Minha esposa e eu decidimos viajar por questões de família, uma viagem relâmpago, saímos uma noite pra voltar na noite seguinte. Por isso, em vez de comprar duas passagens, compramos três: um de nós dormiria com o bebê e o outro iria sozinho, decidimos assim pra poder descansar na viagem, já que durava 9 horas.
O problema é que compramos as passagens em cima da hora e era fim de semana prolongado, então os únicos lugares que sobraram eram os últimos do ônibus. Quando nos acomodamos, minha esposa se instalou com o bebê e eu fiquei no banco de trás, o meu era o último assento e não tinha ninguém nem atrás nem dos lados.
Pensei que ia ter a sorte de viajar sozinho e confortável, mas no último minuto um cara jovem, uns 25 anos, um rapaz mais calado e sério, se sentou ali.
Minha esposa tinha vestido uma roupa confortável pra viagem, e como ainda amamentava nosso bebê, tava com um vestido simples que marcava o corpo dela, e os peitos estavam enormes. A Marce tem quase 110 de peito, mas agora tá com bem mais porque fomos pais.
Indicou uma parada pra gente poder jantar alguma coisa, já que depois não pararia mais, só nas estações pra descer passageiros.
Quando decidimos descer, vi que o rapaz deu uma olhada na minha esposa e percebi que ela também reparou nele, mas me pareceu que foi só por curiosidade, nada além.
Jantamos uma comida rápida porque não tinha muito tempo disponível, o que lembro é que tomei dois copos de vinho pra conseguir dormir de boa, já que tenho dificuldade de pegar no sono em viagens.
Notei que o rapaz ficou perto da gente e não parava de olhar pra minha esposa, mas ela pareceu não ligar muito, nem prestou atenção nele.
Quando voltamos pro ônibus, minha esposa me pediu pra trocarmos de lugar porque o bebê tava dormindo, trocado e num sono profundo, provavelmente ia ser uma boa noite pra ele, já que ele costuma ter problemas. pra dormir.
O negócio foi que minha mulher sentou atrás de mim, junto com o cara, e eu na frente com o bebê.
Em algum momento acordei porque tava numa posição ruim e o pescoço tava doendo pra caralho. Pelo espaço entre os dois bancos olhei pra trás, já que não quis me levantar pra ver se minha mulher tava dormindo pra poder conversar um pouco, mas o que vi me deixou gelado.
Minha mulher tava dormindo de lado, deixando a bunda virada pro lado do acompanhante, o cara tinha ido levantando a saia dela e tava metendo o dedo na buceta dela por cima da calcinha. Eu não sabia o que fazer, esperar pra ver se minha mulher acordava.
Enquanto pensava nisso tudo, lembro que veio a estranheza de ela não acordar. Ela também tem o sono leve nesses ônibus, e o cara tava metendo o dedo, não tinha como ela não perceber. Além disso, tenho que admitir que tava com a impressão de que o dedo do cara já não tava num lugar seco, mas sim meio molhado.
Tudo isso aconteceu em menos de dois minutos, e foi aí que minha mulher se virou e ficou de barriga pra cima, abrindo as pernas pra os dedos do homem trabalharem melhor.
Aí sim pude me convencer de que a buceta da minha mulher tava totalmente molhada, porque o cara tirou os dedos e eles estavam molhados, levou eles à boca e chupou, depois voltou a meter eles de novo. Mas não satisfeito com isso, começou a passar a outra mão nos peitos dela, acariciar os mamilos, apalpar até deixar eles duríssimos, furando o tecido do vestido e do sutiã.
Não se ouvia nenhum gemido nem nada, mas a cara da minha mulher me mostrava que ela tava curtindo toda aquela sarrada de um jeito foda. Nessa altura eu já tava com a pica dura e não sabia o que fazer, se acordava minha mulher ou continuava vendo o show que ela tava me dando, supondo ainda que ela tava dormindo. O cara parou de apalpar os peitos e desabotoou a braguilha, tirando uma pica. enorme e grossa e começou a sacudir ela,
tava fazendo uma baita punheta. O bom é que, como tava atrás do microfone, ninguém percebeu.
Mas tava na cara que as surpresas não iam acabar pra mim,
porque de repente eram as mãos da minha mulher que pegavam aquele
instrumento enorme e começavam a massagear e mexer. Era um espetáculo
incrível, não tinham trocado uma palavra e de repente minha mulher tava chupando
aquela rola. Ela
saboreava a cabeça, enfiava o máximo que podia daquela vara na boca,
lambia os ovos dele, tava totalmente descontrolada.
Num momento, minha mulher parou pra ver se eu e meu filho
távamos dormindo, e o cara aproveitou pra puxar a calcinha dela e começar
a chupar a buceta dela, que a essa altura já tava toda molhada. Era curioso
ver a cara da minha mulher por cima do meu banco, de olhos fechados, enquanto
sentia o cara atrás dando uma chupada nela que deixou minha mulher
em êxtase total. Acho que vi ela gozar duas vezes antes de se virar e
sentar em cima do cara, de costas pra mim. Com a mão, ela pegou a vara
do cara e só guiou até a entrada dela e enfiou de uma vez. Não entendo
como ela não gritou, com aquele pedaço enorme, e não só isso, o cara não precisou
fazer nada. Ela sozinha se mexia, tirava um pedaço e enfiava de novo de uma vez.
