir aqui. —Ohhhh... tô gozando....!!!! —Me dá leite, neguinho. Quero muito leite!!. Carmen não parava de subir e descer enquanto Ramón gozava. Fez isso até o pau dele cair em firme decadência e sair da buceta dela, escorrendo esperma e fluido. —Me beija, Ramón. Me beija. Preciso de muito carinho sempre depois. Ramón beijou Carmen, que precisava cada vez mais de beijos. —Não para!!. Me come de beijos...!!. Que foda, Virgem da Macarena!!!. Isso sim é uma fodassa das boas. E a vontade que eu tava... —Você gostou???. —Sim, Carmen. —Mas depois mais, amor!!. Descansa um pouquinho. Quer uma limonada?. —Não, não precisa... —Como meu garoto é bom...!. Tava com o Enrique vendo TV e recebi uma mensagem do Ramón. —Mas essa mulher tá doida pra dar... Quase me matou. Eu vindo aqui pra dar flamenco... —Não se preocupa, o que acontece é que ela tá muito carente desde que o marido morreu. Mas é uma ótima mulher. Você vai conhecê-la. Dá aulas de flamenco e Filosofia na escola. —Porra!!, Karen. E tão carente... Carmen entrou na sala. Lá estava Ramón meio nu, com o pau no ar, meio ereto. —E aí, me conta, neguinho?. Disse Carmen colocando a mão na perna dele. Ramón explicou tudo. E porque estava ali, e ela abriu os olhos como pires e as orelhas como antenas, ouvindo com atenção. Umas lágrimas tímidas brotaram dos olhos dela. —Ohhh... não chora, Carmen...!!. —Aiiii... meu neguinho. Começamos transando e terminamos envoltos em lágrimas...!. É que desde que meu marido morreu, tô muito sensível. Se não fosse pelo meu Carlinhos...!!!. Uhhh!!!, Carlinhos!!!. Que tá quase chegando... e eu e você aqui como Deus nos trouxe ao mundo!!. Corre!!. Se veste, Amor. Outro dia te dou outra aula... Carmen vestiu o traje de flamenca e vestiu Ramón de cordobês. Bem na hora que Carlitos entrava pela porta, Ramón ajustava seu chapéu de dançarino.
-Oi!! Mamãe!!!!.
Ramón, num gesto reflexo, pegou a calcinha da mãe do menino que tinha ido parar num abajur e enfiou no bolso do paletó.
-Quem é esse senhor, mamãe?.
-Olha, Ramón. Este é meu filho Carlitos. Este senhor se chama Ramón e vai vir dar aulas de flamenco com sua mãe, coração. Disse ela piscando um olho para Ramón.
Carlitos era o típico filho mimado pela mãe. Vestia-se direitinho com roupa de marca, alto e bonito, além de tirar notas muito boas.
-E... quantos anos você tem, bonitão?. Perguntou Ramón.
-Catorze, senhor.
-Ahh, olha que garoto bacana...!. E tem namorada?.
-Não, nem precisa. Interrompeu a mãe.
-Ahh, tá bom... disse Ramón.
-Fica pra jantar, senhor Ramón!. Disse o garoto.
-É. Fica, negri... Não, senhor Ramón.
-Bom, se mãe e filho insistem...
Ramón se sentiu seguro com o garoto por perto.
Ramón e Carmen se desp iram para trocar de roupa. Carmen fez isso rapidinho pra entrar no quarto de Ramón. Passando a mão na virilha dele, disse...
-Hummm... se você ficar pra dormir, vou chupar bem essa rola, negrinho...!. Já viu que eu engulo ela inteira..., amor!!.
Carmen preparou frango assado e serviu umas torradas de caviar iraniano que tinha guardado pra ocasião.
-Como meu Carlitos já tá crescidinho. Acho que já é hora de arrumar um namorado, Ramón. Ou algum homem que quando passar por aqui lembre de mim. Disse Carmen olhando pro interlocutor adulto. Que fez cara de... "Não atirem em mim, sou só o pianista...".
Jantaram os três com apetite. E Carmen abriu uma garrafa de Möet Chandon pra sobremesa, que era morango com chocolate.
Numa ausência de Carlitos, Carmen disse entre risadinhas...
-É que o champanhe bom abre bem a minha buceta, negrinho...