Acho que a cada enfiada ela tinha um gozo violento, a putinha,
tava gozando e me deixando com muito tesão também.
O cara partiu pra cima depois de uns minutos e apertou ela forte
e soltou uns jatos de esperma que devem ter arrancado mais dois orgasmos
da minha mulher. Quando ele tirou a rola, a porra escorria pelas pernas dela,
ela enfiou um dedo na buceta, tirou cheio de porra e chupou como se
fosse um doce.
A rola do cara continuava dura, então ele sentou ela agora olhando
pra nós e comeu ela de novo.
Nessa posição, eu não perdia nenhum detalhe de como o negócio entrava na use the word: pussy na minha mulher e na cara dela, ela tava gozando como nunca, se entregava a cada enfiada da cock do cara.
Nessa posição ele meteu por uns quinze minutos e finalmente
outra tremenda cum que fez minha mulher morder a mão pra não gritar.
Imaginei que a parada tinha acabado, mas vi eles começarem a
se beijar, minha mulher passava a língua na boca dele, nas orelhas, no peito,
tava totalmente alucinada. Depois de um tempo, o pau do cara endureceu de novo e
dessa vez ele parou ela de novo, se apoiando no encosto do meu banco, e começou a
meter no cu dela.
Agora eu via a cara da minha mulher entre a dor e o prazer, como
ela se contorcia, as tetas balançavam de um lado pro outro. Eu via a cara dela
só levantando um pouco a vista. Sempre sem dizer uma palavra e
mordendo as mãos pra não gritar, minha mulher foi comida de um jeito bestial
pelo cu.
Ele meteu uns quinze minutos no cu dela. Minha mulher
começou a enfiar um dedo na use the word: pussy e a massagear o clitóris e a apalpar
as tetas, tanto era o prazer que ela tava sentindo.
Por fim, o cara apertou ela e jorrou um baita gozo de
sêmen no cu dela.
Minha mulher ficou um tempão gozando com a cock enfiada no
cu até que diminuiu de tamanho e ele tirou. Na sequência, ela começou a limpar
com a língua até deixar seco.
Minha mulher e o desconhecido se beijaram longamente, depois se
vestiram e se acomodaram como se nada tivesse acontecido.
Nunca falei do assunto com minha mulher durante a viagem, mas ela, ao chegar em casa, me confessou que percebeu que eu tava olhando e isso a excitou muito mais, marce, foder no micro-ônibus.
O problema é que compramos as passagens em cima da hora e era fim de semana prolongado, então os únicos lugares que sobraram eram os últimos do ônibus. Quando nos acomodamos, minha esposa se instalou com o bebê e eu fiquei no banco de trás, o meu era o último assento e não tinha ninguém nem atrás nem dos lados.
Pensei que ia ter a sorte de viajar sozinho e confortável, mas no último minuto um cara jovem, uns 25 anos, um rapaz mais calado e sério, se sentou ali.
Minha esposa tinha vestido uma roupa confortável pra viagem, e como ainda amamentava nosso bebê, tava com um vestido simples que marcava o corpo dela, e os peitos estavam enormes. A Marce tem quase 110 de peito, mas agora tá com bem mais porque fomos pais.
Indicou uma parada pra gente poder jantar alguma coisa, já que depois não pararia mais, só nas estações pra descer passageiros.
Quando decidimos descer, vi que o rapaz deu uma olhada na minha esposa e percebi que ela também reparou nele, mas me pareceu que foi só por curiosidade, nada além.
Jantamos uma comida rápida porque não tinha muito tempo disponível, o que lembro é que tomei dois copos de vinho pra conseguir dormir de boa, já que tenho dificuldade de pegar no sono em viagens.
Notei que o rapaz ficou perto da gente e não parava de olhar pra minha esposa, mas ela pareceu não ligar muito, nem prestou atenção nele.
Quando voltamos pro ônibus, minha esposa me pediu pra trocarmos de lugar porque o bebê tava dormindo, trocado e num sono profundo, provavelmente ia ser uma boa noite pra ele, já que ele costuma ter problemas. pra dormir.
O negócio foi que minha mulher sentou atrás de mim, junto com o cara, e eu na frente com o bebê.
Em algum momento acordei porque tava numa posição ruim e o pescoço tava doendo pra caralho. Pelo espaço entre os dois bancos olhei pra trás, já que não quis me levantar pra ver se minha mulher tava dormindo pra poder conversar um pouco, mas o que vi me deixou gelado.
Minha mulher tava dormindo de lado, deixando a bunda virada pro lado do acompanhante, o cara tinha ido levantando a saia dela e tava metendo o dedo na buceta dela por cima da calcinha. Eu não sabia o que fazer, esperar pra ver se minha mulher acordava.