Ramón aproveitou o comentário pra mandar Uma mensagem pra Karen que dizia... —"Fui sequestrado. Acho que hoje vou dormir aqui..." Mostrei pro Enrique, que disse... —Coitado... parece que o nosso negão vai voltar todo moído... —Mas se a Carmen é tão carinhosa. Você não gostaria que eles se envolvessem e fizessem um quarteto de cordas? —Com a sua amiga Carmen?? Minha nossa...!!! A noite se esticou até as 3 da manhã. Carmen arrumou o sofá-cama pro Ramón e o Carlitos foi dormir. —Hoje o senhor Ramón vai ficar pra dormir, Carlitos. E você, já pra cama — ela disse enquanto virava a terceira garrafa de champanhe. Carlitos foi pro quarto dele e os outros também, mas não sem antes dizer pro Ramón... —Assim que esse moleque dormir, te mando uma mensagem e você vem — falou com um sorriso safado. Foram os três pras suas camas e, depois de 15 minutos, Ramón recebeu uma mensagem. —"Já pode vir". Ramón entrou no quarto de Carmen, que tinha virado as fotos do falecido marido e colocado velas por todo lado. Parecia uma sacristia. Encontrou ela enrolada num body branco já velho e bem apertado, de pernas abertas, deitada na cama se enfiando um vibrador. Na parte de baixo da barriga dava pra ver que ela tinha tido o Carlitos de cesárea. —Tá vendo, Ramón? Olha como o champanhe abriu minha buceta... E realmente. A buceta dela estava dilatada e excitada, enquanto uma mancha de lubrificação enfeitava o lençol rosa bem debaixo da bunda dela. Uns peitões caíam pros lados, duros, com os bicos e as auréolas escuros de tão excitada. Ela pedia sexo e carinho. Ramón ficou tão excitado que enfiou o pau na boca de Carmen, que engoliu ele inteiro com uns barulhos guturais na garganta enquanto mexia o vibrador na buceta aberta dela. —Chupa isso! — disse Ramón, mostrando o pauzão preto no ar bem na frente da boca de Carmen. —Sim, sim... — gemeu Carmen, deixando escapar consolador das mãos e ficando vibrando nos lençóis.
—Hoje vou te dar uns bons rabões...!!!
Ramón apalpou a dureza do próprio pau com as duas mãos e colocou Carmen de quatro. Não teve frescura e meteu o pau até o fundo de uma vez, ficando parado com ele dentro, grunhindo como um bicho. Era claro que a buceta da Carmen já estava bem aberta graças ao consolador dela.
—Você gosta desse pau, hein???
—Ahhh... amor...!!! Não sabia que você era tão decidido...
Ramón começou a bombar na buceta da Carmen com força e sem hesitar, segurando a bunda dela com as mãos, juntando e separando as nádegas. De vez em quando, ele enfiava o dedo do meio no cu da Carmen, que gemia sem parar.
—Você é uma boa mulher, Carmen...! Gosta de ser fodida com força, né? Gosta de paus grandes e pretos, hein? Então aqui tem um!! De agora em diante, sempre que quiser um rabão, é só pedir!!!
—Ahhh... não sabia disso de você... antes você era tão parado...
—Toma bem de pau... Carmen...!
Os peitões gigantes da Carmen balançavam de um lado pro outro com a força das investidas do Ramón, então ela resolveu apoiar o busto na cama e se agarrar na própria bunda, cravando as unhas e abrindo ela pra que Ramón pudesse penetrar mais fácil.
—Assim, assim posso te dar uns vergaços melhores. Como você sabe, hein? — disse Ramón.
Era óbvio, Carmen ia gozar de um momento pro outro, o que aconteceu depois de uns quinze minutos de uma enfiada atrás da outra.
—Ahhh...!!! Ramón... gozei de novo... e de que jeito, amor...!
Carmen caiu na cama feito um novelo, e Ramón a beijou sem parar. Beijou da cabeça dela até os pés. Carmen não acreditava.
—Que aulas tão bem pagas, Ramón... — soluçou ela, vermelha que nem pimentão.
—Me beija, neguinho.
Ramón encheu ela de beijos, elogiando o corpo maduro dela.
Ela ficou meiga e carinhosa. Era evidente, Carmen tinha passado muitos anos sozinha e, num pequeno vislumbre de ter algo claro, em apenas um dia, o mundo dela se abriu. Céu. Geralmente uma história de amor raramente se consolida no primeiro dia com sexo. Isso é até contraproducente. Não ia ser o caso... (Continua).

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