Enquanto pensava nisso tudo, lembro que veio a estranheza de ela não acordar. Ela também tem o sono leve nesses ônibus, e o cara tava metendo o dedo, não tinha como ela não perceber. Além disso, tenho que admitir que tava com a impressão de que o dedo do cara já não tava num lugar seco, mas sim meio molhado.
Tudo isso aconteceu em menos de dois minutos, e foi aí que minha mulher se virou e ficou de barriga pra cima, abrindo as pernas pra os dedos do homem trabalharem melhor.
Aí sim pude me convencer de que a buceta da minha mulher tava totalmente molhada, porque o cara tirou os dedos e eles estavam molhados, levou eles à boca e chupou, depois voltou a meter eles de novo. Mas não satisfeito com isso, começou a passar a outra mão nos peitos dela, acariciar os mamilos, apalpar até deixar eles duríssimos, furando o tecido do vestido e do sutiã.
Não se ouvia nenhum gemido nem nada, mas a cara da minha mulher me mostrava que ela tava curtindo toda aquela sarrada de um jeito foda. Nessa altura eu já tava com a pica dura e não sabia o que fazer, se acordava minha mulher ou continuava vendo o show que ela tava me dando, supondo ainda que ela tava dormindo. O cara parou de apalpar os peitos e desabotoou a braguilha, tirando uma pica. enorme e grossa e começou a sacudir ela,
tava fazendo uma baita punheta. O bom é que, como tava atrás do microfone, ninguém percebeu.
Mas tava na cara que as surpresas não iam acabar pra mim,
porque de repente eram as mãos da minha mulher que pegavam aquele
instrumento enorme e começavam a massagear e mexer. Era um espetáculo
incrível, não tinham trocado uma palavra e de repente minha mulher tava chupando
aquela rola. Ela
saboreava a cabeça, enfiava o máximo que podia daquela vara na boca,
lambia os ovos dele, tava totalmente descontrolada.
Num momento, minha mulher parou pra ver se eu e meu filho
távamos dormindo, e o cara aproveitou pra puxar a calcinha dela e começar
a chupar a buceta dela, que a essa altura já tava toda molhada. Era curioso
ver a cara da minha mulher por cima do meu banco, de olhos fechados, enquanto
sentia o cara atrás dando uma chupada nela que deixou minha mulher
em êxtase total. Acho que vi ela gozar duas vezes antes de se virar e
sentar em cima do cara, de costas pra mim. Com a mão, ela pegou a vara
do cara e só guiou até a entrada dela e enfiou de uma vez. Não entendo
como ela não gritou, com aquele pedaço enorme, e não só isso, o cara não precisou
fazer nada. Ela sozinha se mexia, tirava um pedaço e enfiava de novo de uma vez.
Acho que a cada enfiada ela tinha um gozo violento, a putinha,
tava gozando e me deixando com muito tesão também.
O cara partiu pra cima depois de uns minutos e apertou ela forte
e soltou uns jatos de esperma que devem ter arrancado mais dois orgasmos
da minha mulher. Quando ele tirou a rola, a porra escorria pelas pernas dela,
ela enfiou um dedo na buceta, tirou cheio de porra e chupou como se
fosse um doce.
A rola do cara continuava dura, então ele sentou ela agora olhando
pra nós e comeu ela de novo.
Nessa posição, eu não perdia nenhum detalhe de como o negócio entrava na use the word: pussy na minha mulher e na cara dela, ela tava gozando como nunca, se entregava a cada enfiada da cock do cara.
Nessa posição ele meteu por uns quinze minutos e finalmente
outra tremenda cum que fez minha mulher morder a mão pra não gritar.
Imaginei que a parada tinha acabado, mas vi eles começarem a
se beijar, minha mulher passava a língua na boca dele, nas orelhas, no peito,
tava totalmente alucinada. Depois de um tempo, o pau do cara endureceu de novo e
dessa vez ele parou ela de novo, se apoiando no encosto do meu banco, e começou a
meter no cu dela.
Agora eu via a cara da minha mulher entre a dor e o prazer, como
ela se contorcia, as tetas balançavam de um lado pro outro. Eu via a cara dela
só levantando um pouco a vista. Sempre sem dizer uma palavra e
mordendo as mãos pra não gritar, minha mulher foi comida de um jeito bestial
pelo cu.
Ele meteu uns quinze minutos no cu dela. Minha mulher
começou a enfiar um dedo na use the word: pussy e a massagear o clitóris e a apalpar
as tetas, tanto era o prazer que ela tava sentindo.
Por fim, o cara apertou ela e jorrou um baita gozo de
sêmen no cu dela.
Minha mulher ficou um tempão gozando com a cock enfiada no
cu até que diminuiu de tamanho e ele tirou. Na sequência, ela começou a limpar
com a língua até deixar seco.
Minha mulher e o desconhecido se beijaram longamente, depois se
vestiram e se acomodaram como se nada tivesse acontecido.
Nunca falei do assunto com minha mulher durante a viagem, mas ela, ao chegar em casa, me confessou que percebeu que eu tava olhando e isso a excitou muito mais, marce, foder no micro-ônibus.
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